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      <title>MPPS - Disciplina: Políticas Públicas, Saúde, Cultura e Alimentação by Brena Maria</title>
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      <description>Mural interativo para leitura, debates, publicação de textos, imagem e informações sobre a temática do curso.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-16 17:33:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-25 21:03:32 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação: </title>
         <author>brenamaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Psicóloga, graduada pelo Centro Universitário de Tecnologia e Ciências - UNIFTC de Vitória da Conquista-BA. Pós-Graduanda em Psicologia hospitalar pela FAVENI, voluntária na Casa de Acolhimento ao Paciente Oncológico do Sudoeste da Bahia. <br>Meu interesse no mestrado foi devido a necessidade de ampliar meus conhecimentos, conhecendo novas áreas e novas formas de pensar. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 17:39:23 UTC</pubDate>
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         <title>A fome se trata de uma questão social, subjetiva e que existe há milhares de anos. Acredito que, ela precisa ser refletida de maneira ampla , tanto por questões fisiológicas, quanto psicológicas, incluindo o impacto que ela pode provocar.  Ela possui relação com a desigualdade social, que é um fator que também existe há muito tempo, sendo reproduzida de acordo com cada cultura e histórias existentes nas diversas sociedades. </title>
         <author>brenamaria</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 17:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sendo voluntária da Casa do câncer, percebo que é necessário um olhar mais cuidadoso perante a esse público. É uma casa que vive de doações, realmente há diversas pessoas que ajudam com alimentos, vestimentas. Mas... precisa ser olhada com mais cuidado por outros órgãos.  Algumas pessoas com câncer e até mesmo alguns acompanhantes  possuem história de vida complexa, trago isso em relação à dificuldade do acesso ao alimento, vulnerabilidade. Outras que não se enquadram no grupo de pessoas com câncer e em situação de vulnerabilidade vão até a Casa para pedir ajuda com alimentos e vestimentas e sempre que possível contribuímos com cestas básicas. Se não fossem grupos religiosos e outros grupos ou públicos que se comovem e tem a empatia pela situação, como seria? </title>
         <author>brenamaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>#éprecisorefletirsobreopapeldogovernonessassituações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 20:10:12 UTC</pubDate>
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         <title>Determinantes sociais da saúde- se trata de uma temática que pode ser refletida de diversas maneiras, como diz o próprio tema, refere-se aos fatores ou condições sociais que vão determinar a saúde de cada indivíduo, grupo ou população.  Logo, a maneira que a pessoa vive, seus hábitos, costumes, condições, possuem relação e influenciam diretamente em sua saúde. As pessoas possuem plena liberdade de escolherem de que maneira querem viver, logo, algumas não possuem oportunidade de escolha, permanecendo na mesma situação.  Esse segundo grupo de pessoas são aquelas que não possuem acesso à alimentação segura, adequada, saúde, educação e se encontram em situação de vulnerabilidade. Logo, diante de todo esse contexto, percebe-se que o Estado possui um papel fundamental em fornecer o acesso aos recursos que contribuem para a qualidade de vida de cada pessoa. Em minha cidade, faço parte de um grupo que beneficia pessoas em situação de rua com doações. Utilizamos as redes sociais para buscar apoio de outras pessoas para doação de roupas, agasalhos, alimentos, produtos de higiene e até mesmo máscaras.Penso que, é preciso maior atenção a essas pessoas, percebe-se  aqui a existência de uma preocupação maior com reformas de ponto de ônibus e praças, enquanto diversas pessoas se encontram em situação vulnerável.  Cabe ao Estado voltar um olhar mais cuidadoso e ampliado para essas situações, sair da reprodução, se desprender do que não funciona e procurar criar políticas que garantem o acesso de todas as pessoas aos recursos que contribuem para o benefício da saúde mental e física. Enquanto profissional da área de saúde, todos esses fatores me geram inquietações, pois procuro promover a saúde mental, e não há saúde mental numa pessoa em situação de vulnerabilidade. Não há como a pessoa se tratar num ambiente em que lhe gerou adoecimento. Falo de ambiente para aquelas pessoas que tem oportunidade de moradia, imagina para aqueles que não tem? </title>
         <author>brenamaria</author>
         <link>https://padlet.com/brenamaria/pu61qdxhbp7a1v2o/wish/773069201</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 17:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo – Promoção, proteção e apoio à amamentação e à alimentação complementar saudável – Inês Rugani</title>
