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      <title>Clonagem do padlet Roteiro literário: Os Maias by Catarina Jorge</title>
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      <description>Feito com um pouco de travessura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>13.	Restauradores , Avenida da Liberdade : Passeio Público </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lê o seguinte excerto:<br>"“(…) Num claro espaço rasgado, onde Carlos deixara o Passeio&nbsp; Público, pacato e frondoso — um obelisco, com borrões de bronze no&nbsp; pedestal, erguia um traço cor de açúcar na vibração fina da luz de&nbsp; Inverno: e os largos globos dos candeeiros que o cercavam, batidos&nbsp; do Sol, brilhavam, transparentes e rutilantes, como grandes bolas&nbsp; de sabão suspensas no ar. Dos dois lados seguiam, em alturas desiguais, os pesados prédios, lisos e aprumados, repintados de fresco,&nbsp; com vasos nas cornijas onde negrejavam piteiras de zinco, e pátios&nbsp; de pedra, quadrilhados a branco e preto, onde guarda-portões chupavam o cigarro: e aqueles dois hirtos renques de casas ajanotadas lembravam a Carlos as famílias que outrora se imobilizavam em filas, dos dois lados do Passeio, depois da missa «da uma», ouvindo a Banda, com casimiras e sedas, no catitismo domingueiro. Todo o lajedo reluzia como cal nova. Aqui e além um arbusto encolhia na aragem a sua folhavam pálida e rara. E ao fundo a colina verde, salpicada de árvores, os terrenos de Vale de Pereiro, punham um brusco remate campestre àquele curto rompante de luxo barato — que partira para transformar a velha cidade, e estacara logo, com o fôlego curto, entre montões de cascalho.(…)”&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cap. XVIII<br><br>a)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Observa o obelisco e indica o possível significado das duas estátuas em bronze que se encontram na base do mesmo.&nbsp;</div><div>b)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Após a observação da estátua da Dama, descreve a estátua feminina, utilizando as características da linguagem queirosiana, em particular,&nbsp; uma dupla e uma tripla adjetivação, dois advérbios de predicado com valor de modo e uma sinestesia e um diminutivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>12. Rossio   </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Lê o seguinte excerto:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; “(…) Do Rossio, o ruído das carroças, os gritos errantes de pregões, o rolar dos americanos, subiam, numa&nbsp; vibração mais clara, por aquele ar fino de Novembro: uma luz macia, escorregando docemente do azul-ferrete, vinha dourar as fachadas enxovalhadas, as copas mesquinhas das árvores do&nbsp; município, a gente vadiando pelos bancos: e essa sussurração lenta de cidade preguiçosa, esse ar aveludado de&nbsp; clima rico, pareciam ir penetrando pouco a pouco naquele abafado&nbsp; gabinete e&nbsp; resvalando pelos veludos pesados, pelo verniz dos&nbsp; móveis, envolver Carlos numa indolência e numa dormência... Com&nbsp; a cabeça na almofada, fumando, ali ficava, nessa quietação de sesta,&nbsp; num cismar que se ia desprendendo, vago e ténue, como o ténue e&nbsp; leve fumo que se eleva de uma braseira meio apagada; até que, com&nbsp; um esforço, sacudia este torpor, passeava na sala, abria aqui e além&nbsp; pelas estantes um livro, tocava no piano dois compassos de valsa,&nbsp; espreguiçava-se — e, com os olhos nas flores do tapete, terminava&nbsp; por decidir que aquelas duas horas de consultório eram estúpidas! (…)”&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;          &nbsp; &nbsp; &nbsp;  Cap. IV<br><br>a)&nbsp; Onde estava Carlos?&nbsp;<br>b) Tira uma foto do Rossio que contemple um dos aspetos referenciados no excerto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>11. Chiado - Rua do Carmo   </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lê o seguinte excerto:<br>“(…)&nbsp; Desciam o Chiado. Ega parou um momento, devorando o velho&nbsp; com olhos de febre:</div><div>— O Sr. Guimarães conheceu muito essa senhora, a Monforte?...(…)”&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Capítulo XVI</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;a) Tira uma foto da Rua<br>&nbsp;b) Qual o acontecimento importante que aqui acontece?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>10. A &quot;Rua Ivens&quot; que liga o antigo &quot;Largo da Biblioteca Publica&quot; hoje &quot;Largo da Academia Nacional de Belas Artes&quot; e a &quot;Rua Garrett&quot;, substituiu a velha &quot;Rua de São Francisco&quot; - 1ª casa de Mª Eduarda</title>
         <author>a155749</author>
