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      <title>Festival &quot;Olhares do Mediterrâneo&quot; e os Direitos Humanos  by Elisabete Cristina Costa da Silva Santos</title>
      <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl</link>
      <description>Após o visionamento das curtas metragens apresentadas no Festival de Cinema  &quot;Olhares do Mediterrâneo&quot; e comemorando o Dia Internacional dos Direitos Humanos, as turmas A e B do 10º ano, da DMVCB, refletiram sobre o respeito (desrespeito) pelos artigos apresentados na Declaração Universal dos Direitos Humanos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-09 10:20:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1001627491</link>
         <description><![CDATA[<div> Max </div><div><br></div><div>A curta metragem "Max", de Florence Hugues, retrata uma rapariga de 16 anos chamada Maxine. Esta foi fazer um estágio numa oficina como mecânica. Maxine trabalha muito, mas quando acabou o contrato de estágio, não foi contratada por ser uma mulher e pelos clientes criticarem a existência de um trabalhador do sexo feminino, num trabalho que é considerado pela maioria da população um trabalho que deveria ser realizado por trabalhadores do sexo masculino. </div><div>Assim sendo, este preconceito viola o artigo nº2 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que indica que todos os seres humanos têm direito a proclamar os direitos e as liberdades presentes na Declaração atual, sem distinção de raça, cor, sexo, religião, entre outros.</div><div>Desta forma, a curta metragem pretende representar uma sociedade machista que não consegue ver as mulheres noutros cargos se não os estipulados pela mesma. </div><div>Em suma, esta curta metragem está relacionada com o artigo nº2 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). </div><div><br>Miguel Giraldes n°13, Miguel Teixeira n°14, Bernardo Dias n°2 e Filipe Rodrigues n°8 do 10°A.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 10:29:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1001631176</link>
         <description><![CDATA[<div>Pile Poil<br>Criadores: Lauriane Escaffre e Yvonnick Muller<br><br>Artigo 1: O artigo relaciona-se com o vídeo porque apesar de não haver<br>nenhuma regra a dizer que o modelo para o trabalho tem de ser uma<br>mulher, quando a professora vê que o pai é o modelo, ela hesita e mostra-se confusa.<br>Artigo 2: O artigo relaciona-se com o vídeo porque de acordo com ele<br>todos os seres humanos são iguais independentemente do sexo (entre<br>outros),mas quando o pai entra na sala para ser o modelo da filha, a<br>professora e outras pessoas na sala ficaram espantadas e confusas porque<br>o habitual é que o modelo seja uma mulher.<br>Daniela Vieira n°5</div><div>Pedro Silva n° 15</div><div>Ruben Lopes n° 22</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 10:31:32 UTC</pubDate>
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         <title>Extra Safe</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Extra Safe" é uma curta-metragem, realizada por Nouran Sherif, uma mulher de nacionalidade egípcia, no âmbito da 7ª edição de “Olhares do Mediterrâneo” - Women's Film Festival. Este festival permitiu-nos assistir à exibição da obra cinematográfica de várias mulheres por todo o Mediterrâneo, num projeto colaborativo e educativo.</div><div>No filme referido, Noha, uma jovem egípcia de 28 anos, vai à farmácia com a intenção de comprar preservativos. Está a ser incomodada pela sua mãe que, num telefonema, manifesta a intenção de ir ao seu encontro, algo que Noha recusa, receosa do julgamento e discriminação da mãe.</div><div>Mais tarde, já na fila para pagar, uma menina, acompanhada pela mãe, mostra-se curiosa sobre o produto que Noha irá comprar, o que deixa a mãe da criança muito desconfortável.</div><div>Começa uma inquietação na farmácia, quando o sistema de pagamento deixa de funcionar, e a mãe da menina interpela Noha, insinuando que a jovem deveria esconder o item, para que este não fosse visto, especialmente pela sua filha, alegando que é uma falta de respeito para com todos. Esta situação gera falatório, comentários e até discussões dentro da farmácia. Para agravar a situação, chega a mãe de Noha, que entra na discussão, defendendo a sua filha. No entanto, quando entende o porquê do desentendimento,  perplexa e com vergonha de Noha, aumentando o alarido.