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      <title>Recursos Marítimos  by Luísa Pinto</title>
      <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H</link>
      <description>Criado por especialistas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-22 22:47:39 UTC</pubDate>
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         <title>tipos de pesca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601401633</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pesca local:</strong><br>•Feitas perto da costa, em lagos, rios e lagoas;<br>•São utilizadas técnicas artesanais, como anzol, armadilhas e pequenas redes e em menores embarcações;<br>•Opera por curtos períodos ou apenas sazonalmente;&nbsp;<br>•São capturadas espécies de maior valor, como polvos e enguias por exemplo;&nbsp;<br>•Mão de obra pouca qualificada. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 08:45:51 UTC</pubDate>
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         <title>tipos de pesca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601409792</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pesca costeira: </strong><br>•É efetuada em áreas mais afastadas da costa (além das 6 milhas);<br>•São feitas em embarcações maiores e mais duradouras;&nbsp;<br>•São utilizados meios de detenção e captura mais modernos, como o cerco, o arrasto é linha de anzóis;&nbsp;<br>•Dispõe de meios de conservação do pescado, como congelação e salinizacão;<br>•Mao de obra pouco qualificada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 08:52:02 UTC</pubDate>
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         <title>tipos de pesca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601410629</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pesca do largo: </strong><br>•É feita em águas internacionais e estrangeiras, para além das 12 milhas;&nbsp;<br>• Em navios com maior autonomia, dimensão e capacidade;&nbsp;<br>•São utilizadas técnicas de detenção, como sondas, meios aéreos e satélites e na captura, redes de cerco e arrasto, palanque de linha e anzóis;<br>•Tem o apoio de navios de congelação e de fábrica para conservação do pescado;&nbsp;<br>•Mão de obra pouco qualificada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 08:52:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O mar português- território marítimo </title>
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         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601419678</link>
         <description><![CDATA[<div>O estado costeiro da União Europeia com maior extensão&nbsp; de zonas marítimas é Portugal. Tem mais de dois milhões de quilómetros quadrados de acordo com a CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar).&nbsp;<br><br>O estado costeiro da União Europeia com maior extensão&nbsp; de zonas marítimas é Portugal. Tem mais de dois milhões de quilómetros quadrados de acordo com a CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar).&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>Garantir a Sustentabilidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601422743</link>
         <description><![CDATA[<div>Dada a dimensão e a importância do litoral português, é necessário assegurar uma gestão sustentável, atrás de planos como: <br>•<mark> Programas da Orla Costeira (POC)</mark>, tem como objetivos:&nbsp;<br>&nbsp; - garantir a regulação das atividades e do iso da orla costeira;&nbsp;<br>&nbsp; - classificar e qualificar praias, em particular as estratégicas.&nbsp;<br><br>madalena vilela e madalena duarte</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>Soluções da gestão do litoral </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601422959</link>
         <description><![CDATA[<div>• <strong>Definir limites para construção</strong> nas zonas costeiras;<br>• <strong>Medidas de salvaguarda e correção das disfunções territoriais</strong>, como a construção sobre dunas e arribas;<br>• <strong>Criação de acessos pedonais sobre-elevados</strong> para evitar o pisoteio das dunas; <br>regulamentação das atividades com efeitos na linha de costa e na qualidade das águas marinhas (por exemplo, na indústria e desportos náuticos motorizados);<br>• <strong>Concretização das medidas de prevenção e mitigação</strong> da erosão costeira, do avanço do mar e dos efeitos das estruturas de proteção, na dinâmica da costa;<br>• <strong>Vigilância da costa e do mar</strong> para evitar o tráfego e a pesca ilegal, e prevenir a lavagem de porões de petroleiros, que poluem e podem provocar marés negras;<br>• <strong>Monitorização</strong> dos