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      <title>LA Laboratórios de Aprendizagem: Cenários e Histórias de Aprendizagem  by Etelvina Falcato</title>
      <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA</link>
      <description>Diário de Aprendizagem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-21 15:15:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-25 03:30:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>BEM-VINDO!</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199276033</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>Etelvina Falcato - Professora de Português - Ens. Sec.</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199276150</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora seja Adjunta do Diretor da ESBB (Margem Sul de Lisboa), continuo a ser e serei sempre em primeira instância professora. Gostei sempre de inovar, selecionar os recursos que mais fizessem sentido para os alunos e conteúdos programáticos em causa. Já passei por várias experiências mas recordo com agrado a célebre Área de Projeto (12ºano) onde se experimentou de tudo um pouco, sempre com o objetivo de alcançar com o maior índice de sucesso o nosso objetivo. A título de exemplo, uma aula via Messenger (antes do Skype) com os alunos na sala de aula a trabalharem e a professora (eu) a orientá-los a partir de casa, onde me encontrava a recuperar de uma mini-cirurgia e tudo porque estavamos numa fase crucial dos projetos.<br>Estou aqui convosco porque todos os dias aprendemos algo novo e é isso que me/nos move ;)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:20:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1.1 A INICIATIVA “LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM (PT)/FUTURE CLASSROOM LAB (EUN)”</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199276960</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 5 <br><em>“- Eles portam-se melhor na tua aula também porque a tua disciplina é (mais) prática”. </em>Se recordarmos o sem fim de reuniões de conselhos de turma em que já participámos ao longo dos anos, seguramente já ouvimos frases como esta.  Tal significa que sempre tivemos a noção que um excelente aliado do professor no almejar do sucesso escolar dos seus alunos passava por torná-los mais ativos em sala de aula.  Por outro lado, seguramente que na nossa formação inicial nos foi recomendado criar, na medida do exequível, uma pedagogia ativa, centrada no aluno, tornando-o agente da sua própria aprendizagem e não apenas um foco de mero <em>input</em>. </div><div>Então por que razão muitos professores continuam tão confortavelmente dependentes de um modelo dito convencional de ensino que pouco ou nada mudou desde o século XIX, quando o mundo fora da sala de aula já sofreu tantas alterações nas mais diversas perspetivas? </div><div>É certo que não podemos ter a pretensão de poder mudar a mentalidade de todos os professores de um dia para o outro e, por isso, a iniciativa dos Laboratórios de Aprendizagem tem um mérito inegável no convidar à saída da chamada “zona de conforto”. Vem mostrar-nos que é possível criar alternativas divulgando o que muito já se faz no terreno de modo a motivar os professores a experimentarem novos caminhos, cenários inovadores de ensino-aprendizagem sempre com o intuito que move a maioria, ou seja, promover o sucesso dos seus alunos, da sua escola. E não há que recear a perda de protagonismo até porque,  como dizia o professor Matthew Boyer da Clemson University numa entrevista ao <em>Independent Mail</em> em fevereiro deste ano, <em>“- We can bring photos into the one-room schoolhouse, […] radios, movies, television, DVR, laser disks,... [But] technology's not going to fix education. It's a tool. It's still about good teachers and good learning activities."</em></div><div>Termino com a partilha de um clip do filme <em>School of Rock</em> de que me lembro sempre: todos os alunos têm potenciais que podemos evidenciar ou exponenciar e em contexto LA estamos a democratizar e ao mesmo tempo a reduzir assimetrias. Esta é apenas uma metáfora mas todos nós percebemos o desafio implícito! ;)</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yMvpJDbWX_c">https://www.youtube.com/watch?v=yMvpJDbWX_c</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yMvpJDbWX_c" />