</div><div>Considerámos que vários artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos se relacionam com a problemática e com a situação em si apresentada na curta-metragem, tais como o Artigo 2º (toda a gente é merecedora dos seus direitos de forma igual e sem distinções), o 12º (respeitar a privacidade do outro e não abalar a sua honra e reputação) e o 17º (ninguém pode ser privado da propriedade). O que mais se relaciona é o Artigo 1º: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”</div><div>Independentemente do seu género, estado civil, religião e crenças da sociedade que a rodeiam, deveria ser permitido a uma jovem de 28 anos ter a liberdade de comprar preservativos sem ter de enfrentar o julgamento, opinião e crenças da comunidade (e especialmente da sua mãe que deseja controlar os aspetos da vida da filha), invadindo a privacidade de Noha e abalando a sua dignidade. Toda esta situação revela uma falta de fraternidade, pois as pessoas não agiram com respeito nem harmonia.<br><br></div><div>Catarina Coutinho, nº 4</div><div>Lara Navalho, nº 11</div><div>Soraia Delgado, nº 31</div><div>10ºA<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 10:37:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1001798682</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> Max<br></strong><br></div><div>Nesta curta metragem francesa apresentam-nos a personagem Max, uma rapariga de 16 anos que se encontra a estagiar como mecânica de carros numa garagem. Ela demostra ser muito eficiente e esforçada no trabalho que executa, no entanto, os clientes julgam-na por Max ser uma mulher. Como tal, o patrão dela com medo de afastar clientes, decide não aceitá-la no trabalho, mas dá-lhe uma carta de recomendação, uma vez que reconhece a sua competência.<br><br></div><div>Esta curta metragem demostra de forma percetível como na sociedade atual existe a discriminação da mulher no trabalho, não respeitando o artigo número 23. Pois, segundo este artigo, todas as pessoas têm direito ao trabalho e à livre escolha deste, não importando o sexo, a raça, a religião, etc.</div><div><br></div><div>10°B – Diogo Martins, n°7<br>Margarida Fernandes, n°19<br>Raquel Martins, n°25<br>Rita Nunes, n°26<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 12:02:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1001803864</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Matriochkas</strong></div><div> </div><div>Matriochkas é uma curta metragem fictícia, protagonizado por Hélöise Valle, realizado por Bérangére Me Neese, em 2019, na Bélgica/França .</div><div>O argumento deste produção baseia-se na história de uma rapariga de 16 anos, chamada Anna que vive com a mãe, Rebbeca. Ao longo desta obra cinematográfica, Anna descobre que está grávida. A mãe vê se nela, pois com a mesma idade também descobriu que carregava um bebé. Apoiava assim a ideia de prosseguir a gravidez de Anna sem pensar em outras possíveis hipóteses, deixando a sem qualquer tipo de opinião, desrespeitando o artigo 19 da declaração universal dos universos humanos.</div><div>Este artigo infere que todos os cidadãos têm o direito à liberdade de opinião e expressão. O que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões, o que não aconteceu com Anna.</div><div>Rebbeca “impôs” a Anna que prosseguisse com a gravidez sem considerar a sua opinião, que era abortar, limitando a sua liberdade de opinião e expressão.</div><div>Se Anna seguir com a sua vontade, a relação com a sua mãe poderá ser quebrada. Porém ela vai encontrar apoio o de menos espera...<br>10ºB<br>-Joana Lopes n14</div><div>-Inês Pinto n13</div><div>-Guilherme Grilo n12</div><div>-Sofia Germano n30</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 12:05:54 UTC</pubDate>
