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      <title>Jornal: Olhe by HENRIQUE REIS ALVES</title>
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      <pubDate>2025-05-23 21:07:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Heitor</p><p>- Bryan</p><p>- Antoniel</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 21:09:38 UTC</pubDate>
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         <title>Então minha gente, seguinte.</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como vocês sabem a gente vai apresentar esse trabalho pro IF Ciência.</p><p><br></p><p>A gente precisa entregar o protótipo do site em 1 mês. Precisamos pelo menos estar com a estrutura do site pronta e com as ideias os textos já iniciados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 21:22:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Rafael</p><p>- Gabriel</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 18:26:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>reisalves1</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3465763176</link>
         <description><![CDATA[<p>- Christian</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 18:27:41 UTC</pubDate>
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         <title>Texto-Notícia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> O que são as Olimpíadas Científicas?</p><p><br/></p><p>As olimpíadas científicas são competições acadêmicas organizadas no Brasil e no mundo, que desafiam estudantes — desde o ensino fundamental até a graduação — a resolverem problemas avançados, elaborarem projetos, redigirem textos ou desenvolverem experimentos em áreas específicas do conhecimento, como matemática, física, química, biologia, astronomia, linguagens, ciências humanas e tecnologia.</p><p><br/></p><p>Muito mais do que “provas difíceis”, essas competições têm como objetivo principal despertar o interesse dos jovens pelo aprendizado, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico, a curiosidade e a capacidade de trabalhar sob desafios. Elas também servem como instrumentos para identificar talentos, democratizar oportunidades e, muitas vezes, conectar alunos a redes de apoio acadêmico que podem mudar o rumo de suas vidas escolares e profissionais.</p><p><br/></p><p> Por que participar?</p><p><br/></p><p>Participar de olimpíadas científicas traz uma série de benefícios:</p><p> Desenvolvimento pessoal: O aluno aprende a lidar com desafios e conteúdos que vão além da sala de aula.</p><p> Reconhecimento: Medalhas, certificados e menções honrosas são um grande diferencial no currículo escolar (e futuramente no universitário e profissional).</p><p>Oportunidades: Muitos medalhistas conseguem bolsas de estudo, convites para programas avançados (como o PIC Jr. da OBMEP) e até vagas em universidades.</p><p> Experiência internacional: Algumas olimpíadas nacionais classificam os melhores estudantes para competições internacionais, colocando jovens brasileiros em contato com estudantes do mundo inteiro.</p><p><br/></p><p>Quem organiza?</p><p><br/></p><p>No Brasil, as olimpíadas são organizadas por universidades, sociedades científicas e institutos de pesquisa renomados. Por exemplo:</p><p><br/></p><p>OBMEP → IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada)</p><p><br/></p><p>ONHB → Unicamp</p><p><br/></p><p>OBB → Instituto Butantan</p><p><br/></p><p>OBA → Sociedade Astronômica Brasileira e Agência Espacial Brasileira</p><p><br/></p><p>ONC → Sociedade Brasileira de Física, Astronomia, Biologia, Química e História</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Essas instituições garantem a seriedade, qualidade e o impacto dessas competições no cenário educacional.</p><p><br/></p><p>📢 Como participar?</p><p><br/></p><p>Na maioria dos casos, a inscrição é feita pelas escolas, que inscrevem seus estudantes e organizam as etapas internas. Em outras, o próprio aluno ou equipe pode se inscrever. Além das fases nacionais, os destaques podem ser convidados para programas preparatórios ou seletivas para disputas internacionais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p> OBMEP — Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas</p><p>A maior olimpíada estudantil do país, voltada para alunos de escolas públicas (e algumas privadas) do 6º ano do fundamental ao 3º do médio. Trabalha problemas matemáticos que fogem do currículo tradicional, estimulando o raciocínio lógico e premiando milhares de estudantes com medalhas, menções honrosas, bolsas e acesso a programas especiais.