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      <title>4° Encontro by </title>
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      <description>Um Segundo Olhar: Amor para Germinar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-19 00:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Foi luz para mim neste encontro...</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Deixe seu comentário nesta postagem partilhando o que você leva deste encontro para a sua vida.</strong></p><p><br></p><p>Você pode relatar qualquer observação, <em>reflexão ou frase  (de qualquer referência ou participante do grupo) que ficou registrada como importante em suas anotações. </em></p><p><br></p><p>Pode também c<em>ontar pra gente qual o foi o melhor momento ou a parte do encontro que mais te emocionou ou te marcou de um modo significativo.  </em></p><p><br></p><p>Fique à vontade para expressar o seu afeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 00:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Recomendações Importantes</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>De preferência, use o computador ao invés do celular para uma experiência mais confortável e interativa.</p></li><li><p>Tenha à disposição fone de ouvido ou uma caixinha de som para otimizar o áudio. </p></li><li><p>Mantenha o microfone desligado. O microfone deve ser ativado somente por quem estiver falando. </p></li><li><p>Sinta-se convidado(a) à ligar sua câmera. Dessa forma, você traz a energia da sua presença. Mas, fique à vontade, para mantê-la desligada.</p></li><li><p>Não é obrigatório participar de nenhuma dinâmica</p></li><li><p>No momento da dinâmica de grupo você pode permanecer na sala e apenas aguardar, caso não queira participar.</p></li><li><p>Concentre-se. Evite fazer outras coisas durante o encontro. Se você estiver conosco de coração aberto, a experiência de todos será mais rica. </p></li><li><p>Privacidade: Avise a outras pessoas que estará ocupado neste período.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Hidratação, alimentação e Sono</strong></p><ul><li><p>Durma bem, no dia anterior, se for possível.</p></li><li><p>Tenha uma garrafinha de água e se alimente direitinho, antes do encontro.</p></li></ul><p><br></p><p> Todos esses avisos são para otimizar a experiência. Mas ela será proveitosa da forma como puder ser.</p><p><strong> O que eu mais ouvi, nestes últimos 7 anos, fazendo esses encontros foi: "Eu tava em dúvida se eu ia...Mas acabei indo. E foi a melhor coisa que eu fiz". </strong></p><p><br></p><p>Bom dia ☀️</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 00:03:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gente bom dia☀️🥰</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Que saudade de vocês!</p><p>Passou tão rápido essas últimas semanas por aqui...</p><p><br/></p><p>Já vamos nos encontrar no próximo sábado 🙌🏽</p><p><br/></p><p>Hoje, vamos começar com o nosso primeiro conteúdo complementar e playlist.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 00:06:03 UTC</pubDate>
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         <title>Você tem uma parente famosíssima e não sabe</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Os cientistas americanos que descobriram os fósseis de <strong>Lucy </strong>- a nossa ancestral mais famosa - celebraram essa descoberta em seu acampamento na Etiópia ao som de "<em>Lucy in the Sky with Diamonds</em>" dos <em>Beatles</em>, música que inspirou o nome dela.</p><p><br/></p><p>Mas por que eles ficaram tão contentes?</p><p><br/></p><p>A descoberta de Lucy, juntamente com outros fósseis na África, mostra que foi neste continente que os traços humanos mais fundamentais se aprimoraram, como o bipedalismo (andar sobre os dois pés) e o potencial cerebral para pensamento abstrato, empatia e criatividade.</p><p><br/></p><p>No livro "O Despertar de Tudo", o renomado antropólogo e arqueólogo David Wengrow, PhD, afirma: "<em>Talvez a única coisa que possamos afirmar com certeza é que, em termos ancestrais, somos todos africanos" (p. 99).</em></p><p><br/></p><p>Ou seja: <strong>somos todos afrodescendentes!</strong></p><p><br/></p><p>Na obra acima, escrita em colaboração com o ativista político e também antropólogo David Graeber, PhD, ambos destacam as dificuldades de se fazer afirmações conclusivas sobre nossas origens. </p><p><br/></p><p>Os autores também alertam para os interesses políticos que influenciam as narrativas sobre o passado e os primeiros hábitos humanos. Por exemplo, a crença infundada de que algumas sociedades antigas eram naturalmente hierárquicas pode ser extrapolada para sugerir que a desigualdade e o colonialismo são aspectos sociais derivados da condição humana.</p><p><br/></p><p>Outra narrativa frequente é a de que os seres humanos são inerentemente competitivos ou agressivos, uma visão que pode ser utilizada para justificar a competição econômica e a ideia de meritocracia.</p><p><br/></p><p>Wengrow e Graeber questionam essa visão, sugerindo que a cooperação e a compaixão também são aspectos centrais das sociedades mais antigas.</p><p><br/></p><p>Assim como Wengrow e Graeber, imaginamos que todas as narrativas sobre esta época antiga são parciais, mas:</p><p><br/></p><blockquote><p><em>"Algumas dessas histórias, por exemplo, as teorias feministas que consideram que a sociabilidade humana se origina de práticas coletivas de criação dos filhos - podem, sem dúvida, nos revelar coisas importantes sobre os caminhos que convergiram para a humanidade moderna" </em>(Ibid. p. 100).