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      <title>Início Vida Adulta (21 a 28 anos) - Turma F by natália canário</title>
      <link>https://padlet.com/nataliacanario/pdg3a9bdjsoxpb35</link>
      <description>Professora Natália</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-24 16:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>nataliacanario</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 16:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Início da Vida Adulta - Antônio Vítor Nascimento Martinelli Braga</title>
         <author>antoniobraga211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trajeto para o curso de medicina é, frequentemente, tortuoso e o meu não foi diferente. Em meados de 2017 decidi que queria mais desafios na minha vida acadêmica e, também, um recomeço, para que eu pudesse fazer novas amizades sem que estivesse no mesmo ambiente com as mesmas panelhinhas de sempre… E lá eu fui para o Bernoulli. No colégio aprendi muito, e desde o 1 ano já sabia que estava trilhando devagar e constantemente meu caminho para a medicina, mas junto ao novo colégio grandes desafios surgiram e entraram 2 fatores muito fortes na minha vida, o autocontrole e a autoconfiança, ambos que nem sempre estavam lá encima como deveriam mas só de estarem foram capazes de me levar pelos 3 anos de ensino médio. Fui capaz de fazer diversas novas amizades, começar a namorar, mas também foi o momento de focar vestibular. Ao chegar no terceiro ano, foi um ano de muitos receios, principalmente devido a pandemia instaurada mas então, quase que me desliguei do mundo externo para focar no meu objetivo, que eu tinha delimitado desde o 1 ano do EM. E assim foi, passei! Mas com todo o desgaste desses 3 anos, parecendo uma montanha russa grandes mudanças ocorreram em mim. Portanto, devido a uma grande escolha que me demanda constantemente autocontrole, autoconfiança e perseverança, aqui estou, e esse caminho trilharei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 19:53:18 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Salustino Sobral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O terceiro ano já é uma fase normalmente difícil e, com a pandemia, grande parte do lado bom de ser terceiro ano foi tirado de nós. Entrei no terceiro ano ansiosa, mas com a pandemia, fiquei angustiada. Passava muito tempo em casa e começava a questionar minhas escolhas. Pensei em fazer engenharia química, direito ou medicina. Mudava de opção a cada dia, mas sempre fui disciplinada e tinha um objetivo na cabeça: tentar estar preparada para passar em qualquer coisa, para que eu pudesse ter a chance de escolher depois de passar. Fiz a prova da bahiana tranquila por saber que tinha outras opções de curso que também me deixariam feliz. Só escolhi que faria medicina no dia que passei no vestibular e hoje, apesar de ainda estar nos estágios iniciais do curso, já consigo dizer que estou feliz com minha escolha. Reconheço que esse é um curso e futuramente será uma profissão que demanda muito tempo, esforço e dedicação, mas estou disposta a seguir esse caminho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 12:20:37 UTC</pubDate>
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         <title>Início da vida adulta- Gabriel Piai Ozores Carvalho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A medicina é para quem quer como um dos maiores objetivos da vida, em minha visão. Caminho que com linhas tortas e difíceis levam aqueles que batalham ao êxito profissional. Por minha sorte, quero medicina desde que eu me vejo como pessoa, porém mais para o fim do ensino médio que passei a experienciar um pouco melhor o que seria o meu futuro e todos os desafios que eu precisava superar para atingir cada etapa do meu futuro acadêmico e pessoal. O vestibular para passar na bahiana foi um extremo desafio em que já caia mais sobre mim a responsabilidade da vida adulta, já que se não fosse eu agindo e fazendo meu máximo para crescer ninguém faria por mim. Ao entrar na faculdade nossa vida fica mais adulta de certa forma e com mais responsabilidades e acredito que o vestibular é um teste para selecionar aqueles que estão capazes no momento de enfrentar essas grandes futuros desafios.&nbsp;<br>A faculdade de medicina é sem dúvidas uma das minhas metas de vida, o que me da força a cada dia para seguir e superar os desafios diários e coisas que nem sempre achamos interessante, porém é preciso batalhar muito e ter diversas outras metas futuras para dar valor da melhor maneira à esse presente importantíssimo. ter em mente o nosso propósito e fé no processo fazem com que eu de continuidade aos meus propósitos com muita força, pensando sempre que esse é o começo de uma grande história que está em construção!