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      <title>Filosofia 11º by Fabiana Brito Sousa</title>
      <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9</link>
      <description>Fabiana Sousa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-24 08:48:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-05 19:01:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Conhecimento</title>
         <author>a18785</author>
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         <description><![CDATA[<p>1. <em><mark>Características do conhecimento proposicional</mark></em>: </p><p>   - Para Platão, o conhecimento é uma crença verdadeira e justificada.</p><p>   - Entretanto, situações mostram que nem toda crença verdadeira e justificada garante conhecimento, levantando dúvidas sobre como assegurar sua validade.</p><p>2. <em><mark>Tipos de conhecimento</mark></em>:</p><p>   - Prático (como habilidades)</p><p>   - Proposicional (juízos sobre a realidade)</p><p>   - Por contacto (experiência direta)</p><p>3. <em><mark>Ceticismo filosófico</mark></em>:</p><p>   - Defende que nenhuma crença está suficientemente justificada, questionando se o conhecimento verdadeiro é possível.</p><p>   - <strong>Argumentos céticos</strong>:</p><p>     - <strong>Ilusão</strong>: Sentidos fornecem percepções enganosas.</p><p>     - <strong>Sonho</strong>: Dificuldade em distinguir sonho de realidade.</p><p>     - <strong>Gênio maligno</strong>: Hipóteses que sugerem constante engano.</p><p><mark>4. </mark><em><mark>Críticas ao ceticismo</mark></em>:</p><p>   - Nem todas as percepções sensoriais são falsas.</p><p>   - A distinção entre realidade exterior e interior não implica que tudo seja ilusório.</p><p>   - Suspender o juízo sobre todas as crenças é impraticável na vida cotidiana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-24 08:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>René Descartes</title>
         <author>a18785</author>
         <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9/wish/3303033004</link>
         <description><![CDATA[<p>1. <em><mark>Dúvida metódica</mark></em>:</p><p>   - Descartes adota a dúvida como método, mas de forma <em>metódica</em>, e não como fim, como no ceticismo.</p><p>   - Questiona os sentidos, a educação, os raciocínios precipitados e até a hipótese de um "génio maligno" que o engana.</p><p>2. <em><mark>Critérios de verdade</mark></em>:</p><p>   - Define que as ideias verdadeiras são <em>claras e distintas</em>.</p><p>   - Segue regras como evidência, análise, síntese e enumeração para orientar o raciocínio.</p><p>3. <em><mark>Cogito ergo sum ("Penso, logo existo")</mark></em>:</p><p>   - Descobre no pensamento a primeira certeza indubitável.</p><p>   - Esta ideia, clara e distinta, serve de base para construir todo o sistema de conhecimento.</p><p>4. <em><mark>Deus como garantia do conhecimento</mark></em>:</p><p>   - Reconhece Deus como uma entidade perfeita que assegura a veracidade das ideias claras e distintas.</p><p>   - Argumenta a existência de Deus a partir da ideia de perfeição presente na mente humana.</p><p>5. <em><mark>Tipos de ideias</mark></em>:</p><p>   - <strong>Inatas</strong>: Derivam exclusivamente da razão e são claras e distintas.</p><p>   - <strong>Adventícias</strong>: Provêm dos sentidos.</p><p>   - <strong>Factícias</strong>: Construídas pela imaginação.</p><p>6. <em><mark>Críticas ao pensamento cartesiano</mark></em>:</p><p>   - <strong>Exclusividade da razão</strong>: Ignorar os sentidos pode tornar o conhecimento demasiado abstrato.</p><p>   - <strong>Raciocínio circular</strong>: Deus garante as ideias claras e distintas, mas a existência de Deus é provada por essas mesmas ideias.</p><p>   - <strong>Prova da existência de Deus</strong>: A ideia de perfeição não é suficientemente clara para justificar a existência divina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-24 09:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento científico</title>
