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      <title>Atividades práticas by Helena Alves</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-02 18:20:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/300007772</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é caracterizado pelo aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera. Algumas das causas que agravam esta situação são:<br>- a poluição<br>- a desflorestação;<br>- o desenvolvimento urbano sem planeamento;<br>- a libertação de gases com efeito de estufa;<br>- a queima e o consumo excessivo de combustíveis fósseis;<br>Como é de esperar esta atividade dá origem a graves consequências, por exemplo:<br>- a desertificação;<br>- a subida da temperatura média da Terra;<br>- a subida do nível médio das águas do mar;<br>- o degelo dos glaciares;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento global</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>Degelo dos glaciares</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:34:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações entre os vários subsistemas, relacionados com o aquecimento global</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/300010387</link>
         <description><![CDATA[<div>O planeta Terra é um sistema fechado (devido a haver troca de energia mas não de matéria) e composto, porque é constituida por 4 subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). Quando algo prejudica um subsistema diretamente, acaba por prejudicar todos os outros, como por exemplo:<br>- furacões (4 subsistemas prejudicados);<br>- incêndios (4 subsistemas prejudicados);<br>- secas (4 subsistemas prejudicados);<br>- queima de combustíveis fósseis (4 subsistemas prejudicados);<br>- degelo (3 subsistemas prejudicados: geosfera, biosfera e hidrosfera);<br>- subida do nível médio das águas do mar (2 subsistemas prejudicados: hidrosfera e geosfera)<br>- extinções (1 subsistema prejudicado: biosfera)<br>- alterações nos ecossistemas ( 1 subsistema prejudicado: biosfera)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:57:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soluções para travar o aquecimento global </title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/300012449</link>
         <description><![CDATA[<div> Tal como há ações que danificam o planeta causadas pelo homem, também existem comportamentos que evitam que o aquecimento global aconteça. Algumas das medidas a tomar são:<br>- evitar o uso de combustíveis fósseis e substitui-los por biocombustíveis;<br>- instalar sistemas de controle de emissão de gases poluentes;<br>- aumentar a utilização de transportes públicos ou da bicicleta;<br>- Recuperar o gás metano nos aterros sanitários;<br>- usar a luz natural sempre que possível;<br>- não desperdiçar água;<br>- não praticar o desmatamento nem fazer queimadas nas florestas;<br>- etc...<br>Todas as ações que o ser humano faz, tem severas consequências para o planeta, tudo o que fizermos de bom a Terra agradece!<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://m.suapesquisa.com/pesquisa/solucoes_aquecimento_global.htm" />
         <pubDate>2018-11-02 23:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/300012958</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 23:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónica de placas</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/307315227</link>
         <description><![CDATA[<div>O nosso planeta Terra, mais precisamente a litosfera terrestre, está dividida em diversas placas tectónicas. Estas movem-se na astenosfera de 3 formas:<br><br>Limites convergentes ou destrutivos, onde uma placa é empurrada contra outra e mergulha para o interior da Terra. No caso da colisão ocorrer entre placas continentais forma-se uma cordilheira de montanhas, como é o caso dos Himalaias. Se a colisão ocorrer entre duas placas oceânicas, surge um arco insular, mas se ocorrer entre uma placa oceânica e uma placa continental, forma-se um arco vulcânico.O Japão e a costa oeste da América do Sul são exemplos de zonas de convergência de placas.<br><br>Limites conservativos ou transformantes, em que as placas deslizam horizontalmente uma pela outra e não há criação nem consumo de crosta oceânica. As falhas que constituem este limite chamam-se transformantes. O exemplo mais conhecido deste tipo de fronteira é o da Califórnia.<br><br>Limites divergentes ou construtivos, onde as placas se afastam uma da outra e está a ser criada nova crosta oceânica. O exemplo mais conhecido de um limite divergente de placas é a dorsal<a href="http://www.lneg.pt/CienciaParaTodos/edicoes_online/diversos/guiao_tectonica_placas/glossario.htm#Dorsal_(ou_crista)"><strong> </strong></a>médio-atlântica.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:20:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Placas tectónicas espalhadas pelo mundo</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tectónica_de_placas</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:03:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Divergência e convergência de placas&quot;</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/307341586</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/cfg7fuCZ2Z4</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:12:38 UTC</pubDate>
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         <title>Cordilheira dos Andes</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: google earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Himalaias</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fonte: "google earth"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:04:29 UTC</pubDate>
