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      <title>Didática Específica do Desporto I - Andebol by João Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira</link>
      <description>Faculdade de Desporto da Universidade do Porto - Mestrado em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-13 15:08:38 UTC</pubDate>
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         <title>1ª Aula - 12-02-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/445043290</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA: <br>- Comparação dos modelos de jogo da Coreia e da URSS (feminino);<br>- Comparação dos sistemas defensivos usados por Portugal e pela Eslovénia;<br>- Utilização do 7x6 por Portugal no Europeu 2020 contra a França e Alemanha (comparação);<br>- Vantagens e desvantagens do 7x6:<br>- Ensino do andebol na escola. <br><br>APRENDIZAGENS: Na comparação dos modelos de jogo da Coreia e da URSS, foi importante perceber que este jogo foi bastante estudado previamente por ambas onde houve uma estratégia montada tendo em conta as características do adversário. Uma das equipas defendia de forma muito pressionante e a outra já não. A nível de ataque, uma das equipas apostava muito mais nas transições e outra no ataque organizado. No que diz respeito aos sistemas defensivos usados por Portugal e pela Eslovénia, a Eslovénia apresentava uma defesa muito pressionante e que até nos deixou na dúvida se seria um 3:2:1, 5:1, 6:0, 3:3 e chegamos à conclusão que é um 6:0 muito dinâmico. Portugal apresentou um 5:1, mas muito "parado paradinho". Já na utilização do 7x6 por parte de Portugal no Europeu, houve uma comparação entre o jogo contra a França em que esta não conseguiu contrariar a estratégia portuguesa e o jogo contra a Alemanha em que os germânicos anularam a seleção portuguesa. Posteriormente falamos do 7x6 e das suas vantagens e desvantagens e quando é que surgiu sendo que esta estratégia acaba por fugir à norma do que é um desporto coletivo. Isto porque deixa ver justiça e equilíbrio no jogo visto que são constantemente criadas situações de superioridade numérica no jogo e, havendo perfeição de processos de quem ataca, a defesa não consegue contrariar o ataque. Já na abordagem ao ensino do andebol na escola, visualizamos alguns vídeos de uma turma na escola do Dario Andrade e estivemos a ver e interpretar várias situações que se sucederam e fomos constantemente questionados sobre a abordagem que deveríamos ou não ter conforme cada situação em concreto. <br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Pessoalmente, costumo acompanhar a modalidade de andebol, assim como acompanhei toda a prestação de Portugal no Europeu que agora passou. Sou conhecedor de alguns conteúdos, principalmente depois da licenciatura, mas sei que, ao contrário da modalidade em que me especializei que é o futebol, ainda tenho muito para evoluir e aprender e espero acabar esta didática com muito mais conhecimento no que ao andebol diz respeito. Dúvidas e dificuldades vão sempre surgindo e que seja assim porque é sinal que há aprendizagem. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-13 15:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>2ª Aula - 19-02-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/447333789</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Análise em grupo de vídeos diferentes (jogo do capitão, campo grande, campo pequeno, aula de raparigas e aula de rapazes);<br>- Análise em turma dos mesmos vídeos com algumas indicações da professora;<br>- Componente prática com atividades referentes ao primeiro nível de jogo.<br><br>APRENDIZAGENS: Após a análise dos vídeos, chegamos à conclusão que, muitas vezes, os professores não adequam as aulas e os exercícios executados nas mesmas ao nível da turma. Alguns dos principais erros/défices que se observam nas aulas são: exercícios excessivamente exigentes cognitivamente para a idade; jogo anárquico e a típica aglomeração de atletas em torno da bola; o aluno ficar dependente do constante feedback do professor; campo demasiado grande ou demasiado pequeno; dificuldades na progressão, finalização e manutenção da posse de bola; o aluno pensar que são 3 passos obrigatórios quando a verdade é que pode dar, NO MÁXIMO, 3 passos (ou seja, pode dar 1, 2 ou 3 passos); o aluno não pensa o jogo quando recebe a bola e esta devia ser a primeira ação a ser feita; dificuldades na execução do passe, remate, etc. (défices técnicos gerais); posição base de proteção de bola errada com os apoios paralelos; os guarda-redes ficam "dentro" da baliza quando têm toda uma área para explorar. Estes foram as principais aprendizagens retiradas da 1ª parte da aula. De seguida, procedemos para a parte prática da aula onde o seu principal foco foi nos jogos pré-desportivos. Abordamos diversos jogos diferentes (jogos: tubarão, corrente, toca e congela, etc.) onde podemos explorar diferentes variáveis de acordo com o que pretendemos explorar. São sempre jogos extremamente lúdicos e divertidos. Devemos ter a capacidade de explicar os pontos chave de cada um antes do início de cada jogo para não ser necessário interrompê-lo durante a sua execução. Posteriormente, abordamos ainda exercícios mais analíticos frente a frente, mas sempre com alguma componente lúdica onde se torna possível a abordagem de componentes mais técnicas sem o exercício perder o interesse para os alunos. Isto envolve diferentes pegas, tipos de passe, etc. De uma maneira geral, abordamos situações de jogos pré-desportivos que poderemos abordar na escola e todas as suas características adjacentes.