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 02:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>Início da Vida Adulta - Dario Ribeiro Rego</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Acredito que um dos marcos que define a vida adulta é a formação de uma escolha no ramo profissional e se esforçar para, de fato, conseguir isso, criando uma concepção que ultrapassa aquilo que tínhamos quando criança de ''querer ser algo quando crescer''. Assim, no inicio do desenvolvimento da minha autonomia, tive que escolher uma carreira a seguir, e escolhi medicina principalmente por ser uma profissão que me identificava, isto é, sempre tive interesse em assuntos dessa área e sempre tive boas experiências com médicos durante minha vida até então, além de ser uma profissão que sempre admirei. Obviamente, existiu também o fator financeiro, mas acredito que principalmente por conta da minha autonomia ao tomar as decisões consegui escolher o curso que mais me satisfaz e não necessariamente aquele com o maior retorno lucrativo. Para começar a trilhar esses objetivos na graduação, precisei de bastante responsabilidade e de autocontrole, para que, mesmo durante a pandemia, com aulas telepresenciais e uma mudança abrupta na minha rotina, fosse possível estar onde estou hoje. Isso aconteceu justamente no meu terceiro ano que já se iniciou de forma não familiar, já que eu decidi ir para o bernoulli em 2020, por acreditar que seria um colégio melhor para alcançar meus objetivos, e apesar da pandemia e das dificuldades já habituais, acredito que por esses dois fatores - responsabilidade e autocontrole - consegui estar aqui hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 20:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Carol Veloso - início da vida adulta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha pelo curso de Medicina foi de longe a decisão mais difícil que tomei até hoje. Não por ter que escolher, mas sim por eu ter tido que largar um outro curso no meio para poder voltar a estudar para vestibular de novo, depois de quase 2 anos que saí do EM. Isso tudo aconteceu em 2020, durante a pandemia. Estava cursando o 3º semestre de jornalismo na UFBA, no entanto, vivia triste e desanimada pelo fato de não me sentir realizada com aquele curso. Pensava muito em medicina, mas tinha muito medo de largar a graduação pra estudar e terminar nunca passando de fato no curso que desejava. Foram meses difíceis, muito choro, muita conversa com a psicóloga. Até que tomei coragem e disse "Eu quero ser médica e vou estudar por isso!". Comecei a estudar sozinha pela internet em abril de 2020, bem no auge da pandemia. Vi que não estava sendo tão eficiente e em julho entrei em um intensivo do cursinho e me joguei de cabeça. Nunca imaginei que fosse passar de primeira, afinal, era a primeira vez que fazia o vestibular da bahiana. E a surpresa veio... fevereiro de 2021 fui aprovada! Um dos melhores dias da minha vida, foi muito inesperado! Demorou meses para cair a ficha!!! E até hoje levo como frase na minha mesinha de estudo o seguinte trecho do filme "À procura da felicidade": se você deseja alguma coisa, se quer realmente, lute por isso e ponto final!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 16:00:33 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Fernando </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha de cursar medicina veio de forma bastante tranquila ao longo dos anos. Nunca senti nenhuma pressão ou aflição com relação ao que fazer depois do 3° ano, então fui poupado de um estresse que incomoda e atrapalha muita gente. Não me preocupei em estudar especificamente para a prova da bahiana no 3° ano já que sentia que iria entrar em conflito com o conteúdo e carga do colégio, simplesmente me conformei que seria necessário cursinho no ano seguinte. Tenho influência por parte de profissionais da área de saúde na família, mas nunca deixei que isso falasse mais alto que minha vontade própria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 19:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>Natalia Queiroz de Santana - Início da vida adulta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca tive dúvidas sobre a escolha pelo curso de medicina, mas também sempre ouvi&nbsp; sobre a dificuldade do vestibular. No terceiro ano (2019) e em 2020, deixei de fazer muitas coisas e foquei totalmente nos estudos. Hoje, analisando bem, admito que não era saudável e nem necessária toda essa rigidez, até porque para fazer uma boa prova é preciso saber o assunto e ter a mente equilibrada.&nbsp;<br>Tentei várias vezes até passar no início de 2021, foi quando caiu a ficha para mim que realmente tudo acontece no momento certo. Com a volta ao presencial, pude ter certeza que estou no melhor momento e, sem dúvidas, no curso dos sonhos.