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      <title>7 pecados capitais by Sete pecados Capitais</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-08-08 21:50:06 UTC</pubDate>
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         <title>3°A </title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 7 pecados capitais</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-14 22:27:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alineglavina</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/375728146</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação 3 estrelas!! Precisam de mais animação! 😁</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-20 15:08:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reino protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/375902066</link>
         <description><![CDATA[<div>Protista, por vezes também designado Protoctista, é um grupo diverso de organismos eucariontes, que inclui a maioria dos organismos que não se encaixam em nenhum dos outros quatro reinos eucarionticos: Animalia (animais no sentido estrito), Plantae (plantas), Fungi (fungos) ou Chromista.<br><br>Possui cerca de 20 mil espécies, sendo um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares.[1] Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como no grupo de flagelados. Há registros fósseis de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhões de anos, na Era Proterozoica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-21 03:12:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alineglavina</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/377227397</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução 3 estrelas. Apresenta erros ortográficos e de acentuação, além de estar muito curta, sucinta.😘</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-08-26 18:28:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379038038</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Endossimbiose e Evolução dos Eucariontes</em></strong><br><br><strong>Endossimbiose</strong><br>Introdução: Um endossimbiose é qualquer organismo que vive no interior do corpo ou das células de outro organismo, realizando uma relação ecológica designada como endossimbiose (do grego: Endo = interior, sin = ao mesmo tempo, e biosis = que vive).<br><br><br><strong>Evolução dos Eucariontes</strong>: No princípio de tudo era apenas um Procarionte. Com as aparições de imaginação da membrana plasmática, essas imaginações começaram à aprisionar o material genético desta célula, formando o envoltório nuclear e com isso dando origem ao núcleo (célula Eucariotica em formação).<br>A célula por sua vez, se alimenta de outras células menores Procariontes aeróbico heterotrofos, que ao invés de serem dirigidas, passam à viver harmoniosamente dentro da célula maior fornecendo energia enquanto a célula maior oferece proteção (processo de Endossimbiose), logo essa célula terá o nome de Eucarionte heterotrofico, que estará presente em animais e até nós seres humanos. <br>Em outro caso, depois dessa célula já estar vivendo em harmonia com as míticondrias acontece mais um processo de Endossimbiose, pois ela acaba aceitando mais outra célula menor dentro de si, que é a célula Procarionte Fotossintetizante que logo depois se chamará de "Plasto" que tem a pigmentação verde. A célula maior terá o nome então de Eucarionte Autótrofo e estará presente nas plantas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379038753</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Diplomonadida e parábolas</em></strong><br><br><br>Os Diplomonadida são um grupo de Protistas composto por protozoários flagelados. São quase todos simbiontes de outros organismos.<br>Os Diplomonadida são um grupo de Protistas composto por protozoários flagelados. São quase todos simbiontes de outros organismos, mas existem também alguns géneros onde ocorrem formas com vida livre.<br><br>As formas de vida livre ocorrem, geralmente, em ambientes aquáticos eutróficos. A maioria dos Diplomonadida são, no entanto, comensais inofensivos do trato digestivos de animais. Alguns são patogénicos, como a espécie Hexamida salmonis, um parasita de peixes responsável por um elevado número de mortes em viveiros de salmão e de truta. A espécie Giardia intestinalis parasita humanos e causa diversas afecções como diarreia, desidratação ou cólicas intestinais.<br><br>As primeiras espécies que foram descritas dentro deste grupo exibiam uma simetria dupla caracterizada por um par de sistemas cariomastigontes. A designação ‘Diplomonadida’ surgiu como referência a esta característica. Mais tarde, foi descoberto que as espécies pertencentes ao género Enteromonas possuem apenas um único sistema cariomastigonte. O sistema cariomastigonte é composto por um conjunto de fibras que tem origem no corpo basal do flagelo e que se associam ao núcleo.<br><br><br><strong>Características gerais dos Diplomonadida</strong><br><br>Os organismos deste grupo são unicelulares, e a célula é apenas rodeada pela membrana plasmática. A rigidez da célula é obtida somente pelo suporte fornecido pelos microtúbulos que se associam ao corpo basal dos flagelos.