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         <title>Dorsal medio-atlântica</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/307345241</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: "google earth"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia sobre os &quot;Himalaias&quot;</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/307346458</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.dn.pt/mundo/interior/oito-alpinistas-mortos-e-um-nono-desaparecido-apos-tempestade-nos-himalaias-9995248.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:28:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Cordilheira dos Andes&quot;</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/307346989</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.dicaschile.com.br/2016/12/passeio-pela-cordilheira-dos-andes-em-santiago-do-chile.html?m=1</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dicaschile.com.br/2016/12/passeio-pela-cordilheira-dos-andes-em-santiago-do-chile.html" />
         <pubDate>2018-11-23 23:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo e fluxo de lavas</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/311709103</link>
         <description><![CDATA[<div>A realização desta atividade prática teve como objetivo verificar como a temperatura influencia a velocidade de escorrência.<br>Neste caso, o mel simboliza a lava e aos 9 tubos que o continham foi adicionada água (que simula o teor em sílica) em alguns dos casos.<br>- Nos tubos 1, 2 e 3 juntou-se 70% de mel a 30% de água e cada um destes tubos ficou à temperatura de 5°C, colocando-se em gelo, a 22°C, permanecendo à temperatura ambiente, e a 50°C, colocado em água quente, respetivamente.<br>- Nos tubos 4, 5 e 6 a mistura foi de 50% de mel + 50% de água. E voltámos a coloca-mos às mesmas temperaturas.<br>- Os tubos 7, 8 e 9 ficaram apenas com 100% de mel na sua composição e foram novamente sujeitos às temperaturas anteriores.<br> Portanto, a variável independente é a temperatura e a dependente é a velocidade de escorrência.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:38:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diferentes tipo de magmas</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/311719000</link>
         <description><![CDATA[<div>-A mistura com 100% de mel representa as lavas ácidas ( muito teor em sílica, elevada viscosidade, temperaturas entre os 800°C e os 1000°C, elevada percentagem de gases, originam vulcanismo explosivo).<br>-A mistura de 50% de mel e 50% de água representa as lavas intermédias ( teor em sílica intermédio, viscosidade intermédia, temperatura na ordem dos 1000°C, da origem a vulcanismo efusivo e explisivo).<br>-Por fim, a mistura de 70% de mel e 30% de água representa as lavas básicas (percentagens de sílica mais baixas, viscosidade baixa, temperaturas entre 1000°C e os 1200°C, baixo teor em gases e dão origem a erupções explosivas).<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:23:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Erupção explosiva</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312669367</link>
         <description><![CDATA[<div>www.astronoo.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:27:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupção efusiva</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312670142</link>
         <description><![CDATA[<div>www.infoescola.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:31:18 UTC</pubDate>
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         <title>Erupção mista</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312672214</link>
         <description><![CDATA[<div>2.bp.blogspot.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:40:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noticias de erupções vulcânicas</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312672629</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.epochtimes.com.br/seis-erupcoes-vulcanicas-ocorreram-ontem-cinco-paises/" />
         <pubDate>2018-12-09 17:42:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312672947</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:44:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/312673175</link>
         <description><![CDATA[<div>Portanto com esta atividade pudemos perceber que a temperatura influencia a velocidade de escorrência dos diferentes tipos de lavas e que a natureza está cheia de fenómenos que se comparam a coisas do dia a dia, como as lavas ricas em sílica se comparam ao estado natural do mel.</div>]]></description>
         <pubDate>2018-12-09 17:45:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/332119212</link>
         <description><![CDATA[<div>  “O lince-ibérico é considerado o felino mais ameaçado do mundo, e o único considerado Criticamente em Perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN” – LPN (Liga para a Proteção da Natureza) (fig. 1). Face este problema e eminente extinção, foram e são necessárias várias medidas para a proteção e conservação da espécie.<br>O lince-ibérico é o felino mais ameaçado do planeta, devido a várias razões.<br> Assim sendo, diversas instituições tanto portuguesas como espanholas criaram, através de acordos, o plano de Ação para a Conservação do lince-ibérico na Europa. Este plano consiste na definição de estratégias de ação, e possui, como objetivo final, a viabilização da conservação da espécie em território europeu, invertendo o processo de declínio continuado das populações e a recuperação dos núcleos da espécie.<br> As medidas de conservação incluem o restauro do seu habitat nativo, a manutenção da população dos coelhos selvagens, a redução de causas não naturais de morte e a reprodução em cativeiro para posterior libertação na natureza.