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      <title>Tolerância, intolerância e pluralidade religiosa by Fabio ALVES MEDEIROS</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-23 17:47:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tolerância e intolerância e pluralidade religiosa centro de Umbanda e atacado em várias cidades no estado de Sp</title>
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         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189907166</link>
         <description><![CDATA[<div>Na noite de 3 de fevereiro de 2020, um grupo de, pelo menos, 30 pessoas atacou um terreiro de umbanda na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Pais e mães de santo participavam de uma reunião quando os agressores invadiram o espaço e jogaram uma bomba caseira, fazendo com que os religiosos fossem atacados com pedradas, pauladas, socos e pontapés ao tentarem deixar o local. Em Araraquara, também em São Paulo, em 2 de agosto de 2021, outro terreiro de umbanda foi invadido e depredado. Imagens e objetos usados nos rituais religiosos foram quebrados. Também ganhou enorme repercussão o caso ocorrido em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando, no dia 12 de agosto de 2019, traficantes invadiram um terreiro de candomblé e fizeram um churrasco em comemoração ao Dia das Mães. O templo já havia sido depredado pelos criminosos em 2017 e, em março de 2019, quando foi saqueado e os traficantes picharam em um muro a frase “Jesus é o dono do lugar”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Denúncias de intolerância religiosa triplicam em 5 anos no estado de SP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189909149</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Se em 2016 as delegacias de polícia registraram 5.214 boletins de ocorrência relatando intolerância religiosa, em 2021 foram 15.296 denúncias, revelam dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública) obtidos pelo UOL por meio da Lei de Acesso à Informação.Se em 2016 as delegacias de polícia registraram 5.214 boletins de ocorrência relatando intolerância religiosa, em 2021 foram 15.296 denúncias, revelam dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública) obtidos pelo UOL por meio da Lei de Acesso à Informação.<br>&nbsp; Após queda nas denúncias em 2017 e discreto aumento em 2018 e 2019, o número de casos explodiu nos anos seguintes. Mais populosa, a capital paulista liderou o ranking ao passar de 1.900 em 2016 para 5.900 ocorrências em 2021.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:33:00 UTC</pubDate>
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         <title>Criança é vítima de intolerância religiosa no Rio</title>
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         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189914272</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma menina de 11 anos foi a vítima de intolerância religiosa na noite do Domingo (14). Como mostrou o Bom Dia Rio desta terça (16), a criança foi atingida por uma pedra na Avenida Meriti, na Vila da Penha, Zona Norte do Rio, quando voltava de um culto de Candomblé.<br>Os responsáveis pelo ato foram dois homens que estavam em um ponto de ônibus da região. Além de atirarem pedras contra o grupo de religiosos, os homens fizeram vários insultos e fugiram embarcando em um ônibus.&nbsp;<br>O caso foi registrado como lesão corporal e no artigo 20, da Lei 7716 ( praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional).<br>De acordo com a unidade policial, parentes prestaram depoimento. A menor de 11 anos foi ouvida e encaminhada a exame do corpo de delito. Os agentes realizaram diligências para localizar imagens e testemunhas que possam auxiliar na identificação da autoria do crime. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>Idosa é agredida a pedradas e família denuncia intolerância religiosa em Nova Iguaçu.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Uma idosa de 65 anos sofreu ferimentos no rosto, na boca e no braço ao ser agredida a pedradas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. De acordo com a família, ela foi vítima de intolerância religiosa. Migrante nordestina, Maria estabeleceu moradia em Nova Iguaçu há quatro décadas. Candomblecista, passou a sofrer constantes ataques verbais por parte da vizinhança.