         <author>a18785</author>
         <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9/wish/3303038372</link>
         <description><![CDATA[<p>1. <em><mark>Conhecimento Vulgar e Conhecimento Científico</mark></em></p><p><em> </em><strong>Conhecimento Vulgar</strong><em>  </em></p><p>  - <strong>Características</strong>:  </p><p>    - Base inicial para todos os outros tipos de conhecimento.     - Transmitido culturalmente, geração após geração.  </p><p>    - Resolve problemas práticos cotidianos.  </p><p>  - <strong>Limitações</strong>:  </p><p>    - <strong>Não fundamentado</strong>: Ausência de provas racionais.  </p><p>    - <strong>Sem método</strong>: Não segue regras organizadas de investigação.  </p><p>    - <strong>Sem crítica</strong>: Aceito como verdadeiro sem questionamento.  </p><p>    - <strong>Teoricamente frágil</strong>: Explicações superficiais.  </p><p><strong>Conhecimento Científico</strong>  </p><p>  - <strong>Características</strong>:  </p><p>    - <strong>Rigoroso</strong>: Metodológico e detalhado.  </p><p>    - <strong>Objetivo</strong>: Baseia-se na realidade observável.  </p><p>    - <strong>Racional</strong>: Fundamentado em lógica e raciocínio.  </p><p>    - <strong>Método experimental</strong>: Observação sistemática e experimentação.  </p><p>    - <strong>Crítico</strong>: Questões são analisadas e refutadas constantemente.  </p><p>    - <strong>Teoria e prática</strong>: Explica a realidade e permite aplicá-la em soluções práticas.  </p><p>2. <em><mark>Método Experimental</mark></em></p><p> 1. <strong>Observação</strong>: Identificação de fenômenos e coleta de dados.  </p><p> 2. <strong>Hipótese</strong>: Proposição inicial para explicar o fenômeno.  </p><p> 3. <strong>Experimentação</strong>: Teste da hipótese através de experimentos controlados.  </p><p> 4. <strong>Conclusão</strong>: Aceitação, rejeição ou revisão da hipótese com base nos resultados.  </p><p>3. <em><mark>Demarcação do Conhecimento Científico  </mark></em></p><p>  <strong>Problema da Demarcação</strong>  </p><p>   - Distinguir ciência de não-ciência (e.g., pseudociências).  </p><p>   - Critérios de demarcação:  </p><p>      - <strong>Verificabilidade</strong>: Testar a validade de uma teoria através de observações empíricas.  </p><p>      - <strong>Falsificabilidade</strong>: Testar a capacidade de uma teoria ser refutada.  </p><p>  <strong>Pseudociências</strong>  </p><p>   - Não seguem os princípios científicos.  </p><p>   - Buscam se apresentar como ciência sem atender aos critérios de verificabilidade ou falsificabilidade.  </p><p>4. <em><mark>Critério da Verificabilidade</mark></em>  </p><p>- <strong>Origem</strong>: Proposto por Auguste Comte no século XIX.  </p><p>- <strong>Positivismo</strong>:  </p><p>  - Baseia-se na ciência como única fonte de verdade.  </p><p>  - Rejeita a metafísica e o conhecimento religioso.  </p><p>  - Sustenta-se na experiência e na análise empírica.  </p><p>- <strong>Neopositivismo</strong> (Círculo de Viena, século XX):  </p><p>  - Agrega análise lógica da linguagem.  </p><p>  - Para ser significativa, uma proposição deve ser empiricamente verificável.  </p><p> <strong>Limitações do Verificabilismo</strong>  </p><p>  - Não se aplica a leis universais da natureza, pois seria necessário um número infinito de observações.  </p><p> <strong>Carnap e o Critério de Confirmação</strong></p><p>  - Substituiu o verificacionismo por confirmação probabilística.  </p><p>  - Propõe que um número finito de observações pode calcular a probabilidade de um enunciado ser verdadeiro.  </p><p>5. <em><mark>Critério da Falsificabilidade</mark></em>  </p><p>- <strong>Proponente</strong>: Karl Popper.  </p><p>- <strong>Crítica ao Verificacionismo</strong>:  </p><p>  - Permite a validação de proposições gerais sem limites claros.  </p><p>  - Não diferencia ciência de pseudociência.  </p><p> <strong>Fundamentos da Falsificabilidade</strong>  </p><p>  - Uma teoria científica deve ser <strong>empiricamente testável</strong>.  </p><p>  - O objetivo é tentar refutar a teoria, e não confirmá-la.  </p><p>  - Quanto mais arriscada (sujeita a ser refutada), maior o valor científico de uma teoria.  </p><p>  - Teorias que não podem ser falsificadas são pseudociências.  </p><p>  <strong>Exemplo</strong>:  </p><p>    - A teoria "todos os cisnes são brancos" é testável ao encontrar um cisne negro.  </p><p> <strong>Características da Ciência Segundo Popper</strong>  </p><p>  1. A ciência deve buscar proposições refutáveis.  </p><p>  2. Quanto maior o conteúdo empírico e as proibições de uma teoria, maior seu grau de falsificabilidade.  </p><p>  3. Enunciados universais não são diretamente verificáveis, apenas os particulares.  </p><p> <strong>Críticas ao Falsificacionismo</strong>  </p><p>  - Considerado insuficiente para definir o que é ciência.  </p><p>  - Na prática, os cientistas não descartam imediatamente teorias ao encontrar contradições; adaptam-nas ou refinam-nas.  </p><p>6. <em><mark>Perspectiva Indutivista e Dedutivista</mark></em></p><p> <strong>Indutivismo</strong>  </p><p>  - Baseado no raciocínio <strong>indutivo</strong>: Observações particulares levam a leis gerais.  </p><p>  - Exemplo:  </p><p>    - Observação: "O sol nasceu hoje, ontem e anteontem."  </p><p>    - Conclusão: "O sol nasce todos os dias."  </p><p>    - Limitação: Não garante a verdade universal.  </p><p> <strong>Dedutivismo</strong>  </p><p>  - Baseado no raciocínio <strong>dedutivo</strong>: Leis gerais são aplicadas para prever eventos particulares.  </p><p>  - Exemplo:  </p><p>    - Lei: "Todos os metais se expandem ao serem aquecidos."  </p><p>    - Previsão: "Este pedaço de ferro expandirá se for aquecido."  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-24 09:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>David Hume</title>
         <author>a18785</author>
         <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9/wish/3303038603</link>
         <description><![CDATA[<p>1. <em><mark>Oposição ao Racionalismo Cartesiano</mark></em></p><p>- <strong>Racionalismo cartesiano</strong>: Confiança na razão e no conhecimento a priori.</p><p>- <strong>Hume</strong>: </p><p>  - Fundamenta o conhecimento em dados empíricos (a posteriori).</p><p>  - Inspira-se na ascensão das ciências e no Iluminismo.</p><p>  - Adota um ceticismo quanto à razão e à metafísica.</p><p>2. <em><mark>Teoria das Perceções</mark></em></p><p>- <strong>Conteúdos da mente</strong>: Divididos em impressões e ideias.</p><p>  - <strong>Impressões</strong>: </p><p>    - Perceções mais vívidas e fortes (ex. dor, alegria).</p><p>  - <strong>Ideias</strong>:</p><p>    - Cópias enfraquecidas das impressões.</p><p>    - Exemplo: Recordação da dor → ideia derivada de uma impressão anterior.</p><p>- <strong>Associação de ideias</strong>: O conhecimento surge pela conexão entre ideias, regida por três princípios:</p><p>  1. <strong>Semelhança</strong>: Ideias semelhantes conectam-se.