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      <title>Leitura Dirigida_TRI I 2022_1 by Cláudia Alvarenga Marconi</title>
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      <description>Padlet turma TRI I NOT</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-27 00:02:33 UTC</pubDate>
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         <title>Morgenthau</title>
         <author>Thais_Fajardo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 04:19:39 UTC</pubDate>
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         <title>Raymond Aron - Paz e Guerra entre as nações. </title>
         <author>beatriz_perico</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Beatriz Périco&nbsp;<br>RA: 21022854</div><div><br></div><div>&nbsp;<strong>Note Taking: “Paz e Guerra entre as nações “– Raymond Aron&nbsp;<br></strong><br></div><div>4 pressupostos: <strong>Anarquia internacional, Grupismo, poder política e egoísmo.</strong>&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>Foça, potência e poder.</em></strong><br><br></div><div>Potência defensiva: capacidade de uma unidade política de resistir à vontade de outra<br><br></div><div>Potência ofensiva: a capacidade de uma unidade política de impor a uma outra a sua vontade.&nbsp;<br><br></div><div>As relações internacionais sempre têm choques, porque muitas vezes a vontade de um Estado acaba indo além da política de outra, mas não necessariamente irá desencadear uma guerra.&nbsp;<br><br></div><div>Força potencial é o conjunto dos recursos materiais, humanos e morais de que cada unidade dispõe.&nbsp;<br><br></div><div>Força real a parte desses recursos que efetivamente são utilizadas para a condução da política externa, durante a guerra ou em tempos de paz. Sendo a força real na guerra a militar.&nbsp;<br><br></div><div>Homens de poder: responsável da nação em relação ao exterior&nbsp;<br><br></div><div>Homens de potência: possuem uma grande capacidade de influenciar a conduta dos seus semelhantes e a própria existência da coletividade.&nbsp;<br><br></div><div>Para Aron a política era uma luta entre indivíduos e os grupos pelo acesso ao posto de comando e pela partilha dos bens escassos, e a busca de uma ordem equitativa.&nbsp;<br><br></div><div>A teoria política externa permite atribuir aos atores em cena independência das leis e de quaisquer arbítrios e a possibilidade da guerra.&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>Os elementos da potência. </em></strong></div><div>Recorrendo a guerra, a política consegue em uma grande incerteza, ela não cuida muito das possibilidades finais, atendo-se às probabilidades imediatas. Na verdade, nesse jogo todos os governos se julgam mais habilidosos e perspicazes do que os outros, mas nem sempre os acontecimentos confirmam essa confiança.&nbsp;<br><br></div><div>- Espaço&nbsp;</div><div>- Recursos materiais disponíveis&nbsp;</div><div>- Conhecimento&nbsp;</div><div>- Capacidade ação coletiva<br><br></div><div>A potência de uma coletividade depende do cenário da sua ação e da sua capacidade de emprega os recursos materiais e humanos de que dispõe.&nbsp;<br><br></div><div>Meios, recursos e ações coletivas = fatores determinantes das potências.&nbsp;<br><br></div><div>Há 2 aspectos na potência defensiva: em tempos de guerra, ela se resume à capacidade de deter o invasor, em tempos de paz, depende dessa capacidade defensiva, mas também da coesão da sua unidade. (o que favorece essa potência são aspectos naturais, rios, montanhas as famosas barreiras naturais)&nbsp;<br><br></div><div>Há ordem dos três elementos é muito importante: eficácia das armas, ação coletiva e número de soldados.&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>A potência em tempos de paz e durante a guerra&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>Tática do desafio – não ouse em me obrigar a fazer o que não quero&nbsp;<br><br></div><div>Em tempo de paz é utilizado as pressões econômicas, políticas e psicológicas&nbsp;<br><br></div><div>No plano econômico temos a capacidade ofensiva e capacidade defensiva. Um país em desenvolvimento te, a capacidade de resistência às sanções econômicas, já um estado importante, que pretende criar e dirigir uma coalizão com recurso mínimo à força, tem necessidade de recursos econômicos.&nbsp;<br><br></div><div>Potência defensiva= condição suprema é a coesão da coletividade, a adesão das massas ao regime, a concordância existente a respeito do interesse nacional entre os membros da elite&nbsp;<br><br></div><div>Violência simbólica= a que se manifesta&nbsp;<br><br></div><div>Violência clandestina= atentados&nbsp;<br><br></div><div>Capacidade diplomática propriamente dita tem um duplo aspecto: ou ela é abrangente e se compõe do conjunto desses meios, escolhidos de modo apropriado, ou então é a qualidade da ação graças á qual se podem fazer aliados e desarmar possíveis adversários.