         <pubDate>2017-10-21 15:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>1.2 COMPETÊNCIAS DO SÉC. XXI</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277142</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 6 Competências do século XXI </strong></div><div>Recordo-me, sempre que se aborda esta questão, do provérbio milenar de um velho chinês a propósito de um outro que tinha fome <em>“- Não te dou simplesmente o peixe, ensino-te antes a pescar.”</em> Podemo-nos sentir contentes por termos trabalhado todos os conteúdos programáticos definidos para uma dada disciplina de um dado ano de escolaridade, mas fica sempre um leve amargo de boca quando surgem questões como esta “<em>- Será que consegui efetivamente desenvolver as competências esperadas em todos os alunos sem exeção</em>?” <br><br></div><div>É evidente que os conteúdos programáticos são importantes mas o que realmente importa não esquecer quando planifico as atividades é que pretendo que os meus alunos ao longo dos meses descubram e/ou potenciem a sua criatividade, o saber estar aberto à inovação, que exercitem o seu pensamento crítico, que saibam resolver problemas, que saibam tomar decisões de forma consciente e fundamentada, que saibam comunicar, que aprendam a mais-valia do trabalho colaborativo, que conheçam as ferramentas que melhor lhes servirão para a sua procura, que saibam colocar questões, que saibam ser flexíveis e reconheçam o que têm a ganhar se souberem se adaptar a qualquer meio ou realidade, que tenham iniciativa e que sejam autónomos. Deixo um pequeno clip, realizado inicialmente para divulgar um recurso educativo, mas cuja introdução faz todo o sentido diante do tema da nossa tarefa.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9m4wOatYzLw" />
         <pubDate>2017-10-21 15:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>1.3 PROJETOS RELACIONADOS COM O FCL</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277156</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 7 </strong></div><div>Realizei a formação inicial em Quadros Interativos do Projeto CPDLab mas não participei diretamente em nenhum projeto em concreto; de qualquer modo, apercebi-me há muito tempo que não devo centrar em mim ou apenas nos livros os saberes (plural!) que convergem para a sala de aula. Não importa que seja um <em>clip</em> de um Youtube, uma frase no Instagram, um post no Facebook, o acesso a qualquer app, uma página do manual, um pequeno filme construído pelos nossos alunos: temos de ter a noção de que tudo pode ser usado a nosso favor ou contra os nossos propósitos dependendo como colocamos estes materiais ao serviço do “crescer” dos nossos alunos. Estaremos a selecionar o melhor espaço e a melhor tecnologia para suportar os diferentes tipos de atividades pedagógicas que irão dar os resultados pretendidos dentro de uma sala de aula e que possam abarcar aprendizagens diferenciadas? Este é o cerne da questão. </div><div>Todos os projetos têm o seu mérito e as diferentes iniciativas ao longo do tempo relativas a uma nova conceção da escola têm estado muitas vezes afastadas da realidade da prática quotidiana da sala de aula e, por esse facto, por vezes, torna-se difícil conseguir envolver suficientemente professores e alunos.  Assegurar uma utilização em larga escala de cenários de salas de aula diferentes também tem sido, frequentemente, um verdadeiro problema, pois há uma variável incontornável: o processo de reforma do ensino nas escolas não consegue acompanhar a rapidez dos desenvolvimentos tecnológicos. </div><div>De todos os projetos elencados o CO-LAB é a meu ver bastante aliciante pois defendo desde sempre o trabalho colaborativo: enquanto vivermos isolados nos nossos espaços e não procurarmos conhecer o que o outro faz, enquanto for problemático partilhar o que fazemos não só na perspetiva de darmos a conhecer mas também na procura de poder melhorar com o que o outro tem a dizer sobre o que nós fazemos somando sinergias, não iremos muito longe. Além disso, a nossa atitude enquanto professor condiciona forçosamente a construção do modelo do “ser pessoa” dos nossos alunos. O nosso dinamismo gera dinamismo neles também e o retorno é extremamente gratificante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1.4 SALAS DE AULA /LABORATÓRIOS DIGITAIS</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277179</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>TAREFA 8</strong></div><div>Os espaços de aprendizagem têm de ser cada vez mais versáteis e adaptáveis, permitindo assim utilizações diversificadas e sobretudo moldáveis às diversas metodologias de ensino. Para a sua conceção há que prever agora equipamentos e ferramentas que permitam o acesso a diversas fontes de informação e aos mais variados eventos que se passam para lá do espaço da escola, permitindo aos alunos uma participação direta e ativa no seu processo de aprendizagem, contextualizado pela realidade social e tecnológica que nos envolve, dando desta forma maior sentido às aprendizagens e tornando-as mais significativas. Infelizmente trabalho numa escola que celebra o seu 40º aniversário e que não passou por nenhum <em>facelift</em> nem antes nem depois da Parque Escolar pelo que organizar um espaço contemplando na perfeição as diferentes zonas de aprendizagem seria inexequível. Puxando pela nossa criatividade, apelando ao espírito colaborativo das parcerias instituídas na escola e às sinergias que se pudessem gerar a partir daí, talvez conseguíssemos algo, mas ainda assim muito próprio, pois há que fazer um esforço, a realidade virtual não pode ficar à porta da sala de aula. Não é um espaço para ouvir matéria e como tal há que dar condições para que os alunos possam investigar, interagir, criar, desenvolver, partilhar e apresentar. Reformula-se a dinâmica do espaço de aula, o empoderamento dos alunos através de estilos de ensino centrados neles e, sobretudo, o respeito pelos ritmos de aprendizagem. Haverá que, no entanto, repensar também os currículos, as metas e as avaliações que devem acompanhar esta inovação pedagógica.