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      <title>Dramaturgas Brasileiras by linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</title>
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      <description>Pesquisa realizada pelas 3ª séries do Ensino Médio do Claretiano Colégio-SP</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-15 21:50:10 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Maria Angélica Ribeiro - Cancros Sociais - 1866</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Encenado dez anos após a primeira experiência de Maria Ribeiro em dramaturgia, <em>Cancros Sociais</em> foi aplaudido pelo público e pela imprensa local, com várias críticas favoráveis em jornais como <em>Diário do Rio de Janeiro</em>, <em>Correio Mercantil</em> e <em>Jornal do Comércio</em>, tornando seu nome conhecido e principalmente respeitado no ambiente teatral da época, como até então nenhum nome feminino o fora. Após o sucesso alcançado com a encenação de <em>Cancros Sociais</em>, continua a escrever e a publicar seus textos teatrais, inclusive no palco.</li><li>"europeias, sim, essas inteligentes e talentosas, podem estudar e escrever; poetar ou compor dramas e romances; podem satisfazer as ambições da sua alma, ter culto e conquistar renome...<br>Entre nós, não, que nada disso se pode dar! O que sai de lavra feminina, ou <em>não presta</em> ou <em>é trabalho de homem</em>. E nesta última suposição, vai uma ideia oculta e desonesta.<br>E para que compraríamos, nós mulheres, a fama de sermos autoras de trabalhos que não fossem nossos, se com ela nada ganhamos, nem temos possibilidade de obter lugar ou emprego pelos nossos méritos literários? Valem-nos eles de coisa alguma? […]<br>Levando, pois, a efeito o meu tributo, creio cumprir com ele o doce dever da saudade maternal e a respeitosa veneração de discípula; dando também à desprovida história das letras dramáticas da minha pátria, o pequenino contingente do meu minguado talento" (RIBEIRO, 1866: x-xi).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 21:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Lopes de Almeida </title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Biografia:</em></strong><br><em>Júlia Valentina da Silveira Lopes</em> nasceu em <em>24 de setembro de 1862</em>, no Rio de Janeiro, mas, em sua infância, ela e sua família se mudaram para uma fazenda, em Campinas, no estado de São Paulo, onde morou até completar 23 anos de idade e estreou sua carreira literária na Gazeta de Campinas. Nesta época, a literatura não era vista como uma atividade própria para as mulheres, uma vez que esse tipo de atividade “intelectual” era monopolizada pelos homens.&nbsp;</div><div>Sua estreia como colaboradora de jornais e revistas é marcada por escrever um artigo sobre a apresentação de uma atriz chamada Gemma Cuniberti, que na realidade era para seu pai, Valentim Lopes, escrever, mas que, ao perceber a animação da filha, pediu para ela escrevê-lo. O texto foi publicado dia 7 de dezembro de 1881 quando ela tinha 19 anos. Depois disso, foi convidada a escrever em outros periódicos, incluindo um chamado A Semana (quando ajudou a criar a Academia Brasileira de Letras, sendo barrada por ser mulher), onde conheceu Filinto de Almeida.</div><div>Em 1886, Júlia Lopes de Almeida mudou-se para Lisboa, em Portugal, e publicou, em coautoria com a irmã, a escritora Adelina Lopes Vieira (1850-1923), o livro <em>“Contos Infantis”.</em> Por isso, é considerada uma das pioneiras da literatura infantil brasileira. Se casou com o poeta português Filinto de Almeida e publicou seu primeiro livro para adultos, “<em>Traços e iluminuras”</em>, que foi escrito quando a autora tinha 24 anos. No ano de 1888, ela volta para o Brasil e publica seu primeiro romance “Memórias de Marta”.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 21:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Denise Stocklos</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Denise Stoklos, nascida em Irati no Paraná, em 1950, é uma escritora, dramaturga, diretora e atriz de seus próprios projetos que têm, como característica principal, uma crítica à sociedade contemporânea adicionada com ênfase na expressividade corporal e facial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 21:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>Hilda Hilst</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filha única, Hilda Hilst estudou no colégio Santa Marcelina, e em 1948, entrou para a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde concluiria o curso em 1952.<br>Seu primeiro livro publicado foi <em>Presságio, </em>em 1950. A partir de 1951, ano em que publicou seu segundo livro de poesia, Balada de Alzira, foi nomeada curadora do pai. Em 1964, passa a viver na sede da fazenda de sua mãe, próxima a Campinas, durante a construção da sua casa numa parte daquela propriedade.<br>A dramaturga escreveu por quase cinquenta anos, tendo sido agraciada com os mais importantes prêmios literários do Brasil. Em 1962, recebeu o Prêmio PEN Clube de São Paulo, por <em>Sete Cantos do Poeta para o Anjo. <br></em>Em 1966, ao mudar-se para a Casa do Sol, passou a viver com o escultor Dante Casarini, com quem se casou dois anos depois, e de quem se separou em 1980.<br>Em 1969, a peça <em>O Verdugo</em> arrebatou o Prêmio Anchieta, um dos mais importantes do país na época.&nbsp; No mesmo ano, a cantata <em>Pequenos Funerais Cantantes</em>, composta por seu primo, o compositor Almeida Prado, sobre o poema homônimo de Hilda, dedicado ao poeta português Carlos Maria Araújo, conquistou o primeiro prêmio do I Festival de Música da Guanabara.