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS:<br>Talvez as principais dúvidas/dificuldades que poderão surgir estão mais relacionadas com a aplicação destes exercícios na escola e adaptações que poderão ser postas em prática no momento pelo professor para o exercício se realizar de uma forma mais rentável. Esta capacidade de adaptação é essencial para um professor. Outra dificuldade que poderá surgir está relacionada com a aplicação de exercícios mais analíticos para a exercitação de componentes mais técnicas sem os exercícios serem excessivamente monótonos e pouco cativantes para os atletas/alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-19 11:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>3ª Aula - 26-02-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/450821910</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Comparação entre a abordagem portuguesa e a dinamarquesa/norueguesa do andebol em idades base;<br>- Vantagens e desvantagens do 4x3 com "transição" dos 3 defesas (tocar na área) - estilo dinamarquês/noruguês e do 4x3 usado em Portugal;<br>- Pequena revisão de alguns jogos pré desportivos abordados na aula anterior;<br>- Situações a pares (numa fase inicial) onde o principal foco esteve no passe e na receção;<br>- Situações de passe em superioridade numérica 3x2;<br>- Situações em que já havia o objetivo de marcar golo ou fazer ponto;<br>- Circuito de coordenação e agilidade onde o foco foi o remate.<br><br>APRENDIZAGENS: Na parte inicial da aula, que correspondeu a um momento mais teórico (sem prática), o que retirei de mais importante foi: - Tendo em conta o nível das raparigas que observamos no vídeo, introduzir uma situação de 3x3 com marcação individual não resulta para este nível em concreto; - Uma das componentes mais importantes do andebol está relacionada com o saber estar em campo, ou seja, uma ocupação racional do espaço; - O desconstruir o jogo é importante quando ensinamos o andebol na escola isto porque não são logo aplicáveis situações demasiado complexas do jogo (5x5, 7x7, etc); - Relacionado com o ponto anterior, é essencial que os alunos consigam solucionar situações de superioridade numérica para depois haver um aumento gradual da complexidade; - O modelo usado na Dinamarca/Noruega vai privilegiar o ataque organizado e vai provocar menos contacto físico dos atletas; - Em contrapartida, o modelo adotado em Portugal, vai privilegiar o contra-ataque e vai provocar mais contacto físico; - O contra-ataque é de mais "simples" compreensão por parte dos alunos que o ataque organizado e, consequentemente, faz sentido que seja abordado primeiro; - Por vezes, são necessárias situações mais analíticas em contexto de aula quando pretendemos abordar componentes técnicas como o passe ou o remate. No entanto, é importante o caráter lúdico que introduzimos nestes exercícios de forma a tornar os exercícios mais ricos e cativantes para os alunos; - Há inúmeras variantes possíveis que podemos explorar nos exercícios e devemos ter em conta diversos fatores na escolha das mesmas tais como: nº de alunos, nível dos alunos, idade dos alunos, o principal foco/objetivo que queremos para o exercício, etc.; - Quando abordamos o remate, um dos principais focos deve ser a "passada"/preparação do aluno até ao momento do remate.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS:<br>Entre o modelo dinamarquês e o português, perceber, perante o contexto em que estamos inseridos, perceber qual se adequa mais e qual poderá ser o mais rentável e otimizador para o crescimento dos alunos. Outra dificuldade poderá estar relacionada com a aplicação de certos exercícios em contexto escolar caso estejamos limitados pelo espaço e nº de bolas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-26 15:54:35 UTC</pubDate>
