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      <title>Estudos Linguísticos I by Fabian Vitor Monteiro Farias</title>
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      <description>Criado com fascinação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 21:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Avaliativa I: Funções da Linguagem</title>
         <author>fabianfarias</author>
         <link>https://padlet.com/fabianfarias/Bookmarks/wish/1427101764</link>
         <description><![CDATA[<div>Irei falar nesse trabalho sobre as Funções da Linguagem. Elas são classificadas em seis tipos: função referencial, função emotiva, função poética, função fática, função conativa e função metalinguística. Mostrarei também exemplos usados em nosso dia a dia, e também no livro: A Língua de Eulália de Marcos Bagno.<br>&nbsp;<br>A<strong> Função Referencial </strong>&nbsp;tem como objetivo principal informa<strong>r</strong>, referenciar algo. Voltada para o contexto da comunicação, esse tipo de texto é escrito na terceira pessoa (singular ou plural) enfatizando seu caráter impessoal. Podemos citar como exemplos os materiais didáticos, textos jornalísticos e científicos.<br>Ex: Na passada terça-feira, dia 22 de setembro de 2015, o real teve a maior desvalorização da sua história. Nesse dia foi preciso desembolsar R$ 4,0538 para comprar um dólar. Recorde-se que o Real foi lançado há mais de 20 anos, mais precisamente em julho de 1994.<br> No livro podemos citar esse trecho como linguagem referencial. "- Até agora, falamos das variedades geográficas<strong>:</strong> a variedade portuguesa, a variedade brasileira, a variedade brasileira do Norte, a variedade brasileira do Sul, a variedade paulistana... Mas a coisa não para por aí. A língua também fica diferente quando é falada por um homem ou por uma mulher, por uma não-alfabetizada, por uma pessoa alfabetizada ou por pessoa de classe média ou baixa, por um morador da cidade e por um morador do campo e assim por diante. Temos então, ao lado das variedades geográficas, outros tipos de variedades: de gênero, socioeconômicas, etárias, de nível de instrução, urbanas, rurais etc."(p. 20).<br><br>Na<strong> função emotiva</strong> o emissor tem como objetivo principal transmitir suas emoçõe<strong>s</strong>, sentimentos e subjetividades por meio da própria opinião. Como exemplos podemos destacar: os textos poéticos, as cartas, os diários.<br>Ex: Meus amores, tenho tantas saudades de vocês … Mas não se preocupem, em breve a mamãe chega e vamos aproveitar o tempo perdido bem juntinhos. Sim, consegui adiantar a viagem em uma semana!!! Isso quer dizer que tenho muito trabalho hoje e amanhã.... Quando chegar, quero encontrar essa casa em ordem, combinado?!? <br>No livro, a Língua de Eulália, na página 85 vemos uma referência a uma canção, intitulada "Sodade, meu bem, sodade&nbsp; do compositor Zé do Norte, que faz parte da trilha sonora do filme "O Cangaceiro"&nbsp; dirigido por Lima Barreto em 1952".<br><br>A<strong> Função Poética</strong> é característica das obras literárias que possui como marca a utilização do sentido conotativo das palavras. O<strong> </strong>emissor preocupa-se de que maneira a mensagem será transmitida por meio da escolha das palavras, das expressões, das figuras de linguagem. Por isso, aqui o principal elemento comunicativo é a mensagem.<br>Ex: Apesar de não ter frequentado a escola, dizia que a avó era um poço de sabedoria. Falava de tudo e sobre tudo e tinha sempre um provérbio debaixo da manga.<br>"cearense Patativa do Assaré, nos dá em “Cante lá que eu canto cá”: <br>Pra gente aqui sê poeta e fazê rima compreta não precisa professô; basta vê no mês de maio um poema em cada gaio e um verso em cada fulô..." (p. 64)<br><br><br>A <strong>função fática</strong> tem como objetivo estabelecer ou interromper a comunicação de modo que o mais importante é a relação entre o emissor e o receptor da mensagem. Aqui, o foco reside no canal de comunicação. Esse tipo de função é muito utilizada nos diálogos, por exemplo, nas expressões de cumprimento, saudações, discursos ao telefone, etc.<br>Ex: — Consultório do Dr. João, bom dia!<br>— Bom dia! Precisava marcar uma consulta para o próximo mês, se possível.