<br>O Prêmio APCA considerou <em>Ficções Edições Quíron</em>, 1977, o melhor livro do ano. Em 1981, recebeu o Grande Prêmio da Crítica para o Conjunto da Obra. <br><em>Rútilo Nada</em>, publicado em 1993, levou o Prêmio Jabuti como melhor conto em 1994. E, finalmente, em 9 de agosto de 2002, foi premiada na 47ª edição do Prêmio Moinho Santista na categoria Poesia.<br><br>Fonte:<br>http://www.hildahilst.com.br/obra<br>https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2018/07/hilda-hilst-7-fat<br>os-essenciais-para-conhecer-autora.html<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Hilda_Hilst<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 22:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>Dione Carlos</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nascida na cidade do Rio de Janeiro em 1985, reside em São Paulo atualmente.&nbsp;</div><div><br></div><div>Sua vida pessoal e sua carreira profissional se convergem na adolescência, enquanto escrevia em seu diário, ou em suas aulas de teatro na grade escolar, sem pretensão alguma de que no futuro se tornaria uma importante dramaturga, o que era algo muito distante de sua realidade.&nbsp;</div><div>Ao longo dos anos, ela começou a almejar a profissão de jornalista, e, por conta disso, decidiu cursar Jornalismo na Metodista, localizada em São Paulo. Durante sua faculdade, recebeu diversas críticas, devido ao seus textos não atenderem às demandas que sua formação exigia, “eram poéticos demais”. Ainda lidando com toda essa frustração, ela instaura a dedicação à veterinária, que acaba em pouco tempo por não resultar em nada, em suas palavras, “estava no fundo do poço”. Com isso, simplesmente por falta de opção, ela acaba retornando ao teatro.&nbsp;</div><div>Pouco tempo adiante, ela recebe um presente de seu cônjuge, um curso do Globe-SP, instituto de formação de atores, para consolidar a sua vocação teatral, e aos seus 28 anos, percebe que este era o caminho certo.<br><br><strong>OBRAS: </strong><br>•Baguá – Dir. Antônia Mattos, 2010. (Peça teatral).<br>•Mátria – Dir. Antônia Mattos, 2010. (Peça teatral).<br>•Sete – Dir. Juliana Galdino, 2011.(Peça teatral).<br>•Thadeu Peronne, 2019. (Peça teatral).<br>•Oriki – Dir. Dawton Abranches, 2013. (Peça teatral).<br>•Sereias – Dir. Alex Araújo, 2013. (Peça teatral).<br>•Onã – Dir. Alex Araújo, 2013. (Peça teatral).<br>•Mamute – Dir. Fernando Gimenes, 2015. (Peça teatral).<br>•Bonita – Dir. Alex Araújo, 2015. (Peça teatral).<br>•Piscina – Dir. Maria Cecília Mansur, 2016. (Peça teatral).<br>•Baquaqua – Dir. Dawton Abranches, 2016. (Peça teatral).<br>•Kaim – Dir. Wagner Antônio,2017. (Peça teatral).<br>•Revoltar – Dir. Vinícius Torres Machado, 2018. (Peça teatral).<br>•Ialodês – Dir. Kleber Lourenço, 2018. (Peça teatral).<br>•Narrativas em disputa – Sertanias – Malungu, Ngoma vem – do ouro ao nióbio – Dir. Maria Thais, 2019. (Peça teatral).<br>•Black Brecht- E se Brecht fosse negro? – Dir. Eugênio Lima, 2019. (Peça teatral).<br><br><strong>Referências:</strong></div><div><br></div><div><a href="https://www.blogdoarcanjo.com/2015/03/19/entrevista-de-quinta-sou-a-dramaturga-da-masmorra-diz-dione-carlos/">https://www.blogdoarcanjo.com/2015/03/19/entrevista-de-quinta-sou-a-dramaturga-da-masmorra-diz-dione-carlos/</a></div><div><br></div><div><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1409-dione-carlos">http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1409-dione-carlos</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.linkedin.com/checkpoint/challengesV2/AQEIo1x6VFmAxgAAAX-PJL1vnaVvC5hh3vFo5ak19GM5xqO7Z6Sb-Gomi1Dl6YTSGztLV2DO7Enp-4zUEDWjMRbA6DZHaRtDSw?original_referer=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2F">https://www.linkedin.com/checkpoint/challengesV2/AQEIo1x6VFmAxgAAAX-PJL1vnaVvC5hh3vFo5ak19GM5xqO7Z6Sb-Gomi1Dl6YTSGztLV2DO7Enp-4zUEDWjMRbA6DZHaRtDSw?original_referer=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2F</a></div><div><br></div><div><a href="https://bdmgcultural.mg.gov.br/lab/tutores/dione-carlos/#:~:text=Dramaturga%2C%20roteirista%20e%20atriz.,Universidade%20Metodista%20de%20S%C3%A3o%20Paulo">https://bdmgcultural.mg.gov.br/lab/tutores/dione-carlos/#:~:text=Dramaturga%2C%20roteirista%20e%20atriz.,Universidade%20Metodista%20de%20S%C3%A3o%20Paulo</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 22:08:00 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Shu</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/prx1bljo1jlb0y8s/wish/2096832289</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Shu<br><br>Sobre Maria:&nbsp;<br>Nascida na Bahia, foi criada em São Paulo desde seus quinze dias. É mãe, tem uma filha chamada Heloísa.&nbsp;<br><br>Vida acadêmica:<br>Sua formação é em Letras, tendo pós-graduação em língua portuguesa pela PUC-SP. Estudou também dramaturgia na SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco, além de Roteiro Audiovisual na Academia Internacional de Cinema.<br><br>Suas principais publicações:&nbsp;<br>Cabaret Stravaganza, 2011 (peça teatral)&nbsp;<br>Giz, 2011 (peça teatral)&nbsp;<br>Ar Rarefeito, 2014 (peça teatral)&nbsp;<br>Quando eu morrer, vou contar tudo a Deus, 2018 (peça teatral)&nbsp;<br>Epifania, 2016 (peça teatral)&nbsp;<br><br>Destaques:&nbsp;<br>Possui textos lidos e encenados em ambiente internacional, como em Cabo Verde, Suécia, Portugal e França.&nbsp;<br><br>Em 2014, conquistou o 1º lugar no Prêmio Heleny Guariba de dramaturgia com sua peça Ar Rarefeito.&nbsp;<br><br>Além disso, assinou os episódios cinco e seis da série Onisciente (disponível na Netflix) e já foi convidada para a banca de jurados da oitava edição do Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA) em 2020.<br><br>Fontes:<br><br>http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1404-maria-shu<br>https://www.mariashu.com.br/<br>https://melaninadigital.com/maria-shu/&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 22:08:12 UTC</pubDate>