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         <title>4ª Aula - 28-02-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/452381045</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Fase inicial de ativação;<br>- Situações de 2x1, 2x1x1, 3x1x1, etc. onde o facto estava na progressão, passe, finta de corpo e finalização;<br>- Situações com deslocamento lateral com algum trabalho de agilidade/coordenação e, posteriormente, finalização;<br><br>APRENDIZAGENS: Na fase inicial da aula, fizemos um exercício de caçadinhas que serviu como ativação geral. Neste exercício, foram realizadas 4 variantes diferentes e é um exercício onde é possível desenvolver ainda mais algumas. A professora chamou apenas a atenção no que diz respeito à variante em que os alunos saltam para as "cavalitas" uns dos outros que é possível de se realizar em contexto de clube, mas algo perigoso para se fazer na escola. Posteriormente, tendo sinalizadores espalhados pelo campo todo, situação de 2x1 onde, perante o nível baixo de jogo das raparigas observado no vídeo, espera-se que haja bastante movimentação tanto do portador da bola como do homem sem bola  para combater a estaticidade observada nas raparigas. Uma estratégia dentro do exercício para evitar é obrigar, após passe, a tocar sempre num sinalizador diferente do tocado anteriormente. Depois introduziram-se arcos/pneus no campo onde o exercício era precisamente o mesmo, mas o foco era no drible e na possibilidade de dar os 3 passos, driblar e voltar a dar passos. Os pneus serviam como local para armar o remate. De seguida, já houve um exercício 2x1x1 onde os 2 tinham bola e deviam perceber se deviam passar ao colega ou ultrapassar o adversário através de finta. Após ultrapassar o 1º exercício, surgia um 2º adversário e só depois de ultrapassar este é que ocorreria finalização. Na 2ª variante do exercício, aumentou-se o espaço e introduziu-se uma bola na mão dos defensores e isto provocou mais situações de finta e drible por parte dos atacantes. Ainda semelhante a este exercício, em grupos de 3, o elemento do meio fica a defender depois de passar e realiza-se então um 2x1 em progressão. Algo importante a ter em atenção é arranjar forma para condicionar a ação do defesa (obrigá-lo a tocar num cone e só depois defender, sentar e levantar antes de defender, etc.) para simular de melhor uma situação de contra-ataque e que obrigue os atacantes a passarem de forma mais rápida. De seguida, num sentido, havia a situação de 3x1x1 em progressão e, após finalização, o elemento que finalizava passava para defensor e no sentido inverso realizava-se um 2x1 em progressão. Posteriormente já houve uma situação de 1x1 + apoio. Como o defensor tinha a condição de tocar num cone antes de poder defender, o mais recorrente era o atacante jogar no apoio, recebia logo em corrida e finalizava logo. Quando o defensor conseguia tocar no cone de forma rápida, o atacante tinha de perceber se o ideal seria tentar a progressão em finta ou tentar jogar no apoio e pedir novamente em desmarcação. Voltou-se a realizar uma situação de 1x1 em que o atacante escolhia um lado e tinha de realizar um deslocamento lateral para esse lado, contornando um cone. O defensor tinha de, conforme a escolha do atacante, fazer precisamente o mesmo, mas do lado oposto e vir logo defender. Numa fase inicial, estes deslocamentos eram feito com os cones deitado e, posteriormente, com o intuito de aumentar a dificuldade, levantaram-se os cones. Na parte final, houve um exercício mais simples em que, fazendo uma tabela à direita e uma à esquerda, existia finalização. Não havia oposição desta vez, mas o maior erro costuma ser no local em que os alunos vão pedir a bola aos apoios, tendo alguma tendência em se aproximar em demasia. Para contornar esta situação, basta colocar cones para servirem de referência espacial aos alunos e assim estes são obrigados a contorná-los a realizar a trajetória correta após passe. Foi uma aula com exercícios que se focaram em diversos aspetos técnicos (passe, receção, remate, finta, drible) e sem grandes situações analíticas para os trabalhar.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Não surgiram dificuldades nem dúvidas relativamente a esta aula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-29 13:02:14 UTC</pubDate>
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         <title>5ª Aula - 11-03-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/461837515</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Conversa rápida de 5/10 minutos acerca do que foi lecionado 2 semanas antes (revisão);<br>- Conversa sobre o nível de jogo do vídeo dos rapazes e o que pode ser trabalhado com eles;<br>- Jogos pré desportivos que privilegiam a defesa individual;<br>- Situações onde é privilegiado o passe;<br><br>APRENDIZAGENS: No que diz respeito ao trabalho em superioridade numérica, este é sempre trabalhado, mesmo em contextos de alto rendimento. Relativamente ao jogo dos rapazes, estes já estavam num nível que lhes permitia avançar para a marcação individual e podiam continuar a trabalhar superioridade numérica, no entanto, já podiam avançar para situações de igualdade numérica misturadas com superioridade numérica. Numa situação de 3x3, já se pretende explorar os espaços vazios, procurar desmarcações nas costas da defesa e desconstruir o jogo em situações de 1x1, 2x2, 2x1, etc. Perante situações onde há mais espaço, torna-se mais fácil a finta com bola. Quando ocorre evolução na finta com bola, podemos reduzir o espaço. Durante a aula, o 1º exercício consistiu numas "caçadinhas para matar" onde, com coletes com um nó, o objetivo era acertar no colega (da cintura para baixo) e, acertando, trocavam de funções. Em exercícios de 1x1 sem bola, existe: o jogo da raposa, jogo do tubarão (modificado: 1x1 em zonas reduzidas), jogo da sardinha, jogo do "pisa", etc.  