</p><p> Inscrições: 05/02 a 17/03</p><p> Provas: 1ª fase: 03/06; 2ª fase: 25/10</p><p>http://www.obmep.org.br/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p> ONHB — Olimpíada Nacional em História do Brasil</p><p>Competição online e presencial em equipes, aberta a alunos do 8º e 9º anos do fundamental e ensino médio. Ela aborda temas históricos, mas também questões interdisciplinares, como geografia, arqueologia e cultura. As fases online desafiam os times a resolverem tarefas práticas e reflexivas, culminando numa final presencial na Unicamp.</p><p>Inscrições: 03/02 a 25/04</p><p> Provas: Online: 05 a 24/05; Final: 30 e 31/08</p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.olimpiadadehistoria.com.br/">https://www.olimpiadadehistoria.com.br/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>OBA — Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica</p><p>Voltada para alunos do 1º ano fundamental ao 3º médio, é uma prova única que combina perguntas sobre astronomia e astronáutica. Além disso, permite selecionar os melhores para participar de seletivas para olimpíadas internacionais, como a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).</p><p>Inscrições: 15/02 a 01/05</p><p> Prova: 16/05</p><p><br/></p><p> http://www.oba.org.br/site/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p> ONC — Olimpíada Nacional de Ciências</p><p>Abrange conteúdos de física, química, biologia e astronomia, sendo uma excelente porta de entrada para estudantes do 6º ano fundamental ao 3º médio interessados em áreas científicas amplas. Tem duas fases, com oportunidades de avançar para olimpíadas internacionais, como a IESO (Ciências da Terra).</p><p> Inscrições: 01/05 a 12/08</p><p> Provas: 1ª fase: 14 a 16/08; 2ª fase: 11 e 12/09</p><p>https://www.onciencias.org/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Olimpíada de Língua Portuguesa</p><p>Foca na produção de textos autorais — como poemas, crônicas e artigos — escritos por estudantes do 5º ano fundamental ao 3º médio. Os trabalhos passam por etapas escolares, municipais, estaduais e nacionais, envolvendo professores e escolas. Além da premiação, promove oficinas e encontros.</p><p> Inscrições: 20/01 a 09/05</p><p> Provas: Etapa escolar: 21 a 24/05; Etapa estadual: 28/08</p><p>  https://olimpiadadeportugues.org/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>OBQ — Olimpíada Brasileira de Química</p><p>Destinada a alunos do ensino médio, testa conhecimentos em química geral, orgânica e físico-química. Os melhores colocados podem ser indicados para as seletivas internacionais, como a IChO (Olimpíada Internacional de Química).</p><p> Inscrições: Até 31/05</p><p> Provas: 30 e 31/08</p><p> https://obquimica.org/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p> OBB — Olimpíada Brasileira de Biologia</p><p>Voltada para estudantes do ensino médio interessados em biologia, genética, ecologia e fisiologia. A olimpíada inclui provas teóricas e pode selecionar os melhores para representar o Brasil em competições como a IBO (Olimpíada Internacional de Biologia).</p><p> Inscrições: 27/01 a 27/02</p><p>Prova: 14/03</p><p> https://olimpiadasdebiologia.butantan.gov.br/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 21:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas para entrevista </title>
         <author>5yr5z8xjn6</author>
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         <description><![CDATA[<p>  </p><p><br></p><p>1. Como você se sentiu ao saber que iria fazer a prova da OBMEP?</p><p><br></p><p>2. O que você achou mais difícil na prova? E o que foi mais fácil?</p><p><br></p><p>3. Você se preparou de alguma forma especial para a OBMEP? Pode contar um pouco sobre seus estudos?</p><p><br></p><p>4. Qual foi a questão que você achou mais interessante ou divertida?</p><p><br></p><p>5. Você já tinha participado de outras olimpíadas ou competições de matemática antes?</p><p><br></p><p>6. Como você costuma estudar matemática no seu dia a dia?</p><p>7. O que te motiva a participar de olimpíadas de matemática?</p><p><br></p><p>8. Como sua família e seus amigos te apoiaram durante a preparação?</p><p><br></p><p>9. Você tem algum sonho ou objetivo relacionado à matemática ou às ciências?</p><p><br></p><p>10. O que você acha que pode aprender ou melhorar para as próximas provas?</p><p><br></p><p>11. Gostaria de deixar uma mensagem para outros estudantes que também vão fazer a OBMEP?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 21:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Olimpíadas </title>
         <author>5yr5z8xjn6</author>
