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      <title>Moradores de rua: uma questão social by Jackson Nunes</title>
      <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0</link>
      <description>Digitem suas redações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-16 22:30:41 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-03 06:52:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>ar_thur007</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/131006326</link>
         <description><![CDATA[<div>“O ser humano é produto da sociedade”. Essas são palavras de Karl Marx que conceituam bem a relação entre moradores de rua e sociedade. Vítimas de uma geração capitalista, tais moradores são nada mais que as sobras inúteis e rechaçadas de uma população que cada vez mais pensa em si mesma.<br><br></div><div>De acordo com o G1, somente no período de outono nas ruas paulistas, cerca de 100 moradores de rua faleceram vítimas do frio. Fatos como esse revelam bem a realidade oferecida pelo  governo brasileiro, em que cobertores, alimentação ou mantimentos só são oferecidos por instituições filantrópicas. <br><br></div><div>Dentro de uma pauta como essa a grande incógnita é “como inserir tal classe na ativa social?”. Benjamin Franklin já escrevera que o trabalho dignifica o homem, mas nas condições deploráveis de qualificação e sobrevivência em que vivem, são raros os empregadores que abrirão uma porta de emprego.<br><br></div><div>Os olhos sociais preconceituam os moradores de rua como criminosos, moribundos e doentes. Na realidade, muitos, se lapidados, podem ser um grande expoente na construção social e empresarial de modo a fazer com que cresçam na vida.<br><br></div><div>Para que os moradores de rua no Brasil sejam reintegrados, cabe ao governo criar órgãos municipais de reabilitação, em que durante um período mensal, os moradores receberiam qualificação profissional, alimentação, vestuário e inspeção sanitária. O governo, como manobra de incentivo, deve também oferecer isenção percentual de impostos para os empresários que contratarem reabilitados no programa. Faça-se a sociedade um produto do ser humano, em que reintegração seja a palavra-chave.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 22:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Morador de rua: um animal social? </title>
         <author>jackson_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/131006510</link>
         <description><![CDATA[<div>Cidadão é a condição daquele que exerce plenamente seus direitos políticos em uma sociedade e com eles, consegue provocar mudanças. Teoricamente, todos integrantes de um meio social deveriam ser cidadãos, mas isso não passa de uma letra-morta. O reflexo mais visível dessa problemática é a situação dos moradores de rua, desprovidos de qualquer condição fisicamente aceitável e de representação social, o que os impedem de serem cidadãos legítimos e os excluem à categoria de meros seres vivos.<br> <br>Inicialmente, verifica-se a negligência dos direitos sociais a esses moradores de rua, uma vez que eles não têm acesso à saúde, à educação, ao lazer e à cultura, já apresentando desvinculação com o conceito de cidadania. O problema, no entanto, é que a maior parte desses "mendigos" optaram ou foram obrigados a morar na rua por problemas familiares ou por drogas, sendo que teriam anteriormente condições para usufruir dos seus direitos.<br><br>Por conseguinte, forma-se a visão preconceituosa em relação a essas pessoas, já que a tendência das sociedades é a aversão ao que não se enquadra nos padrões da cidadania. Assim, os moradores de rua sentem-se reprimidos, ignorados e marginalizados, além de serem enquadrados como verdadeiros animais, seja por medo ou por discriminação do indigente. Fazer parte da sociedade nesse estado, torna-se um sonho irrealizável.<br><br>Por fim, acontece a polarização da sociedade: de um lado aqueles que almoçam nos melhores restaurantes, e de outros aqueles que buscam por restos de comida no lixo. Essa é uma consequência natural do processo de exclusão social, no qual realidades distintas se chocam em um mesmo plano. Desse modo, os membros da sociedade veem os marginalizados como um tipo de poluição das ruas e dos locais públicos, reafirmando sua pseudo superioridade <br><br>Em relação a esse problema, seria utopia considerar a possibilidade de total resolução, pois é característica inerente ao capitalismo. Entretanto, o governo pode amenizá-lo, criando um programa que retire os moradores de rua das suas situações e os forneça habitação e estudo básico para posteriormente ingressarem no mercado de trabalho. Já a sociedade, pode contribuir fornecendo ajudas, incluindo doações e principalmente respeito. Dessa forma, haveria uma inclusão maior e consequente melhor equilíbrio entre os polos sociais.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 22:59:04 UTC</pubDate>