Algo a ter em atenção em situações de defesa individual é tentar colocar um rapaz a defender um rapaz e uma rapariga a defender uma rapariga assim como ajustar a nível de qualidade (o melhor com o melhor). No 2º exercício, ocorreu uma situação semelhante ao jogo da raposa, mas com 3 alunos. Um dos alunos agarra uma bola à frente, o 2º aluno tem um colete no rabo (raposa) e está com as mãos nos ombros do colega que tem a bola. O objetivo do 3º elemento é arranjar maneira de ultrapassar os dois colegas e roubar o colete. No 3º exercício, na mesma com 3 alunos, ocorre uma situação de 1x1 sem bola onde o atacante tem de ultrapassar o defensor e tocar no 3º colega que está nas costas do defensor a movimentar-se.  No 4º exercício, já se pôs em prática o jogo do tubarão adaptado que foi falado anteriormente. Foi feito com grupos de 3/4 alunos para irem alternando visto que o 1x1 é demasiado exigente fisicamente. Neste exercício podemos ainda introduzir a bola no atacante. No 5º exercício decorreu uma situação de 1x1+2 apoios onde o objetivo são os 10 passes onde o apoio pode "enganar" o defensor. Houve ainda 2 variantes diferentes a serem exploradas. Na primeira é a mesma situação, mas com progressão e objetivo era receber a bola depois dos cones. Na segunda, o atacante tem de tocar num cone de forma a realizar uma mudança de direção mais agressiva, enganando o defesa. É possível realizar este exercício com remate. No 6º exercício, distribuíram-se cones pelo espaço da aula onde decorreu uma situação de 2x2+apoio. Sempre que alguém recebia a bola, era obrigado a tocar com esta num cone. O foco deste exercício estava no passe (diferentes tipos de passe, diferentes tipos de pressão) e existe transfere para o jogo em transição. No 7º exercício, decorreu uma situação de 5x5 (4x4+GR) onde o GR pode subir até ao meio campo e dar linha de passe. A marcação é individual e com pressão alta. No 8º e último exercício da aula, realizando o mesmo exercício em 2 grupos diferentes num campo só (dividido "lateralmente"), decorreu uma situação de 2x2+apoio com progressão e finalização. Na parte final da aula, fizemos um pequeno balanço do que foi trabalhado e do que pode ser trabalhado onde o foco esteve numa situação de 4x4 (3x3+GR) onde, perante alunos que não são capazes de fornecer amplitude suficiente ao jogo, podemos acrescentar apoios laterais para esta amplitude ser garantida.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-16 13:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>7ª Aula - 27-03-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/479972659</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Conversa breve sobre o que tinha sido abordado na semana anterior;<br>- Parte final da FBJ2 e transição para a FBJ3.<br><br>APRENDIZAGENS: Numa fase inicial, estivemos a visualizar vídeos dos alunos a jogarem em que a defesa é individual, mas começa-se a introduzir a defesa zonal. Nesta transição para a FBJ3, a defesa zonal é abordada onde também é referido que esta deve ser alinhada. Ainda no que diz respeito à FBJ3, mais a nível de ataque, foram também abordadas as trajetórias que os alunos devem fazer para ultrapassar o defesa. Nesta fase estes devem decidir bem no 2x1 e o foco vai começar a incidir no trabalho do 1x1. Deve existir também um foco nos remates de ponta porque os alunos têm tendência em finalizar nestas zonas. <br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Quando é que realmente devemos, a nível de timing, fazer esta transição com os nossos alunos da FBJ2 para a FBJ3?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-28 21:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>8ª Aula - 03-04-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/491331292</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Análise crítica dos Planos Nacionais de Educação Física, no que diz respeito ao Andebol, do 1º ao 12º anos;<br>- Avaliação diagnóstica do andebol na escola.