<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Praticas Informacionais by EDNALDO CUNHA DE MELO JUNIOR</title>
      <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-18 20:14:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-12-18 20:32:16 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Tópico 1</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424193308</link>
         <description><![CDATA[<div>conferências realizadas no Georgia Technology Institute, como aos artigos de Taylor (1966) e Borko (1968),<br>responsáveis por uma definição embrionária de Ciência da Informação, apontando-a como um<br>campo derivado ou relacionado à Matemática, Lógica e Computação, dentre outros.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1626125345510-4603468eedfb?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fm=jpg&amp;ixid=Mnw3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8MTN8fGNvbmZlcmVuY2lhfGVufDF8fHx8MTY3MTM5NDUyNw&amp;ixlib=rb-4.0.3&amp;q=80" />
         <pubDate>2022-12-18 20:15:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424193308</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 2</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424194221</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;informação é definida<br>como sinal passível de ser mensurado, tendo como principal território disciplinar para o seu<br>alicerce as Ciências Exatas e Tecnológicas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistaladoa.com.br/wp-content/uploads/2016/05/houaiss_familia_fantastico.jpg?x81230" />
         <pubDate>2022-12-18 20:17:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424194221</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O propósito da teoria da informação é analisar a quantidade deinformação que pode ser enviada de um emissor até um receptor, passando por um canal, como mínimo de ruído possível. As mensagens comportam-se, portanto, como sinais e sãoestudadas sob o viés do controle. </title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424195229</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.guardti.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/original-94af273956a7ea76e06391d67e430916.jpg" />
         <pubDate>2022-12-18 20:19:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424195229</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 3</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424195606</link>
         <description><![CDATA[<div>Contudo, defende-se aqui que a informação implica em significado, está inscrita na<br>cultura e depende das ações dos indivíduos para existir e se modificar, logo, sua definição deve<br>levar em conta outras esferas sociais, indo além de uma noção meramente matemática.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.aprimorar.com/wp-content/uploads/2014/12/ERP.jpg" />
         <pubDate>2022-12-18 20:20:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424195606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 4</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424196375</link>
         <description><![CDATA[<div>a perspectiva que se apresenta mais apropriada aos objetivos deste texto é aquela que faz<br>referência ao papel ativo atribuído para o indivíduo, à medida em que é o próprio indivíduo<br>quem orienta suas ações para “ser/ estar/ ficar informado” (ILHARCO, 2003). Isto implica em<br>defender a ideia de que a informação não tem vida própria, nem existência exterior, ao contrário,<br>assenta-se nos contextos sociais, culturais, políticos e econômicos nos quais os indivíduos estão<br>inseridos</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ohquemfala.com.br/wp-content/uploads/2020/01/280120-01-1-2048x1151.png" />
         <pubDate>2022-12-18 20:22:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424196375</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 5</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424197025</link>
         <description><![CDATA[<div>os estudos de usuários dividem-se em duas abordagens: tradicional e<br>alternativa, diferenciando-se por seu caráter quantitativo ou qualitativo (DERVIN; NILAN,<br>1986). Além disso, cabe apontar uma presença marcante do Funcionalismo e do Behaviorismo<br>na composição da agenda dos estudos de usuários (LIMA, 1994), subsidiando tanto estudos<br>com foco nos sistemas, como aqueles diretamente voltados aos indivíduos. Enquanto na<br>primeira abordagem a informação é analisada objetivamente; na segunda, ela é estudada a partir<br>das representações mentais dos usuários</div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.pinimg.com/736x/3e/aa/24/3eaa245d923949b6f662b8ba07b7a3b2.jpg" />
         <pubDate>2022-12-18 20:24:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424197025</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 6</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424197805</link>
         <description><![CDATA[<div>A Teoria da Prática é frequentemente caracterizada por destacar o embate entre agência<br>(indivíduo) e estrutura (sociedade), interioridade (subjetividade) e exterioridade (objetividade).<br>Nesse sentido, a estrutura se caracteriza como dinâmica, formada por relações históricas e<br>entendida como produto e produtora de ações, as quais são, ao mesmo tempo, condicionadas e<br>condicionantes (THIRY-CHERQUES, 2006). O indivíduo é “socialmente configurado”<br>(NOGUEIRA; NOGUEIRA, 2002), o que envolve desde gostos, hábitos, estilos de vida, héxis<br>corporal e visões de mundo, dentre outras coisas, sendo cada uma delas construções produzidas<br>tanto coletivamente, como individualmente.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://i0.wp.com/s3.amazonaws.com/wordpress-cdn.eadbox.com/2018/01/29093250/gest%C3%A3o-do-conhecimento.png?fit=720%2C374&amp;ssl=1" />
         <pubDate>2022-12-18 20:26:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424197805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 7 </title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424198443</link>
         <description><![CDATA[<div>Os campos sociais podem ser caracterizados de variadas formas, abarcando diferentes<br>setores da vida. Alguns exemplos são: campo literário, campo artístico, campo jurídico, campo<br>econômico, campo político, campo religioso e campo científico, dentre outros, cada um conta<br>com lógicas e dinâmicas próprias. O conceito de campo social está intimamente relacionado ao<br>de habitus, ao assinalar que é justamente a posição que se ocupa no primeiro, assim como a<br>posse do tipo de capital valorizado neste, o que afeta diretamente o resultado das disposições<br>(modos de ser, agir, pensar e sentir, por exemplo) produzidas pelo segundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1491438590914-bc09fcaaf77a?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fm=jpg&amp;ixid=Mnw3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8MXx8c29jaWFsfGVufDF8fHx8MTY3MTM5NTI4Mw&amp;ixlib=rb-4.0.3&amp;q=80" />
         <pubDate>2022-12-18 20:28:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424198443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tópico 8</title>
         <author>ednaldocunha</author>
         <link>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424199961</link>
         <description><![CDATA[<div>Na perspectiva de Savolainen (2007), para a busca e o uso da informação não é<br>necessário somente a opção por canais e fontes formais ou estritamente científicas. Desse modo,<br>o autor enfatiza os “hábitos de mídia”, ou ações cotidianas de informação, perspectiva esta que<br>abrange desde ler um jornal ou ouvir uma estação rádio, até assistir televisão ou navegar na<br>web. Sua noção de cotidiano, portanto, diz respeito ao “conjunto de qualidades relativamente<br>estáveis e recorrentes no trabalho e no tempo livre, relacionados com o familiar, ordinário e<br>rotineiro” (ARAÚJO, 2015, p. 15). O “homem ordinário” (re)inventa o cotidiano através de suas “artes de fazer”, ou seja,<br>por meio de suas ações ele pode atribuir novos sentidos e significados a espaços, objetos e até<br>informações, podendo atuar também no que já está dado pela sociedade. No entanto, faz-se<br>necessário enfatizar os aspectos dialéticos presentes na relação entre agência e estrutura, e<br>ressaltar que, ao atribuir novos sentidos e significados ou transformar aquilo que já está posto<br>em algo novo, gramáticas ou matrizes sociais devem ser engendradas, ainda que de forma<br>flexível, conforme as disposições incorporadas pelos indivíduos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://assets.almanaquesos.com/wp-content/uploads/2018/03/ouvir-musica-no-trabalho-800x420.jpg" />
         <pubDate>2022-12-18 20:32:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ednaldocunha/pt1gvwlc1k80xvdk/wish/2424199961</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