<br><br>Os Diplomonadida movimentam-se através de flagelos, que podem variar em número, conforme a espécie. Tipicamente, exibem oito flagelos. Possuem mitocôndrias e, a grande maioria, exibe dois núcleos vesiculares com um nucléolo reduzido. A divisão nuclear é sincronizada entre os dois núcleos e ocorre por mecanismos de ortomitose semiaberta com a presença de centríolos. Existe a formação de um fuso mitótico providenciado pelos corpos basais dos flagelos.<br><br>A reprodução assexuada dá-se por fissão binária ao longo do eixo longitudinal (divisão simetrogénica). Não se conhece nem meiose nem reprodução sexuada neste grupo. As células dos Diplomonadida não possuem plastídios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:40:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista </title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379039545</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Amebozoários</em></strong><br><br>Amebozoários  é um filo de protozoários amebóides, incluindo a maioria que se move através de movimentos citoplasmáticos internos. Os seus pseudópodes têm a forma de dedo e são denominados lobopódios. A maioria são unicelulares, e são comuns no solo e em habitats aquáticos, com alguns encontrados como simbiontes de outros organismos, incluindo alguns organismos patogénicos.<br><br><strong>Classificação</strong>	<br><br>O clado Amebozoários  pode ser categorizado como supergrupo ou então filo dependendo da classificação proposta. Cavalier-Smith propôs dois subfilos dentro do grupo: Conosea e Lobosea. A monofilia do clado é baseada na análise genética da pequena subunidade ribossomal  e da análise combinada de sequências proteícas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:43:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379040052</link>
         <description><![CDATA[<div>Foraminimeros<br><br>O Filo Foraminifera é um grande táxon de protozoários primariamente marinhos. Os inúmeros pseudópodes filiformes são denominados “reticulópodes”, se ramificam e se conectam entre si, se anastomosando ativamente com o objetivo de formar uma rede complexa, lembrando uma teia de aranha, e denominada de “rede de reticulópode”. Cada um desses reticulópodes tem seu próprio eixo de microtúbulos, que movimente vesículas em duas direções para e a partir do corpo celular. Essas vesículas que são abundantes conferem uma aparência granulada aos reticulópodes. Algumas classificações colocam os foraminiferos como sendo uma Ordem da classe Sarcodina.<br><br>A locomoção dos foraminíferos rastejadores resulta da extensão da rede de reticulópodes, da ancoragem no substrato e retração da rede, processo esse que puxa o corpo da célula para frente. Os foraminíferos constroem uma testa extracelular de material orgânico, compactando partículas minerais e carbonato de cálcio secretado na matriz orgânica. As testas calcárias são muito importantes quando são bem preservadas para obter-se o registro fóssil, além de serem mais comuns do que sem imagina. Cerca de 40.000 das 45.000 espécies descritas atualmente de foraminíferos são espécies fósseis. Os maiores organismos deste grupo são membros dos Xenophyophorea de mar profundo, tem apenas alguns centímetros de diâmetro equivalente ao tamanho da mão humana fechada.<br><br>Algumas espécies ocupam uma testa de uma câmara, mas a maioria tem testa calcificada com muitas câmaras. Estes últimos iniciam suas vidas em uma única câmara como os demais, porém à medida que organismo aumenta de tamanho, os reticulópodes saem pela abertura da câmara original e secretam novas câmaras. Este processo continua por toda a vida, o que resulta na formação de uma série de muitas câmaras.<br><br>Os faraminíferos lançam amplamente suas extensas redes de reticulópodes sobre superfícies, tanto na água como nos grãos de areia a procura de alimento. Uma vez que uma diatomácea, bactéria ou outra presa pequena é capturada, esta é transportada ao longo da rede como se fosse uma pessoa transportada em uma escada rolante, seguindo na direção do corpo da célula que espreita como se fosse uma aranha no centro de sua teia à espera do tão suculento alimento. Ao atingir o corpo da célula, a presa é finalmente ingerida por fagocitose. A maioria destes organismos é bentônica (presa ao substrato), no entanto as espécies de Globigerina e os gêneros relacionados são formas planctônicas (vivem livres na água). Estes últimos apresentam suas testas mais delicadas do que nas espécies bentônicas. As espécies bentônicas tem espinhos em suas testas, são longos em algumas espécies quando o foraminífero é visível a olho nu, e servem para retardar a taxa de afundamento do organismo, como na figura ao lado, alguns organismos deste grupo são sésseis.