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      <title>Clonagem do padlet Ler cada vez mais - 5ºD by </title>
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      <description>Ler é viajar com a imaginação</description>
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      <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Rita Gonçalves - 1.º p</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O Coelho Madrugada" de Sheila Black<br><br>Este conto fala sobre um coelhinho chamada Madrugada que vivia com a mãe, o pai e os três irmãos no cimo de uma colina verde.<br>Era o mais lento dos seus irmãos. Veloz era rápido, Valente era forte e Sabichão era inteligente.<br>Os seus irmãos achavam que ele não era bom em nada. O seu pai dizia que ele era um sonhador, mas a mãe dizia que ele tinha um bom coração e isso era o mais importante.<br>Madrugada tinha uma tia chamada Sofia, que era uma famosa contadora de histórias. Costumava contar histórias a todos os coelhinhos da colina verde. A história preferida de Madrugada era a do Coelho da Páscoa.<br>Certa noite, a tia Sofia contou-lhes que quando o Coelho da Páscoa envelhecesse escolheria um novo coelho da Páscoa entre os melhores coelhos do mundo.<br>Os irmãos de Madrugada achavam que estariam entre os melhores coelhos de mundo. Mas Madrugada não era o melhor em nada. Nunca poderia ser o coelho da Páscoa!<br>As estações passaram e os irmãos de Madrugada cresceram muito, mas ele não.<br>No inverno, por altura do Natal, Madrugada e os seus irmãos estavam debaixo de uma árvore com fome e frio. De repente, aproximou-se um estranho, um coelho velho, totalmente branco, com um ar cansado, que lhes perguntou se lhe poderiam dar de comer e de dormir.<br>Os irmãos de Madrugada foram cruéis e disseram-lhe que não, mas Madrugada levou o estranho até à sua toca e deixou-o dormir na sua cama.<br>Na manhã seguinte, o estranho já não estava lá.<br>Em cima da cama tinha deixado um presente que dizia: “Para o Madrugada”. Era um ovo de pedra verde e brilhante.<br>Na Primavera, os irmãos de Madrugada continuavam a treinar as suas capacidades. Madrugada continuava a ajudar quem precisasse.<br>Todos achavam que os irmãos de Madrugada dariam uns ótimos coelhos da Páscoa, mas ninguém pensava nele. <br>No final de abril, o Coelho da Páscoa apareceu na colina e anunciou que o novo Coelho da Páscoa tinha sido escolhido e que era o melhor de todos os coelhos que tinha encontrado nas suas viagens.<br>...<br><br></div><div><br> <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Santos - 1.º p</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Maior Flor do Mundo" de José Saramago<br>Eu gostei muito deste livro, porque o escritor fala que não aprendeu a escrever histórias para crianças. <br>Escolhi a história de um menino que saiu de casa para brincar de árvore em árvore, até que chegou ao planeta Marte e entrou.<br> Depois de subir a encosta, encontrou uma flor murcha e, ao olhar para ela, resolveu ajudá-la. Deu- se ao trabalho de percorrer o mundo até chegar ao rio Nilo. Quando chegou junto da flor, apenas tinha três gotas de água. Cansado, acabou por adormecer debaixo da flor.<br>   Os pais preocupados foram à procura do menino.<br>...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Maria 5ºD - 1ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Margarida na lua" de Maria Teresa Maia Gonzalez<br><br>Gostei deste livro.<br>Era uma vez uma menina que se chamava Mina e tinha  um foguetão cor-de-rosa que construiu só com peças velhas que estavam  na oficina do seu pai.<br> Ela, nalgumas noites, chamava o seu vizinho e amigo Romero para viajarem no espaço.<br> Um dia, Mina perguntou a Romero se ele queria ir dar uma volta no foguetão e ele, como sempre, aceitou. A menina perguntou-lhe onde é que ele queria ir e ele respondeu que queria ir à Lua. Primeiro, tiveram duvidas em ir, mas depois equiparam-se e descolaram.<br> Quando aterraram, saíram para explorar um bocado e viram ao longe alguma coisa a brilhar. Pensaram que poderia ser qualquer coisa, uma lanterna ou algo do género, mas acabaram por ir lá ver o que era.<br> Aproximaram-se e, atrás de uma pedra grande e em forma de pera, estava uma bonita flor prateada. Estava sozinha "coitada", pensaram, e para sua admiração ela respondeu...