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      <title>Das Narrativas a Análises Narrativas: reflexões sobre a análise de depoimentos em pesquisas de história da educação (matemática) by Tatiane da S. Lima</title>
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      <description>Fernando Guedes Cury</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-08 19:45:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>O artigo apresenta algumas&nbsp; reflexões&nbsp; sobre&nbsp; o&nbsp; uso&nbsp; da&nbsp; análise&nbsp; narrativa&nbsp; como&nbsp; artifício&nbsp; para&nbsp; a interpretação de dados biográficos/historiográficos de pesquisas educacionais. As reflexões que permitiram a elaboração deste texto surgiram durante a elaboração de duas&nbsp; pesquisas,&nbsp; uma&nbsp; de&nbsp; mestrado&nbsp; e&nbsp; outra&nbsp; de&nbsp; doutorado&nbsp; realizadas&nbsp; entre&nbsp; os&nbsp; anos&nbsp; de&nbsp; 2006&nbsp; e 2011&nbsp; nos&nbsp; estados&nbsp; de&nbsp; Goiás&nbsp; e&nbsp; do&nbsp; Tocantins&nbsp; e&nbsp; que&nbsp; pretenderam&nbsp; constituir&nbsp; histórias sobre&nbsp; a formação&nbsp; de&nbsp; professores&nbsp; de&nbsp; matemática&nbsp; e&nbsp; dos&nbsp; primeiros&nbsp; cursos&nbsp; que&nbsp; preparavam&nbsp; estes profissionais&nbsp; naquelas&nbsp; regiões.&nbsp;<br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 19:53:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto&nbsp; pretende&nbsp; justificar,&nbsp;  a&nbsp; escolha&nbsp; de&nbsp; uma análise narrativa&nbsp; das&nbsp; narrativas&nbsp; (orais&nbsp; ou&nbsp; não)&nbsp; mobilizadas&nbsp; para&nbsp; aquelas&nbsp; pesquisas. Aborda esta modalidade&nbsp; de&nbsp; análise&nbsp; como&nbsp; uma&nbsp; possibilidade&nbsp; viável&nbsp; à&nbsp; História&nbsp; da&nbsp; Educação (Matemática), discutindo-a a partir de uma analogia com as narrativas construídas por xamãs (líderes espirituais), juízes de direito, caçadores e historiadores, apontando as raízes místicas das&nbsp; narrativas&nbsp; e&nbsp; seu&nbsp; papel&nbsp; na&nbsp; constituição&nbsp; da&nbsp; história,&nbsp; ficcional&nbsp; ou&nbsp; verídica,&nbsp; e&nbsp; discutindo&nbsp; a Historiografia &nbsp; atual &nbsp; à&nbsp; &nbsp;luz &nbsp; dessas &nbsp; considerações, &nbsp; para &nbsp; o&nbsp; &nbsp;que &nbsp; vêm &nbsp; à cena &nbsp; referências complementares&nbsp; e&nbsp; autores&nbsp; como&nbsp; Ginzburg,&nbsp; Sevcenko,&nbsp; Nunes&nbsp; e&nbsp; Bolívar,&nbsp; dentre&nbsp; outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 19:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>O historiador e o juiz</title>
         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho do historiador e o trabalho do juiz se aproximam a medida que ambos buscam investigar a realidade. Esse processo implica lidar com o erro. Aqui cabe questionar: uma afirmação verdadeira, uma afirmação&nbsp; falsa&nbsp; e&nbsp; uma afirmação&nbsp; inventada,&nbsp; apresentam,&nbsp; do&nbsp; ponto&nbsp; de&nbsp; vista&nbsp; formal,&nbsp; alguma diferença?&nbsp; Como&nbsp; a&nbsp; resposta&nbsp; é&nbsp; não,&nbsp; afirmar&nbsp; que&nbsp; uma&nbsp; narração&nbsp; histórica&nbsp; se&nbsp; assemelha&nbsp; a&nbsp; uma narração&nbsp; inventada&nbsp; é&nbsp; algo&nbsp; óbvio,&nbsp; portanto&nbsp; não&nbsp; seria&nbsp; mais&nbsp;interessante&nbsp; indagar&nbsp; por&nbsp; que percebemos como reais os fatos contados num livro de história?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:10:50 UTC</pubDate>