estado das águas e dos <strong>recursos piscícolas;</strong><br>• <strong>Fiscalização</strong> do comprimento das <strong>medidas de sustentabilidade:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -</strong> malhagens e tamanhos mínimos de desembarque;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-respeito pelas quotas e épocas de defeso;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - limites de capturas acessórias;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -uso de rações apropriadas na agricultura e integração segura nos meios hídricos naturais&nbsp;<br><br>Joana Azevedo &amp; Maria Nascimento ✌🏻</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:04:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>valorização do litoral e dos recursos do mar </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601424204</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Nota:</em></strong> é fundamental que o turismo se desenvolva de forma ordenada, preservando e valorizando os recursos naturais.<br><br>O mar contém uma enorme quantidade e diversidade de recursos, tais como:&nbsp;<br><br></div><ul><li><mark>recursos piscatórios:</mark> envolve a atividade piscatória.</li></ul><div><br></div><ul><li><mark>extração de sal e recolha de algas:</mark> indústria, alimentação humana e fertilizantes.</li></ul><div><br></div><ul><li><mark>desabilitação:</mark> para obter água potável.</li></ul><div><br></div><ul><li><mark>recursos económicos e culturais dos fundos marinhos&nbsp;</mark></li></ul><div><br></div><ul><li><mark>ondas e marés:</mark> produção de energia e parques eólicos.</li></ul><div><br><br>Maria Silva e Beatriz Ribeiro 😎<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Garantir a Sustentabilidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601430386</link>
         <description><![CDATA[<div>• <mark>Plano de Ação Litoral XXI</mark>, tem como objetivos:&nbsp;<br>&nbsp; - a política de adaptação às alterações climáticas nas diferentes vertentes;<br>&nbsp; - a política integrada de sedimentos;<br>&nbsp; - os instrumentos de gestão do território;<br>&nbsp; - os Planos de Gestão Recursos Hídricos (PGRH), no que respeita às águas costeiras e às medidas de minimização dos riscos de erosão costeira;&nbsp;<br>&nbsp; - as ações com relevância para a gestão, proteção ou valorização da zona costeira.&nbsp;<br><br>madalena vilela e madalena duarte&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:10:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Linhas de Costa em Portugal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601435033</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>costa de arriba: </strong>talhada em formações rochosas de maior dureza. <br><strong>costa de praia:</strong> talhada em formações rochosas mais brandas, de arenitos e argila, em relevo baixo ou reentrâncias propícias à deposição de areias<br><strong>linha de costa</strong>: área de contacto entre a terra e o mar, ao nivel da maré alta, em período de calma.<br>a&nbsp;<strong>linha de costa, em Portugal Continental</strong> prolonga-se por cerca de&nbsp;<strong>1200km&nbsp;</strong>e nos arquipélagos&nbsp;<strong>1360k<br></strong>As suas características, são predominantemente alta e pouco recortada e deve-se aos aspetos do relevo e das formações rochosas que estão em contacto com o mar, assim como a erosão marinha.<br>Nos Açores e na Madeira, o litoral de arriba alta é predominante, mas um pouco irregular. A costa da praia é pouco representativa, encontrando-se as maiores extensões em <strong>São Miguel </strong>e na <strong>Costa Sul de Porto Santo.<br></strong>No Continente predomina a <strong>costa de arriba, ora alta e escarpada ora mais baixa, talhada em</strong> afloramentos rochosos de grande dureza, como <strong>granito, xisto e calcário recente. </strong>A costa de praia em relevo baixo e formações rochosas mais brandas como arenitos e argila, ocupa menor extensão&nbsp;<br>-A costa rochosa pode apresentar-se em:</div><div><strong>arriba baixa ou rochas,</strong> como&nbsp;<strong>de Caminha a Esposende,&nbsp;</strong>onde corresponde a uma estreita faixa de&nbsp;<mark>costa de emersão</mark>(área do litoral que emergiu por efeito do recuo do mar, dando origem a pequenas reentrâncias e algumas praias)<br>-&nbsp;<strong>arriba alta e escarpada,&nbsp;</strong>como:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-&nbsp;<strong>da Nazaré à foz do tejo;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - do cabo Espichel à foz do sado;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - do cabo de Sines&nbsp; ao de São&nbsp; &nbsp; &nbsp;Vicente&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - no barlavento algarvio;<br></strong>O&nbsp;<strong>litoral baixo&nbsp;</strong>surge na maior parte da costa: - de&nbsp;<strong>Espinho a São Pedro de Moel;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- do Estuário do Tejo;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- da Foz do Sado a Sines;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- sotavento algarvio.