<br><br>Muitos foraminíferos albergam uma diversidade incomum de protistas endossimbiontes fotossintetizantes – clorófitas, diatomáceas, dinoflagelados ou algas vermelhas unicelulares, isto irá depender do tipo de foraminífero. Um táxon que abriga as zooxantelas, os Soritidae que incluem as moedas-de-sereia, mede cerca de 1cm de diâmetro e é muito comum em recifes de corais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:46:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379040459</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Radiolários</strong><br><br>Radiolários são protistas planctônicos amplamente distribuídos pelos oceanos modernos e do<br>passado geológico. Esta vasta abrangência temporal<br>e espacial permite que estes organismos sejam utilizados na resolução de diversos problemas geológicos. Neste escopo se insere o presente estudo, que<br>apresenta uma síntese do estado de conhecimento<br>sobre o grupo, historicamente marcado pela carência nos seus aspectos biológicos, e discute algumas<br>de suas aplicações às geociências.<br>Os radiolários, além da ampla distribuição espacial e temporal, possuem larga distribuição através da coluna da água, habitando desde águas próximas<br>à superfície até águas profundas. Seus esqueletos<br>são formados por sílica amorfa e podem viver<br>como formas solitárias (com tamanho variando de<br>30 μm a 2 mm) e/ou em colônias macroscópicas<br>interconectadas. <br>A célula possui uma massa central de citoplasma (endoplasma), contendo um ou mais núcleos,<br>mitocôndrias, dictiossomos e o axoplasto, o qual<br>origina os axópodes. A camada periférica de citoplasma (ectoplasma), contém<br>alvéolos em formato de bolhas, axópodes radiais,rizópodes em redes, vacúolos, e é separada do endoplasma por uma parede capsular central perfurada (membrana capsular). A presença<br>da membrana capsular é uma das características<br>que diferencia os radiolários dos demais protistas<br><br>Radiolários em vida não têm sido tão extensivamente estudados quanto seus correspondentes<br>no registro fóssil. Muitos dos estudos envolvendo<br>radiolários atuais apresentam caráter biogeográfico<br>ou abordam o padrão de distribuição vertical das<br>espécies nas massas de água.<br>Recentemente, estudos também vêm sendo desenvolvidos sobre a taxa e o modo de crescimento do<br>esqueleto, biologia e morfologia.<br>O endoplasma geralmente é mais denso que<br>o ectoplasma. O ectoplasma<br>desempenha importantes funções na manutenção da posição do organismo na coluna da água,<br>digestão, respiração, entre outras. Já o endoplasma<br>desempenha principalmente funções reprodutivas<br>A cápsula central é composta pelo endoplasma,<br>possuindo inclusões, um ou mais núcleos e o axoplasto. Caso um indivíduo seja reduzido apenas à<br>cápsula central, esta estará apta a regenerar todas as<br>demais partes do organismo.<br>A membrana capsular limita externamente a cápsula central e é pigmentada, sendo<br>composta por quitina ou pseudoquitina, fusules<br>(pequenos tubos pelos quais passam os filamentos<br>axopodiais) e fissuras capsulares.<br><br>Embora a sobrevivência de radiolários seja<br>amplamente favorecida em águas marinhas de<br>salinidade média, estes não estão ausentes em áreas<br>de baixas (não muito inferiores a 30% e altas salinidades. Poucas formas apresentam preferências<br>por águas costeiras ou neríticas e, alguns indivíduos podem ser carregados acidentalmente para<br>grandes baías reportaram a primeira, e única, taxocenose monoespecífica de Lophophaena rioplatensis em<br>águas salobras do estuário Rio del Plata e águas<br>costeiras próximo ao Mar del Plata, suportando<br>salinidades de até 15,4%. As áreas de maior abundância de radiolários, geralmente estão associadas<br>a zonas oceânicas de ressurgência. A distribuição geográfica dos radiolários apresenta, em geral, as mesmas relações que outros<br>organismos planctônicos, evidenciando principalmente padrões de correntes oceânicas. Como diversos organismos marinhos, os<br>radiolários atingem sua máxima diversidade em<br>águas tropicais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:49:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379040589</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Heliozoa<br></strong><br>Os heliozoários podem ser marinhos, de água doce ou habitantes de musgos. No meio aquático podem estar flutuando ou aderidos a rochas no fundo do mar, o que é mais comum de se ver. A medula contém de um a muitos núcleos, isso dependerá de cada espécie.<br><br>Os Heliozoa (do grego helios, sol, e zoo, animal) são protistas ameboides fagótrofos, que formavam uma classe nas antigas classificações, mas que agora o seu nome é utilizado simplesmente como um termo descritivo para protistas com determinado aspecto. Possuem forma relativamente esférica com numerosas projeções sustidas por microtúbulos chamados axopódios que irradiam para o exterior a partir da superfície da célula. Estes dão-lhes o aspecto característico em forma de sol a partir do qual receberam o seu nome. São diversas as funções destes axópodos: captura do alimento, percepção de sensações e movimento. Os heliozoas assemelham-se aos radiolários, mas distinguem-se destes pela ausência de cápsulas centrais e doutros elementos esqueléticos complexos, embora alguns produzam escamas e espinhas simples. Encontram-se em águas doces e marinhas.<br><br>Originalmente, os heliozoas foram agrupados numa classe formal denominada Heliozoa ou Heliozoea, mas as distintas ordens que a formavam apresentam diferenças demasiado óbvias e agora considera-se que não estão relacionados entre si. Atualmente, heliozoa é considerado um termo descritivo que se aplica a vários grupos de protistas, entre os quais:<br><br>Actinophryida (axodinos). Posteriormente classificados como Chromalveolata.<br>Centrohelida. Hoje geralmente classificados dentro dos Hacrobia.<br>Desmothoracida. Atualmente Rhizaria&gt;Cercozoa.<br>Dimorphida. Atualmente Rhizaria&gt;Cercozoa.<br>Gymnosphaerida. Atualmente Rhizaria&gt;Cercozoa.<br>Sticholonche. Atualmente Rhizaria&gt;Radiozoa.<br>Vários nucleariida foram antes considerados heliozoas, ainda que não possuíssem axópodos sustentados por microtúbulos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:50:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379040778</link>