<br>— Hum, o Dr. tem vagas apenas para a segunda semana. Entre os dias 7 e 11, qual a sua preferência?<br>— Dia 8 está ótimo.<br>Na p.10 do livro temos esse exemplo de função fatica:&nbsp; "O motorista, negro e jovem, sai e vem cumprimentar Vera. Ela o abraça e beija, para espanto das amigas. — Ângelo, estas aqui são duas colegas minhas lá de São Paulo, a Sílvia e a Emília. Ângelo sorri para elas e estende a mão: — Muito prazer, eu sou o Ângelo — e aperta com força a mão de cada uma delas."<br><br>A<strong> função conativa</strong> é caracterizada por uma linguagem persuasiva que tem o intuito de convencer o leitor. Por isso, o grande foco é no receptor da mensagem. Essa função é muito utilizada nas propagandas, publicidades e discursos políticos, de modo a influenciar o receptor por meio da mensagem transmitida. Esse tipo de texto costuma se apresentar na segunda ou na terceira pessoa com a presença de verbos no imperativo e o uso do vocativo.&nbsp;<br>Ex:&nbsp;</div><ul><li>Vote em mim!</li><li>Entre. Não vai se arrepender!</li><li>É só até amanhã. Não perca</li></ul><div>Podemos destacar a fala da Emília como exemplo de função conativa: "Parece um daqueles vendedores que sabem convencer um cliente. A gente entra na loja procurando uma camisa bonita para ir numa festa, e ele consegue fazer a gente comprar também uma calça, um par de meias, um colete e um cinto, tudo “combinando”.." (p. 51)</div><div><br>A<strong> função metalinguística</strong> é caracterizada pelo uso da metalinguagem, ou seja, a linguagem que se refere a ela mesma. Dessa forma, o emissor explica um código utilizando o próprio código. Um texto que descreva sobre a linguagem textual ou um documentário cinematográfico que fala sobre a linguagem do cinema são alguns exemplos. Nessa categoria, os textos metalinguísticos que merecem destaque são as gramáticas e os dicionários.<br>Ex: Escrever é uma forma de expressão gráfica. Isto define o que é escrita, bem como exemplifica a função metalinguística.<br>Na p.15 tem esse trecho que pode ser destacado como exemplo de função metalinguística: " E que tal alguma coisa assim: “Estou-me nas tintas se não te apetece uma bola de Berlim”? — Vai me dizer que isso também é português? — duvida Sílvia. — Claro que é, é português falado em Portugal. Significa: “Estou pouco ligando se você não gosta de comer sonho”."<br><br>Referência Bibliográfica:<br>Bagno, Magno. A língua de Eulália: Novela sociolinguística. 15. ed. - São Paulo: Contexto, 2006.<br>Diana, Daniela. Funções da linguagem. Toda Matéria. Disponível em: <a href="https://www.google.com/amp/s/www.todamateria.com.br/funcoes-da-linguagem/amp/">https://www.google.com/amp/s/www.todamateria.com.br/funcoes-da-linguagem/amp/</a> Acesso em: 22/04/2021<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Estudos Linguísticos I    Aula 26/03/2021    Iniciamos a matéria de Estudos Linguísticos, lecionada pela professora Dra. Simone Cordeiro. Como requisito e dever da primeira aula, a professora apresentou o plano de curso da matéria.   Em seguida, continuamos a aula na  qual fomos instruídos a criar um diário utilizando como plataforma o Padlet. Algo inovador e desafiador para muitos pelo fato de que poucos conheciam. Eu particularmente não tinha usado ainda.   Após isso a aula continuou com a explicação da unidade I, linguística: conceituação. A linguística como estudo científico.   Signos naturais: são signos que não tem interferência humana, eles podem ser vistos e compreendidos por meio de índices. Já os signos artificiais são aqueles que há uma contribuição do homem, ou seja, são signos confeccionado por meio de técnicas humana.</title>
         <author>fabianfarias</author>
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         <pubDate>2021-06-18 20:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 09/04/2021Comunicação ou linguagem ?     Não podemos considerar linguagem, no sentido discutido em linguística. A linguagem dos animais não é um produto cultural (a cultura é tipicamente humana). A comunicação das abelhas constitui um componente da organização físico-biológicas das abelhas, herdada a programação genética da espécie.      A linguagem humana não é herdada, o homem aprende a sua língua. Somente a linguagem humana expressa sentidos distintos de acordo com as circunstâncias. Sendo assim, criada por signos que nascem de convenções feitas pelo homem.Elementos da ComunicaçãoEmissor: quem fala, aquele que emite uma mensagem;Receptor: aquele a quem a mensagem é dirigida;Mensagem: aquilo que é transmitido;Referente: aquilo a que a mensagem se refere;Código: conjunto de signos organizados segundo regras de combinações usadas para a elaboração da mensagem;Canal: o meio pelo qual se realiza a comunicação.</title>