<br><br>APRENDIZAGENS: De uma maneira geral, relativamente aos planos nacionais de EF, o Andebol é verdadeiramente introduzido no 2º ciclo (6º ano), onde o nível é parte introdutório. No 3º ciclo e 10º ano é o nível elementar e no 11º e 12º anos corresponde ao nível avançado. Há certos aspetos algo incoerentes nos planos, como acontece em todas as modalidades, e, de certa forma, cabe a cada professor entender o nível da turma que tem assim como todo o processo a ser posto em prática a partir daí. Com isto quero dizer que devemos estar dentro do que está escrito nos planos nacionais de EF relativamente a todas modalidades, mas, nem sempre, é o melhor guião para os professores e temos de ter essa capacidade de nos adaptarmos a cada contexto. E para percebermos o nível da turma que temos, é aqui que entra a Avaliação Diagnóstica. No powerpoint que visualizamos durante a aula, surge isto: <br>5º/6º - FBJ 1</div><div>7º – FBJ1 – FBJ2</div><div>8º - FBJ2 – FBJ3</div><div>9º - FBJ3 – FBJ4</div><div>10º, 11º, 12º - FBJ4 – FBJ5. A realização do "Jogo dos 10 passes" (adaptar o número de passes para 6, por exemplo) em que o número máximo de alunos deve ser 4x4, mas o ideal é o 3x3. No entanto, o jogo é o "núcleo" da aula. Caso estejamos perante alunos que apresentam um nível muito baixo, devemos abordar a FBJ1. Caso apresentem algumas noções da modalidade, podemos realizar uma situação de 3x3 com marcação individual. Perante uma resposta aceitável dos alunos, o ideal, provavelmente, será abordar a FBJ2. Se a resposta dos alunos for bastante boa, deveremos, talvez, abordar a FBJ3. De uma maneira geral, foi isto que achei essencial na parte da AD. Posteriormente, ainda falamos um pouco da elaboração da UD que foge um pouco da norma das outras didáticas. Uma sugestão é fazer, por exemplo, por períodos de 3 aulas e verificar a evolução tendo em conta a FBJ. Trabalhar essencialmente manutenção, progressão e finalização. Existe ainda uma componente mais relacionada com a estratégia onde se pode trabalhar a superioridade, por exemplo. De certa forma, também consiste em identificar problemas e, posteriormente, elaborar estratégias para ultrapassar o(s) problema(s) encontrados, tendo em conta, também, o nível de jogo e aplicar isto no tal período de 2/3 aulas. Devemos recorrer ainda ao jogo para perceber se houve progressão e se os alunos estão num patamar que lhes permita progredir no nível de jogo.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Talvez, na elaboração da UD e, posteriormente, nos planos de aula, perceber quais exercícios (a que tipo de trabalho recorrer) para ultrapassar/combater certas dificuldades/problemas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-03 15:11:28 UTC</pubDate>
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         <title>9ª Aula - 17-04-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/513160479</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Pequena análise em turma da tarefa de memorização e o porquê de ter sido feita;<br>- Conversa acerca da dificuldade de avaliação nos desportos coletivos com referência ao método GPAI;<br>- Análise e discussão dos vídeos dos rapazes e das raparigas (problemas, soluções, etc.);<br>- Na parte final, observação de um powerpoint onde se falou de forma resumida do que foi abordado na aula assim como uma pequena abordagem ao jogo de transição.<br><br>APRENDIZAGENS: No que diz respeito à tarefa de memorização, a tendência normal das pessoas é memorizar mais pares no grupo B. Isto porque, havendo palavras em que faltam letras, o nosso cérebro acaba por ser mais estimulado para decifrarmos as palavras (apesar de não ser um exercício muito complexo neste caso em concreto) do que apenas a ler as palavras. Posteriormente houve uma pequena reflexão acerca do que é a avaliação propriamente dita no que aos desporto coletivos diz respeito. O principal a reter é que não há tabela que nos valha se não tivermos cabeça para interpretar e ler o jogo quando tencionamos avaliar os alunos.<br>O que ocupou maior parte da aula foi na discussão dos vídeos dos rapazes e das raparigas. De uma forma sucinta, o que retive foi que, perante um jogo algo anárquico nas raparigas (2 raparigas com um nível relativamente aceitável (1 em cada equipa) e as outras eram quase "observadoras" dentro do jogo dado o seu pouco envolvimento neste) pode ser trabalhado o "passe e vai" e, relativamente ao trabalho de passe, este deve ser realizado, claramente, em superioridade numérica. No que diz respeito aos rapazes, e de forma também sucinta, o próximo foco deveria ser a defesa. Isto porque o ataque já era eficaz e torna-se necessário que haja um maior trabalho a nível defensivo para a defesa evoluir e proporcionar novos problemas e dificuldades ao ataque. O próximo passo poderia ser passar para situações de marcação individual num espaço maior, de forma a aumentar a dificuldade, assim como, progressivamente, para um espaço restrito. No caso dos rapazes, o objetivo seria terminar na FBJ4.  