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      <title>O que produtores de conteúdo indígena falam sobre o meio ambiente? by Isabelle Nogueira</title>
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      <description>1°C-Cauê n°4, Isabelle n°15, Lorenzo n°21, Natália n°26, Júlia n°35</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-06 13:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Christian Wariu Tseremay</title>
         <author>isanogueira0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Perfil</mark></strong><br>Christian Wariu Tseremay é criador do canal do Youtube Wariu, estudante de comunicação e jornalismo, e influencer. Nascido em território Xavante na região do Araguaia. Atualmente mora em Brasília e atua como coordenador de comunicação da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso e seu pai, como presidente.<br><br><strong><mark>Principais Ideias </mark></strong><br>Usa seu canal para desmentificar preconceitos e ideias esteriotipadas sobre os povos Indígenas. Hoje em dia o jovem também faz parte dos podcasts "<a href="https://open.spotify.com/episode/3EsCp2XGqXPXarGlCVSaBw?si=q3J3bRycT9CWhkLjjl-EhQ">Voz Indígena</a>" e "<a href="https://open.spotify.com/show/6AaTJaUXByqGC0A9FYwXeR">Copiô, Parente</a>". Também junto com a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e do Coletivo 105, lançaram o curso Guerreiros Digitais que fornece capacitação para comunicadores de diversos povos originários.<br><br><strong><mark>Etnia<br></mark></strong>Christian é um indígena de Etnia Xavante, com ascendência Guarani Nhandeva. Os povos Xavantes se estabelecem no estado do Mato Grosso.<br><br><strong><mark>Descubra Mais<br></mark></strong><strong>-</strong>https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2021/04/19/indigena-influencer-diz-que-espera-desmistificar-preconceitos.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-06 13:51:34 UTC</pubDate>
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         <title>Luciene Kaxinawá</title>
         <author>isanogueira0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Perfil </mark></strong><br>Primeira repórter indígena da televisão brasileira, produtora de conteúdo, editora, apresentadora e supervisora de imagem. Luciene Kaxinawá com seus 26 anos já foi correspondente na Amazônia pela CNN Brasil e participou da revista VOGUE Br em uma edição sobre a Amazônia.<br><strong><mark><br>Principais Ideias</mark></strong><br>Durante sua formação em Jornalismo Luciene começou a cobrir conflitos relacionados aos povos indígenas da região Norte e das fronteira brasileiras. Fez reportagens sobre política, âmbito ambiental, conflitos na divisa do Brasil com a Bolívia, entre outras<br><br><strong><mark>Etnia<br></mark></strong>Luciene é uma indígena do povo Huni Kuin da etnia Kaxinawá. Os povos Huni Kuin se estabelecem na região do norte do Brasil e na fronteira com o Peru.<br>&nbsp;<br><strong><mark>Descubra Mais</mark></strong><br>https://www.youtube.com/watch?v=pJU3XkJ57xI</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 23:52:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ailton Krenak</title>
         <author>isanogueira0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Perfil</mark></strong><br>Ailton Krenak é um ativista, ambientalista, escritor e líder indígena nascido em 29 de setembro de 1953 em Minas Gerais. Aos 17 anos, se mudou para o Paraná com sua família, onde foi alfabetizado aos 18 anos e se tornou jornalista e produtor gráfico, já em sua vida adulta, Ailton passou a dedicar seus estudos e sua vida ao ativismo e ao movimento indígena.<br><br><strong><mark>Principais Ideias</mark></strong><br>Em 1985 fundou o Núcleo de Cultura Indígena, ONG localizada na Serra do Cipó (MG), e em 1986 teve sua participação garantida na Assembleia Nacional Constituinte para a formulação da Constituição Brasileira de 1988. Ainda na década de 1980, Ailton Krenak fundou a União das Nações Indígenas (UNI), que procurava unificar reivindicações indígenas, continuando assim seu trabalho de ativismo no movimento indígena. Em 2020 ganhou o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano, oferecido pela União Brasileira de Escritores. Publicou livros como “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019), “A Vida Não é Útil” (2020) e “O amanhã não está à venda” (2020), e é autor de uma das cartas do livro “Cartas para o Bem Viver” (2021).