<br>Outros objetivos específicos são, por exemplo:<br> Promoção da investigação sobre o lince;<br> Fiscalização eficaz da caça, reduzindo o abate ilegal da espécie;<br>  Redução da construção de barragens e rodovias em áreas de lince;<br>  Direção de campanhas de divulgação a grupos prioritários, como gestores, técnicos florestais, proprietários rurais e caçadores;<br> Imposição de estudos de impacte ambiental a novas atividades em áreas de lince.<br><br> Desta forma, destaca-se a eficácia de medidas de conservação adotadas, entre elas o cruzamento entre populações, que melhoraram substancialmente a situação do lince-ibérico e a sua genética.<br><br>Falando agora especificamente de projetos e instituições em particular, temos como um dos mais bem sucedidos planos para esta causa o “Projeto Life+ Iberlince: Recuperação de distribuição histórica do lince-ibérico em Espanha e Portugal” (fig.2)<br> Realizado entre 2011 e 2016 e com um orçamento de mais de 34 milhões de euros<br>(o que comprova a confiança depositada pela UE), este projeto consistiu na aposta na<br>recuperação da área de distribuição histórica do lince e na conservação desta espécie<br>emblemática e do seu habitat, como nunca feito anteriormente, e teve como objetivo<br>geral a obtenção de um número de linces e de populações que garantissem a<br>sobrevivência da espécie, e que permitissem a diminuição do grau de ameaças.<br>     Para além disto, este projeto abraçou também alguns objetivos secundários mas<br>igualmente bem delineados, como é exemplo:<br> Tentativa de alcance de uma taxa de fixação de exemplares de pelo menos 50%<br>dos indivíduos;<br> Aumento quantificável da conectividade entre os núcleos populacionais;<br> Diminuição da taxa de mortalidade através de caça furtiva em 20% em relação<br>ao período de 2006-2012;<br> Alcance de um alto grau de apoio social e de participação nas áreas de<br>reintrodução.<br>   Outro exemplo de um projeto para conservação desta espécie é o “Plano de Ação<br>para a conservação do lince-ibérico em Portugal” – PACLIP (fig.3 - áreas prioritárias) que coordena e concretiza o esforço nacional para a conservação da espécie no território continental português. Este, pretende promover a<br>recuperação das populações do lince-ibérico na área da sua ocorrência histórica.<br>   A LPN realizou a 19 de outubro de 2014  a Corrida / Caminhada "Todos pelo Lince", prova integrada na Campanha “LPN pela Biodiversidade – Todos pelo Lince” (fig. 4)<br>Esta iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população para a conservação do lince-ibérico, apelando a que cada participante fosse vestido de lince-ibérico ou levar algo associado a esta espécie.<br><br>   No fim destes projetos, observou-se um incrível aumento de mais de 100% de linces ibéricos.<br>Em 2013, Andaluzia tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem; em dezembro de 2014 foram reintroduzidos os primeiros exemplares em<br>Portugal; em 2017 a população tinha 475 indivíduos.<br>Os centros de reprodução conseguiram:<br>- 14 crias em 2008;<br>- 15 crias em 2009;<br>- 8 crias em 2010;<br>- 26 crias em 2011.<br> <br> Em 2012 os centros de Portugal e Espanha registaram 44 sobreviventes e 59<br>nascimentos, em 2013 44 sobreviventes e 53 nascimentos. Atualmente, a taxa de<br>sobrevivência dos animais reintroduzidos em Portugal situa-se nos 72% segundo o ICNF.<br>O parque Natural do Val do Guadiana conta com 11 fêmeas reprodutoras e 45 crias de<br>lince-ibérico já nascidos na Natureza.<br>(Slide “Limitações dos esforços de conservação”)<br>  <br>   Porém, estes projetos têm tido alguns obstáculos, uma vez que se verifica falta de<br>verbas, o que poderá ser uma limitação e ameaça ao futuro da espécie. A associação<br>Sistema Terrestre Sustentável refere que “perante esta situação é necessário um novo<br>impulso nas atividades de conservação no terreno” e diz que o plano PACLIP revela um<br>fraco nível de implementação do plano.<br>  Aponta ainda como negativo a existência de atrasos nos estudos relativos à<br>identificação e cartografia de novas áreas que possam vir a suportar novas populações,<br>medida tida como essencial para a promoção da qualidade e dimensão de habitat<br>adequado para o lince-ibérico.<br>  <br>  No que diz respeito à minimização das ameaças, em particular quanto à prevenção de envenenamento, atropelamento, etc. (fig. 5), considera-se que existe ainda um longo caminho a percorrer, com atrasos na concretização das ações previstas. Contudo, em<br>2018 nasceram cerca de 72 crias na Andaluzia. Este resultado mostra um balanço<br>muito positivo, que mantém a tendência registada nos últimos anos.<br><br>A 18 de novembro de 2017 realizou-se no interior do Alentejo o “I Trail Iberlince<br>Barrancos” (fig. 6). Este evento procurou sensibilizar a população para a necessidade de<br>prevenção do lince-ibérico em Portugal, onde os participantes tinham de percorrer os<br>trilhos dos linces, nomeadamente o Castelo de Noudar, o Monte da Coitadinha, entre<br>outros. A escolha desta vila foi devido ao facto de ser uma das áreas de ocorrência<br>histórica desta espécie, onde se pode encontrar o habitat adequado à sua presença.<br><br>  Por último, o lince-ibérico é parte do nosso património natural, tal como<br>monumentos históricos das nossas cidades e povoações, motivo pelo qual devemos<br>contribuir para a sua proteção e conservação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 15:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 2</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 3</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 4</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fig. 5</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>Fig. 6</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-17 15:47:45 UTC</pubDate>