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         <title>O Brasil e os falsos cidadãos</title>
         <author>marianacunha2000</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/131007428</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, muito se ouve falar sobre cidadania, mas a maioria das pessoas não sabem o real significado dessa palavra. Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na Constituição de um país. Ou seja, é ter o direito a vida, à liberdade, à propriedade; é votar ou ser votado; é ter direito à saúde, educação, trabalho justo, etc. Nesse contexto, muitas pessoas dizem que os mendigos não podem ser considerados cidadãos, já que eles não usufruem da maioria dos direitos que lhes é assegurado ou exercem os deveres que têm. Apesar disso, o que acontece é que eles são cidadãos na tese, mas não na prática.<br><br></div><div>Só na cidade de São Paulo, há cerca de 15.905 pessoas vivendo na condição de morador de rua. Todas essas pessoas não possuem emprego nem moradia, que são alguns dos direitos assegurados aos cidadãos. Essa situação faz com que haja um certo desrespeito de todas as outras pessoas perante aos mendigos, que acabam sendo marginalizados. Nesse contexto, a maioria deles acaba por não fazer uso de seus direitos ou agir de acordo com seus deveres.<br><br></div><div>Entretanto, há algumas questões que impedem que moradores de rua sejam cidadãos na prática. Segundo pesquisa realizada pela revista Isto é, 36% dessas pessoas vivem na rua devido ao alcoolismo ou o uso de drogas, sendo esse o motivo com maior percentual.  A falta de estrutura para reabilitar essas pessoas ligado ao descaso por parte do governo, resulta em falsos cidadãos, que não têm oportunidades para trabalhar ou realizar outras atividades.<br><br></div><div>Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em primeiro lugar, é preciso que o governo, em parceria com a iniciativa privada, crie clinicas de reabilitação para os que são viciados e abrigos para aqueles que só moram na rua. O ministério da educação deve promover palestras com professores de sociologia, tanto nas escolas, quanto para as pessoas que já moram na rua, a fim de evitar novos casos de mendigos e inseri-los novamente na sociedade e no mercado de trabalho, respectivamente, pois como dizia o grande filosofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 23:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Germano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/131319679</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Indivíduos insensíveis aos olhos da sociedade </strong></div><div><br>População em situação de rua caracteriza-se como sendo um grupo populacional, composto por pessoas de diferentes realidades, mas que têm em comum a condição de pobreza, vínculos familiares interrompidos, dependência química e falta de moradia. Sendo assim, necessário utilizar a rua como espaço de moradia e sustento, por um período temporário ou permanente.<br><br>É inegável que pessoas em situação de rua não possuem oportunidades como as outras. A partir do momento em que uma pessoa passa a morar na rua, ela tem seus direitos diminuídos, passam a ser vistas ora com compaixão, dó, ora com repressão, preconceito, indiferença e violência. Muitas vezes um morador de rua é associado a um bandido.<br><br>Morar na rua é o reflexo visível do agravamento social no Brasil, a falta de políticas públicas eficientes para garantir a esse cidadão condições mínimas de sobrevivência. Para sobreviverem buscam todos os dias por alimentação, vestuários e lugares para que possam fazer suas necessidades, dormindo sobre trapos ou papelão. Pessoas que constroem nas ruas suas próprias histórias, mas não como querem.<br><br>Não só o Governo ou Estado, como também a população em geral, devem dar oportunidades a esses cidadãos , oportunidades de emprego, de saírem das ruas e voltarem a ter uma vida, como é direito de todos. Devem ser desenvolvidas políticas que atuem nesse problema, proporcionando dignidade a todos os habitantes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 22:03:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>matheusribeiroptc</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/132257121</link>