         <link>https://padlet.com/a155749/pispsjuu9wicr3fh/wish/2538766294</link>
         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto: &nbsp;<br>" Correu um reposteiro de reps vermelho, introduziu Carlos numa sala alta, espaçosa, com um papel de ramagens azuis, e duas varandas para a rua de S. Francisco; e erguendo à pressa os dois transparentes de paninho branco, perguntava a Carlos se s. Exc.ª não se lembrava já do Domingos. Quando ele se voltou, risonho, descendo precipitadamente os canhões das mangas, Carlos reconheceu-o pelas suissas ruivas. Era com efeito o Domingos, escudeiro excelente, que no começo do inverno estivera no Ramalhete, e se&nbsp; despedira por birras patrióticas, birras ciumentas, com o cozinheiro francês."&nbsp; &nbsp;           Cap. XII<br><br>a) A quem pertencia esta casa, na verdade? &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>9 .Rua Garrett                                                                       </title>
         <author>a155749</author>
         <link>https://padlet.com/a155749/pispsjuu9wicr3fh/wish/2538766296</link>
         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto:&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;"(...) Foram descendo o Chiado. Do outro lado os toldos das lojas estendiam no chão uma sombra forte e dentada. E Carlos reconhecia, encostados às mesmas portas, sujeitos que lá deixara havia dez anos, já assim encostados, já assim melancólicos. Tinham rugas, tinham brancas. Mas lá estacionavam ainda, apagados e murchos, rente das mesmas ombreiras, com colarinhos à moda. Depois, diante da livraria Bertrand, Ega, rindo, tocou no braço de Carlos:- Olha quem ali está, à porta do Baltresqui!&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Era o Dâmaso. O Dâmaso, barrigudo, nédio, mais pesado, de flor ao peito, mamando um grande charuto, e pasmaceando, com o arregaladamente&nbsp; embrutecido dum ruminante farto e feliz&nbsp; (...)"&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cap. XVIII<br><br>&nbsp;a) Tira uma foto da Rua que contemple um dos aspetos referenciados no excerto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>8. Rua Nova da Trindade  - TEATRO DA TRINDADE</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div> Lê o seguinte excerto:<br> “Pararam à porta do Teatro da Trindade no momento em que de uma tipoia de praça se apeava um sujeito de barbas de apóstolo, todo de luto, com um  chapéu de largas abas recurvas à moda de 1830. Passou junto dos dois  amigos sem os ver, recolhendo um troco à bolsa. Mas Ega reconheceu-o. </div><div>-É o tio do Dâmaso, o demagogo! Belo tipo! (...)</div><div>       Por cima, de repente, no salão, estalaram grandes palmas. Carlos, que dava o paletó ao porteiro, receou que já fosse o Cruges...  (...)</div><div>       O gás sufocava, vibrando cruamente naquela sala clara, de um tom  desmaiado de canário, raiada de reflexos de espelhos. Aqui e além uma tosse tímida de catarro desmanchava o silêncio, logo abafada no lenço. E na  extremidade da galeria, num camarote feito de tabiques, com sanefas de veludo cor de cereja, duas cadeiras de espaldar dourado permaneciam vazias na solenidade real do seu damasco escarlate.(...)"                                 <strong>(</strong>Cap. XVI)<br><br> a) Tira uma foto do Teatro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>7. Tavares , Rua da Misericórdia </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto:<br><strong>            </strong>“No Tavares, ainda solitário àquela hora, um moço areava o  sobrado. E enquanto esperava o almoço, Ega percorreu os jornais. Todos falavam do sarau, em linhas curtas, prometendo detalhes críticos, mais tarde, sobre esse brilhante torneio artístico. (...) Ega sorriu, cofiando o bigode. Justamente o bife chegava fumegante, chiando na frigideirinha de barro. (...)</div><div>            O bife era excelente: - e depois de uma perdiz fria, de um pouco de doce de ananás, de um café forte, Ega sentiu adelgaçar-se, enfim, aquele negrume que desde a véspera lhe pesava na alma. No fim, pensava ele, acendendo o charuto e lançando os olhos ao relógio, naquele desastre, praticamente encarado, só havia para Carlos a perda de uma bela amante.”<strong>                                </strong>                                                                                                 Cap. XVII<br>  a) Tira uma foto da Rua. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>6. Rua do Loreto </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto:<br>" Subitamente, com uma ideia, apalpou por sobre o bolso a carteira onde na véspera guardara a carta do Dâmaso... «Eu te arranjo!» murmurou ele. E abalou, desceu a rua da  Trindade, cortou pelo Loreto como uma pedra que rola, enfiou, ao fundo da praça de Camões, num grande portão que uma lanterna alumiava. Era a redacção da Tarde."