<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Gênero e Sexualidade by CAROLINA OLIVEIRA</title>
      <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade</link>
      <description>Mural do grupo Gênero e Sexualidade e seus devidos subtemas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-22 13:59:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-01 16:47:55 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f3f3-1f308.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1800659304</link>
         <description><![CDATA[<div>Questões raciais deveriam ser tema de escola há muitos anos, pois o quanto temos ainda a evoluir nesse quesito, a isso não há discussão. Como todos nós já sabemos (ou deveríamos ter sabido) que a comunidade negra é muito maior do que apenas sua história que conhecemos na escola, no caso a escravidão. A comunidade negra tem um saber vasto em diversas áreas que foram apagados ou distorcidos. E a escola precisa urgentemente abordar esses conhecimentos para que crianças e adolescentes pretas e pretos possam ter outras realidades sobre si e outras alternativas de vivências para então construir outras subjetividades para sair dessa posição subalterna a qual grande parte da população negra (sobre)vive. E, assim, uma vez a escola tratando desse assunto com responsabilidade e seriedade, a importância da abordagem fará também com que crianças brancas não compactuem com o racismo, e mais, que possam ser adultos que combatem efetivamente o racismo, e tornem-se pessoas conscientes dessa estrutura privilegiada a qual constrói.&nbsp;<br>Por fim, acredito que para termos esperança de um mundo melhor para todos, é preciso haver mudanças na estrutura da sociedade, na Educação, para que futuramente não tenhamos gerações que ainda estigmatizem outras pessoas pela cor da pele, pela sua orientação sexual ou pelo gênero. Uma sociedade que não valida vidas pretas e seus saberes, não se humaniza.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 18:16:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1800659304</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sejamos Todos Feministas</title>
         <author>fachinidaniela</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1818302371</link>
         <description><![CDATA[<div>Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora Nigeriana. Em 2012 realizou uma palestra para o TED talks, intitulada “Sejamos Todos Feministas”, do qual já rendeu milhões de visualizações e se tornou um livro, de mesmo título, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2014.</div><div><br></div><div>Nessa história, Chimamanda conta que, na sua adolescência descobriu o que era feminismo e se descobriu feminista em uma conversa com um grande amigo.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ted.com/talks/chimamanda_ngozi_adichie_we_should_all_be_feminists?language=pt-br#t-78647" />
         <pubDate>2021-10-14 23:32:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1818302371</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>correacarloscesar2912</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820213332</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse vídeo bem curtinho trata de um teste social que defende a ideia de que ninguém nasce racista, pois é algo estrutural que é ensinado, mesmo que inconscientemente, a todos nós. O vídeo é bastante emocionante.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lLOtEvtwVV8" />
         <pubDate>2021-10-15 18:15:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820213332</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Segura essa porque as mina vão com tudo na luta!</title>
         <author>karenmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820241778</link>
         <description><![CDATA[<div>O feminismo jovem é essencial para a luta da equidade entre os gêneros e liberdade da mulher. E o empoderamento feminino, basicamente, se refere a dar poder para outras mulheres e cada mulher assumir seu poder individual. Com isso, há crescimento e fortalecimento do papel de todas na sociedade, portanto é fundamental que inicie na adolescência. Quanto mais cedo as adolescentes tiverem a consciência de que não se é livre querendo se encaixar em padrões, é melhor. E também, é necessário diluir a ideia de que nascemos para nos odiar e que devemos nos tratar como rivais. Um exercício de desconstrução de duas vias em que não só uma como duas ou mais, se beneficiam.&nbsp;</div><div>A soma: <strong>representatividade</strong>, <strong>sororidade</strong> e <strong>colaboração</strong> resultam no empoderar, em enaltecer, botar uma menina ou uma mulher no degrau de cima, contribuir para que conquistem seus espaços, seja de fala ou de trabalho. Não menos importante<strong>:</strong> enaltecer a si mesma.</div><div>A UNICEF publicou “Empoderamento de Meninas Caderno de Boas Práticas” informando como iniciativas brasileiras estão ajudando a igualdade de genêro.<br><br><a href="https://www.unicef.org/brazil/media/3696/file/Empoderamento_de_meninas_caderno_de_boas_praticas.pdf">https://www.unicef.org/brazil/media/3696/file/Empoderamento_de_meninas_caderno_de_boas_praticas.pdf</a><br><a href="https://www.unicef.org/brazil/media/3696/file/Empoderamento_de_meninas_caderno_de_boas_praticas.pdf"><br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.esquerdadiario.com.br/IMG/arton9981.jpg" />