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         <description><![CDATA[<p>🏅 O que são as Olimpíadas Científicas?</p><p>As olimpíadas científicas são competições acadêmicas organizadas no Brasil e no mundo, que desafiam estudantes — desde o ensino fundamental até a graduação — a resolverem problemas avançados, elaborarem projetos, redigirem textos ou desenvolverem experimentos em áreas específicas do conhecimento, como matemática, física, química, biologia, astronomia, linguagens, ciências humanas e tecnologia.</p><p>Muito mais do que “provas difíceis”, essas competições têm como objetivo principal despertar o interesse dos jovens pelo aprendizado, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico, a curiosidade e a capacidade de trabalhar sob desafios. Elas também servem como instrumentos para identificar talentos, democratizar oportunidades e, muitas vezes, conectar alunos a redes de apoio acadêmico que podem mudar o rumo de suas vidas escolares e profissionais.</p><p>🌟 Por que participar?</p><p>Participar de olimpíadas científicas traz uma série de benefícios:</p><p>✅ Desenvolvimento pessoal: O aluno aprende a lidar com desafios e conteúdos que vão além da sala de aula.</p><p>✅ Reconhecimento: Medalhas, certificados e menções honrosas são um grande diferencial no currículo escolar (e futuramente no universitário e profissional).</p><p>✅ Oportunidades: Muitos medalhistas conseguem bolsas de estudo, convites para programas avançados (como o PIC Jr. da OBMEP) e até vagas em universidades.</p><p>✅ Experiência internacional: Algumas olimpíadas nacionais classificam os melhores estudantes para competições internacionais, colocando jovens brasileiros em contato com estudantes do mundo inteiro.</p><p>🏛️ Quem organiza?</p><p>No Brasil, as olimpíadas são organizadas por universidades, sociedades científicas e institutos de pesquisa renomados. Por exemplo:</p><p>OBMEP → IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada)</p><p>ONHB → Unicamp</p><p>OBB → Instituto Butantan</p><p>OBA → Sociedade Astronômica Brasileira e Agência Espacial Brasileira</p><p>ONC → Sociedade Brasileira de Física, Astronomia, Biologia, Química e História</p><p>Essas instituições garantem a seriedade, qualidade e o impacto dessas competições no cenário educacional.</p><p>📢 Como participar?</p><p>Na maioria dos casos, a inscrição é feita pelas escolas, que inscrevem seus estudantes e organizam as etapas internas. Em outras, o próprio aluno ou equipe pode se inscrever. Além das fases nacionais, os destaques podem ser convidados para programas preparatórios ou seletivas para disputas internacionais.</p><p>---</p><p>🧮 OBMEP — Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas</p><p>A maior olimpíada estudantil do país, voltada para alunos de escolas públicas (e algumas privadas) do 6º ano do fundamental ao 3º do médio. Trabalha problemas matemáticos que fogem do currículo tradicional, estimulando o raciocínio lógico e premiando milhares de estudantes com medalhas, menções honrosas, bolsas e acesso a programas especiais.</p><p>📅 Inscrições: 05/02 a 17/03</p><p>📅 Provas: 1ª fase: 03/06; 2ª fase: 25/10</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>📜 ONHB — Olimpíada Nacional em História do Brasil</p><p>Competição online e presencial em equipes, aberta a alunos do 8º e 9º anos do fundamental e ensino médio. Ela aborda temas históricos, mas também questões interdisciplinares, como geografia, arqueologia e cultura. As fases online desafiam os times a resolverem tarefas práticas e reflexivas, culminando numa final presencial na Unicamp.</p><p>📅 Inscrições: 03/02 a 25/04</p><p>📅 Provas: Online: 05 a 24/05; Final: 30 e 31/08</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>🌌 OBA — Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica</p><p>Voltada para alunos do 1º ano fundamental ao 3º médio, é uma prova única que combina perguntas sobre astronomia e astronáutica. Além disso, permite selecionar os melhores para participar de seletivas para olimpíadas internacionais, como a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).</p><p>📅 Inscrições: 15/02 a 01/05</p><p>📅 Prova: 16/05</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>🔬 ONC — Olimpíada Nacional de Ciências</p><p>Abrange conteúdos de física, química, biologia e astronomia, sendo uma excelente porta de entrada para estudantes do 6º ano fundamental ao 3º médio interessados em áreas científicas amplas. Tem duas fases, com oportunidades de avançar para olimpíadas internacionais, como a IESO (Ciências da Terra).</p><p>📅 Inscrições: 01/05 a 12/08</p><p>📅 Provas: 1ª fase: 14 a 16/08; 2ª fase: 11 e 12/09</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>✍️ Olimpíada de Língua Portuguesa</p><p>Foca na produção de textos autorais — como poemas, crônicas e artigos — escritos por estudantes do 5º ano fundamental ao 3º médio. Os trabalhos passam por etapas escolares, municipais, estaduais e nacionais, envolvendo professores e escolas. Além da premiação, promove oficinas e encontros.