         <description><![CDATA[<div>cinetoplastídeos<br> <br>Os cinetoplastídeos, Filo Euglenozoa, Reino Protozoário) são heterótrofos incolores. Dentre as seiscentas espécies de vida livre conhecida, a maioria é de parasitas. Todas elas compartilham o bastão paraxial flagelar com os seus parentes euglenóides, mas de modo ímpar tem uma massa conspícua de DNA, o cinetoplasto, que fica dentro de uma grande mitocôndria.<br> As espécies biflageladas e de vida livre de Bodo são comumente encontrada em água salobra e doce além de estarem também no solo onde se alimentam de bactérias. Os cinetoplastídeos tripanossomatídeos são parasitas intestinais de insetos e parasitas sanguíneos de vertebrados. A expressão diferencial de genes (e também da síntese de proteína) durante os muitos estágios infectivos modifica a característica original do antígeno, permitindo ao parasita a chance de ludibriar o sistema imunológico do hospedeiro, e assim causar danos.<br>As espécies dos gêneros tripanossomatídeos Leishmania e Trypanosoma são agentes de muitas doenças que acometem os homens e os animais domesticados, principalmente em regiões tropicais e subtropicais. O ciclo de vida desses organismos é dividido basicamente em duas etapas. Em uma delas esses tripanossomatídeos passam no interior das células intestinais de insetos sugadores de sangue (quase que soberanamente os vários tipos de moscas), e na outra etapa passam no sangue ou nos leucócitos (e nas células linfóides) do hospedeiro vertebrado, não excluindo a possibilidade de invadirem outros tecidos deste hospedeiro.<br><br>Leishmania é o agente da disseminada leishmaniose e também de doenças relacionadas. Elas são responsáveis por lesões cutâneas e interferência nas respostas imunes, entre tantos outros efeitos. A leishmania tem como vetor o mosquito-palha, do gênero Phlebotomus ou Lutzomyia.<br><br>A doença de chagas  é causada pelo Trypanosoma cruzi e é transmitida por percevejos sugadores de sangue. De fato causam danos extensos no hospedeiro humano quando o parasita deixa o sistema circulatório e invade o fígado, o baço e o músculo cardíaco.<br><br>Trypanosoma brucei rhodesiense e T. b. gambiense causam a doença do sono africano e é transmitida pela mosca tsé-tsé. Estes parasitas invadem o fluído cerebrospinal e o cérebro provocando letargia, sonolência e deterioração mental que marcam a etapa terminal da doença. Há muitas outras doenças provocada pelos tripanossomos em equinos, bovinos e ovinos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:51:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379041176</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Euglenóides<br><br>São um grupo de Excavata integrantes do Filo Euglenozoa (também chamada de divisão Euglenophyta na botânica) e Classe Euglenoidea, que vivem em água doce. Como exemplo desse protistas podesse citar a Euglena viridis, que é dotada de um flagelo frontal e se reproduz por cissiparidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:53:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379041574</link>
         <description><![CDATA[<div>Ciliados<br>Ciliados são os protozoários de maior complexidade e os mais especializados quanto à estrutura de suas células. Apresentam locomoção por meio do batimento de cílios. As células apresentam dois núcleos: micronúcleo e macronúcleo. São de água doce e marinhos, quase todos de vida livre. Existe apenas um parasita do homem: o Balantidium coli.Os ciliados mais conhecidos são os paramécios.<br><br>Balantidium coli: este ciliado é parasita do intestino grosso provocando diarreias. A transmissão é feita pela ingestão de água, verduras e outros alimentos contaminados com os cistos do parasita.<br><br>O paramécio vive em água doce. Apresenta uma abertura bucal (citóstoma) que permite a ingestão de partículas alimentares. O funil bucal é um pequeno canal que parte do citóstoma para o interior da célula, na base do qual formam-se os vacúolos digestórios que se encarregam da digestão do alimento ingerido. Os restos não digeridos são eliminados por um orifício conhecido por citopígeo.<br><br>Possui dois vacúolos pulsáteis (contráteis) que se encarregam da eliminação do excesso de água que entra na célula e também da excreção.<br><br>A reprodução pode ser assexuada através da bipartição (cissiparidade) e sexuada através da conjugação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista </title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ciliados</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 02:57:45 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379042370</link>