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         <title>Célula</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div> A <strong>Célula</strong> é a ​menor unidade estrutural e funcional básica do ser vivo, sendo considerada a menor porção de uma matéria viva.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:09:49 UTC</pubDate>
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         <title>Procarióticas vs Eucarióticas</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>A principal diferença entre estes dois tipos de células é que as procarióticas são mais simples, e as eucarióticas mais complexas. Na célula procariótica, o DNA não se encontra envolvido por uma membrana. Além disso, os seres procarióticos são, maioritariamente, unicelulares, como, as bactérias.<br>Enquanto isso, nas células eucarióticas, que são maiores e mais complexas, o núcleo é individualizado, o citoplasma está conectado a uma rede de tubos e existem mitocôndrias, retículo endoplasmático, complexo de golgi, lisossomas, entre outros organelos. Os seres que possuem este tipo de célula são os animais, os vegetais, entre outros.<br><br><a href="http://manipulacaogeneticaemlinha.blogspot.com/2010/05/celula-procariotica-vs-celula.html">http://manipulacaogeneticaemlinha.blogspot.com/2010/05/celula-procariotica-vs-celula.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>As Células Eucarióticas podem subdividir-se em 2 grupos:<br>- Células Eucarióticas Animais: Em praticamente todas as células podemos distinguir três partes: a membrana plasmática, o citoplasma e o núcleo. A <strong>membrana celular</strong> ou <strong>plasmática</strong> é uma estrutura que delimita a célula e a separa do meio onde se encontra, mas não isola completamente a célula, pois permite o intercâmbio de substâncias do interior ao exterior e vice-versa.<br>- Células Eucarióticas Vegetais: Constituem o organismo das plantas. As Células vegetais têm uma parede celular que recobre a sua superfície, proporcionando proteção e resistência. No citoplasma, abrigam os <strong>cloroplastos</strong>, responsáveis pela fotossíntese.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células Eucarióticas Animais/Vegetais</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://slideplayer.com.br">https://slideplayer.com.br</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Observação ao MOC ( Microscópio Ótico Composto</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334632140</link>
         <description><![CDATA[<div>Para realizarmos a atividade começamos por utilizar o MOC e 3 corantes distintos para evidenciar estruturas específicas das Células, tais como:<br>- O vermelho neutro (para evidenciar os vacúolos)<br>- O azul de metileno ( evidenciando o núcleo)<br>- A água iodada (evidenciando a parede celular)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:53:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334636033</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 1 - observação ao microscópio, de células da epiderme da cebola juntamente com corante vermelho neutro, com apliação de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 22:20:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334636491</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 22:24:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig.2 - observação ao microscópio, de células da epiderme da cebola juntamente com azul de metileno, com ampliação de 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 22:57:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334641292</link>
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         <pubDate>2019-02-24 22:59:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig. 3 - observação ao microscópio, de células da epiderme da cebola juntamente com água iodada,com ampliação de 400x.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334641555</link>
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         <pubDate>2019-02-24 23:01:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334642024</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois observamos também celulas do caule de tradescância, evidenciando-se assim os cloroplastos<br>Fig. 4</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:04:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
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         <pubDate>2019-02-24 23:11:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334643398</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas estas células apresentadas até agora fazem parte do grupo de células vegetais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334643733</link>
         <description><![CDATA[<div>Passando agora para as células animais, as únicas que observámos ao MOC foram as células do epitélio bucal, que foram coloradas com o azul de metileno, que evidenciou novamente o núcleo, com ampliação de 400x.<br>Fig. 5<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:17:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334644249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:20:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DIFERENÇA ENTRE A CÉLULA VEGETAL E A ANIMAL</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/334644690</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As células vegetais possuem parede celular e cloroplastos, ao contrário das animais.<br><br>O vacúolo nas células vegetais tem uma maior dimensão.<br><br></div><div>As células vegetais são mais geométricas do que as células animais (as vegetais possuem parede celular).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 23:24:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Osmose</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338327083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Osmose </strong>é o processo de movimentação da <strong>água </strong>entre diversos tipos de concentração de substâncias que podem ser dissolvidas.<br><br></div><div>A osmose envolve a <strong>física </strong>e a <strong>química</strong> e é essencial para a sobrevivência das células.<br><br></div><div>No processo de osmose ocorre a passagem do solvente (água) de um meio menos concentrado (hipotónico) para um meio mais concentrado (hipertónico). Este processo  não requer energia, e por isso é conhecido como um processo de <strong>transporte passivo</strong>.<br> Fig. 1: Osmose<br>slideplayer.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pressão Osmótica</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338327753</link>
