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      <title>Acidentes ofídicos  by Laura Melo</title>
      <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc</link>
      <description>Laura Melo, Danielle Pantoja, Thábita Rodrigues, Marcelle Bonfim</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-29 23:10:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233722493</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diferença entre peçonha e veneno:</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Peçonha é uma substância, toxina, de origem animal produzida por uma glândula capaz de alterar o metabolismo de outro animal, inoculada por um aparato natural.<br><br></div><div>Veneno é uma substância, toxina, não produzida por glândula e não inoculada. Ele entra no organismo por ingestão, inalação ou através de tecidos como pele e mucosa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:19:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233722964</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é:<br></strong><br></div><div>Quadro clínico decorrente da mordedura de serpentes<br><br></div><div>É um sério problema de saúde em países tropicais por conta da sua alta frequência<br><br></div><div>Algumas espécies de serpentes produzem uma peçonha em suas glândulas veneníferas capazes de perturbar os processos fisiológicos e bioquímicos normais do corpo.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:20:40 UTC</pubDate>
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         <title>Acidente Botrópico </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233723558</link>
         <description><![CDATA[<div>Causado por serpentes da família Viperidae, gênero Bothrops e Bothrocophias (jararaca, caiçaca, urutu,...). Cerca de 30 espécies em todo território brasileiro em ambientes diversos (desde beira de rio até cerrado, áreas abertas, agrícolas, periurbanas). Causam a maioria dos acidentes ofídicos no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:22:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acidente Crotálico </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233724300</link>
         <description><![CDATA[<div>Família Viperidae, espécie Crotalus durissus, cascavéis. Serpentes com presença de guizo, chocalho na cauda. Ampla distribuição em cerrados, regiões áridas ou semiáridas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:24:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acidente Laquético </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233725056</link>
         <description><![CDATA[<div>Família Viperidae, espécie Lachesis muta, sururucu-pico-de-jaca. Sururucu é a maior serpente peçonhenta do Brasil. Vive na floesta amazônica e mata atlântica&nbsp;<br><br>É a maior das serpentes peçonhentas das Américas, atingindo até 3,5 m de comprimento e possuem cauda com escamas eriçadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:26:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Acidente Elapídico </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233725796</link>
         <description><![CDATA[<div>Família Elapidae, gênero Micrurus e Leptomicrurus, corais-verdadeiras. Padrão característico de anéis coloridos. Amplamente distribuída no Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:27:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Morfologia </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233727996</link>
         <description><![CDATA[<div>As escamas são formadas por partes grossas de epiderme entre as quais se encontram dobras de peles delgadas, o que permite então uma grande expansão quando a serpente se alimenta.&nbsp;</div><div><br></div><div>As serpentes crescem através de um processo denominado de ecdise. Pouco antes da troca da pele ocorrer o escudo ocular fica claro e a circulação da pele torna-se ingurgitada, fazendo com que a pele velha fique esticada fazendo-a se dividir. Neste momento as serpentes tornam-se mais inquietas e começam a se rastejar e a se esfregar contra superfícies ásperas.</div><div><br></div><div>Existem mais de 400 vértebras as quais estão livres, pois nenhuma espécie possui o osso esterno. Cada vértebra possui seu próprio par de costelas, bem como também possuem cinco articulações distintas com a vértebra seguinte. Este fato resulta em uma coluna vertebral muito flexível. Os músculos intercostais e hipaxiais não apenas ajudam na locomoção, mas também na respiração e na passagem da presa pelo trato gastrintestinal para ocorrer a digestão.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:33:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Morfologia </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233728573</link>
