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      <title>Olhe, um negro! E ainda é bicha? - Socrátes (2018) e homossexualidades negras   by Clara Dantas</title>
      <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5</link>
      <description>Exposição produzida na disciplina História, Gênero e Sexualidade - História/UFRN. Discentes: André Carvalho da Nóbrega, Brenda Leticia de Queiroz David, Karen Yasmin Gomes Fabrício da Silva, Maria Clara Dantas Tavares Rodrigues e Vitória Gadelha de Freitas Batista. Orientadoras: Profa. Dra. Fabíula Sevilha de Souza e Profa. Krishna Luchetti. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-08 21:54:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sócrates (2018) - Negro LGBTQIA+ no Brasil</title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 19:52:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse</title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[<div>Correrias de um jovem negro, periférico e LGBTQI+<br><br>O filme Sócrates (2018), dirigido pelo diretor Alexandre Moratto, retrata a história de um jovem negro, periférico e LGBTQI+ que, após a perda repentina de sua mãe, tenta lidar com os obstáculos da vida, dentre os quais: a falta de dinheiro, ausência de uma figura paterna e descobertas de sua sexualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 19:55:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&#39;Pros meus qualquer grana é o mundo; Pros deles qualquer grana é troco&#39;</title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida de Sócrates é sem dúvidas cheia de problemas e infortúnios, mas é inegável sua vontade de superá-los e dar um novo rumo para sua vida. O garoto tenta de todas as formas fugir do destino que lhe parece único: o caminho da marginalização à qual que os corpos negros são submetidos pelo fechamento de portas. O protagonista busca empregos dignos em vários estabelecimentos, sejam eles formais ou informais, contudo as respostas são todas negativas.<br><br>Lélia Gonzalez (importante pensadora sobre a formação da sociedade brasileira), em 1988 no seu texto "A categoria político-cultural de amefricanidade", disserta sobre como em países de colonização ibérica, a discriminação racial não precisou passar por um apartheid jurídico. A estratificação racial - em um processo de divisão racial do espaço e do trabalho - coloca os brancos em um lugar alto na hierarquia social, mesmo em camadas mais baixas, e o negro, por sua vez, em um lugar de inferioridade frente ao dominante. Nota-se que todos os comerciantes que negam emprego para Sócrates são brancos. A exclusão do jovem do mercado de trabalho o coloca em uma situação de extrema vulnerabilidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:14:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&#39;Se eu pudesse ver através das paredes, eu conseguiria ver você fingindo&#39;</title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[<div>O romance de Sócrates e Maicon é um dos pilares do filme. Iniciado por um breve recurso "de inimigos para amantes", a relação dos dois se desenrola de uma forma rápida, mas inicialmente cativante. Contudo, ao ser confrontado por outros homens, Maicon decide abandonar Sócrates no momento em que ele mais precisava e toda essa construção romântica vai por água abaixo.&nbsp;<br><br>Tal mudança de tratamento repentina pretende discutir como as relações afetivas com corpos negros tem particularidades, nas quais muitas vezes estão envolvidas questões fetichistas e a visão dos brancos que coloca esse corpo como um objeto de ora desejo, ora escárnio. A solução encontrada para isso é tirar o proveito dos corpos racializados de forma sigilosa, negando o compromisso e afetividade. A solidão e a hipersexualização do homossexual negro são bastante sintomáticas dentro da comunidade LGBTQI+, que mesmo tendo que lidar com opressões sociais, mantém comportamentos racistas dentro do movimento.<br>&nbsp;<br>Sócrates é mais um caso do descaso e abandono afetivo sofrido por homossexuais negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 21:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>O que é ser um espelho?</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1740826581</link>
         <description><![CDATA[<div>Sócrates (2018) é uma experiência audiovisual <em>com </em>precedentes. A emergência do debate sobre protagonismo negro no audiovisual, liderado por Zózimo Bulbul e outros expoentes da Cinematografia afro-brasileira, ocorria já nas décadas de 60, 70 e 80. <br><br>Tal movimento, intensificado no final da década de 1990, buscava não somente mostrar pessoas negras nas telas, mas preconizar a necessidade de ressignificar as imagens e representações sobre o negro no cinema brasileiro.<br><br>Logo, Sócrates é - antes de um "espelho da realidade" - também, um filme passível de muitos questionamentos. <em>O que é ser um espelho das desigualdade sociais do país?</em> É carregar todas as injustiças na sua subjetividade, pele e mente sem poder projetar uma emancipação delas? A partir de quais olhos essa história foi contada? <br><br><em>Quais são as perspectivas que ela nos deixa?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:27:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1740827808</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:28:20 UTC</pubDate>
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         <title>Sócrates (2018) como intervenção:</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1741184558</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme promove discussões sobre exclusão, violência, preconceito e marginalização na realidade brasileira.<strong> Porém, esse é o único espaço de representação do homem negro e gay no Brasil? </strong><br><br>A história de Sócrates, que representa a luta para resistir, pode ser pensada em possibilidade de outros futuros. Além de sobrevivência, promoção de caminhos para existir e da não-conformação na luta pela diversidade.<br><br>Pensar as diversas homossexualidades negras no Brasil, é fortalecer a promoção do homem negro e gay como sujeito de direitos políticos, sociais e sexuais e nosso dever como indivíduos comprometidos com a cidadania. E, com isso, mediar a desagregação de identidades universais e hegemônicas pensadas pelo olhar do <em>outro </em>em posições de dominação representativa.<br><br><strong><em>Com essa finalidade, pensamos em uma intervenção didática para contra-representar o homem negro e homossexual.&nbsp;</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 01:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>Não se esconde a pele em que se habita.</title>
