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      <title>Industrialização Brasileira by Maria Eduarda Lucas Andrade</title>
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      <description>Componentes: Adriany Oliveira, Emilly Caroline, Jéssica Maria, Maria da Conceição, Maria Eduarda Lucas e José Alexandre.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-13 14:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Governo Vargas (1930-1954)</title>
         <author>andrademaria1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>• ERA VARGAS:<br>- Indústrias de base estatal;<br>- CSN, Vale do Rio doce, Petrobrás, Chesf, Fábrica Nacional de Motores;<br>- Infraestrutura de energia e transportes precária;<br>- Dificuldade na entrada de produtos concorrentes da indústria nacional.<br><br>• CENTRALIZAÇÃO DO PODER:<br>- Medidas para enfraquecer o Legislativo e reforçar os poderes do executivo.<br><br>• POLÍTICA TRABALHISTA:<br>- Vargas atuou de maneira consistente no sentido de ampliar os benefícios trabalhistas. para isso, criou o Ministério do Trabalho e concedeu direitos aos trabalhadores. era uma forma de reforçar seu poder aproximando-se das massas.<br><br>• PROPAGANDA POLÍTICA:<br>- O uso da propaganda como forma de ressaltar as qualidades de seu governo foi uma marca forte de Vargas e que também ficou evidente durante o Estado Novo a partir do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP).<br><br>• CAPACIDADE DE NEGOCIAÇÃO POLÍTICA:<br>- Vargas tinha uma grande capacidade de conciliar grupos opostos em seus governos, como aconteceu em 1930, quando oligarquias dissidentes e tenentistas estavam no mesmo grupo apoiando-lhe.<br><br>• ECONOMIA:<br>- Valorização do café como solução imediata da crise;<br>- Compra e queima de sacas de café;<br>- Criação do departamento Nacional do café;<br><br>• REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA:<br>- Reação da oligarquia paulista;<br>- Os paulistas reivindicavam;<br>- Nova constituição;<br>- Nomeação de um interventor paulista;<br>- Os paulistas organizaram um exército de + 100 mil homens;<br>- Declararam guerra ao governo em 09/07/1932;<br>- Renderam-se em 01/10/1932;<br>- Nova constituição foi formulada no Brasil em 1934.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 14:51:26 UTC</pubDate>
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         <title>Anos JK (1956-1961)</title>
         <author>andrademaria1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Planos de metas:</strong> foi um programa cuja a sua finalidade era melhorar as infraestruturas brasileiras durante o governo de JK. O projeto definia trinta objetivos, agrupados em cinco setores, que deveriam serem alcançados: energia, transporte, indústria, educação e alimentação. Com o lema “cinquenta anos em cinco”, JK assume a Presidência em 31 de janeiro de 1956 e coloca em prática o Plano de Metas.&nbsp; Uma das principais obras foi a implantação da indústria automobilística através de incentivos fiscais.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Desenvolvimentismo:&nbsp; </strong>O foco está no desenvolvimento econômico do país, com isso foi um período de grandes investimentos em transporte, produção de energia e indústrias de base, com o intuito de proporcionar o crescimento econômico capitalista para o Brasil. Foi nesse período também que os esforços de interiorização da população no território nacional mais foram fortalecidos, com a construção da capital do país, <strong>Brasília.</strong></li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Abertura ao capital externo: </strong>Para atrair o capital estrangeiro, foi oferecido insenção e redução de impostos e outros beneficios para essas empressas multinacionais. Com isso ingressaram no Brasil cerca de 395,7 milhões de dólares entre 1955 e 1959. Mais da metade do capital aplicado a partir da Instrução 113 foi no setor de máquinas-automóveis, justamente o mais desnacionalizado.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Multinacionais:</strong> Investiram em bens de consumos duráveis, como os automóveis, eletrônicos, eletrodoméstico, a exploração mineral e <strong>indústria automobilística</strong> em São Paulo e a siderúrgica Usiminas em Minas Gerais.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Construção de rodovias e da capital de brasilia:</strong> Com o intuito de ocupar e desenvolver o interior do Brasil, mais de 20 mil quilômetros de rodovias foram construídos, interligando vários pontos do país. Foi com este objetivo que JK mobilizou imensas forças econômicas e sociais para a construção da nova capital no interior do Brasil. Projetada pelo urbanista Lúcio Costa e com edificações elaboradas pelo arquiteto Oscar Niemeyer, <strong>Brasília</strong> foi inaugurada por JK em 21 de abril de 1960, apenas quatro anos após ter sido anunciada sua construção.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Divida externa:</strong> Com o incentivo ao desenvolvimento econômico, gerou um grande aumento da <em>dívida externa</em> nacional, pois as divisas obtidas com as exportações não conseguiram contrabalancear a captação de recursos para o Plano de Metas. Novos empréstimos foram realizados para sanar a dívida, mas não resultaram numa situação satisfatória. Outro aspecto econômico negativo foi a crescente inflação que se verificou em seu governo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 14:52:12 UTC</pubDate>