</p></blockquote><p><br/></p><p>Dentre as autoras feministas, eles destacam a antropóloga e primatóloga, Sarah Blaffer Hrdy, PhD, com a sua obra "<em>Mothers and Others</em>" (2009). </p><p><br/></p><p>Hrdy e muitos outros pesquisadores (incluindo as nossas principais referências: Humberto Maturana e Paul Gilbert) destacam que <strong>o amor e a cooperação são forças fundantes na evolução da espécie humana. </strong></p><p><br/></p><p>Em breve, vamos nos aprofundar nas reflexões desses autores sobre o <strong>processo de evolução moral e afetiva. </strong></p><p><br/></p><p>No próximo encontro, falaremos também sobre o potencial reflexivo da mente humana que está relacionado ao nosso <strong>processo de evolução cognitiva.</strong></p><p><br/></p><p>Sobre este outro processo, deixo abaixo para vocês duas recomendações: </p><p><br/></p><p>Um vídeo sobre a teoria da revolução cognitiva: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=4VqhlrSqVJM&amp;ab_channel=Nerdologia">https://www.youtube.com/watch?v=4VqhlrSqVJM&amp;ab_channel=Nerdologia</a></p><p><br/></p><p>E um livro "A Vantagem Humana" de uma neurocientista brasileira importantíssima que é a Suzana Herculano-Houzel. </p><p><br/></p><blockquote><p><em>*Lucy é um Australopithecus afarensis, um primata pertencente à família dos hominídeos, assim como nós. Embora não faça parte do gênero Homo, ele é considerado um dos mais importantes ancestrais na árvore evolutiva que conduz aos humanos modernos. (Ver a série: 'A Saga da Humanidade' do Canal USP, apresentada pelo paleoantropólogo Walter Neves, PhD).</em></p></blockquote><p><br/></p><p><em>Na introdução do próximo encontro, vou apresentar Lucy para vocês de um modo muito especial. A partir da sua história, vamos descobrir que somos, fundamentalmente, seres amorosos 💛</em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=4VqhlrSqVJM" />
         <pubDate>2024-06-19 00:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Playlist Beatles 🎼</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>"<em>Lucy in the Sky With Diamonds</em>" é uma das faixas do álbum de maior sucesso dos Beatles "Sgt. Pepper". Por muito tempo, o 1° da lista dos 500 melhores de todos os tempos segundo a Revista Rolling Stones.</p><p><br/></p><p>Na verdade, não é exatamente uma produção dos Beatles; mas de uma banda fictícia que eles criaram: "<em>Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band</em>". (Capa na imagem).</p><p><br/></p><p>Segundo Paul McCartney, o grupo estava cansado de ser visto de uma maneira congelada pelo público. Eles queriam se sentir livres para experimentar novas versões de si mesmos.</p><p><br/></p><p>Realmente, o álbum se tornou uma das maiores inovações musicais do século XX. Uma obra prima de experimentação musical.</p><p><br/></p><p>A música <strong>top 1 </strong>da nossa playlist também é deste álbum: "<strong>She's Leaving Home</strong>". Nela, Paul nos conta uma história comovente sobre uma jovem que foge de casa em busca de liberdade.</p><p><br/></p><p>A garota que inspirou a música contou que decidiu fazer isso pois a sua família não era afetuosa, não a respeitava em seus interesses e só valorizava o status financeiro.</p><p><br/></p><p>Gosto especialmente do arranjo de violino dessa composição 🎻  </p><p><br/></p><p>Ela também tem tudo a ver com o próximo encontro que é sobre liberdade.</p><p><br/></p><p>Em nosso<strong> top 2</strong> temos </p><p>"<strong>In My Life</strong>" uma música que me atravessa movendo lembranças do meu pai. </p><p><br/></p><p>Incluir os Beatles neste encontro é uma forma de homenageá-lo.</p><p><br/></p><p>Por fim, no <strong>top 3</strong> escolhi uma música de um momento mais introspectivo dos Beatles. </p><p><br/></p><p>Na canção "<strong>Mother Nature's Son</strong>",  Paul fala de um lado seu profundamente conectado com a natureza. Ela me transmite contentamento e simplicidade.</p><p><br/></p><p>Não pude revelar neste top 3 a minha música preferida do grupo pois seria um spoiler da introdução do encontro.</p><p><br/></p><p>Mas já posso adiantar que ela foi composta pelo meu Beatle preferido: George Harrison.</p><p><br/></p><p>Vamos falar mais sobre ele em breve.</p><p><br/></p><p>Enquanto isto, aproveitem:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/Playlist_Beatles">https://bit.ly/Playlist_Beatles</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 00:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lar/Casa e Tempestade</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3031602422</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No próximo encontro, introduziremos as seguintes metáforas que no Programa Conexão estão correlacionadas com os sistemas de regulação emocional da Terapia Focada na Compaixão (TFC):</p><p><br/></p><p><strong>Tempestade: </strong></p><p>Refere-se a contextos ou lugares que ativam nosso sistema de proteção contra ameaças e nosso sistema de impulsos para adquirir recursos.</p><p><br/></p><p><strong>Lar/Casa: </strong></p><p>Refere-se a contextos ou lugares que ativam nosso sistema de segurança, também conhecido como sistema de cuidado ou conexão.</p><p><br/></p><p>Essas metáforas são também utilizadas pelo médico e palhaço Patch Adams:</p><p><br/></p><blockquote><p><strong> "Somos insignificantes na tempestade, se estamos distantes do nosso lar." </strong> (Paráfrase de trecho do filme “Patch Adams – O amor é contagioso”) </p></blockquote><p><br/></p><p>Em seu livro, ele complementa:</p><p><br/></p><blockquote><p> “As pessoas supostamente doentes da mente, na verdade,<strong> tinham somente respondido às complexidades da vida com medo, raiva, tristeza, autocrítica, solidão e desespero. Ninguém havia olhado para as suas necessidades com amor ou não houve uma abertura para isso.</strong> No internamento, ao ser nutrido pela visita dos meus amigos e pela conexão com os outros pacientes,<strong> eu descobri uma profunda verdade: eu precisava ser mais aberto para receber amor. Sem isto eu não seria uma pessoa forte.