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         <title>Grace Passô</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome completo: Grace Anne Paes de Souza&nbsp;<br>Data e local de nascimento: 20 de maio de 1980, Pirapora, Minas Gerais<br><br></div><div>Trajetória acadêmica/pessoal: Nasceu em Pirapora, mas se mudou para Belo Horizonte após a morte de seu pai logo quando recém nascida, passando a viver no bairro Alípio de Melo, na periferia da capital mineira. Desde criança, já se mostrava tendo afinidade com as artes, escrevendo poesias, haikais e parábolas em sua agenda, mas seu grande primeiro contato com as artes foi aos 13 anos no Centro de Formação Artística Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado, onde fez um curso amador. 3 anos depois, iniciou a sua carreira, já tendo em mente um apreço por um grupo teatral, perceptível pela sua presença durante um ano no Grupo Armatrux. Após isso, ajudou na fundação da Cia. Clara sob convite de Anderson Aníbal, onde participou das peças “Todas as belezas do mundo”, em 2002 e “Coisas Invisíveis”, em 2003. Já em 2004 fundou o <em>Grupo Espanca!</em>, com o qual atuou e dirigiu Por Elise, em 2005, da qual também foi a escritora, “Amores Surdos” em 2006 (escrevendo e atuando), e em 2008, “Congresso Internacional do Medo” (em que não atuou), obras que vieram a se tornar livros posteriormente. Com “Marcha para Zenturo” (2010), mostrou sua capacidade de abordar temas mais distantes do realismo como costumava fazer, ao fazer uma produção de ficção se passando no ano de 2441. Em 2018, estreou um filme na Netflix, chamado Temporada, sendo um dos destaques do Festival de Cinema de Tiradentes no mesmo ano. Por fim, coleciona uma grande quantidade prêmios por suas obras, entre eles o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria de melhor curta-metragem de ficção, por “República” (2020), além do Troféu APCA, Prêmio SESC Sated/MG de Teatro por “Por Elise”, o Prêmio Leda Maria Martins nas categorias de melhor atriz e melhor texto com “Vaga Carne” e o Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, sendo a eleita a melhor atriz por “Temporada”.&nbsp;<br><br>Fontes:<br>https://www.google.com/search?q=grace+passô+obras&amp;source=lmns&amp;bih=665&amp;biw=1325&amp;<br>client=opera-gx&amp;hs=4Bx&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj48vWarcT2AhVdupUCHTj-D<br>xAQ_AUoAHoECAEQAA<br>http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1201-grace-passo-2<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Grace_Passô<br>https://www.uai.com.br/app/noticia/e-mais/2012/08/26/noticia-e-mais,104341/aos-32-anos-gr<br>ace-passo-adora-o-desafio-de-atuar-dirigir-e-escrever-pecas-de-teatro.shtml<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 22:08:33 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Angélica Ribeiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No dia 5 de dezembro de 1829, em Paraty, no Estado do Rio de Janeiro, nascia Maria Angélica Ribeiro, a primeira dramaturga brasileira a ter seu texto teatral encenado. Foi fortemente influenciada até a carreira por seu tutor Antonio Bracet ainda na infância, por consequência da morte de seu pai que, mesmo importuna, rendeu-lhe uma próspera educação, algo raro em sua época. Aos 14 anos, casou-se com um cenógrafo chamado João Ribeiro, que foi a peça chave para o seu avanço em relação à dramaturgia popular do período. Até os 25 anos, a brasileira possuía três filhos, porém a perda de um deles revira sua vida e faz com que a mulher escreva seu primeiro texto teatral. Já viúva, após mais de 20 obras de prestígio entre as realizações literárias femininas da época, Maria Angélica Ribeiro faleceu em 1880, com apenas 50 anos.&nbsp;</li></ul><div><br>Fontes: <br>Maria Angélica Ribeiro: uma dramaturga singular no Brasil do século XIX.</div><div>Disponível em: <a href="https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/70072">https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/70072</a></div><div>&nbsp;</div><div>Dramaturgas brasileiras no século XIX: Escritura, Sufragismo e outras transgressões.&nbsp;</div><div>Disponível em:</div><div><a href="http://www.plural.digitalia.com.br/index4559.html?option=com_content&amp;view=article&amp;id=323:dramaturgas-brasileiras-no-seculo-xix-escritura-sufragismo-e-outras-transgressoes&amp;catid=80:numero-8-les-femmes-dans-le-theatre-bresilien&amp;Itemid=55">http://www.plural.digitalia.com.br/index4559.html?option=com_content&amp;view=article&amp;id=323:dramaturgas-brasileiras-no-seculo-xix-escritura-sufragismo-e-outras-transgressoes&amp;catid=80:numero-8-les-femmes-dans-le-theatre-bresilien&amp;Itemid=55</a></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:38:47 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Lopes de Almeida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Vida acadêmica</em></strong>:<br>Julia Lopes tinha muito medo de que descobrissem seu dom, foi seu maior segredo por anos, até que Joana, filha de escravos, descobriu e logo contou para a irmã de Julia, Adeline Lopes. Entusiasmada, Joana deixa escapar a Valentim Lopes, pai de Júlia, sobre seu dom e, ao contrário do que se pensava, o homem recebeu a notícia com felicidade. A partir deste momento, Júlia passa a escrever sem medo. Seus textos evidenciam a complementaridade entre emancipação das mulheres e mulheres do lar. Na época em que começou, as mulheres ainda eram muito limitadas de possibilidades de inserção social.