<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Atividade da Semana 6 by Damião Francisco</title>
      <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y</link>
      <description>Ambiente Energia e sociedade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-02 15:34:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-18 16:10:09 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>O Homem na Pré-história</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378549670</link>
         <description><![CDATA[<div>O Homem na Pré-história</div><div>Dentre todas as espécies animais existentes, os humanos são os mais capazes de se adaptar ao ambiente natural, e podem ser encontrados nos desertos mais severos, nos continentes frios da Antártica, nas profundezas da floresta amazônica, no oceano ou voando na atmosfera e além.<br><br></div><div>Portanto, para sobreviver, os seres humanos sempre mudam o ambiente natural de alguma forma. Em tempos pré-históricos, a primeira grande mudança do homem foram suas próprias condições biológicas, porque o equipamento de sobrevivência humana não poderia fornecer-lhe boas condições para superar os inimigos naturais, mas mesmo assim, a humanidade ainda pode sobreviver. "Mas ele fez isso com um equipamento físico muito pobre. Não pode correr como um antílope; sem o poder de um tigre, a visão de um lince ou do tamanho de um elefante."<br><br></div><div>Embora haja registros de caça de animais de grande porte na América do Norte, esse aumento da intervenção humana no meio ambiente não teve um impacto significativo na natureza nos tempos pré-históricos. Na América do Norte, seus rebanhos ficaram presos em desfiladeiros profundos, onde se mobilizaram. vidas de centenas de animais morreram.&nbsp;<br><br></div><div>Esta caça mostra uma diferença importante entre humanos e outros animais. Não apenas os homens caçam em grupos, mas também muitos animais fazem o mesmo. Porém, ao contrário dos animais, os humanos costumavam conceber suas ações no cérebro na forma de planos, e cada ação contém novas informações, que o levarão a soluções diferentes para os mesmos problemas que encontraram. Esse tipo de atividade não é realizada apenas por humanos, são os humanos que mudam a natureza para atender melhor às suas necessidades a fim de interferir na natureza, chamamos isso de trabalho.<br><br></div><div>Deste modo, o trabalho é uma atividade desenvolvida pela espécie humana para modificar a natureza e adaptá-la para a satisfação de suas necessidades.&nbsp;<br><br></div><div>Embora tanto os animais como os seres humanos realizem trabalho, há uma profunda diferença entre eles, pois “o trabalho humano é consciente e proposital, ao passo que o trabalho dos outros animais é instintivo”.<br><br></div><div>Quando uma pessoa está trabalhando, ela realizará as atividades que planejou anteriormente em sua mente e, ao fazer um desenvolvimento substantivo, poderá modificá-lo à sua própria maneira. Em todo o processo de realização do projeto, pode resolver os problemas que surgem, mudando muitas vezes a sua ideia original.<br><br></div><div>&nbsp;Desta forma, ao trabalhar, a maneira de pensar das pessoas mudou e elas mudaram a si mesmas. Como disse Marx, “agindo sobre a natureza externa desta forma e modificando-a, ao mesmo tempo mudando sua própria natureza”.<br><br></div><div>Desse modo, o trabalho humano, em sua essência, tem como objetivo maior a manutenção da espécie humana no ambiente natural, melhorando as suas condições de existência, ou seja, a sua qualidade de vida. A partir do momento em que os indivíduos entenderam que com a união alcançavam objetivos comuns, surgiu a necessidade de organização das atividades para que estes objetivos fossem alcançados.&nbsp;<br><br></div><div>Deste modo se desenvolve um processo de organização do trabalho, estreitamente ligado à distribuição de funções e ao sequenciamento de tarefas, o que provoca um aumento do rendimento.<br><br></div><div>A capacidade de trabalho dos humanos melhorou, ou seja, aumentou a capacidade dos humanos de intervir na natureza e, portanto, o impacto no ambiente natural produzido pelo homem também aumentou. Essa pessoa começou a fazer todas as coisas que os outros animais faziam, apenas para fazer melhor. As represas construídas são maiores e melhores do que as construídas para os castores, e eles desenvolveram a capacidade de tecer fibras vegetais melhor do que os animais e construíram abrigos melhor do que outras espécies.&nbsp;<br><br></div><div>Até que há aproximadamente entre 8.000 e 10.000 anos houve uma primeira grande revolução científico-tecnológica que provocou enormes impactos no ambiente natural devido ao aumento da capacidade produtiva humana. Há muito tempo que as sociedades humanas viviam em constante movimento, caçando os animais selvagens que se deslocavam em rebanhos, e mudando de um lugar para outro em função das estações do ano, coletando frutos e grãos para sua alimentação sociedades de caçadores e coletores de sementes.<br><br></div><div>&nbsp;Durante esse período de mais de 8.000 anos atrás, os homens aprenderam a domesticar animais e plantar sementes selecionadas para que pudessem colher mais e melhor ao longo do ano. Essas duas novas atividades - domesticar animais e dominar as técnicas de plantio - desencadearam uma revolução na história da humanidade uma revolução agrícola porque permitiram que as pessoas se estabelecessem e deram à luz a primeira cidade.&nbsp;<br><br></div><div>À medida que as pessoas começam a produzir os alimentos de que precisam, os alimentos se tornam excedentes, o que aumenta a complexidade das funções existentes. Pode haver comércio que não esteja diretamente relacionado à produção de alimentos, aumentando assim a divisão do trabalho.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://ahistoria.info/wp-content/uploads/2018/02/PR%C3%89-HIST%C3%93RIA-E-O-PORQU%C3%8A-USAMOS-ROUPAS.jpg?x32516" />