         <author>fabianfarias</author>
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         <pubDate>2021-06-18 20:26:29 UTC</pubDate>
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         <title>   Aula 16/04/2021   No dia 16 de novembro a professora Dra. Simone Cordeiro ministrou a aula através de uma atividade dirigida no padlet que os estudantes estão produzindo desde o início da disciplina Estudos Linguísticos I (16/03/2021). A aula foi dirigida dessa forma pois a professora precisava ler o que os acadêmicos já haviam produzido anteriormente.  Dessa forma, foi proposto a seguinte atividade: explique as funções referencial, emotiva, conativa, fática, metalinguística, poética.  Apresentando o conteúdo; em seguida,  discuta e ilustre com situações do cotidiano e da obra &quot;A língua de Eulália.&quot;</title>
         <author>fabianfarias</author>
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         <pubDate>2021-06-18 20:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>    Aula 23/04/2021Aula teve como objetivo conceituar e exemplificar as funções da linguagem. Função referencial, emotiva, poética, fática, conativa e metalinguística. segundo Jakobson de acordo com o livro Manual de Linguística - Mário Eduardo Marmelotta.     Sendo assim, cada uma desempenha um papel relacionado com os elementos presentes na comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Assim, elas determinam o objetivo dos atos comunicativos.</title>
         <author>fabianfarias</author>
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         <pubDate>2021-06-18 20:30:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 07/05/2021Conceitos de Gramática: Nas palavras dos acadêmicos. Gramática - estrutura da língua (palavra frase, texto); conjuntos de regras - tanto para escrita, quanto na fala; &quot;Graças a gramática é possível fazer um bom uso da língua portuguesa&quot;; Fonema: representação sonora; /k/, /z/, /ks/, /x/, /r/morfema: representação gráfica; c; s: ca-sa; ze-bra; tá-xi; xa-ro-pe; /rr (grafemas)palavra: taxi feasse: o táxi chegou. o - /o/; /ô/; /õ/ ó/ o/ leo/;Sobre a gramática      Desde a Antiguidade Clássica, os estudiosos da linguagem sugerem interpretações que possibilitem a reflexão sobre a natureza e funcionamento das línguas.      Com a evolução dos linguísticos, essas interpretações foram aperfeiçoadas, abandonadas e retomadas, em função das novas descobertas científicas.     Ao conjunto dessas interpretações e descrições quanto ao funcionamento das línguas, chamamos de &quot;gramática&quot;.</title>
         <author>fabianfarias</author>
         <link>https://padlet.com/fabianfarias/Bookmarks/wish/1614929899</link>
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         <pubDate>2021-06-18 20:31:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabianfarias</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Aula 14/05/2021<br>&nbsp; &nbsp; </strong>Como a língua se manifesta ?<br>&nbsp;A língua se manifesta de três maneiras: padrão, culta e dialeto.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Norma-padrão:</strong> é a construção abstrata e idealizada de uma determinada língua, encontrada nas gramáticas tradicionais (derivando-se daí regras a serem seguidas), com o objetivo de servir de referência a “projetos políticos de uniformização linguística”, como pontua Faraco (2007, p. 75). Tem como objeto de representação, principalmente, a modalidade escrita presente em textos de escritores portugueses e brasileiros consagrados. Exemplo: internet, revistas e jornais impressos.