         <pubDate>2021-10-15 18:33:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820241778</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dicas de filme e séries feministas</title>
         <author>karenmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820444783</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Sonho Wadjda (filme, 2012)<br></strong><br></div><div>Ao contar a história da Wadjda, uma jovem de 12 anos que mora no subúrbio de Riade, capital da Arábia Saudita, temas como: governo autoritário, cultura consevadora e desigualdade de gênero são abordados. Wadjda é uma garota que não se encaixa nos padrões de sua cultura, usando calça jeans e tênis além de ser um amante do rock’n roll. No filme o grande sonho da menina é comprar uma bicicleta para disputar uma corrida com seu melhor amigo, o que não é nada fácil de ser realizado em uma sociedade que diz que a bicicleta é apenas para meninos porque podem ser perigosas para a virtude das meninas.<br><br><strong>Unbelievable (série, 2019)<br></strong><br></div><div>O drama, baseado em fatos reais, aborda a cultura do estupro tendo como pano de fundo a história da uma jovem que é acusada de fazer uma falsa denuncia de abuso. Anos depois, uma dupla de investigadoras encontram evidências que podem revelar a verdade do caso. Em um momento onde as vitimas de abuso ainda são desacreditadas e até culpabilizadas pela violência sofrida, a série se mostra atualíssima e necessária.<br><br></div><div><strong>Nada Ortodoxa (série, 2020)<br></strong><br></div><div>A história foi inspirada no livro "Unorthodox: The Scandalous Rejection of My Hasidic Roots" de Deborah Feldman – e conta a trajetória de uma jovem que foge de seu casamento arranjado e da comunidade ultra ortodoxa da qual fazia parte para ir morar em Berlim com sua mãe. O conflito entre a vida secular e o passado religioso, bem como a busca realizada por seu marido, movimentam a trama que traz uma realidade enfrentada ainda hoje por mulheres de diferentes religiões e partes do mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1175051815/412dabee4e42dc1559e415271ddffe2b/imagem.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-15 21:40:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1820444783</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Representatividade: Peça chave na construção de identidades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1832154313</link>
         <description><![CDATA[<div>Crianças estão sempre atentas ao seu redor, durante o seu desenvolvimento afim de conhecer o mundo. Se dispõem a atentar às práticas cotidianas, gestos, formas de tratamento e comportamento, por meio de interações com outras crianças e adultos, construindo aos poucos as suas subjetividades. &nbsp;<br><br></div><div>Com o passar dos anos o conteúdo midiático ao qual criança consome, pode ter um papel fundamental para o surgimento de opiniões, preferencias e aversões. O conteúdo de forma subjetiva pode agrupar classes sociais, cor ou raça à estereótipos preconceituosos, hora sutis e hora explícitos. Podendo assim fazer surtir neles questões em relação a sua beleza, profissões que podem exercer, são alguns dos exemplos tratados no artigo.&nbsp;<br>&nbsp;<br>A representação midiática através de filmes, novela que valorizam os tipos físicos ou culturais dos negros, indígenas, mulheres, LGBTQ+1 desempenha um papel empoderador para o grupo.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;Frente a essas influências de uma mídia que tem como regra geral a associação da cor branca a beleza, pureza, segurança, educação e conhecimento, e a cor negra naturalmente associada a criminalidade, a falta de conhecimento/ capacitação, preguiça e malandragem, é que se faz urgente a ruptura da regra geral. Entende-se que o racismo vivido no Brasil é estrutural, logo afirmar que a maior representatividade de grupos minoritários através de representações midiáticas como, novelas, filmes que valorizam os tipos físicos ou culturais dos negros, indígenas, mulheres, LGBTQ+1, fará com que se cessem os preconceitos do Brasil é um pouco pueril. Entretanto essa desejada representatividade, já fez e vem fazendo com que crianças e jovens que careciam de personalidades negras as quais pudessem se espelhar na televisão brasileira, dado a regra geral, por muito tempo estabelecida.&nbsp;<br><br><br>&nbsp;Maju Coutinho é uma jornalista negra que assumiu o papel de apresentadora de um jornal da rede Globo de televisão, entre as numerosas demonstrações de carinho e afeto, a apresentadora também foi alvo de comentários racistas nas redes sociais. Logo a medida em que a jornalista passou a ocupar o lugar que historicamente foi ocupado por brancos e brancas, o descontentamento, e o preconceito se apresentaram. Esses comportamentos são resultados de uma estrutura racista que se expandiu para os seus veículos de imprensa, tornando a hegemonia branca, a regra, os que se espantam e se incomodam com a notoriedade e características da jornalista, são pessoas que tomaram os estereótipos de grupos minoritários televisionados e os interpretou como fato e assim transformando o em cultura.