         <author>brenamaria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Aborda que se trata de um projeto que visa melhorar a alimentação, trabalhando de forma articulada e defendendo a amamentação, fornecendo o aleitamento materno.</div><div>A rede de apoio precisa reconhecer que a chegada de uma criança é responsabilidade de todos, sendo necessário visar a promoção da saúde mental  da mãe. </div><div>Amamentar é importante, além de ser um momento de mãe para filho, é uma questão de saúde, identidade , de ser, de presença.  Infelizmente, não são todos que são a favor dessa prática. </div><div>Quando uma criança nasce,  nasce também  uma oportunidade da família buscar a rever os próprios hábitos e costumes alimentares e outros. Logo, se essa família não possui bons hábitos, certamente a criança também estará inclusa nesse processo.  </div><div>É importante saber ressignificar o lugar da comida em nossa vida, garantindo que o alimento seja saudável tanto para a criança quando para a família.  Vivemos numa sociedade consumista e a indústria e mídias sociais possuem grande poder de persuasão em relação aos alimentos. Podemos perceber isso nas propagandas, nas cores que são utilizadas, brindes ao comprar determinado alimento e todos esses fatores tem o intuito de prender o consumidor ao alimento. Muitos desses alimentos não fornecem nutrientes que precisamos para uma boa qualidade de vida, e muito menos para uma criança com introdução alimentar. É necessário dar a ela oportunidade de ter acesso aos alimentos saudáveis. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo – Fortalecimento da agroecologia e da agricultura familiar – Glenn Makuta</title>
         <author>brenamaria</author>
         <link>https://padlet.com/brenamaria/pu61qdxhbp7a1v2o/wish/811215355</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A agricultura familiar possui o foco na perspectiva de produção alimentar, a maneira que o alimento que chega em nossa mesa é produzido. </div><div>Sua base possui conexão com a natureza, priorizar os alimentos saudáveis, naturais e infelizmente hoje isso foi perdido com o uso de agrotóxicos, produtos químicos. Depende muito da cultura de cada população, a maneira que eles estão conectados com o alimento vai refletir de como é a sua qualidade de vida. </div><div>A diversidade de alimentos é essencial e quando a indústria alimentar cria regras , essa diversidade é perdida e cada vez mais acabamos colocando em nosso organismo alimentos pobres em  nutrientes. </div><div>A produção orgânica possui um processo mais natural, e requer mais cuidado. Se tratam de sementes selecionadas e livres de produtos químicos, devido a isso, seu custo é mais alto em relação a outros alimentos que não possuem o mesmo processo e que não contribuem para uma boa qualidade de vida. </div><div>O desperdício de alimentos é outro fator que precisa ser repensado,  assim como também o padrão comercial. Uma estética e formato é exigida para os alimentos e se foge desse padrão, o alimento é descartado. </div><div>Todo consumidor possui direito em saber sobre o alimento que irá consumir . A sociedade precisa demonstrar sua insatisfação em relação aos alimentos,  devido a isso, as políticas públicas são essenciais e precisam serem fomentadas, repensadas e recriadas. </div><div> </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>O vídeo &quot;Por uma vida melhor&quot; retrata situação de segurança alimentar no Brasil, visto que todas as pessoas possuem direitos à alimentação, moradia, saúde, mas ainda assim não possuem acesso a esse direito e acabam tendo de lutar por eles.A fome é um fator agravante antigo mas ainda um tabu, presente em diversos locais principalmente em zonas rurais. Os determinantes sociais se referem a questões econômicas e sociais que afetam a saúde, e no vídeo podemos observar situações precárias  de moradia, onde no primeiro exemplo mostrou alguns moradores da cidade de Maranhão que moram em casebres e são cercas de 90 famílias. São pessoas que valorizam a terra por questões de cultura, mas sentem necessidade de alimento, saúde e conforto.  Existem vários fatores que colaboram para o não alcance do direito alimentar,  questões de trabalho também são mostradas no vídeo, situações de saúde escassa, falta de saneamento, ausência de lazer , educação, transporte.  Se tratam de determinantes básicos para o direito de toda pessoas e esses são violados. Questões de saúde, um exemplo é a dificuldade na amamentação e a busca de alimentos para o sustento da família. Há diferenças enormes em relação a insegurança alimentar e nutricional na zona rural e urbana, visto que na zona rural há a dificuldade de acesso às UBS, muitas pessoas com condições precárias de moradia, sofrimento devido à seca porque dependem da chuva para o plantio e sustento. As questões de sobrevivência são mais gritantes do que em outra, na cidade há o desemprego e na zona rural a dificuldade do acesso à terra.  