</p><p>  2. <strong>Contiguidade</strong>: Proximidade no espaço ou tempo.</p><p>  3. <strong>Causalidade</strong>: Relação entre causa e efeito.</p><p>3. <em><mark>Tipos de Conhecimento</mark></em></p><p>- <strong>Relação de ideias</strong>:</p><p>  - A priori.</p><p>  - Baseado apenas nas relações entre ideias.</p><p>  - Necessário e lógico (e.g., “Um triângulo tem três lados”).</p><p>- <strong>Questões de facto</strong>:</p><p>  - A posteriori.</p><p>  - Baseado na experiência e na realidade.</p><p>  - Permite o conhecimento concreto do mundo.</p><p>4. <em><mark>Relação de Causa e Efeito</mark></em></p><p>- Todo raciocínio sobre questões de facto envolve causalidade.</p><p>  - <strong>Origem da causalidade</strong>: Conjunção constante observada na experiência, não uma conexão necessária.</p><p>  - <strong>Natureza indutiva</strong>:</p><p>    - Baseia-se no princípio da uniformidade da Natureza.</p><p>    - Não pode ser racionalmente justificada.</p><p>  - Consequência: O conhecimento fica limitado ao domínio da probabilidade.</p><p>  - Base prática: O hábito guia nossas inferências e ações.</p><p>5. <em><mark>Limitações e Críticas à Teoria de Hume</mark></em></p><p> 1. <strong>Exclusão de conceitos sem experiência sensível</strong>:</p><p>   - Limitação ao domínio empírico exclui discussões metafísicas.</p><p> 2. <strong>Problemas na distinção entre impressões e ideias</strong>:</p><p>   - A primazia das impressões sobre as ideias não é clara.</p><p> 3. <strong>Fragilidade do princípio da causalidade</strong>:</p><p>   - Explicação baseada em conjunção constante não é suficientemente robusta.</p><p> 4. <strong>Problema da indução</strong>:</p><p>   - Indução não justifica racionalmente as crenças, comprometendo seu valor como método de conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-24 09:06:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>a18785</author>
         <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9/wish/3480720372</link>
         <description><![CDATA[<p> 1. <em><mark>Transformações do conceito de arte ao longo do tempo</mark></em></p><ul><li><p>Durante séculos, a arte foi associada à ordem, proporção e técnica.</p></li><li><p>A partir do século XVII, a arte passa a ser vista como expressão de beleza para agradar o público.</p></li><li><p>Nos séculos XIX e XX, mudanças sociais e culturais reformulam a visão da arte.</p></li><li><p>A filosofia estética passa a questionar a essência da arte e dos juízos estéticos.</p></li></ul><p> 2. <em><mark>A estética filosófica</mark></em></p><ul><li><p>Até o século XIX, a estética focava na beleza e nos juízos estéticos.</p></li><li><p><strong>Objetivismo:</strong> a beleza está em qualidades objetivas (proporção, harmonia).</p></li><li><p><strong>Subjetivismo:</strong> foca na experiência individual do observador.</p></li><li><p><strong>Kant:</strong> tenta unir as duas correntes — o gosto é subjetivo, mas aspira à universalidade.</p></li></ul><p> 3. <em><mark>Arte como representação</mark></em></p><ul><li><p>Arte é imitação da Natureza ou da ação humana (<strong>mimese</strong>).</p></li><li><p><strong>Platão:</strong> a arte é uma cópia da realidade sensível (ilusão).</p></li><li><p><strong>Aristóteles:</strong> a arte tem valor emocional e catártico.</p></li><li><p>Vigorou até o século XIX, mas é criticada por ser limitada e ambígua.</p></li></ul><p> 4. <em><mark>Arte como expressão</mark></em></p><ul><li><p>No século XIX, surge a ideia de que arte expressa emoções do artista.</p></li><li><p>Exige: artista, audiência e estado emocional partilhado.