<br>                                                                                                                Cap.  XV<br>               a)  Tira uma foto da Rua. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>5. Praça Luís de Camões   </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto:<br>“(…) Estavam no Loreto; e Carlos parara, olhando, reentrando na intimidade daquele velho coração da capital. Nada mudara. A mesma sentinela sonolenta rondava em torno à estátua triste de Camões. Os mesmos reposteiros vermelhos, com brasões eclesiásticos, pendiam nas portas das duas igrejas. O Hotel Aliança conservava o mesmo ar mudo e deserto. Um lindo Sol dourava o lajedo; batedores de chapéu à faia fustigavam as pilecas; três varinas, de canastra à cabeça, meneavam os quadris, fortes e ágeis na plena luz. A uma esquina, vadios em farrapos fumavam; e na esquina  defronte, na Havanesa, fumavam também outros vadios, de  sobrecasaca, politicando.<br> — Isto é horrível, quando se vem de fora! — exclamou Carlos.<br> — Não é a cidade, é a gente. Uma gente feiíssima, encardida,  molenga, reles, marelada, acabrunhada!...”                                                                                                               Cap. XVII<br><br>a) Tira uma foto da Estátua ou da Praça.<br>b) O que poderá representar, na obra, em termos simbólicos, a referência a esta  personalidade histórica?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>4. Rua Vítor Cordon, Casa dos Cohen</title>
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         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto :</div><div> “- Cheguei a casa dos Cohens – continuou Ega por fim com esforço e quase balbuciando – mais cedo, como tínhamos combinado. Ao entrar na sala, já estavam duas ou três pessoas... Ele vem direito a mim, e diz-me: «Você, seu infame, ponha-<br>--se já no meio da rua... Já no meio da rua, senão, diante desta gente, corro-o a pontapés! ». E eu, Carlos...</div><div>      Mas a cólera outra vez abafou-lhe a voz. E esteve um momento mordendo os beiços, recalcando os soluços, com os olhos reluzentes de lágrimas.</div><div>      Quando as lágrimas voltaram, foi uma explosão selvagem:</div><div>- Quero-me bater em duelo com aquele malvado, a cinco passos, meter-lhe uma bala no coração!”                                                                                                  Cap. IX<br><br>a) Tira uma foto da Rua.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>3. Rua do Alecrim, Hotel Bragança, nº12</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lê o seguinte excerto:<br>“- É que você é um sensual – disse Craft. – E a propósito&nbsp; de sensualidade e de Babilónia, quer vir você almoçar ao Bragança? Eu tenho de lá encontrar um inglês, o meu homem das minas... Mas havemos de ir à Rua do Ouro, que quero trepar um instante à caverna do meu procurador... E a caminho, que é meio-dia!”&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cap. XIV<br><br>“<em>Nessa tarde, às seis, Carlos, ao descer a Rua do Alecrim para o Hotel Central, avistou Craft dentro da loja de bricabraque do tio Abraão.</em>” Eça de Queirós, <em>Os Maias</em>, Porto, Porto Editora, 2021, p. 155</div><div><br></div><div><br></div><div>O nome de rua do Alecrim “proveio de uma ermida dedicada a Nossa Senhora do Alecrim” fundada em 1641.</div><div>A ermida estava situada “junto da porta de Santa Catharina” que ocupava o fundo do Largo das Duas Igrejas.</div><div><br>a) Tira uma foto do nº 12</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>2. Praça Duque da Terceira -  HOTEL CENTRAL   </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lê o seguinte excerto : <br>“Entravam então no peristilo do Hotel Central – e nesse momento um <em>coupé</em> da Companhia, chegando a largo trote do lado do Arsenal, veio estacar à porta.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um esplêndido preto, já grisalho, de casaca e calção, correu logo à portinhola; de dentro um rapaz muito magro, de barba muito negra, passou-lhe para os braços uma deliciosa cadelinha escocesa, de pelos esguedelhados, finos como seda e cor de prata; depois apeando-se, indolente e poseur, ofereceu a mão a uma senhora alta, loira, com um meio véu muito apertado e muito escuro que realçava o esplendor da sua carnação ebúrnea. Craft e Carlos afastaram-se, ela passou diante deles, com um passo soberano de deusa, maravilhosamente bem-feita, deixando atrás de si como uma claridade, um reflexo de cabelos de oiro, e um aroma no ar. Trazia um casaco colante de veludo branco de Génova, e um momento sobre as lajes do peristilo brilhou o verniz das suas botinas. O rapaz ao lado, esticado num fato de xadrezinho inglês, abria negligentemente um telegrama; o preto seguia com a cadelinha nos braços. E no silêncio a voz de Craft murmurou:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - <em>Très chic</em>.”