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      <title>A Biodiversidade da Ilha da Madeira  by Vera Freitas</title>
      <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira</link>
      <description>Na ilha da Madeira podemos encontrar uma fauna e flora extremamente rica, na qual existe uma variedade de espécies endémicas. 
Vamos continuar a nossa investigação? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-23 19:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Preservar a Biodiversidade é Proteger a Vida</title>
         <author>professoravera13</author>
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         <description><![CDATA[<div>A biodiversidade refere-se à “[…] variedade e variabilidade existentes entre organismos vivos e ecossistemas nos quais eles se mantêm. Ela engloba todos os níveis de diversidade que se estendem dos genes à biosfera, passando pelo nível das espécies, dos ecossistemas e das paisagens”.<br><br></div><div>A biodiversidade é uma preocupação crescente... A vida na Terra depende da natureza!&nbsp;Por isso, a proteção da biodiversidade interessa a todos, pois a sua perda tende a provocar: a extinção de espécies; a perda de diversidade genética; a propagação global de plantas e animais comuns; maiores mudanças no modo de funcionamento dos ecossistemas. Nós podemos fazer a diferença! <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 20:50:19 UTC</pubDate>
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         <title>Coruja das Torres</title>
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         <description><![CDATA[<div>É uma ave carnívora, de tamanho médio, pode pesar entre 187 g a 700 g, o seu comprimento varia entre 29 cm a 44 cm. Formam casais para a vida toda. A fêmea é geralmente maior do que o macho. Identifica-se pela face branca em forma de coração. A plumagem é maioritariamente branca, com regiões cinzentas, castanhas e alaranjadas.<br><br></div><div>Espécie residente, de atividade noturna, passa o dia em cavidades de árvores, fendas rochosas, abrigos e postes entre outras estruturas artificiais. Caça em campo aberto, com voo baixo e silencioso, para as presas não a verem.<br><br></div><div>Na Ilha da Madeira a população é sedentária e nidificante, também no Porto Santo e nas Desertas.<br><br>Carolina Mendes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-26 12:26:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Sua próxima parente, a Odontochelys, viveu há 220 milhões de anos e era uma tartaruga bem diferente das atuais por possuir dentes, mas parecida por ter um plastrão, que é a parte do casco que fica justamente na barriga. Os cientistas acreditam que as costelas fortes da gastrália, presentes na Pappochelys, se uniram e formaram o plastrão das tartarugas.</div><div><br>Já a carapaça, a parte do casco que fica nas costas das tartarugas, surgiu depois: ela estava presente na Proganochelys, uma tartaruga de 214 milhões de anos. Foi aí que as tartarugas ficaram bem parecidas com as que vemos hoje – e olha que ainda estávamos na época dos dinossauros!<br><br><br>Maide Castro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-26 22:17:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>maide</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-26 22:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Bis-Bis</title>
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         <description><![CDATA[<div>Bis-Bis (Regulus ignicapillus madeirensis), subespécie endémica do arquipélago da Madeira, ocorrendo regularmente onde ocupa uma variedade de habitats, que vão desde a floresta indígena até à floresta exótica. É a ave mais pequena da fauna do arquipélago e possui um comportamento inquieto. Espécie abundante sobretudo nas áreas de Laurissilva. Na Madeira apresenta uma tendência populacional positiva.<br>Foi reconhecido como uma espécie individual, no ano de 2003.&nbsp;<br><br>Eduardo Martins<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 17:34:40 UTC</pubDate>