         <pubDate>2021-04-02 18:19:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378549670</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Urbanização</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378552716</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o surgimento da agricultura e o consequente sedentarismo, ocorre o início de um processo profundo de transformação da relação do homem com a natureza, pois a atividade agrícola exige a criação de um meio ambiente artificial para o cultivo de plantas e do gado. Torna-se necessário proteger as plantações e o gado dos animais selvagens. Deve-se cercar determinado espaço do terreno, que passa a ser propriedade de alguém ou de um grupo. Surge a propriedade privada. A produção de alimentos permite uma abundância de comida, que possibilita um grande incremento da população, que por sua vez ocupa mais espaços em detrimento do ambiente natural.<br><br></div><div>A construção de grandes cidades intensificou a destruição do ambiente natural circunvizinho. Assim ocorreu na Mesopotâmia, com a construção da Babilônia, cuja obra mais conhecida até hoje foi uma recriação artificial do ambiente natural – os jardins suspensos da Babilônia, revelando a existência de uma nostalgia que ligava o sentimento das populações e de sua classe dominante com a recente alteração do ambiente natural.</div><div><br>A civilização romana foi, na Antiguidade, a que mais criou espaços urbanos em todo o Mediterrâneo, e a que mais contribuiu para a diminuição da diversidade, principalmente de predadores naturais, que eram capturados para servir de atração nas arenas que existiam em inúmeras cidades, e principalmente no Coliseu de Roma. Uma das perdas mais sensíveis foi a do grande leão do Atlas, que vivia no norte da África e que era portador de juba preta, que aumentava a sua imponência e que o tornava uma importante atração das arenas romanas.</div><div><br>Em outras partes do mundo, as coisas não eram diferentes. Nas Américas, os registros indicam que a civilização Maia que existiu na América Central antes da chegada dos espanhóis teve seu declínio acentuado pela destruição de seu <em>habitat</em> natural.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://portuguese.people.com.cn/NMediaFile/2017/0719/FOREIGN201707191305000372868370826.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 18:21:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378552716</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revolução Industrial</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378594392</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolução I<mark>ndustrial.</mark> Na segunda metade do século 18, a Grã-Bretanha começou a se industrializar. O processo de produção passou por grandes mudanças. Os produtos em pequena escala, que antes eram produzidos manualmente, começaram a ser produzidos em massa. A máquina inicia o trabalho manual. Desde então, as pessoas não consomem mais só porque precisam, a partir desse momento as pessoas passam a consumir porque querem mais. Atualmente, é por meio desse processo que adquirimos a maior parte dos imóveis que possuímos. Mas esse processo tem certo impacto no meio ambiente. Após a industrialização, o problema da poluição que no passado se limitava a determinados lugares tornou-se um problema global. Essa poluição global não se deve apenas à eliminação dos gases poluentes pela indústria, mas também porque, após a Revolução Industrial, o capitalismo se tornou o modelo econômico adotado pela maioria dos países do mundo.<br><br></div><div>Um dos problemas mais óbvios causados pela industrialização é o destino de qualquer tipo de resíduo como por exemplo o sólido, líquido ou gás que sobra do processo produtivo que afeta o meio ambiente natural e a saúde humana. Alguns problemas ambientais tornaram-se problemas globais e, devido à sua visibilidade e fácil compreensão da causalidade, tornaram-se as principais ferramentas para conscientizar as pessoas sobre os problemas causados pela má gestão.<br><br></div><div>Após a explosão e o naufrágio da plataforma Deepwater Horizon, o desastre ambiental dos EUA causado pelo vazamento da plataforma da BP começou quando 11 trabalhadores foram mortos no Golfo do México em 20 de abril de 2010, e causou consequências desastrosas imediatas. A extensão da tragédia levou à intervenção do governo dos Estados Unidos, obrigando o presidente Barack Obama a comparecer ao local do desastre.</div><div><br></div><div>Em 4 de outubro de 2010, um vazamento de lama tóxica ocorreu em uma fábrica de alumínio em Ajka, 165 quilômetros a oeste de Budapeste, Hungria. 9 pessoas morreram e mais de 150 pessoas foram hospitalizadas com queimaduras químicas. Milhares de residentes em sete vilarejos próximos à fábrica foram afetados pelo desastre e foram retirados de suas casas<br><br></div><div>Este é considerado o pior acidente ambiental químico da história do país. Naquela tarde, a parede de uma fábrica de resíduos em uma fábrica de alumínio explodiu, despejando 1,1 milhão de metros cúbicos de lama vermelha tóxica e inundando três aldeias. Várias cidades próximas foram inundadas e a lama atingiu dois metros de altura em Colontal e Dewiese.<br><br></div><div>O acidente causou grande preocupação na Europa, pois pode poluir um de seus principais rios: o Danúbio. A lama tóxica atingiu um de seus afluentes, a apenas 20 quilômetros deste importante rio, o que fará com que a tragédia ambiental se alastre a milhões de europeus</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1516937941344-00b4e0337589?ixid=Mnw3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8Mnx8UmV2b2x1JUMzJUE3JUMzJUEzbyUyMEluZHVzdHJpYWx8ZW58MHx8fHwxNjE3MzA5NDY1&amp;ixlib=rb-1.2.1" />