<br><br>Se quiseres saber o que é que ela disse (se ficou aborrecida, se ficou feliz, ou outra coisa qualquer), lê o livro, não tens nada a perder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Rita Gonçalves- 1.º p</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A aia" de Eça de Queirós<br>Eu gostei muito deste conto, porque eu adorei a mensagem que passa!<br>O conto fala de um rei que partiu para a guerra, deixando a sua rainha e o seu filho. Na guerra, o rei acabou por morrer. O príncipe tinha muitos inimigos, o pior deles era o tio, porque queria o reino para ele. <br>No quarto do príncipe havia outro menino, noutro berço. Esse menino era o filho da escrava e ela amava os dois. O tio não desistia de tentar roubar o trono ao príncipe. <br>Uma noite, a escrava  ouviu um ruído de ferros. Levantou-se, e viu que era o tio que vinha para matar o príncipe! Ela rapidamente trocou o príncipe de berço e deu muitos beijos ao seu filho. Um homem enorme roubou a criança e desapareceu com ela. O príncipe ficou a salvo. <br>Quando a rainha soube o que aconteceu, ficou muito agradecida com a atitude da aia. A rainha queria recompensar aquela mulher e, por isso, levou-a à sala do tesouro real para ela escolher as riquezas que quisesse. Todos estavam ansiosos para ver o que a aia ia escolher. Ela escolheu um punhal e agarrada ao punhal gritou:<br>...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Rodrigues- 5ºD</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Cidade dos Cães e Outras Histórias" escrito pela minha autora favorita: Luísa Ducla Soares. Ela escreve livros extraordinários, outro livro que li da mesma autora chama-se "Poemas da mentira e da verdade".<br>Gostei da leitura do livro "A Cidade dos Cães e Outras Histórias", porque demonstra uma lição de vida: não devemos pensar que somos melhor do que os outros, porque podemos acabar mal.<br>A história conta que um cão que se achava melhor do que os outros, queria ser o governador e, como ele era o mais forte, todos lhe obedeciam. Passado algum tempo, a cidade dos cães começou a ser um mau <em>habitat </em>para os cães. Então, todos eles resolveram fugir, enquanto o governador dormia. Assim, o cão que governava acordou e meteu as orelhas e o focinho de fora e disse que não lhe cheirava nada bem. Depois, o cão saiu de onde estava e viu que todos tinham fugido. Então, foi à procura dos seus súbditos, mas o cão não teve sorte porque era o dia de apanharem os cães de rua. O cão tentou fugir, mas não conseguiu e foi apanhado. Os gatos, vendo isso, dominaram a antiga cidade dos cães e desde aí passou a ser a cidade dos gatos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Neves 5ºD -1ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Os Cinco na ilha do tesouro" de Enid Blyton<br><br>Gostei muito deste livro, porque é muito emocionante e empolgante.<br><br>Era uma vez três irmãos: o Júlio, o David e a Ana, a mais nova de todos eles.<br>Nas férias estava planeado irem para Polseath, mas naquele ano estava tudo cheio. Então, estiveram  a conversar e decidiram ir para casa da tia Clara e do tio Alberto, que tinham uma filha única chamada Maria José.<br>Logo de manhãzinha, o Júlio e o David foram chamar a Ana que, por sua vez, ainda estava a dormir. Quando se apercebeu que era o dia em que ia para a casa dos tios e que ia conhecer a prima que nunca tinha visto na baía de Kirrin, levantou-se logo.<br>E lá foram eles  e quando chegaram, lá estava a tia Clara à espera dos seus sobrinhos.<br>A primeira impressão que tiveram da tia foi muito boa, já do tio foi outra história, ele estava sempre com um ar rezingão e sempre a franzir o sobrolho. Mas a Maria José não estava lá.<br>Quando os pais dos meninos se foram embora, a tia Clara foi mostrar os quartos às três crianças. Passaram o dia a arrumar as suas coisas. E a Maria José só apareceu em casa quando  todos estavam a dormir. <br>De manhã, a Ana acordou e viu uma menina enroscada na cama ao lado. <br>Aproximou-se e chamou a prima pelo nome e ela sentou-se e  olhou para a Ana. Tinha um cabelo preto aos caracóis muito curto, era morena e que tinha uns olhos azuis e brilhantes. Ela negou ser a Maria José,  disse chamar-se Zé para grande surpresa e intriga da Ana.