<br>&nbsp;</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:14:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Problemas da gestão do litoral</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601459782</link>
         <description><![CDATA[<div>• A <strong>pressão urbana sobre o litoral</strong>, causada pela litoralização e pelo aumento do turismo associado ao mar e à praia</div><div>• <strong>Pressão humana sobre as dunas</strong>, como a construção que impede a fixação de vegetação&nbsp;</div><div>• <strong>Construção sobre as arribas</strong>, aumenta a sua instabilidade e acelera o seu desmoronamento&nbsp;</div><div>• <strong>Obras de proteção da costa</strong>, como molhes que induzem maior erosão a sul e maior acumulação de areias a norte</div><div>• O <strong>aumento da erosão costeira</strong>, causado pela redução de sedimentos fluviais e a ameaça de subida do nível médio das águas do mar (devido ao aquecimento global), que leva ao desaparecimento de praias e à maior erosão das arribas</div><div>• A <strong>poluição marítima</strong> com efluentes continentais, devido à crescente atividade turística associada ao mar e ao intenso tráfego marítimo&nbsp;</div><div>• A <strong>sobre-exploração dos recursos vivos</strong>, que reduz os stocks e coloca muitas espécies em risco de extinção&nbsp;</div><div>• Na <strong>aquicultura</strong>, o perigo de:</div><div>&nbsp;- <strong>poluição das águas</strong> por efluentes não tratados</div><div>&nbsp;- desequilíbrios nos ecossistemas por proliferação de <strong>espécies invasoras<br><br></strong>Sara Santos e Vasco Fonseca</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:35:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção da aquicultura na União Europeia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601462122</link>
         <description><![CDATA[<div>ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AQUICULTURA EUROPEIA:</div><div>•Criar empregos estáveis a longo prazo, nomeadamente em zonas que dependem da pesca;</div><div>•Assegurar que sejam disponibilizados aos consumidores produtos saudáveis, seguros e de boa qualidade, bem como promover normas exigentes em matéria de sanidade e de bem-estar dos animais;</div><div>•Garantir uma atividade segura do ponto de vista ambiental.</div><div><br></div><div>CONSTRUIR UM FUTURO SUSTENTÁVEL PARA A AQUICULTURA&nbsp;</div><div>•Promoção da competitividade da produção aquícola da UE;</div><div>•Criação das condições para um desenvolvimento sustentável da aquicultura</div><div>•Melhorar a imagem e a governança do setor.</div><div><br></div><div>PLANOS ESTRATÉGICOS NACIONAIS PLURIANUAIS</div><div><br></div><div>ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICOS PARA UMA AQUICULTURA DA UE MAIS SUSTENTÁVEL E COMPETITIVA<br>&nbsp;<br>Mariana Roleto&nbsp;<br>Matilde <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:37:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Organização Comum dos Mercados dos produtos da pesca e da aquicultura (OCM)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601463214</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>objetivos:</strong></div><ul><li>contribuir para a exploração sustentável dos recursos biológicos marinhos vivos,</li><li>aplicar a PCP ao nível adequado no setor das pescas e da aquicultura&nbsp;</li><li>reforçar a competitividade do setor das pescas e da aquicultura da União, em especial a dos produtores,</li><li>melhorar a estabilidade dos mercados,</li><li>assegurar que a distribuição do valor acrescentado ao longo da cadeia de abastecimento do setor seja mais equilibrada,</li><li>melhorar as informações prestadas ao consumidor e aumentar a sua sensibilização,</li><li>assegurar condições idênticas para todos os produtos comercializados na União através da promoção da exploração sustentável dos recursos haliêuticos,</li><li>assegurar que os consumidores dispõem de um abastecimento diversificado de produtos da pesca e da aquicultura,</li><li>fornecer ao consumidor informações verificáveis e precisas sobre a origem do produto e o seu modo de produção.</li></ul><div><br>Ana Luísa</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:38:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquicultura </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601463310</link>