         <description><![CDATA[<div>As serpentes possuem a cabeça mais flexível de todos os répteis, com ossos extremamente flexíveis e móveis em todas as partes. Em vez disso existe um arranjo complexo o qual permite que estes animais com bocas pequenas possam comer presas grandes, a cabeça é modificada para que todos os ossos periodontais sejam capazes de se movimentarem independentemente<br><br>As serpentes possuem dentes com a função de preensão. Consequentemente elas apresentam dentes longos, finos e curvados para trás para prevenir que a presa não escape. Todas as serpentes possuem dentes pleurodontes os quais estão ligados ao osso e são continuadamente repostos por novos dentes os quais se encontram dentro da gengiva.<br><br>As glândulas de veneno, são glândulas salivares labiais modificadas que produzem veneno para imobilizar a presa. Sua inoculação está sob controle voluntário da serpente, devido à existência de um músculo ao redor da glândula de veneno.<br><br></div><div>Fosseta loreal é um órgão que se comunica com o cérebro e está situado nos dois lado da face da serpente, entre o nariz e os olhos. Tem função de termoreceptor sendo sensível a radiação infravermelha e é capaz de responder a pequenas variações de temperatura. Usado para localização do alimento.</div><div><br></div><div>A língua das serpentes é longa, delgada e bifurcada. É muito móvel e pode ser projetada para fora (comportamento denominado de dardejamento) através da fossa lingual sem que a serpente abra sua boca. Possui as funções de olfato, paladar e tato.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:34:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Distribuição e Epidemiologia </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233731274</link>
         <description><![CDATA[<div>Distribuição cosmopolita.<br><br></div><div>A ocorrência do acidente ofídico está, em geral, relacionada ao aumento da atividade humana nos trabalhos no campo.<br><br>Vale ressaltar que as serpentes já perderam cerca de 80% do seu habitat que ocupavam a 30 anos graças a expansão das cidades e da agropecuária.&nbsp;<br><br></div><div>As áreas do corpo mais afetadas são os membros inferiores, mais especificamente pés, tornozelos<br><br></div><div>No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, ocorrem entre 19 mil a 22 mil acidentes ofídicos por ano.<br><br></div><div>As serpentes do gênero <em>Bothrops </em>compreendem cerca de 30 espécies, distribuídas por todo o território nacional. As espécies mais conhecidas são: <em>B. atrox</em>, encontradas no norte do Brasil; <em>B. erythromelas, </em>encontradas na região nordeste; <em>B. neuwiedi</em>, encontradas em todo território nacional, exceto região norte do país; <em>B. jararaca, </em>distribuídas na região sul e sudeste; <em>B. jararacussu, </em>encontradas no cerrado da região central e em florestas tropicais do sudeste e <em>B. alternatus, </em>distribuídas ao sul do país.<br><br></div><div>As serpentes do gênero <em>Crotalus </em>estão representadas no Brasil por apenas uma espécie, a <em>Crotalus durissus, </em>e distribuídas em cinco subespécies: <em>C. durissus terrificus</em>, encontrada nas zonas altas e secas da região sul oriental e meridional; <em>C. durissus collilineatus</em>, distribuídas nas regiões secas da região centro-oeste, Minas Gerais e norte de São Paulo; <em>C.</em> <em>durissus cascavella</em>, encontrada nas áreas da caatinga do nordeste; <em>C.</em> <em>durissus ruruima</em>, observada na região norte do país; <em>C. durissus</em> <em>marajoensis,</em> observada na Ilha de Marajó.<br><br></div><div>As serpentes do gênero <em>Lachesis</em> pertencem à espécie <em>L. muta</em> com duas subespécies. Habitam áreas florestais como Amazônia, Mata Atlântica e alguns enclaves de matas úmidas do Nordeste.<br><br></div><div>As serpentes do gênero <em>Micrurus</em> compreendem 18 espécies distribuídas em todo o território brasileiro. As espécies mais comuns são a <em>M. corallinus</em>, encontrada na região sul e litoral da região sudeste; <em>M. frontalis</em>, também encontrada nas região sul, sudeste e parte do centro-oeste e <em>M. lemniscatus, </em>distribuídas nas regiões norte e centro-oeste.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:41:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação do veneno</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233734030</link>
         <description><![CDATA[<div>ACIDENTE BOTRÓPICO&nbsp;<br><br>A partir da picada, vai ocorrer o desencadeamento de alterações fisiopatológicas no corpo, que vai se dar principalmente em três ações:<br><br>• Ação Proteolítica: essa ação vai induzir a formação de uma lesão tecidual no local da picada, que pode ser intensa seguida de um processo inflamatório&nbsp;<br>generalizado, causando desde edema até necrose local, e tudo isso ocorre por conta da jararacina (desintegrinas) e outras metaloproteinases (enzimas que digerem proteínas da matriz extracelular) presentes na peçonha da serpente.<br><br>• Ação Coagulante: vai ocorrer pela ativação da cascata de coagulação devido ativação do fator x e a protrombina que vão promover o consumo dos fatores de coagulação, induzindo a alteração da coagulação sanguínea, podendo ocasionar na icoagulabilidade sanguínea e alterações no número de plaquetas.