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         <title>O historiador e o caçador</title>
         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ato de narrar está entre as faculdades humanas mais antigas e&nbsp; é&nbsp; instrumento&nbsp; importante&nbsp; de&nbsp; sobrevivência,&nbsp; mas&nbsp; também&nbsp; de&nbsp; transmissão&nbsp; e&nbsp; preservação&nbsp; de heranças identitárias e de tradições, sob a forma de registro oral ou escrito, caracterizando-se, principalmente, pelo movimento peculiar de contar, transmitir com palavras as lembranças da memória&nbsp; no&nbsp; tempo. De acordo com Ginzburg (1989, p. 152) "O&nbsp; caçador&nbsp; teria&nbsp; sido&nbsp; o&nbsp; primeiro&nbsp; a&nbsp; narrar&nbsp; uma&nbsp; história&nbsp; porque&nbsp; era&nbsp; o único&nbsp; capaz&nbsp; de&nbsp; ler,&nbsp; nas pistas&nbsp; mudas&nbsp; (se&nbsp; não&nbsp; imperceptíveis)&nbsp; deixadas&nbsp; pela presa, uma série coerente de eventos".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>O historiador e o xamãs</title>
         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os&nbsp; xamãs&nbsp; eram,&nbsp; entre&nbsp; outras&nbsp; coisas, os&nbsp; pintores&nbsp; das cavernas&nbsp; ou&nbsp; produtores&nbsp; de&nbsp; alguma&nbsp; forma&nbsp; de&nbsp; arte&nbsp; visual.&nbsp; Nas&nbsp; rodas&nbsp; em&nbsp; torno&nbsp; do&nbsp; fogo,&nbsp; no interior&nbsp; das&nbsp; cavernas,&nbsp; o&nbsp; xamã&nbsp; usava&nbsp; de&nbsp; suas&nbsp; responsabilidades&nbsp; para&nbsp; narrar&nbsp; histórias&nbsp; que serviam&nbsp; para&nbsp; as&nbsp; mais&nbsp; diversas&nbsp; atribuições:&nbsp; desde&nbsp; um&nbsp; ritual&nbsp; para decisões&nbsp; importantes&nbsp; até&nbsp; a libertação das tarefas do cotidiano. Mas&nbsp; estas experiências&nbsp; xamânticas&nbsp; foram&nbsp; por&nbsp; muito&nbsp; tempo&nbsp; classificadas&nbsp; como&nbsp; formas&nbsp; de&nbsp; loucura provisória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:23:56 UTC</pubDate>
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         <author>inclusaoif</author>
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         <description><![CDATA[<div>No período medieval houve a divisão: ciência sagrada X ciência profana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:25:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inclusaoif</author>
         <link>https://padlet.com/inclusaoif/p9huegx8ijraf15a/wish/1803292137</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XIX houve uma nova divisão: História-arte X História-ciência. Essas&nbsp; duas&nbsp; formas&nbsp; de&nbsp; se&nbsp; encarar&nbsp; a&nbsp; História,&nbsp; a&nbsp; da&nbsp; narrativa&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; da pesquisa,&nbsp; a&nbsp; do&nbsp;</div><div>historiador-escritor&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; do&nbsp; historiador-pesquisador, teriam favorecido sua “passagem” para o campo das Ciências Sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:32:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inclusaoif</author>