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         <title>Max</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>    O filme "Max" conta a história de uma mulher que estava a estagiar numa oficina automóvel.Os clientes da oficina estranhara, o facto de ser uma mulher a atendê-los, deixando a oficina mal vista.No Final do seu estágio, o seu patrão negou-lhe o emprego a tempo inteiro, para poupar dinheiro.</div><div>   De acordo com o artigo 23º da declaração universal dos direitos humanos, todas as pessoas têm direito à livre escolha de um trabalho sem qualquer discriminação, tendo uma remuneração justa e satisfatória.</div><div>   Esta curta metragem demonstra que este direito não está a ser cumprido e respeitado em todo o mundo, sendo importante sensibilizar as pessoas para a sua importância.<br><br>Nicolas Silva Nº22, Rodrigo Souto Nº27, Martim Castanheira Nº21 e Leonardo Silva Nº18 da turma 10ºB<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 14:51:15 UTC</pubDate>
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         <title>Matriochkas</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A curta metragem “ Matriochkas” aborda as ideias do artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Este artigo tem por base os factos:</strong></div><div><strong>- Todas as pessoas terem o direito a um nível de vida suficiente para assegurar a si e à sua família a saúde e o bem-estar básicos;</strong></div><div><strong>- A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência necessária. Assim todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma proteção social.</strong></div><div><strong> No filme é relatada a situação de Anna, uma rapariga de 16 anos, que vive com a sua mãe, num bairro social de naturalidade francesa. Anna engravida e quer abortar, mas a sua mãe não está de acordo e Anna vê-se obrigada a fazê-lo às escondidas da sua mãe. No dia a dia, a mãe de Anna organiza festas, onde há consumo de droga, bebida e tabaco. </strong></div><div><strong>Este filme remete ao artigo destacando a ausência destes direitos devido à falta de condições necessárias.</strong> <br>Laura Teixeira nº17 Carmen Silva nº4 <br>Bruno Mendes nº3<br> Bernardo Silva nº1 <br>10ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 14:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Festival &quot;Olhares do Mediterrâneo&quot;</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <title>Extra Safe</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Il Fagotto</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Matriochkas</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:06:40 UTC</pubDate>
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         <title>Laatash</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:07:45 UTC</pubDate>
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         <title>Max</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>Pile Poil</title>
         <author>ecsantos</author>
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         <pubDate>2020-12-10 15:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Matriochkas<br><br>A curta metragem retrata a história de uma jovem chamada Anna de 16 anos, que mantinha relações com vários parceiros à semelhança da sua mãe. Entretanto acabou por engravidar sem saber quem seria o pai da criança, tomando a decisão de não querer avançar com a gravidez até ao fim, querendo fazer um aborto. A sua mãe quando descobriu essa decisão foi contra a opinião da filha dizendo que ela teria que ter a criança pois a criança tinha direito à vida. Numa ida ao hospital uma médica aconselhou-a a ir a uma clínica de aborto, a mãe como estava contra, o atual companheiro desta que apoiava Anna levou-a a essa clínica. Após a ida à clínica, comunicaram-lhe que teria de pensar melhor nessa decisão dando-lhe uma semana para se decidir se queria interromper a gravidez.</div><div>De acordo com o artigo nº3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que passo a transcrever:</div><div><em>“Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.”</em></div><div>Anna não tem o direito de fazer o aborto pois estaria a contrariar este artigo ao impedir o nascimento da criança. Trata-se de um ser vivo que não tem culpa das decisões da sua progenitora.<br>Turma 10ºA<br>Daniela Pereira, nº6<br>Ema Dias nº 7<br>Rita Coelho nº 20</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 15:10:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1006461044</link>