&nbsp;<br><br></div><div>O antropólogo, Roque Laraia aprofunda a nossa discussão ao falar sobre etnocentrismo e cultura:<br><br></div><div>“Laraia explica (2001), a cultura condiciona a visão de mundo do homem, ou seja, opera pelo modo de ver o mundo e pela valorização dos diferentes comportamentos sociais, estes que são produtos de <strong>herança cultural</strong>”.<br><br></div><div>&nbsp;“O fato de o indivíduo ver o mundo através de sua cultura tem como consequência a propensão em considerar o seu modo de vida mais correto e o mais natural. ... O <strong>etnocentrismo</strong>, de fato, é um fenômeno universal. ”<br><br></div><div>“Esse mal-estar ao estranho, segundo Laraia (2001), acaba gerando o <strong>etnocentrismo</strong>, ou seja, uma forma de classificar a sua cultura como a correta e melhor do que a do outro, resultando em um campo fértil para o surgimento das intolerâncias sociais, no qual o grupo dominante branco sempre vai impor seus padrões, normas e valores aos grupos dominados. ”<br><br></div><div>O que a escola pode fazer diante deste cenário?<br><br></div><div>É sabido que apesar de os preconceitos não nascerem na escola, pela instituição se dão certas situações do gênero, que se não prevenidas durante a tenra idade, podem tronar-se mais difíceis de remediar no decorrer da idade adulta.&nbsp; <br>&nbsp;<br>&nbsp;O Quão fácil é lembrar de protagonistas negros, que você assistia quando criança? E por quantas vezes durante o ensino fundamental e médio, ao folhar as folhas do livro didático, se deparou com nomes como João Cândido, Lélia Gonzales ou Luiz Gama?<br>Os livros didáticos carecem de referências negras, fora da condição de escravo e marginalizado, tornando a busca por identificação positiva a uma criança negra, suscetível a negação da cor/ raça, o que em escala maior fará com que ela, por ter consumido uma mídia que não contempla positivamente e de um ambiente escolar e livros didáticos que a representam de forma idem, podem fazer com que a criança faça ecoar os preconceitos contra si própria. Conclusão que pode parecer exagerada, primeira vista, entretanto, a instituição que com a possibilidade de reverter o cenário racista que há para a além dos portões da instituição, e que ele (cenário racista) fez perpetuar no ensino dos jovens, terá de responder aos alunos que por ela passaram, a seguinte questão: Como poderia eu me orgulhar ou ao menos me identificar positivamente com a minha cor/ raça, se fui ensinado a odiar as características que me <strong>acusam</strong> como um negro?&nbsp;<br>O aperfeiçoamento dos docentes para melhor tratar das questões raciais e evitar equívocos, é o “ponta pé” inicial para construir uma instituição que se atenta a construção da autoestima da criança negra, assim como a inclusão de projetos escolares que junto com as famílias tratem sobre as relações raciais, divulgação de histórias infantis que sirvam de inspiração e identificação positiva para os jovens negros, tais iniciativas escolares se darão em consonância com a lei n° 10.639/03- que torna obrigatório&nbsp; o ensino de conteúdos de História da África e Afro-Brasileira, em todo o seu currículo escolar.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;“...é importante lembrar que as imagens representadas diretamente às pessoas negras devem inspirar e consolidar uma identidade que se consolide em ser amável. Que as crianças possam se imaginar se quiser um dia ser: artistas, professores, médicos, bailarinos, astronautas, atletas; que nada os impeça e nem que cause frustrações em alcançar sonhos. ” (Trecho retirado do artigo)&nbsp;<br><br>Referências:<br><a href="https://www.geledes.org.br/professor-avalia-estruturacao-do-racismo-no-brasil-pele-alva-e-pele-alvo/">https://www.geledes.org.br/professor-avalia-estruturacao-do-racismo-no-brasil-pele-alva-e-pele-alvo/<br></a><br></div><div><a href="https://www.scielo.br/j/ccedes/a/ZkVgvrHCqkbKKRTBfmTTYPc/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/ccedes/a/ZkVgvrHCqkbKKRTBfmTTYPc/?lang=pt#<br></a><br></div><div><a href="http://periodicos.cefaprorondonopolis.com.br/index.php/semfor/article/view/159">http://periodicos.cefaprorondonopolis.com.br/index.php/semfor/article/view/159</a>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1410056999/9dc24db345e8bce469b1c9f1cd5c915d/31683616.jpg" />
         <pubDate>2021-10-21 01:47:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1832154313</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HeForShe</title>
         <author>fachinidaniela</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1832167568</link>