         <link>https://padlet.com/inclusaoif/p9huegx8ijraf15a/wish/1803300804</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se considerar que as duas formas de conhecimento histórico (História-arte e História-ciência) se complementam.<br>Não existe no passado uma realidade para se desvelar, mas sim, um sentido que é “inventado” pelos historiadores. Esta “invenção” surge, em grande parte, pela maneira como os historiadores escrevem a história, pois esta escrita não é um meio pelo qual apenas se relata a pesquisa histórica, ela está imbuída de valores históricos e ideológicos que modificam a própria pesquisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:40:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inclusaoif</author>
         <link>https://padlet.com/inclusaoif/p9huegx8ijraf15a/wish/1803311164</link>
         <description><![CDATA[<div>Narrar&nbsp; é&nbsp; contar&nbsp; uma&nbsp; história&nbsp; para alguém,&nbsp; narrar-se&nbsp; é&nbsp; contar&nbsp; nossa história ou uma&nbsp; história&nbsp; da&nbsp; qual&nbsp; também&nbsp; somos,&nbsp; fomos&nbsp; ou&nbsp; nos&nbsp; sentimos&nbsp; personagens.<br>O historiador deve, portanto, promover o encontro dos fios históricos com os pequenos detalhes da vida cotidiana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 20:51:42 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE PRAGMÁTICA x ANÁLISE NARRATIVA:</title>
         <author>inclusaoif</author>
         <link>https://padlet.com/inclusaoif/p9huegx8ijraf15a/wish/1803319103</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp; análise&nbsp; paradigmática&nbsp; de&nbsp; dados&nbsp; narrativos&nbsp; consiste em&nbsp; um&nbsp; estudo&nbsp; de&nbsp; narrativas&nbsp; categorizando-as&nbsp; para&nbsp; se chegar&nbsp; a&nbsp; generalizações&nbsp; do grupo estudado buscando, em suas narrativas, temas comuns.&nbsp;</div><div>No&nbsp; caso&nbsp; de&nbsp; uma&nbsp; análise&nbsp; narrativa&nbsp; (de&nbsp; narrativas),&nbsp; a&nbsp; ênfase&nbsp; está&nbsp; na consideração&nbsp; de casos particulares e o produto desta análise aparece como uma nova narrativa, a explicitação de&nbsp; uma&nbsp; trama&nbsp; ou&nbsp; de&nbsp; argumentos&nbsp; que&nbsp; tornem&nbsp; os&nbsp; dados&nbsp; significativos,&nbsp; não&nbsp; em&nbsp; busca&nbsp; de&nbsp;</div><div>elementos&nbsp; comuns,&nbsp; mas&nbsp; no&nbsp; destaque&nbsp; do&nbsp; que&nbsp; é&nbsp; singular&nbsp; e&nbsp; que,&nbsp; em&nbsp; suma,&nbsp; não aspira&nbsp; à generalização.&nbsp; O&nbsp; papel&nbsp; do&nbsp; investigador&nbsp; neste&nbsp; tipo&nbsp; de&nbsp; análise&nbsp; é&nbsp; configurar&nbsp; os&nbsp; elementos&nbsp; dos dados&nbsp; em&nbsp; uma&nbsp; história&nbsp; que&nbsp; os&nbsp; unifica&nbsp; e&nbsp; dá&nbsp; significado&nbsp; a&nbsp; eles&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; intenção&nbsp; de&nbsp; mostrar&nbsp; o&nbsp;</div><div>modo&nbsp; autêntico&nbsp; da&nbsp; vida&nbsp; individual&nbsp; sem&nbsp; manipular&nbsp; ou&nbsp; distorcer&nbsp; a&nbsp; voz&nbsp; de&nbsp; cada&nbsp; narrador&nbsp; (ou depoente)&nbsp; a&nbsp; favor&nbsp; de&nbsp; uma&nbsp; versão&nbsp; pré-estabelecida.&nbsp; A&nbsp; trama&nbsp; pode&nbsp; estar&nbsp; construída&nbsp; de&nbsp; forma temporal&nbsp; ou&nbsp; temática,&nbsp; mas&nbsp; o&nbsp; importante&nbsp; é&nbsp; que&nbsp; possibilite&nbsp; a&nbsp; compreensão&nbsp; do por&nbsp; quê&nbsp; algo aconteceu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 21:00:01 UTC</pubDate>
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