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         <title>Lobo Marinho</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O Lobo-marinho&nbsp; é a única espécie de foca que vive em território português, mais concretamente no Arquipélago da Madeira.&nbsp;<br>O seu corpo é coberto de pelugem castanho-escuro&nbsp; e apresenta 4 membros transformados em barbatanas e tem uma camada de gordura subcutânea, que serve de reserva alimentação, proteção mecânica e térmica.<br>&nbsp;Pode medir 280 cm e pesar até 400 kg.<br>Alimenta-se preferencialmente de peixes.<br><br>&nbsp;As populações desta espécie têm vindo a diminuir de forma alarmante, razão pela qual&nbsp; correm risco de extinção.&nbsp;<br>No Arquipélago da Madeira, foi criada uma área protegida, a Reserva Natural das Ilhas Desertas.<br><br>Guilherme Gouveia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 09:57:49 UTC</pubDate>
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         <title>O lobo-marinho nada em águas até uma profundidade de 100m, por isso a sua alimentação é constituída por peixes que habitam até essa profundidade. Na fase adulta consome por dia a 4 a 6% do seu peso por dia, pode chegar a comer 12 kg por dia em alimento se pesar em média 250 kg. Estes animais comem geralmente peixes diversos que varia de acordo com a disponibilidade do meio, polvo (cefalópodes), mexilhões (crustáceos – espécies agarradas nas rochas).O lobo-marinho procura alimento em locais rochosos e baixos próximos da costa e das suas colónias, mas devido muitas vezes a falta de alimento é obrigado a ir para alto mar onde encontra alimento com mais facilidade, mas em contrapartida corre o risco de ser atacado pelos predadores.</title>
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         <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira/wish/2069321695</link>
         <description><![CDATA[<div>Íris Romão</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 11:51:53 UTC</pubDate>
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         <title>Bis-bis - Regulus madeirensis</title>
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         <description><![CDATA[<div>É uma espécie endémica da Madeira, facilmente identificada por apresentar uma faixa laranja na coroa, tem plumagem parda, com tons esverdeados no dorso, crista laranja e linha negra sobre os olhos.&nbsp;<br><br></div><div>É o mais pequeno pássaro da Madeira e da Europa, pesa cerca de seis gramas, nove centímetros de comprimento e está sempre pulando ou voando de um galho para outro nas árvores.<br>Esta espécie pode ser encontrada nas ilhas da Madeira e Porto Santo, de preferência em áreas altas de urze.<br><br></div><div>Constrói ninhos circulares pendurados em arbustos, utilizando teias de aranha entrelaçadas com pequenos galhos ou musgo e alimenta-se de pequenos insetos e bagas.<br><br>A Spea (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves) revelou que existem cerca de 300 mil indivíduos nas florestas da ilha, de acordo com os resultados do primeiro estudo realizado sobre a espécie, que é quase exatamente igual ao número de habitantes da ilha.<br><br>Lourenço Rodrigues<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 17:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Lagartixa-da-Madeira </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Lacerta dugesii</em></strong>, mais conhecida por <strong><em>lagartixa-da-madeira</em></strong> é um pequeno lagarto pertencente à família Lacertidae. É uma espécie endémica do arquipélago da Madeira, onde existe em grande quantidade. &nbsp;<br><br></div><div>Trata-se de um lagarto que pode atingir os 20 cm de comprimento, apesar dos adultos terem, normalmente, entre 10 a 15 cm. A sua cor pode variar entre o castanho-claro ao cinzento escuro, com alguns exemplares (normalmente machos) a poderem apresentar outras cores, como o verde, azul e violeta.<br><br></div><div>A lagartixa-da-madeira está presente em praticamente todos os tipos de habitats terrestres do arquipélago, desde a costa até às montanhas mais altas, passando por áreas urbanas, áreas rurais, jardins, pastagens, praias de calhau e de areia, etc. A sua ocorrência no interior de florestas densas circunscreve-se a zonas de clareira ou levadas, onde a luz do sol penetra.<br><br>Beatriz Pereira Amorim</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 17:52:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira/wish/2070243148</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>5 das 7 espécies de tartarugas marinhas que existem em todo o mundo podem ser encontradas na Ilha da Madeira!