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      <title>Os períodos históricos e a loucura by Mirtes Oliveira</title>
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      <description>Proposta de Trilha de Produção Textual - Professora Mirtes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-25 13:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>Na Antiguidade grega por exemplo, a loucura tinha um caráter mitológico que se misturava à normalidade, os loucos eram considerados detentores de um poder divino.   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>MARIANE E VICTÓRIA</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>Durante a Idade Média na Europa, pessoas com dificuldades mentais poderiam ser sujeitas a punições físicas, geralmente espancamentos, como uma forma de represália por seu comportamento antissocial e indesejado. Algumas vezes, até como tentativa de literalmente expulsar seus males. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>MARIANE E VICTÓRIA</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>MARIANE E VICTÓRIA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No século XX as doenças mentais eram mal compreendidas, muitas vezes associadas a preconceitos e tabus, o que levava à exclusão das pessoas que tinham alguma doença; já na contemporaneidade, teve significativos avanços nos atendimentos e tratamento das doenças mentais, porque a psiquiatria e psicologia evoluíram bastante, o que permitiu diagnósticos mais eficazes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Jamile, Giovanna, Monique e Maria Fernanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Grécia:</strong> <em>A</em> <em>loucura era considerada um sinal de ligação direta entre os&nbsp;homens e os deuses. Até que Hipócrates, propõe que os transtornos mentais seriam relacionados ao mau funcionamento do organismo</em></p><p><strong>Roma antiga: </strong><em>Acreditava-se que as doenças e moléstias mentais eram causadas por ações mágicas ou demoníacas, por conta disso, os primeiros médicos foram sacerdotes e feiticeiros.</em></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:25:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mariane e Victoria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> No período Renascentista,&nbsp;os loucos eram atirados rio abaixo, como cargas insanas em embarcações que recebiam o nome de Nau dos Loucos. Essas embarcações dispunham de um valor simbólico, como um ritual que libertava a sociedade dos doidos.&nbsp;</p><p>Durante o período barroco, que compreende aproximadamente os séculos XVI e XVIII, as pessoas com doenças mentais eram frequentemente estigmatizadas e consideradas possuídas pelo demônio ou castigadas por Deus. Muitas vezes eram excluídas da sociedade, confinadas em situações precárias ou até mesmo submetidas ao exorcismo, para tentar ‘curá-las</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:25:36 UTC</pubDate>
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         <title>Jamile, Monique, Giovanna e Maria Fernanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Na Europa, as famílias que possuíam a guarda de indivíduos apontados como portadores de alguma dificuldade mental eram vistas como fontes de vergonha e humilhação; muitas delas recorreriam a esconder seus entes em porões, às vezes prendendo-os, delegando-os aos cuidados dos empregados ou, simplesmente, abandonando-os, deixando-os nas ruas como mendigos.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Gabrielle, Heloísa, Laura e Stefani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>- Na Grécia antiga, a doença mental era entendida em termos de <strong>magia e religião</strong>.</p><p>- Hipócrates, na medicina hipocrática, considerava a doença mental como tendo <strong>origem orgânica</strong> e defendia o uso de asilos para recuperação.</p><p>- Platão também diferenciava doenças do corpo e da alma, <strong>tratando a loucura como demência</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Kauã N11 e Samuell Souza N26</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Grécia Antiga: A sociedade valorizava os loucos pois considerava eles como escolhidos do Divino, além disso, os gregos acreditavam que as crises de agitação estavam ligadas a forças sobrenaturais. Era comum em Esparta, lançar crianças com deficiências mentais ou físicas em precipícios.