<br><br></div><div>Relativamente à segunda questão, o professor tem de ter noção que tem de sair da sua zona de conforto: há que prever na planificação todas as etapas de um projeto, selecionar as atividades que mais se coadunam com este ou aquele setor, prever mais do que um percurso entre as seis zonas de aprendizagem. E estar preparado para as boas surpresas, mas também para os imprevistos: não haver eletricidade nesse dia, faltar a ligação à internet, a avaria do equipamento, alguns alunos por questões externas que não quererem trabalhar naquele dia em conjunto, um aluno que se esqueceu de trazer a pen com parte do trabalho, etc, etc. Aprendi, no entanto, em nome do trabalho colaborativo que não é o professor sozinho que resolve o problema; cabe à equipa de trabalho, a todos, apontar soluções, escolher o melhor caminho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.1 PARCEIROS E TENDÊNCIAS</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277188</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 10 <strong><em>Concorda com a importância de envolver as partes interessadas?&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>O envolvimento de todas as partes é sempre de salutar quando se desenvolve um projeto e se as identificamos como sendo “partes interessadas” mais uma razão para tal. Um projeto para ser coeso e com força para andar depende da participação dos parceiros é uma premissa que se aplica em todo e qualquer contexto e este, em concreto, não é exceção. A escola enquanto espaço de ensino-aprendizagem não se confina ao que se passa intramuros, ela está inserida numa envolvente detentora de uma dada especificidade socioeconómica, cultural, etc. com a qual se estabelecem forçosamente sinergias. Se assim não for que conexões poderão os jovens estabelecer entre o mundo escolar e a realidade do seu bairro, da sua cidade, do seu país?</div><div><br></div><div><strong><em>Quais as partes interessadas que acha que são as mais importantes para alcançar o sucesso da inovação na sala de aula?&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>Podemos enumerar várias partes, dependendo do momento em concreto que se está a viver. Na verdade, qualquer professor, o Diretor da escola, o professor de TIC, os encarregados de educação, um parceiro local com o qual se estabeleceu um protocolo, o próprio Ministério da Educação pode influir no sucesso da inovação na sala de aula. No entanto, a tónica recai forçosamente nos professores e nos alunos que convergindo nesse espaço físico partilham esse momento de ensino-aprendizagem, pois é o fruto do seu trabalho que fará a diferença na vida dos jovens e da escola.<br><br></div><div><strong><em>Pode e deve ser considerado que as tendências mudam rapidamente?&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>As tendências indiciam alterações ou inovações que vão ganhando ao longo de tempo a aceitação de muitos e que aos poucos poderão aceites por todos. O fluir da tendência é muito relativo, dependendo do grau de intensidade com que vai sendo adotada pela sociedade. Em contexto escolar, a sua aceitação é por norma mais lenta e daí o desfasamento entre o mundo do real e o mundo escolar. Por via das novas tecnologias que evoluem de forma cada vez mais rápida, essas diferenças tornam-se mais marcantes e criam novas exigências junto dos agentes educativos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.2 TRICIDER - PARCEIROS E TENDÊNCIAS - A SALA DE AULA EM 2026</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277207</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 11</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/163042151/08504add9cfae0fa2abf9d3de62a2535/Tarefa_11.pdf" />
         <pubDate>2017-10-21 15:32:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.3 NÍVEL DE MATURIDADE</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277218</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 12</strong> <br>Embora a minha prática mais sistemática se posicione no nível 2, recordo com muito apreço o trabalho que desenvolvi conjuntamente com os alunos em Área de Projeto (12º ano) ao longo de 3 anos. Foi uma experiência bastante gratificante pois sobressaiu a criatividade, o trabalho colaborativo e a comunicação dentro e fora da sala de aula, dentro e fora do espaço-escola. Os alunos tiveram a oportunidade de inovar a partir daquilo que conheciam, mas também cedo perceberam que as TIC lhes criavam outras exigências às quais foi necessário corresponder. Enquanto professora foi um pôr à prova das minhas capacidades e competências mas a prossecução dos desafios foi deveras gratificante.