         <pubDate>2021-04-02 18:44:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378594392</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Smong de Londres</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378596125</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 5 de dezembro de 1952, acontecia o Big Smoke, nevoeiro que causou grande poluição atmosférica na cidade de Londres e matou milhares de pessoas.<br><br></div><div>O fenômeno foi considerado como um dos maiores impactos ambientais registrados até então, causado pela queima de combustíveis fósseis na indústria e nos transportes.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo cálculos das autoridades londrinas da época, o nevoeiro causou a morte de 12 mil pessoas e deixou outros 100 mil doentes, vítimas de infecções respiratórias. O desastre ambiental começou com a chegada de uma frente fria a Londres, que fez com que as pessoas queimassem mais carvão do que o de costume. O nevoeiro chegou a interromper o trânsito nas ruas e até os espetáculos teatrais foram cancelados, pois a fumaça invadiu os espaços internos.<br><br></div><div>O grande número de mortos deu um importante impulso aos movimentos ambientais e levou a uma reflexão acerca da poluição do ar. Foram implantadas regulamentações legais restringindo o uso de combustíveis sujos na indústria e banindo a fumaça negra. O carvão contém, além de enxofre, outros metais pesados e altamente tóxicos como mercúrio, níquel, cádmio e arsênio.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.theconversation.com/files/137303/original/image-20160911-13383-a1nlrc.jpg?ixlib=rb-1.1.0&amp;q=45&amp;auto=format&amp;w=926&amp;fit=clip" />
         <pubDate>2021-04-02 18:45:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378596125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Contaminação na Baía de Minamata</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378599620</link>
         <description><![CDATA[<div>Contaminação da baía de Minamata, Japão. Foram registrados casos de disfunções neurológicas em famílias de pescadores, gatos e aves. A contaminação acontecia desde 1939 devido a uma companhia química instalada às margens.<br><br></div><div>Muitos não sabem, mas a cidade de Minamata localizada ao sul da Província de Kumamoto, foi palco de um grande desastre ambiental entre as décadas de 1950 e 1960. Milhares de pessoas sofreram uma grave intoxicação por mercúrio por causa de uma fábrica local que jogava os seus dejetos tóxicos na Baía de Minamata.<br><br></div><div>Esse envenenamento por mercúrio contaminou os peixes e frutos do mar que eram consumidos pela população, causando uma condição que levou o nome de “Mal ou Doença de Minamata”. Mais de 2 mil pessoas morreram na ocasião, sem contar as sequelas permanentes deixadas em outros milhares de pessoas da região.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/upload/e/contaminacao%20por%20mercurio%20peixes-%20B.E.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 18:47:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378599620</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lançamento do Livro Primavera Silenciosa</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378614343</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda metade do século XX, com a intensificação do crescimento econômico global, os problemas ambientais tornaram-se mais graves e começaram a aparecer com maior visibilidade, principalmente nos países desenvolvidos, principalmente nos países desenvolvidos, que foram os primeiros a serem afetados pela sociedade humana Pessoas afetadas. A revolução industrial. Até 1962, os problemas decorrentes da relação entre o homem e o meio ambiente eram muito superficiais.<br><br></div><div>&nbsp;Naquele ano, Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, que teve um grande impacto na opinião pública e expôs os efeitos nocivos do inseticida DDT. Rachel Carson trabalhou para o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA por 17 anos e teve a oportunidade de aprender sobre questões relacionadas a pesticidas. O livro tem como objetivo lembrar o público e encorajar as pessoas a responder ao abuso de pesticidas químicos.<br><br></div><div>Rachel Carson trabalhou para o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA por 17 anos e teve a oportunidade de aprender sobre questões relacionadas a pesticidas. O livro tem como objetivo lembrar o público e encorajar as pessoas a responder ao abuso de pesticidas químicos.<br><br></div><div>&nbsp;Os agricultores se opuseram veementemente ao autor deste livro, afirmando que, sem pesticidas, o rendimento das safras seria reduzido em 90%.<br><br></div><div>&nbsp;Em resposta, o autor defendeu o uso do controle biológico, que incluía o uso de fungos, bactérias e insetos para combater os parasitas que se alimentam das plantas. Com este livro e sua influência, o Senado dos Estados Unidos proibiu quase completamente o uso de DDT nos Estados Unidos. Anos depois, cientistas descobriram que a substância foi encontrada em altas concentrações em pinguins antárticos, ursos polares e baleias da Groenlândia, e ainda há um longo caminho a percorrer de áreas agrícolas onde são usados ​​pesticidas.<br><br></div><div>&nbsp;O livro “Primavera Silenciosa” soou como um alarme e, nos anos seguintes, despertou a atenção de muitos países para terras, rios e oceanos, o que causou sérios danos ao meio ambiente. Como resultado, a poluição se tornou um dos maiores problemas ambientais do mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.skoob.com.br/hjjy3fdJ8ObC6Fjl1n9K9A7_H1I=/200x/center/top/smart/filters:format(jpeg)/https://skoob.s3.amazonaws.com/livros/34244/A_PRIMAVERA_SILENCIOSA_1328289533B.