<br>Segundo Eliane filha de Maria, nesta sexta a mãe passava pela rua quando ouviu uma vizinha, que reiteradamente lhe dirige ofensas, dizer “lá vem essa velha macumbeira. Hoje eu acabo com ela”. Maria foi tirar satisfações e a vizinha pegou uma pedra no chão e arremessou contra a idosa, que foi socorrida no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI). Levou pontos na testa e na boca.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:37:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tolerância, intolerância e pluralidade religiosa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189917093</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Delegacia especializada está investigando caso que aconteceu em rua do Setor Universitário, em Goiânia. Segundo crime teria sido no 9º DP, quando delegado não fez o registro.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de Goiás (Fuceg) emitiu uma nota de repúdio após receber denúncia de que um umbandista sofreu intolerância religiosa na rua e depois na delegacia ao tentar registrar o crime, em&nbsp;Goiânia. O alvo conseguiu registrar a situação inicial no Grupo Especializado no Atendimento às Vítimas de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Geacri).<br>        </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:38:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189919536</link>
         <description><![CDATA[<div>Homem sofre intolerância religiosa em delegacia ao denunciar que foi vítima deste tipo de crime, diz federação de umbanda em Goiás<br><br>Delegacia especializada está investigando caso que aconteceu em rua do Setor Universitário, em Goiânia. Segundo crime teria sido no 9º DP, quando delegado não fez o registro<br>Segundo registro no Geacri, na última quarta-feira (2), a vítima de intolerância estava a caminho do centro religioso que frequenta quando foi notada por um grupo de cinco homens.<br><br>De acordo com o relato, o umbandista caminhava vestido de branco e usando as guias (que são colares de contas comuns na religião dele), quando ouviu um dos homens dizer: “Olha lá aquele negócio no pescoço dele. Isso é coisa de macumba, coisa do demônio”.<br><br>A vítima contou à corporação que percebeu os cinco homens começando a segui-lo e, com medo, saiu correndo e ouviu o grupo gritar: “Volta aqui, seu macumbeiro filho da 🤬”.<br><br>A nota divulgada pela Fuceg nas redes sociais, o órgão afirmou que “o incidente que ocorreu fora da delegacia tem fortes indícios de natureza criminosa e que o homem sofreu o mesmo crime pelo delegado da 9º DP”.<br><br>A Federação disse ainda que “tomará as providências cabíveis ao caso”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Casos de preconceito religioso já podem ser denunciados pelo 1746</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189930012</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi lançada nesta segunda (18) a <strong>Cartilha Rio de Combate à Intolerância Religiosa, </strong>disponível no <a href="https://prefeitura.rio/wp-content/uploads/2022/04/Cartilha2-Combate-a-Intolera%CC%82ncia-Religiosa-21x21cm.pdf">site da prefeitura</a>, com detalhes sobre o que são os atos de discriminação e intolerância, além das<strong> leis de combate</strong> em vigor no município e <strong>formas de denunciar os crimes</strong>. Uma delas é o<strong> canal de atendimento 1746</strong>, que passou a receber notificações de casos de preconceito religioso pela população no último mês.Após o registro da denúncia – seja via aplicativo, WhatsApp (3460-1746), telefone, Facebook Messenger ou na Agência 1746, localizada na sede da prefeitura, o cidadão deve ser acolhido em até dez dias e ter o seu caso encaminhado à <strong>Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI)</strong>, que conduzirá a investigação.<br><br></div><div>Além de buscar conscientizar sobre o tema e ajudar as vítimas no acesso canais de denúncia, a cartilha produzida pela Coordenadoria Executiva de Diversidade Religiosa e pela Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública relembra o histórico de violência contra<strong> judeus</strong> e de<strong> religiões de matrizes africanas</strong>, os maiores alvos desses crimes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:45:43 UTC</pubDate>