<br>Ass: Natalia Queiroz de Santana</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 21:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Início da Vida Adulta - Rafaela Gonçalves de Assis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar da certeza no curso, a minha insegurança atrapalhou um pouco meu percurso até esse momento. Após me formar no ensino médio, optei por um curso que nunca foi uma opção, engenharia química. Ao decorrer do curso, comecei a apresentar sintomas de depressão, não estava feliz no curso que escolhi e tranquei o mesmo. Fui diagnosticada com depressão e ansiedade no mesmo ano, foram 2 anos que tive que “trancar” meus estudos pra cuidar do meu psicológico. Sem ninguém da minha família saber, aproveitei minha nota no ENEM e me inscrevi em Odontologia na Bahiana, com a intensão de fazer a prova de transferência interna, pois eu não tinha mais paciência de estudar no cursinho kk. Fui aprovada e assim informei meus pais, da minha escolha e porque eu preferia fazer o curso que ficar no cursinho. Depois de 2 anos em Odonto, fiz a prova que ia decidir tudo pra mim, e essa foi a primeira vez na minha vida que eu tinha certeza absoluta que ia passar, por isso não me arrependo de nada. Não tive férias, passei dias estudando dia e noite, foram diversas crises de ansiedade, tudo por uma chance de fazer o que mais queria e hoje estou aqui relatando pra você que está lendo. Sei que não é um curso fácil, que demanda muita dedicação e eu estou apenas no início desta jornada, mas vou trilha-la com a mesma força, perseverança, dedicação, sempre buscando aprender com cada dificuldade e evoluir. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 22:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara Cardoso Gomes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>quando era bem pequena, via minha mãe trabalhar com enfermagem no hospitais, dando plantão e ajudando as pessoas e, desde lá, decidi que quando eu crescesse seria médica (mais especificamente pediatra). Esse sonho nunca me abandonou, na verdade só foi aumentando com os anos e nunca me vi fazendo outra coisa que não Medicina! No terceiro ano, encontrei algumas dificuldades e tentei pensar em algum outro curso, mas sabia que nenhum deles me faria tão feliz! Então fiz 1 ano de cursinho, com muitos choros e crises de ansiedade, até que passei e realizei o meu sonho </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 23:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>Início da Vida Adulta - Théo Baptista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O caminho que me levou a escolher a medicina como carreira foi tudo menos um caminho reto. Desde pequeno gostava de ver séries sobre emergências médicas, diagnósticos, doenças infecciosas etc. Isso somado a meu gosto por ciências fez com que a carreira de médico fosse sempre uma de minhas escolhas. No entando do primeiro ao terceiro ano tive uma forte pretensão para fazer relações internacionais, já que eu tinha muita vontade de estudar fora e eventualmente trabalhar na ONU para mudar o mundo. Por diversos motivos, pessoais, familiares e felizmente pelo destino, isso não se concretizou. Eventualmente fui pensando mais e mais sobre o que queria fazer pelo resto de minha vida e conclui que queria um trabalho que me realizasse como pessoa antes de tudo. Eu sempre achei e continuo achando que se nós não dedicamos nossas vidas a fazer o bem de uma forma ou de outra, então estamos jogando a oportunidade que nos foi dada ao nascer no lixo. O mundo já é um lugar com muito sofrimento e essa profissão me dá a oportunidade de ajudar os outros, aliviar, e curar quando possível dos males que os aflingem. Sempre que eu pensei em desistir no processo do vestibular eu repetia o juramento de hipócrates pra mim mesmo, e sempre pensava "não vou desistir, pois quando eu estiver no fim de minha vida e lembrar de todas as pessoas que eu curei e ajudei, vou ter certeza que cumpri minha missão aqui na Terra e que não joguei minha vida fora, pois fiz algo que realmente valeu a pena".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 01:18:32 UTC</pubDate>
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         <title>Nathan Barbieri do Prado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha do curso de medicina foi muito clara para mim desde pequeno. Contudo, durante o terceiro ano, depois de várias aventuras pela física, química e pela biologia molecular contida nas olimpíadas, acabei entrando em contato com algumas literaturas que me fizeram duvidar da minha escolha. Minha cabeça estava voltada para pesquisa, para biofísica e para determinação de estruturas proteicas. Essa área de pesquisa me encantava, tanto que estava cogitando a cursar farmácia.