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 18:56:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378614343</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relatório limites do Crescimento</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378616700</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1968, três reuniões foram realizadas para traçar estratégias para os problemas ambientais enfrentados na década de 1970 e além: Em abril de 1968, cientistas de dez países, cientistas, educadores, industriais e funcionários públicos de diferentes níveis reuniram-se em Roma, o governo italiano, o objetivo é discutir a situação atual e futura da humanidade. Nessa reunião, nasceu o Clube de Roma, uma organização informal que descreveu uma organização com muitos proprietários como uma "escola invisível". Seu objetivo é promover a compreensão dos vários, mas interdependentes componentes do sistema global - economia, política, natureza e sociedade -; para chamar a atenção dos responsáveis ​​por tomar decisões amplas e do público em todo o mundo para esta nova forma de entendimento, promovendo assim novas iniciativas e planos de ação. Vinte e dois.<br><br></div><div>Como resultado da criação desse plano, a partir de 1976, uma rede global de áreas protegidas denominadas reservas da biosfera foi estabelecida em todo o mundo. Essas áreas protegidas envolvem áreas com ecossistemas terrestres ou costeiros, e têm como objetivo conciliar a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento racional dos recursos naturais. O Brasil possui seis áreas protegidas em seu território: Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Cerrado, Pantanal, Catinga e Amazônia Central. Por sua vez, o Clube de Roma usou fórmulas matemáticas e computadores para determinar o futuro ecológico da Terra, prevendo um desastre a médio prazo. As descobertas foram publicadas no relatório "The Limits of Growth" publicado em 1972, que previa que a tendência prevalecente levaria a uma escassez catastrófica de recursos naturais e a níveis perigosos de poluição em 100 anos.<br><br></div><div>&nbsp;Os alimentos e a produção industrial iriam declinar até o ano de 2010 e, a partir daí, como consequência haveria diminuição da população por penúria, falta de alimentos e poluição. O relatório expunha claramente: “Se se mantiverem as atuais tendências de crescimento da população mundial, industrialização, contaminação ambiental, produção de alimentos e esgotamento dos recursos, este planeta alcançará os limites de seu crescimento no curso dos próximos cem anos.&nbsp;<br><br></div><div>O resultado mais provável será um súbito e incontrolável declínio tanto da população como da capacidade industrial” O documento, embora sendo criticado e considerado alarmista por muitos, conseguiu atingir seu objetivo, influenciando não apenas a opinião pública, mas, sobretudo, muitos governos e organizações internacionais. Ao mesmo tempo que apontava o problema, o documento indicava um caminho a percorrer baseado na busca“ de um resultado modelo que represente um sistema mundial que seja: sustentável, sem colapso inesperado e incontrolável; capaz de satisfazer aos requisitos materiais básicos de todos os seus habitantes”.&nbsp;<br><br></div><div>O relatório como um todo revela seu caráter precursor na introdução da relação do desenvolvimento com a exploração dos recursos naturais e as possibilidades de esgotamento destes. Muitas linhas do documento apresentam semelhança com os textos do Relatório da Comissão Brundtland da ONU, como aquelas que apontam que “a sociedade equilibrada terá que examinar as alternativas criadas em uma terra finita, levando em consideração, não somente os valores humanos atuais, mas também as gerações futuras”.&nbsp;<br><br></div><div>O maior mérito do documento se encontra, principalmente, no fato de que propiciou a ocorrência de um processo de debates contínuos que culminaram na apresentação de novas propostas de desenvolvimento que contemplavam os limites impostos pela possibilidade de esgotamento dos recursos naturais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://4.bp.blogspot.com/_i2NlCF_qaUo/STPOlVl1xrI/AAAAAAAABVI/0QqIHnH-npg/s400/img_meadows.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 18:57:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378616700</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conferência de Estocolmo e postura dos países desenvolvidos e em desenvolvimento na citada conferência</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378619278</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1968, três reuniões foram realizadas para traçar estratégias para os problemas ambientais enfrentados na década de 1970 e além: Em abril de 1968, cientistas de dez países, cientistas, educadores, industriais e funcionários públicos de diferentes níveis reuniram-se em Roma, o governo italiano, o objetivo é discutir a situação atual e futura da humanidade. Nessa reunião, nasceu o Clube de Roma, uma organização informal que descreveu uma organização com muitos proprietários como uma "escola invisível". Seu objetivo é promover a compreensão dos vários, mas interdependentes componentes do sistema global - economia, política, natureza e sociedade -; para chamar a atenção dos responsáveis ​​por tomar decisões amplas e do público em todo o mundo para esta nova forma de entendimento, promovendo assim novas iniciativas e planos de ação. Vinte e dois.