</div><div>Pode-se pensar que o início de suas produções literárias teria sido com a crônica “Gemma Cuninbert”, publicada em 1881. Porém, em uma entrevista com João do Rio, Júlia diz que seu começo, na verdade, foi com a composição de seus versos. Em 1884, Júlia passa uma temporada no Rio de Janeiro e é convidada por Olavo Bilac para participar do periódico “A Semana”. Casou-se com o dono, Filinto de Almeida e passou a participar das publicações. Julia ajudou a planejar a Academia Brasileira de Letras. Também em 1884, colaborou como cronista no jornal “O País”, ainda no Rio de Janeiro.</div><div>Em 1886, junto com sua irmã Adeline, publicou o livro “Contos infantis” e em 1891, por meio da inspetoria Geral da instrução e secundária da capital federal, o livro foi adotado para uso nas escolas primárias do Rio de Janeiro e depois de um tempo, para as escolas de todo Brasil durante mais de 20 anos.</div><div>A cidade em que nasceu, Campinas, serviu de cenário para seu primeiro romance, conhecido como “A Família Medeiros”, publicado em 1892. segundo críticas literárias de Lúcia Miguel Pereira, eles se esgotam em menos de três meses. Lucia menciona que “Julia era a maior figura entre as romancistas de sua época”.</div><div>De 1899 a 1914, Julia passou a escrever para a revista Brasil-Portugal. Em 1901, com sua carreira profissional consolidada, publica a obra “A Falência”, que devido ao sucesso, foi publicado em segunda edição no mesmo ano.</div><div>Em 1919, tornou-se presidente honorária da legião da mulher brasileira. Em 1932, junto com seu marido, Filinto, escreveu um folhetim do jornal do Commercio, seu último romance "Casa Verde".</div><div>Julia Lopes passou por diversos gêneros, como: realismo, naturalismo, pré-modernismo e modernismo. Após seu falecimento, suas obras, já editadas, esgotaram-se e foi ficando cada vez mais difícil de suas obras serem encontradas.</div><div>O desconhecimento de suas obras deu-se pelo fato do longo intervalo de tempo entre uma publicação e outra, fazendo com que o público se esqueça. Outro fato que poderia ter contribuído para essa dificuldade, seria o fato de não conseguir enquadrar a autora em um gênero específico. Muitos pesquisadores tinham como objetivo resgatar a historiografia literária da autora.<br><br><em>Principais publicações</em>:&nbsp;<br><br></div><ul><li><em>A família Medeiros </em>(1892)</li><li>A viúva Simões (1897)</li><li>Livro das noivas(1896)</li><li><em>A falência</em>(1901)</li><li>Livro das donas e donzelas (1906)</li><li>A herança(1909)</li><li>Contos infantis</li><li>Cruel Amor (1911)</li><li>A árvore(1916)</li><li>Jornadas no meu país(1920)</li><li>Jardim florido(1922)</li><li>Traços e iluminuras(1887)</li><li><em>Memórias de Martha</em>( 2 ediação 1899)</li><li>Eles e elas(1910)</li><li>A Silverinha(1914)</li><li>Teatro(1917)</li><li>Era uma vez…(1917)</li><li>Jornadas de meu país(1920)</li><li>A isca(1922)</li><li>A intrusa(&nbsp; 2 edição 1935)</li><li>A herança(1909)</li><li>Oração A Santa&nbsp; Dorotéia (1923)</li><li>Maternidade(1925)</li><li>Pássaro tonto(1934)</li><li>Correio da roça (1913)</li><li>Brasil-conferência(1922)</li><li>Ânsia eterna( 1938)</li><li>O homem que olha para dentro</li></ul><div><br></div><div>Contos</div><div>- Um martyr (1906)</div><div>- Contos infantis( 1910)</div><div>- A casa verde(1932)</div><div>- A pobre cega</div><div>- O sino de ouro</div><div>- A carta</div><div>- Histórias de nossa terra<br><br>Fontes:<br>Lopes, Maria Angélica. “Júlia Lopes de Almeida e o Trabalho Feminino Na Burguesia.”<br>Luso-Brazilian Review, vol. 26, no. 1, University of Wisconsin Press, 1989, pp. 45–57,<br>http://www.jstor.org/stable/3513333.<br>Amed, Jussara Parada. "Escrita e experiência na obra de Júlia Lopes de<br>Almeida(1862-1934)". 2010,pp.216-234. Universidade de São Paulo, dissertação de tese.<br>Figueiredo, Viviane Arena. “Resgatando a memória literária: as edições e as obras de Júlia<br>Lopes de Almeida.”” FlorAção, Revista de Crítica Textual, vol. v. 1, no. n. 1, 2021-06-01.<br>https://periodicos.uff.br/criticatextual/article/view/50260/29297.<br>de Almeida, Júlia Lopes. “Ância Eterna”. Paris, Paris.—Typ. H. GARNIER, 1903. BBM<br>digital, https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/2441/1/45000018674_Output.o.pdf.<br>Souza, Warley. “Júlia Lopes de Almeida: biografia, obras, frases - Mundo Educação.” Mundo<br>Educação, https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/julia-lopes-de-almeida.htm.<br>Fanini, Michele Asmar . Universidade de São Paulo. “Júlia Lopes de Almeida:Entre o Salão<br>literário e a antessala da academia de letras.” 2009, pp. 1-22. Fclair UNESP,<br>https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/1941/1579.<br>MEC, Antena. “Júlia Lopes de Almeida, uma mulher à frente do seu tempo.” EBC,<br>https://radios.ebc.com.br/antena-mec/2019/11/julia-lopes-de-almeida-uma-mulher-frente-do-s<br>eu-tempo.<br>um livro, vá ler. "QUEM FOI JÚLIA LOPES DE ALMEIDA".<br>https://www.youtube.com/watch?v=jJpyxspvU_8.