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      <title>SAÚDE COMO DIREITO by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-15 14:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito ampliado </title>
         <author>brunabernardes011</author>
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         <description><![CDATA[<p>O conceito de saúde formulado na histórica VIII Conferência Nacional de Saúde foi fruto de intensa mobilização que se estabeleceu em diversos países da América Latina durante as décadas de 1970 e 1980, como resposta aos regimes autoritários e à crise dos sistemas públicos de saúde.</p><p>Sendo assim, é principalmente resultado das formas de organização social, de produção, as quais podem gerar grandes desigualdades nos níveis de vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 14:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>Para o estado </title>
         <author>brunabernardes011</author>
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         <description><![CDATA[<p>A saúde, no texto da Constituição de 1988, reflete o ambiente político de redemocratização do país e, principalmente, a força do movimento sanitário na luta pela ampliação dos direitos sociais: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. O grande mérito desta concepção reside justamente na explicitação dos determinantes sociais da saúde e da doença, muitas vezes negligenciados nas concepções que privilegiam a abordagem individual e subindividual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 14:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Críticos </title>
         <author>brunabernardes011</author>
         <link>https://padlet.com/brunabernardes011/pjze4uzcto0ci432/wish/3170383334</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Laurell (1997: 86), a saúde é vista como ‘necessidade humana’ cuja satisfação “associa- se imediatamente a um conjunto de condições, bens e serviços que permitem o desenvolvimento individual e coletivo de capacidades e potencialidades, conformes ao nível de recursos sociais existentes e aos padrões culturais de cada contexto específico”. Já para outro pensador, Nascimento, esta concepção situa a saúde e a enfermidade como fenômenos superestruturais que reproduzem, como uma resultante ou como um reflexo, uma única dimensão considerada como determinante absoluta: a base sócio-econômica. De acordo com esta análise, o conceito ampliado esvaziaria a referência às especificidades biológica e psíquica da enfermidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 14:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>Caponi</title>
         <author>brunabernardes011</author>
         <link>https://padlet.com/brunabernardes011/pjze4uzcto0ci432/wish/3170399237</link>
         <description><![CDATA[<p>Submetendo o conceito ampliado da VIII CNS às teorizações de Canguilhem, Caponi reconhece que, ao estabelecer o entendimento da saúde como uma ‘margem de segurança para suportar as infidelidades do meio’, o autor concede uma certa primazia à dimensão individual do fenômeno de saúde-doença, excluindo de suas preocupações os determinantes sociais. É importante diferenciar a inevitabilidade do adoecimento, quando falamos de doenças e agravos cuja compreensão sobre seus determinantes e a capacidade de intervenção ainda são limitadas, da perigosa naturalização de condições de vida adversas que, sabidamente, conferem maior vulnerabilidade a diferentes grupos e extratos sociais. Caponi propõe a extensão do conceito canguilhemiano à esfera social. Saúde, nesse sentido, estaria referida à capacidade de indivíduos e coletivos de tolerância com as infidelidades do meio. Em síntese, isso significa que “capacidade de tolerância para enfrentar as dificuldades está diretamente vinculada a valores não só biológicos, mas também sociais” (Caponi, 1997: 305).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 14:39:23 UTC</pubDate>
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