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>3 – Aperfeiçoar</div><div>&nbsp;</div><div>O aluno é capaz de aprender de modo mais independente e de ser criativo, apoiado pela tecnologia, oferecendo novas formas de aprender através da colaboração.</div><div>·Os professores são incentivados a experimentar com as TIC, sobretudo em termos de abordagens que apoiem a personalização.</div><div>· A estratégia da escola inclui a oferta de formação e apoio em matéria de TIC (incluindo nos planos técnico e pedagógico)</div><div>·Os alunos estão envolvidos na definição de objetivos de aprendizagem mais personalizados, integrando competências de raciocínio mais avançadas (Competências para o Século XXI) e a aprendizagem autónoma.</div><div>·Os professores sentem-se confortáveis com as novas tecnologias e abordagens que melhoram a aprendizagem por meio de abordagens novas e alternativas ao ensino-aprendizagem.</div><div>·Os alunos usam a tecnologia para apoiar a criatividade, a colaboração e a comunicação.</div><div>·Um feedback de qualidade como parte de um conjunto de abordagens à avaliação melhora o desempenho dos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.4 AS CINCO DIMENSÕES</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277232</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 13 <br>O ficheiro contempla três questionários fundidos num único pdf.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/163042151/83c062ee145db817dd02bf41661a4790/Maturity_model.pdf" />
         <pubDate>2017-10-21 15:32:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3.1 EXEMPLOS DE CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277250</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 15<br></strong><br></div><div><strong>Análise Projeto de Estudo ao Ar Livre:<br></strong>*Aspetos melhor conseguidos:<br><br></div><div><br>&nbsp;- Realização de uma atividade fora da sala e ao ar livre<br><br></div><div>- Realização de uma atividade em interdisciplinaridade<br><br></div><div>- Realização de atividades de grupo que promovem aprendizagens colaborativas<br><br></div><div>- Uma planificação que define quem faz o quê.<br><br></div><div>- A professora inicia a atividade com um desafio envolvendo os alunos num problema relacionado com a natureza e com o meio ambiente local<br><br></div><div>- A professora regista as competências que cada aluno deverá desenvolver de modo a que se coadunem com as atividades<br><br></div><div>- Promoção do uso das TIC facilitadoras da partilha dos resultados com a comunidade escolar e todo o restante público<br><br></div><div><br>&nbsp;*Aspetos a melhorar:<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>- Preparação prévia dos alunos no modus operandi de ação sobre a natureza<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>- A interdisciplinaridade poderia ter ido mais além.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Análise do Projeto Reconhecer Aprendizagens Informais<br></strong><br>&nbsp;*Aspetos melhor conseguidos:<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>- A criação de um espaço para os alunos onde é possível partilhar experiências fora do espaço escola e serem reconhecidos por isso<br>&nbsp;<br><br><br></div><div>- O portefólio digital online ao serviço da divulgação das aprendizagens realizadas<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>- Pluralidade de aferição de competências dos alunos por parte dos professores<br><br></div><div>- A utilização das TIC na divulgação das aprendizagens<br><br></div><div>&nbsp;*aspetos a melhorar:<br><br></div><div><em>-</em> o trabalho afigura-se demasiadamente individualizado</div><div>&nbsp;</div><div>- incremento na participação docente</div><div>&nbsp;</div><div>- necessidade de maior acompanhamento docente&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3.2 GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277265</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 16 <br>O primeiro cenário de aprendizagem não poderia ser aplicado uma vez que leciono numa escola secundária com 3º ciclo apenas. Vejo, no entanto, que o segundo cenário seria exequivel ponderando algumas adaptações uma vez que não existem tablets na escola. Poderíamos contar com os smartphones da maior parte dos alunos e equacionar a utilização das tablets de alguns professores e alunos com espírito solidário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.1 CONCEITO DE ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277299</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 18 - Conceito de atividade de aprendizagem</strong></div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>O que entende por Atividade de Aprendizagem (AA)?