         <description><![CDATA[<div>O número de pessoas em situação de rua vem crescendo nos últimos anos. Dados do Censo do IBGE mostram que existem 1,8 milhão de moradores de rua em todo o território brasileiro, demonstrando que se trata de uma questão social. Essa situação levam muitos a viverem o drama das drogas, da violência e da exclusão pela sociedade.<br><br></div><div>O surgimento da população em situação de rua é um reflexo da exclusão social que afeta as pessoas, cada vez mais, que não conseguem se inserir no modelo econômico capitalista, exigindo do trabalhador uma qualificação e especialização profissional. Com isso diversos indivíduos acabam ficando desempregados, avistando na rua uma forma de sobrevivência.<br><br></div><div>Não é somente o desemprego, o fator propulsor desta realidade, mas também, o uso de drogas e bebidas alcoólicas, problemas familiares, perda de moradia e decepção amorosa. Outro coeficiente é o êxodo rural, que leva muitos dos pequenos produtores rurais à abondarem a vida no campo, para se aventurarem na cidade com o objetivo de melhoria de vida.<br><br></div><div>Muitos desses moradores acabam conhecendo nas ruas o pesadelo das drogas, vendo nelas, uma maneira de fugir da realidade. Consequentemente, diversos desses indivíduos tornam-se viciados, praticando furtos e homicídios, a fim de sustentar sua dependência.<br><br></div><div>Moradores de rua convivem também com o medo da violência, que vem aumentando significantemente. Segundo o balanço do Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores, em um ano 165 moradores de rua foram mortos no país, entre as causas desses assassinatos está à tentativa de extermínio e higienização, evidenciando o preconceito que os norteiam.<br><br></div><div>Infelizmente, aos olhos da sociedade, os moradores de rua são vistos como inferiores, tornando-se invisíveis, como se não fizessem parte da realidade. Esse descaso rompe com as diretrizes empostas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma sermos todos iguais e dotados de razão, portanto, devemos agir uns para com os outros com espírito de fraternidade.<br><br></div><div>Para que o número de pessoas em situação de rua diminua, a sociedade deve primeiramente rever seus conceitos, passando a vê-los com um espírito de igualdade e solidariedade, impossibilitando que eles sejam excluídos do convívio social. Após a inserção destes indivíduos na sociedade, os governantes devem criar oportunidades de empregos e de escolarização. No quesito violência, deve-se incentivar as denúncias com o objetivo de reduzir tais barbaridades. Mas, somente com o consenso entre governo e sociedade poderemos um dia ver essa situação revertida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-21 02:10:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Barros - 2º Ano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/132824961</link>
         <description><![CDATA[<div>Cidadania é o conjunto dos direitos políticos de que goza um indivíduo e que lhe permitem intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração. A cidadania é composta por três esferas: os direitos civis, políticos e social. A Constituição brasileira afirma que todo aquele nascido em território brasileiro ou naturalizado como tal, é portador dos mesmos direitos, entretanto a lógica capitalista vigente cria um grande antagonismo ao tratar-se daqueles os quais estão em situação de rua, visto que esses encontram-se totalmente a margem da sociedade, sendo assegurados legalmente como cidadãos apenas na teoria.<br><br>O Brasil está inserido na ordem capitalista em que qualquer aquisição do espaço urbano é feita mediante a compra e venda. Assim aqueles que não possuem condições de comprar ou alugar um imóvel não veem outra opção, se não habitar as ruas. Restando a eles apenas a propriedade privada principal, já postulada por Locke, o próprio corpo.<br><br>Além de sofrer influências econômicas, muitos cidadãos acabam desenvolvendo vícios como drogas e bebidas e devido as consequências trazidas por esse estilo de vida, eles migram para as ruas. No entanto é importante salientar que os moradores de rua não são um grupo homogêneo, entre eles há as mais diversas razões pela preferência de uma vida anônima. Dados apontam três grandes causas para os movimentos migratórios em direção as ruas: em primeiro lugar há o uso de drogas com 36%, seguido de desemprego e problemas familiares, ambos com 30%.