         <description><![CDATA[<div>apicomplexos<br><br>Atualmente já foram contabilizadas aproximadamente 5.000 espécies de apicomplexos. Os representantes deste filo são parasitas comuns de animais, tais como vermes, equinodermos, insetos e vertebrados. Podem ser parasitas intra ou extracelular (ou ambos), isso dependerá da espécie em questão. Os representantes do filo apicomplexa são responsáveis pela malária, que é uma doença parasitária, eleita a nº 1 da humanidade. Também são chamados de Esporozoários.<br><br>Estrutura<br><br>estrutura-apicomplexa-esporozoarioEsses organismos são chamados assim porque os estágios móveis, infecciosos portam um complexo apical anterior que se prende ou que penetra no interior da célula hospedeira. Este complexo apical é bem desenvolvido porque consiste em um conóide anterior, em um ou dois anéis polares, em duas ou vinte estruturas glandulares na forma de garrafas (roptrias), além de numerosos túbulos derivados da membrana do Complexo de Golgi (micronemas). O conóide está aberto em ambas as extremidades e também é envolvido pelos anéis polares que se conectam com microtúbulos subpeliculares. Os micronemas possuem enzimas que são utilizadas para penetrar na célula hospedeira, porém as funções dos outros componentes celulares ainda não estão bem claras para a ciência. Os apicomplexos tem flagelos que ocorrem nos seus microgametas, mas são carentes de cílios e pseudópodes.<br><br>Os representantes deste filo podem apresentar um ou mais poros para alimentação denominados micróporos, localizados geralmente na lateral do corpo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:02:05 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379042493</link>
         <description><![CDATA[<div>apicomplexos<br><br>Ciclos de Vida<br><br>ciclo-vida-esporozoarios<br><br>Os ciclos de vida destes organismos podem ser extraordinários ou básicos. Quando extraordinário, os apicomplexos atingem uma complexidade muito grande, pois possuem uma capacidade infeccionaria alta, atingindo mais de um hospedeiro. Contudo, quando é básico, é bem simples: seus estágios sexuais e clonais são haplóides, com exceção do zigoto. O estágio móvel infestante é chamado de esporozoíto, que é haplóide e penetra no corpo do hospedeiro retirando nutrientes, crescendo e se diferenciando em um gamonte (célula produtora de gametas). Normalmente os gamontes feminino e masculino se pareiam, tendo a sua volta um envoltório comum (cisto) e cada um produzindo muitos gametas através da fissão múltipla no interior do cisto. Quando já estão completamente desenvolvidos os gametas formam zigotos diplóides, sendo que cada um produz uma cápsula protetora extracelular que será chamada de esporo. Após esta fase, já no interior do esporo, o núcleo do zigoto faz meiose pra voltar o nº haplóide dos cromossomos e dar continuidade à divisão mitótica, resultando em oito esporozoítos. Nesse ciclo de vida ocorre a produção de gametas conhecida como gamogonia, ocorre também a produção de esporos denominada esporogonia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:03:11 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379042859</link>
         <description><![CDATA[<div>Diatomáceas<br><br> Diatomáceas são organismos unicelulares que chegam a atingir 2 milímetros. A maioria delas vive em mares de águas frias, mas há espécies de agua doce. As células das Diatomáceas são recobertas por uma carapaça, a frústola, constituída por dióxido de silício, ou sílica, o mesmo material empregado na produção de vidro. Em muitas espécies, a frústola é formada por duas partes encaixadas como uma caixa redonda com tampa e dotadas de saliências, depressões e poros que permitem contato da membrana plástica com o meio. Isso confere a muitas espécies de diatomáceas um aspecto iridescente e brilhante. A iridescência das carapaças silicosas, associada aos pigmentos presentes, dá a essas algas diferentes colorações, que vão do dourado ao marrom-esverdeado. As principais substâncias de reserva das diatomáceas são óleos, que em certas espécies contribuem para facilitar a flutuação. Muitas diatomáceas flutuam nos mares e lagos, representando parcela importante do fitoplâncton. Outras produzem um muco aderente e vivem presas à superfície de organismos marinhos, como outras algas, moluscos, crustáceos, tartarugas, baleias, etc. Em certas regiões do fundo marinho as carapaças de diatomáceas acumularam-se ao longo de milhares de anos, formando camadas rochosas compactas conhecidas como terras de diatomáceas (ou diatomito). As terras de diatomáceas são utilizadas desde a Antiguidade como material de construção, geralmente misturadas à cal. Alguns exemplos de obras construídas com terras de diatomáceas e que ainda se conservam são os aquedutos de Roma, os portos de Alexandria e o canal de Suez. Por ser constituído de carapaças vitrificadas muito pequenas, o diatomito tem granulosidade finíssima, sendo por isso empregado como matéria-prima de polidores e também na confecção