<br>Aí a menina lembrou-se que a tia lhe tinha dito que a prima odiava ser uma rapariga e, então, tentava fazer tudo igual ou melhor do que os rapazes, por isso nunca respondia quando lhe chamavam Maria José.<br>Então tratou-a por Zé. Depois de uma discussão, os rapazes bateram à porta e chamaram a Maria José. A rapariga mais velha saiu disparada do quarto.<br>Mais tarde, a tia mandou a Zé ir mostrar a baía e ir à praia com os primos e, mesmo não querendo, teve de ir. Quando chegaram à praia, sentaram-se e falaram sobre uma ilha cheia de rochas e sobre um navio naufragado. Depois da conversa, tornaram-se um pouco mais amigos e combinaram ir ver o barco à tarde, quando a maré estivesse vazia. Mais tarde,  estavam por cima do navio naufragado e a Zé e o Júlio mergulharam para ver mais de perto o navio, mas o Júlio só conseguiu descer um bocado e a Zé só conseguiu ir ver o convés. Um dia, foram fazer um piquenique e combinaram ir à ilha no dia seguinte. E assim foi. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>André Santos</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A que sabe a lua?" de Alexandre Honrado<br>Eu gostei deste livro, porque há muito tempo os animais desejavam comer um pedacinho da  lua. Certo dia, uma tartaruga decidiu  escalar a montanha mais elevada. Vista lá de cima, a lua estava mais próxima, mas não lhe poderia tocar. Então, chamou o elefante. A lua pensou que era um jogo e afastou-se um pouco mais.<br>Então decidiram chamar a girafa.<br>A lua, ao ver a girafa, afastou-se mais. E chamaram a zebra.<br>Mas a zebra  também não conseguiu e então chamou o leão.<br>Mas quando a lua viu o leão, tornou a subir um pouco mais. E chamaram  o raposo. O raposo também não conseguiu. Então chamaram o macaco. Mas o macaco só a conseguiu cheirar, mas tocar nem pensar.<br>E chamaram o rato. A lua já começava a aborrecer-se com a aquele jogo e então ficou onde estava. Então o rato trepou por cima de todos os animais e...  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Ribeiro- 1.ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div> "O nabo gigante" de Alexis Tolstoi<br>Eu gostei muito deste livro, porque tem uma história muito bonita.<br> O livro fala sobre um velhinho e uma velhinha que viviam numa casa velha, e que tinham um grande jardim.<br> O velhinho e a velhinha tinham seis canários, cinco gansos, quatro galinhas, três gatos, dois porcos e uma vaca.<br> Numa manhã, a velhinha e o velhinho foram para o jardim e semearam legumes.<br> Naquela noite, choveu no jardim da casinha. A chuva ia ajudar as sementes a crescer e a dar ótimos vegetais.</div><div> O velhinho e a velhinha colheram os legumes. No fim da colheita, só sobrava um nabo. Parecia ser grande. De facto, parecia gigante.<strong><br> </strong>Numa manhã, o velhinho foi para o jardim colher o nabo.<br> O velhinho puxou e puxou com mais força, mas o nabo não se mexeu. <br> O velhinho foi à procura da velhinha.<br> A velhinha e o velhinho puxaram e puxaram com mais força, mas o nabo continuava sem se mexer.<br> Então, a velhinha foi buscar a vaca.<br> O velhinho, a velhinha e a vaca puxaram e puxaram com mais força, mas o nabo continuava sem se mexer. <br> Então, o velhinho foi buscar os dois porcos.<br> O velhinho, a velhinha, a vaca e os porcos puxaram e puxaram com mais força. Mas o nabo continuava sem se mexer.<br> Então, a velhinha foi buscar os três gatos.<br> O velhinho, a velhinha, a  vaca, os dois porcos e os três gatos puxaram e puxaram com mais força. Mas o nabo continuava sem  se mexer.<br> Então, um dos gatos foi buscar as quatro galinhas.</div><div> O velhinho, a velhinha, a  vaca, os dois porcos, os três gatos e as quatro galinhas puxaram e puxaram com mais força. Mas o nabo continuava sem se mexer<br> Então, uma das galinhas foi buscar os cinco gansos.<br>  O velhinho, a velhinha, a  vaca, os dois porcos, os três gatos, as quatro galinhas e os cinco gansos puxaram e puxaram com mais força. Mas o nabo continuava sem se mexer.<br> Então, um dos gansos foi buscar os seis canários.<br>  O velhinho, a velhinha, a  vaca, os dois porcos, os três gatos, as quatro galinhas, os cinco gansos e os canários  puxaram e puxaram com mais força...