&nbsp;Por mais que farmácia me agradasse, pensava que era uma área sem muita ascensão. Porém, a parte de contato com o paciente sempre me assustou na medicina, mas algo me dizia que deveria ainda tentar. Logo, prestei o vestibular para os dois. Passei na primeira fase da UNICAMP para farmácia mas, a segunda fase estava marcada para o mesmo dia da Bahiana. Foi ali que fiz minha escolha, prestei o vestibular da Bahiana e cá estou! Não foi fácil, tinha muita coisa em jogo, mas nunca desisti! E posso afirmar com certeza que não me arrependo da minha escolha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 01:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Araújo Cerqueira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O caminho para a minha aprovação teve altos e baixos. Nunca fui o melhor aluno da sala, nem o mais dedicado. Mas sempre funcionei bem sobre pressão.&nbsp;<br>Durante a escola, costumava me dedicar somente para os assuntos que precisava de nota ou que eu gostava bastante. Lembro de estudar constantemente de véspera e de conseguir me sair bem nas provas. E, mesmo sendo bem acomodado, sempre fiz parte da restrita minoria que conseguia passar direto.&nbsp;<br>Naquela época, via isso com bons olhos. Estudava pouco e conseguia me sair bem. Para mim, na minha visão imatura, era o suficiente.&nbsp;<br>Durante o meu segundo ano, em 2019, decidi tentar o vestibular e consegui ser aprovado na primeira fase. Foi uma grande surpresa porque nem eu esperava ir bem numa prova que nunca tinha resolvido antes.<br>Infelizmente não passei na segunda fase, mas a vivência na Bahiana me motivou a definir o PROSEL como minha prova principal do terceiro ano.<br>Em 2020, no meu terceiro ano, veio a pandemia. Durante boa parte desse período, deixei os estudos de lado. Estava desmotivado com a escola, o EAD estava horrível e eu praticamente só cumpria tabela.<br>No meio do ano, o PROSEL não ocorreu e só conseguiria prestar o vestibular no final do ano.<br>Posteriormente, em Outubro, ao sair o edital do vestibular, estava muito ansioso. Durante boa parte do ano não estudei da maneira correta e estava com meu cronograma de estudos muito atrasado.<br>Nesse momento, percebi que a conta chegou! Percebi que estudar de véspera não tinha sedimentado bem o conteúdo e agora só faltavam 1 mês e meio para a prova.<br>Além disso, me cobrava muito, pois já tinha sido aprovado uma vez e agora eu tinha que, pelo menos, manter meu bom resultado. Em alguns momentos, passava um filme na minha cabeça, mostrando todo o tempo que tinha negligenciado os estudos durante aquele ano. Mas ignorei esse fato e decidi dar meu máximo até o vestibular.&nbsp;<br>Estudei que nem um maluco. Abdiquei de muita coisa e, depois de ter feito a prova online, ela foi cancelada.&nbsp;<br>Naquele momento, interpretei como algo ruim. Porém, depois pude ver o benefício que foi ter um tempo maior para estudar.<br>Me adaptei bem ao novo modelo de prova e consegui minha aprovação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 02:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>João Augusto Carvalho dos Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No 3° ano do Ensino Médio (2020), eu tinha conseguido diminuir as 389 opções de curso/profissão para 2, Nutrição e Medicina. Mesmo com a decisão entre apenas 2 cursos eu fiquei muito indeciso, pois gostava muito de nutrição, tinha um vínculo pessoal com a área, enquanto medicina era algo mais que minha família queria e eu não tinha tanto fascínio. Muito indeciso fui conversar com o coordenador geral do meu antigo colégio e ele me indicou 2 livros, um sobre a história da alimentação e outro sobre a história do câncer (e consequentemente da Medicina). Como estava na pandemia, tive tempo de sobra para ler , refletir e acabei ficando muito mais interessado em Medicina após ler o livro "O imperador de todos os males" (contando a história do câncer). Isso me fez ter como primeira opção Medicina, mas considerava ainda nutrição como uma opção bem válida. Chegando no período de provas, recebi a notícia que meu pai estava com câncer mas tentei não me abalar pois não conseguiria fazer nada em relação...... Coincidentemente, a prova caiu no dia marcado para a cirurgia e eu estava fazendo a prova no momento em que meu pai estava sendo operado. Tudo isso me fez sentir como se fosse um sinal, talvez seja só coincidência, mas na hora de decidir entre Nutrição na UFMG e Medicina na Bahiana, acredito que tenha tido um peso na minha escolha. Hoje estou aqui no curso, já no terceiro semestre e sem acreditar que tudo isso passou num piscar de olhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 04:08:28 UTC</pubDate>