de filtros e isolante<br><br>Caracterização biológica	<br>O grupo apresenta enorme biodiversidade de espécies atuais e formas conhecidas, do registro fóssil. As suas paredes celulares de sílica apresentam uma diversidade de formas intrincadas e ornamentadas que as tornam um dos seres vivos microscópicos que mais atenção despertam. Existem em mais de 250 gêneros, não extintos, estimando-se que atualmente existam mais de 100 000 espécies diferentes de diatomáceas. Constituem um grupo biológico bastante comum por todo o planeta, podendo encontrar-se nos oceanos, em água doce, no solo e em demais superfícies úmidas. Muitas são pelágicas, vivendo livremente na água oceânica, enquanto que outras são bentônicas, ocupando a superfície de interface entre o substrato sedimentar e a água no fundo oceânico. Sobrevivem também em locais com humidade atmosférica elevada. São especialmente importantes nos oceanos, onde se estima que contribuam para mais de 25% da produção primária da Terra e 45% da produção primária oceânica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:05:48 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379042976</link>
         <description><![CDATA[<div>Dinoflagelados<br><br>Os dinoflagelados possuem vários cloroplastos e os pigmentos fotossintéticos são clorofila do tipo a e c, que geralmente mascaram-se em presença dos carotenoides, com o principal deles, a pridinina, também encontrado em algas crisófitas. A presença da pridinina sugere que os cloroplastos dos dinoflagelados surgiram de endossimbiose com diatomáceas e haptófitas. Outros dinoflagelados possuem cloroplastos verdes ou azul-esverdeados semelhantes aqueles de algas verdes ou criptomonas, sugerindo endossimbiose com estes organismos. A substância de reserva energética é o amido e como em todos os protistas há vacúolo contrátil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:06:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379043903</link>
         <description><![CDATA[<div>Algas pardas<br><br>as algas pardas são inseridas por especialistas em dois diferentes filos,no filo phaeophyta (feófitas), ou no filo ocrophyta (ocrofitas). Estudos recentes indicam organismos no grupo dos cromalveolados, ou chromalveolata, juntamente com Diatomáceas, crisófitas, xantoficeas e organismos antes relacionados como fungos,os omicetos e alguns protozoários. Existem cerca de 1500 espécies registradas de algas pardas, as quais habitam quase que predominante ambientes marinhos: aparecem fixas e costões rochosos, principalmente em regiões ártícas.porém, há registro de algas bentônicas em profundidades de 20 a 30 metros. Muitas aparecem em ambientes tropicais de Águas Claras e poucas espécies ocorrem em ambientes de Água doce.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379044093</link>
         <description><![CDATA[<div>Algas vermelhas<br><br>As algas  vermelhas estão no grupo archaeplastida porém,sem confirmar a resistência de um ancestral (monofilia) para este grupo estás algas foram divididas Em dois grupos, as classes bangiophyceae e florideophyceae, existe cerca de 6.000 espécies registradas de Algas vermelhas,as quais habitam quase que predominante ambientes marinhos, ocorrendo em maior número quando comparada às outras macroalgas, principalmente as bentônicas,muitas são encontradas em regiões polares e regiões tropicais. Poucas são de água doce, com o gênero cyanidium, algas filamentosa capaz de habitar Fontes termais ácidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:14:11 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379044264</link>
         <description><![CDATA[<div>Algas verdes<br><br>As algas verdes antigamente reconhecidas em único grupo como briófitas as reúnem em grupo referido por viridiplantae (viridofitas ou plantas verdes) as características agrupam estes organismos, os caracteres que estes grupos possuem em comum são o tipo de clorofila A e B armazenada em plastos (cloplastos) o tipo de parede celular constituído por celulose hemicelulose e substâncias pécticas a semelhança dos gametas flagelados e dados de sequências moleculares. Estudos filogenéticos separam as algas verdes em dois grandes grupos: um constituído apenas por Algas verdes, às clorófitas e o outro estreptófitas, composto por algumas Algas verdes e as plantas terrestres (embriófitas).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379045220</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças:</strong><strong><em> Malária<br><br></em></strong><strong>O QUE É?</strong><strong><em><br></em></strong>A malária é causada pelo protozoário chamando Plasmodium. No Brasil, três espécies estão relacionadas com essa doença em seres humanos: o Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum e Plasmodium malariae. Essa doença afeta muitas pessoas pelo mundo todo, principalmente em regiões tropicais. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:21:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Malária<br><br></em></strong><strong>SINTOMAS</strong><br>Os sintomas são calafrios, febre e sudorese, ocorrendo geralmente algumas semanas depois da picada.<br>•Dores Locais: no abdômen ou nos músculos.