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Márcia Monteiro</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Maior flor do Mundo" de José Saramago<br>  Eu gostei de ler este livro, porque relata a história de um senhor já com alguma idade que teria interesse em escrever histórias para a criançada, com claridade e delicadeza, para que todos entendessem, mas tinha alguma dificuldade em fazê-lo. <br>  Após algumas tentativas, o velhinho lá conseguiu escrever uma pequena história infantil em que nos conta que havia um menino que se aventurou sozinho por caminhos perigosos, e mais tarde encontrou um rio que fazia um grande desvio, que na verdade era um bosque. Aquilo que mais espantou o menino foi ver uma flor sem vida. Aproximou-se da flor já  desesperado, bastante cansado e dorido, e pensou que iria optar por salvar aquela flor...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Vasco Pinheiro- 1ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O que aprendemos na aula de hoje"<br>Na aula de hoje, comemorámos o dia Europeu das línguas, falámos sobre as línguas derivadas do latim (românicas) . E demos as palavras Hakuna Matata (não há problema).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Denyshchych- 1.°p</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A princesa baixinha" de Beatrice Macini<br>Eu gostei muito deste conto, porque ensina-nos a saber que não  se devem julgar as pessoas pelo seu aspeto.<br>O conto fala de uma menina muito baixinha, ela era tão  pequena que aos quatro anos parecia ter só dois e quando fez oito ninguém lhe dava mais de seis.<br>Sempre que ia passear no seu lindo pónei, as outras crianças troçavam: "É pequena como um cogumelo e baixa como a relva!".<br>Os jardineiros, esses diziam que ela mais parecia um bonsai, que é uma daquelas árvores em miniatura.<br>E ainda havia outros, mais maliciosos, que sussurravam:<br>"É  baixinha demais para ser uma verdadeira  princesa. As princesas a sério têm que ser altas e elegantes."<br>Claro que diziam tudo isto em voz baixa para ninguém ouvir. Mas ela ouvia-os na mesma e ficava muito triste.</div><div>Um dia, a Princesa Catarina- pois era este o seu nome - foi visitar a Rainha Avó, que além de ser rainha e avó, era também  uma grande amiga.<br>Enroscou-se no seu colo e perguntou-lhe: <br>"-Porque que é que eu sou tão baixinha? Por que é que todos fazem troça de mim?".<br>E a Rainha Avó respondeu-lhe: <br>"-É porque eles não percebem nada de nada. O teu avô  também era baixinho e fez coisas muito importantes".<br>"-Quais coisas?" perguntou ela.<br>"-Combateu contra muitos inimigos e por isso é que hoje vivemos em paz."<br>"-Então também quero fazer coisas importantes", decidiu a Princesa.<br>A Rainha Avó achou muito bem e preparou-lhe uma trouxa com as coisas de que ela iria precisar para fazer uma viagem: um arco e uma flecha para o caso de encontrar um inimigo, uma moeda de ouro porque dá sempre jeito, um pente e um espelho para estar sempre muito bonita e três  caramelos para o caso de se sentir triste. Ajeitou a coroa na cabeça da princesinha, deu-lhe um beijo... e lá foi ela.<br>Depois de atravessar três bosques, duas montanhas e um deserto, chegou a uma aldeia que vivia atormentada por um dragão. Os habitantes passavam a vida trancados em casa, cheinhos de medo. Mas a Princesa não  tinha medo dele, nem só um bocadinho.<br>"-Tenho uma arma para derrotar o dragão. Vejam!", disse com orgulho ao chefe da aldeia, mostrando-lhe o arco e a flecha.<br>Só que aquilo pareciam armas de brincar...<br>"-São  tão  pequenos!", respondeu o chefe desconsolado.<br>"-Isso é o que vocês  pensam", disse a princesa convencida.<br>Pegou no arco e com as suas mãos pequenitas, esticou-o como via fazer os arqueiros da Rainha Avó.<br>Sentia que as pessoas a observavam e murmuravam:<br>"-Ela é tão pequena, não vai conseguir"...♡😘😍🥰</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>André Santos- 1.ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O Principezinho" de Joana Morais Varela<br>Eu gostei deste livro, porque fala de um menino que decide ser pintor,  mas ele não tinha jeito, porque só fazia jiboias abertas e jiboias fechadas. Então decidiu ser aviador. Passaram vários anos e ele já conseguia manobrar o avião. Mas certo dia o avião despenhou-se no deserto. Ele não levava nem  passageiros nem um mecânico e a água mal dava para oito dias. Quando já estava a anoitecer, ele ouviu uma voz que lhe pediu para desenhar uma ovelha e ele disse que não sabia desenhar uma ovelha. Foi então que o Principezinho disse que tinha vindo de um planeta muito pequenino. Lá tinha vegetação; silvas; flores e erva grande. E tinha três vulcões: um em extinção e os outros dois em erupção e também tinha uma rosa muito especial, que era amiga dele. E também tinha uma raposa, que também era amiga dele. O principezinho não conseguia ir para o seu planeta...                                                     </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>André Freitas- 1.ºp</title>