<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Norma culta:</strong> se refere ao conjunto de padrões linguísticos usados habitualmente pela camada mais escolarizada da população. Define-se como a variação linguística utilizada por pessoas que vivem em meios urbanos e que possuem elevado nível de escolaridade, em situações formais e monitoradas de comunicação falada ou escrita. exemplos:<br> Colocação pronominal em ênclise no início da oração:</div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Levante-se e vamos embora;<br><br></div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dá-me isso, por favor.<br><br></div><div><br>&nbsp;Regência verbal com a preposição adequada:<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ele nunca obedece ao pai.<br><br></div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nós assistimos ao jogo de futebol juntos.<br><br></div><div><br>&nbsp;Uso correto das várias pessoas gramaticais:<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu quero ir contigo. Tu vais a que horas?<br><br></div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Veja isso com atenção e depois diga se você entendeu tudo.<br><br></div><div><br>&nbsp;Utilização de palavras sem estarem abreviadas ou contraídas:<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;está (e não tá);<br><br></div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;para (e não pra);<br><br></div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;você (e não cê).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;<strong>Dialetos: </strong>A língua portuguesa possui uma relevante variedade de dialetos com uma acentuada diferença lexical entre suas duas principais vertentes, europeia e brasileira. Tais diferenças, entretanto, geralmente não prejudicam a inteligibilidade entre os locutores de diferentes dialetos. Exemplos:<br><strong>CAIPIRA -</strong>O dialeto caipira é falado no interior do estado de São Paulo, leste e sul do Mato Grosso do Sul, sul de Minas Gerais, sul de Goiás e norte do Paraná e zonas rurais do sul do Rio de Janeiro.&nbsp; a fonética caipira é marcada principalmente pelo R caipira e trocar o LH por IÉ.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><strong>Algumas palavras, gírias ou expressões:</strong> <em>enxovar (enxoval), mir reais (mil reais), muié (mulher), oiá (olhar), Apeá(descer), saracoteá (provocar os outros), rumá (tomar um rumo), coió (bobo).<br>&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>COSTA NORTE -</strong> por vezes chamado de dialeto cearense - é falado basicamente no Ceará, no Piauí e em parte do Maranhão e Rio Grande do Norte.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><strong>Algumas palavras, gírias ou expressões:</strong> <em>aperrear (encher o saco), chamego (carinho), urubuzar (agourar), racha (pelada de futebol), muriçoca (pernilongo).<br>&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>BAIANO -</strong> O dialeto baiano ou baianês foi um dos primeiros dialetos eminente brasileiros, cujo falantes têm como região geográfica os estados da Bahia e de Sergipe, além do extremo norte de Minas Gerais e do leste de Goiás e Tocantins. Tem como costume abreviar palavras e acabar criando outras com significado que pode ser até diferente do inicial.<br> <br> <strong>Algumas palavras, gírias ou expressões:</strong> <em>Oxe (ô gente), opaió (olhe para aí), buzu (ônibus), mainha (mãe), painho (pai), retado (Depende do contexto, pode ser bravo ou muito bom).<br>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; </em>Em seguida, a professora Dra. Simone Cordeiro foi realizou o sorteio para o seminário que os acadêmicos irão apresentar em breve. Logo, passou os temas para cada grupo e explicou como será avaliado a apresentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 20:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem e língua Manual de Linguística - Mário Eduardo Martelotta    A língua é um instrumento de comunicação, sendo composta por regras gramaticais que possibilitam que determinado grupo de falantes consiga produzir enunciados que lhes permitam comunicar-se e compreender-se.    Linguagem é a capacidade que possuímos de expressar nossos pensamentos, ideias, opiniões e sentimentos. Podemos usar inúmeros tipos de linguagens para estabelecermos atos de comunicação, tais como: sinais, símbolos, sons, gestos e regras com sinais convencionais.    