         <description><![CDATA[<div>Extra Safe<br><br>Artigo 12°</div><div>Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques, toda a pessoa têm direito a proteção da lei.</div><div>No filme como podemos observar este artigo não foi aplicado pois a adolescente ia comprar preservativos e começou a ser julgada e atacada pelos clientes que se encontravam na farmácia. Os clientes não respeitaram a sua vida privada, honra nem reputação.</div><div>O filme "Extra Safe", que foi referido anteriormente, foi realizado por Nouran Sherif<br>10ºA<br>Rodrigo Oliveira N°21</div><div>Rafael Batista N°16</div><div>Vasco Pedro N°28</div><div>Tomás Fernandes N°27</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 15:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Laatash</title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1006469817</link>
         <description><![CDATA[<div> Iniciou- se, há muitos anos, uma guerra no Saara, e as mulheres aí habitantes tiveram de se refugiar numa cidade. Esta cidade era dirigida pelas mesmas. Elas é que tomavam as decisões importantes, como a distribuição da água e as outras decisões difíceis. Ao longo da curta-metragem/documentário são feitas entrevistas a algumas das líderes da cidade. Foram discutidas as dificuldades que passam no seu quotidiano, como a falta de água, que é apenas usada para o consumo (estando dependentes da chuva para lavar qualquer um dos seus pertences).<br> Este documentário estabelece correlação com o Artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que defende que "Todas as pessoas têm direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação..."<br> Como foi exposto no documentário, estas mulheres não tinham as condições necessárias para usufruírem de um estilo de vida digno e que permita o seu bem-estar tal como o dos seus filhos. Tendo em conta o que é defendido no artigo apresentado, pensamos que este ainda não está bem aplicado, pois por gerações estas mulheres têm vivido em condições precárias sem acesso a água potável, até muito recentemente, dependendo da chuva para tarefas diárias, tudo porque uma guerra decorre no seu país de origem, da qual não têm culpa, e mesmo assim têm de viver nesta condições muito fracas que se opõem ao que o artigo afirma que todos os seres humanos têm direito a ter. Outro facto que se opõe é o dos seus filhos não receberem assistência, vivendo nas mesmas precárias condições que as suas mães.<br> O documentário foi realizado por Elena Molina. <br><br>10ºA<br>Carolina Veloso Nº1<br>Bruna Pinto Nº3<br>Tacyana Ribeiro Nº23<br>Tomás Costa Nº26</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 15:16:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Max</div><div><br></div><div>  Uma rapariga nova, chamada Max, foi trabalhar como estagiária numa oficina. Foi trabalhando e chegou a ser uma das melhores trabalhadoras lá. No fim do estagiário e o patrão não a contratou, de acordo com ele, seria uma vergonha ou não seria admissível uma mulher trabalhar na sua oficina.</div><div>Este filme pode ser relacionado com 2 artigos, o artigo n°21 e n°23, mas tem a ver mais com o artigo 23.</div><div>  De acordo com o artigo n°23 da declaração universal dos direitos humanos, todas as pessoas, sejam homem ou mulher, têm o direito ao trabalho, à livre escolha de trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à proteção contra o desemprego.</div><div> De acordo com o artigo n°21 da declaração universal dos direitos humanos, toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, em condições públicas do seu país.</div><div>Neste filme viola-se ambos artigos, pois podemos observar a discriminação de género, só por a pessoa que está em questão ser mulher não pode trabalhar em uma oficina, sendo que tinha altas capacidades para ser trabalhadora de uma oficina e têm total direito ao trabalho.<br>Vitor e Viviana<br>10ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 15:32:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1006572507</link>