         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O tesouro" de Eça de Queirós (recontado por Luísa Ducla Soares)<br><br>Eu gostei muito desta história porque ensina que o egoísmo é<br>um veneno.<br><br>O conto fala de três irmãos: Rui, Guanes e Rostobal, que eram os  fidalgos mais pobres do Reino das Astúrias.<br>O  palácio onde viviam não tinha telhas nem vidros. A lareira da cozinha não se acendia mais.<br>O jantar deles era uma simples côdea de pão com alho.<br>Nas noites frias iam dormir com os cavalos.<br><br>Tanta miséria tornou-os mais bravos que os lobos.<br> Numa manhã foram à caça de cogumelos e encontraram um cofre com três chaves e abriram- no de imediato. decidiram ficar com uma chave para cada um. Agarraram nas moedas e <br>foram comprar três empadões e três garrafas de vinho.<br>Rostabal disse ao irmão que o Guanes era um egoísta e que ele nunca   iria partilhar o tesouro com eles. Guanes já estava doente e os outros dois aproveitaram isso e executaram-no e  tiraram -lhe a chave do peito.<br>Rostabal, todo cheio de sangue, fo-se lavar e o irmão <br>traiçoeiramente matou-o pelas costas e começou a imaginar o seu palácio bonito e moderno.<br><br>Entretanto Guanes começou a sentir-se mal, caiu no chão e já não levantou e compreendeu a traição de que tinha sido vítima. E gritou:<br>- É veneno- a minha traição." Segundos depois morre.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 20:56:53 UTC</pubDate>
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         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mariana Oliveira 5⁰D<br><br>"As rosas inglesas. De Madonna"<br>Eu gostei deste livro, porque transmite uma mensagem importante. Não se julgar as pessoas sem a conhecer. <br><br>O livro conta a história de quatro rapariguinhas chamada Nicole, Amy, Charlote e Grace. Elas eram muito amigas e faziam tudo juntas. Mas havia um problema, elas tinham muita inveja de uma outra rapariga, a Binah. A Binah era muito bonita e simpática, mas também muito triste porque não tinha amigos. Um dia no meio dos sonhos das raparigas apareceu uma fada madrinha  que as levou até casa da Binah. Aí as meninas ficaram a conhecer a casa da Binah e a vida dela. <br>  Binah tinha perdido a mãe e vivia com o pai. Era ela que tinha de fazer todas as tarefas da casa. Será que as raparigas mudaram a sua atitude com a Binah?!...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 17:46:25 UTC</pubDate>
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         <author>a161011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mariana Oliveira 5⁰ D<br><br>"O coelhinho Pascoal"<br><br>Era inverno na floresta onde o Pascoal vivia. Ele vivia numa casa pequenina e acolhedora. <br>Um dia o Pascoal teve uma ideia! <br>O aniversário da mãe estava a chegar e o Pascoal queria fazer lhe uma surpresa, mas precisava da ajuda da avó Lurdinhas. O Pascoal foi até a casa da avó sem pedir autorização aos seus pais, que não gostavam que o Pascoal saísse para a floresta sozinho. A avó ficou surpreendida. Pascoal explicou tudo á avó que queria fazer uma surpresa para a sua mãe e que precisava de ajuda. Juntos a avó e o Pascoal fizeram a surpresa da mãe... Pascoal queria oferecer à mãe uma colcha, e teve de ir a casa do tio Humberto buscar a lã e os tecidos , e mais uma vez saiu de casa às escondidas ...A Primavera chegou e era o  dia de aniversário da mãe. Pascoal foi a correr casa da avó Lurdinhas buscar a surpresa da mãe. Mas quando ia voltar para casa já era escuro e o Pascoal perdeu-se...Queres saber o que aconteceu ao Pascoal então terás que ler o livro.❤️<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-19 18:55:25 UTC</pubDate>
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