         <description><![CDATA[<div>-&gt; A aquicultura é uma forma alternativa de pesca, através da criação de organismos aquáticos com processos que aumentam a produção do meio natural, reduzindo assim a pressão sobre os recursos marinhos, favorecendo a sua recuperação e permitindo repovoar alguns habitats naturais. <br>-&gt; A extensa linha de costa é um fator favorável para a aquicultura, destacando-se esta atividade nas rias de Aveiro e de Faro. <br>-&gt; A água salobra é também um fator favorável, devido à facilitada adaptação das espécies a estas águas. <br>-&gt; Existem normas europeias da modernização técnico-cientifica a respeitar, tais como: <br>&nbsp;• A qualidade e arejamento da água, para garantir a saúde e segurança alimentar das espécies;<br>&nbsp;• O tratamento dos efluentes;<br>&nbsp;• Manuseamento de espécies que não fazem parte dos meios naturais da área de produção para não serem confundidas com espécies invasoras. <br>-&gt; A prática da aquicultura assenta em três regimes de produção - extensivo, semi-intensivo e intensivo.<br>&nbsp;<strong>Extensivo: </strong>faz uso das condições naturais disponíveis, neste regime a espécie a produzir é capturada no meio natural ou tem origem em unidades de reprodução. A produção efetua se com recurso a alimentação exclusivamente natural. Conjuga a ciência com as práticas tradicionais, tendo pouco impacto no meio natural;<br>&nbsp;<strong>Semi-intensivo: </strong>recorre à reprodução artificial para a obtenção de ovos e durante a fase de engorda, efetuam se amostragens e calibragens para otimizar o crescimento e aumentar o rendimento, recorrendo a alimentos naturais e a suplementos alimentares artificiais. <br>&nbsp;<strong>Intensivo: </strong>todos os parâmetros de produção encontram se sob observação permanente. Recorre-se a calibragens e amostragens sucessivas para aumentar o rendimento, controlando se a produção e o crescimento. A espécie é alimentada recorrendo exclusivamente a alimento artificial. Tem um forte impacto ambiental por gerar uma grande carga de resíduos derivados da alimentação articula.&nbsp;<br>-&gt; Na criação de regime extensivo e semi-intensivo não há interferência no ser humano, no ambiente onde as espécies se desenvolvem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:38:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Garantir a Sustentabilidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601464405</link>
         <description><![CDATA[<div>• <mark>Plano se Situação do Ordenamento de Espaço Marítimo (PSOEM)</mark>, tem como objetivos:&nbsp;<br>&nbsp; - reforçar a posição geoestratégica de Portugal;&nbsp;<br>&nbsp; - valorizar o mar na economia nacional;<br>&nbsp; - contribuir para a coesão nacional;&nbsp;<br>&nbsp; - contribuir para o ordenamento da bacia atlântica.&nbsp;<br><br>madalena vilela e madalena duarte</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Política comum das Pescas (1970)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601466543</link>
         <description><![CDATA[<div>Atual - reforma de 2002</div><div><br></div><div>Cada Estado-Membro elabora um programa operacional a financiar pelo FEAMP (Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas), que no caso de Portugal, atualmente, é o Mar 2030.</div><div><br></div><div><strong>Objetivos:</strong></div><ul><li>Proteger o ecossistema marinho</li><li>Conservar os recursos da pesca</li><li>Assegurar a viabilidade económica das frotas da UE</li><li>Fornecer aos consumidores alimentos de qualidade</li><li>Utilização sustentável e equilibrada dos recursos aquáticos vivos&nbsp;</li></ul><div><br><br>Beatriz Rosa</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:41:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ajudas Estruturais ao Setor das pescas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601467923</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivos:<br><br>O principal objetivo da política estrutural das pescas é definir as medidas financeiras que permitam a implementação da Política Comum das Pescas e o desenvolvimento sustentável das zonas de pesca e de aquicultura. Esta ajuda os pescadores a cumprirem os novos requisitos relativos à proibição de devoluções, a novas medidas de segurança, a mudanças nas condições de trabalho, à recolha de dados e às infraestruturas portuárias, entre outros.<br><br>Este programa tem quatro domínios&nbsp;<br><br>-Sustentabilidade ambiental das pescas da UE<br>-Competitividade do setor das pescas da UE:<br>-Melhores Condições sociais<br>-Crescimento Azul (Aquicultura)<br><br>Tiago Guedes</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:42:45 UTC</pubDate>