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         <title>Muçulmana denuncia intolerância religiosa em posto de vacinação no AM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189933178</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ana Rita Gomes Vieira, de 41 anos, denunciou nas redes sociais ter sido vítima de um suposto ato de intolerância religiosa em um posto de vacinação contra a covid-19 em Manaus, no Amazonas.<br>Ao chegar ao local, a mulher, que é muçulmana e usava um lenço tradicional, chamado keffiyeh, e uma máscara com as cores da bandeira palestina, afirmou ter ouvido uma das enfermeiras dizer que temia que ela soltasse uma bomba.<br>O caso ocorreu no início da tarde de hoje, quando Ana Rita se dirigiu ao posto para tomar a segunda dose do imunizante.<br>Ao se sentir agredida verbalmente, a mulher passou a filmar o atendimento, questionando a servidora. Na gravação, a enfermeira diz que fez uma brincadeira.<br>"Gente, era brincadeira. Gente, eu estava só brincando", diz a profissional de saúde.<br>"Eu vim tomar vacina e a senhora disse que tem medo que eu solte uma bomba aqui. Com isso não se brinca. A gente teve uma marcha pró-Palestina contra o genocídio cometido contra nosso povo e hoje eu venho aqui para ouvir isso", rebateu Ana Rita.<br>Ao perceberem que o caso seria levado à delegacia, três enfermeiras foram até Ana Rita para pedir desculpas.<br>"A enfermeira-chefe veio falar comigo e perguntou: 'se ela pedir desculpas, você releva essa situação?'. Eu falei que um pedido de desculpas, ainda mais orientado, não iria apagar a dor que estou sentindo", acrescentou.<br>Ana Rita registrou queixa na unidade policial local e a Polícia Civil investigará a denúncia.<br>Procurada, a Prefeitura de Manaus afirmou que lamenta o episódio e classificou a piada da enfermeira como "inadequada".<br>O órgão acrescentou que a profissional será advertida e receberá uma reorientação quanto aos procedimentos adequados para o atendimento aos usuários durante a campanha municipal de vacinação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:47:41 UTC</pubDate>
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         <title>Caso de intolerância religiosa na Semge está sendo apurado, garante Bruno Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fabiomedeiros/Bookmarks/wish/2189975804</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><a href="https://www.correio24horas.com.br/noticias/categoria/salvador/">salvador</a></div><h1>Caso de intolerância religiosa na Semge está sendo apurado, garante Bruno Reis</h1><div>"Se precisarmos punir, vamos fazer de forma exemplar”, disse o prefeito</div><div>Da Redação, com informações de Wendel de Novais</div><div>23.11.2021, 21:31:00<br><br><br></div><div><br>(Valter Pontes/Secom)</div><div><br></div><div>Após uma <a href="https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/que-dia-vai-tirar-essa-roupa-branca-terceirizada-denuncia-intolerancia-religiosa-na-semge/"><strong>denúncia de intolerância religiosa feita por uma funcionária terceirizada que presta serviço há mais de 10 anos na Secretaria de Gestão Municipal de Salvador (Semge)</strong></a>, o prefeito Bruno Reis (DEM) garantiu que a situação já está sendo apurada e, caso a ofensa seja confirmada, o servidor irá “responder pelas consequências dos seus atos”. A declaração foi dada em coletiva de imprensa na noite desta terça-feira (23), durante a inauguração da decoração natalina no Campo Grande.&nbsp;<br><br></div><div>A realidade de humilhação, constrangimento e até ameaça vivida por Silvana da Paixão, 41 anos, em função de sua religião, ganhou repercussão nesta segunda (22). Há pouco mais de dois meses, ela foi iniciada no Candomblé e, para cumprir obrigações religiosas relacionadas ao rito solene, passou a usar vestes brancas, fato que motivou as agressões por parte de um colegas de trabalho.&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com o prefeito, o servidor acusado das agressões é concursado, e já foi identificado. “Conversei com o secretário Thiago Dantas [secretário]. Foi feita uma denúncia e está sendo apurada. Nós não admitimos. A Prefeitura não aceita, não admite e, se precisarmos punir, vamos fazer de forma exemplar”.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Na última sexta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra, a capital baiana <a href="https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/em-vigor-salvador-regulamenta-estatuto-da-igualdade-racial/"><strong>regulamentou o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa</strong></a>.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 18:15:18 UTC</pubDate>
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