&nbsp;</p><p>Roma Antiga: Era permitido que tanto nobres quanto plebeus sacrificassem os filhos que nasciam com alguma deficiência. Influenciados pelas filosofias gregas, os médicos romanos se dedicavam a psiquiatria, e definiam as doenças mentais por meio de leis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:48:17 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna, Monique, Jamile e Maria Fernanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>A transição do Renascimento para o Barroco marcou uma evolução significativa na percepção e no tratamento das doenças mentais. Enquanto o Renascimento começou a questionar as explicações sobrenaturais e a buscar métodos mais racionais e humanitários, o Barroco, com sua forte influência religiosa, muitas vezes retornou a práticas mais punitivas e supersticiosas. No entanto, os desenvolvimentos científicos deste período plantaram as sementes para a futura compreensão e tratamento das doenças mentais de maneira mais científica e compassiva.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Gabrielle, Heloísa, Laura e Stefani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>- Durante a Idade Média, a doença mental era associada a <strong>possessões demoníacas</strong>.</p><p>- Os tratamentos incluíam <strong>espancamentos, privação de alimentos e rituais religiosos</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:51:35 UTC</pubDate>
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         <title>Monique, Giovanna, Jamile e Maria Fernanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>No início do século XX, as doenças mentais eram frequentemente mal compreendidas e estigmatizadas. Os tratamentos disponíveis eram rudimentares e, muitas vezes, desumanos.</em></p><p><em>No período contemporâneo, a compreensão e o tratamento das doenças mentais evoluíram significativamente. A neurociência e a genética avançaram, fornecendo uma compreensão mais profunda dos mecanismos biológicos subjacentes aos transtornos mentais.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gabrielle, Heloísa, Laura e Stefani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>- Surgiram os primeiros hospitais mentais, conhecidos como <strong>manicômios</strong>.</p><p>- Os pacientes frequentemente enfrentavam <strong>condições desumanas</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>Gabrielle, Heloísa, Laura e Stefani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>- No século XX, houve <strong>avanços na compreensão e tratamento</strong> das doenças mentais.</p><p>- A descoberta de <strong>medicamentos psicotrópicos</strong> revolucionou o tratamento.</p><p>- A pandemia de <strong>COVID-19</strong> também afetou a saúde mental, aumentando a <strong>ansiedade e o estresse</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 14:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>Samuell Nº26 e Kauã Nº11</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na Idade Média acreditava-se que as doenças mentais eram “ocorrências naturais do corpo”, e os médicos utilizavam laxantes eméticos (substâncias que induziriam vômitos) e sanguessugas para tentar recuperar as proporções de “equilíbrio do corpo” do paciente. Outros tratamentos realizados eram a extração de sangue da testa ou das veias das pessoas, para tentar drenar&nbsp;os males interiores para longe do cérebro.&nbsp;</p><p>Na Europa Medieval, as famílias que tinham filhos com alguma deficiência eram vistas como fontes de vergonha e de humilhação. Por isso muitas delas escondiam os filhos nos porões, ou até os prendiam, e deixavam os empregados cuidarem deles, ou simplesmente deixavam eles nas ruas como mendigos.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>Kauã N11 e Samuell Souza N26</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profmirtes12/p6z2dywuc11n4a20/wish/3037672157</link>
         <description><![CDATA[<p>Com a evolução para o mundo moderno, novas tecnologia foram implementadas para o tratamento de doenças, além de vários métodos de conhecimento de doenças, isso é um avanço muito significativo em comparação aos métodos da Grécia antiga, Idade Média... Hoje em dia ainda existem muitas doenças, e muitas delas que ainda não tem cura, porém, com o tempo, mais tecnologias e conhecimentos vão surgir, que vão ajudar bastante no descobrimento de curas e métodos para tratar.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Kauã N11 e Samuell N26</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No renascimento, o interesse pelo conhecimento científico influenciou a compreensão e tratamento de doenças mentais. Médicos como Johann Weyer desafiaram as noções de possessão demoníacas, sugerindo que bruxas sofriam de doenças mentais. Apesar desses avanços, o tratamento ainda era simples, com confinamento em asilos sendo comum. Durante o Barroco, a abordagem diversificou-se, com maior observação e documentação dos sintomas, preparando o caminho para a futura evolução da psiquiatria.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:12:02 UTC</pubDate>