         <author>brendadavid118</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1743753100</link>
         <description><![CDATA[<div>Sócrates é representado como um reflexo da desigualdade social no estado mais populoso do país. O filme retrata o jovem nos marcadores estatísticos como, por exemplo: o mercado de trabalho, as condições de moradia, a educação, a violência etc., levando em consideração o seu - quase nulo - poder econômico após a morte da mãe, além do traço determinante para essas condições: a cor de sua pele.&nbsp;<br><br></div><div>Sua vivência é atravessada pelo racismo e somada ao sexismo que o homem negro sofre na sociedade brasileira. A figura de seu pai representa como seu grupo étnico, guiado pelo preconceito, aborda o homem negro e homossexual concebendo-o como um “traidor” da masculinidade negra, recusando-o no corpo social.&nbsp;<br><br></div><div>Sendo assim, sua raça também informa quais percepções tem a sociedade da sexualidade do sujeito, associando o uso e abuso de drogas, a prostituição, crimes etc. à homossexualidade negra. Infelizmente, como herança do colonialismo, a pele negra é constituída como um espaço pelo qual determinará as vivências de tal indivíduo. Ao passo que mesmo que ele tente se camuflar na heteronormatividade -&nbsp; o que por si só, já é uma lamentável violência -, continuará exposto às sequelas de uma sociedade racista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 18:56:19 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com os atores principais e o diretor do filme</title>
         <author>andrenobrega68</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744048969</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa entrevista Christian Malheiros (Sócrates), Tales Ordakji (Maicon) e Alex Moratto (diretor do filme) falam sobre os processos criativos e situações que aconteceram durante as filmagens e a repercussão do filme dentro e fora do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 21:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>Elenco e o Instituto QUERÔ</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744052835</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação ao elenco, todos são moradores da região de Santos. o protagonista (Christian) estudou no Instituto QUERÔ, juntamente com outros personagens do elenco. Diante disso,<strong> </strong>o QUERÔ é uma Instituição, em Santos, sem fins lucrativos que busca promover o acesso à arte e a cultura e estimular a transformação humana e cidadã de jovens de baixa renda e moradores de comunidades por meio da capacitação e produção audiovisual, visando colaborar com a redução da desigualdade social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 21:52:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sócrates - Parte II: O roteiro é seu!</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744180768</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da articulação do filme, dos textos indicados, links dispostos e colagens produzidas pelos autores nesse Padlet, pode-se questionar as o que é tido como realidade e levantar novos olhares e novas possibilidades de vivência sobre as homossexualidades negras do Brasil. <br><br>Diante do exposto, a partir do mural em outro Padlet a seguir, propomos a escrita de uma nova sinopse para uma possível continuação da história de Sócrates no cinema, <strong>Socrátes - Parte II. </strong>Também pode-se expressar tais ideias em formato visual, como em colagens e publicar no storyboard.<br><br><strong>Quais possíveis futuros podemos roteirizar para a vida do garoto?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:36:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Storyboard: Sócrates - Parte II - Publique sua sinopse aqui:</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744185439</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lembrete: </strong>Pensamos o uso da exposição e da proposta digital em intervenções aliadas à promoção dos direitos humanos e justiça social. <strong>Usos antidemocráticos, racistas e homofóbicos são repudiados pelos autores.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso ao filme completo:</title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:42:49 UTC</pubDate>
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         <title>Olhe, um negro! E ainda é bicha?</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744205409</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme Sócrates (2018) potencializa debates referente classe, raça, gênero e sexualidade sobre homens negros homossexuais.&nbsp;<br><br>Pensamos o filme como recurso para explorar tais discussões à luz dos textos “Pigmentocracia e a experiência do preterimento na homossexualidade negra” de Dina Maria Martins Ferreira e Tibério Caminha, “Qual é a identidade do homem negro?” do Antropólogo Osmundo Pinho e " A categoria político-cultural da amefricanidade" da Lelia Gonzalez.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:54:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para aprofundar nas questões discutidas, acesse os artigos a seguir:</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1744231708</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 00:10:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claradantas230</author>
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         <pubDate>2021-09-16 00:11:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claradantas230</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 00:11:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>claradantas230</author>