Termo &quot;linguagem&quot; apresenta mais de um sentido. Ele é mais comumente empregado para referir-se a qualquer processo de comunicação, como a linguagem dos animais, a linguagem corporal, a linguagem das artes, a linguagem da sinalização, a linguagem escrita, entre outras.    Entretanto, os lingüistas - cientistas que se dedicam à lingüística - costumam estabelecer uma relação diferente entre os conceitos de linguagem e língua. Entendendo linguagem como uma habilidade, os lingüistas definem o termo como a capacidade que apenas os seres humanos possuem de se comunicar por meio de línguas.   De acordo com os estudos científicos a lingüística considera, pois, que nenhuma língua é intrinsecamente melhor ou pior do que outra, uma vez que todo sistema lingüístico é capaz de expressar adequadamente a cultura do povo que a fala. Desse modo, uma língua indígena, por exemplo, não é inferior a línguas de povos considerados &quot;mais desenvolvidos&quot;, como o português, o inglês ou o francês. Referência Manual de Lingüística - Mário Eduardo Martelotta https://www.soportugues.com.br/</title>
         <author>fabianfarias</author>
         <link>https://padlet.com/fabianfarias/Bookmarks/wish/1614933642</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 20:35:10 UTC</pubDate>
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         <title> A Língua de Eulália - Marcos BagnoA Chegada   A narrativa do livro começa com a chegada de três estudantes na cidade de Atibaia - São Paulo à casa da tia de Irene. Vera tem 21 anos, é estudante de letras. Sílvia, da mesma idade, estuda Psicologia. Emília, 19, está no primeiro ano de Pedagogia. As três são professoras do curso primário no mesmo colégio.    Assim que descem na rodoviária Vera telefona para Ângelo que é um taxista da região de Atibaia, alguém muito próximo dela pois sua tia Irene convidou ele e sua mãe Eulália para morar em sua casa. Irene é uma professora universitária aposentada que após a aposentadoria começou a trabalhar mais do que antes quando trabalhava na universidade.    A mãe de Ângelo era analfabeta. Então, a professora Irene lhe ensinou a ler e escrever. Depois disso Eulália trouxe outras mulheres e cada uma foi convidando outras. Em pouco tempo Irene estava com mais de duas dezenas de alunas adultas. Vale ressaltar que todo esse trabalho foi realizado sem fins lucrativos.    Logo no início da obra já percebemos que Vera por estar de férias e fora do ambiente escolar, prefere falar o português não-padrão, enquanto Emília discorda argumentando que elas tem um exemplo a dar. De fato, o que Vera diz é o que realmente acontece na nossa cultura. Pois a linguagem padrão está presente somente na escrita.                  Referência: A Língua de Eulália - Novela Sociolinguística </title>
         <author>fabianfarias</author>
         <link>https://padlet.com/fabianfarias/Bookmarks/wish/1614938439</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 20:39:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabianfarias</author>
         <link>https://padlet.com/fabianfarias/Bookmarks/wish/1614939548</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade II: concepções de língua<br><br></div><div><strong>Língua;<br>&nbsp;linguagem;<br>&nbsp;gramática.</strong><br>&nbsp; &nbsp; O termo "linguagem" apresenta mais de um sentido. Ele é mais comumente empregado para referir-se a qualquer processo de comunicação, como a linguagem dos animais, a linguagem corporal, a linguagem das artes, a linguagem da sinalização, a linguagem escrita, entre outras. Nessa acepção, as línguas naturais, como o português ou<br> o italiano, por exemplo, são formas de linguagem, já que constituem instrumentos que possibilitam o processo de comunicação entre os membros de uma comunidade.<br>&nbsp; &nbsp; Entretanto, os lingüistas cientistas que se dedicam à lingüística - costumam estabelecer uma relação diferente entre os conceitos de linguagem e língua. Entendendo inguagem como uma habilidade, os lingüistas definem o termo como a capacidade que apenas os seres humanos possuem de se comunicar por meio de línguas. Por sua vez, o termo "língua" é normalmente definido como um sistema de signos vocais1<br> utilizado como meio de comunicação entre os membros de um grupo social ou de<br> uma comunidade lingüística. (Cunha; Costa; Marmelotta, 2011, página 16).