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      <title>Televisão e Educação by Camila Ruiz</title>
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      <description>Fruir e pensara TV.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-06 04:42:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Acredito que mobilizar a televisão como recurso de aprendizagem faz sentido e por tornar-se um elemento realmente significativo no contexto escolar, desde que fiquem bem compreendidos suas funções e seus limites pedagógicos. E, claro, desde que os professores interessados recebam uma preparação consistente para fazê-lo.” (FISCHER, 2001. p.112) </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:53:03 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Uma leitura mais qualificada permite-nos dar conta de que, na televisão, nada é simples:mais e mais se tornam fluidas, por exemplo, as interfaces entra a informação, a ficção, a publiicidade comercial, a propaganda. Mais e mais se tornam complexas questões como a veracidade da informação e a qualidade das programações: nada é inocente.”(FISCHER,2001, p.118)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:54:04 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/p6c47e2e9umw/wish/300820062</link>
         <description><![CDATA[<div>“Educar para a televisão consistiria em introduzir nas escolas um processo de aprendizagem de leitura e análise comerciais, programas de TV, filmes e obras videográficas. Do mesmo modo que a leitura da linguagem verbal, essa aprendizagem exige basicamente uma prática devidamente apoiada e orientada. A leitura audiovisual mais qualificada expande a capacidade compreender, distinguindo e ao mesmo tempo integrando conteúdos e formas. Apura a percepção visual e auditiva, permitindo identificar e apreciar a composição imagem/som/texto, que é a própria essência dessa linguagem e fonte de atração.” (FISCHER, 2001, 117)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:54:44 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>“ De qualquer forma, penso que o trabalho pedagógico se insere justamente aí: como exercício de selecionar determinados objetos – no caso, a televisão e seus produtos – e de transformá-los em documentos para fruição, investigação e pensamento, retirando-os por instantes daquele conjunto de objetos que olhamos “ quase sem olhar”. Para quê? Em primeiríssimo lugar, para “colocar em ato” as múltiplas possibilidades de nosso olhar e daquilo que nos olha.” (FISCHER, 2001, p. 57)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:55:19 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Ao transformar a TV em objeto de estudo, estamos propondo a compreensão de que nosso olhar e o mundo não se separam, assim como ocorre com as palavras e as coisas.” (FISCHER, 2001, p. 56). </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:55:53 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>“[...] o simples olhar que depositamos sobre as imagens carrega sempre a possibilidade de fazer algo com elas.”(FISCHER, 2001, p. 53).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:56:28 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>"[...] queremos tratar da TV como criação, como produção cultural que nos oferece uma série de possibilidades de expressão audiovisual,   de comunicação de sentimentos, idéias, indagações, informações; ao mesmo tempo, desejamos fazer desse estudo da TV uma forma de pensar os problemas, as possibilidades e os impasses da educação na contemporaneidade – fortemente marcados por alguns sintomas culturais, relacionados às mudanças tecnológicas nas diferentes práticas de comunicação e de informação de nosso tempo." (FISCHER, 2001, P. 20)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:57:28 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>"[...]falando em modos de existência narrados através de sons e imagens que, a meu ver, têm uma participação significativa na vida das pessoas, uma vez que de algum modo pautam, orientam, interpelam o cotidiano de milhões de cidadãos brasileiros – ou seja, participam da produção de sua identidade individual e cultural e operam sobre a constituição de sua subjetividade."(FISCHER, 2001, P. 19)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:58:02 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/p6c47e2e9umw/wish/300820456</link>
         <description><![CDATA[<div>"A TV – poderíamos dizer – opera como uma espécie</div><div>de processador daquilo que ocorre no tecido social, de tal forma que “tudo” deve passar por ela, “tudo” deve ser narrado, mostrado, significado por ela. Não há dúvidas, por exemplo, de que a TV seria um lugar privilegiado de aprendizagens diversas; aprendemos com ela desde formas de olhar e tratar nosso próprio corpo até modos de estabelecer e de compreender diferenças de gênero (isto é, de como “são” ou “devem ser” homens e mulheres), diferenças políticas, econômicas, étnicas, sociais, geracionais." (FISCHER, 2001,P. 19)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:58:36 UTC</pubDate>
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         <author>kamyla_kk</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A TV torna visíveis para nós uma série de olhares de pessoas concretas – produtores, jornalistas, atores, roteiristas, diretores, criadores, enfim, de produtos televisivos  a respeito de um sem-número de temas e acontecimentos. Quando assistimos à TV, pode-se afirmar que esses olhares dos outros também nos olham, mobilizam-nos, justamente porque é possível enxergar ali muito do que somos (ou do que não somos), do que negamos ou daquilo em que acreditamos, ou ainda do que aprendemos a desejar ou a rejeitar ou simplesmente a apreciar. Em poucas palavras: em maior ou menor grau, nós sempre estamos um pouco naquelas imagens." (FISCHER, 2001, P. 16)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 04:59:10 UTC</pubDate>
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         <author>josidiasoliveira3</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Mergulhar nesse universo das diferentes formas e estratégias de produção, veiculação e recepção de artefatos culturais é participar de uma investigação permanente sobre nós mesmos, nossa cultura, as relações de poder em nossa sociedade, os modos de constituir sujeitos e de interpelar indivíduos e grupos sociais. É também fazer o aprendizado da fruição de um tipo de produção muito específica que, de um modo ou de outro, nos olha e recebe, cotidianamente, o nosso olhar.” (FISCHER, 2001, p. 109)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 17:41:29 UTC</pubDate>
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