<br></em></strong><br></div><div>A espécie mais frequente e que existe com maior abundância na Ilha da Madeira é a <strong>Caretta careta</strong>, vulgarmente conhecida por tartaruga-comum ou tartaruga-boba. As restantes espécies que também podem ser encontradas nos mares do nosso arquipélago são:<br>· Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea)<br>· Tartaruga-verde (Chelonia mydas)<br>·&nbsp; Tartaruga-de-escamas (Eretmochelys imbricata)<br>· Tartaruga-de-Kemp (Lepidochelys kempii)<br><br></div><div>No entanto, as <strong>tartarugas marinhas </strong>raramente se aproximam da costa da Ilha da Madeira.<br>Só quem navega pelos nossos mares é que tem a sorte e o privilégio de as ver. Em dias de sol e quando o mar está calmo, as <strong>tartarugas marinhas na Ilha da Madeira </strong>podem ser observadas a partir das 2 milhas de distância da costa, onde flutuam à superfície da água do mar, com as suas carapaças ao sol. À exceção destas situações, é muito difícil observá-las, pois estes animais passam cerca de 90% do tempo debaixo de água.<br><br>Vicente<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 20:12:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira/wish/2070285486</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A tartaruga-marinha-comum[6] (Caretta caretta), é uma espécie de tartaruga marinha pertencente à família Cheloniidae. Habita no oceano Atlântico, Pacífico e Índico, e no Mediterrâneo. Atualmente é a única espécie do género Caretta. Passa a maior parte da sua vida em habitats marinhos e estuarinos, e as fêmeas só vêm à praia para desovar. O seu potencial de reprodução é extremamente baixo; as fêmeas põem em média quatro ninhadas de ovos e posteriormente passam por um período de aquiescência no qual não põem ovos durante dois ou três anos. A tartaruga-marinha-comum atinge a maturidade sexual entre os 17 e os 33 anos e a sua expectativa de vida é de 47 a 67 anos.[7]<br><br>As tartarugas adultas medem em média 90 cm de comprimento e têm um peso médio de 135 kg, embora também se tenham registado exemplares maiores com um comprimento de até 213 cm e um peso de até 545 kg. A cor da pele varia entre amarelo e castanho, e a carapaça é tipicamente castanha–avermelhada. A diferença mais notável entre fêmeas e machos é que os machos têm caudas mais grossas e carapaças mais curtas do que as fêmeas. Não existe dimorfismo sexual entre as fêmeas e machos juvenis.</div><div><br>É uma espécie omnívora, que se alimenta principalmente de invertebrados que vivem no leito marinho. As suas mandíbulas são grandes e poderosas e servem como uma ferramenta eficaz para desfazer as presas. As tartarugas recém-nascidas têm vários predadores e os ovos são especialmente vulneráveis aos predadores e organismos terrestres. Quando atingem a idade adulta, o seu enorme tamanho faz com que os seus predadores se limitem basicamente aos grandes animais marinhos, como os tubarões.<br><br>É considerada uma espécie em perigo de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza. Os equipamentos de pesca deixados ao abandono são um dos principais fatores responsáveis por numerosas mortes de tartarugas marinhas, incluindo a C. Caretta. Em certos casos, também podem afogar-se quando ficam presas nas redes de arraste. Por forma a reduzir a mortalidade, são utilizados nas redes dispositivos que excluem as tartarugas marinhas das redes de pesca, o que lhes proporciona uma via de escape caso fiquem presas. A perda de praias adequadas para a desova e nidificação, e a introdução de predadores exóticos afetam consideravelmente as populações de C. Caretta.<br><br>Maide C</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 20:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>Coruja da torre</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na ilha da Madeira a coruja das torres é a unica ave de rapina noturna existente. Esta ave tem um comprimento de cerca de 35 cm e um envergadura entre os 85 e os 93 cm. As fêmeas são maiores que os machos. Elas vivem nas zonas de campos agriculas e matos. Na ilha da Madeira estima- se que existem entre 2500 e as 10000 aves. Ao ser uma ave de rapina noturna, a coruja desenvolveu uma série de adaptações relacionadas com o ambiente noturno. As suas penas, os olhos e os ouvidos são fundamentais para poder caçar...<br>Kikas<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 21:45:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 21:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>Manta</title>