<br>&nbsp; &nbsp; Aqui é importante fazermos uma distinção entre dois sentidos do termo "gramática". Por um lado, esse vocábulo pode ser usado para designar o funcionamento<br> da própria língua, que é o objeto a ser descrito pelo cientista. Nesse sentido, gramática diz respeito ao conjunto e à natureza dos elementos que compõem uma língua e às restrições que comandam sua união para formar unidades maiores nos contextos<br> reais de uso. Por outro lado, o termo é utilizado para designar os estudos que buscam descrever a natureza desses elementos e suas restrições de combinação. Nesse segundo sentido, "gramática" se refere aos modelos teóricos criados pelos cientistas a fim<br> de explicar o funcionamento da língua. Quando aqui falarmos em concepções de gramática, como a gramática tradicional, agramática histórico-comparativa, entre outras, estaremos utilizando o segundo sentido.<br>&nbsp; &nbsp; <strong>A gramática tradicional</strong><br>&nbsp; &nbsp; A gramática tradicional, também chamada de gramática normativa ou gramática escolar, é aquela que estudamos na escola desde pequenos. Nossos professores de português nos ensinam a reconhecer os elementos constituintes formadores dos vocábulos<br> (radicais, afixos, etc.), a fazer análise sintática, a utilizar a concordância adequada, sempre<br> recomendando correção no uso que fazemos de nossa língua. Entretanto, raramente nos é dito o que é esse estudo, qual sua origem, como ele se desenvolveu e com que finalidades.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A chamada gramática tradicional, utilizada como modelo teórico para a abordagem e o ensino da nossa língua nas escolas, tem origem em uma tradição de estudos de base filosófica que se iniciou na Grécia antiga. Os filósofos gregos se<br> interessaram por estudar a linguagem, entre outros motivos, porque queriam entender<br> alguns aspectos associados à relação entre a linguagem, o pensamento e a realidade.<br>&nbsp; &nbsp;<strong>Gramática histórico-comparativa<br>&nbsp; &nbsp; </strong>definida, como uma proposta de comparar elementos gramaticais<br>&nbsp;de línguas de origem comum a fim de detectar a estrutura da língua original da qual elas se desenvolveram. Essa nova abordagem dos fenômenos da linguagem surgiu a partir da constatação da grande semelhança do sânscrito, língua antiga da índia, com o latim, com o grego e com uma grande quantidade de línguas europeias. Essa semelhança pode ser ilustrada com os termos correspondentes ao sentido da palavra portuguesa "mãe" (mulher que gera filhos): maatar, em sânscrito; mãter, em latim;<br>&nbsp;mêtêr, em grego; mother, em inglês, mutter, em alemão.<br>&nbsp; &nbsp; Mais do que as semelhanças entre as palavras, chamou a atenção dos comparatistas o<br>&nbsp;fato de as diferenças entre duas ou mais línguas apresentarem um alto grau de regularidade e sistematicidade, o que foi visto como um sintoma de que essas línguas tinham uma origem comum. Como esses cientistas trabalhavam com línguas já desaparecidas, a metodologia comparativa ajudava a relacionar línguas que, supostamente, derivaram dessas línguas mortas. É o que ocorre, por exemplo, com o latim e suas descendentes.<br>&nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Gramática estrutural<br>&nbsp; &nbsp; </strong>A tendência de analisar as línguas, conhecida como gramática estrutural, ou estruturalismo, se desenvolveu na primeira metade do século xx, sob a influência das idéias de Ferdinand de Saussure, divulgadas através da publicação póstuma de<br>&nbsp;seu livro, o Curso de lingüística geral. Essas idéias revolucionaram os estudos da época, dando às pesquisas em lingüística, sobretudo na Europa, uma nova direção, distinta da que caracterizava a gramática histórico-comparativa. Nos Estados Unidos, o estruturalismo se desenvolveu através do trabalho de Leonard Bloomfield (ver o capítulo "Estruturalismo").<br>&nbsp;<br>&nbsp;Manual de Linguística - Mario Eduardo Marmelotta; 2011; página 44-68.</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 20:40:15 UTC</pubDate>
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