         <description><![CDATA[<div>A campanha #HeForShe, lançada pela ONU em 2014, é um movimento por igualdade de gênero, do qual convida e encoraja homens a tomar iniciativas contra a desigualdade de gênero. O discurso de lançamento, realizado por Emma Watson, atraiu a atenção de milhares de pessoas no mundo inteiro.&nbsp;<br>A atriz ficou muito conhecida pela personagem Hermione, na saga Harry Potter, da qual encanta muitos adolescentes.&nbsp; Mas Emma também se tornou uma figura de grande importância para o movimento feminista, motivando muitas adolescentes, que assim como ela, começaram a perceber a realidade da desigualdade de gênero na vida das mulheres, de todas as idades e em todo o mundo.<br>No discurso da campanha HeForShe, é chamada a atenção que a luta por igualdade de gênero é de todos, sejam homens ou mulheres.<br><br>https://www.heforshe.org/pt-br<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=LilHa3wC8Uc" />
         <pubDate>2021-10-21 01:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1832167568</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835534928</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/833690a41684dcd9191fb299d62d91e3/lgbtqia2sp__.png" />
         <pubDate>2021-10-22 05:22:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835534928</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835586052</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/c915ebf3067aab90ae2997fbc7c305a9/LGBTQ.png" />
         <pubDate>2021-10-22 06:07:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835586052</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Acredito ser de extrema importância incluir as pessoas dois espíritos aqui, é uma forma de mostrar como pessoas LGBTQ+ existem em todas as culturas, incluindo os nativos americanos. É comum ouvir por aí que ser LGBTQ+ é &quot;coisa da geração atual&quot;, e sabemos que isso não é verdade, os indígenas estão aqui nas américas há muito mais tempo que qualquer povo colonizador e como escrevi na foto abaixo, pessoas dois espíritos foram documentadas em mais de 130 tribos norte americanas, muitos e muitos séculos atrás (acabei não escrevendo essa parte). Precisamos reconhecer as pessoas dois espíritos como partes da comunidade LGBTQ+ e lembrar o quão rica sua história é.</title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835586790</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/08bab5bc0e71e028ce86436747d3c785/IA2SP_.png" />
         <pubDate>2021-10-22 06:08:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1835586790</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838362076</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/06/12/escocia-e-1-pais-do-mundo-a-incluir-historia-lgbtq-no-curriculo-escolar.htm" />
         <pubDate>2021-10-23 19:27:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838362076</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838379953</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.papodecinema.com.br/noticias/hollywood-aumenta-numero-de-personagens-lgbtq-mas-transexuais-continuam-invisiveis/" />
         <pubDate>2021-10-23 19:47:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838379953</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838481255</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://jornalismojunior.com.br/a-relevancia-do-cinema-independente-para-a-representatividade-lgbtq/" />
         <pubDate>2021-10-23 21:46:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838481255</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Coloco aqui algumas bandeiras LGBTQ+ e em algumas delas, uma breve explicação de sua criação. As bandeiras se tornaram um grande símbolo de representação na comunidade LGBTQ+, uma forma que as pessoas acharam para se identificar dentro das comunidades. Quando olhamos as várias bandeiras que existem percebemos o quão rica e variada a comunidade LGBTQ+ é, muitas pessoas conhecem apenas a bandeira arco-íris, que muitas empresas estampam nas redes sociais durante o mês de junho como uma forma de mostrar o apoio à comunidade LGBTQ+ (mesmo que a grande maioria dessas empresas não apoie de fato na prática, utilizam a bandeira apenas para se promover como &quot;aliados&quot; do movimento). Coloquei apenas algumas bandeiras, pois existem muitas outras que representam todo tipo de identidade, seja de gênero ou sexualidade.</title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760520</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/585662dc1ae54b4030207acb893d2f8e/Bandeira_l_sbica.png" />
         <pubDate>2021-10-24 05:15:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760520</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760679</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/7c5fa702f03c7e68aafcd18e7febf4f1/Bandeira_Orgulho___Gay.png" />
         <pubDate>2021-10-24 05:15:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760679</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760827</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/5faee4362adab51e8b082e3cdaef45b9/Bandeira_trans__nonBin__agenero__gender_fluid___genderqueer.png" />
         <pubDate>2021-10-24 05:15:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760827</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760981</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/836012116/28bfe17938f4592da91f179d0e2c403c/Bandeira_Bi__Poli__Poliamor__Pan__Intersex__2S__Ace___Demi.png" />