<br><br><br>Nota-se também que quase 60% dos moradores de rua cursaram o fundamental completo ou incompleto, o que sugere falhas no sistema educacional e no próprio ambiente familiar no período infanto-juvenil da pessoa. A falta de estímulo para estudar por parte dos pais faz com que essas crianças optem por vias ilícitas para enriquecimento fácil ou até mesmo comecem a trabalhar muito cedo, em ocupações que não garantem estabilidade profissional alguma, sendo assim, as escolas deixam de ser um agente transformador da sociedade.<br><br>A sociedade não deve considerar aqueles que estão em situação de rua um produto de sua negação. O Governo deve criar mais centros de acolhimento para quem encontra-se em necessidade, como também criar centros de reabilitação para os dependentes químicos a fim de inseri-los novamente na sociedade. A valorização da educação por parte da família é também fundamental para evitar a inserção de crianças na realidade das ruas. Garantindo assim, o direito a vida, a liberdade e a propriedade privada, razão para construção de toda e qualquer sociedade civil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 18:50:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ludmila Marcondes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/133143848</link>
         <description><![CDATA[<div>    Cidadão é um indivíduo que convive em sociedade e tem o direito de gozar de seus direitos civis e políticos do Estado. Alijados desse conceito, tem-se nas cidades os moradores de rua, um grupo heterogêneo com realidades diferentes, mas que partilham da mesma condição de pobreza e de esquecimento. Vítimas dos descasos de suas vidas e do governo, os popularmente chamados ¨mendigos¨ carregam em sua história, aquilo que a sociedade condena e disfarça em si.<br><br></div><div>    Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome apontou que a maioria dos moradores de rua estão nessa situação devido a problemas de alcoolismo ou drogas, seguido por desemprego e desavenças na família. Os dados mostram como essas pessoas são vítimas também, seja do meio social ao qual são submetidas ou dos próprios problemas pessoais que enfrentam, colocando em xeque a falsa concepção da ¨escolha de um sonho perdido¨ como ocorre com muitos migrantes.<br><br></div><div>   A população em situação degradável de rua é uma consequência de toda exclusão governamental e social existente, e que se propaga de forma a atingir contingentes populacionais maiores. O item mais gritante que impede ( na maioria das vezes ) que o quadro reverta é o modelo econômico e profissional exigido, pois o trabalho é a melhor opção, mas não quando uma qualificação profissional é necessária, já que é algo inacessível para as pessoas em questão.<br><br></div><div>   Em relação a medidas do governo, o problema também não se resolve, uma vez que para tal apoio é necessário uma renda mínima e uma estabilidade trabalhista ou educacional o que é inviável para os moradores de rua. Para evidenciar, tem-se o dado de que cerca de 88,5% dos mendigos não recebem qualquer benefício dos órgãos governamentais ( segundo a mesma pesquisa previamente citada ), estando sujeitos a sorte.<br><br></div><div>    Essa exclusão é mais do que social, engloba o próprio indivíduo e o Estado também. Em âmbitos municipais, iniciativas não-governamentais e até da prefeitura seriam um bom começo, com a criação de mais albergues ou estabelecimentos de apoio para oferecer comida e um lugar para dormir, já que os poucos que existem não são suficientes, bem como a criação de programas ou casas de reabilitação gratuitas para minimizar parte do problema; em âmbito federal, o governo deve ampliar seus programas de benefício social, para que essas pessoas possam usufruir de algo que é direito constitucional, e oferecer programas de profissionalização para integrá-los no mercado, além de mudar a concepção de inferioridade com esse grupo a começar por dar mais oportunidades ( como de trabalho ). Cidadania não é ser excluído daquilo que pertence.<br><br></div><div> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 18:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mural com todos os textos indicados. Parabéns</title>
         <author>bhrvieira</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/134048008</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-29 17:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mural completo, com todos os textos indicados. Parabéns! Gráfico que complementa as análises feitas (Fonte: revista Istoé</title>
         <author>bhrvieira</author>
         <link>https://padlet.com/jackson_nunes/pe6iy3h5h2r0/wish/134048600</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-29 17:52:49 UTC</pubDate>
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