</p><p>📅 Inscrições: 20/01 a 09/05</p><p>📅 Provas: Etapa escolar: 21 a 24/05; Etapa estadual: 28/08</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>⚗️ OBQ — Olimpíada Brasileira de Química</p><p>Destinada a alunos do ensino médio, testa conhecimentos em química geral, orgânica e físico-química. Os melhores colocados podem ser indicados para as seletivas internacionais, como a IChO (Olimpíada Internacional de Química).</p><p>📅 Inscrições: Até 31/05</p><p>📅 Provas: 30 e 31/08</p><p>🔗 Acesse o site</p><p>---</p><p>🧬 OBB — Olimpíada Brasileira de Biologia</p><p>Voltada para estudantes do ensino médio interessados em biologia, genética, ecologia e fisiologia. A olimpíada inclui provas teóricas e pode selecionar os melhores para representar o Brasil em competições como a IBO (Olimpíada Internacional de Biologia).</p><p>📅 Inscrições: 27/01 a 27/02</p><p>📅 Prova: 14/03</p><p>🔗 Acesse o site</p>]]></description>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Vinicius</p></li><li><p>Isaac</p></li></ul>]]></description>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Jorge</p></li><li><p>Bruno</p></li><li><p>Guilherme</p></li></ul>]]></description>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Arthur</p></li><li><p>Emily</p></li><li><p>Emilly</p></li></ul>]]></description>
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         <description><![CDATA[<p>OBA</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:26:36 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2025-06-06 20:27:14 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2025-06-06 20:28:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>OBQ</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:29:11 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2025-06-06 20:29:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>OBB</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 20:29:53 UTC</pubDate>
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         <title>System of a Down no Brasil depois de dez anos!</title>
         <author>heloisamilano1</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3482421206</link>
         <description><![CDATA[<p>No último mês, a banda de armênio-americanos System of a Down fez uma aguardada turnê pela América do Sul, com shows na Argentina, Colômbia, Peru e, claro, no Brasil. Por aqui, foram cinco apresentações em São Paulo: duas no Allianz Parque e uma no Autódromo de Interlagos. Foram shows eletrizantes, cheios de energia — e muito fogo!</p><p><br></p><p>O System of a Down é uma banda de nu metal que surgiu no final dos anos 90. Ao longo da carreira, lançaram cinco álbuns, todos entre 1998 e 2005. O maior sucesso veio com o disco Toxicity, de onde saíram os clássicos "Chop Suey!", "Toxicity" e "Aerials". Esses caras fizeram (e ainda fazem!) muito sucesso desde a estreia do primeiro álbum. Com certeza você já ouviu alguma música deles — ou pelo menos ouviu falar daqueles "doidos" que misturam metal pesado, gritaria, melodias suaves e letras provocativas que criticam o governo de forma sarcástica.</p><p><br></p><p>A banda passou por alguns altos e baixos ao longo de quase trinta anos de estrada. Por isso, ficaram um bom tempo sem fazer grandes turnês, aparecendo apenas em alguns festivais ou shows pontuais ao lado de outras bandas. Mas, no fim do ano passado, veio o anúncio bombástico: o System faria uma turnê na América do Sul! Algo que não acontecia desde 2015. A turnê “Wake Up” foi uma surpresa e fez os fãs vibrarem com a chance de ver seus ídolos ao vivo novamente.</p><p><br></p><p>O primeiro show foi na Colômbia, e já mostrou toda a energia que só o System tem. Em seguida, vieram as apresentações no Peru, Chile e Argentina. A cada show, crescia a empolgação dos fãs brasileiros — e, quando a banda finalmente pisou no Brasil para o show em Curitiba, foi espetacular.</p><p><br></p><p>(Imagem do público formando a bandeira da Armênia com as luzes dos celulares)</p><p><br></p><p>O público recebeu o System com a bandeira da Armênia — país de origem dos integrantes — feita com luzes dos celulares. Esse gesto se repetiu em todas as apresentações no Brasil, como parte de um movimento dos fãs chamado “Wake Up”, criado justamente para recepcionar a banda da melhor forma possível.</p><p><br></p><p>Os shows fora do Brasil já tinham sido insanos, mas foi aqui que a loucura atingiu outro nível. As apresentações foram frenéticas, cheias de energia, caos — e muito fogo (literalmente). Teve fã com sinalizador, gente soltando fogo pela boca, vídeos virais... uma verdadeira celebração do rock.