</strong> Se eu me recusasse a reconhecer as minhas necessidades eu também terminaria com algum transtorno mental grave. <strong>Com amor à sabedoria, leveza e compaixão eu estava florescendo</strong>” (paráfrase p. 34-38 -  “A terapia do amor”). </p></blockquote><p><br/></p><p>Minha trajetória tem muitas semelhanças com a de Patch, começando pela tempestade que foi a morte de seu pai logo após um período de abertura e aproximação. Eu me identifico profundamente com seu sentimento de impotência: </p><p><br/></p><blockquote><p> “Quando ele começou a abrir o seu coração para mim, eu o perdi. Eu não tive a chance de me despedir”. (p.31, op. cit.) </p></blockquote><p><br/></p><p>Também não tive a oportunidade de dizer tudo que queria ao meu pai antes de ele perder a consciência nos seus últimos dias.</p><p><br/></p><p>Além de compartilhar trechos das minhas experiências e da relação com meu pai, este encontro incluirá aspectos das biografias de Lenine e Patch Adams.</p><p><br/></p><p>Deixo aqui uma música de Lenine que nos inspira a enfrentar a tempestade juntos, com sabedoria:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/CJUgsc4QQdo?si=EdQT9W4oDEvcdRk6">https://youtu.be/CJUgsc4QQdo?si=EdQT9W4oDEvcdRk6</a></p><p><br/></p><p>Nos últimos encontros do Conexão, com o tema "<strong>Olhar de Primavera - De Volta para Casa</strong>", vamos resgatar trechos desta composição.</p><p><br/></p><p>Contem comigo sempre 🤗</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CJUgsc4QQdo" />
         <pubDate>2024-06-19 00:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ter como guias os indígenas (Lenine - Quede Água)</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032568222</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><blockquote><p>“Os primeiros europeus chegaram aqui famintos e doentes. Eles poderiam ter morrido se não fosse pelo acolhimento dos povos indígenas. Os brancos foram aceitos como mais um, na diferença.”</p></blockquote><p><br/></p><p>Este trecho é uma paráfrase de um comentário de Ailton Krenak no episódio 1 da série “Guerras do Brasil”: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=A2xZ1PWzeeU&amp;ab_channel=KurumiTV">https://www.youtube.com/watch?v=A2xZ1PWzeeU&amp;ab_channel=KurumiTV</a> (26 min).</p><p><br/></p><p>Antes da invasão europeia, estima-se que mais de mil povos distintos habitavam o Brasil. <strong>Esses grupos valorizavam a hospitalidade, em contraste com as mentalidades de dominação e competição trazidas pelos colonizadores.</strong></p><p><br/></p><p>Não pretendemos idealizar os povos indígenas, mas sim reconhecer que <strong>há muito a aprender com eles sobre liberdade, igualdade, senso de comunidade e conexão com a natureza.</strong></p><p><br/></p><p>Nesse contexto, devemos também considerar todos os nossos antepassados que adotaram modos de vida mais igualitários, pacíficos e sustentáveis como guias para o nosso presente e futuro.</p><p><br/></p><p>Estudos antropológicos e arqueológicos recentes revelam que não apenas pequenos povoados indígenas e grupos de caçadores-coletores adotaram esse modo de vida, mas também extensas redes de sociedades. Estas se espalharam por diversos ecossistemas e persistiram por muitos séculos e até mesmo milênios. (Veja o Capítulo 12 do livro "O Despertar de Tudo")</p><p><br/></p><p>É crucial entender que nunca existiram sociedades perfeitamente igualitárias ou completamente livres de violência. <strong>Devemos evitar cair em narrativas simplistas que pintam os povos indígenas como "bons" ou "maus" selvagens.</strong> (Veja a Parte 1 do livro "Civilized to Death: The Price of Progress").</p><p><br/></p><p>Afinal, <strong>somos todos Homo Sapiens, com todas as complexidades e contradições que isso implica.</strong></p><p><br/></p><p>O propósito deste conteúdo complementar é desafiar o mito de que sociedades complexas só podem ser organizadas sob uma lógica capitalista e opressora.</p><p><br/></p><p>Segundo Humberto Maturana, são pressupostos irrefletidos como esse que diminuem o nosso potencial de liberdade. Além disso, somos constantemente expostos a narrativas que podem nos emocionar no sentido do desempoderamento e levar a um fatalismo sobre a nossa capacidade de influenciar o destino, tanto individual quanto coletivamente.</p><p><br/></p><p>Escutar a sabedoria decolonial dos povos indígenas pode nos ajudar a encontrar soluções mais participativas e transformativas para encarar os principais desafios ambientais, sociais e éticos do nosso tempo. Afinal, <strong>não faz sentido enfrentar a crise atual guiados pela mesma visão de mundo que nos levou até ela.</strong></p><p><br/></p><p>Precisamos de mais diálogo e de um novo emocionar. Explicaremos melhor o que isso significa no próximo conteúdo complementar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=A2xZ1PWzeeU" />
         <pubDate>2024-06-19 19:41:21 UTC</pubDate>