<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cap. VI<br>a) Qual a importância deste excerto para o desenrolar da ação?<br>b) Tira uma foto ao edifício.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>1.	Cais do Sodré        ( Praça Duque da Terceira ) </title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lê o seguinte excerto :<br><br>"&nbsp; &nbsp; &nbsp; Carlos encontrara outra vez os seus olhos, profundos e sérios: mas não lhe parecera tão bela; trazia uma outra toilete menos simples, de dois tons, cor de chumbo e cor de creme, e no chapéu, de abas grandes à inglesa, avermelhada alguma coisa, flor ou pena. Nessa tarde não era a deusa descendo das nuvens de ouro que se enrolavam alem sobre o mar; era uma bonita senhora estrangeira que recolhia ao seu hotel.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Voltou ainda três vezes ao Aterro, não a tornou a ver; e então&nbsp; envergonhou- se, sentiu-se humilhado com este interesse romanesco que o trazia assim numa&nbsp; inquietação de rafeiro perdido, farejando o Aterro, da rampa de Santos ao cais de Sodré, à espera de uns olhos negros e de uns cabelos louros de passagem em Lisboa, e que um paquete da Royal Mail levaria uma dessas manhãs..."&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cap. VII<br>a) Tira uma foto do Cais do Sodré.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>1.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>2.a)</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Este excerto descreve a primeira vez que Carlos viu Maria Eduarda, o que vai contribuir para que estes se conheçam, iniciando-se assim a intriga principal, ou seja, o romance entre estes dois indivíduos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 17:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>2.b)</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>3.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>9.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>5.a)</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>5.b)</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>A referência à estátua de Camões evidencia que, apesar do amor à pátria que tinha o autor (“velho coração da capital”), há uma depreciação ao que é português, visto que em Portugal se verificava uma decadência nacional em relação à época passada sendo a “estátua triste de Camões” um elemento metafórico do ponto de vista de Eça.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>6.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>8.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>4.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>11.a)</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>10.</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pertencia a Domingues.</div>]]></description>
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         <title>11.b)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na Rua do Carmo, Carlos descobriu que Maria Eduarda era afinal sua irmã.</div>]]></description>
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         <title>12.a)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Carlos estava no gabinete do seu consultório, na Baixa em Lisboa.</div>]]></description>
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         <title>12.b)</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>13.a)</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das estátuas de bronze tem uma pena e uma coroa de louro nas mãos, simbolizando a Liberdade, e a outra simboliza a Vitória, na época da Restauração da Independência.<br><br></div>]]></description>
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         <title>7.</title>
         <author>a155749</author>
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         <title>13.b)</title>
         <author>a155749</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A estátua da Dama é, efetivamente, um símbolo de simplicidade e harmonia, que transmite uma sensação de empoderamento a quem a observa, honrando a fantástica, extraordinária e inigualável vitória ao domínio dos reis espanholitos e demonstrando o sabor da revolta portuguesa.</div>]]></description>
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