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         <title>Política marítima integrada na UE</title>
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         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601469229</link>
         <description><![CDATA[<div>A política marítima é um quadro político que visa promover o desenvolvimento sustentável de todas as atividades marítimas e das regiões costeiras, melhorando a coordenação das políticas relativas aos oceanos, mares, ilhas, regiões costeiras e ultraperiféricas e sectores marítimos.</div><div>Objetivos:</div><ul><li>melhorar o nível de segurança marítima e de poluição no mar desenvolvendo a formação&nbsp;</li><li>certificação marítimas em conformidade com as regras internacionais e o progresso tecnológico</li></ul><div><br>Matilde Lehrfeld<br>Mariana Roleto </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:44:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Salicultura </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601474485</link>
         <description><![CDATA[<div>-&gt; A salicultura consiste na produção de sal marinho através da evaporação solar.<br>-&gt; A costa portuguesa compreendida entre a ria de Aveiro e a foz do Guadiana, apresenta boas condições para a prática desta atividade, devido às condições edafo-climáticas (solos e clima) bastante favoráveis.&nbsp;<br>-&gt; O produto obtido é uma mistura de vários sais precipitados da água do mar, na qual predomina, fundamentalmente, o cloreto de sódio.&nbsp;<br>-&gt; Em Portugal, está atividade é principalmente destinada a fins alimentares.<br>-&gt; O sal marinho comum é o mais consumido por ser mais barato, este provém de salinas modernas onde se usam meios mecânicos. O sal marinho tradicional é recolhido manualmente em salinas tradicionais onde a colheita é também manual e diária, conservando melhor as características naturais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:48:53 UTC</pubDate>
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         <title>Relações internacionais em matéria de pescas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601475415</link>
         <description><![CDATA[<div>objetivos:</div><ul><li>Contribuir para o desenvolvimento dos conhecimentos científicos;</li><li>Melhorar a coerência política das iniciativas da União, e reforçar a coerência das medidas tomadas no contexto da cooperação para o desenvolvimento e da cooperação científica, técnica e económica;</li><li>Realização de atividades de pesca sustentáveis e economicamente viáveis e fomentar o emprego na União;</li><li>Assegurar que as atividades de pesca da União exercidas fora das águas da União se baseiam nos mesmos princípios e normas que os da legislação da União aplicável no domínio da PCP, promovendo simultaneamente a existência de condições equitativas para os operadores da União em relação aos operadores de países terceiros;</li><li>Erradicar a pesca ilegal;</li><li>Promover a criação e o reforço de comités de cumprimento das ORGP (Organizações Regionais de Gestão das Pescas), de análises independentes periódicas do desempenho e as medidas corretivas adequadas, aplicadas de forma transparente e não discriminatória.</li></ul><div><br>Ana Luísa </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:49:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gestão e Controlo das Pescas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601480195</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Gestão das pescas</mark></strong><br><br><strong>Objetivo:</strong> garantir a viabilidade a longo prazo do setor através da exploração sustentável dos recursos.</div><div><br>Através de:</div><ul><li>Regras que regem o acesso às águas e aos recursos (ZEE)</li><li>Rendimento máximo sustentável (exploração sustentável)</li><li>Possibilidades de pesca</li><li>Princípio da estabilidade relativa (repartição das possibilidades de pesca)</li><li>Melhor ajustamento às capacidades de pesca</li><li>Regulamento sobre medidas técnicas (métodos de captura)</li><li>Planos de gestão (Plano das Águas Ocidentais, Mar Mediterrâneo ocidental, Mar do Norte, Mar Báltico)</li></ul><div><br><strong><mark>Controlo das pescas</mark></strong><br><br>A <strong>Agência Europeia de Controlo das Pescas</strong>, assegura o cumprimento das regras da PCP.