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      <title>Reunindo Informações by JESSICA DA SILVA PINTO RIBEIRO</title>
      <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks</link>
      <description>Combustíveis Fósseis</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-13 04:23:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-23 13:51:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Intruções</title>
         <author>jessicaribeiro6</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1304849682</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Pesquise uma manchete que envolva informações sobre Combustíveis Fósseis/Petróleo no Brasil;<br>2. Destaque:<br>- A redação da manchete;<br>- A imagem da manchete;<br>- A fonte de onde a manchete foi retirada.<br>3. Fique à vontade para distribuir "like" nas publicações que você julgar mais interessantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 04:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>BIOCOMBUSTÍVEIS SUSTENTÁVEIS PARA A AVIAÇÃO NO BRASIL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310374858</link>
         <description><![CDATA[<div>Este estudo foi elaborado com o objetivo geral de analisar as principais alternativas para substituir os combustíveis fósseis nas operações aéreas em território brasileiro. A pesquisa caracteriza-se como exploratória, por meio de livros, artigos e reportagens. A abordagem utilizada foi qualitativa e quantitativa. A análise dos dados foi realizada por meio de informações obtidas durante a pesquisa documental dos biocombustíveis e convertidas em uma gama de possibilidade de matérias primas para se produzir biocombustíveis no Brasil de maneira sustentável e economicamente viável, trazendo resultados ambientais e econômicos positivos para a sociedade brasileira. Ao finalizar a pesquisa, pode-se concluir que a utilização de biocombustíveis ajudará o Brasil a atingir metas globais na redução de emissão de gases poluentes, colaborando com o desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil, uma vez que a demanda por combustíveis aeronáuticos aumentará consideravelmente, à medida que a população brasileira aumenta e em vista do grande potencial que o Brasil possuem em relação a produção de energias renováveis.<br>http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/gestao_ambiental/article/view/10239<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 12:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Juridicidade do dano ambiental: gestão da zona costeira e aspectos da exploração do pré-sal pelo Brasil</title>
         <author>jessicaribeiro6</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310384051</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, os problemas ambientais de segunda geração devem abrir espaço para a sustentabilidade forte, duradoura, principalmente nas hipóteses de riscos de grave dimensão, como na exploração do petróleo do Pré-Sal, em que a incerteza ainda domina o cenário científico ainda pressionado pela ingerência econômica.</div><div>A gestão da Zona Costeira e do Brasil e seu magnífico acervo marítimo dependem de um contínuo esforço de cooperação e planejamento preventivo e precaucional, no âmbito internacional, consoante às lições da nova hermenêutica do direito ambiental.</div><div>O Brasil, ao contrário das diretrizes internacionais de aproveitamento energético e redução da emissão de poluentes, insiste em investir em tecnologia pesada e suja com o fito de obter independência econômica utilizando o petróleo como matriz energética ultrapassada, altamente impactante, remontando aos primórdios do monopólio estatal e ao início da prospecção, calcado na exclusiva preocupação da partilha dos <em>royalties</em>.</div><div>A necessidade de investimentos para erradicação da miséria e das desigualdades regionais é imperiosa; contudo, o preço a pagar consiste na degradação do meio ambiente sem a menor garantia de critérios científicos claros, abertos ao conhecimento popular e franqueando um indispensável debate?</div><div>Não se pretende divulgar a eternização do debate científico e dos pilares da tecnologia empregada no Pré-Sal; apenas alerta-se para o apressado processo de licenciamento, imposto pela recente Portaria MMA n. 422/2011 e os possíveis vícios de inconstitucionalidade do seu fluxo e, de igual forma, lamenta-se a ausência de debates com a sociedade para a discussão de fontes alternativas de energia, implicando na supressão constitucional da participação popular na condução dos processos decisórios sobre o meio ambiente e na inexistência de uma verdadeira política energética brasileira.</div><div>Qualquer investimento em técnica impactante deve estar ancorado em sólidas e exaustivas bases científicas, o que não se pode afirmar de uma atividade realizada pela primeira vez, em profundidade tão ampla, aliada aos inúmeros exemplos históricos de elevação dos índices de poluição e catástrofes/acidentes locais e mundiais no lamentável catálogo da degradação do meio ambiente.</div><div>Enfim, as gerações do futuro devem sofrer com decisões das quais não participaram e tomadas em torno de critérios não divulgados e sem a obediência aos ditames constitucionais?</div><div>Qual o preço do fomento das políticas de combate às desigualdades regionais e sociais?<br><mark>https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2177-70552012000200013&amp;script=sci_arttext</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 12:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Governo concedeu em 2019 quase R$ 100 bilhões em subsídios para combustíveis fósseis, diz estudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310391129</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) divulgado nesta semana informa que o governo federal concedeu R$ 99,39 bilhões em subsídios em 2019 para auxiliar os produtores de petróleo, carvão mineral e gás natural no país, <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/06/17/subsidios-a-combustiveis-fosseis-somaram-r-85-bilhoes-no-brasil-em-2018-diz-estudo.ghtml"><strong>uma alta de 16% frente aos R$ 85 bilhões do ano anterior.</strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/12/governo-concedeu-em-2019-quase-r-100-bilhoes-em-subsidios-para-combustiveis-fosseis-diz-estudo.ghtml" />