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         <title>A Biografia de Maturana e o Emocionar</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032570470</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><blockquote><p>"Mudanças culturais se realizam quando estabelecemos novas conversações que mobilizam sentimentos diferentes em nós."</p></blockquote><p><br/></p><p>O trecho acima é do documentário biográfico "Maestro Humberto Maturana". </p><p><br/></p><p>Para entender essa reflexão é essencial compreender o que Maturana, renomado neurobiólogo e PhD, quer dizer com "Emocionar".</p><p><br/></p><p>Sua formação em biologia o levou a explorar como nossas emoções e sentimentos* moldam as maneiras como interagimos com o mundo e uns com os outros.</p><p><br/></p><p>Por exemplo, um adulto que mostra impaciência ou desinteresse por dialogar pode ter sido influenciado por um emocionar na infância que desencorajou a escuta profunda e a comunicação colaborativa.</p><p><br/></p><p>Algumas dessas emoções e sentimentos negativos incluem:</p><p><br/></p><p><strong>Medo da Rejeição: </strong>Se expressar ideias ou sentimentos resultava em rejeição ou ridicularização, a criança pode aprender a evitar o diálogo. Esse medo pode também resultar em uma postura defensiva ou agressiva.</p><p><br/></p><p><strong>Insegurança e Competição:</strong> Esse emocionar pode levar à desvalorização das necessidades e pontos de vista dos outros, alimentando o desejo de superar os outros para garantir reconhecimento.</p><p><br/></p><p><strong>Ansiedade e aceleramento:</strong> Pode resultar numa preferência por comunicações que são diretas e rápidas, muitas vezes à custa de reflexões mais profundas.</p><p><br/></p><p>Contrastando com esses, o emocionar que fomenta a cultura do diálogo inclui:</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade e conexão:</strong> Um emocionar que leva à exploração e ao desejo de entender o outro e o mundo ao redor.</p><p><br/></p><p><strong>Abertura e encorajamento:</strong> Permite que as crianças entrem em diálogos sem preconceitos, valorizando a colaboração e a partilha de ideias.</p><p><br/></p><p>As crianças aprendem muito observando como os adultos ao seu redor se comportam. Ao verem adultos resolver conflitos através da escuta ativa e diálogos curiosos, sem medo de julgamento, elas reconhecem essas práticas como formas legítimas de convivência.</p><p><br/></p><p>Essa transformação no emocionar das crianças não só impacta suas interações pessoais, mas também vai influenciar a estrutura das instituições sociais e políticas nas quais elas participarão no futuro.</p><p><br/></p><p>Portanto, ao promover um emocionar que favorece a curiosidade e a abertura, estamos não apenas mudando o comportamento individual, mas também configurando as bases para uma mudança cultural significativa.</p><p><br/></p><p>Para explorar mais sobre a importância de emocionar as crianças para o diálogo desde a infância, recomendo acessar esta revisão de literatura científica que escrevi: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/Dialogo-como-fundamento-de-uma-Educacao-Basica">https://bit.ly/Dialogo-como-fundamento-de-uma-Educacao-Basica</a></p><p><br/></p><p>Maturana é uma das principais referências do Programa Conexão, e por isso fizemos uma edição e tradução da sua biografia para o português: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://1drv.ms/v/s!Al2pbdo02VCfgcxlpB_VikH7BomZgA?e=BV9pmG">https://1drv.ms/v/s!Al2pbdo02VCfgcxlpB_VikH7BomZgA?e=BV9pmG</a></p><p><br/></p><p>Refletir sobre como fomos emocionados e como emocionamos é muito importante. No documentário, há mais exemplos sobre isso.</p><p><br/></p><p>*No 5° encontro, vamos aprender a diferença entre emoções e sentimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 19:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O próximo encontro será sobre o que há de mais perene em nós</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032576873</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Durante o tratamento do seu primeiro câncer, o meu pai passou por um período de depressão muito forte e uma das coisas que ele fazia para encontrar um pouco de paz era ouvir as pregações do Pe. Fábio de Melo.</p><p><br/></p><p>Foi neste momento, ouvindo os ensinamentos dele (por conta do meu pai), que acabei conhecendo mais do seu pensamento. Desenvolvi uma grande admiração pelo seu modo poético, humano e ecumênico de promover a espiritualidade cristã.</p><p><br/></p><p>Em 2017, quando meu pai já havia falecido, voltei a entrar em contato com o Pe. Fábio ao saber que ele estava enfrentando uma depressão e um quadro grave de crises de pânico.</p><p><br/></p><p>A partir dali, passei a acompanhá-lo novamente. Fiquei encantado com uma entrevista que ele concedeu à jornalista Leda Nagle, falando do seu processo de recuperação. Comprei a sua biografia e, até hoje, por vezes, assisto aos seus vídeos.</p><p><br/></p><p>Fiz uma edição (aprox. 05min) da entrevista referida com alguns dos trechos que considero oportunos para o nosso encontro: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/3fhfP2C">https://bit.ly/3fhfP2C</a></p><p><br/></p><p>Acho muito valioso quando ele diz, principalmente, que precisamos usar a nossa consciência/liberdade para alimentar as nossas virtudes humanas e adquirir mais intimidade com o nosso mundo interior.</p><p><br/></p><p>Próximo sábado, falaremos sobre o que há de mais íntimo em nós (a partir de um ponto de vista, principalmente, científico). </p><p><br/></p><p>A familiaridade com a nossa essência é fundamental para regulação de diversos transtornos de ansiedade, incluindo a síndrome do Pânico.</p><p><br/></p><p>Na verdade, tudo que vamos ver no Programa vai muito além de "tratar" de transtornos. Tem a ver com com cuidado integral, resiliência e ampliação do nosso senso de humanidade e comunidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2115062123/db4887d7f604872f68a738e1a91aeb96/WhatsApp_Image_2024_06_17_at_16_33_45.jpeg" />