</p></li><li><p>Mais abrangente que a representação, mas ainda excludente.</p></li></ul><p> 5. <em><mark>Teoria da forma significante (Clive Bell</mark></em>)</p><ul><li><p>A arte é aquilo que provoca <strong>emoção estética</strong> por meio da <strong>forma significante</strong>.</p></li><li><p>Formas e combinações misteriosas emocionam o espectador.</p></li><li><p>Conceitos considerados circulares e vagos.</p></li></ul><p> 6. <em><mark>Teoria institucional da arte (Dickie)</mark></em></p><ul><li><p>Um objeto torna-se arte quando o <strong>mundo da arte</strong> lhe atribui esse estatuto.</p></li><li><p>A arte é um <strong>processo institucional</strong>.</p></li><li><p>Críticas apontam para a exclusão de formas artísticas fora desse sistema (como a arte primitiva ou solitária).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 18:51:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a18785</author>
         <link>https://padlet.com/a18785/p6ti162gwdbv44i9/wish/3480725602</link>
         <description><![CDATA[<p>1. <em><mark>Filosofia vs. Religião</mark></em></p><ul><li><p>A <strong>filosofia da religião</strong> reflete racionalmente sobre a fé e a experiência religiosa.</p></li><li><p>Negar a relação entre filosofia e religião é limitar a razão e reduzir a religião ao irracional.</p></li></ul><p>2. <em><mark>O Sagrado e a Religião</mark></em></p><ul><li><p>A religião religa o ser humano ao <strong>sagrado</strong>, uma realidade transcendente e superior.</p></li><li><p>Existem formas “menores” de religiosidade baseadas em crenças intuitivas e instáveis.</p></li></ul><p>3. <em><mark>Sentido da Vida e Fé</mark></em></p><ul><li><p>O ser humano, finito e frágil, busca sentido na existência — muitas vezes na religião.</p></li><li><p>A fé liga o humano ao divino, atribuindo um sentido profundo à vida.</p></li></ul><p>4. <em><mark>Fé e Razão</mark></em></p><ul><li><p><strong>Ateísmo/agnosticismo</strong>: fé e razão são incompatíveis.</p></li><li><p><strong>Fideísmo</strong>: não é possível provar Deus pela razão.</p></li><li><p><strong>Teísmo</strong>: fé e razão são compatíveis.</p></li></ul><p>5. <em><mark>Visões sobre Deus</mark></em></p><ul><li><p>O <strong>teísmo</strong> defende racionalmente a existência de um Deus criador, eterno e infinito.</p></li><li><p>Distingue-se de agnosticismo, ateísmo, deísmo e panteísmo.</p></li><li><p>A <strong>teologia natural</strong> busca justificar Deus sem recorrer à Revelação.</p></li><li><p>Surge o dilema: se Deus tudo sabe, como somos livres?</p></li></ul><p>6. <em><mark>Argumentos para a Existência de Deus</mark></em></p><p> 6.1. <strong>Ontológico (a priori)</strong></p><ul><li><p>Deus é concebido como perfeito; se não existisse, algo mais perfeito poderia ser pensado.</p></li><li><p>Crítica: provar a existência só pela ideia pode levar a absurdos.</p></li></ul><p> 6.2. <strong>Causalidade (Cosmológico)</strong></p><ul><li><p>Se o universo não se causou a si próprio, há uma causa primeira: Deus.</p></li><li><p>Críticas:</p><ul><li><p>Deus pode não ter os atributos teístas.</p></li><li><p>Pode haver múltiplas causas.</p></li><li><p>Causa primeira não prova que é Deus.</p></li></ul></li></ul><p>6.3. <strong>Finalidade (Teleológico)</strong></p><ul><li><p>A ordem e complexidade do universo indicam um criador inteligente.</p></li><li><p>Críticas:</p><ul><li><p>A evolução explica a complexidade.</p></li><li><p>Se Deus criou tudo com um fim, também criou o mal.</p></li></ul></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:00:26 UTC</pubDate>
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