</p><p><br></p><p>Tudo isso mostrou que o rock — e principalmente o System of a Down — está mais vivo do que nunca. Os fãs lotaram estádios, cantaram com paixão, e o carinho do público foi emocionante. Essa turnê entrou para a história e, com certeza, os integrantes da banda vão querer repetir essa experiência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 14:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com professor Leonardo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Antôniel: O que motivou você a querer ser professor?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Nossa, hoje me perguntaram isso na sala.</p><p>Ah, na verdade, foi meio que o rumo da minha formação que foi me levando para isso.</p><p>Além de ter professoras na minha família — minha mãe, minha avó — e saber que meu pai já tinha sido, eventualmente, professor.</p><p>Eu sempre fui, digamos, estimulado pelos meus pais e familiares a valorizar os estudos.</p><p>E aí, quando fui fazer a minha graduação, eu estava numa universidade pública. E, numa universidade pública, você tem muitos professores que são mais pesquisadores do que professores e que, portanto, estimulam muito a gente a fazer pesquisa.</p><p>Então, eu estava falando hoje, dia 4 de janeiro de 2002, no momento em que eu fiquei sabendo que teria pai da irmã da Zezé Ruela aqui, eu falei: "Cara, eu não posso ser mais moleque, eu preciso definir o que vou fazer da minha vida."</p><p>Naquela noite eu falei para a mãe deles: "Olha, eu vou fazer mestrado, doutorado e vou ser professor em uma instituição pública."</p><p>Então foi ali que eu decidi.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Antôniel:Você sempre quis ser professor ou considerou seguir outra profissão?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Na minha adolescência, eu não imaginava ser professor.</p><p>Nunca passou pela minha cabeça ser professor.</p><p>Outro pensamento de trabalho, outra função... eu queria trabalhar mais como policial, sabe?</p><p>Sim, sim. Mas também pensava em estudar para engenharia mecatrônica.</p><p>Meu pai era engenheiro civil, então, de alguma maneira, eu fui meio que inspirado nessa caminhada.</p><p>Mas eu não passei, e aí fui percebendo, nas aulas de pré-vestibular, o meu gosto pelas humanidades, pela educação e pela deficiência social.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Antôniel: E o seu envolvimento com o IF? Como começou?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Eu conheço a rede federal desde quando sou adolescente, porque na cidade onde fui criado, Araxá, tem uma unidade do CEFET.</p><p>Inclusive, meu primeiro vestibular foi no CEFET-MG, em Belo Horizonte.</p><p>Foi lá que eu aprendi a ler e cantar.</p><p>Então, eu já conhecia a qualidade, a excelência do CEFET.</p><p>Em 2009, eu decidi prestar concurso público porque eu estava cansado da insegurança que as escolas particulares me traziam.</p><p>Falei: "Eu vou prestar um concurso."</p><p>Na época, não pensei em universidade.</p><p>Falei: "Vou prestar o do IFE."</p><p>Prestei outros dois, passei nos três.</p><p>Mas falei: "O IFE é o que mais me interessa, pelas condições de trabalho, salário."</p><p>E porque, pelas condições, eu conseguiria ter tempo para me qualificar para uma universidade.</p><p>Só que eu cheguei aqui e falei: "Cara, eu não quero universidade. Isso aqui é muito mais desafiador e interessante."</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor:O que você gosta de fazer no tempo livre?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Bom, meu filho fala que eu gosto de amar ele, né?</p><p>Mas o que eu gosto de fazer no tempo livre...</p><p>Ah, velho, eu sou homem, né? Quer dizer, eu fui treinado para ser homem.</p><p>Gosto de ficar sem fazer nada, sabe?</p><p>Gosto de ficar olhando o tempo.</p><p>Mas também gosto de esporte, adoro os meus cachorros,</p><p>e gostaria muito que meu filho tivesse tempo para fazer uma programação comigo. É isso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor:Quais são os seus planos para os próximos anos, tanto pessoal quanto profissionalmente?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Pessoalmente, o meu maior plano, o mais importante para mim hoje, nos últimos meses, é fazer entrar na cabeça do meu filho mais novo a importância dos estudos.</p><p>Independente de qual carreira, porque eu não estou falando de conteúdo quando falo de estudo, estou falando de habilidades.</p><p>E, profissionalmente, eu tenho o plano de fazer um pós-doutorado em breve.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor: Para finalizar, qual foi a sua melhor experiência aqui no campus?