         <pubDate>2024-06-19 20:01:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quais são as suas dependências e o que há por trás delas?</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032586001</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A realização repetida de qualquer comportamento pode produzir a fixação de memórias responsáveis pelo surgimento de um hábito saudável ou de um vício/dependência prejudicial. </p><p><br/></p><p>É possível se ter dependências referente a outras coisas que não somente drogas ou substâncias. Existem dependências relacionadas aos jogos, às compras, às interações amorosas, ao trabalho, ao sexo, ao uso de pornografia, das redes sociais etc. Ou seja: dependências comportamentais.</p><p><br/></p><p>O psiquiatra, MD, Aviel Goodman* descreve os seguintes critérios que caracterizam uma</p><p>dependência:</p><p><br/></p><ul><li><p>Sentimento de tensão antes de iniciar o comportamento;</p></li><li><p>Sentimento de prazer ou alívio em realizar um comportamento;</p></li><li><p>Agitação, ansiedade, irritação ou inquietação caso o comportamento não seja realizado;</p></li><li><p>Preocupação constante ligada a um comportamento ou com as suas atividades preparatórias;</p></li><li><p>Frequência maior ou duração mais longa do que o comportamento previsto inicialmente;</p></li><li><p>Esforços repetidos para reduzir ou controlar um comportamento; marcados por insucessos de resistir à impulsão de realizá-lo;</p></li><li><p>Perda de um tempo significativo com a preparação, realização ou recuperação dos efeitos de um comportamento;</p></li><li><p>Persistência do comportamento apesar das consequências negativas (bio, psico, sociais e econômicas) geradas pelo comportamento;</p></li><li><p>Comprometimento das atividades sociais, profissionais ou de lazer em prol do comportamento; </p></li><li><p>Tolerância ao comportamento. Ou seja: Querer ou precisar de mais e mais. </p></li></ul><p><br/></p><p>Não é apenas pelo prazer gerado a partir da estimulação do circuito de recompensa que a pessoa dependente acaba continuando seu comportamento. </p><p><br/></p><p>Sabe-se que, na ausência de exposição à droga/comportamento, acontece uma diminuição da atividade de várias regiões do cérebro e da via dopaminérgica, </p><p>produzindo os sintomas desagradáveis conhecidos como "abstinência".</p><p><br/></p><p>A abstinência também aumenta a "fissura", ou seja, a consciência da pessoa fica tomada por pensamentos perturbadores para que ela continue a realizar aquele comportamento.</p><p><br/></p><p>Por trás do início e manutenção de uma depedência existem inúmeros fatores</p><p>biológicos, sociais e psicológicos.</p><p><br/></p><p>No próximo encontro, vamos mergulhar nos fatores psicológicos da dependência e esperamos encontrar algumas surpresas, bem lá no fundo.</p><p><br/></p><p><strong>O que há por trás das suas dependências?</strong></p><p><br/></p><p>Para encerrar esse conteúdo, quero deixar um relato de Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, banda que eu amava na adolescência. Ele fala sobre como lidou com a sua dependência.</p><p><br/></p><p>No caso dele, por vulnerabilidades genéticas, o caminho escolhido foi o da abstinência total de álcool e outras drogas.  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/XKYoWdbniaI">https://youtu.be/XKYoWdbniaI</a> (podem assistir do início até o instante 01:30.)</p><p> </p><p>Dois destaques de sua fala que vou comentar no encontro:</p><p><br/></p><blockquote><p> - "Isso (ceder ao desejo) já aconteceu vezes demais para eu perceber que simplesmente não vale a pena" </p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p> - Às vezes (quando volto a sentir vontade) ligo para os meus amigos e digo: "Eu quero ficar muito doido agora!". Eles me respondem: "O que há de novo nisso?". </p></blockquote><p><br/></p><p> *GOODMAN, A. Addiction: definition and implications, 1990.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=XKYoWdbniaI" />
         <pubDate>2024-06-19 20:28:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Patch (Remendo)</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032588057</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A principal história do próximo encontro é a de Hunter Adams.</p><p><br/></p><p>A maioria de vocês deve conhecê-lo do filme "Patch Adams - O Amor é Contagioso" interpretado pelo querido <em>Robin Williams (Também falaremos do ator em nosso encontro).</em></p><p><br/></p><p>No entanto, a vida de Patch é muito mais incrível. Além de ser reconhecido por revolucionar a assistência médica hospitalar (unindo saúde, humor e humanismo) Patch Adams (no meu entendimento) é também um dos precursores do que hoje entendemos por psicologia positiva. Em 2002, ele escreveu:</p><p><br/></p><blockquote><p><strong>Nunca vi um parágrafo sequer sobre felicidade num livro de psiquiatria. Na faculdade de medicina, a saúde é definida como a ausência de doença. Um paradigma muito limitado. Como médico, vejo a felicidade duradoura como indispensável - um dos fatores mais importantes de uma vida saudável. Estudo científicos comprovam a ligação entre mente e corpo e apontam para isso.</strong></p><p> (Paráfrase Cap.5 -  "Terapia do Amor") </p></blockquote><p><br/></p><p>Muitos confundem a alegria entusiástica de Patch com criancice e idealismo. Mas, na verdade, ele é um sujeito científico, realizador e, ao mesmo tempo, profundamente fervoroso diante dos mistérios da vida.</p><p><br/></p><p>Aprendi com ele que é preciso escolher no que você vai acreditar diante do mistério. </p><p><br/></p><p>É preciso fazer uma aposta e se entregar à certezas provisórias, quando não há garantias. </p><p><br/></p><p>Foi assim que interpretei os seus escritos:</p><p><br/></p><p><strong>A maioria dos adultos que eu encontrei abrigam uma quantidade enorme de dúvidas e uma inabilidade para entregar-se. A vida raramente é uma alegria vibrante para eles. Paradoxalmente, no entanto, eles se entregam ao desespero, à solidão e ao medo. Diante de momentos de crise para os quais não há respostas, muitas pessoas realizam esse tipo de entrega negativa. Sempre que precisamos enfrentar grandes desafios, sem algum tipo de crença sólida, corremos o risco de nos entregar à confusão e ao pânico (...)