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         <description><![CDATA[<div>A manta é a maior ave de rapina do arquipélago da Madeira.<br>É conhecida em Portugal Continental com o seu nome, águia-d'asa-redonda e nos Açores, chama-se milhafre.<br>A manta pode atingir os 50 cm de comprimento e até 130 cm de envergadura.<br>É uma ave compacta e com asas largas e arredondadas, pescoço curto e cauda de tamanho médio.<br>Ela alimenta-se de ratos, largatixas, coelhos, minhocas, animais mortos...<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim é a manta !<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; FIM<br>Tomás Dias <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-01 12:45:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>É relativamente comum em habitats abertos e pouco florestados, terrenos agrícolas, sendo frequentemente avistado voando sobre prados perto de deestradas e aeroportos. Pousa em fios e postes, sendo típico peneirar enquanto caça, por vezes a grande altitude. Alimenta-se de roedores,insetos e pequenas aves.&nbsp;<br>Tem as pontas das asas pontiagudas (e não arredondadas como no Gavião) e o peito com malhas escuras. A plumagem dos machos é característica, sendo a cabeça cinzenta, o dorso cor-de-ferrugem e a cauda cinzenta com a ponta preta. As fêmeas têm as partes superiores acastanhadas e o dorso, as asas e a cauda barradas.&nbsp;<br>Nas ilhas da Madeira e Porto Santo entre 20 a 50 por cento da sua área de ocorrência estão classificadas como Zona de Protecção Especial e Zonas de Conservação.&nbsp;<br><br>Matilde Ribeiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-01 15:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Francelho, Falco tinnunculus canariensis</title>
         <author>Ana_Zita_Aniceto</author>
         <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira/wish/2073575911</link>
         <description><![CDATA[<div>O Francelho é um falcão esbelto, com asas compridas e pontiagudas e cauda longa, pertence à ordem dos Falconiformes e a família <em>Falconidae</em>. Nesta família também podemos encontrar a ógea (<em>Falco subbuteo</em>), esmerilhão (<em>Falco columbarius</em>), falcão-da-rainha (<em>Falco eleonorae</em>) ou falcão-peregrino (<em>Falco peregrino</em>). Todos os membros desta família são aves de rapina de dimensão pequena a média com voo ágil e rápido.&nbsp;<br><br></div><div>O francelho apresenta um grande dimorfismo sexual, ou seja, diferenças externas (neste caso em termos de plumagem) que permitem distinguir os sexos: os machos caracterizam-se pela cabeça acinzentada e a face superior da cauda cinzento-azulada sem listras; as fêmeas têm a cabeça castanha, com a face superior da cauda castanha e barras escuras e finas. Os dois sexos apresentam o dorso castanho-avermelhado, mais contrastado no macho, com pequenas pintas pretas e uma barra terminal escura na cauda. Também macho e fêmea têm um bigode escuro (Assírio &amp; Alvim, 2012). Na ilha de Madeira, a subespécie <em>F. t. canariensis</em> ostenta uma coloração mais escura do que a congénere europeia, com pintas pretas maiores (Atlas das Aves do Arquipélago da Madeira).<br><br></div><div>Espécie com ampla distribuição europeia e grande parte de África, estando ausente das regiões árticas mais frias, dos desertos arábicos e africanos, das grandes cadeias montanhosas da Ásia central e das florestas equatoriais.&nbsp;</div><div>Ocorre nas Ilhas da Madeira e Porto Santo e apresenta uma distribuição dispersa e dos herbívoros, levou que os poucos casais existentes abandonassem esta área. No entanto, voltou a ser detetada quer na Deserta Grande, quer no Bugio, apesar da sua nidificação não ter sido para já confirmada. Nas últimas duas décadas a sua tendência populacional é claramente positiva e estima-se uma população entre 2.500 e 10.000 indivíduos, sendo a ave de rapina mais comum do arquipélago (Atlas das Aves do Arquipélago da Madeira).</div><div>A caça e captura ilegal, a destruição de habitats de alimentação e nidificação, o abandono dos campos agrícolas tradicionais e o uso de inseticidas são as principais ameaças. Também as linhas elétricas ou os aerogeradores resultam em mortes de indivíduos (Martínez-Padilla, 2012).