&nbsp;<br><br></div><div>A diplomacia sem pressão econômica ou política, sem qualquer tipo de violência é apenas persuasão- e talvez não exista.&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>As incertezas da medida da potência. </em></strong><br><br></div><div>Para que toda nação trabalhe para guerra é necessário que a administração pública seja capaz de distribuir a mão-de-obra disponível pelos vários setores produtivos de modo a reduzir o número de trabalhadores empregados na produção de bens não-indispensáveis.&nbsp;<br><br></div><div>O nível de mobilização é maior quando a população desfruta em tempos de paz, de um nível de vida mais elevado, tende a se inverter. De modo abstrato, a diferença entra as condições efetivas das populações e os mínimos incompreensível é maior nos países ricos do que nos países pobres.&nbsp;<br><br></div><div>Todo mais dotado de uma grande indústria pode levantar um grande exército.<br><br></div><div>O status de uma unidade política é determinado pelo volume dos recursos, materiais e humanos, que ela pode consagrar à ação diplomática e estratégicas.&nbsp;<br><br></div><div>As alianças são sempre dirigidas pelos estados mais importantes<br><br></div><div>Os estados consideram inimigo o pretendente à hegemonia, porque tirar a liberdade do outro.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 21:51:44 UTC</pubDate>
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         <title>Prova exemplo Exame de 2021_2</title>
         <author>claudiamarconi</author>
         <link>https://padlet.com/claudiamarconi/pb91x5l36h7eog17/wish/2202633432</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 23:45:37 UTC</pubDate>
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         <title>Yasmin Simphronio Barbosa RA:21022884. Alguns pontos sobre o pensamento de Carr</title>
         <author>yasminbarbosa253</author>
         <link>https://padlet.com/claudiamarconi/pb91x5l36h7eog17/wish/2203500860</link>
         <description><![CDATA[<div><br>•	 o Liberalismo X o Realismo é estruturado<br>•	Diagnóstico: como o liberalismo estava desgastado, sofre uma forte intervenção tornando-se. (teoria originaria, onde a paz era o objetivo principal). Burocrata organização e padronização. Os vícios de cada um deles e o burocrata (pessoa tediosa) e o intelectual (de padronizado).<br>•	Utopia (primeiro extremo) e Realidade (segundo extremo), chamando o liberalismo de utopia. O autor equaciona o liberalismo a utopia, porém na realidade ele está escrevendo um realismo invertebrado (deixando a teoria flexível e um pouco frágil, não tendo um eixo como principal núcleo, mas ele não constrói isso de uma maneira estruturado.<br>•	Toda a ciência tem um estado primitivo, desenvolvendo uma fase normativa onde o desejo está a frente da realidade como também é uma ferramenta de transformação fermentando uma transição para a realidade. Visando pela estrutura de poder os estados tendem a criar uma capacitação no processo científico, modificando a realidade, para isso Carr possibilita a ideia do estágio superior (estágio inferior não estruturado corretamente) esse estágio desenvolver a análise e a expectativa possibilitando a ciência como um meio para a articulação ao seu meio. A política internacional precisa sair do terreno utópico e ir para o terreno concreto… estruturado corretamente) esse estágio desenvolver a análise e a expectativa possibilitando a ciência como um meio para a articulação ao seu meio. A política internacional é uma área muito dedicada aos diplomatas, conjunto de burocratas da diplomacia/popularizar.<br>•	Esquerda -&gt; para a direita<br><br>•	Utopia: voluntarista: acredita na possibilidade de mais ou menos radicalmente, tem um conflito com a realidade, e substitui-la por sua utopia por meio de um ato de vontade (um ponto específico é sua determinação pela vontade). Fixando seus olhos no futuro, pensa em termos de criatividade espontânea, rejeitando a sequência causal, se privando da possibilidade de entender a realidade que está tentando transformar, ou os processos pelos quais são transformados.<br>•	ética e política: guarda-chuva das tricotomias(suprema), teorias voltadas para o ponto ética, teoria normativa liberalismo e política, teoria explicativo realismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 14:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Realismo: Raymond Aron - Paz e Guerra entre as Nações</title>
         <author>livia_marostica</author>