&nbsp; &nbsp;</em></strong>Do ponto de vista conceptual, uma atividade de aprendizagem integra um dado processo de ensino/aprendizagem; obedecendo às diferentes variáveis que presidiram à planificação do mesmo, na AA delineia-se da forma mais exequível possível as tarefas a serem desenvolvidas pelos alunos, orientados pelos respetivos professores, num determinado espaço e tempo, com os mais diversos recursos/ferramentas e em que se preveja igualmente um momento de avaliação formativa por forma a aferir se os objetivos/competências a trabalhar foram efetivamente alcançados.<br><br></div><div><strong><em>Até que ponto o seu conceito de Atividade de Aprendizagem converge para o conceito atrás descrito e patente nos exemplos apresentados</em></strong>? Julgo não haver divergência entre os conceitos embora não tenha colocado a tónica na chamada tecnologia digital dado que isso seria enfatizar apenas um dos aspetos que envolvem o processo de ensino aprendizagem e que a inovação estaria exclusivamente dependente da mesma. Entendo, no entanto, que esse é o caminho se pretendermos uma experiência de aprendizagem enriquecedora que vá ao encontro das competências do séc. XXI.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>O que é para si uma Atividade de Aprendizagem aliciante e inovadora? Pode dar-nos exemplos daquilo que são, no seu entender, Atividade de Aprendizagem aliciantes e inovadoras.</em></strong>Uma AA aliciante e inovadora só o será verdadeiramente se se alcançarem com sucesso os objetivos delineados para a mesma. Não basta ficarmos, enquanto professores, muito contentes por termos sido capazes de planificar uma AA de excelência contemplando vários recursos se não houver motivação por parte dos alunos em aderir aos diferentes momentos da sua realização.&nbsp;</div><div>Assim sendo e antes de mais, é necessário criar uma ponte entre os conteúdos programáticos e as necessidades e interesses dos alunos onde impera a diversidade, saber jogar com a sua criatividade, potenciar a sua proatividade e/ou o seu dinamismo na partilha de ideias, experiências, saberes e vivências; fazer os alunos descobrir no terreno a mais-valia do trabalho colaborativo; a interdisciplinaridade é uma boa forma de ser um bom exemplo junto dos alunos mostrando-lhes que os saberes não são estanques e que os&nbsp; professores também exploram esse potencial. E, acima de tudo, assumir os alunos como agentes ativos na exploração dos seus diferentes “saberes”.&nbsp;</div><div>Aas com significados serão variadas conforme os momentos da vida do professor e dos seus alunos e serão sempre aquelas que permanecem gravadas na memória de todos. Recordo, por exemplo, O <em>Kit do Mar</em>, um conjunto de recursos educativos relacionados com os Oceanos, através do qual os nossos alunos viajaram a bordo de um navio da Marinha portuguesa numa investigação na área da Biologia em conjunto com técnicos e cientistas. Ou, então, a construção de uma aldeia em maquete em que todos os professores da turma apoiaram os respetivos alunos com a sua área de saber numa experiência verdadeiramente transdisciplinar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:33:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277299</guid>
      </item>
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         <title>4.3 TRICIDER -TECNOLOGIAS PARA A CONCEÇÃO DE ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277315</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 19</strong> - O desafio para os meus alunos de 12º vai ser mesmo serem eles a organizar a visita de estudo à Lisboa de Fernando Pessoa - planificação e execução recorrendo a várias ferramentas digitais. Este MOOC trouxe-me ainda mais ideias a pôr em prática ;)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/163042151/c13670b22aa08f958ffb3eedc62f24b4/4_3_TRICIDER__TECNOLOGIAS_PARA_A_CONCE__O_DE_ATIVIDADES_DE_APRENDIZAGEM.pdf" />
         <pubDate>2017-10-21 15:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.4 TODAYSMEET - A FERRAMENTA “LEARNING DESIGN”</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277326</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 20 </strong>Esta tarefa exigia uma capacidade de síntese com o uso máximo de 140 carateres :( Muito pouco... Opto por deixar aqui o texto que escrevi incialmente e depois o pdf daquilo que foi possível postar.<br>Aqui fica então o que queria ter escrito:<br><strong><em>Esta ferramenta é importante para a estruturação das diferentes atividades de aprendizagem não só pelo facto de viabilizar de forma mais confortável o trabalho colaborativo como pelo facto de permitir esmiuçar os pormenores que considerarmos essenciais. Ter uma visão de conjunto também permite detetar handicaps ou desequilíbrios nomeadamente se estivermos a trabalhar conteúdos de forma interdisciplinar podendo assim ajustar/calibrar o projeto.</em></strong></div><div><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><div><strong><em>Receio apenas que possa comprometer um pouco a inovação ou a criatividade caso não permita incluir ou prever novas entradas que o professor necessite de contemplar. Por isso, é importante estar atento às novidades e ir testando-as de modo a escolher as que mais se coadunam a nós ou à atividade de aprendizagem que se pretenda pôr em prática.<br><br></em></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/163042151/ac243a2c8dc4aa258f702290257ca94d/4_4_TODAYSMEET___A_FERRAMENTA__LEARNING_DESIGN_.pdf" />