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Foram várias. Pode não ter sido no campus exatamente, mas também com projetos de extensão.</p><p>Eu gosto muito da sala de aula, é o espaço mais agradável para mim.</p><p>Quando digo agradável, não é no sentido de ser fácil, porque não é.</p><p>Mas é muito prazeroso ouvir, por exemplo, de algum estudante, uma pergunta que eu nunca tinha imaginado na vida.</p><p>Isso me leva a pensar e, consequentemente, me torna uma pessoa e um profissional melhor.</p><p>Mas, concretamente, a atividade mais prazerosa, mais</p><p> maluca, mais engrandecedora, tem sido as bancas de heteroidentificação racial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 00:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com professor Leonardo (Áudio)</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-06-11 00:07:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Entrevista com o Professor Leonardo </title>
         <author>brayansantos2478</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3488611446</link>
         <description><![CDATA[<p>Antôniel: O que motivou você a querer ser professor?</p><p><br/></p><p>Resposta:</p><p>Nossa, hoje me perguntaram isso na sala.</p><p>Ah, na verdade, foi meio que o rumo da minha formação que foi me levando para isso.</p><p>Além de ter professoras na minha família — minha mãe, minha avó — e saber que meu pai já tinha sido, eventualmente, professor.</p><p>Eu sempre fui, digamos, estimulado pelos meus pais e familiares a valorizar os estudos.</p><p>E aí, quando fui fazer a minha graduação, eu estava numa universidade pública. E, numa universidade pública, você tem muitos professores que são mais pesquisadores do que professores e que, portanto, estimulam muito a gente a fazer pesquisa.</p><p>Então, eu estava falando hoje, dia 4 de janeiro de 2002, no momento em que eu fiquei sabendo que seria pai da irmã da Zé Ruela aqui(Heitor), eu falei: "Cara, eu não posso ser mais moleque, eu preciso definir o que vou fazer da minha vida."</p><p>Naquela noite eu falei para a mãe deles: "Olha, eu vou fazer mestrado, doutorado e vou ser professor em uma instituição pública."</p><p>Então foi ali que eu decidi.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Antôniel: Você sempre quis ser professor ou considerou seguir outra profissão?</p><p><br/></p><p>Resposta:</p><p>Na minha adolescência, eu não imaginava ser professor.</p><p>Nunca passou pela minha cabeça ser professor.</p><p>Outro pensamento de trabalho, outra função... eu queria trabalhar mais como policial, sabe? Mas também pensava em estudar para engenharia mecatrônica.</p><p>Meu pai era engenheiro civil, então, de alguma maneira, eu fui meio que inspirado nessa caminhada.</p><p>Mas eu não passei, e aí fui percebendo, nas aulas de pré-vestibular, o meu gosto pelas humanidades, pela educação e pela deficiência social.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Antôniel: E o seu envolvimento com o IF? Como começou?</p><p><br/></p><p>Resposta:</p><p>Eu conheço a rede federal desde quando sou adolescente, porque na cidade onde fui criado, Araxá, tem uma unidade do CEFET.</p><p>Inclusive, meu primeiro vestibular foi no CEFET-MG, em Belo Horizonte.</p><p>Foi lá que eu aprendi a ler e contar.</p><p>Então, eu já conhecia a qualidade, a excelência do CEFET.</p><p>Em 2009, eu decidi prestar concurso público porque eu estava cansado da insegurança que as escolas particulares me traziam.</p><p>Falei: "Eu vou prestar um concurso."</p><p>Na época, não pensei em universidade.</p><p>Falei: "Vou prestar o do IF."</p><p>Prestei outros dois, passei nos três.</p><p>Mas falei: "O IF é o que mais me interessa, pelas condições de trabalho, salário."</p><p>E porque, pelas condições, eu conseguiria ter tempo para me qualificar para uma universidade.</p><p>Só que eu cheguei aqui e falei: "Cara, eu não quero universidade. Isso aqui é muito mais desafiador e interessante."</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor: O que você gosta de fazer no tempo livre?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Bom, meu filho fala que eu gosto de amar ele, né?</p><p>Mas o que eu gosto de fazer no tempo livre...</p><p>Ah, velho, eu sou homem, né? Quer dizer, eu fui treinado para ser homem.</p><p>Gosto de ficar sem fazer nada, sabe?</p><p>Gosto de ficar olhando o tempo.</p><p>Mas também gosto de esporte, adoro os meus cachorros,</p><p>e gostaria muito que meu filho(Heitor)tivesse tempo para fazer uma programação comigo. É isso.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor: Quais são os seus planos para os próximos anos, tanto pessoal quanto profissionalmente?