</strong></p><p><br/></p><p><strong>A dor da incerteza pode ser curada pela fé. A fé é a base de nossa força interior. Para adquirir fé é preciso entrega. Com entrega, quero dizer a perda de si mesmo na confiança e respeito em direção ao seu objeto de entrega. Para adquirir fé é preciso estar disposto à se submeter ao mistério (...)</strong></p><p><br/></p><p><strong>Embora as instituições religiosas possam ser fontes de interpretações e crenças comuns, creio que cada pessoa precise achar uma fé plena de sentido pessoal. </strong>(Trechos parafraseados - Cap.5 - Op. Cit.)</p><p><br/></p><p>Não só pelos seus escritos, mas pelo seu exemplo de vida, Patch Adams tem um lugar especial no Programa Conexão 🥰</p><p><br/></p><p>Se você ainda não assistiu ao filme (que tem duração de 2h) fizemos uma edição especial com 24 min com o que julgamos mais importante para o próximo encontro:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/1gpPTjCPDNKnF9Oe-tv4LqZ3gFQYbuYB-/view?usp=sharing">https://drive.google.com/file/d/1gpPTjCPDNKnF9Oe-tv4LqZ3gFQYbuYB-/view?usp=sharing</a></p><p><br/></p><p> Mesmo se você já assistiu ao filme, eu recomendo rever essa edição 😉</p><p><br/></p><p>*"Patch" significa "Remendo" e você vai entender porque ele decidiu passar a usar esse nome no vídeo que editamos.</p><p><br/></p><p>**A foto acima retrata um momento importante do filme, no qual Patch Adams leva Carin Fisher (por quem está apaixonado) para o topo de um terreno montanhoso e lhe apresenta o lugar onde pretende construir o seu hospital junto com ela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:34:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Descontente no Paraíso</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032589305</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Apesar de ser o 4° do Programa, o encontro do próximo sábado foi um dos primeiros a ser produzido.</p><p><br/></p><p>O texto “Descontente no Paraíso” (no qual ele é inspirado) demarca a minha descoberta pessoal do caráter insatisfatório do desejo humano e da possibilidade de buscar uma vida com maior contentamento. </p><p><br/></p><p>No encontro, vamos compreender com mais profundidade o sentido deste texto (o primeiro do Centro de Felicidade, escrito em 2016): <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/CPswrmYr5Cg/">https://www.instagram.com/p/CPswrmYr5Cg/</a> </p><p><br/></p><p>Desejo muito que os aprendizados também sejam valiosos para vocês.🥰🙏🏼</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/CPswrmYr5Cg/" />
         <pubDate>2024-06-19 20:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>A saída secreta para o Drama Emocional</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032590676</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Quero compartilhar com vocês uma história que a Jout Jout conta, em seu livro, sobre o início do seu namoro com Caio.</p><p><br/></p><p>Ela ilustra bem uma das formas que o humor pode contribuir para os relacionamentos.</p><p><br/></p><blockquote><p> "Boa pisciana que sou, passei por uma infinidade de dramas emocionais bem mais pesados do que precisariam ter sido. Sofri três vezes mais, chorei sete. E lidei com tudo da forma mais inadequada possível. </p><p><br/></p><p> O que a gente geralmente faz é usar as nossas emoções para exagerar todas as situações que aparecem na nossa frente. Quando bota um relacionamento no meio, o troço consegue piorar. </p><p><br/></p><p> Mas existe uma saída secreta, muitas vezes ignorada: é preciso não dar corda. Tudo que nosso drama emocional precisa é não ser incentivado de forma alguma. É tão simples, mas tão, tão simples, que a gente custa a acreditar. Eu mesma só descobri isso com 23 anos na cara. </p><p><br/></p><p> Até então, o tipo de relacionamento que eu conhecia era: eu fazendo um drama desnecessário, entrando numa DR desgastante, que não costumava fazer sentido, seguida de um sentimento de culpa por ter destruído momentos que poderiam ter sido felizes mas não foram porque exagerei. </p><p><br/></p><p> Isso começou a mudar quando iniciei o meu namoro com Caio. </p><p><br/></p><p> Depois de 3 meses juntos, comecei a ficar à vontade para começar a fazer meus usuais dramas destruidores de relacionamentos. </p><p><br/></p><p> Fiz um primeiro drama, ele riu. Fiz um outro, ele não notou. Fiz um terceiro, ele não entendeu, mas depois quando entendeu, riu. E assim fui jogando dramas e ele foi rebatendo.</p><p><br/></p><p> Cada vez meus dramas pareciam mais e mais dispensáveis e sem motivo. Eu fui me sentindo ridícula de um jeito bom. Eu já não achava que estava fazendo tudo errado. Eu comecei a rir dos meus dramas.</p><p><br/></p><p> Quando fui ver, estava apaixonada por essa versão de mim que ele fazia vir à tona. Me apaixonei por um sujeito que fez com que eu me apaixonasse por mim mesma. Profundo pra caralho!" </p><p>("Tá todo mundo mal" - págs.38-40)</p></blockquote><p><br/></p><p>No próx. conteúdo complementar vamos aprofundar ainda mais a compreensão sobre essa força tão poderosa que é o humor e saberemos como anda a relação de Caio e Jout Jout.