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         <title>Alessandra Costa - escolha da medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A parte mais difícil de terminar a escola é, sem dúvidas, preparar-se para o que está por vir depois. Durante a infância e adolescência, tudo é mais fácil, somos muito mais dependentes, e podemos ser assim, é aceitável ser “cuidado” pelo núcleo familiar. Contudo, a vontade de “cuidar” sempre me acompanhou durante toda minha vida, sempre me interessei em ajudar os outros, em descobrir mais sobre o ser humano em sua plenitude, e não me vi mais direcionada para nenhuma área que não fosse a medicina. Além do mais, minha mãe é uma médica que me inspira todos os dias, que ajuda suas pacientes com toda boa vontade do mundo, e por isso acredito que muito dos meus traços de cuidado para com o outro não vieram por acaso. Acredito também que tudo está escrito certo, por linhas tortas. Isso porquê fiz 1 ano bem difícil de cursinho até chegar a aprovação em medicina, e nesse período pude crescer e enxergar coisas que não conseguia antes. Dessa forma, ao lembrar dessa época me sinto mais forte para enfrentar essa escolha da medicina com mais responsabilidade, respeito e garra para dar o melhor de mim e, um dia, me tornar uma médica que possa dar o melhor de si para seus pacientes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 09:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>João Pedro Gomes Chaves - Início da vida adulta</title>
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         <description><![CDATA[<div>A decisão para o curso de medicina já era algo esperado, tenho muitas inspirações em casa e no ciclo social que permitiram com que eu escolhesse minha carreira profissional com facilidade. Contudo, nada na vida é de graça, o curso com o qual eu tanto almejava é um dos cursos mais concorridos do Brasil e a por conta disso, a dificuldade para ingressar se torna muito maior, o que exigiu um rápido amadurecimento da minha mentalidade, principalmente com relação aos estudos. Sempre tive noção dessa necessidade, porém levou tempo para eu realmente por em prática o foco e disciplina que precisava, por isso durante o meu 3° ano não me dediquei o tanto que deveria e não tive coragem de abdicar das experiências do "terceirão" para focar no objetivo maior. Apenas no ano seguinte de 2020, quando não tive êxito nos vestibulares para medicina, que a ficha caiu e coloquei em minha cabeça que meu comportamento deveria ser outro, se eu quisesse alcançar meus objetivos. Sou grato, por todas as mudanças que aconteceram em minha vida, ainda mais por essa virada de chave que mudou tudo e me permitiu estar hoje aqui cursando medicina na Bahiana já no meu 3 semestre, acredito que tudo acontece por um motivo e no seu tempo, é nessa filosofia que vou levando a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 10:11:56 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Sousa Abreu</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre&nbsp;fui um aluno muito esforçado, tirar notas boas e era muito elogiado pelos professores. Decidi que faria medicina ainda no segundo ano do ensino médio. Me identifiquei com a área e gostava das vastas possibilidade que a medicina proporcionava. Entretanto, o caminho para a aprovação não foi fácil. No terceiro ano abdiquei de muita coisa para estudar mais do que eu geralmente estudava. Porém, os resultados nas provas dos vestibulares não foram suficientes para conseguir a aprovação. Tive que fazer um ano de cursinho EAD, o que foi bastante cansativo e difícil, mas estava me sentindo muito preparado e sabia que quando tivesse a prova iria ser aprovado. E assim aconteceu e aqui estou, muito feliz pelo caminhar do processo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara de Lemos Guimarães </title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu deveria ter em torno de uns 4 anos quando tive a consciência e noção de princípios sobre as profissões. Nessa mesma idade eu tive a oportunidade de conhecer uma médica chamada doutora Eliana, ela me inspirou tanto que eu tinha certeza que seria pediatra assim como ela. Sempre fui apaixonada pela profissão e desde essa época tinha certeza que era o que eu queria para a minha vida. Desde lá houve alguns momentos que me interessei por outras ocupações também, como oceanografia, publicidade e administração, mas nada conseguiu tirar de mim a paixão e vontade de exercer a medicina. Então, hoje me encontro feliz e animada de estar no caminho do sonho que idealizes tão nova. A realização que preenche meu peito hoje é fruto de diversos momentos de esforço, dedicação e manifestação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 12:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>Larissa Nunes Almeida dos Santos</title>