Uma questão transcendente a ambos os jogos prende-se no que diz respeito ao equilíbrio (ou desequilíbrio) do jogo. Uma das soluções para isto não passa, de todo, por retirar os "bons" do jogo. Uma chamada de atenção que foi feita também tem que ver com o tamanho dos campos em algumas escolas. Isto porque em algumas escolas os campos de andebol são pouco maiores que os de basquetebol e o ideal, nesses casos, é jogar 4+GRx4+GR porque, caso se acrescentasse mais um aluno em cada equipa, não seria exequível.<br>Posteriormente estivemos a observar algumas situações concretas do jogo. Uma da conclusões foi que, quando o jogo estiver afunilado, passando e indo na direção da baliza acaba por roubar espaço de ação ao colega que recebe a bola.  Mais uma vez, o mais importante passa por conseguirmos desconstruir os problemas do jogo a partir do jogo. Houve ainda uma passagem breve por alguns situações concretas de defesa alinha e pressionante assim como os seus problemas associados e ainda houve uma comparação entre uma defesa pressionante apenas no portador da bola e outra pressionante não só no portador, mas também nas linhas de passe. Houve uma passagem rápida pelo jogo em transição que vai ser aprofundado na próxima aula.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Perceber, perante um contexto bastante heterogéneo de turma, a melhor maneira de adequar as aulas de forma a otimizar ao máximo a aprendizagem de todos os alunos sem quer ninguém saia prejudicado.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-17 15:39:31 UTC</pubDate>
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         <title>10ª Aula - 24-04-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/529314437</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Tarefa em grupo que consistia na observação de um jogo em meio campo;<br>- Apresentação das tarefas de grupo à turma;<br>- Análise e discussão com a professora e a turma acerca da tarefa de grupo;<br>- Introdução do nível avançado.<br><br>APRENDIZAGENS:<br>Um dos principais focos no nível avançado deve ser a ocupação racional do espaço por parte dos alunos. Relacionado com isto, é possível ainda ocorrer um trabalho de superioridade (5x4). Esta vai permitir que os alunos consigam perceber o conceito de decalage assim como aprofundar o conceito de amplitude e ocupação racional de espaço. A nível defensivo, deve existir uma pressão sobre o jogador com bola assim como os outros defesas devem assegurar a ajuda defensiva ocupando, então, zonas que lhes permitam serem rápidos e eficazes a fornecer esta ajuda. Foram dados alguns exemplos de várias situações de aprendizagem que podem ser usadas neste nível de jogo focando, principalmente, a ocupação do espaço (ex: amplitude).<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS:  Uma dificuldade que sinto prende-se um pouco com as dimensões ideais para cada exercício em concreto (de forma a ir de encontro aos objetivos propostos de cada situação de aprendizagem)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 20:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>11ª Aula - 08-05-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/559584854</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Análise de métodos possíveis de serem usados nos desportos coletivos para avaliar (por exemplo, GPAI);<br>- Vantagens e desvantagens associadas a estes métodos;<br>- Trabalho de grupo de elaboração de uma tabela para pormos em prática posteriormente na avaliação de alunos;<br>- Análise e sugestões da professora relativamente às grelhas elaboradas pelos grupos;<br>- Pequeno momento de reflexão/esclarecimento relativamente a algumas dúvidas colocadas no padlet na última aula.<br><br>APRENDIZAGENS: Existem opções variadas para usarmos no que à avaliação diz respeito. O importante é perceber, após uma análise aos vários métodos, qual é que vai mais de encontro à realidade e ao que esperamos com a avaliação dos alunos. No nosso caso em concreto, acabamos por ir de encontro a uma tabela muito semelhante à do GPAI, pois foi a que achamos mais adequada. Aquando da apresentação das tabelas dos outros grupos, e a partir das observações da professora, foi possível refletirmos também relativamente a outras opções possíveis para pormos em prática no futuro. Na parte final da aula, o que retive mais foi relativamente ao termo "decalage" que na escola se deve usar o termo continuidade do jogo (penetrações sucessivas também é uma opção), o que é o par e ímpar, os conceitos de profundidade e amplitude e qual deverá ser abordado primeiro e a questão do recurso ao jogo propriamente dito na aula que está dependente do modelo de ensino adotado assim como todo o planeamento e objetivos da aula (por exemplo, no teaching games for understanding, este surge logo após a fase inicial da aula).