         <pubDate>2021-10-24 05:15:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838760981</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838761560</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://blog.nubank.com.br/nosso-roxo-e-de-orgulho-conheca-nubankers/" />
         <pubDate>2021-10-24 05:16:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838761560</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838796686</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.hypeness.com.br/2020/08/interseccionalidade-lgbt-intelectualidade-negra-luta-contra-opressao-em-movimentos-por-diversidade/" />
         <pubDate>2021-10-24 06:02:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1838796686</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Feminismo Adolescente: O Papel dos Garotos e Lugar de Participação</title>
         <author>karenmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1839946975</link>
         <description><![CDATA[<div>O 13º Congresso Mundos de Mulheres (MM) – um encontro internacional e interdisciplinar de e sobre mulheres – aconteceu conjuntamente ao Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 (FG)&nbsp; entre 30 de julho e 4 de agosto de 2017 em Florianópolis, SC, Brasil, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<br>A temática que abordada no encontro foi "Transformações, Conexões, Deslocamentos". Com o intuito de alargar esse lugar de diálogo para uma perspectiva mundial, afastada da hierarquia Norte-Sul, ou seja, um espaço onde se possa ouvir outras vozes, novas propostas, valorizar saberes, ampliar horizontes de estudo e de ativismo. O objetivo é desenvolver a capacidade de pensar e propor perspectivas inclusivas para os estudos feministas e possibilidades de construção feminista.<br>É claro que as mulheres são as “vítimas” diretas desse sistema. Porém, é fato que os questionamentos sobre o lugar do homem enquanto sujeito que sofre com consequências do patriarcado devem ser levados em conta. Em um dos trabalhos apresentados (link abaixo) nesse Congresso abordou alguns&nbsp; aspectos que trariam benefícios a homens e mulheres se superássemos alguns&nbsp; fortes resquícios. Portanto,&nbsp; a importância dos adolescentes de dominarem e discutirem o assunto é enaltecida.&nbsp;<br><br>http://www.en.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1499469314_ARQUIVO_Modelo_Texto_completo_MM_FG_AlineCardoso_CPF00649213106.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1175051815/41624ef24679edc2d4a5fdfe1c7441a9/feminismo.png" />
         <pubDate>2021-10-24 22:06:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1839946975</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUANDO SER MENINA É RUIM: PERCEPÇÕES DE GÊNERO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES</title>
         <author>fachinidaniela</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840100902</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo é um recorte da pesquisa que analisou as percepções de meninas de 6 a 14 anos sobre os aspectos que facilitam e/ou impedem o desenvolvimento de suas habilidades e a garantia de seus direitos a partir do ambiente familiar, escolar, comunitário e social. O estudo teve abordagem plurimetodológica e abrangeu as cinco regiões do Brasil. Em particular, destaca-se a percepção de meninas a partir do exame das respostas a duas questões. Observou-se que as meninas argumentam os aspectos negativos de gênero a partir de quatro grandes fatores: (a) violência sexual, (b) comportamentos e estética, (c) relação com o corpo e sexualidade e (d) responsabilidades e restrição da liberdade. Em todos eles, os discursos das meninas confirmam o quanto as relações de poder são determinantes nas concepções, representações e práticas de gênero ainda hegemônicas na sociedade.<br><br>O relatório completo da pesquisa, pode ser acessado através do link:<br><br>http://www.neca.org.br/images/Relatorio%20Final%20da%20Pesquisa%20Por%20Ser%20Menina.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/psoc/a/N8bq7GkVDsgLbqxnXJ8gp3f/abstract/?stop=next&amp;lang=pt&amp;format=html" />
         <pubDate>2021-10-25 00:25:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840100902</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>karenmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840415659</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>“Pela maior parte da História, ‘anônimo’ foi uma mulher.”</em></strong><em>&nbsp; - </em>Virginia Woolf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1175051815/83ea22dfd92fc4e52f96ef6295d77f00/feminismo.png" />
         <pubDate>2021-10-25 02:50:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840415659</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>karenmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840447659</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1175051815/42b7dfeb38d42043ad0faf764e892240/sororidade2.gif" />
         <pubDate>2021-10-25 03:08:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1840447659</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estado da Educação Sexual no Brasil</title>
