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      <title>Construindo pontes... by Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio</title>
      <link>https://padlet.com/isabelguiomar/pdltq7sl7a5x</link>
      <description>Este diário será um espaço de reflexão através do qual pretendo evoluir na temática &quot;Autonomia e Flexibilidade Curricular&quot;.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-08 21:13:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabelguiomar</author>
         <link>https://padlet.com/isabelguiomar/pdltq7sl7a5x/wish/229848643</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu nome é Isabel Machado. Sou docente do quadro de escola. Leciono há cerca de 18 anos, tendo iniciado o meu percurso como docente, no 2.ºciclo. Também tive a experiência de ensino a adultos e, no meu quinto ano de serviço, descobri que a minha vocação era o 1.º ciclo. Sempre considerei importante a inovação e procurei sempre inserir na minha prática pedagógica estratégias novas e métodos de ensino diferentes, fazendo pesquisas sobre projetos/estratégias implementados noutros países, umas vezes por curiosidade, outras por necessidade (por já não saber o que fazer com determinado aluno). A título de exemplo, o recente contacto (ano letivo anterior) com uma turma de primeiro ano e alunos muito agitados e impacientes, fez-me procurar estratégias de motivação que controlasse e, ao mesmo tempo, cativasse a sua atenção. Descobri então os “ Brain Break” (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=388Q44ReOWE">https://www.youtube.com/watch?v=388Q44ReOWE</a>), que coloquei em prática durante o primeiro ano, com resultados muito positivos em termos de gestão de energia durante o período letivo, dentro da sala de aula, na troca de tarefa. A nível de agrupamento tenho participado na implementação do projeto promotor do sucesso escolar- Projeto Fénix. O agrupamento de escolas ao qual pertenço aderiu ao projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, no presente ano letivo. Fiquei curiosa sobre a organização e aplicação do mesmo e creio que este curso será, sem dúvida, uma boa oportunidade para compreender a dinâmica deste projeto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-08 22:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>isabelguiomar</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.zeemaps.com/view?group=2778838&amp;x=-8.268901&amp;y=59.244508&amp;z=16"><strong>https://www.zeemaps.com/view?group=2778838&amp;x=-8.268901&amp;y=59.244508&amp;z=16</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-08 22:48:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação                              &quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;.</title>
         <author>isabelguiomar</author>
         <link>https://padlet.com/isabelguiomar/pdltq7sl7a5x/wish/230227625</link>
         <description><![CDATA[<div>Como educadores temos a missão de preparar os nossos alunos para uma <em>nova</em> sociedade global, em que nada é certo, simples e concreto: uma sociedade em permanente transformação. <br><br></div><div>Frequentemente nos questionamos sobre a diferença que existe entre os alunos de há uns anos atrás e dos que temos hoje… De facto são diferentes: impacientes, exigentes, defensores do momento. Chegam até nós a dominar um mundo que não encontram na escola, sobretudo quando se deparam com livros, cadernos e lápis. Estamos perante uma geração se mostra adepta do consumo e resistente à produção. É tão mais fácil pegar num tablet e mexer aqui, tocar ali e as portas abrem-se de par em par para temas diversos. A verdade é que este mundo tão apelativo veio para ficar e evoluir. Toda esta mudança exige de nós professores atualização, acompanhamento, conciliação, abertura de mentalidade. Têm-nos feito apelos e estamos dispostos a mudar, caso contrário não estaríamos neste espaço. <br><br></div><div>Perante este cenário, a nossa responsabilidade acresce no sentido de termos de nos reorganizar para dar um novo sentido ao conhecimento, às capacidades, às atitudes e aos valores, desenvolvendo nos nossos alunos o pensamento crítico, o espírito de colaboração, a criatividade e o espírito de inovação. O pensamento crítico é vital para a resolução de problemas, levando os nossos alunos a desenvolver capacidades de comunicação e análise, tendo por base um trabalho de grupo e cooperação. Esta realidade pressupõe o contacto com situações ambíguas e contacto com pessoas de diferentes personalidades, levando-os a reflexões e tomadas de decisões.<br><br></div><div>Como fazer tudo isto acontecer? Após reflexão com uma colega, surgiram as seguintes sugestões:<br><br></div><div>Alterar programas curriculares, como por exemplo o “Estudo do Meio”, no 1.º ciclo, onde os temas abordados são os mesmos há anos, havendo uma concentração em assuntos nacionais, descurando-se a ligação ao resto do mundo, nos seus diversos aspetos: culturais, geográficos…<br><br></div><div>Privilegiar projetos culturais de forma a enriquecer o aluno na sua cultura geral (pintura, música…).<br><br></div><div>Promover contactos com escolas de outros países para partilha de experiências.<br><br></div><div>Pesquisar sobre diferentes profissões/carreiras, focando a projeção que têm a nível nacional e internacional, privilegiando a dinâmica de trabalho de grupo.<br><br></div><div>Promover contactos/visitas a espaços ligados à ciência e relacioná-los com os conteúdos explorados em contexto de sala de aula, de forma a atribuir-lhes um significado concreto. Permitir contacto direto com esses espaços, para se criar uma ligação de utilidade e funcionalidade. <br><br></div><div>Pesquisar sobre a estrutura cultural, económica e social de países, privilegiando a dinâmica de trabalho de grupo.<br><br></div><div>Pesquisar e partilhar opiniões sobre assuntos de caráter social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-09 23:21:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola           &quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>isabelguiomar</author>
         <link>https://padlet.com/isabelguiomar/pdltq7sl7a5x/wish/230852672</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo da escola do século XXI está bem claro: desenvolver capacidades em áreas específicas que promovam uma sociedade resiliente, capaz de se adaptar e moldar à mudança. Como fazê-lo, quando estamos agarrados a uma estrutura curricular rígida e que, nos últimos anos, se tornou, também, pesada e densa em conteúdos, muitos deles desrespeitando a maturidade de pensamento dos nossos alunos? Parece que a resposta está a em aligeirar o currículo, reorganizando o que temos e enfatizar o que é funcional e adequável. Limpar o acessório? Como fazer essa triagem? Com prudência, afirmou António Sampaio da Nóvoa, no seu colóquio “ Currículo e Docência: a Pessoa, a Partilha e a Prudência” (2003). “Reorganizar com ousadia” é a sugestão de Andreas Schleicher, diretor do Departamento da Educação da OCDE (2017). A Escola terá de articular as áreas de desenvolvimento e aquisição das áreas de competências com o currículo vigente. No primeiro ciclo, por exemplo, poderia direcionar-se a disciplina de Oferta Complementar para a criação de um programa que focasse algumas das áreas de desenvolvimento mencionadas no vídeo. Repensar o currículo da disciplina de Expressões e atualizá-lo para o desenvolvimento da área da Sensibilidade estética e artística e da Consciência e domínio do corpo. A verdade é que todas elas são transversais às disciplinas do currículo, e terá de ser o docente da disciplina, em colaboração com outros docentes, a definir em que momentos, e de que forma, poderão ser estimuladas essas áreas. Será uma tarefa árdua, que terá de ser gradual. Uma tarefa de parcerias dentro e fora da Escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 22:17:04 UTC</pubDate>
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