<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Apesar de termos discutido em grupo qual achamos o melhor "método" a usar, ficam sempre algumas dúvidas relativamente à avaliação de certos conteúdos e de como devemos fazê-lo. Penso que é algo que vai sendo superado com a experiência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-08 11:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>12ª Aula - 15-05-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/574903394</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Análise e discussão acerca do trabalho da avaliação e da elaboração da UD;<br>- Nível Avançado e FBJ 5 - Introdução do Pivot;<br>- Jogo de transição e respetivos ajustes.<br><br>APRENDIZAGENS: Relativamente à primeira metade da aula, foi possível enquadrarmos o que a professora nos disse no nosso trabalho de forma a compararmos e corrigirmos certos aspetos no mesmo. Na segunda metade da aula, no que diz respeito à introdução do pivot, podem ser abordadas situações em que a defesa se encontra em 4:1. O objetivo desta situação é precisamente que o pivot entre no espaço que existe nas costas do defesa avançado. No entanto, esta entrada do pivot não é feita em qualquer circunstância. Se a bola estiver no meio e se este passar para a direita, só neste momento é que o que está à esquerda pode e deve entrar na zona do pivot. Isto porque enquanto que a bola estiver no meio, os colegas à esquerda e à direita do portador devem assegurar linhas de passe ao mesmo. Esta situação pode ainda ser trabalhada mas em 5x4 em que a regra é ser obrigatória entrada a pivot. Outra situação possível é, em meio campo, duas situações de 3x2 em "espelho" com 2 GR. Já no que à transição diz respeito, a nível de organização, na equipa que estava a defender, o defesa avançado é o primeiro jogador a ir para a frente (para um dos lados) de forma a explorar a transição e, de seguida, serão os pontas. No que diz respeito à equipa que estava a atacar, o ajuste é feito de forma lógica. Deve-se perceber, dependendo das movimentações da equipa adversária qual será a forma mais lógica para realizar os ajustes defensivos sem que a equipa fique desequilibrada nem a equipa adversária tire vantagem disso.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Fiquei bastante esclarecido relativamente a esta aula e até se trata de uma parte da matéria que acho bastante interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 12:12:23 UTC</pubDate>
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         <title>6ª Aula - 20-03-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/584749437</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula não foi necessário escrever padlet.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 12:42:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>13ª Aula - 22-05-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/590597994</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Apresentação de grupo dos trabalhos das Unidades Didáticas;<br>- Breve feedback da professora relativamente aos trabalhos feitos.<br><br>APRENDIZAGENS:<br>- Perceber que existem diversos métodos de avaliação que podem ser postos em prática e que todos têm as suas vantagens e desvantagens;<br>- O mais aconselhável talvez seja  juntar os rapazes e as raparigas porque colocando as raparigas, por exemplo, na FBJ1 poderá vir a ser prejudicial para elas no futuro, podendo ocorrer um atrasado na aprendizagem;<br>- Em simbiose com o trabalho normal da modalidade, na escola também pode ser aplicado um trabalho mais virado para a componente física (treino funcional, por exemplo);<br>- De forma mais específica para o trabalho que foi feito, houve algumas dificuldades na caracterização de cada aspeto a ser observado de forma a que fosse lógico e intuitivo para nós na sua aplicação;<br>- Na própria aplicação, foram surgindo algumas dúvidas que foram colmatadas com a discussão em grupo de forma a uniformizar/homogeneizar o processo entre todos.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: Perceber qual será o melhor método/instrumento a aplicar na avaliação. No entanto, tudo isto vai sendo superado com a experiência e recurso a vários instrumentos diferentes até perceber qual o mais completo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-23 17:45:32 UTC</pubDate>
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         <title>14ª Aula - 28-05-2020</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/598896749</link>