Todas as duas realidades são pessoas que se encontram em condições de vulnerabilidade social . Na zona rural de Piauí foi criado o banco de semente comunitário que auxilia as pessoas no plantio, tendo sementes para plantio e próprio sustento;Algumas famílias optam ir para a zona urbana para melhorar de vida, uma moradora optou ir para o Rio de Janeiro saindo da Paraíba, onde cortava abacaxi, passava fome e na cidade grande não passa mais fome e vive de faxinas.  Maria das Dores está sem trabalhar há 2 anos, havia conseguido auxílio e o mesmo foi cortado;  Já outras preferem ainda a vida na zona rural, uma família depende do marido para se alimentarem e este trabalha com obras ganhando 200 reais. Ficam o dia inteiro sem se alimentarem e alguns dos filhos ainda possuem oportunidade de ter o alimento quando vão à escola. Podemos ver as condições da estrutura física, expressões de sofrimento, desânimo. O corpo emite tudo o que não damos conta de falar e isso contribui para o adoecimento. O não dar conta de falar nessas situações apresentadas é também pelo fato de serem pessoas que não são assistidas. </title>
         <author>brenamaria</author>
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         <pubDate>2020-10-16 18:09:24 UTC</pubDate>
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         <author>brenamaria</author>
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         <pubDate>2020-10-16 18:13:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brenamaria</author>
         <link>https://padlet.com/brenamaria/pu61qdxhbp7a1v2o/wish/890994382</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Se uma planta não pode viver de acordo com o seu modo de ser, então ela morre; o mesmo acontece com todos os seres humanos e não-humanos. Quando nós, povos Guarani, não podemos viver de acordo com o ñanderekó, nosso modo de ser, a vida 🤬 triste, a vida mingua, a vida morre."( Daniel Iberê, 2020).<br><br>De acordo com essa citação abordada no texto, pode-se perceber que existem diversas formas de existir e escolhas que faz de cada pessoa um ser único. Diante do contexto atual, essas palavras ganham uma tonalidade diferente, pois somos cercados de pessoas que lutam pelo poder e acabam retirando ou anulando o direito e a existência de outras.  <br>Dessa forma, acaba -se anulando também as memórias, toda uma história.<br>Pensar o alimento desde os povos originários é, antes de tudo, uma atitude de insurgência e rebeldia, de mulheres e homens e crianças e avós que carregam sobre seus ombros o peso maior de uma luta contra a exploração, contra os apagamentos, contra o assassinato das memórias e a imposição do discurso monológico de um poder que não reconhece outro que não seja o eco de seu próprio pensar. Vítimas anônimas que pagam o preço de existir, que insistem e resistem ao domínio das indústrias do veneno, mas que sofrem na própria pele os efeitos do colonialismo, que segue avançando sobre o solo sagrado da Mãe Terra.<br>Pensar o alimento desde os povos indígenas é percebê-lo fonte que nutre o corpo e fortalece o espírito; é convidar para o partilhar generoso de mundos em que caibam muitos mundos, que abrigam um sem fim de vidas nas quais diferentes, iguais, múltiplos e complexos seres, de sagrada “natureza” e “alma”, habitam em desafio de coabitar, de coexistir, de conviver, de bem viver.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 17:36:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brenamaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é outra memória que tenho! Doce de banana!<br>Me lembra a casa de minha falecida avó! Pela tarde comíamos docinho de banana no sofá da sala! </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 17:38:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brenamaria</author>
         <link>https://padlet.com/brenamaria/pu61qdxhbp7a1v2o/wish/891004920</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa é uma das memórias que me marca muito! Na infância,  minha mãe preparava sempre vitamina de morango para mim! Hoje, ainda quando bebo a vitamina, me lembro e sinto saudades! Provoca um quentinho bem gostoso no coração!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 17:39:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brenamaria</author>
         <link>https://padlet.com/brenamaria/pu61qdxhbp7a1v2o/wish/891310282</link>
         <description><![CDATA[<div> O ato de comer junto infelizmente é algo que foi perdido em muitas famílias, mas não somente nelas . Podemos observar em nosso dia a dia até mesmo no hábito de comer algo na frente de outras pessoas e não oferecer. <br>Hoje somos distanciados pelas redes sociais, crianças que possuem costume de se alimentarem olhando vídeos no celular, rotina massante ( isso antes da pandemia). Hoje estamos vivendo momentos delicados com a pandemia e muitas pessoas ou todas, estão tendo de resgatarem os costumes , os hábitos que foram sendo deixados de lado com o tempo. <br>É tempo de refletir,  perceber de que maneira estamos escolhendo viver, do que escolhemos nos nutrir e de que forma estamos fazendo isso. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 18:42:50 UTC</pubDate>
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