<br>http://www.elfikurten.com.br/2014/05/julia-lopes-de-almeida.html<br>https://catalogodeescritoras.ufsc.br/catalogo/juliaLopes_vida.html<br>https://darkside.blog.br/julia-lopes-de-almeida-conheca-a-historia-da-primeira-mulher-da-abl/<br>5</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>https://blog.bbm.usp.br/2020/a-mensageira-revista-literaria-dedicada-a-mulher-brasileira/<br>6</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Hilda Hilst - sobre suas obras.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Se hoje ela é considerada uma das maiores escritoras brasileiras, com toda sua obra publicada pela Companhia das Letras (prosa completa, dois volumes), Nova Fronteira (crônicas) e L&amp;PM (teatro), quando viva não foi bem assim. A ponto de, nos anos 1990, ela anunciar que largaria a literatura séria, pois estava “irritada com o parco alcance de sua escrita”.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A autora passou alguns anos com gravadores ligados em casa na esperança de captar vozes do além. “É que as pessoas aqui têm muito medo da morte e preciso tranquilizá-las”, diz ela, em uma das fitas. A história virou um filme, Hilda Hilst Pede Contato, da diretora Gabriela Greeb, que teve pré-estreia na na Flip.<br><br><strong>Algumas de suas aparições mais famosas</strong><br><br>•“Amavisse” é uma série de vinte poemas publicada pela primeira vez em 1989, pelo selo Massao Ohno.<br><br>•“Ode descontínua e remota para flauta e oboé. De Ariana para Dionísio” é uma série de poemas parte do livro “Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão” (1974).<br><br>•"Odes maiores ao pai” é uma série de poemas publicada na coletânea “Trajetória Poética do ser” (1963-1966).<br><br>•“Tu não te moves de ti” é um livro de prosa que reúne três novelas (“Tadeu”, “Matamoros” e “Axelrod”) e foi publicado em 1980.<br><br>•“Cartas de um sedutor” faz parte da tetralogia obscena de Hilda Hilst e foi publicado em 1991.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>Denise Stocklos | Trabalhos Importantes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Dentre seus 20 livros e 31 peças dirigidas e escritas, o seu maior destaque foram 2 peças, interpretando os seguintes papéis:<br><br>Antônio Conselheiro e a Guerra dos Pelados foi uma estreia mundial em 1977, dirigido por Guda Oliveira como mais um dos seus diversos dramas. <br>A trama se passa na Bahia (1986 a 1897),&nbsp; entre o conflito do militarismo brasileiro contra um movimento religioso.<br><br>• Tribunal Berta Luz foi um curta metragem produzido em 1982 e dirigido por Andrade e João Batista. A obra foi baseada em um julgamento real, trazendo em si a mensagem da discriminação da mulher na justiça.<br><br><mark>Algumas de suas principais obras incluem:</mark></div><div><strong><br>Filmografia</strong></div><ul><li><em>Antônio Conselheiro e a Guerra dos Pelados (1977)</em></li><li><em>Maria Bethânia - Brasileirinho ao Vivo</em> (2004)</li></ul><div><strong><br>Televisão</strong></div><ul><li>Yerma (1974)</li></ul><div><strong><br>Autoria de peças</strong></div><ul><li>Círculo Na Lua, Lama Na Rua (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1968">1968</a>)</li><li>A Semana (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1969">1969</a>)</li><li>Vejo o Sol (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1970">1970</a>)</li><li>Mary Stuart (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1970">1970</a>)</li><li>Mar Doce Prisão (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1971">1971</a>)</li><li>Cadillac de Lata (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1973">1973</a>)</li><li>One Woman Show (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1980">1980</a>)</li><li>Maldição (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>)</li><li>Elis Regina (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>)</li><li>Habeas Corpus (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1986">1986</a>)</li><li>Hamlet em Irati (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1988">1988</a>)</li><li>Casa (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1990">1990</a>)</li><li>500 Anos - Um Fax de Denise Stoklos Para Cristóvão Colombo (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1992">1992</a>)</li><li>Amanhã Será Tarde, Depois de Amanhã Nem Existe (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Jardim de Meteoros (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Des-Medéia (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1994">1994</a>)</li><li>Nina Simone Sings For Us (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1994">1994</a>)</li><li>Elogio (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1995">1995</a>)</li><li>Mais Pesado Que o Ar (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1996">1996</a>)</li><li>Desobediência Civil (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1997">1997</a>)</li><li>Vozes Dissonantes (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1999">1999</a>)</li><li>Louise Bourgeois - Faço, Desfaço, Refaço (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2000">2000</a>)</li><li>Calendário da Pedra (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2001">2001</a>)</li><li>Olhos Recém-Nascidos (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2004">2004</a>)</li><li>Denise Stoklos Em Teatro Para Crianças (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2007">2007</a>)</li><li>Cantadas (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2007">2007</a>)</li><li>Preferiria Não (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2011">2011</a>)</li><li>Carta Ao Pai (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2012">2012</a>)</li><li>Vendo