<br><br></div><div>Como resultado da criação desse plano, a partir de 1976, uma rede global de áreas protegidas denominadas reservas da biosfera foi estabelecida em todo o mundo. Essas áreas protegidas envolvem áreas com ecossistemas terrestres ou costeiros, e têm como objetivo conciliar a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento racional dos recursos naturais. O Brasil possui seis áreas protegidas em seu território: Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Cerrado, Pantanal, Catinga e Amazônia Central. Por sua vez, o Clube de Roma usou fórmulas matemáticas e computadores para determinar o futuro ecológico da Terra, prevendo um desastre a médio prazo. As descobertas foram publicadas no relatório "The Limits of Growth" publicado em 1972, que previa que a tendência prevalecente levaria a uma escassez catastrófica de recursos naturais e a níveis perigosos de poluição em 100 anos.<br><br></div><div>&nbsp;Os alimentos e a produção industrial iriam declinar até o ano de 2010 e, a partir daí, como consequência haveria diminuição da população por penúria, falta de alimentos e poluição. O relatório expunha claramente: “Se se mantiverem as atuais tendências de crescimento da população mundial, industrialização, contaminação ambiental, produção de alimentos e esgotamento dos recursos, este planeta alcançará os limites de seu crescimento no curso dos próximos cem anos.&nbsp;<br><br></div><div>O resultado mais provável será um súbito e incontrolável declínio tanto da população como da capacidade industrial” O documento, embora sendo criticado e considerado alarmista por muitos, conseguiu atingir seu objetivo, influenciando não apenas a opinião pública, mas, sobretudo, muitos governos e organizações internacionais. Ao mesmo tempo que apontava o problema, o documento indicava um caminho a percorrer baseado na busca“ de um resultado modelo que represente um sistema mundial que seja: sustentável, sem colapso inesperado e incontrolável; capaz de satisfazer aos requisitos materiais básicos de todos os seus habitantes”.&nbsp;<br><br></div><div>O relatório como um todo revela seu caráter precursor na introdução da relação do desenvolvimento com a exploração dos recursos naturais e as possibilidades de esgotamento destes. Muitas linhas do documento apresentam semelhança com os textos do Relatório da Comissão Brundtland da ONU, como aquelas que apontam que “a sociedade equilibrada terá que examinar as alternativas criadas em uma terra finita, levando em consideração, não somente os valores humanos atuais, mas também as gerações futuras”.&nbsp;<br><br></div><div>O maior mérito do documento se encontra, principalmente, no fato de que propiciou a ocorrência de um processo de debates contínuos que culminaram na apresentação de novas propostas de desenvolvimento que contemplavam os limites impostos pela possibilidade de esgotamento dos recursos naturais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todoestudo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Confer%C3%AAncia-de-Estocolmo.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 18:59:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378619278</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relatório de Brundtland</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378625138</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1968, três reuniões foram realizadas para traçar estratégias para os problemas ambientais enfrentados na década de 1970 e além: Em abril de 1968, cientistas de dez países, cientistas, educadores, industriais e funcionários públicos de diferentes níveis reuniram-se em Roma, o governo italiano, o objetivo é discutir a situação atual e futura da humanidade. Nessa reunião, nasceu o Clube de Roma, uma organização informal que descreveu uma organização com muitos proprietários como uma "escola invisível". Seu objetivo é promover a compreensão dos vários, mas interdependentes componentes do sistema global - economia, política, natureza e sociedade -; para chamar a atenção dos responsáveis ​​por tomar decisões amplas e do público em todo o mundo para esta nova forma de entendimento, promovendo assim novas iniciativas e planos de ação. Vinte e dois.<br><br></div><div>Como resultado da criação desse plano, a partir de 1976, uma rede global de áreas protegidas denominadas reservas da biosfera foi estabelecida em todo o mundo. Essas áreas protegidas envolvem áreas com ecossistemas terrestres ou costeiros, e têm como objetivo conciliar a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento racional dos recursos naturais. O Brasil possui seis áreas protegidas em seu território: Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Cerrado, Pantanal, Catinga e Amazônia Central. Por sua vez, o Clube de Roma usou fórmulas matemáticas e computadores para determinar o futuro ecológico da Terra, prevendo um desastre a médio prazo. As descobertas foram publicadas no relatório "The Limits of Growth" publicado em 1972, que previa que a tendência prevalecente levaria a uma escassez catastrófica de recursos naturais e a níveis perigosos de poluição em 100 anos.<br><br></div><div>&nbsp;Os alimentos e a produção industrial iriam declinar até o ano de 2010 e, a partir daí, como consequência haveria diminuição da população por penúria, falta de alimentos e poluição. O relatório expunha claramente: “Se se mantiverem as atuais tendências de crescimento da população mundial, industrialização, contaminação ambiental, produção de alimentos e esgotamento dos recursos, este planeta alcançará os limites de seu crescimento no curso dos próximos cem anos.