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      <title>Discussões dos textos de STI 2 e 3 by Mariana Gomes</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-19 21:32:14 UTC</pubDate>
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         <title>Livro: como ser um educador antirracista ( Capítulo I) </title>
         <author>marianagomes6867</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>O primeiro capítulo do livro “Como ser um educador antirracista”, de Bárbara Carine é enredado por pautas que são de extrema relevâncias para os educadores. Alguns desses levantamentos será tratado neste resumo sendo eles: o papel dos docentes nessa desconstrução do racismo, a branquitude em todos os lugares de ascensão, o racismo estrutural e o mito da democracia racial.  </p><p>Com todo percurso histórico contra o racismo, algo que ainda é visto e vivenciado por muitos no mundo,urge que reflexões sejam feitas para desconstrução de algo que não acontece sozinho, como aponta a autora. Ela apresenta alguns desses caminhos emancipatórios e que precisam chegar ao chão escolar através de propostas educacionais que vão de encontra com a visão eurocentrada e ao currículo colonial. </p><p>Uma das perguntas que podem nortear a cabeça de um profissional é: Eu, professor branco, posso ser antirracista? Através dessa mesma pergunta entra- se a no que significa o termo branquitude. Sabe se que é comum esse tipo de pergunta no meio dos docentes na luta antirracista, pois existem pensamentos de que tais pessoas não vivem de fato o que pessoas negras vivem, o famoso lugar de fala e o que todos precisam colocar em prática são nas práticas pedagógicas que vão servir como problematizadoras para os privilégios da branquitude. </p><p>Algo a se destacar que é esse termo não faz alusão a singularidade do ser, mas de uma construção social que tem como lugar as vantagens e promoção de ascensão social, afinal, quem discordará de tal ponto ? É sempre um branco que pode conquistar as coisas com mais facilidade, o branco nunca vai ser reconhecido na rua como um criminoso, quem é visto como criminoso ao passar na rua é o negro, quem são as pessoas que os policiais param , em sua grande escala, pra fazer bagulho na rua ? Os negros, a sua “ estética” os denunciam.  Fala- se com essas questões, que o tempo de escravidão passou, mas se olhar para o contexto circunstância perceberá que ainda é vigente. </p><p>Os corpos negros ainda são considerados como aberracoes, as mulheres negras ainda continuam a sofrer por sua estética, são elas que continuam a escutar chacotas, são os mesmo que às vezes decidem abandonar o ensino, são os mesmo que choram por ódio da sua aparência, por que a sociedade os ensinou a odiar.  essa parcela da sociedade precisa entender que o erro não está na sua cor, na sua aparência, mas nesse maldito racismo estrutural que está presente desde tenros anos. A  maldade humana mais uma vez e aclarada em atitudes racistas, que os leva, como a autora afirma também a reproduzirem o racismo, mesmo que de forma inconsciente contra elas mesmo.  ( vou abrir um parêntese pois me sinto em sala de aula pra elucidar uma situação que aconteceu recentemente comigo; certa vez, em uma determinada rua da cidade, estava apenas eu e um sujeito caminhando, eu indo e ele vindo, ele ainda caminhando fala pra mim: calma, moça eu sou preto e feio, mas não sou ladrao não) </p><p>Percebe que muita das vezes essas pessoas negras pegam pra si comentários que a sociedade faz ? Que pela sua estética eles são feios, que pela sua estética nunca serão um médico, que pela sua estética, se chegar em algum lugar de ascensão sempre vai ter que elaborar respostas pra perguntas: como conseguiu chegar aí ? </p><p>Mas o que precisam entender é o quão forte é resistentes são, o quanto os seus ascentrais lutaram até o último momento, o quanto de sangue foi derramado como um ato de resistência de que são sim, negros, mas fortes e capazes. Mas como falar disso também em uma sociedade que está profundamente enraizada em todas as institicoed, normas sociais e práticas culturais o racismo ? Esse racismo estrutural privilegia as pessoas brancas, dando lhes mais oportunidades e que muita das vezes reproduzimos atitudes racistas sem sem perceber, através de nuances que estão presas a uma natureza adâmica e de um povo que grita por liberdade. </p><p>Por outro lado, além de não se considerar racista, precisa se ser antirracista, como afirma Ângela Davis. E você, educador, seu papel é de procurar caminhos que dialogue com o seu campo de atuação, para impactar os espaços que estão inseridos, pra expor e evidenciar todas as mazelas e hipocrisias dessa sociedade que ainda possuem as divisões de raças de forma a hierarquizar os brancos, leve as verdades que estão presentes na realidade para as aulas, escute quem está sofrendo com os ataques e disponibilize momentos de discussões sobre essas questões. </p><p>É uma luta continua e gradual, como afirma Luter King, em seu célebre discurso “ <em>E quando isso acontecer, quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada lugar, de cada estado e cada cidade, seremos capazes de fazer chegar mais rápido o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção espiritual negra:</em></p><p><em>Finalmente livres! Finalmente livres!</em></p><p><em>Graças a Deus Todo Poderoso, somos livres, finalmente."</em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-19 22:27:45 UTC</pubDate>
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