Gritos e Palavras (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2014">2014</a>)</li><li>Palavras Gestuais de Denise Stoklos (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2016">2016</a>)</li><li>Extinção (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2018">2018</a>)</li></ul><div><br><strong>Livros</strong></div><ul><li>Teatro Essencial (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Tipos (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia">poesia</a>) (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>500 anos - Um Fax para Colombo (peça de teatro) (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Amanhã será tarde e depois de amanhã nem existe (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance">romance</a>) (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Mary Stuart (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Des-Medéia (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1993">1993</a>)</li><li>Calendário da Pedra (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2001">2001</a>)</li></ul><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Denise Stocklos | Biografia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A paranaense Denise teve sua origem na formação cênica&nbsp; quando ainda estava cursando a graduação de Ciências Sociais e Jornalismo e decidiu dirigir e apresentar, como atriz, a peça <strong>“Círculo na Lua, Lama na Rua” </strong>e, como espectador, tinha o diretor Oraci Gemba que a incentivou a trancar o curso e a dar continuidade ao mundo performático. Entretanto, o amor pela comédia e cinema veio desde a tenra idade, com inspirações nas obras feitas por Oscarito, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, e por ouvir sua mãe contar, continuamente, histórias de forma vívida e envolvente. <br>Após concentrar seus trabalhos no Rio de Janeiro e São Paulo, mudou-se para Londres, Inglaterra, local onde se especializou em mímica e teve a oportunidade de criar seu próprio estilo de performance solo. Nesse processo, foi fácil e natural para que a dramaturga ganhasse a atenção e comovesse o público a partir da intensidade de seus gestos faciais e corporais, de modo que fosse citada pelo <a href="https://www.nytimes.com/1988/01/30/theater/denise-stoklos.html">The New York Times</a>, em 1987, quando levou Mary Stuart para uma temporada em Nova York usando seu próprio método de “Teatro Essencial”.<br>Denise Stoklos se apresentou em teleteatros para a TV Cultura, performou em 33 países em 7 diferentes línguas, ganhou 22 prêmios, publicou 7 livros e atuou e dirigiu 27 solos teatrais de sua própria autoria. E, junto a tudo isso, marcou a história da dramaturgia brasileira e o espaço das mulheres nesta indústria.<br><br>Fontes:<br><a href="https://denisestoklos.com.br/">https://denisestoklos.com.br/</a></div><div>https://pt.wikipedia.org/wiki/Denise_Stoklos</div><div><a href="https://web.archive.org/web/20140223194845/http:/mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/viver-bem/reportagem_237967.shtml">https://web.archive.org/web/20140223194845/http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/viver-bem/reportagem_237967.shtml</a></div><div><a href="https://www.spescoladeteatro.org.br/noticia/ponto-o-teatro-essencial-de-denise-stoklos">https://www.spescoladeteatro.org.br/noticia/ponto-o-teatro-essencial-de-denise-stoklos<br></a><br></div><div>&nbsp;<a href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-stoklos">http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-stoklos<br></a><br></div><div>&nbsp;<a href="https://claudia.abril.com.br/famosos/denise-stoklos-50-anos-carreira/">https://claudia.abril.com.br/famosos/denise-stoklos-50-anos-carreira/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>Playlist Feminista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma playlist inspirada nas mulheres que marcaram a história e criada para ouvir enquanto olha as biografias :) dedicada com carinho à dramaturga <strong>Hilda Hilst</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Leilah Assumpção </title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria de Lurdes Torres de Assunção, mais conhecida por seu nome artístico&nbsp;<br>Leilah Assunção, autora, dramaturga, nascida no dia 18 de julho de 1943 em<br>Botucatu, interior de São Paulo. Ela lutou muito por seu direito<br>dentro do mundo teatral, vencendo o machismo, julgamentos e falas sem sentidos<br>de homens que viam apenas a figura masculina dentro da posição de escritores, e<br>provando o contrário, após ter muito “jogo de cintura” para parar de se importar com<br>comentários machistas, ela deu início a sua carreira de dramaturga em 1969<br>&nbsp; &nbsp;Leilah perdeu a mãe aos treze anos de idade e tinha um pai alcoólatra. Veio para<br>São Paulo, para dar início ao curso de pedagogia na Faculdade de Filosofia, Letras<br>e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH/USP. Em 1964, ela se<br>formou em pedagogia.<br>Graduada em Filosofia, Mestrado e Doutorado em Antropologia. Após isso, em seu pós-doutorado, esteve por um tempo em uma escola de estudos de Ciência Social, localizada em Paris.<br>O principal assunto tratado em suas peças é a mulher e sua situação na sociedade.<br>Suas obras exploram a falta do questionamento feminino por parte da própria<br>mulher, além de criticar a composição da sociedade moderna e capitalista.<br><br>REFERÊNCIAS<br>https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/leilah-assumpcao-autobiografia/<br>https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/11/dramaturga-que-deu-voz-as-m<br>ulheres-leilah-assumpcao-lanca-autobiografia.shtml<br>https://www.spescoladeteatro.org.br/noticia/serie-grandes-dramaturgos-leilah-<br>assumpcao<br>escavador.com<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 14:54:12 UTC</pubDate>