</div><div>&nbsp;</div><div>Encontra-se em espaços abertos: campos agrícolas, áreas suburbanas, urzais, áreas de vidoeiros e salgueiros. Também pode habitar em zonas florestais, não muito frondosas. Contudo é uma ave que prefere essencialmente áreas abertas. O francelho não constrói ninho, aproveita geralmente ninhos velhos ou buracos existentes em árvores ou rochas, e até mesmo as fendas e vãos das paredes de grande edifícios. A postura dos ovos ocorre em Abril/Maio, sendo formada por 4-6 ovos que são incubados durante 27-31 dias. As crias são alimentadas por ambos os progenitores, estando prontas a voar após 28 dias. É uma espécie oportunista com uma dieta muito variada: micromamíferos, outras pequenas aves, insetos ou repteis. O francelho é conhecido também com o nome de peneireiro-vulgar. Isto deve-se à sua técnica de caça: localiza as presas peneirando. A uma altura de 7 a 12 m, permanece imóvel no ar com as asas abertas e a cauda contraída. Assim que a sua presa é localizada, “mergulha” a pique para atacar.&nbsp;<br><br>Um dia, no confinamento,&nbsp; estávamos a almoçar quando um francelho bateu no vidro da nossa cozinha.<br><br>Manuel Antunes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 13:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>Águia da Madeira</title>
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         <description><![CDATA[<div>Tem uma envergadura de asa entre os 110 e os 130 centímetros. Alimenta-se maioritariamente de roedores mas pode consumir também pequenas aves, insetos e minhocas.<br><br></div><div><strong>Importância do censo:</strong> estas contagens permitem conhecer melhor a evolução das populações de mantas, especialmente a sua distribuição, comportamentos e como utiliza os habitats.&nbsp;<br><br>Elias SILVA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>Francelho</title>
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         <description><![CDATA[<div>É um pequeno falcão que apresenta dimorfismo sexual a nível de plumagem. Ele pesa 200 gramas . Os machos apresentam tons&nbsp; azulados na&nbsp; cabeça, cauda e asas; possui um dorso de&nbsp; cor castanho intenso e o seu peito&nbsp;é bege com pintas negras. Ele come insetos tais como: gafanhotos, escaravelhos , aranhas, centopeias, ratos, lagartixas e até pequenos pássaros. Encontra-se principalmente na região do norte de África e&nbsp; no sul da Europa . Nidificam em habitações agrícolas velhas e ao abandono, paredes e muros de taipa, onde aproveitam as cavidades para fazer o ninho. As crias normalmente são alimentadas pelo macho .&nbsp; A fêmea põe 3 a 5 ovos que são incubados por ambos os membros&nbsp; do casal .&nbsp; O período de incubação é de 28 dias aproximadamente. As crias nascem&nbsp; cobertas de penugem branca, sendo que com cerca de 20 dias já têm pequenas penas e&nbsp; cerca de uma semana depois estão prontas a voar. Após o início do voo as crias são alimentadas por cerca de duas semanas.<br><br>Afonso Serrão</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>A foca Lobo Marinho</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Foca-monge-do-Mediterrâneo ou Lobo-marinho como é conhecida no arquipélago da Madeira, é a foca mais rara do mundo e uma espécie considerada em perigo de extinção. Esta espécie está especialmente localizada nas ilhas desertas.<br><br></div><div>Lobos-marinhos foram pela primeira vez vistos no Arquipélago da Madeira quando navegadores portugueses chegaram a estas ilhas. Ao fazer o reconhecimento destas ilhas, encontraram numa enseada um grupo destes mamíferos. Por causa dos uivos ou urros emitidos, e o facto de serem predadores do mar, deram-lhe o nome de lobo-marinho, e à enseada onde foram pela primeira vez vistos em Portugal, Câmara de Lobos, na Ilha da Madeira.<br><br></div><div>Este mamífero marinho pode atingir três metros de comprimento e pesar trezentos quilogramas.<br><br></div><div>Desde 1982 que têm sido implementadas várias ações de conservação, e em 1988 iniciou-se o Programa de Conservação e Monitorização do Lobo-Marinho de forma a proteger esta espécie.<br><br>Rodrigo Nóbrega</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Aye-Aye</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Natural de Madagascar o Aye-Aye é parente dos lêmures e considerado uma verdadeira raridade; a única subespécie ainda viva de sua família. Isso porque as pessoas criaram lendas acerca da aparência nada simpática desse animal, fomentando a caça desenfreada dessa espécie. Uma das lendas mais conhecidas diz que seu longo dedo médio serve para amaldiçoar as casas que ele visita durante a noite.<br>Caraterístcas Importantes:<br></strong>É Noturno e arborícola, possui pelo negro e um dos seus dedos é maior, que usa para conseguir caçar larvas nos buracos das árvores. Os seus olhos são grandes e possui boa visão noturna. <br><br>De onde veio?