<br><br>A <strong>Agência Europeia da Segurança Marítima </strong>presta serviços marítimos integrados, com base nos sistemas de notificação obrigatória dos navios e outros instrumentos de vigilância; Guarda Europeia de Fronteiras e Costeira.<br><br><br>A política de controlo das pescas pretende garantir que:</div><div><br></div><ul><li>Apenas sejam capturadas as quantidades de peixe autorizadas e que os dados de gestão das pescas sejam recolhidos;</li><li>Os Estados-Membros e a Comissão cumpram o seu papel em tempo oportuno;</li><li>As regras sejam aplicadas a todas as pescarias;&nbsp;</li><li>A rastreabilidade da cadeia de abastecimento seja garantida «da rede ao prato».</li></ul><div><br><br><br>Beatriz Rosa</div><div><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 09:54:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ação do mar sobre a linha de costa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601488630</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O mar é um poderoso agente erosivo, que exerce sobre a linha de costa uma ação que envolve os processos de <strong>desgaste</strong>, <strong>transporte</strong> e <strong>acumulação</strong> de materiais rochosos, designada por erosão marinha.&nbsp;</div><div>O desgaste é provocado pela força das ondas&nbsp; que, com o seu movimento, provocam a fragmentação das rochas.</div><div><br></div><div><br></div><div>Esta ação é, geralmente, reforçada pela areia e por fragmentos rochosos arrancados às rochas do litoral ou transportados pelas correntes marinhas ou pelos rios até ao mar. Estes materiais, pela ação das ondas, são projetados contra as formações rochosas do litoral que sofrem, assim, uma intensa erosão mecânica, à qual se dá o nome de <strong>abrasão marinha</strong> que leva ao progressivo recuo das arribas vivas.</div><div>Esta contínua ação de desgaste é intensa na base das arribas, fazendo com que a parte superior fique sem apoio e se desmorone, o que conduz ao seu progressivo recuo. Muitas das praias foram criadas com este processo, a isto chamamos de<strong> arriba morta.</strong></div><div>&nbsp;(a arriba já não se encontra exposta à abrasão marinha devido ao seu recuo, ou abaixo do nível do mar ou ao levantamento da superfície continental).</div><div><br></div><div>As arribas talhadas em formações rochosas de maior dureza resistem mais à abrasão marinha, ao contrário das rochas mais brandas, que recuam mais de-pressa. Assim, se formam:</div><ul><li>&nbsp;<strong>cabos</strong>, nas formações mais resistentes</li><li>&nbsp;<strong>enseadas</strong> e pequenas baías, mesmo em áreas de costa alta, nas formações de menor dureza.</li></ul><div><br></div><div>A <strong>corrente de deriva litoral </strong>tem uma grande importância no transporte e deposição de sedimentos.</div><div>Onde a velocidade e o sentido das correntes é favorável à deposição dos materiais transportados, dá-se a sua acumulação, originando praias mais ou menos extensas, nas quais os materiais continuam a ser fragmentados e arredondados também pode ocorrer o assoreamento da foz dos rios e da entrada de reentrâncias da costa, formando-se restingas e ilhas barreiras, a que frequentemente se associam áreas lagunares de áqua salobra.</div><div><br></div><div>A configuracão da linha de costa também é influenciada por <strong>movimentos tectónicos</strong> e <strong>alterações climáticas</strong>, que provocaram:</div><ul><li>&nbsp;<strong>regressões marinhas</strong>, em que o recuo do mar faz emergir áreas submersas;</li><li><strong>transgressões marinhas</strong>, em que o avanço do mar submerge áreas continentais formando costas de submersão.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>indústria transformadora dos produtos da pesca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601488649</link>
         <description><![CDATA[<div>•Gera emprego e riqueza, contribuindo para a economia das comunidades costeiras. <br>•É subdivida em 3 setores: <br><br><strong>Congelados</strong> <br>•Peixe inteiro, em filetes ou postas; <br>•Marisco; <br>•Vários preparados alimentares; <br>•Grande qualidade e segurança alimentar; <br>•São geralmente preparados e congelados em alto mar. <br><br><strong>Preparados e conservas&nbsp;<br>•</strong>Destaca-se o atum e a sardinha; <br>•É o que produz menos, tem maior exportação e é o único com saldo positivo;<br>•Tem uma oferta muito diversificada. <br><br><strong>Salga e secagem</strong>&nbsp;<br>•O bacalhau é o peixe mais utilizado neste sub setor;&nbsp;<br>•É tradicional de Portugal;&nbsp;<br><br>•outros métodos como a fumagem têm vindo a afirmar se em Portugal em espécies como espadarte e produtos de aquicultura.<br><br><em>mafalda, francisca, madalena s. e bárbara </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:01:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mão de obra na pesca-estrutura etária </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601490107</link>