&nbsp;<br><br><strong><mark>Etnia</mark></strong><mark><br></mark>Os Krenak são os últimos Botocudos do Leste, vítimas de constantes massacres decretados como "guerras justas" pelo governo colonial. Hoje, vivem numa área reduzida reconquistada com grandes dificuldades.<br><br><br><strong><mark>Descubra Mais</mark></strong><br><br>https://guiadoestudante.abril.com.br › ...Quem é Ailton Krenak, escritor indígena que entrou para a lista da Unicamp<br><br>https://conexaoplaneta.com.br › blogTrajetória do líder indígena Ailton Krenak é narrada em documentário<br><br>https://amazoniareal.com.br › ailton-...Ailton Krenak e as "ideias para adiar o fim do mundo" - Amazônia Real</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 23:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Katu Mirim</title>
         <author>isanogueira0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Perfil</mark></strong><br>Katú Mirim é uma rapper, cantora, compositora, atriz e ativista da causa indígena. É reconhecida por suas letras, que através do rap/rock (ou hip-rock como ela cunhou em 2021), reconta a história da colonização pela ótica indígena, fala das suas vivencias, identidade, gênero e orientação sexual (mulher lésbica).<br><br><strong><mark>Principais Ideias </mark></strong><br>Katú Mirim ganhou notoriedade na internet quando publicou no YouTube um vídeo levantando a hashtag "#indionaoefantasia" abrindo o debate sobre os símbolos que eram utilizados de maneira indiscriminada e questionando aos usuários, se a sua utilização realmente se tratava de uma homenagem.<br>Ela levantou questões até então pouco discutidas no cenário musical atual, como indígenas em contexto urbano, o resgate da ancestralidade, o uso indiscriminado da cultura indígena e a forma como são tratados os indígenas no Brasil.<br><br><strong><mark>Etnia</mark></strong><br>Katú é uma indígena da etnia <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bororos"><em>Boe Bororo</em></a><em>.</em>O povo Boe Bororo foi sequestrado de Mato Grosso e escravizado na cidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jundia%C3%AD">Jundiai</a> deixando na cidade seus descendentes. <br><br><strong><mark>Descubra Mais</mark></strong><br>instagram: @katumirim<br>https://www.youtube.com/watch?v=ZpLgAQIMu0s</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 00:04:01 UTC</pubDate>
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         <title>Eliane Potiguara</title>
         <author>isanogueira0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Perfil</mark></strong><br>Eliane Lima dos Santos foi a primeira mulher indígena a publicar um livro no Brasil, '<em>A terra é a mãe do índio', </em>professora, escritora, ativista e empreendedora indígena brasileira. Recebeu em dezembro de 2021 o título de doutora<em> “honoris causa”</em>, do Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde se formou em Letras e Educação.<br>Possui 7 livros publicados e seus textos já estiveram em diversos sites, antologias e <em>e-books</em> nacional e internacional. Premiada também pelo Pen Club da Inglaterra e Fundo Livre de Expressão (USA).<br><strong><mark><br>Principais Ideias</mark></strong><br>Eliane Potiguara, é fundadora Grupo Mulher-Educação Indígena (Grumin), membro do Enlace Continental de Mujeres Indígenas de las Americas (Ecmia), além disso é também embaixadora da paz pela Organização das Nações Unidas (ONU) e participou por muitos anos da elaboração da Declaração Universal dos Direitos Indígenas,&nbsp; em Genebra.<br> <br><strong><mark>Etnia</mark></strong><br>Eliane é uma indígena da etnia Potiguara com ancetralidades dos povos Tupi-Guarani. Os Potiguaras se estabelecem no Nordeste brasileiro.<br><br><strong><mark>Descubra mais</mark></strong><br>http://www.elianepotiguara.org.br/images/historico.pdf<br>https://www.youtube.com/watch?v=TZwOXaJVzYU<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 00:31:53 UTC</pubDate>
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