         <link>https://padlet.com/claudiamarconi/pb91x5l36h7eog17/wish/2203518151</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 14:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>Análise Bull </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiamarconi/pb91x5l36h7eog17/wish/2203646998</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Giovana Amaral Pereira&nbsp;<br>Ra: 21022989</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 18:26:23 UTC</pubDate>
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         <title>Realismo de Raymond Aron - Gabriela Garcia. RA:21022926</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de certa dificuldade em achar os 4 pressupostos do realismo na Teoria da Raymond Aron, sob outro ponto de vista, consegui acha-los e percebi que ele os desenvolve em seu texto muito mais que Morghentau.&nbsp;<br>Considero interessante como Aron tenta provar seu ponto, ao mesmo tempo em que desmistifica Hans Morghentau, explicando na prática porque o poder não é algo simplório.&nbsp;<br><br>As Premissas mais desenvolvidas por Aron são o Grupismo e a Anarquia Internacional, como nos trechos a seguir:<br><br>"Embora a teoria percorra o itinerário que vai das escolhas individuais ao equilíbrio global, parece-me preferível - do ponto de vista lógico, como também do ponto de vista filosófico - partir da coletividade. De fato as características específicas da realidade econômica só podem ser vistas no conjunto social." (Grupismo)&nbsp;<br><br>"As regras do jogo diplomático não estão perfeitamente codificadas, e alguns jogadores as violam, quando isto lhes traz vantagem. Não há um árbitro, e mesmo quando o conjunto dos atores (as Nações Unidas) pretendem fazer um julgamento, os atores nacionais não se submetem às decisões desse árbitro coletivo, cuja imparcialidade é dis­cutivel" (Anarquia Internacional).&nbsp;<br><br>Sua ideia se funda em um ideal "anarquicamente teórico", que foca na pluralidade das relações Internacionais, usando, inclusive, a moralidade como uma das justificativas para essa pluralidade:&nbsp;<br><br>"Se o comportamento diplomático nunca é apenas determinado pela relação de forças, se<br>o poder não tem a mesma função na diplomacia que a utilidade na economia, então, poderemos concluir com toda a legitimidade que não existe uma teoria geral das relações internacionais comparável à teoria geral da economia. "<br><br>Em suma, a obra de Aron serve para rememorar firmemente os limites da teoria nas relações internacionais, da necessidade de se tirar conclusões modestas, e de exercer a prudência. O entendimento teórico de Aron constitui uma tentativa (em parte) de resgatar a moralidade ou as preocupações morais e de voltar a colocá-las nas mãos dos teóricos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 18:37:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hedley Bull </title>
         <author>carolopessilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Carolina Silva&nbsp;<br>RA: 21022745</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:26:53 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Medeiros - 21022904</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiamarconi/pb91x5l36h7eog17/wish/2203998557</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que Carr seja um autor bem mais realista do que damos crédito. Quando comecei a ler o livro, ficou claro que ele tinha como foco argumentar sobre o fracasso do liberalismo e de Wilson em suas tentativas de paz mundial.&nbsp;<br><br>Carr escreve sobre várias antíteses que são atuais e pertinentes. Como utopia e realidade, esquerda e direita... Ainda hoje, o empasse entre esses termos, que ainda são altamente morais, acabam definindo nosso cenário político externo/interno - e talvez sendo base para entendermos como nosso sistema político funciona.&nbsp;<br><br>Em apontar o fracasso do liberalismo e a ineficácia da Liga das nações como objetivo principal na obra, Carr nos apresenta um dos primeiros exemplos sobre o grande debate das RIs. O que mais ficou claro para mim, é que o debate político sempre vai girar em torno de dois polos opostos distintos.&nbsp;Porém, acredito que esse cenário dicotômico que, ás vezes é construtivo, pode acabar dificultando o entendimento de nossos problemas.&nbsp;<br><br>Acredito que o livro é de fácil entendimento, por essa razão é uma ótima leitura para iniciar os estudos sobre RI e realismo. É simples, direto ao ponto e com exemplos eficazes.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 02:59:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de leitura a respeito das concepções de H. Morgenthau </title>
         <author>ihan_campi</author>
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         <description><![CDATA[<div>(R.A - 21022767)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 04:14:19 UTC</pubDate>
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