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         <title>Antiguidade (Grécia e Roma Antiga)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Grécia</strong>: Doenças mentais vistas como causadas por deuses. Hipócrates sugeriu causas naturais e fisiológicas ligadas ao desequilíbrio dos quatro humores.</p><p><strong>Roma</strong>: Adotou as visões gregas. Galeno continuou a teoria dos humores e enfatizou o equilíbrio do corpo. Tratamentos incluíam dietas e mudanças de estilo de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 19:23:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Henrique N14</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Influência religiosa forte, doenças mentais vistas como possessão demoníaca ou punição divina.</p><p>Tratamentos incluíam exorcismos e penitências. Doentes mentais eram cuidados em mosteiros ou isolados em asilos, muitas vezes com maus-tratos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 19:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Henrique N14</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profmirtes12/p6z2dywuc11n4a20/wish/3037814571</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o Renascimento, houve um renascimento das ideias de Hipócrates e Galeno, resultando em um interesse renovado pela abordagem naturalista das doenças mentais. No entanto, superstições e crenças religiosas ainda dominavam as percepções, com a Inquisição frequentemente associando comportamentos desviantes à heresia ou bruxaria. No período Barroco, proliferaram casas de correção e asilos na Europa, muitas vezes com condições desumanas. Contudo, iniciou-se um movimento por tratamentos mais humanitários, com figuras como Johann Weyer criticando a perseguição de "bruxas" e sugerindo que muitas dessas mulheres poderiam estar sofrendo de doenças mentais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 19:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Henrique N14</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje em dia, as doenças mentais são amplamente reconhecidas como condições médicas legítimas que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. A conscientização sobre saúde mental aumentou significativamente, e há um esforço contínuo para reduzir o estigma associado a esses transtornos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 19:39:45 UTC</pubDate>
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         <title>Isabelly, Mariela e Beatriz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante a Idade Média na Europa, <strong>pessoas com dificuldades mentais poderiam ser sujeitas a punições físicas, geralmente espancamentos, como uma forma de represália por seu comportamento antissocial e indesejado</strong>. Algumas vezes, até como tentativa de literalmente expulsar seus males.</p><p>Nos tempos da Inquisição, a loucura foi entendida como <strong>manifestação do sobrenatural, demoníaco e até satânico</strong>, e classificada como expressão de bruxaria, cujo tratamento caracterizou-se pela perseguição aos seus portadores, tal como se praticava com os hereges.</p><p>Na Europa, as famílias que possuíam a guarda de indivíduos apontados como portadores de alguma dificuldade mental eram vistas como fontes de vergonha e humilhação; muitas delas recorreriam a esconder seus entes em porões, às vezes prendendo-os, delegando-os aos cuidados dos empregados ou, simplesmente, abandonando-os, deixando-os nas ruas como mendigos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:20:59 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique, Kaue, Lucas e Samuel Lopes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Grécia: Doenças mentais vistas como causadas por deuses. Hipócrates sugeriu causas naturais e fisiológicas ligadas ao desequilíbrio dos quatro humores.<br>Roma: Adotou as visões gregas. Galeno continuou a teoria dos humores e enfatizou o equilíbrio do corpo. Tratamentos incluíam dietas e mudanças de estilo de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara n°1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://divina.Na">Na</a> antiguidade a loucura era considerada como uma manifestação divina. O ataque epiléptico , intitulado a doença sagrada, significava maus presságios quando ocorria durante os comícios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique, Kaue, Lucas, Samuel Lopes</title>
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         <description><![CDATA[<p>Influência religiosa forte, doenças mentais vistas como possessão demoníaca ou punição divina.<br>Tratamentos incluíam exorcismos e penitências. Doentes mentais eram cuidados em mosteiros ou isolados em asilos, muitas vezes com maus-tratos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:37:47 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique, Kaue, Lucas e Samuel Lopes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Redescoberta das ideias de Hipócrates e Galeno, mas a superstição ainda prevalecia.<br>Asilos proliferaram com condições desumanas, embora houvesse críticas e movimentos por tratamentos mais humanitários.