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         <title>Referências imagéticas:</title>
         <author>claradantas230</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1746277711</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:09:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conheça mais sobre história da representação e protagonismo negro no cinema!</title>
         <author>yasmingomes016</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Por um deslocamento narrativo, produtivo, de direção e distribuição: na cena E atrás das câmeras.</title>
         <author>yasmingomes016</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1746403204</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"AFROFLIX é uma plataforma que disponibiliza conteúdos audiovisuais online com uma condição: aqui no AFROFLIX você encontra produções que possuem pelo menos uma área de atuação técnica/artística assinada por uma pessoa negra.São filmes, séries, web séries, programas diversos, vlogs e clipes que são produzidos OU escritos OU dirigidos OU protagonizados por pessoas negras."<br><br></em>Equipe Afroflix</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 15:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras para pensar subjetividade, autoafirmação e experiências negras e lgbtqi+ no cinema, no Brasil, e no cinema brasileiro:</title>
         <author>yasmingomes016</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 18:21:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yasmingomes016</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cartaz do filme Madame Satã (2002).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 18:22:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yasmingomes016</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1746739622</link>
         <description><![CDATA[<div>Cartaz do filme Café com Canela (2017).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 18:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>A história da representação LGBTQI+ no cinema</title>
         <author>yasmingomes016</author>
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         <description><![CDATA[<div>- historicamente feita por homens brancos e heterossexuais -, é uma construção branca e heteronormativa. Dentro de padrões narrativos de infelicidade, vilania, miséria e humilhação, escolheu-se a dedo quais personagens lgbtqi+ o público e os estúdios iriam tolerar nas telas: o submisso e o alívio cômico (sem protagonismo e sem final feliz). Essa personagem também é, indubitavelmente, um sujeito branco.<br><br></div><div>No cinema brasileiro, essa relação não é diferente. O lugar do personagem lgbtqi+ que já era reduzido em escala global, era quase inexistente no Brasil até 1930, devido ao controle moral ao qual esteve submetida a produção cultural no país. Esta personagem tem um espaço maior nas décadas de 30, 40 e 50, com o advento das Chanchadas, atrelado sempre a um estereótipo caricato, exagerado e humilhante, designado a qualquer sujeito desviante da normativa heterossexual vigente, que iria ser apropriado pela indústria audiovisual sem muitas reflexões por todo o século. Outra marca dessa representação é a colocação do lgbqi+ no subtexto, sem direito a autoafirmação, mesmo em proposta mais críticas, como uma adoção de formas de desvio de censura.<br><br></div><div>Se a representação de pessoas negras no audiovisual no cinema brasileiro é marcada por estereótipos negativos, reprodução de discriminação, lacunas e apagamento, na história <em>e no cinema</em> “ocidental” a pessoa negra <em>e</em> lgbtqi+ é <em>o último slide; a mesa que não tem filme</em>. <em>É a nota de rodapé</em>.<br><br></div><div>Como resposta a uma demanda política dos movimentos negros e lgbtqi+ de protagonizar a experiência histórica desses sujeitos, realizadores do cinema contemporâneo - no legado do cinema negro e do novo cinema queer -, trazem obras como Sócrates (2018), Café com Canela (2017) e Madame Satã (2002). Partindo de experiências diversas, os três filmes fazem alusão a narrativas heterogêneas de homossexualidade e construção de subjetividades de sujeitos negros e lgbtqi+ na sociedade brasileira. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 02:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>A necessidade de visibilização dessas narrativas, </title>
         <author>yasmingomes016</author>
         <link>https://padlet.com/claradantas230/ppywt3wrlm75rpq5/wish/1747582781</link>
         <description><![CDATA[<div>como a de Sócrates (2018), deve andar lado a lado do debate sobre a promoção de formação técnica de cineastas negros e lgbtqi+, para que estes tenham recursos de propor suas próprias narrativas – quer passem por questões relativas aos atravessamentos entre negritude e homossexualidade, quer não –além daquelas cristalizadas por realizações brancas e heteronormativas. Para que estas não se reduzam aos padrões narrativos de vilania, humilhação, infelicidade e miséria promovida por construções brancas e heteronormativas.<br><br></div><div>Há também de se questionar não só a forma de se fazer cinema no Brasil, mas também os circuitos de distribuição e alcance de público dessas obras. Hoje, o cinema não está mais apenas resguardado às salas reservadas; mas no computador, no celular, em serviços de streaming e nas redes sociais. De que forma essas obras, geralmente independentes e feitas com recursos reduzidos, têm disputado espaço com os grandes estúdios? Como os grandes estúdios têm se apropriado dessas demandas? E, finalmente, levantando à proposta de intervenção partindo dessas obras: quais são as possíveis estratégias de romper com a reificação daquilo que desqualifica o sujeito negro e lgbtqi+?&nbsp;<br><br></div><div><em>Como ressignificar as experiências históricas, processos de identificação e olhares sobre esses sujeitos?</em><br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 02:43:04 UTC</pubDate>
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