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         <title>Denise Stocklos | Teatro Essencial</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/prx1bljo1jlb0y8s/wish/2098246448</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Durante a sua vida, Denise Stocklos acabou por criar o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=5byvv7fYr1U">Teatro Essencial,</a> o que considera como uma nova forma de atuar no palco. De acordo com a dramaturga: “O Teatro Essencial dá prioridade máxima à matéria viva que é o ator com seus recursos humanos: voz, corpo, inteligência e intuição. Evita-se utilizar recursos cenográficos e tecnológicos que deixem em segundo plano o trabalho de pesquisa do humano, que é muito delicado e requer sensibilidade, comprometimento verdadeiro e também muita coragem”&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A proposta é que, durante o espetáculo, cada um possa interpretar o que se passa no palco de acordo com sua capacidade e com seu interesse, incluindo o mental, emocional, cultural e existencial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 15:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>Denise Stoklos | Playlist </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma playlist dedicada à dramaturga, atriz, diretora e escritora, Denise Stoklos, para que possamos conhecer um pouco mais sobre o seu trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 15:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>Motivos para ler Hilda Hilst</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Uma obra difícil</strong><br>A obra de Hilda, por muito tempo, foi considerada inacessível, por ser muito difícil. Em uma ocasião, a autora citou os versos de uma poeta americana: “Leia-me, não me deixe morrer!” Isso já é um grande motivo para mergulhar em sua obra.<br><br><strong>Uma autora consciente</strong><br>Hilda Hilst tinha plena consciência das pedras em seu caminho. Entre tantas, a consciência que se fosse homem, seria lida.<br><br><strong>Uma escritora que não era lida</strong><br>Quando Hilda Hilst, publicou o seu primeiro livro de poemas, as pessoas achavam que aquilo não poderia ter sido escrito por uma mulher. Segundo a própria autora “era uma gozação”.<br><br><strong>E consciente também de sua qualidade</strong></div><div>Hilda dominava a sua arte como poucos dominam. Dizem que quando era entrevistada, gostava de ler pequenos trechos de seus poemas e encerrava com “Não é lindo?” Sim, é lindo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 15:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Por que levou tanto tempo para falarmos de Hilda Hilst? </title>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca antes na história deste país se falou tanto em Hilda Hilst. Começou um processo de reconhecimento a partir dos anos 2000. Mas por que só a partir daí?<br><br><strong><em>Não foi devidamente reconhecida enquanto viva<br></em></strong>Desde sempre a supremacia masculina é perpetuada e mantida com a ajuda dos mais diversos aparatos sociais (já que vivemos em uma sociedade patriarcal). Os homens, além de estarem na grande maioria dos lugares de prestígio, em que podem ser ouvidos e ter suas vozes consideradas, acabam ganhando mais do que as mulheres para ocupar as mesmas profissões, se beneficiam de um machismo. Assim, muitas mulheres ficaram e ficam escondidas por trás deles na história do nosso país.<br><br><strong><em>Talvez pelo folclore que girava em torno dela...</em></strong><br>No posfácio da coletânea <em>Da Poesia</em> (Companhia das Letras), o escritor Victor Heringer afirma que a imagem de uma mulher “meio louca, eremita, arredia, indomesticável” que se criou em volta de Hilda diz mais sobre quem tenta rotulá-la do que sobre ela mesma.<br><br><strong><em>Mas isso não foi motivo para ela parar</em></strong><br>Muito pelo contrário. Hilst deu início à polêmica “fase pornográfica”, com a famosa tetralogia obscena, que inclui <em>O Caderno Rosa de Lori Lamby</em> (1990), uma das suas obras mais conhecidas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 16:09:17 UTC</pubDate>
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         <title>Nivalda Costa </title>
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         <description><![CDATA[<div>Nivalda Costa, ao longo de sua vida, desempenhou funções de pesquisadora, escritora<br>(poetisa, contista, dramaturga, roteirista (na criação de roteiros de especiais e<br>programas televisivos)), diretora, assistente de direção, atriz, autora, antropóloga,<br>professora (de roteiro e de arte cênica), coordenadora pedagógica (de projetos de<br>extensão e de centros culturais), assessora de comunicação social, videomaker,<br>redatora de publicidade, produtora executiva e consultora de programa televisivo<br>A trajetória de Nivalda Costa, de vivência da negritude, de militância da causa negra<br>e de estudos e pesquisas, esteve atrelada à necessidade de (re)escrita da história e<br>da memória afrodescendente, à luta contra o racismo e a discriminação racial, assim<br>como ligada a movimentos de resistência, sobretudo vinculados à comunidade negra.