</p><p><br/></p><p>--</p><p><br/></p><p>P.s: Na história, a própria Jout Jout avalia a sua maneira de lidar como "drama emocional". Não é uma avaliação de Caio. Quando um homem faz esse julgamento pode ser uma invalidação emocional ou um caso de "gaslighting". É preciso ponderação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:42:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Humor: fonte de vitalidade e resiliência</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032592902</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A história de Patch Adams é sobre encontrar propósito unindo duas forças de caráter: <strong>humor e bondade. </strong></p><p><br/></p><p>O humor é uma das forças mais correlacionadas com a inteligência social. </p><p><br/></p><p>Ele é entendido pela Psicologia Positiva como "<strong>um lubrificante dos relacionamentos sociais</strong>" (Ryan Niemiec - Intervenções com forças de caráter - p.339). </p><p><br/></p><p>De fato, uma função importante do&nbsp;humor&nbsp;é facilitar as relações, sendo um ótimo passo para a aproximação das pessoas e o estabelecimento da confiança entre elas. </p><p><br/></p><p>Para perceber melhor o funcionamento do humor como uma ferramenta social, podemos citar os estudos realizados pelo professor de Psicologia da Univ. de Berkeley,&nbsp;Robert Levenson. </p><p><br/></p><p>Num de seus experimentos, ele analisou um conjunto de casais enquanto discutiam. </p><p><br/></p><p>Robert descobriu que os casais que respondiam à tensão da discussão com o riso ou com emoções positivas como o riso, não só ficavam menos tensos, como lidavam melhor com a situação. </p><p><br/></p><p>Foram também esses casais que relataram os melhores níveis de satisfação na sua relação. </p><p><br/></p><p>É importante destacar que o humor não é apenas fazer piada. Humor tem a ver com alegria, ludicidade, diversão e uma disposição para brincadeira e imaginação. </p><p><br/></p><p>Tem a ver com quebrar a seriedade das narrativas e ter uma chance de olhar para elas e reavaliar: será que pensar dessa forma e encarar assim a realidade está nos fazendo bem? Há alguma outra forma de olhar através da qual podemos, até mesmo, rir disso? </p><p><br/></p><p>Jout Jout e Caio, por exemplo, fizeram isso no momento difícil do término do namoro deles:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hd82UMDs94o">https://youtu.be/hd82UMDs94o</a></p><p><br/></p><p>O humor é não só a gargalhada, mas também é o riso terno de um momento de intimidade (aquilo que o palhaço Márcio Libar chamou de Graça no encontro do pequeno Ygor.)</p><p><br/></p><p>O humor (conforme o nosso modelo de etapas de regulação emocional, que veremos no 6° encontro) pode contribuir com as etapas de Aceitação e Nutrição. </p><p><br/></p><p>O humor é fonte de resiliência e vitalidade quando nos ajuda a aprofundar nossas relações sociais (vimos no 1° encontro que a intimidade produz dopamina) e também quando nos faz rir. </p><p><br/></p><p>Segundo o Neurocientista PhD.</p><p>A. FREITAS-MAGALHÃES: </p><p><br/></p><blockquote><p><strong> O riso estimula as partes do cérebro que utilizam a serotonina e a dopamina como químicos mensageiros do bem-estar. O riso é uma fonte de prazer, alegria, imunidade e alívio do stress</strong>, e pode tornar-se viciante para o cérebro (...). Como expressão facial tem grande importância na interação social. ("A Psicologia das Emoções" paráfrase part. 1 e 2).</p></blockquote><p><br/></p><p>Assim como todas as outras forças, o humor pode ser treinado. Veremos mais sobre isso no próximo encontro.</p><p><br/></p><p><strong> P.s: </strong><em>vejam que na citação o Neurocientista aponta que até mesmo o humor pode virar depedência. Por que isso acontece?(assunto tb para o prox. encontro).</em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=hd82UMDs94o" />
         <pubDate>2024-06-19 20:49:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Se quiser uma decisão favorável de uma pessoa, certifique-se de que ela fez um lanche</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032594676</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O neurobiólogo Robert Sapolsky defende uma perspectiva sobre liberdade conhecida como "Incompatibilismo Radical". </p><p><br/></p><p>Ele argumenta que a sensação de fazer escolhas com uma intenção livre é uma ilusão, pois estamos sujeitos a diversos determinismos biológicos.</p><p><br/></p><p>Em seu livro "Determined" (cap.1 - 2023), Sapolsky explora essa ideia, sugerindo que entender realmente nossas intenções requereria um conhecimento abrangente de todas as influências biológicas e ambientais que moldaram nossa trajetória e sobre as quais não temos controle:</p><p><br/></p><blockquote><p>"Para entender de onde veio a sua intenção de fazer algo, você precisaria saber o que aconteceu com você nos segundos anteriores à essa intenção. E também o que aconteceu com você nas horas e dias anteriores. E anos ou décadas antes. E durante sua adolescência, infância e vida fetal. E o que aconteceu quando o espermatozoide e o óvulo destinados a se tornar você se fundiram, formando seu genoma. E o que aconteceu com seus ancestrais séculos atrás, quando eles  estavam formando a  cultura na qual você foi  criado, e à sua espécie há milhões de anos. </p></blockquote><p><br/></p><p>E continua:</p><p><br/></p><blockquote><p>Meu objetivo não é convencê-lo de que não existe livre arbítrio; será suficiente se você simplesmente concluir que há muito menos livre arbítrio do que você imagina e que isso pode nos tornar mais compassivos e sábios. </p></blockquote><p><br/></p><p>Embora não concordemos totalmente com a visão radical de Sapolsky, reconhecemos que estamos sujeitos a uma gama mais ampla de condicionamentos do que geralmente percebemos. </p><p><br/></p><p>No encontro de hoje, vamos citar uma pesquisa muito reconhecida que traz revelações impressionantes neste sentido.</p><p><br/></p><p>Não vou explicá-la plenamente neste conteúdo complementar. Quero penas deixar o link com vocês:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pnas.org/doi/full/10.1073/pnas.1018033108?doi=10.1073/pnas.1018033108">https://www.pnas.org/doi/full/10.1073/pnas.1018033108?doi=10.1073/pnas.1018033108</a></p><p><br/></p><p>E também apresentar abaixo os principais resultados que nos interessam:</p><p><br/></p><blockquote><p>"Nossas conclusões apoiam a visão de que&nbsp; determinantes situacionais juridicamente irrelevantes – neste caso, apenas fazer uma pausa para comer – podem levar juízes a decidir de forma diferente em casos com características jurídicas semelhantes"</p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p>"Nossas descobertas contribuem para a literatura que documenta como os especialistas não estão imunes à influência de informações tecnicamente irrelevantes"</p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p>"Descobrimos que a probabilidade de uma decisão favorável ao réu é muito maior logo após uma pausa para alimentação"</p></blockquote><p><br/></p><p>Por favor, façam um lanche antes do encontro 😅🙏🏼 Começamos já já.