         <author>jupiterwieczorek</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841576694</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é novidade que temos um problema endêmico de Educação Sexual no Brasil.<br>Temos altos indices de gravidez na adolescência, Porto Alegre é capital nacional de casos de HIV/AIDS, sem contar com o profundo fundamentalismo religioso que favorece a propagação da abstinência como método contraceptivo.<br>Um possível agravante é a atual pressão sobre docentes. Com rumores de "Kit Gay" e compartilhamento de fake news sobre a educação brasileira, há uma crescente ansiedade sobre os professores e o que eles ensinam no tópico de educação sexual.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2019/06/27/educacao-sexual-ainda-e-tabu-no-brasil-e-adolescentes-sofrem-com-a-falta-de-informacao.ghtml" />
         <pubDate>2021-10-25 13:08:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841576694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>É necessário começar desde cedo!</title>
         <author>jupiterwieczorek</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841607028</link>
         <description><![CDATA[<div>Um infortuno e frequente equivoco é pensar que a Educação Sexual só se dá para jovens no início de sua puberdade.<br>Educação Sexual para crianças é um dos grandes fatores de prevenção para abuso infantil, nesse link vemos vários tópicos apropriados para cada faixa etária pré-puberdade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.childhood.org.br/educacao-sexual-para-a-prevencao-do-abuso-sexual-de-criancas-e-adolescentes?gclid=CjwKCAjwq9mLBhB2EiwAuYdMtSAoyJYVO4X15HNqxGAuqqyS-S1bUph0P62jCU636H-8MU9wQeGNgxoCpx0QAvD_BwE" />
         <pubDate>2021-10-25 13:17:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841607028</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relações de Gênero </title>
         <author>jupiterwieczorek</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841637920</link>
         <description><![CDATA[<div>Texto fortíssimo sobre o papel da Educação sexual sobre o enforce dos papéis de gênero atuais.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/genero-1" />
         <pubDate>2021-10-25 13:25:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841637920</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Juventude Trans e Educação Sexual</title>
         <author>jupiterwieczorek</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841844748</link>
         <description><![CDATA[<div>Descobri que era trans em uma aula de Fisiologia Comparativa, aos dezoito anos. Estávamos aprendendo sobre os sistemas reprodutores "femininos" e "masculinos", sobre hormônios "femininos" e "masculinos". Pensei comigo mesmo: "por que chamar assim? Por que não chamar de estrogênio e testosterona? Por que não 'aparelho reprodutor uterino e peniano?'"<br><br>A escola brasileira falha com a gente. 82% da juventude trans entre 14 e 18 anos deixa a escola sem concluí-la, citam transfobia, bullying, falta de esperança e dignidade nas escolas como principais fatores de desistência.<br><br>Ora, estou na faculdade para aprender a dar aula, seremos nós os professores cujo trabalho é ensinar as novas gerações: o que podemos fazer para remediar a transfobia nas escolas?<br><br>Começemos pelo básico: chamando a pessoa pelo nome e pronome de preferencia! Tanto na chamada quanto na matrícula. Ao mostrar que a escola respeita a identidade de jovens, já é uma amostra para que outros estudantes façam o mesmo. Programas anti-bullying é também de extrema importância.<br><br>Porém isso não é o suficiente. Quem trabalhará com educação sexual precisa estar atualizado no assunto, em particular no fato que sexo e gênero são conceitos diferentes. É vital trabalhar o funcionamento dos órgãos sexuais e a puberdade, porém deixar de explorar o peso dos papéis de gênero nas nossas atitudes é errôneo.<br><br>Além disso é necessário&nbsp;estar ciente das estruturas da escola que reforçam papéis de gênero. Como uso obrigatório de uniformes de acordo com sexo, separação por sexo na educação físicas e outros aspectos.<br><br>O Brasil é líder mundial de transfobia, apesar de possuir 3 milhões de pessoas Trans/Não binárias (SPIRRIZZI, 2021). É nosso dever como futuros docentes de proteger essa população e incluir nos nossos métodos de ensino métodos de reeducar uma nação que tanto tenta nos ferir. Somente nos primeiros meses de 2021, 80 pessoas trans foram mortas, em sua maioria mulheres trans e travestis negras, incluindo Keron Ravach, de apenas 13 anos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1422049715/b31eb23ac8a2b4c68e859fae79fea55f/image.png" />
         <pubDate>2021-10-25 14:21:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1841844748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Há muito tempo atores/atrizes cis e heteros vem interpretando o papel de personagens LGBTQ+, mas já é de compreensão de muitos que o correto é que pessoas LGBTQ+ possam contar suas próprias histórias, de maneira autêntica, sincera. Atores cis/heteros interpretando papéis LGBTQ+ apenas serve para espalhar a mentira que pessoas LGBTQ+ não são suficientes, suficientes para contar suas próprias histórias. Que outros filmes sigam o exemplo de &quot;Uma Mulher Fantástica&quot; e contratem pessoas LGBTQ+ para representarem suas próprias histórias. </title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844045081</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://ponte.org/oscar-prova-pessoas-trans-podem-ser-interpretadas-por-atores-trans/" />