         <description><![CDATA[<div>PONTOS CHAVE DA AULA:<br>- Apresentação dos planos de aula;<br>- Breve feedback da professora relativamente aos mesmos.<br><br>APRENDIZAGENS:<br>- Incluir sempre no plano de aula, tanto no início como no fim, uma parte para enquadrar os alunos no que vai ser feito (início) e fazer uma balanço com eles de como correu a aula (fim);<br>- A colocação do jogo propriamente dito num plano de aula não deve ser no final desta porque, nessa altura, os alunos já não apresentam tanta frescura física e não será proveitoso;<br>- No final da aula deve ser realizado um exercício mais lúdico/divertido que funciona como um retorno à calma;<br>- Na elaboração de um plano de aula, devemos perceber o que realmente pretendemos trabalhar de forma a selecionar exercícios que, de facto, trabalhem o que é pretendido;<br>- Perceber a lógica que deve ser seguida em termos de complexidade e dificuldade na elaboração de um plano de aula;<br>- Ter atenção ao número de alunos em atividade em cada exercício de forma a gerir da melhor forma situações em que o N não "dê certo" e poderá ser necessária uma atividade secundária ao exercício (treino funcional, por exemplo);<br>- No plano de aula propriamente dito, ter cuidado com a quantidade de texto lá colocado porque o objetivo é que seja de fácil consulta e interpretação para o professor;<br>- Ainda relativamente ao ponto anterior, seja nos objetivos, objetivos comportamentais, descrição, componentes críticas, etc. ser sucinto e realista no que se coloca.<br><br>DIFICULDADES/DÚVIDAS: A principal dificuldade, na minha opinião, prende-se na escolha dos exercícios mais adequados para trabalhar os conteúdos que pretendemos, ou seja, conseguir identificar os exercícios que melhor servirão para trabalhar o que queremos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 11:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÃO FINAL</title>
         <author>up201603575</author>
         <link>https://padlet.com/up201603575/joaooliveira/wish/598910446</link>
         <description><![CDATA[<div>De uma maneira geral, o que retiro desta UC foi:<br>- Tirando o futebol que é a minha modalidade de eleição, o Andebol é a minha 2ª modalidade preferida e costumo acompanhar bastante a mesma (principalmente os jogos do ABC em casa porque vivo em Braga). Nos estudos práticos na FADEUP, abordamos o Andebol numa vertente de saber jogar e ficar a conhecer melhor as regras e todo o funcionamento da modalidade. No mestrado já estava à espera que a abordagem fosse diferente e a verdade é que foi de encontro às minhas expectativas. O balanço foi claramente positivo;<br>- As aulas online acabaram por ser proveitosas mais num ponto de vista de análise e interpretação de vídeos em conjunto;<br>- No entanto, o facto de não termos ido para um contexto real de escola foi, indubitavelmente, a maior perda que tivemos com toda esta situação;<br>- Acabamos, através da elaboração dos trabalhos, perceber um pouco a vertente mais "teórica" do que é ser professor, mas o facto de não termos tido oportunidade de colocar em prática tudo isto na escola não nos permitiu vivenciar certas dificuldades/adversidades adjacentes e que, no momento, teríamos de ser capazes de nos ajustar. Esta adaptação/ajuste, no nosso caso, vai acabar por surgir no ambiente de estágio e iremos cometer erros que poderiam ser evitados se este ano já tivéssemos vivenciado essas situações;<br>- O facto de escrevermos o padlet no final de cada aula foi uma boa experiência porque, de certa forma, permite-nos fazer um balanço do que realmente aprendemos em cada aula;<br>- Um pouco à semelhança do que a Professora disse hoje, uma dificuldade que vamos sentir prende-se no facto de termos vivenciado presencialmente apenas as primeiras FBJ sendo que as FBJ mais avançadas foram neste formato online. Isto poderá influenciar a nossa qualidade de ensino no próximo ano;<br>- O ideal seria mesmo ter existido uma simbiose entre todo aquele trabalho de observação e interpretação de vídeos com a parte prática propriamente dita, como estava a acontecer até o panorama ter mudado. No entanto, dentro do possível, penso que acabou por ser proveitoso ter sempre a aula de andebol todas as semanas no que ao nosso conhecimento diz respeito;<br>- Algo que foi mais complexo para mim foi a forma como as UD são elaboradas em Andebol. Digo isto porque em todas as didáticas as "regras" são diferentes, por assim dizer, e em Andebol foge muito à norma de se basear na Introdução, Exercitação e Consolidação dos Conteúdos. O foco está mesmo nos problemas de jogo apresentados e em arranjar soluções para os ultrapassar;<br>- A verdade é que esta mudança de panorama devido à covid 19 fez com que fossemos muito mais sobrecarregados de uma forma geral. Apesar de estarmos por casa, houve um aumento claro no que diz respeito aos trabalhos principalmente (não foi o caso nesta Didática) e sinto que o cansaço associado a isso fez com que, talvez, a minha aprendizagem não fosse tão rico quanto desejava, de uma maneira geral;<br>- Algo que senti que melhorei em mim foi mesmo o facto de me basear de forma muito mais regular na bibliografia disponível (livros, etc.) na elaboração de trabalhos, sejam eles UD ou Planos de Aula e isso é algo que me será muito útil não só para o próximo ano (estágio), mas também ao longo de todo o meu percurso como Professor e Treinador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 11:27:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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