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      <title>Memorial do Convento  by Rafaela Sousa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-01 08:50:02 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço Físico</title>
         <author>rafaelasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Espaço Físico ao longo da obra Memorial do Convento, são indicados dois importantes espaços físicos: <strong>Lisboa</strong> e <strong>Mafra</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 08:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>Lisboa</title>
         <author>rafaelasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A visão que se tinha de Lisboa era de uma cidade com muralhas, sendo que por dentro é uma cidade suja, com bastantes igrejas e casas de pequeno tamanho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 08:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lisboa integra:</title>
         <author>rafaelasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Espaços interiores:</strong><br>- Convento de S.Francisco de Xabregas e Mosteiro da Cotovia dos padres da Companhia de Jesus(episódio do misterioso roubo das três lâmpadas de prata);<br>- Casa de Blimunda;<br>- A abegoaria da Quinta de S. Sebastião da Pedreira, onde Baltasar e Blimunda ficam instalados.<br><br><strong>Espaços exteriores:<br></strong>Terreiro do paço - Local onde se situava o palácio do rei, é o centro do poder.<br>Rossio - É o centro urbano onde se realizam as festividades como os autos de fé, as procissões e as touradas.<br>Quinta em S. Sebastião da Pedreira - Na Quinta do Duque de Aveiro, em S. Sebastião da Pedreira, é o local onde a passarola é construída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 10:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mafra</title>
         <author>rafaelasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mafra é um local fundamental, pois foi ali que o convento foi construído, mais concretamente em Vela. O local onde estavam alojados os trabalhadores tinha o nome de "Ilha da Madeira".</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 21:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mafra integra:</title>
         <author>rafaelasousa</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelasousa/pfrs33idbdd8/wish/228868238</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Espaços interiores:</strong><br>- A casa de Sete-Sóis;<br>- A igreja de Mafra devidamente ornamentada, no dia da sagração da primeira pedra do convento.<br>- Monte Junto, espaço localizado entre Lisboa e Mafra. É o local que acolhe o objetivo onirico, a passarola. A máquina de voar aterra em Monte Junto, na natureza virge, após o primeiro voo, com partida de Lisboa e passagem por Mafra.<br><br><strong>Espaços exteriores:</strong><br>- Alto da Vela, local escolhido para a construção do convento;<br>- Pêro Pinheiro;<br>- A casa de Sete-Sóis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 21:18:23 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço social </title>
         <author>rafaelasousa</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelasousa/pfrs33idbdd8/wish/228871843</link>
         <description><![CDATA[<div>O Paço:</div><div>O Paço representa um espaço de futilidade, de vaidade, de depravação, de intriga, de corrupção e de subserviência, habitado pela corte ostensiva na sua vida luxuosa e faustosa.</div><div><br></div><div>Lisboa:</div><div>O povo encontra no sofrimento alheio divertimento e regozijo. Quer a procissão da penitência quer a procissão das condenados pela Inquisição funcionam como acontecimentos sociais, como espetáculos para os quais a sociedade é convidada a assistir, assumindo um lado herético que retira autoridade à Igreja que os promove.</div><div><br></div><div>Abegoaria:</div><div>Representa um espaço de liberdade, de sonho e de partilha.</div><div><br></div><div>Mafra:</div><div>É o espaço da megalomania do rei, onde habitam milhares de trabalhadores que vieram das suas terras de origem, voluntariamente ou forçados para trabalhar na construção do convento . Representa o espaço de um esforço desmedido de doença, de solidão e de morte, mas também de solidariedade, de tolerância, de companheirismo e de cumplicidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 21:28:55 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço Social </title>
         <author>rafaelasousa</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelasousa/pfrs33idbdd8/wish/229462519</link>