         <description><![CDATA[<div>-&gt; Maioritariamente homens;<br>-&gt; Idade média de 41,5 anos;<br>-&gt; Grande proporção dos níveis etários acima dos 45 anos;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:03:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As zonas marítimas dos Estados costeiros e a ZEE de Portugal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601490267</link>
         <description><![CDATA[<div>As<strong> milhas náuticas</strong> são medidas a partir da linha base (linha da baixa-mar ou baixa maré)</div><div>O <strong>mar territorial</strong> tem até ás 12 milhas náuticas.&nbsp;</div><div>A<strong> zona contígua</strong> tem as medidas desde o limite final da zona do mar territorial até às 24 mn (milhas náuticas), pode exercer fiscalização sobre as infrações ás suas leis.&nbsp;</div><div>A <strong>plataforma continental</strong>, corresponde à parte submersa da placa continental, com profundidade máxima de 200m.</div><div>A <strong>Zona Económica Exclusiva</strong> (ZEE), desde os limites do mar territorial até ás 200 mn, compreendido no, subsolo e o solo marinho; a coluna de água e a superfície superior; e o espaço aéreo sobrejacente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:03:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Singularidade da linha da Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601491272</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Na costa alta e rochosa dos arquipélagos, mais recortada que a do Continente, sobressaem diversas formas resultantes da dinâmica interna das ilhas, e de processos de erosão</div><ul><li><strong>fajãs</strong> - <em>terreno plano à beira-mar</em> - formadas pelos materiais desprendidos das vertentes.</li><li><strong>fajãs e deltas lávicos,</strong> formados por escoadas de lava, que arrefeceram ao chegar ao mãe, formando piscinas naturais.</li><li><strong>reentrâncias da foz das ribeiras</strong>, algumas em cascata, pelo encontro abrupto com o mar.</li><li><strong>praias escuras de areia e calhaus</strong> de basaltos e lava, e a praia de areia branca e seu cordão dunar, no Porto Santo.</li></ul><div><br></div><ul><li>Em São Jorge há mais de 70 fajãs, destacando-se a <strong>Caldeira de Santo Cristo e a dos Cubres.</strong></li><li><strong>Cone abatido do Vulcão dos Capelinhos</strong>, que emergiu do mar e acresceu a ilha do Faial.</li><li>Piscinas naturais, nos Mosteiros (São Miguel)</li><li><strong>Arco de São Jorge</strong>, um geossítio de depósitos resultantes de movimentos de massa. nas vertentes das montanhas, que adquirem a configuração de um arco.</li><li><strong>Delta lávico do Seixal</strong>, é uma escoada de lava que avançou sobre o mar.</li></ul><div><br></div><div>Na linha da Costa sobressaem os chamados <strong>acidentes do litoral</strong>:</div><div><br></div><div><strong>Ria de Aveiro</strong> é um tipo de costa resultante da acumulação de sedimentos de origem marinha e fluvial que formam cordões de areia, originando pequenas lagoas cujo isolamento não é total.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Tômbolo de Peniche</strong> é uma pequena península que resultou da acumulação de sedimentos de origem marítima e fluvial, num mar pouco profundo, entre o antigo litoral e uma pequena ilha.</div><div><br></div><div><strong>Concha de São Martinho do Porto</strong> é um antigo golfo cuja entrada ficou cada vez mais apertada pela deposição de areias e seixos, resultando numa pequena baía, em forma de concha.</div><div><br></div><div><strong>Estuários do Tejo e Sado</strong> são reservas naturais da Rede Natura 2000, com grande biodiversidade e onde nidificam inúmeras aves migratórias. São áreas naturalmente abrigadas, com boas condições para portos marítimos, como o de Lisboa e Setúbal.</div><div><br></div><div><strong>Ria de Faro ou Formosa</strong> é um sistema lagunar de restingas e ilhas-barreira, resultante da acumulação de sedimentos marinhos. Oferece boas condições para a pesca, a aquicultura, a salicultura e atividade portuária.</div><div>E Reserva Natural da Rede Natura 2000.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:04:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mão de obra na pesca-qualidade da mão de obra </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601494142</link>