</p><p><br/></p><p>*Na imagem um gráfico da pesquisa. A linha pontilhada indica que houve intervalo para alimentação. Perceba que logo após a pausa o juiz volta a conceder decisões favoráveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:55:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vamos ao nosso último conteúdo complementar de hoje.</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032595469</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p><br/></p><p>O vídeo mais assistido do Canal da Jout Jout. </p><p><br/></p><p>Uma linda história que será citada (na verdade: "continuada") em nosso encontro ("cuidado talvez role lágrimas" é o subtítulo do vídeo hahaha - o aviso faz sentido  ^-^</p><p><br/></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/GFuNTV-hi9M">https://youtu.be/GFuNTV-hi9M</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=GFuNTV-hi9M" />
         <pubDate>2024-06-19 20:56:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032595469</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Intervalo, vamos voltar em 10 minutos</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3032597384</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A música "While My Guitar Gently Weeps" de George Harrison, lançada pelos Beatles, é uma das minhas preferidas. Vamos voltar do nosso intervalo com o videoclipe dela.</p><p><br/></p><p>A letra observa a falta de amor e a necessidade de mudança. Ela sugere uma reflexão sobre como as pessoas são moldadas e manipuladas por forças externas, possivelmente referindo-se ao capitalismo e à cultura de consumo. De fato, muitas vezes vivemos encenando desejos que a cultura encucou em nós.</p><p> </p><p>Harrison também fala sobre a necessidade de aprender com os erros e crescer. A música reconhece as dificuldades e desafios, mas enfatiza o nosso potencial para mudança, tanto individualmente quanto coletivamente.</p><p><br/></p><p> A tristeza expressa na música pode ser interpretada como uma lamentação pela desconexão espiritual e pela falta de compaixão no mundo.</p><p><br/></p><p>Alguns interpretam a letra como sendo reflexões sobre relações pessoais, a dor da incompreensão e a dificuldade de se comunicar profundamente com os outros. A guitarra "chorando" pode simbolizar a expressão dessas emoções complexas.</p><p><br/></p><p>Para mim, o choro da guitarra em "While My Guitar Gently Weeps" pode ser interpretado não apenas como uma expressão de tristeza, mas também como uma forma compassiva de lidar com a dor e de responder ao sofrimento. A música pode ser vista como uma maneira de transformar a dor em algo belo e significativo, utilizando a arte como um meio de processar e expressar emoções difíceis.</p><p><br/></p><p><strong>Segue a tradução que fiz da letra pra vocês:</strong></p><p><br/></p><p>Eu olho para todos vocês, vejo o amor adormecido</p><p>Enquanto minha guitarra chora baixinho</p><p>Eu olho para o chão e vejo que ele precisa ser limpo</p><p>Minha guitarra ainda chora baixinho</p><p><br/></p><p>Não sei porque ninguém te ensinou</p><p>Como expandir seu amor</p><p>Não sei como foi que te controlaram</p><p>Como te tornaram um objeto de consumo</p><p>Eu olho para o mundo e eu noto que ele está mudando</p><p>Enquanto minha guitarra chora baixinho</p><p><br/></p><p>Nós certamente precisamos aprender com cada erro</p><p>Minha guitarra ainda chora baixinho</p><p><br/></p><p>Eu não sei como você foi desviado</p><p>E foi pervertido também</p><p>Eu não sei como você foi invertido</p><p>E ninguém te alertou</p><p><br/></p><p>Eu estou pronto para ver a peça que você encena</p><p>Enquanto minha guitarra chora baixinho</p><p>Conforme estou aqui sentado fazendo nada além de envelhecer</p><p>Minha guitarra ainda chora baixinho</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 21:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Bom dia ☀️</title>
         <author>centrodefelicidade</author>
         <link>https://padlet.com/centrodefelicidade/pma5hqffyl6h5xh1/wish/3035209139</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>Segue a gravação do nosso último encontro:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://1drv.ms/v/s!Al2pbdo02VCfgc4I4Jx2XH4tBjFBmg?e=SoZ6L7">https://1drv.ms/v/s!Al2pbdo02VCfgc4I4Jx2XH4tBjFBmg?e=SoZ6L7</a></p><p><br></p><p>Fique sempre à vontade para partilhar suas impressões comigo, mesmo assistindo depois. Imagine como se  estivesse ao vivo 😊</p><p><br></p><p>Aproveite foi feito com carinho ❤️ Fica disponível por 18 meses.</p><p><br></p><p>O encontro seguinte é conhecido como um dos mais valiosos do Programa Conexão. Vamos aprender, de forma didática e interativa, como desenvolver nossa capacidade de regulação emocional. </p><p><br></p><p>Será no dia 22 de junho. </p><p>É imperdível. Espero que possa participar.</p><p><br></p><p>Bom final de semana 🤗</p><p><br></p><p><em>*Dedicamos os méritos deste encontro às inúmeras pessoas que nos permitiram chegar até aqui.</em></p><p><br></p><p><em>Por favor, por uma questão de privacidade, não compartilhar publicamente.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-23 00:52:10 UTC</pubDate>
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