         <pubDate>2021-10-26 06:01:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844045081</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844095739</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.institutoclaro.org.br/cidadania/nossas-novidades/reportagens/movimento-de-artistas-trans-defende-importancia-da-representatividade-nas-artes/" />
         <pubDate>2021-10-26 06:29:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844095739</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844140317</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://sitelgbt.org/quais-sao-os-marcos-mais-importantes-para-a-comunidade-lgbt/?gclid=CjwKCAjwq9mLBhB2EiwAuYdMtQ3baCOV9SvRej8i_1AOkDJBRCkUkye8gQkdcW07vmccnXSk_69ojxoCQMsQAvD_BwE" />
         <pubDate>2021-10-26 06:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844140317</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844141029</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.stoodi.com.br/blog/atualidades/movimento-lgbt-o-que-e/" />
         <pubDate>2021-10-26 06:52:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1844141029</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandasilveiraantunes</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1852610797</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.institutounibanco.org.br/aprendizagem-em-foco/11/" />
         <pubDate>2021-10-29 00:10:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1852610797</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Menstruação e Rendimento Escolar</title>
         <author>vivikass</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874234668</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa reportagem mostra várias pesquisas que comprovam que a Pobreza menstrual é uma questão de saúde publica e que influencia negativamente na vida das meninas em situação de vulnerabilidade social.<br>Além de poder causar doenças sérias (devido o uso impróprio de objetos como absorventes), problemas emocionais (auto-estima/depressão) e impossibilitar de fazer atividades físicas, leva a um preocupante índice de abstinência escolar, o que com certeza prejudica o desempenho acadêmico dessas jovens e que pode ser um dos fatores de evasão escolar.<br>Eu concordo com a pesquisadora e antropóloga Miriam Goldenberg, que isso é questão da sociedade, que todos (escola, pais, alunos, mulheres, empresas) devem se envolver e falar sobre isso, acho que o governo deve fazer programas e campanhas que estimulem e facilitem o acesso aos absorventes, assim como já ocorre no Rio de Janeiro, com a Lei n°8924/2020 aprovada em 2020, que classifica o absorvente como item essencial na cesta básica e com a Lei aprovada em 2019 e Sancionada em 2020 que&nbsp; que dá como garantia a distribuição gratuita de absorventes na rede municipal de escolas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistaglamour.globo.com/Beleza/Saude/noticia/2021/05/uma-cada-quatro-brasileiras-ja-faltou-aula-por-nao-poder-comprar-absorventes-diz-pesquisa.html" />
         <pubDate>2021-11-08 06:04:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874234668</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Menstruação e Rendimento Escolar - Pobreza Menstrual</title>
         <author>vivikass</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874239425</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa reportagem também é da revista Glamour da Globo. E também traz dados do estudo "Livre pra menstruar", da Girl Up.<br>Porém ela traz outros dados relevantes, como por exemplo esse dados de pobreza estrutural (falta de saneamento básico e demais condições na escolas):<br>&nbsp;"Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, do IBGE de 2015, cerca de 3% das alunas do Brasil (213 mil meninas) estudam em lugares que não têm banheiro em condições de uso. Dessas, 65% são <a href="https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/Cultura/noticia/2021/08/10-artistas-e-curadoras-de-arte-negras-para-acompanhar.html"><strong>negras</strong></a>, e a quase totalidade está na rede pública de ensino, o que revela também o quanto a pobreza menstrual é um problema que se sobrepõe às desigualdades de raça e de classe – a interseccionalidade. Ainda de acordo com a pesquisa, mesmo nas escolas em que há banheiro, o cenário está longe de ser o ideal: 8% das meninas dizem não haver <a href="https://revistaglamour.globo.com/Beleza/Saude/noticia/2020/12/talvez-voce-seja-alergica-papel-higienico-e-nem-saiba.html"><strong>papel higiênico</strong></a>, 4% contam que não há pia ou ela não funciona e 37% afirmam não ter sabonete para lavar as mãos."<br>Então a saída que encontram para isso, ou é faltar nos dias do ciclo menstrual, o que obviamente prejudica no rendimento escolar, ou então vão para as aulas angustiadas (ou envergonhadas) ou ainda preocupadas com a situação que irão encontrar na escola, o que também afetará na sua produtividade e na busca por seus objetivos.