         <description><![CDATA[<div>-&gt; Baixas qualificações dos pescadores, devido a:&nbsp;<br>• Más condições de trabalho;<br>• Um sistema de remunerações pouco aliciante;<br>• Insegurança;<br>• Outras alternativas de emprego.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:07:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correntes marítimas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601494816</link>
         <description><![CDATA[<div>As correntes marítimas são a deslocação de grandes massas de água com idênticas características de temperatura e densidade. a correntes influenciam a abundância de pescado, como correntes temos a corrente de Portugal e a corrente fria das Canárias e dessas duas correntes acontece também o upwelling (verão).<br>• correntes frias- originam na subida das águas, arrastam matéria orgânica e mineral no fundo do mar e são mais ricas em nutrientes&nbsp;<br>• correntes quentes- são pouco favoráveis à formação de plâncton<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - plâncton- organismos microscópicos vegetais (fitoplâncton) ou animais (zooplâncton)<br>• no encontro de uma corrente fria com uma quente, ocorre maior agitação e oxigenação das águas e, por isso, existe uma maior formação de de plâncton. É um fator favorável pois a maior agitação e oxigenação das águas favorece o aumento de nutrientes.<br>• deriva do Atlântico Norte: a parte da corrente quente do golfo desloca se para NE, até à Irlanda. Divide se então de norte para sul. Esta designa se&nbsp; por Corrente de Portugal. É um fator desfavorável porque é uma corrente quente (superficial) e as suas águas são pobres em nutrientes e vida marinha.<br>A sudoeste do território, a corrente de Portugal de Portugal junta se à corrente fria das Canárias. A deriva do Atlântico Norte que passa ao largo de Portugal em deslocação para sul, toma a designação de corrente de Portugal.<br>Upwelling<br>• upwelling- corrente de águas profundas e frias que ascende à superfície carregada de nutrientes.<br>Em Portugal, no verão, ocorre o fenómeno chamado de upwelling ou afloramento costeiro, por efeito da nortada (ventos fortes de norte) que sopra no litoral, acaba por afastar as águas superficiais para o largo e origina uma corrente de compensação de águas profundas e ricas em nutrientes que vão ascender à superfície. Acaba por ser favorável, pela quantidade de nutrientes que aumenta o volume e a qualidade do pescado. Por exemplo, a sardinha é mais gorda e apetitosa no verão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:08:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mão de obra na pesca-pescadores matriculados </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601495289</link>
         <description><![CDATA[<div>-&gt; O número de pescadores matriculados tem vindo a decrescer, devido a:<br>• Uma irregularidade da quantidade pescada;<br>• Fraco interesse pela população ativa jovem;<br>• Condições pouco aliciantes de trabalho;<br>• Instabilidade económica do setor;<br>• Modernização funcional da frota.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:08:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta de alargamento do território marítimo de Portugal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luisapinto/RecursosMaritimos10H/wish/2601495759</link>
         <description><![CDATA[<div>A ZEE portuguesa reparte-se em três áreas:</div><ul><li>Continental;</li><li>Açores;&nbsp;</li><li>Madeira</li></ul><div><br></div><div>Portugal em 2009 e reformulada em 2017 propôs às Nações Unidas o alargamento, para lá das 20 mn da plataforma continental portuguesa, no sentido jurídico (solo e o subsolo marinhos).</div><div>Caso seja aprovada, 97% do território português passará a ser mar, tendo a multiplicidade de recursos naturais a que Portugal terá direito à sua exclusiva exploração.&nbsp;</div><div>Caso não seja aprovado, Portugal terá de continuar a aprofundar os fundos marinhos de modo a responder às dúvidas e recomendações da comissão das Nações Unidas que é responsável por esta matéria.</div><div>A decisão da ONU estava prevista ser tomada em 2021, mas com a pandemia COVID-19 atrasou esse processo. Pode ser aceite como as Filipinas e aí Portugal pode começar a explorar os recursos na sua nova área de soberania. Ou pode não ser aceite com a proposta brasileira, em que foram feitas recomendações. A Comissão poderá recomendar que Portugal estabeleça acordos com estados adjacentes, como Marrocos e Espanha&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 10:09:32 UTC</pubDate>
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