</p><p><br/></p><p>Professor:</p><p>Pessoalmente, o meu maior plano, o mais importante para mim hoje, nos últimos meses, é fazer entrar na cabeça do meu filho mais novo a importância dos estudos.</p><p>Independente de qual carreira, porque eu não estou falando de conteúdo quando falo de estudo, estou falando de habilidades.</p><p>E, profissionalmente, eu tenho o plano de fazer um pós-doutorado em breve.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>Heitor: Para finalizar, qual foi a sua melhor experiência aqui no campus?</p><p><br/></p><p>Professor </p><p>Foram várias. Pode não ter sido no campus exatamente, mas também com projetos de extensão.</p><p>Eu gosto muito da sala de aula, é o espaço mais agradável para mim.</p><p>Quando digo agradável, não é no sentido de ser fácil, porque não é.</p><p>Mas é muito prazeroso ouvir, por exemplo, de algum estudante, uma pergunta que eu nunca tinha imaginado na vida.</p><p>Isso me leva a pensar e, consequentemente, me torna uma pessoa e um profissional melhor.</p><p>Mas, concretamente, a atividade mais prazerosa, mais maluca, mais engrandecedora, tem sido as bancas de heteroidentificação racial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 23:36:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entrevista Com professor Leonardo</title>
         <author>brayansantos2478</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3489862306</link>
         <description><![CDATA[<p>Somos alunos do IF do primeiro ano do Ensino Médio e fizemos uma entrevista com o professor Leonardo, que compartilhou com a gente um pouco sobre sua história, seus planos e sua relação com o Instituto Federal.</p><p><br/></p><p>Logo no início, perguntamos o que o motivou a ser professor. Ele contou que essa escolha veio aos poucos e em um momento marcante da vida:</p><p><br/></p><p>"Hoje mesmo me perguntaram isso na sala. A verdade é que foi o rumo da minha formação que me levou pra isso. Minha mãe, minha avó foram professoras, meu pai também chegou a dar aula. Mas o momento decisivo foi quando eu soube que ia ser pai, em 2002. Pensei: ‘Cara, não posso mais ser moleque’. Aí falei pra mãe deles: ‘Vou fazer mestrado, doutorado e ser professor numa instituição pública’.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Perguntamos também se ele sempre quis seguir essa profissão:</p><p><br/></p><p>"Na minha adolescência, eu nunca imaginei ser professor. Pensava em ser policial ou seguir na engenharia, como meu pai, que era engenheiro civil. Mas nas aulas de pré-vestibular fui percebendo meu gosto pelas humanidades e pela educação.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Sobre como entrou no IF, ele nos contou que já conhecia a rede federal:</p><p><br/></p><p>“Sou de Araxá, onde tem um CEFET. Já conhecia a qualidade. Em 2009, cansei da instabilidade das escolas particulares e prestei concurso. Passei em três, mas escolhi o IF. Aqui eu teria boas condições de trabalho e tempo para continuar estudando. Só que quando cheguei, pensei: ‘Não quero universidade, isso aqui é muito mais interessante’.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Quando perguntamos sobre seu tempo livre, ele respondeu com bom humor:</p><p><br/></p><p>"Meu filho diz que eu gosto de amar ele", brincou. “Mas gosto de não fazer nada, olhar o tempo, praticar esportes e curtir meus cachorros. Queria ter mais tempo pra fazer programas com meu filho também.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>E os planos para o futuro?</p><p><br/></p><p>“O mais importante pra mim agora é fazer meu filho mais novo entender o valor dos estudos. Não só conteúdo, mas desenvolver habilidades. E profissionalmente, quero fazer um pós-doutorado.”</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Por fim, perguntamos qual foi sua melhor experiência no IF:</p><p><br/></p><p>“Gosto muito da sala de aula. É o espaço mais prazeroso pra mim. Não é fácil, mas é incrível quando um aluno faz uma pergunta que nunca imaginei. Isso me faz crescer como pessoa e profissional. Também destaco as bancas de heteroidentificação racial, que são desafiadoras e enriquecedoras.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 20:40:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>reisalves1</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3503136470</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-26 14:10:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>reisalves1</author>
         <link>https://padlet.com/reisalves1/papo1v2td4llpcr8/wish/3503137298</link>