<br>•No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar, suor, suor noturno, tontura ou tremor.<br>•No aparelho gastro intestinal: diarreia, náusea ou vômito.<br>Também é comum: dor de cabeça, falta de ar, palidez, pele e olhos amarelados ou ritmo cardíaco acelerado.<br><br><strong>TRATAMENTO</strong><br>O tratamento é feito por meio de medicamentos antiparasitários e antibióticos.<br>Geralmente, pessoas que viajam para áreas onde a malária é comum tomam remédios preventivos antes, durante e depois da viagem. O tratamento inclui medicamentos antimaláricos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:23:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista </title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Malária<br><br></em></strong><strong>PREVENÇÃO</strong><br>A prevenção consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, calças e camisas de manga longa, principalmente no período de fim da tarde e início da noite. Evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir a ovoposição e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379046398</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças:</strong><strong><em> Malária</em></strong><br><br><strong>CICLO DE VIDA DO PROTOZOÁRIO</strong>                                                                      O parasita da malária necessita de dois tipos de hospedeiros para completar o seu ciclo de vida: os humanos e as fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles. Os mosquitos são os vetores da doença.<br>Ao se alimentar de sangue humano, o mosquito Anopheles injeta os parasitas encontrados em sua saliva na corrente sanguínea humana. Os parasitas no interior do corpo humano viajam até as células do fígado, onde crescem e se multiplicam. As células do fígado se rompem, liberando para o sangue os parasitas que nelas se encontravam. No sangue, os protozoários invadem as células vermelhas. Ao se multiplicarem e crescerem no interior das células vermelhas, eles as destroem. A ruptura dos eritrócitos (outro nome dado às células vermelhas) libera os parasitas que ali se encontravam e eles invadem outros eritrócitos.<br>Quando uma pessoa infectada é picada pela fêmea do mosquito Anopheles, ocorre a transferência dos parasitas presentes no sangue humano para o interior do corpo do mosquito. Os parasitas se alojam no estômago do mosquito e após 10-18 dias migram para suas glândulas salivares. da malária necessita de dois tipos de hospedeiros para completar o seu ciclo de vida: os humanos e as fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles. Os mosquitos são os vetores da doença.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379046845</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças:</strong> <strong><em>Doença de Chagas<br><br></em></strong><strong>O QUE É?</strong><br>A doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é uma doença infecciosa causada por um parasita encontrado nas fezes do inseto barbeiro. A doença de Chagas é comum em locais onde o inseto triatomíneo (barbeiro) é encontrado, como América do Sul e América Central. Ele é o responsável pela transmissão do protozoário Trypanosoma cruzi ao homem. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:29:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
         <link>https://padlet.com/setepecadoscapitais24/pklf1c2kiota/wish/379047170</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças</strong>: <strong><em>Doença de Chagas<br><br></em></strong><strong>SINTOMAS</strong><br>A doença pode ser leve, causando inchaço e febre, ou pode durar muito tempo. Se não for tratada, pode causar insuficiência cardíaca congestiva.<br>•Dores locais: no abdômen ou nos músculos<br>•No corpo: dor no corpo ou febre<br>•No coração: palpitações ou ritmo anormal do coração<br>Também é comum: dor de cabeça, falta de ar, inchaço indolor ao redor dos olhos ou irritação na pele.<br><br><strong>TRATAMENTO</strong><br>O tratamento para a doença de Chagas se concentra no uso de medicamentos Antiparasitários que matam o parasita e no controle dos sintomas.<br><br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>Cuidados com a conservação das casas, aplicação sistemática de inseticidas e utilização de telas em portas e janelas são algumas das medidas preventivas que devem ser adotadas, principalmente em ambientes rurais. A melhor forma de prevenção é o combate ao inseto transmissor.<br><br><strong>CICLO DE VIDA DO PARASITA</strong><br>O ciclo de vida do T. cruzi inicia quando o barbeiro, ao se alimentar do hospedeiro vertebrado, elimina suas fezes e urina, onde podem estar presentes as formas tripomastigotas. Os parasitas tripomastigotas penetram na pele e infectam as células do hospedeiro, onde transformam-se para a forma amastigota.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:32:53 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças:</strong><strong><em> Toxoplasmose<br><br></em></strong><strong>O QUE É?</strong><br>Toxoplasmose, ou como é popularmente chamada “doença do gato”, é uma doença infecciosa, congênita ou adquirida, causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii, encontrado nas fezes dos gatos e outros felinos. A toxoplasmose pode causar sintomas semelhantes aos da gripe em algumas pessoas.