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique, Kaue, Lucas e Samuel Lopes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>- <strong>Início do século XX</strong>: Psicanálise de Freud trouxe foco no inconsciente. Tratamentos controversos como lobotomia e terapias de choque.<br>- <strong>Desenvolvimento de medicamentos</strong>: Revolucionou o tratamento.<br>- <strong>Desinstitucionalização</strong>: Integração de pacientes na comunidade.<br>- <strong>Contemporaneidade</strong>: Saúde mental vista como essencial para o bem-estar. Aumento da pesquisa e redução do estigma, com ênfase em tratamentos holísticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:39:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vítor N32, Luís Felipe N16, João N9</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na I<strong>dade Média</strong> as cidades escorraçavam(expulsavam com violência) os loucos, os deixando correr pelos campos distantes, quando não eram confiados a grupos de mercadores e peregrinos. Também haviam barcos que levavam os insanos de uma cidade para outra, e como errantes eles vagavam de cidade em cidade. </p><p>Ela também foi entendida como manifestação do sobrenatural, demoníaco e até satânico, e classificada como expressão de bruxaria, cujo tratamento caracterizou-se pela perseguição aos seus portadores. Algumas opções de tratamento além das limitações do cuidado familiar se fariam presentes, como as casas de trabalho – que eram paróquias vinculadas à igreja oferecendo alojamento, cuidados e alimentação básica aos mais pobres e mentalmente enfermos em troca de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:46:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara n°1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na idade média, a loucura foi entendida como manifestação do sobrenatural, demoníaco e até satânico, e classificada como expressão de bruxaria, cujo tratamento caracterizou-se pela perseguição aos seus portadores, tal como se praticava com os hereges.</p><p><br/></p><p>Já na visão de alguns filósofos como Sócrates e Platão era considerada até mesmo um privilégio. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:48:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara n°1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nessa época, entre os séculos XIV e XVI, a loucura era vista como um saber esotérico sobre a natureza da vida. Os loucos 'conhecidos' eram tolerados, mas os loucos 'estranhos', com comportamentos desviantes e bizarros, incluindo os bêbados e os devassos, eram confinados em navios numa espécie de exílio ritualístico.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:54:08 UTC</pubDate>
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         <title>Vitor N32,  Luís Felipe N16, João N9</title>
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         <description><![CDATA[<p>A prática psiquiátrica do século XX estava fundamentada na divisão da população entre normais e anormais, em um contexto em que o Brasil via a população como força de trabalho. Os considerados anormais eram vistos como degenerados que precisavam de tratamento especial para se tornarem úteis à sociedade. Surgiu então a ideia de "doenças sociais", como alcoolismo, epilepsia e sífilis, que eram vistas como endemias sociais e representavam um risco à ordem social. A loucura foi medicalizada e o tratamento psiquiátrico continuava a envolver o isolamento do paciente da vida social, com colônias agrícolas sendo incorporadas como opção de tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 14:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente a loucura é segundo a psicologia uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade ou a realização de coisas sem sentido. É resultado de algum transtorno mental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 15:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>João N9 Vitor N32 Luís N16</title>
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         <link>https://padlet.com/profmirtes12/p6z2dywuc11n4a20/wish/3068854059</link>
         <description><![CDATA[<p>A prática psiquiátrica do século XX estava fundamentada na divisão da população entre normais e anormais, em um contexto em que o Brasil via a população como força de trabalho. Os considerados anormais eram vistos como degenerados que precisavam de tratamento especial para se tornarem úteis à sociedade. Surgiu então a ideia de "doenças sociais", como alcoolismo, epilepsia e sífilis, que eram vistas como endemias sociais e representavam um risco à ordem social. A loucura foi medicalizada e o tratamento psiquiátrico continuava a envolver o isolamento do paciente da vida social, com colônias agrícolas sendo incorporadas como opção de tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 15:03:58 UTC</pubDate>
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