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         <title>Anos do &quot;milagre&quot;</title>
         <author>andrademaria1</author>
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         <description><![CDATA[<div>•&nbsp;Milagre econômico - PIB 10% ao ano;<br><br>• Grandes obras, como a construção da ponte Rio-Niterói, ligando as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, além da rodovia Transamazônica, unindo Pará até Paraíba;<br><br>• Dívida externa elevada: os recursos para essas obras foram obtidos por meio de empréstimos internacionais, que elevaram a dívida externa;<br><br>• Investimentos voltados para Sul e Sudeste;<br><br>• Arrocho salarial e aumento da desigualdade: a política foi centralizadora, privilegiando as camadas mais ricas com isenção de impostos;<br><br>• Fim do milagre econômico: aumento da pobreza, redução das exportações, PIB caindo, desemprego aumentando e o Brasil ficando mais dependente do capital estrangeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 14:52:48 UTC</pubDate>
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         <title>Anos 90 até a atualidade</title>
         <author>andrademaria1</author>
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         <description><![CDATA[<div>• <strong>Década de 90</strong>:<br><br>- No governo Collor foram adotadas as políticas neoliberais;<br><br>- O país teve abertura econômica, investiu no comércio estrangeiro que veio a ser usado como um beneficiador do comércio nacional. As grandes indústrias sobreviveram. Mas as pequenas indústrias e empresas sofreram e quase desapareceram;<br><br>- No governo Fernando Henrique Cardoso (1994) o neoliberalismo ganhou mais força. Houve as privatizações das indústrias de base mineral, energia, telefônicas, e etc.<br><br>• <strong>Plano Real</strong>:<br><br>- Em 1994 a moeda brasileira passou a ser o real. O plano valorizou a moeda brasileira em relação ao dólar;<br><br>- O objetivo direto do plano real era acabar com os altos índices de inflação e estabilizar a economia do Brasil. Por outro lado houveram dificuldades como um déficit crescente na balança comercial e na balança de pagamento;<br><br>- Com isso, a indústria brasileira veio a ficar cada vez&nbsp; mais dependente da importação de bens para a fabricação de suas mercadorias, máquinas e equipamentos utilizados em suas produções industriais.<br><br>• <strong>Custo Brasil e desindustrialização</strong>:<br><br>- Carga tributária elevada, infraestrutura deficitária, energia cara, negócios com muita burocracia, moeda valorizada e juros mais altos que em outros países;<br><br>- O Brasil perdeu competitividade em setores industriais por causa da abertura econômica e do custo Brasil, exportando menos mercadorias industrializadas e importando mais;<br><br>- A desindustrialização foi a reprimarização da economia, ela constituiu a essência das mercadorias exportadas. Somente os minérios, a soja e o petróleo respondiam cerca de 30% das exportações brasileiras.<br><br>• <strong>Desconcentração Industrial</strong>:<br><br>- A guerra fiscal foi a competição de estados e municípios brasileiros para instalar indústrias e empresas por meio da oferta de vantagens fiscais, terrenos, infraestrutura e mão de obra acessível;<br><br>- As empresas que ficavam em determinados lugares mudaram para outros causando uma relativa desconcentração industrial e isso refletiu na divisão territorial do trabalho no Brasil;<br><br>- As montadoras foram um exemplo claro, as novas indústrias foram instaladas fora do estado de São Paulo, que era o local mais procurado pelo setor até então;<br><br>- Graças à ampliação das redes de transporte e as novas tecnologias de comunicação esse processo de desconcentração foi intensificado. Ele facilitou o fluxo de matérias-primas, máquinas, equipamentos industriais e o escoamento da produção das indústrias para mercados mais distantes;<br><br>- Além de tudo isso, ainda havia a maior oferta de energia e a mão de obra mais barata nas pequenas e médias cidades do Sudeste e em outras regiões, o que foi um outro ponto importante para a intensificação da desconcentração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-13 14:53:23 UTC</pubDate>
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