<br><strong><em><br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:35:15 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Toxoplasmose<br><br></em></strong><strong>SINTOMAS</strong><br>Cerca de 90% das pessoas que contraem a toxoplasmose não manifestam nenhum sintoma. Os outros 10% podem apresentar dor muscular, febre e dor de cabeça, que podem durar semanas.<br>•Dores locais: nos músculos<br>•No corpo: fadiga ou febre<br>Também é comum: dor de cabeça, gânglios cervicais aumentados ou inchaço dos gânglios.<br><br><strong>TRATAMENTO</strong><br>Por meio de medicamentos Antiparasitários e Antibióticos.<br><br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>Para evitar a contaminação de um animal pela toxoplasmose, é necessário que ele não ingira cistos de tecidos infectados e portanto, evitar que eles se alimentem com carnes cruas ou mal cozidas já pode ajudar bastante nessa prevenção.<br><br><strong>CICLO DE VIDA DO PARASITA</strong><br>No solo, depois de esporulados, eles se tornam infectantes. Homens e os outros animais são apenas hospedeiros intermediários do parasita que penetra pelo tubo digestivo e, através da corrente sanguínea, pode alojar-se em diferentes tecidos do corpo. O parasita da toxoplasmose está espalhado pelo mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Leishmaniose<br><br></em></strong>Há <strong>dois tipos de leishmaniose</strong>: leishmaniose <strong>tegumentar ou cutânea</strong> e a leishmaniose<strong> visceral ou calazar</strong>.<br><br><br><strong>TEGUMENTAR</strong><br>A Leishmaniose Tegumentar é uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. A doença é causada por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil, há sete espécies de leishmanias envolvidas na ocorrência de casos de LT. As mais importantes são: Leishmania amazonensis, Leishmania (Viannia) guyanensis e Leishmania (Viannia) braziliensis.<br><br><strong>SINTOMAS</strong><br>compromete pele e mucosas.<br>Costuma causar o desenvolvimento de uma ferida, que:<br>•	Começa como um pequeno nódulo no local da picada do mosquito;<br>•	Evolui para uma ferida aberta indolor, em algumas semanas ou meses.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:40:38 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Leishmaniose<br>Tegumentar<br><br></em></strong><strong>TRATAMENTO</strong><br>As lesões da leishmaniose tegumentar normalmente cicatrizam sem necessidade de tratamento. Porém, no caso das feridas que aumentam de tamanho, são muito grandes, se multiplicam ou localizadas no rosto, mãos e articulações, pode ser recomendado fazer o tratamento com remédios, como cremes e injeções, orientados pelos dermatologista. <br><br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>Para evitar a propagação da Leishmaniose, aconselha-se primeiramente evitar a proliferação do mosquito-palha, mantendo o ambiente limpo, livre de entulhos e acúmulo de lixo. Higiene e limpeza são fundamentais para diminuir a incidência do mosquito-palha. O uso de telas em portas e janelas também é recomendado.<br><br><strong>CICLO DE VIDA DO PARASITA</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:44:11 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças: </strong><strong><em>Leishmaniose<br><br></em></strong><strong>VISCERAL</strong><strong><em><br></em></strong>Infecção por parasitas do gênero Leishmania Chagasi.<br>A leishmaniose visceral é transmitida pela picada do mosquito-palha. Esse tipo de leishmaniose afeta os órgãos internos, geralmente baço, fígado e medula óssea.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:47:10 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Protista</title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças:</strong> <strong><em>Leishmaniose<br>Visceral<br><br></em></strong><strong>SINTOMAS</strong><strong><em><br></em></strong>Algumas pessoas não apresentam sintomas. Em outras, os sintomas podem incluir febre, perda de peso e inchaço do baço ou fígado.<br>•Dores locais: no abdômen.<br>•No corpo: baixa contagem do sangue, febre, mal-estar, perda de apetite ou suor noturno.<br>•No peso: extrema perda de peso e magreza ou perda de peso.<br>Também é comum: inchaço dos gânglios.<br><br><strong>TRATAMENTO</strong><br>Existem medicamentos para eliminar os parasitas. Se não forem tratados, os casos graves costumam ser fatais.<br><br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>evitar o acúmulo de lixo, os donos devem aplicar repelentes eficazes nos animais para afastar os flebotomíneos.<br><br><strong>CICLO DE VIDA DO PARASITA</strong><br>O ciclo evolutivo apresenta duas formas: amastigota, que é obrigatoriamente parasita intracelular em mamíferos, e promastigota, presente no tubo digestivo do inseto transmissor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 03:49:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>setepecadoscapitais24</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo aulas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-18 18:26:43 UTC</pubDate>
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