         <description><![CDATA[<div>Max<br><br>Esta curta-metragem foi feita pelo produtor francês Florence Hugues, em 2019.<br> Esta história retrata um dia de Maxine, uma jovem de 19 anos que se esforça para se adaptar em seu estágio em uma oficina de carros. Mas a boa vontade e o trabalho árduo nem sempre compensam o facto de ela ser uma mulher em um ambiente de trabalho dominado por homens, e quando esta não é contratada para a oficina, mostra-se perplexa e desolada.<br>A Declaração dos Direitos Humanos foi adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948. É esta declaração que contém todos os direitos que um ser humano devia ter.<br>Este filme relaciona-se com a discriminação, o que viola o artigo 1 da mesma: “ Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”. <br>Neste curta podemos ver que o patrão de Maxine desrespeita claramente este artigo, pois como podemos ver o único fator que influenciou na contratação de Max foi o facto da mesma ser uma mulher, e nem o esforço, nem o trabalho árduo, nem o seu conhecimento, impediram o patrão de não a contratar.<br>Depois desta atitude inadmissível do patrão, Maxine decide abrir a sua própria oficina juntamente com o seu amigo da oficina, Marcus, que se despediu da oficina onde trabalhavam.<br>Estes dois tencionavam utilizar a arrecadação da casa da mãe de Maxine para abrir a sua oficina.<br>Na nossa opinião, esta curta conseguiu demostrar um aspeto infelizmente muito dominante na nossa sociedade, que é algo que já devia estar muito diferente do que ao está atualmente (objetificação das mulheres).<br>E algumas pessoas nomeadamente homens dizem que mulheres têm de mudar, forma de vestir e de ser, quando na realidade o que tem de mudar são as ações dos homens.<br>Mulheres são consideradas, injustamente, seres inferiores aos homens, se a nossa sociedade não mudar o seu ponto de vista em relação a este, e muitos outros temas do gênero, a nossa sociedade não vai evoluir a nível político e social.<br>Se todos nós ajudarmos neste propósito, podemos vir a mudar a estrutura social e política da nossa sociedade, acabando com a discriminação. Obviamente seria um processo a longo prazo mas com um resultado enorme e histórico na história da Humanidade.<br><br>Guilherme Medeiros nº9<br>Ricardo Santos nº 18<br>Tiago Fernandes nº25</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 15:36:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1008109450</link>
         <description><![CDATA[<div>Matriochkas<br><br>O filme “Matriochkas”, realizado por Bérangère McNeese, retrata a situação de uma rapariga de 16 anos, chamada Anna, que assim como a mãe acaba por engravidar na adolescência. No entanto, a escolha de Anna em abortar vai contra os desejos da mãe, que a incentiva a continuar com a gravidez. De acordo com o artigo número 3 da declaração dos direitos humanos, que diz que “todo o indivíduo tem direito à vida, liberdade e à segurança pessoal”, a gravidez prematura de Anna coloca em risco este direito, já que se Anna prosseguir com a gravidez, a sua saúde física e mental, am como a sua segurança, serão afetados. Adicionalmente, remetendo para o Artigo 25.2 que diz que “a maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio gozam da mesma proteção social”, vê-se como resultado da ausência da garantia deste direito, a situação social e familiar de Anna.</div><div><br></div><div> Joana Fazenda, Matilde Costa, Ricardo Flórido e Taynara Ribeiro <br>10ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 21:28:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1008117648</link>
         <description><![CDATA[<div>IL Fagotto<br>A curta metragem escolhida foi a de <strong>“IL FAGOTTO”</strong>, realizada em Itália. Nesta curta metragem, a sociedade espera que as mulheres sejam mães, pois nesse país a taxa de natalidade está em declínio. O governo olha para as mulheres apenas como uma forma de poderem melhorar o futuro demográfico do país. Então, decide aplicar medidas duras: as mulheres são controladas através de um cartão, que é renovado anualmente, e têm que mostrá-lo às autoridades. Todos os anos, elas são obrigadas a justificar a razão pela qual ainda não engravidaram nos últimos doze meses. E quando atingem os 47 anos de idade, são obrigadas a devolvê-lo caso ainda não tenham tido filhos, ou seja, ainda não tenham contribuído para o aumento da natalidade do país. Desta forma, elas deixam de ser úteis para a sociedade e são expulsas do país, perdendo o direito aos seus bens.