&nbsp;<br><br></div><div>O resultado mais provável será um súbito e incontrolável declínio tanto da população como da capacidade industrial” O documento, embora sendo criticado e considerado alarmista por muitos, conseguiu atingir seu objetivo, influenciando não apenas a opinião pública, mas, sobretudo, muitos governos e organizações internacionais. Ao mesmo tempo que apontava o problema, o documento indicava um caminho a percorrer baseado na busca“ de um resultado modelo que represente um sistema mundial que seja: sustentável, sem colapso inesperado e incontrolável; capaz de satisfazer aos requisitos materiais básicos de todos os seus habitantes”.&nbsp;<br><br></div><div>O relatório como um todo revela seu caráter precursor na introdução da relação do desenvolvimento com a exploração dos recursos naturais e as possibilidades de esgotamento destes. Muitas linhas do documento apresentam semelhança com os textos do Relatório da Comissão Brundtland da ONU, como aquelas que apontam que “a sociedade equilibrada terá que examinar as alternativas criadas em uma terra finita, levando em consideração, não somente os valores humanos atuais, mas também as gerações futuras”.&nbsp;<br><br></div><div>O maior mérito do documento se encontra, principalmente, no fato de que propiciou a ocorrência de um processo de debates contínuos que culminaram na apresentação de novas propostas de desenvolvimento que contemplavam os limites impostos pela possibilidade de esgotamento dos recursos naturais.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://s2.glbimg.com/Is-rVTrd2409NRgyaAPJGr2oO703d89aOzAaVUDI2c5Ioz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/06/14/gro.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:02:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378625138</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eco 92</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378627046</link>
         <description><![CDATA[<div>A década de 1990 inicia-se com uma nova realidade entre as nações: a queda do muro de Berlim assinala a substituição definitiva do confronto Leste-Oeste pelo embate Norte-Sul, colocando a questão ambiental como um dos itens fundamentais da agenda internacional.<br><br></div><div>Essa mudança no eixo pelo qual se articulam os interesses no sistema mundial provoca na década de 1990, particularmente após a Eco-92, um aumento da assinatura de tratados e acordos multilaterais internacionais, ao mesmo tempo em que aumentam as medidas normatizadoras<a href="https://jigsaw.minhabiblioteca.com.br/books/9788597011159/epub/OEBPS/Text/chapter02.html#ifn27"><sup>27</sup></a> tomadas pelos organismos financeiros internacionais que contribuem para desenhar um quadro em que se configura a construção de uma nova ordem ambiental mundial.<br><br></div><div>O estabelecimento do arcabouço das normas ambientais do Estado-nação é em grande parte impulsionado por um grande número de acordos multilaterais relacionados ao meio ambiente que constituem o aspecto mais óbvio dessa nova ordem. Até 1993, muitos acordos ambientais multilaterais haviam entrado em vigor - cerca de 127 - e o número total de notificações sobre o Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio estabelecido na Rodada de Tóquio chegou a 211. Segurança em diversos campos ecológicos.<br><br></div><div>A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), também conhecida como Cúpula da Terra (Eco-92), foi realizada no Rio de Janeiro em 1992. Representantes de 179 países discutiram questões ambientais globais durante 14 dias e estabeleceram que o desenvolvimento sustentável é o mundo Uma das metas a serem alcançadas pelo governo e pela sociedade. Como vimos no Capítulo 2, a reunião produziu cinco documentos básicos: Declaração do Rio de Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; Declaração de Princípios de Manejo Florestal Sustentável; Convenção sobre Diversidade Biológica; Acordo sobre Mudanças Climáticas; Agenda do Século 21 das Nações Unidas é conhecida como "Agenda 21.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://sebodomessias.com.br/imagens/produtos/11/112888_494.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:04:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378627046</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agenda 21</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378628913</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1997, durante a sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, foi realizada a Cúpula da Terra, a Cúpula Rio + 5, que teve como objetivo principal analisar a implementação do Plano 21 aprovado na Cúpula de 1992. Devido às acaloradas discussões entre os países sobre como financiar o desenvolvimento sustentável em escala global, alguns acordos foram alcançados, os quais são apresentados no documento final de 58 páginas. Esses acordos são: Estabelecer metas legalmente vinculativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas; desenvolver mais ativamente em direção a uma forma sustentável de produção, distribuição e uso de energia; fazer da erradicação da pobreza um pré-requisito para o desenvolvimento sustentável.</div><div>As Nações Unidas realizaram outra conferência mais ampla com os mesmos objetivos em Joanesburgo, África do Sul, no segundo semestre de 2002, chamada Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, também conhecida como Rio + 10. Conclusões e diretrizes da cúpula de 1992 no Rio. O Quadro 3.1 descreve os principais eventos relacionados à perspectiva da sustentabilidade.</div><div>O Conselho Empresarial Sustentável participou ativamente da organização das empresas temáticas e meio ambiente em sua conferência no Rio de Janeiro de 1992, que foi representado por seu presidente Stephan Schmidheiny. O conselho reuniu 48 líderes empresariais de diferentes países e, em seguida, 10 deles prepararam um documento de desenvolvimento sustentável para o ambiente de negócios, que chamaram de: "mudança de direção: a visão global do mundo dos negócios para o desenvolvimento e o meio ambiente". No início deste documento, foi emitida uma declaração na qual reconheciam 11 “O mundo caminha para a desregulamentação, o planejamento privado e os mercados globais. Isso exige que as empresas assumam maior responsabilidade socioeconômica e ambiental”.