         <pubDate>2021-03-15 12:49:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brasil diminui dependência de combustível fóssil</title>
         <author>sammyafarias</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310399844</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o crescimento acelerado das renováveis, a matriz energética brasileira se tornará cada vez menos dependente do petróleo, ainda que o combustível fóssil se mantenha como o combustível dominante. A projeção é da petroleira britânica BP, que prevê que a energia eólica ultrapasse o gás natural como a segunda maior fonte de geração de energia elétrica do país em 2035.<br><br></div><div>A expectativa da BP é que o crescimento da importância da energia limpa, no Brasil, siga a tendência internacional. Globalmente, a previsão da britânica é que os combustíveis não fósseis respondam por metade do crescimento do fornecimento de energia nos próximos 20 anos. E que o petróleo e o gás, juntamente com o carvão, continuem como as principais fontes de energia que alimentarão a economia mundial, sendo responsáveis por mais de 75% da oferta mundial de energia em 2035, contra os 86% de 2015.<br><br></div><div>De acordo com o relatório BP Energy Outlook, divulgado ontem pela multinacional, a parcela do petróleo na matriz de combustíveis, no Brasil, deverá cair dos atuais 41% para 34% em 2035, diante da tendência de crescimento das fontes limpas. A expectativa é que o consumo de renováveis (incluindo os biocombustíveis) cresça, em média, 4,8% ao ano no período.<br><br></div><div>As projeções da BP indicam que, com exceção do carvão, todas as demais fontes devem crescer no Brasil, com destaque também para o gás natural. A expectativa é que o consumo do combustível cresça 1,8% ao ano, acima da média global de 1,6%. Já o consumo de petróleo deve aumentar 0,8% ao ano, em linha com a média global.<br><br></div><div>A BP estima também que o consumo de energia elétrica deve crescer 2,2% ao ano entre 2015 e 2035. A hidroeletricidade continuará a dominar, mas sua participação na matriz elétrica cairá de 63% para 56%.<br><br></div><div>Do lado da produção, a previsão é que o aumento da produção de petróleo (70%) e gás natural (40%) mais do que compense a queda do carvão (-22%).<br><br></div><div>A produção de líquidos crescerá mais de 2 milhões de barris diários até 2035, para 5 milhões de barris/dia. Com o aumento da produção de petróleo e biocombustíveis, o Brasil continuará sendo o maior produtor de líquidos da América do Sul.<br><br></div><div>A previsão é que o país se torne exportador líquido de energia, com aumento das produções de petróleo, gás e hidroeletricidade, energia nuclear e renováveis. A produção de energia no Brasil, segundo o estudo, passará de 94% do consumo em 2015 para 112% em 2035.<br>http://www.siamig.com.br/n</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.siamig.com.br/noticias/brasil-diminui-dependencia-de-combustivel-fossil" />
         <pubDate>2021-03-15 12:51:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Toyota desenvolve células de combustível de hidrogênio modulares para uso generalizado</title>
         <author>isabelagarcia13</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310400444</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Toyota apresentou hoje uma célula de combustível de hidrogênio modular relativamente compacta. Espera-se que essas soluções encontrem aplicação em uma ampla variedade de áreas.</div><div>O princípio de funcionamento das células a combustível de hidrogênio é baseado na geração de eletricidade a partir da reação entre o hidrogênio e o oxigênio. Além disso, o único subproduto desse processo é a água comum, sem causar impacto negativo ao meio ambiente.</div><div>Os novos módulos da Toyota estarão disponíveis nas versões vertical e horizontal. No primeiro caso, as dimensões são 890 × 630 × 690 mm e o peso é 250 kg. As dimensões da solução horizontal são 1270 × 630 × 410 mm e o peso é 240 kg.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://avalanchenoticias.com.br/na-vanguarda-da-ciencia/toyota-desenvolve-celulas-de-combustivel-de-hidrogenio-modulares-para-uso-generalizado/" />
         <pubDate>2021-03-15 12:51:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nova tecnologia pode obter oxigênio e combustível da água salgada de Marte</title>
         <author>isabelagarcia13</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro6/Bookmarks/wish/1310414674</link>
         <description><![CDATA[<div>Engenheiros da Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova tecnologia que pode extrair tanto oxigênio quanto combustível da água salgada presente em Marte. O estudo sobre a invenção foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).<br><br></div><div>Como o nosso planeta vizinho é muito frio, a água que se mantém em estado líquido na superfície dele muito provavelmente tem seu ponto de congelamento diminuído pela presença de sal em sua composição. Isso impõe um grande desafio aos planos de enviar humanos a Marte: astronautas precisariam remover o sal da água não só para poderem bebê-la, mas também para conseguirem extrair hidrogênio (que seria usado como combustível) e oxigênio dela por meio do método de eletrólise. E, no ambiente marciano, que é tão hostil, esse processo seria muito caro e complicado.<br><br></div><div>Assim, a equipe de cientistas liderada por Vijay Ramani, professor do Departamento de Engenharia Ambiental, Química e de Energia da Universidade de Washington, pesquisou uma forma de tornar a eletrólise mais simples e barata – e testaram sua tecnologia tanto em condições típicas da Terra quanto em simulações da atmosfera do Planeta Vermelho a -36 °C. “Nosso eletrolisador de salmoura marciana muda radicalmente o cálculo logístico das missões a Marte e além”, disse Ramani em comunicado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.osul.com.br/nova-tecnologia-pode-obter-oxigenio-e-combustivel-da-agua-salgada-de-marte/" />
         <pubDate>2021-03-15 12:54:39 UTC</pubDate>
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