         <description><![CDATA[<p>Falta apenas a entrevista que eu vou editar</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-26 14:11:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entrevista com Matheus Moro sobre a prova  da OBMEP transcrita.</title>
         <author>reisalves1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Olá, tudo bem? Hoje estamos aqui com o entrevistado Mateus.</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Bom dia! Eu sou o Mateus Moro, sou estudante do Instituto Federal de São Paulo, campus Salto. Estou aqui para responder perguntas sobre a OBMEP e outras olimpíadas que existem.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Então vamos começar com a primeira pergunta: como você se sentiu ao saber que iria realizar a prova da OBMEP?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Falando de um modo geral, eu normalmente pesquiso antes quando vai ser a prova. Hoje em dia eu fico muito mais tranquilo, mas no início eu ficava meio ansioso, para a primeira fase. Hoje, já levo de forma bem mais tranquila.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Oque você achou mais difícil ou que atrapalhou na prova? E teve algo que achou mais fácil?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>O que achei mais difícil foram os conteúdos novos, porque agora estou no Nível 3, né? Eu estava mais acostumado a fazer a prova dos Níveis 1 e 2, que são do Ensino Fundamental II. Agora, com o Nível 3, surgiram conteúdos como função, que são novos para mim.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Você se preparou de alguma forma especial para a OBMEP? Pode contar um pouco sobre seus estudos?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Sendo bem sincero, no início eu nunca cheguei a estudar muito para a OBMEP. Eu fazia as provas com base no que já sabia. Só que com o tempo, fazendo várias provas, fui adquirindo bagagem e entendendo melhor a prova, e isso me ajudou bastante.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Você já tinha participado de outras olimpíadas ou competições de matemática antes?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Antes, não. Minha escola antiga era muito fechada, só participava da OBMEP e não oferecia outras oportunidades. Mas agora que entrei no Instituto Federal, participei de outras, como a OMU (Olimpíada de Matemática da Unicamp), da "Matemática sem Fronteiras" que dependendo como for, pode ser internacional, da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia), e estou esperando mais oportunidades.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>O que te motiva a participar dessas olimpíadas, tanto de matemática quanto de outras áreas?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Além da experiência, sendo bem honesto, a premiação. Com as medalhas que consegui na OBMEP, por exemplo, ganhei um curso que me ajudava a aprender matemática, que além de aprender com o curso, ganhava uma bolsa em dinheiro. Além disso, tem outras coisas, como a cota olímpica em universidades, também ajuda para o intercambio</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Você tem algum sonho ou objetivo que pretende alcançar com essa experiência?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Como sonho grande, eu diria que não mas eu tenho uma visão de que isso pode me ajudar a me estabelecer melhor em uma futura faculdade que eu queira fazer.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Você acredita que essa experiência te ensina algo ou te ajuda a melhorar para as próximas provas?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Com essa bagagem da prova eu ainda tenho que revisar muitas coisas porque esse ano não consegui passar na prova, já que além de der coisas que eu não entendo, um problema que vejo na OBMEP é que é muito facíl pegar as respostas das perguntas, porque cada escola aplica a primeira fase em horários diferentes, ou seja quem faz primeiro em outra escolas, acabam passando as respostas. Isso prejudica quem quer realmente fazer a prova com sinceridade, e muitos colam e acabam avançando.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Gostaria de deixar uma mensagem para outros estudantes que vão participar da OBMEP ou de outras olimpíadas?</p><p><strong>Mateus:</strong></p><p>Sim. O principal é manter o foco. Não é um problema tão grande não passar para outras fases ou não conseguir uma premiação. Só de você ter se esforçado para fazer a prova já é uma conquista. Você fez sua parte — o resto é consequência das suas ações.</p><p><strong>Entrevistadora:</strong></p><p>Muito obrigada, Mateus! Essa foi nossa entrevista de hoje.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 10:13:52 UTC</pubDate>
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