</div><div>O desenvolvimento sustentável nas organizações apresenta três dimensões, que são: a econômica, a social e a ambiental. Do ponto de vista econômico, a sustentabilidade prevê que as empresas têm que ser economicamente viáveis. Seu papel na sociedade deve ser cumprido levando em consideração esse aspecto da rentabilidade, ou seja, dar retorno ao investimento realizado pelo capital privado. Em termos sociais, a empresa deve satisfazer aos requisitos de proporcionar as melhores condições de trabalho aos seus empregados, procurando contemplar a diversidade cultural existente na sociedade em que atua, além de propiciar oportunidade aos deficientes de modo geral. Além disso, seus dirigentes devem participar ativamente das atividades socioculturais de expressão da comunidade que vive no entorno da unidade produtiva.</div><div>Do ponto de vista ambiental, deve a organização pautar-se pela ecoeficência dos seus processos produtivos, adotar a produção mais limpa, oferecer condições para o desenvolvimento de uma cultura ambiental organizacional, adotar uma postura de responsabilidade ambiental, buscando a não contaminação de qualquer tipo do ambiente natural, e procurar participar de todas as atividades patrocinadas pelas autoridades governamentais locais e regionais no que diz respeito ao meio ambiente natural.</div><div>No ambiente de negócios, o conceito de "triple bottom line" define as três dimensões da sustentabilidade. Esta expressão apareceu na década de 1990 e foi publicada em 1997 por John Elkington (John Elkington) "Canibais com garfos: a linha de base tripla dos negócios no século 21." A Global Reporting Initiative (Global Reporting Initiative) e AA (AccountAbility) têm tem defendido o conceito de "triple bottom line" e sua aplicação em empresas de todo o mundo, refletindo aquele a que as organizações devem estar atentas na hora de criar valor em três dimensões: Valores, objetivos e processos do grupo .: Econômico, social e ambiental.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://cdn8.bigcommerce.com/s-13a06/images/stencil/1280x1280/products/2787/1330/cvr9781476716695_9781476716695_hr__96376.1349118924.jpg?c=2&amp;imbypass=on" />
         <pubDate>2021-04-02 19:05:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378628913</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Acordo de Paris</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378656575</link>
         <description><![CDATA[<div>O Acordo de Paris é um compromisso mundial sobre as alterações climáticas e prevê metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa. Para que esse acordo entrasse em vigor, era necessário que os países que representam em torno de 55% da emissão de gases de efeito estufa ratificassem-no. Em 12 de dezembro de 2015, o acordo foi assinado após várias negociações, entrando em vigor em 4 de novembro de 2016. Até 2017, 195 países assinaram e 147 ratificaram.<br><br></div><div>Seu objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, é o principal objetivo do Acordo de Paris. O uso intenso de combustíveis fósseis como matriz energética no mundo intensifica a liberação de dióxido de carbono e outros gases nocivos à atmosfera. Essa emissão de gases contribui de maneira significativa para o aumento da temperatura do planeta. A meta do Acordo de Paris é manter o aumento da temperatura do planeta abaixo dos 2 ºC.<br><br></div><div>Uma das metas do Acordo de Paris é estimular os países desenvolvidos a dar suporte financeiro e tecnológico aos países subdesenvolvidos. A ideia é que essa ajuda colabore na ampliação de ações propostas pelos países subdesenvolvidos, mas todos devem apresentar planos de ação.<br><br></div><div>Entre os acordos firmados pelos países, um deles sugere que a cada cinco anos os governos comuniquem de forma voluntária os mecanismos para a revisão das suas contribuições para que as metas possam ser elevadas. Os países desenvolvidos encontram-se à frente do acordo e devem estabelecer metas numéricas a serem alcançadas em relação à emissão de gases de efeito estufa. Já os países subdesenvolvidos precisam elevar os esforços para continuar atingindo as metas propostas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://wribrasil.org.br/sites/default/files/cop-21-portuguese_0.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:22:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378656575</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Protocolo de kioto</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378665843</link>
         <description><![CDATA[<div>A construção de um arcabouço normativo-institucional ambiental nos Estados-nações é direcionada, em grande medida, pelo significativo número de acordos multilaterais relacionados com o meio ambiente que constituem o aspecto mais visível dessa nova ordem. Até o ano de 1993, estavam em vigor numerosos acordos multilaterais sobre meio ambiente – em torno de 127 –, aos quais se acrescentam as notificações do Acordo sobre Obstáculos Técnicos ao Comércio estabelecido na Rodada de Tóquio – no total de 211. Estas notificações estabeleceram regras para a proteção ambiental e da saúde e segurança humanas em diversas áreas de interesse ecológico.