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      <title>ME I - SEMIÓTICA APLICADA AO DESIGN by Antony Gustavo</title>
      <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej</link>
      <description>Univerisdade Tiradentes, Curso: Design Gráfico, Semiótica Aplicada ao Design, Prof. Talita Déda, Alunos: Antony Gustavo Nunes Ribeiro e Evelly Vitória Conceição Costa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-27 21:29:28 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-30 21:10:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Conceito de Semiótica</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2725819430</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com a autora Lúcia Santaella (1983, p. 1, 2), semiótica é a ciência dos signos de linguagem, de toda e qualquer linguagem, é uma ciência recente que ainda está em processo de descobrimento e crescimento, é algo em aberto que sempre pode ser implementado. Os signos ou linguagens são produtos de nossa consciência gerados a partir da interpretação, quando o significante e o significado são produzidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 09:42:49 UTC</pubDate>
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         <title>Charles Sanders Peirce</title>
         <author>antonygustavo1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Santaella (1983, p. 3, 4, 5), Charles Sanders Peirce (1839-1914) foi um filósofo norte-americano que ficou conhecido a partir da teoria da geral dos signos da Semiótica. A semiótica peirceana é uma filosofia científica que se deu após os estudos de Peirce, para ele, a semiótica ou lógica devem ser deixadas para que os praticantes a conduzam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 10:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2726642814</link>
         <description><![CDATA[<div>Santaella, Lúcia. O que é Semiótica. Disponível em: &lt;<strong>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/258550/mod_resource/content/1/oquesemiotica-luciasantaella-130215170306-phpapp01.pdf</strong>&gt;. Acesso em: 29 set. 2023.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 00:57:47 UTC</pubDate>
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         <title>Fenômenos e Fenomenologia</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727108497</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a autora (1984, p. 7), fenômenos são qualquer coisa que esteja de algum modo e em qualquer sentido presente à mente, qualquer coisa que apareça seja ela externamente, internamente ou visceral. A fenomenologia tem por tarefa dar à luz as categorias mais gerais, simples, elementares e universais de todo e qualquer fenômeno, segundo Peirce a fenomenologia seria a descrição e análise das experiências que estão em aberto para todo homem, cada dia e hora, em cada canto e esquina de nosso cotidiano, ele dizia que "A fenomenologia ou doutrina das categorias tem por função desenredar a emaranhada meada daquilo que, em qualquer sentido, aparece, ou seja, fazer a análise de todas as experiências é a primeira tarefa a que a filosofia tem de se submeter."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 19:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiridade</title>
         <author>antonygustavo1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lúcia Santaella (1984, p. 9, 10, 11) afirma que primeiridade é o presente e imediato, de modo a não ser segundo para uma representação, é fresco e novo, é iniciante, original, espontâneo e livre, procede toda síntese e toda diferenciação e não tem unidade nem partes. A consciência em primeiridade é qualidade de sentimento e, por isso, é a primeira, ou seja, a primeira apreensão das coisas, que para nós aparecem, já é tradução, finíssima película de mediação entre nós e os fenômenos.&nbsp;Primeiridade é a categoria que dá à experiência sua qualidade distintiva, seu frescor, originalidade irrepetível e liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:04:17 UTC</pubDate>
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         <title>Secundidade</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727112255</link>
         <description><![CDATA[<div>Lúcia Santaella diz que (1984, p.10, 11) a qualidade é apenas uma parte do fenômeno, visto que, para existir, a qualidade tem que estar encarnada numa matéria, a factualidade do existir (secundidade) está nessa corporificação material. Agir, reagir, interagir e fazer são modos marcantes, concretos e materiais de dizer ao mundo, interação dialógica, ao nível da ação, do homem com sua historicidade. Secundidade é aquilo que dá à experiência seu caráter factual, de luta e confronto, ação e reação ainda em nível de binariedade pura, sem o governo da camada mediadora da intencionalidade, razão ou lei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:04:33 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiridade</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727112420</link>
         <description><![CDATA[<div>A autora retrata que (1984, p. 11) a terceiridade se aproxima da primeiridade e secundidade numa síntese intelectual, corresponde à camada de inteligibildade, ou pensamentos em signos, através da qual representamos e interpretamos o mundo. A importância da terceiridade na filosofia e na ciência requerem estudo atento são: generalidade, infinitude, continuidade, difusão, crescimento e inteligência, a mais simples ideia de terceiridade é aquela de um signo ou representação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>Signo e suas classificações</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727112541</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Peirce um signo: "intenta representar, em parte pelo menos, um objeto que é portanto, num certo sentido, a causa ou determinante do signo, mesmo se o signo representar seu objeto falsamente. Mas dizer que ele representa seu objeto implica que ele afete uma mente, de tal modo que, de certa maneira, determine naquela mente algo que é mediatamente devido ao objeto." Santaella diz que (1984, p. 11, 12, 13) o signo é uma coisa que representa uma outra coisa: seu objeto Ele só pode funcionar como signo se carregar esse poder de representar, substituir uma outra coisa diferente dele, o signo não é o objeto ele está apenas no lugar do objeto, portanto, ele só pode representar esse objeto de certo modo e numa certa capacidade.<br><br>Peirce estabeleceu uma rede de classificações sempre triádicas dos tipos possíveis de signo, ele não chegou a explorar todos esses tipos, as 10 divisões triádicas foram, no entanto, elaboradas, dentre todas essas tricotomias, há três, as mais gerais, às quais Peirce dedicou explorações minuciosas que ficaram mais conhecidas. O 1º signo em si mesmo: quali-signo que tem o signo 2º com seu objeto: o ícone e o signo 3º com seu interpretante: rema, O 1º signo em si mesmo: sin-signo que tem o signo 2º com seu objeto: o índice e o signo 3º com seu interpretante: dicente e por fim o 1º signo em si mesmo: legi-signo que tem o signo 2º com seu objeto: o símbolo e o signo 3º com seu interpretante: argumento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tríade dos Signos na Semiótica</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727121291</link>
         <description><![CDATA[<div>A autora Lúcia diz em seu livro que (1984, p. 15) Peirce estabeleu 10 classes principais de signos que dizem respeito às misturas entre signos que são logicamente possíveis, as três tríades definem campos gerais e elementares que raramente serão encontrados em estado puro nas linguagens concretas que estão aí e aqui, conosco e em uso, na produção e utilização prática dos signos, estes se apresentam amalgamados, misturados, interconectados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>Confrontos</title>
         <author>antonygustavo1</author>
         <link>https://padlet.com/antonygustavo1/pnlr4xctw1wtsrej/wish/2727131212</link>
         <description><![CDATA[<div>Por fim, Lúcia Santaella relata que (1984, p. 17, 18) a teoria peirceana foi aquela que primeiramente brotou no tempo, pois que, desde o século XIX, a doutrina geral dos signos estava sendo formulada por Peirce, a primeira década do século XX, por outro lado corresponde ao período em que Saussure ministrou seu curso na Universidade de Genebra. No entanto, foi apenas em meados do século XX que os estudos mais própria e intencionalmente semióticos começaram a se desenvolver. A convergência das três fontes da Semiótica para a criação de uma ciência única não pode levar a esquecer ou ocultar distinções nas bases das fontes, a teoria de Peirce e Saussure têm aparecido sem levar em conta as raízes de suas diferenças. Toda a Semiótica peirceana brotou, ao contrário, de um infatigável, longo e árduo caminho inverso, para Peirce, todas as realizações humanas configuram-se no interior da mediação inalienável da linguagem, entendida esta no seu sentido mais vasto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 20:57:42 UTC</pubDate>
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