         <description><![CDATA[<div>A pressão osmótica é uma pressão externa exercida sobre a solução com maior concentração de solutos, impedindo a diluição. De forma mais simples, a pressão osmótica é uma força que é aplicada para impedir o processo de osmose.<br><br>Fig. 2: Pressão Osmótica<br>http://cursoquimicaintegral.blogspot.com/2016/08/enem-2016-pressao-osmotica.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 11:53:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios
</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338332011</link>
         <description><![CDATA[<div>- meio hipotónico: a concentração de soluto é inferior em relação ao outro meio.<br>- meio isotónico: a concentração de soluto é a mesma em relação ao outro meio.<br>- meio hipertónico: a concentração de soluto é superior em relação ao outro meio.<br>Fig. 3: Tipos de meios existentes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose nas células animais:</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338333612</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a célula animal se encontra numa <strong>solução isotónica</strong>, a água flui entre a membrana plasmática na mesma proporção para dentro e para fora da célula. Numa <strong>solução hipotónica</strong>, ocorrerá uma entrada de grande quantidade de água por osmose na célula, o que vai levá-la a uma<strong> Lise celular </strong>(rompimento da membrana). <br>Quando a célula animal é colocada numa<strong> solução hipertónica</strong>, ela irá perder água por osmose para o ambiente e irá murchar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:18:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose nas células vegetais:</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338335678</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas células vegetais, observa-se que a osmose promoverá resultados diferentes, em decorrência da presença de uma<strong> parede celular.</strong> <br>Na <strong>solução hipotónica</strong>, a água entra na célula, porém a presença da parede impede que ela se rompa, como ocorre com a célula animal. Nesse ponto, dizemos que as células estão <strong>turgidas</strong>. <br>Na <strong>solução</strong> <strong>hipertónica</strong>, a célula perde água e observa-se que a membrana plasmática desgruda-se da parede celular. Nesse caso, temos o fenómeno da<strong> plasmólise.</strong> No ambiente <strong>isotónico, </strong>a entrada e a saída de água acontecem na mesma proporção. Nesse caso, a célula fica<strong> flácida.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:27:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338336847</link>
         <description><![CDATA[<div> O objetivo da realização desta atividade prática foi a perceção da movimentação da água entre os meios hipertónicos e hipotónicos nas células vegetais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:33:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Camélias</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338337437</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizámos esta flor porque a cor dos seus pigmentos é visível ao MOC sem a utilização de corantes, identificando-se as alterações provocadas pela osmose.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-06 12:35:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Situação A</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig. 4: Células da epiderme da Camélia em água destilada (meio hipotónico), ampliação 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:05:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema da figura 4</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338350987</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação </title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338351568</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao encher-se de água, o vacúolo aumentou e a sua cor tornou-se mais clara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:13:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação B</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338352274</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 5: Células da epiderme das pétalas da Camélia em cloreto de sódio ( meio hipertónico), ampliação 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:15:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquema da figura 5</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338353082</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:18:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338353830</link>
         <description><![CDATA[<div>O vacúolo diminuiu e a sua cor tornou-se mais escura, em comparação com a figura anterior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:20:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/338355129</link>