</div><div><br>Segundo dados da ONU, no início dos anos 1970 apenas 10 países contavam com organismos ambientais nacionais – órgãos especializados, departamentos, comitês etc. No fim de 1974, este número subiu para 60, chegando ao final da década ao número aproximado de 100 países. Houve, por outro lado, aumento significativo dos organismos não governamentais relacionados com o meio ambiente. Estima-se que eram 2.500 dessas organizações em 1972, chegando a atingir em 1981 a cifra de 15.000.</div><div><br>O Protocolo de Kyoto é um acordo internacional entre os países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU), firmado com o objetivo de se reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa e o consequente aquecimento global.</div><div><br>Redigido e assinado em Kyoto (Japão), em 1997, o Protocolo criou diretrizes para amenizar o impacto dos problemas ambientais causados pelos modelos de desenvolvimento industrial e de consumo vigentes no planeta.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://3.bp.blogspot.com/-l18T-8_TbnY/VVuObuZ9X9I/AAAAAAAAAFw/IybCom6enSs/s1600/18c4c_kyoto_protocol_thumb.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:29:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378665843</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ODS</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378671283</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2015, a ONU propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).<br><br></div><div>Esse é um esforço conjunto, de países, empresas, instituições e sociedade civil. Os ODS buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o emponderamento de mulheres e meninas, agir contra as mudanças climáticas, bem como enfrentar outros dos maiores desafios de nossos tempos. O setor privado tem um papel essencial nesse processo como grande detentor do poder econômico, propulsor de inovações e tecnologias influenciador e engajador dos mais diversos públicos – governos, fornecedores, colaboradores e consumidores.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.granadadigital.es/wp-content/uploads/2019/10/Agenda-2030-Foto-Naciones-Unidas.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:33:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378671283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ODM</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378673690</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2015, a ONU propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).<br><br></div><div>Esse é um esforço conjunto, de países, empresas, instituições e sociedade civil. Os ODS buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o emponderamento de mulheres e meninas, agir contra as mudanças climáticas, bem como enfrentar outros dos maiores desafios de nossos tempos. O setor privado tem um papel essencial nesse processo como grande detentor do poder econômico, propulsor de inovações e tecnologias influenciador e engajador dos mais diversos públicos – governos, fornecedores, colaboradores e consumidores.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/-NysajtiK10o/TnSriDeDm2I/AAAAAAAAAs4/uZzDdMRFm8w/s400/Captura%2Bde%2Btela%2Binteira%2B1692011%2B132905.bmp.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:35:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378673690</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rio +20</title>
         <author>da2016fran</author>
         <link>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378676011</link>
         <description><![CDATA[<div>A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, ocorrerá entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 marca vinte anos da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Eco-92 ou Rio-92, e será mais uma oportunidade para refletirmos sobre o futuro que queremos para o mundo nos próximos vinte anos e determinar como é possível reduzir a pobreza, promover a justiça social e a proteção do meio ambiente em um planeta que é cada vez mais habitado.<br><br></div><div>Com o objetivo de renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, verificando o que foi feito nos últimos 20 anos (desde a Eco-92), e quais são as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados, a Rio+20 reunirá diversos chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas, pessoas do setor privado e ONGs.<br><br></div><div>A Rio+20 terá como temas principais: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.&nbsp;<br><br></div><div>Composta por três momentos, a Rio+20 se iniciará no dia 13 de junho, e até o dia 15 haverá a III Reunião do Comitê Preparatório, onde representantes governamentais se reunirão para negociar os documentos a serem adotados na Conferência. Entre os dias 16 e 19 de junho estão programados os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável, um espaço aberto à sociedade civil para a discussão de diversos temas inerentes à Rio+20. De 20 a 22 de junho a Rio+20 terá a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas, ocorrendo então o Alto Nível da Conferência.<br><br></div><div>Muitos especialistas consideram a Rio+20 como uma oportunidade histórica para se discutir e desenvolver ideias que possam promover um futuro mais sustentável, com mais postos de trabalho, fontes de energia limpa, mais segurança, e com um padrão de vida decente para todos os cidadãos. Segundo Brice Lalonde, Coordenador Executivo da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, “O Rio+20 é um dos maiores encontros mundiais sobre o desenvolvimento sustentável do nosso tempo”.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://cdn.americanprogress.org/wp-content/uploads/issues/2012/06/img/rio20_sustainable_onpage.jpg" />
         <pubDate>2021-04-02 19:36:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/da2016fran/pdq5wxe985sopg3y/wish/1378676011</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