<br><br>Fontes de pesquisa:&nbsp;<br><br></div><div><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/quem-somos/2-uncategorised/1394-nivalda-costa">http://www.letras.ufmg.br/literafro/quem-somos/2-uncategorised/1394-nivalda-costa<br></a><br></div><div><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1395-nivalda-costa-2">http://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/1395-nivalda-costa-2<br></a><br></div><div><br></div><div><a href="http://acervonivaldacosta.com/">http://acervonivaldacosta.com/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 16:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Helena Kühner</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Helena de Oliveira Kühner, autora, pesquisadora e tradutora de 89 anos de idade,<br>conquistou seu lugar no ramo do teatro, sobretudo, por conta do reconhecimento quanto à<br>qualidade de suas obras voltadas ao público infantil. Responsável por escrever, não<br>apenas peças teatrais (tanto para o público adulto, quanto para o infantil), como também<br>ensaios, contos e livros infantojuvenis, a dramaturga possui um histórico de 32 livros<br>publicados, 28 prêmios em Literatura e Teatro, e, por fim, mais de 300 artigos/ensaios em<br>jornais e revistas.<br><br>Em 1964, recebeu o prêmio “Curso de Arte Dramática” (CAD), da Universidade do<br>Rio Grande do Sul, pela peça nomeada “Joãozinho Peteleco”, obra infantil escrita por<br>Maria e dirigida por Nair Miorin Paiva. Por outro lado, no ramo adulto do teatro, a autora<br>enfrentou problemas durante a Ditadura Militar, de forma que as duas versões de<br>“Represa” (1965 e 1979) fossem proibidas pela censura.<br><br>Conquistou, em 1971, o “Prêmio do Serviço Nacional de Teatro” (SNT) pelo texto<br>teatral infantil “Anchieta”, e, no mesmo ano, publicou o livro “Teatro em Tempo de<br>Síntese”, através da Editora Paz e Terra. Além disso, entre 1971 e 1974, atuou como<br>parte da Comissão Estadual de Teatro do Rio de Janeiro, responsável por avaliar projetos<br>teatrais. Nesse mesmo período, inclusive, passou a assessorar a política teatral do SNT,<br>porém, em contrapartida, enfrenta dificuldades para manter seus cargos ligados a órgãos<br>oficiais, considerando as interferências e vetos advindos do Serviço Nacional de<br>Informação.<br><br>Também nessa época, dedicou-se à dramaturgia popular e assumiu a direção do<br>Teatro Operário de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Duas peças obtiveram destaque ao<br>revelar o engajamento da autora nesse trabalho, sendo elas: “Pedro Malasarte”, em 1973,<br>e “A Máquina”, em 1976 (foi barrada pela censura, marcando o fechamento do teatro).<br><br>Após o desenvolvimento de outra pesquisa relacionada à dramaturgia popular, em<br>1985, juntamente do grupo “Favela do Morro da Mangueira”, montou e dirigiu o<br>espetáculo denominado “Mangueira”, no Rio de Janeiro.<br><br>Em 2002, retomou seu cargo de diretora, encenando a peça “O Homem, a Mulher e<br>a Aposta”. Já em 2003, foi encenada a obra “Um Navio no Espaço ou Ana Cristina Cesar”,<br>e, em 2006, as peças “João do Vale” e “O Poeta Novo”, todas escritas por Kühner.<br><br>O incessante trabalho dedicado ao teatro brasileiro chega também à internet. Em<br>2005, cria e implanta o site de consulta “Catálogo da Dramaturgia Brasileira de Maria<br>Helena Kühner”, que pretende ser permanentemente atualizado e englobar mais de 5 mil<br>títulos. Esse trabalho, cujas pesquisas para seu desenvolvimento se iniciaram em 1995,<br>recebeu o “Prêmio Shell”, na categoria especial. Fundou, por fim, o “Centro de Pesquisa e<br>Estudo do Teatro Infantil” (Cepetin - 2006), organização responsável pela criação do<br>“Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil”, do “Fórum Permanente de Dramaturgia”, entre<br>muitas outras atividades.&nbsp;<br><br>Fonte:<br><br>https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa7816/maria-helena-kuhner#:~:text=Correio<br>%20do%20Povo%2C%20Porto%20Alegre,1976. (Enciclopédia Itaú Cultural)<br>https://br.linkedin.com/in/maria-helena-kühner-672ab175 (Linked In oficial da dramaturga)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 16:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Grace Passô - Obras (e entrevistas)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Teatro:</strong><br><br></div><ul><li>&nbsp;Por Elise (2005)</li></ul><div>https://www.youtube.com/watch?v=HZaQKuS7ogA (peça completa)</div><ul><li>Amores Surdos (2006)&nbsp;</li><li>Delírio em Terra Quente (2010)</li><li>Os Bem intencionados (2012)</li><li>Os Ancestrais (2014)&nbsp;</li><li>Vaga Carne (2016)</li><li>Mata Teu Pai (2017)<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong>Filmografia:</strong><br><br></div><ul><li>Elon Não Acredita na Morte (2017)&nbsp;</li><li>Praça Paris (2018)</li><li>No Coração do Mundo (2019)</li><li>Temporada (2019)</li><li>Boca a Boca (2020) &nbsp;<br><br></li></ul><div><br></div><div><strong>Livros:</strong><br><br></div><ul><li>Por Elise (2012)&nbsp;</li><li>Amores Surdos (2012)</li><li>Congresso Internacional do Medo (2012)&nbsp;</li><li>Marcha para Zenturo (2012)&nbsp;</li><li>Lettre à Élise (2015)</li><li>Mata Teu Pai (2017)</li><li>Dramaturgia Negra (2018)</li><li>&nbsp;Vaga Carne, (2018)</li><li>&nbsp;Preto (2019)</li></ul><div><br><strong>Entrevistas:<br></strong><br></div><ul><li>https://www.youtube.com/watch?v=Dx6VGcwgE8A</li><li>&nbsp;https://www.youtube.com/watch?v=SFuiDza9aa4</li><li>https://www.youtube.com/watch?v=Vt5NxAioXuc (falando sobre "Vaga Carne")&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 16:38:35 UTC</pubDate>
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