         <description><![CDATA[<div>O espaço social do <em>Memorial</em> concentra-se em torno de dois locais - LISBOA e MAFRA - e procura recriar a sociedade portuguesa - cortesã e popular - dos primeiros decénios do século XVIII, focando aspectos como a <strong>Inquisição</strong>, as <strong>festividades</strong>, a <strong>corte</strong>, a <strong>escravatura</strong>, as <strong>injustiças</strong>, a <strong>feitiçaria</strong>, os <strong>autos-de-fé</strong>, os <strong>rituais religiosos e cortesãos</strong>, as <strong>epidemias</strong>, etc.<br><br><strong>LISBOA</strong><br><em>«Lisboa aparece descrita através de uma série de </em><strong><em>sensações auditivas</em></strong><em> (pregões, vozes alteradas, toques dos sinos, das trombetas, rufos de tambores, salvas de tiros anunciando a chegada ou a partida das naus, o som monocórdico das rezas, das ladainhas e da sineta dos frades mendicantes) que constroem a imagem de uma cidade - apesar de, na voz do narrador, parecer 'tão quieta' - em constante movimento.»<br><br></em>&nbsp;Em <strong>Lisboa</strong>, são vários os ambientes que constroem a visão epocal da capital do reino:</div><div>&nbsp;<br><strong>1.1. O Paço</strong></div><ul><li>A subserviência e o vazio dos gestos repetidos e inúteis por parte do enxame de cortesãos que rodeiam o rei e a rainha;</li><li>Os aspectos caricaturais que definem a relação conjugal dos monarcas (o cerimonial, a ausência de afectividade, intimidade, amor, etc.).</li></ul><div><br>&nbsp;<strong>1.2. O Entrudo e a Procissão da Quaresma<br></strong>&nbsp;<strong>1.3. As histórias de milagres e de crimes<br></strong>&nbsp;<strong>1.4. Os autos-de-fé<br></strong>&nbsp;<strong>1.5. Os baptizados e os funerais régios:&nbsp;</strong></div><ul><li>o luxo e a ostentação;</li><li>a vida e a morte como espectáculos.</li></ul><div><strong><br></strong>&nbsp; <strong>1.6. A elevação a cardeal do inquisidor D. Nuno da Cunha:</strong> o luxo e a ostentação.</div><div><br></div><div><strong>1.7. A vida conventual</strong></div><div><strong>1.8. As touradas<br>1.9. A procissão do Corpo de Deus<br>1.10. O cortejo de casamento:</strong></div><ul><li>O casamento da realeza;</li><li>O luxo e a ostentação desmedidos;</li><li>O contraste desse luxo com a fome e a miséria do povo, que luta pela sobrevivência e se entrega a comportamentos imorais;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>Em suma, Lisboa é apresentada como um espaço <strong><em>infecto</em></strong>, alimentado pelo <strong><em>ódio </em></strong>(aos judeus e aos cristãos-novos), pela <strong><em>corrupção moral</em></strong> dos religiosos, pelo <strong><em>poder repressivo </em></strong>e <strong><em>hipócrita</em></strong> do Santo Ofício e pelo <strong><em>poder autocrático</em></strong> do rei.</div><div>No espaço social, em Lisboa, é sucessivamente retratado o poder do luxo e da ostentação.<br><br><br><strong>Mafra</strong></div><div><em>«... e a vila (...) é Mafra, que dizem os eruditos ser isso mesmo o que quer dizer, mas um dia se hão-de rectificar os sentidos e naquele nome será lido, letra por letra, mortos, assados, fundidos, roubados, arrastados...»</em> .</div><div><br><strong>2.1. O recrutamento dos trabalhadores</strong> para os trabalhos do convento:</div><ul><li>a servidão e a escravatura populares (os homens são obrigados, na maioria dos casos, à <strong><em>força de armas</em></strong>, ou voluntariamente, na mira de um salário e de alimentação certa, a abandonar as suas casas e a construir o convento, vivendo em barracões, executando um trabalho desmedido e roídos de doenças venéreas).</li></ul><div><strong>2.2. O início da construção do convento<br>2.3. As condições de vida e de alojamento<br>2.4. As condições laborais<br>2.5. Os momentos de lazer<br>2.6. A sagração da basílica&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><a href="http://portugues-fcr.blogspot.pt/2011/05/espaco-social.html">http://portugues-fcr.blogspot.pt/2011/05/espaco-social.html</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-08 08:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese Espaço Social</title>
         <author>rafaelasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os momentos como o cortejo real, o batizado da princesa Maria Barbara e a sagração da basílica são a demonstração de como o rei e a nobreza viviam, sempre procurando o luxo e a exibição da riqueza, enquanto o povo assiste vivendo na miséria.</div><div>As procissões servem para caracterizar a sociedade em geral, tendo em comum o caracter histérico com que são vividas.</div><div>A violência das touradas e dos autos-de-fé agrada ao povo que obscuro e ignorante, se diverte com imagens de morte.</div><div>A construção do convento é a imagem de marca da escravatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-08 22:50:35 UTC</pubDate>
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