<br><br>• Ação Hemorrágica: vai se dar pela ação do veneno na parede dos vasos sanguíneos, provocando o aumento na permeabilidade da parede do vaso – por conta destruição da membrana basal – até ele se romper, causando sangramentos, e toda essa ação vai ocorrer pela presença de hemorraginas, que são toxinas que vão estar presentes na pessonha da serpente.<br><br>* Existe uma diferença entre o veneno do filhote e do adulto das serpente deste acidente, onde no do filhote prevalece a ação coagulante e no do adulto prevalece a ação proteolítica.<br><br>MANIFESTAÇÕES LOCAIS<br>- Dor e edema<br>- Equimoses e sangramentos<br>- Infartamento ganglionar e bolhas<br>- Abscesso<br>- Necrose<br><br>MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS<br>Hemorragias à distância<br>Náuseas<br>Vômitos<br>Sudorese<br>Hipotensão arterial<br>Hipotermia<br>Choque</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:48:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação do Veneno</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233734190</link>
         <description><![CDATA[<div>ACIDENTE CROTÁLICO<br><br>Quase não produz lesão local.<br><br>• Ação Neurotóxica: por toxinas, como crotoxina, convulxina e giroxina, que vão atuar nos neurônios periféricos, impedindo as sinapses de ocorrer através do bloqueio na pré-sinapse da acetilcolina, gerando alterações na musculação, respiração e circulação sanguínea.<br><br>• Ação miotóxica: ocorre devido a formação de lesões nas fibras musculares esqueléticas (rabdomiólise), o que resulta em enzimas e mioglobina sendo liberadas no sangue que depois vão ser liberadas na urina.<br><br>• Ação coagulante: ocorre pela ação da trombina que vai converter o fibrinogênio em fibrina, e isso pode ocasionar na icoagulabilidade sanguínea porém raramente altera o número de plaquetas. Essa ação costuma não ser frequente, e quando acontece é discreta.<br><br>MANIFESTAÇÕES LOCAIS<br>Edema<br>Eritema<br>Parestesia (formigamento)<br><br>MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS<br>Náuseas e vômitos<br>‌Sudores e mal estar<br>Facies miastênica : ptose palpebral, flacidez dos músculos da face, oftalmoplegia, midriase<br>Insuficiência Respiratória<br>Mialgia generalizada → urina escura<br>Sangramentos discretos<br>IRA com necrose tubular</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:48:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação do Veneno</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233734531</link>
         <description><![CDATA[<div>ACIDENTE LAQUÉTICO<br><br>Possui as três principais ações do veneno do acidente botrópico - ação proteolítica, coagulante e hemorrágica -, porém consideravelmente mais grave. Ainda é descrito a ação neurotóxica, que vai atuar na estimulação vagal e causar alterações na no olfato, gustação e sensibilidade no local onde ocorreu a picada.<br><br>MANIFESTAÇÕES LOCAIS<br>Dor e edema<br>Bolhas<br>Sangramento no local<br><br>MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS<br>Hipotensão arterial<br>Tonturas<br>Escurecimento da visão<br>Bradicardia<br>Cólicas abdominais<br>Diarreia (“síndrome vagal”)<br><br>Necrose, infecção secundária, abscesso e déficit funcional são algumas complicações do quadro clínico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:49:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação do Veneno</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233734944</link>
         <description><![CDATA[<div>ACIDENTE ELAPÍDICO<br>É constituído por toxinas, que vão ser absorvidas e atingir vários tecidos do organismo, classificadas em:&nbsp;<br><br>NTX de ação pós-sináptica - está em todos os venenos elapídicos. Essa toxina vai competir com a acetilcolina pelos receptores colinérgicos da junção neuromuscular.<br><br>NTX de ação pré-sináptica - está somente em venenos de algumas corais, como a Micrurus corallinus, essas toxinas vão atuar na&nbsp; junção neuromuscular, bloqueando a liberação de acetilcolina no impulsos nervoso, impedindo o potencial de ação de ocorrer.<br><br>Todas essas ações vão resultar nós seguintes sinais e sintomas:<br><br>MANIFESTAÇÕES LOCAIS<br>Parestesia (formigamento)<br><br>MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS<br>Vômitos<br>Facies miastênica : ptose palpebral, flacidez dos músculos da face, oftalmoplegia<br>Turvação visual, diplopia, miose/midríase<br>Dificuldade para deglutição&nbsp;<br>Insuficiência respiratória</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:50:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233735309</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns exames que podem ser feitos para o diagnóstico de acidentes ofídicos.<br><br><strong>Acidente botrópico<br></strong>Tempo de coagulação: vai estar alterado<br>ELISA: detecta antígenos do veneno <br>Hemograma: Leucocitose com neutrofilia, plaquetopenia rara<br>Dosagem de uréia e eletrólitos<br><br><strong>Acidente Crotálico</strong><br>Tempo de coagulação: alterado<br>ELISA: detecta antígenos <br>Resultado da miólise: pela ação miotóxica <br>Hemograma: Leucocitose com neutrofilia, plaquetopenia rara<br><br><strong>Acidente Laquético</strong><br>Tempo de coagulação: alterado<br>Hemograma: Leucocitose com neutrofilia, podendo ocorrer plaquetopenia<br>Dosagem de ureia e eletrólitos<br><br><strong>Acidente Elapídico<br></strong>Para este acidente não existem exames específicos para o diagnóstico, porém no hemograma pode ser apontado a leucocitose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:50:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233740046</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:59:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233740561</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 23:59:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233740826</link>