         <description><![CDATA[<div>Através desta atividade prática concluo que a água se move do meio em que a sua concentração é mais elevada para o meio em que a concentração de água é mais baixa, por outras palavras, a água move-se de regiões com baixa concentração de soluto para regiões de maiores concentrações de soluto, passando por uma membrana permeável à água mas impermeável ao soluto, de modo a igualar as concentrações dos meios.<br>Porém não devemos generalizar os resultados destas experiências, mas sim repeti-los.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:23:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Peniche</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346929249</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 de março os alunos da Escola Secundária de Fafe que frequentam o curso de "Ciências e Tecnologia" foram a Peniche, no âmbito de conhecer a zona que é tão importante, geologicamente falando.<br>Figura 1- www.idealista.pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 18:40:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Locais visitados</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346930137</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 18:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346931313</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 2 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 18:57:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346931368</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 3 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 18:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Remédios</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig. 4 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:01:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão/ Praia do Abalo</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346931955</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 5 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:02:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Papôa</title>
         <author>slena_alves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig. 6 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:03:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Baleal</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346932192</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 7 - tirada durante a visita</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/326175366/2ea284f67d504e89361b0ca4a84be266/IMG_20190310_WA0036.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 19:04:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização da Ponta do Trovão/ Praia do Abalo</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346943551</link>
         <description><![CDATA[<div>Decidi caracterizar a Ponta do Trovão e a Praia do Abalo pela sua simplicidade. Foi o local de menores dimensões que visitamos mas mesmo assim pude identificar importantes características geológicas. A presença de fósseis de Belemnites ( figura 8 ), amonites e a sucessão de estratos de rochas sedimentares carbonatadas de idade jurássica (argilito, marga e calcário).<br>Figura 8 - tirada durante a visita</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:25:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão pessoal</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/346951284</link>
         <description><![CDATA[<div>Penso que esta foi uma visita muito importante, não só por ser educativa mas também por termos ficado a conhecer um pouco da zona litoral do nosso país. Eu já tinha ido a Peniche e confesso que não tinha dado conta da diversidade geológica que lá existe. Portanto, serviu para olhar para a mesma cidade com uns olhos diferentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:11:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estomas</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366672746</link>
         <description><![CDATA[<div>- Os estomas são pequenas aberturas ou poros localizados na epiderme da maioria dos órgãos aéreos das plantas, sendo mais abundantes nas folhas e caules jovens.<br>- Os estomas possuem a função de estabelecer comunicação entre o meio interno e a atmosfera.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:38:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores que influenciam a abertura ou o fecho dos estomas:</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366673455</link>
         <description><![CDATA[<div>Fatores extrínsecos ( fatores abióticos):<br>1- Luz<br>2- Salinidade<br>3- Humidade no ar<br>4- Vento<br>5- Temperatura<br>6- Quantidade de água disponível no solo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:44:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1- Luz</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366674170</link>
         <description><![CDATA[<div>- Na presença de luz, os estomas encontram-se abertos (fig. 1.1.1 e 1.1.2)<br>- Na ausência de luz, os estomas fecham-se ( fig. 1.2.1 e 1.2.2)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:49:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.1.1</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366674857</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação ao M.O.C. dos estomas da página inferior da folha de tradescância à luz, com amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:54:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objetivos </title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366676107</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Observar a estrutura dos estomas</li><li>Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas </li><li>Observar a influência da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:05:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.1.2</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366676955</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema dos estomas da folha de tradescância à luz (página inferior), amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:13:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.2.1</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366677286</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação ao M.O.C. dos estomas da página inferior da folha de tradescância na obscuridade, amp. 400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/326175366/ffbc478321c9cc60a18a183b9bb255dc/1_2_1.