<strong><br>Aye-Aye</strong> é um primata estrepsirrino endémico de Madagáscar.<br><br>É o único representante vivo da família <strong><em>Daubentoniidae</em></strong><strong>.<br></strong><br>O <strong>Aye-Aye</strong> tem seis dedos, o único primata conhecido a ter um “pseudo-polegar” escondido no pulso de cada braço.<br><br>O que come?<br>O <strong>Aye-Aye </strong>come matéria animal, nozes, larvas de insetos, frutas, néctar, semente e fungos, sendo assim considerado omnívoro. Aie-aies têm preferência por besouros cerambycid. O aie-aie não estando em seu habitat natural passa muitas vezes a roubar cocos, mangas, cana-de-açúcar.<br><br>Tiago Andrade</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 20:23:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ICTIOLOGIA (Thalassoma pavo) peixe de distribuição atlântica e mediterrânica, da família dos Labrídeos, tem corpo alongado, que pode atingir cerca de 25 centímetros de comprimento e apresenta coloração variável: esverdeada (juvenis), alaranjada com riscas azuis (fêmeas) ou acastanhada com listas verdes e tons azulados na cabeça (machos)<br><br>Constança Gomes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 14:49:14 UTC</pubDate>
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         <title>Peixe Cagão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cagão , ou Peixe-verde, <em>ou</em> Ornate Wrasse , ou Thalassoma Pavo <em>, </em>é um pequeno peixe muito vulgar na costa do Arquipélago da Madeira.<br><br>Espécie de corpo alongado e cabeça arredondada. A coloração varia com o estado de desenvolvimento sendo os juvenis de cor esverdeada. Apresentam dimorfismo sexual: as fêmeas são geralmente maiores e de cor alanrajada e riscas azuis brilhantes, e os machos, menores, apresentam uma cor acastanhada com umas listas verticais verdes e tons azulados na cabeça. O comprimento varia entre os 10 e os 20 cm, atingindo os 25 cm.</div><div><br>É nativo das costas rochosas do leste do Oceano Atlântico e do mar Mediterrâneo. Esta espécie é de menor importância para a pesca comercial local, também é popular como peixe de caça e pode ser encontrada no comércio de aquários.<br><br><br>Sara Nicole 🌊🐟<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 21:28:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professoravera13/biodiversidademadeira/wish/2091851037</link>
         <description><![CDATA[<div>ReinoAnimalia</div><div>FiloChordata</div><div>ClasseMammalia</div><div>OrdemCertatiodactyla</div><div>FamíliaDelphinidae</div><div>GéneroDelphinus</div><div>EspécieD. delphis</div><h1>Delphinus delphis</h1><div>Linnaeus, 1758</div><div>Golfinho-comum, Golfinho-comum-de-bico-curto, Toninha-mansa</div><div>Estatuto de Conservação: LC - Pouco Preocupante</div><div><br><br>A espécie mais comum e numerosa é da família Delphinidae. São mamíferos marinhos com uma forma esguia e um bico longo bem demarcado do melão (órgão que cria a característica forma globular da testa), sendo a barbatana dorsal alta e levemente curvada para trás. O golfinho-comum diferencia-se de outras espécies de mamíferos marinhos por um padrão.<br><br>O SEU HABITAT:<br>É predominantemente oceânico, podendo ser observado com maior frequência em zonas pelágicas e associado a elevações topográficas submarinas tais como ilhas oceânicas, Crista Médio-Atlântica e bancos submarinos. No entanto, estes animais também podem aproximar-se bastante da costa, tendo uma preferência por águas modificadas por ressurgência (‘<em>upwelling</em>‘), áreas com relevo íngreme no fundo do mar e extensas áreas de plataforma continental. Os movimentos e migrações de golfinhos-comuns são geralmente associados aos movimentos e migrações das espécies que são suas presas potenciais. Apesar das ameaças contínuas às populações a nível local, a espécie é muito abundante (com uma população total superior a quatro milhões), e acredita-se que nenhuma dessas ameaças resulte num declínio da população global. Pode formar grupos numerosos de centenas ou até milhares de indivíduos, sendo geralmente observados em grupos compostos por dezenas a centenas de animais. Possui uma estrutura social fluída, apresentando particular tendência para se aproximar e navegar na proa de embarcações.</div><div><br>João Tomás</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 19:42:06 UTC</pubDate>
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