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         <pubDate>2022-06-30 00:00:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento </title>
         <author>angelllan</author>
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         <pubDate>2022-06-30 00:00:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>angelllan</author>
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         <pubDate>2022-06-30 00:01:01 UTC</pubDate>
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         <title>Como identificar uma cobra peçonhenta </title>
         <author>angelllan</author>
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         <description><![CDATA[<div>A diferenciação para saber se uma cobra é venenosa não é simples, generalizações podem ser perigosas, principalmente por pessoas que não são especialistas e que acabam entrando em contato e se lesionando. Para evitar acidentes ofídicos aqui vai algumas dicas de identificação e precauções.&nbsp;<br><br>No Brasil algumas cobras possuem características em comum que permitem com que sejam identificadas e diferenciadas das espécies que não inoculam veneno, tais como as jiboias, salamantas, sucuris, dormideiras e caninanas.&nbsp;<br><br>A primeira característica é a fosseta lateral que fica entre os olhos e as narinas da serpente, todas as serpentes peçonhentas do Brasil possuem essa estrutura, somente a coral-verdadeira que não.<br><br>A coral verdadeira não possui cabeça triangular e mesmo com suas cores características que são anéis vermelhos e pretos, há corais de outras cores que a identificação é dificultosa.&nbsp;<br><br>Maior parte das cobras peçonhentas possuem cabeça triangular, algumas possuem padrões de manchas diferentes, já a cobra cascavel também apresenta chocalho na cauda, surucucus e surucutingas, tais serpentes possuem a cauda com escamas arrepiadas, e ponta lisa e afilada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 00:04:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medidas a serem tomadas </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233744564</link>
         <description><![CDATA[<div>O maior número de acidentes ofídicos ocorre em áreas rurais e é importante citar que, conforme disposto na Norma Regulamentadora Rural nº 4, aprovada através da Portaria n°- 3.06, de 12/4/1988, do Ministério do Trabalho, os proprietários rurais são obrigados a fornecer gratuitamente aos empregados proteção para os pés, pernas, braços e mãos.<br><br>Para os cuidados adequados, o uso de vestimentas adequadas, limpezas e cuidados com casa e terrenos para evitar que ratos se acumulem e seja um abrigo para cobras.&nbsp;<br><br>Em caso avistar uma cobra não manuseá-la, mesmo morta a cobra ainda tem veneno e pode ser perigosa.&nbsp;<br><br>Em caso de acidentes ofídicos, não cortar o local da picada, não chupar o local da picada, não colocar substancias infecciosas na ferida, lavar apenas com água e sabão, não beber nada que cause infecção ou piore o quadro, não amarrar o local acidentado, manter o individuo deitado com a parte atingida elevada, retirar anéis, pulseiras e objetos que possam atrapalhar a circulação sanguínea.<br><br>&nbsp;Procurar socorro imediatamente ou, se não houver serviço de resgate no local, leve a pessoa até o atendimento médico o mais rápido possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 00:06:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências </title>
         <author>angelllan</author>
         <link>https://padlet.com/angelllan/psncer1mdcdsiamc/wish/2233766134</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/animais-peconhentos/acidentes-ofidicos</div><div><br>http://www.conhecer.org.br/download/repteis/Anatomia</div><div><br>http://www.bioorbis.org&nbsp;</div><div><br>http://tabnet.datasus.gov.br</div><div>Pinho, F.M.O. e Pereira, I.D.Ofidismo. Revista da Associação Médica Brasileira [online]. 2001, v. 47, n. 1 [Acessado 14 Junho 2022] , pp. 24-29. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S0104-42302001000100026&gt;. Epub 24 Abr 2001. ISSN 1806-9282.&nbsp;<br><br>https://doi.org/10.1590/S0104-42302001000100026.</div><div><br>https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Acidentes-por-Serpentes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 00:32:35 UTC</pubDate>
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