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 11:15:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.2.2</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366677585</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema dos estomas da folha de tradescância na obscuridade (página inferior), amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366678388</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a observação desta preparação, contamos o número de estomas presentes em três diferentes partes da observação, tendo obtido os seguintes resultados:<br>- 23<br>- 31<br>- 17</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366678501</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois, preparámos a parte superior da folha para as observações, obtendo os seguintes resultados:<br>- 0<br>- 0 <br>- 0</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-10 11:26:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366678785</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluímos, então que na parte superior da folha não existem estomas ou estão num número muito reduzido.<br>Isto acontece porque a página inferior da folha está menos exposta a fatores abióticos, permitindo uma melhor regulação da transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:28:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 1.3</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366682003</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema dos estomas da página superior da folha de tradescância à luz, amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:54:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Salinidade</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366682700</link>
         <description><![CDATA[<div>A abertura dos estomas depende da salinidade. <br>Se estiverem numa solução hipotónica estes abrem, porque há entrada de água para as células estomáticas (Fig 2.1.1 e 2.1.2)<br>Se estiverem numa solução hipertónica, estes fecham porque há saída de células-guarda para as células de companhia. (Fig 2.2.1 e 2.2.2)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:58:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.1.1</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366684354</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação ao M.O.C. dos estomas do caule da tradescância, em água destilada, amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:07:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.2.1</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366684852</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação ao M.O.C. dos estomas do caule de tradescância, em solução de NaCl, amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:10:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.1.2</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366684958</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema dos estomas do caule da tradescância, em água destilada, amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:11:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.2.2</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366685555</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema dos estomas do caule da tradescância, em solução de NaCl, amp. 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:15:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3. Humidade do ar</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366685973</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:18:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4. Vento</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366686134</link>
         <description><![CDATA[<div>O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, a transpiração diminui, porque ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:19:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5. Temperatura</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366686593</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a evaporação da água nas células-guarda, pelo que mais rápida é a entrada de água novamente para estas células, o que provoca a sua turgescência e, consequentemente, a abertura dos estomas, aumentando a sua taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:21:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6. Quantidade de água disponível no solo</title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366686979</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior o valor de água existente no solo, maior será a sua absorção, logo mais rápido é o seu transporte ao longo do xilema, e por isso maior será a transpiração. <br>Se a quantidade de água no solo for reduzida, a sua absorção também será reduzida, pelo que não será transportada água até às folhas, o que provocará o fecho dos estomas, pois as células-guarda ficarão hipertónicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:24:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>slena_alves</author>
         <link>https://padlet.com/slena_alves/psf1275iz7fm/wish/366687761</link>
         <description><![CDATA[<div>www.portalfruticola.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 12:28:29 UTC</pubDate>
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