         <pubDate>2017-10-21 15:33:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.2 ORIENTAÇÕES PARA A PILOTAGEM E PARA A AVALIAÇÃO DA PILOTAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277353</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 23<br>Dado que estou a lecionar a disciplina de Português no 12º ano dos Cursos Científico Humanísticos, a Atividade de Aprendizagem que propus em https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA, enquanto tarefa na presente formação, é de facto para levar a cabo. Será concretizada, possivelmente, apenas no início do 3º período uma vez que é preciso dar tempo aos alunos para serem eles a organizar a saída mas também porque será mais agradável andarmos a pé por Lisboa todos juntos nessa fase do ano. As orientações descritas no projeto Future Classroom Lab para a implementação e a avaliação do que se pretende realizar são preciosas. Nada como ter um bom guia quando trilhamos caminhos novos. Na fase do <strong>“Avaliar a implementação” </strong>é muito importante registar todos os dados para que se possa analisar e refletir sobre o processo, o impacto do mesmo nos alunos, estar recetivo a outras boas práticas, ter a noção de que o que se pretende nem sempre é exequível à primeira daí a importância de um plano B ou C, perceber que quem dá formação precisa de a receber primeiro. Na fase do <strong>“Planificar o projeto” </strong>devemos ter em mente (sempre) que nos devemos assegurar que as inovações resultam realmente nem que seja por via dos tais planos B ou C pois os imponderáveis acontecem sempre: tempo de aula, o acesso a ferramentas e recursos, os objetivos dos programas curriculares, a existência de apoio técnico, as capacidades e as experiências dos próprios alunos, etc. Importa também refletir nos objetivos que se pretendem alcançar, nos níveis de colaboração dos alunos, no próprio processo de avaliação. Na fase dos <strong>“Métodos e instrumentos de avaliação da pilotagem”, </strong>não nos podemos esquecer que refletir sobre todas as variáveis em jogo tem de ser forçosamente uma constante: que produtos este processo permitiu gerar nos atores principais (os alunos)? A utilização de inquéritos, observação de aulas, debate de ideias ou minigrupos de <em>feedback</em> também serão importantes até porque a visão do professor-autor pode por vezes não funcionar em pleno por via da dispersão de tarefas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-21 15:34:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277353</guid>
      </item>
      <item>
         <title>5.3 IMPACTO NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277365</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 24&nbsp; O mundo está em constante mudança e os sistemas de ensino em qualquer parte do mundo necessitam de acompanhar essa mesma mudança. De outro modo estaremos a comprometer os jovens à entrada no mundo do trabalho. É natural que encontremos alunos desmotivados nas escolas uma vez que estas não correspondem ao mundo que eles (já) conhecem lá fora. É necessário, por isso, que a escola se aproxime dos seus&nbsp; interesses e dos seus gostos, obtendo assim alunos mais motivados para a aprendizagem, dando-lhes um sentido de “utilidade”, de mais-valia, desenvolvendo assim as competências do século XXI. Da análise realizada dos resultados do projeto iTEC constata-se que o uso das novas tecnologias quer projetos quer em atividades de aprendizagem permite ter alunos mais motivados, mais donos da sua própria aprendizagem. Ao estimular as aprendizagens, estaremos a motivar não os próprios professores mas acima de tudo os alunos com recurso a tecnologias que constituem um imenso manancial de descobertas. O primeiro passo é sempre o mais custoso mas o potencial das tecnologias no dia a dia das escolas é enorme na esperança de que todos, jovens e menos jovens, cresçam nas suas competências.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-10-21 15:34:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.4 - TRICIDER - NÍVEL DE RUBRICA COLABORAÇÃO COM BASE EM 2 EXEMPLOS</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277387</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 25<br><em>Printscreen </em>da minha participação no Tricider:</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-21 15:34:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/199277387</guid>
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         <title>Tarefa 22 - SUBMISSÃO e REVISÃO DA ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>Etelvina_Falcato</author>
         <link>https://padlet.com/Etelvina_Falcato/DA/wish/207402523</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-15 19:30:10 UTC</pubDate>
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