         <author>larissadossantos211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O terceiro ano foi um momento muito esperado por mim por todas as suas tradições e significados: formatura, trotes, o fim do ciclo escolar e o início "do resto da minha vida", como eu costumava dizer. Eu entrei em 2020 com um plano bem estruturado de estudos, metas, e decidida a cursar Química. E então, em Março, todo o meu sonho perfeito de 3º ano foi por água abaixo. A pandemia começou, todas as escolas foram fechadas e eu me vi em casa, desmotivada, perdida, sem nenhuma perspectiva de futuro. Foi um ano muito difícil, e quando chegou o momento de se inscrever para os vestibulares, eu já não fazia ideia do que queria cursar. Química, engenharia, relações internacionais? Eu só sabia que não queria direito nem medicina, de jeito nenhum. Mas em meio a tantas dúvidas, eu acabei me inscrevendo no vestibular da Bahiana, com o objetivo de praticar para outros vestibulares que queria fazer. Eu fui aprovada, e decidi cursar enquanto esperava o resultado do ENEM sair (em 2020, o resultado só foi divulgado em Maio). Nesse meio tempo, eu pude conhecer mais a Medicina e percebi que esse era meu verdadeiro caminho, e escolhi continuar o curso. Foi a melhor decisão que já tomei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 12:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>Luciano Torres Monteiro  de Lima Barreto - Início da vida adulta  adulta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde&nbsp;pequeno meus falam que eu sempre quis fazer medicina e falam também que seguir é conquistar esse caminha seria bem difícil,  e foi oque aconteceu. Pelo fato de de querer medicina tive que mudar de escola durante a entrada do ensino médio ( uma escola que preparasse melhor para o vestibular) , assim mudei de vida , deixei meu amigos da antiga escola , acordava mais cedo pra pegar ônibus entre outros , não consegui passar de primeira e passei um tempo no cursinho , foram anos difíceis pois sentia que a qualquer momento poderia desistir. No entanto,  senti muita força dos meus amigos , me incentivando a não desistir e a continuar. Na pandemia senti mais liberdade no que estudar e isso me ajudou muito no vestibular e finalmente a passar no curso que eu queria </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 12:50:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Beatriz Brazileiro de Sant’Anna</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O desafio até a aprovação&nbsp;<br></strong><br></div><div><br></div><div>Acho que autocontrole tem resumido bem o que está sendo minha vida acadêmica. Começou no início de 2020 quando percebi que não iria passar em nenhuma faculdade e ficar deprimida com esse “fracasso” não iria resolver nada. Então veio a pandemia e mais uma vez eu precisei desse autocontrole pra lidar com a incerteza dos vestibulares, desestabilização com o isolamentos e principalmente incerteza da vida por causa do COVID-19. Mas no meio disso, eu fui me adaptando ao estudo ead, trabalho questões na terapia e então passei no vestibular da bahiana: a primeira conquista de muitas. O toque especial dessa foi que apesar da parte financeira ser toda bancada pelos meus pais, quem fez a prova fui eu - o mérito foi meu. Claro que antes disso eu também já consegui atingir metas que tiveram a minha parcela de contribuição, mas acho que entrar na faculdade é a primeira coisa marcantes do início da vida adulta. Bom, eu já estou acostumada a ser estudante, então estudar na faculdade não é muito diferente a não ser pelo fato de que o que eu construo hoje vai repercutir no profissional que serei amanhã. Isso me tira o sono as vezes, porque tenho medo de desperdiçar meu tempo&nbsp; e acabo entrando naquela mentalidade de superprodutividade quase imposta pela vida moderna. Depois da discussão em sala que tivemos sobre ser ou não adulto, minha resposta é “não…mas tô quase lá”. Só espero que quando acontecer essa virada de chave eu não esteja que nem a maioria vidrado em atingir metas e ganhar dinheiro e não desperdiçar tempo e ser superhipermegaprodutivo quando se sabe que o ócio é necessário e, que preciso de dinheiro assim como preciso de saúde mental e deixar sua essência de lado por algumas semanas pra bater as metas seja muito mais perigoso do que a gente imagina. Então, meu desejo é ser uma adulta responsável, capaz de exercer o autocontrole, e ao mesmo tempo não se deixar levar por todas essas corroerias da vida, porque a final de contas tempos o nosso próprio tempo nessa infinita highway.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 15:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>Fernanda de Almeida Reis - Início da vida adulta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Uma das escolhas mais difíceis que eu tive que fazer foi escolher o meu curso. Passei o 3º ano todo em dúvida entre medicina e engenharia e acabei indo para engenharia mecânica na ufba. Passaram-se 3 semestres e entramos na Pandemia. A ufba parou e fiquei sem aula. Isso me fez pensar muito sobre o curso e se ele estava me fazendo feliz ou não. Decidi voltar a estudar no meio de 2020 para fazer o vestibular da Bahiana. Felizmente passei e agora tenho certeza de que fiz minha escolha certa! Estou muito feliz cursando medicina na Bahiana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 13:06:49 UTC</pubDate>
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