<br> Mas o que é mais preocupante, é a maneira que algumas vezes essa meninas encontram para enfrentar essas dificuldades, como por exemplo: usar miolo de pão para segurar o fluxo.<br>A&nbsp; <a href="https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2020/02/e-possivel-engravidar-fazendo-sexo-durante-menstruacao-ginecologista-responde.html">ginecologista</a><strong> </strong>e obstetra especialista em gestação de alto risco pela USP, Larissa Cassiano, explica que usar miolo de pão é um problema assustador porque ele tem em sua composição fermento biológico e, em contato com o sangue, torna-se um meio de cultura. Isso em uma região quente e úmida aumenta o risco de infecção – tanto algo pontual, como um <a href="https://revistaglamour.globo.com/Beleza/Saude/noticia/2020/05/tipos-de-corrimento-saiba-causas-e-entenda-como-evita-los.html"><strong>corrimento</strong></a> vaginal, quanto uma doença inflamatória pélvica, que pode levar a infertilidade no futuro.<br><br>Então como já conclui no outro post, reforço aqui que penso que devemos desmistificar a menstruação, e tornar uma coisa cada vez mais natural, a ser falada e tratada por todos, para juntos pensarmos e agirmos no combate a pobreza menstrual. Porém, devemos começar por nós mesmos, pelo condomínio, pelo bairro, pela sala de aula (quando professores), pela comunidade, para depois cobrarmos um programa e/ou campanha dos governantes, só assim acredito que começaremos a diminuir esse problema de saúde pública.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2021/08/pobreza-menstrual-um-panorama-sobre-o-cenario-indigno-no-brasil.html" />
         <pubDate>2021-11-08 06:07:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874239425</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Menstruação e Rendimento Escolar - Pobreza Menstrual - Problema de Saúde Pública</title>
         <author>vivikass</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874241421</link>
         <description><![CDATA[<div>Reportagem do site ohoje. com, jornal de Goiás.<br>Traz dados da mesma pesquisa dos outros dois post, porém esse aqui traz outras informações importantes e também comparações de dados do Brasil com dados a nível mundial.<br>Como por exemplo:<br><br></div><ul><li>A ONU estima que 1 em cada 10 meninas falte à escola durante a menstruação. <mark>No Brasil, uma em cada quatro estudantes já deixou de ir à aula por não poder comprar absorventes. </mark>Delas, 45% acreditam que esse motivo impactou negativamente o rendimento escolar.</li></ul><div>Destaco mais estes dois tópicos nesse site:<br>* <strong>Menstruar na escola - </strong>As adolescentes são o alvo mais vulnerável à precariedade menstrual. Sofrem com dois fatores: o desconhecimento da importância da higiene menstrual para sua saúde e a dependência dos pais ou familiares para a compra do absorvente (supérfluo). <br>A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho escolar dessas estudantes e, como consequência, restringe o desenvolvimento de seu potencial.<br><br>*<strong>A pobreza menstrual no Brasil - </strong>Fala das políticas de saúde publicas que podem ser adotadas ao combate a pobreza menstrual. A principal delas é que os absorventes sejam incluído como item de cesta básica e que sejam distribuídos em escolas publicas e também em espaços públicos.<br>No Rio de Janeiro e em São Paulo (de SP fala no outro site), já estão sendo adotadas algumas destas políticas de saúde públicas, assim como a existência de ONG's que também trabalham com essas causas.<br>A nível nacional, tem&nbsp; o" projeto de lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/Lei/L14214.htm">4.968/2019</a>, de autoria da deputada federal Marília Arraes (PT-PE), que prevê a criação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. O projeto foi aprovado no Senado em setembro de 2021, e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em 7 de outubro de 2021 – no entanto, a principal medida do programa – a distribuição gratuita de absorventes para estudantes femininas de baixa renda e mulheres em situação de rua – foi vetada pelo chefe do executivo federal. Entidades do terceiro setor e lideranças políticas, majoritariamente femininas, se articulam para derrubar o veto."</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ohoje.com/noticia/mulheres/n/1347353/t/entenda-por-que-a-pobreza-menstrual-e-um-problema-de-saude-publica/" />
         <pubDate>2021-11-08 06:08:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/1874241421</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EXPLICANDO O MOVIMENTO FEMINISTA DE UMA FORMA QUE VOCÊ NUNCA VIU | Cortes do Venus</title>
         <author>00017664</author>
         <link>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/2123807687</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=SsCc44ZeqpU</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=SsCc44ZeqpU" />
         <pubDate>2022-03-31 15:12:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00287557/generoesexualidade/wish/2123807687</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