</div><div>Isto traduz, claramente, uma violação de Direitos Humanos. </div><div>Na nossa opinião, e de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, são violados os artigos 3º e 17º. O <strong>artigo 3º</strong> diz que <strong>todo o individuo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal</strong>. Nesta curta metragem, além das mulheres não terem liberdade de escolha, ou seja, decidirem se querem ser mães ou não, ainda veem a sua segurança pessoal ameaçada quando são expulsas do país. Além disso, o <strong>artigo 17º </strong>diz que <strong>toda a pessoa, individual ou coletivamente, tem direito à propriedade e ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade</strong>. E nesta curta metragem, as mulheres que atingem os 47 anos sem terem contribuído para o aumento da natalidade do país são privadas dos seus bens.</div><div>Em suma, é vergonhoso pensar que nos nossos dias ainda possa haver mentalidades que menosprezem o papel das mulheres na sociedade. </div><div>Os Direitos Humanos existem e devem ser respeitados!<br><br><strong>Bianca  Nº 2              Catarina Nº 5<br>Lara Caeiro  Nº 16       Rodrigo Sousa  Nº 28<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 21:31:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1009280367</link>
         <description><![CDATA[<div>Max <br><br>Nós vamos falar sobre o filme “Max”, este filme tem como assunto os direitos das mulheres e a dificuldade em arranjarem trabalho. </div><div>Em resumo o filme acaba por ter como protagonista uma jovem com o nome de Max que pela indicação de um amigo vai trabalhar numa oficina de automóveis.</div><div>O trabalho para Max na oficina estava a correr bem, mas como era a única mulher e a oficina não estava equipada com balneários e casa de banho para mulheres a inspeção de trabalho solicitou ao dono que fizesse obras para a implementação da mesma. </div><div>Por esta razão e por os colegas de trabalho serem todos homens não gostarem que a Max trabalhasse melhor que eles o patrão despediu-a.</div><div>Este filme acaba por mostrar como as mulheres não têm os mesmos direitos que os homens na sociedade e acabam por ser considerados seres só para estar em casa (cuidar dos filhos, fazer a comida e limpar a casa).</div><div>Por estas razões este filme acaba por ir contra um dos artigos fornecidos pela professora que é o artigo 1.</div><div>A trabalhar na oficina Passado algum tempo até lhe esta a correr bem o trabalho mas devido a naquela oficina apenas haver um balneário, disseram ao senhor da oficina que ele teria de fazer um se continuasse a ter a Max trabalhando ali, por essa razão e pela razão de os outros trabalhadores não aceitarem que uma mulher trabalha-se melhor que eles, ela acabou sendo despedida.<br>10ºB<br>Diogo Ferreira, <br>Pedro Almeida, <br>Diogo Damásio <br>Dinis Rosa </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-11 10:04:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ecsantos</author>
         <link>https://padlet.com/ecsantos/pnxwgn0ldsc6bywl/wish/1009285365</link>
         <description><![CDATA[<div>IL FAGOTTO<br><br></div><div>Este filme representa um país que está a desaparecer devido ao declínio da taxa de natalidade, então o governo decide aplicar medidas muito duras onde as mulheres que não contribuem para o futuro demográfico do país têm problemas graves. Todas as mulheres deste país têm todos os anos de declarar a razão para não terem engravidado nos últimos 12 meses. Bianca e Vittoria são as duas personagens deste filme e têm que tomar uma decisão que pode mudar radicalmente os seus destinos. Este filme não respeita os artigos 9 e o segundo ponto do 13 da declaração dos direitos humanos que dizem “Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.” e “Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país”, respetivamente. Já que no filme diz que as mulheres que nos últimos 12 meses não tivessem filhos seriam expulsas do país.<br><br></div><div>Diogo Pontes nº10</div><div>Gonçalo Pontes nº11<br>10ºB<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-11 10:08:13 UTC</pubDate>
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