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      <title>𝐇𝐈𝐒𝐓𝐎́𝐑𝐈𝐀 𝐄 𝐂𝐔𝐋𝐓𝐔𝐑𝐀 𝐀𝐅𝐑𝐎-𝐁𝐑𝐀𝐒𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐀 𝐄 𝐈𝐍𝐃𝐈́𝐆𝐄𝐍𝐀 by MARIA RAILANE DOS SANTOS BARROS</title>
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      <description>UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-06 23:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>01</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Olá hoje iremos falar um pouco sobre os povos originários do Brasil. Ao final da aula gostaria de convidá-los para confeccionarmos um brinquedo de origem indígena para jorgarmos, a peteca, o que acham?<br>De origem indígena, a palavra peteca significa, em Tupi, golpear com a mão espalmada. A prática do jogo da peteca, pode-se dizer, é uma criação puramente brasileira. O Brasil ainda não havia sido descoberto pelos Portugueses e a peteca já era popular entre os nativos da região: os povos indígenas, junto dela faziam-se canções e danças para acompanhar. Dessa forma, com o passar do tempo e a permanência da prática da peteca pelos portugueses as gerações que sucederam também pegaram o hábito de jogá-la.</div><div><strong>Título:</strong>Jogo da<strong>&nbsp; </strong>Peteca<br><strong>Objetivo: </strong>Não deixar a peteca cair no chão. Caso ela caia no chão do lado do seu oponente, você ou seu time fará um ponto.</div><div><strong>Faixa etária: </strong>Ensino Fundamental Menor</div><div><strong>Recursos necessários: </strong>Sacola, plástica de supermercado, tesoura, algumas folhas de jornal e babante para fazer a rede.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>Cortem as alças da sacola, o fundo e as laterais. Vocês ficarão com dois retângulos. Amassem as folhas de jornal em formato de bolinha.</div><div>Coloquem essa bolinha no meio da sacola que recortou. Amarrem usando uma das alças da sacola, dando nós e cortando o excesso da alça.</div><div>Agora vamos fazer a rede. Basta esticar o barbante e prender suas extremidades com um laço.&nbsp; Pronto! Agora vamos brincar com a peteca</div><div>Vamos dividir a turma em quantidades iguais e ficará uma equipe de cada lado. O jogador que estiver com a peteca começa o jogo dando um tapa na base da peteca.</div><div>Vencerá o jogo a equipe que fizer mais pontos.<br><strong>Referências: </strong>https://portal.sme-mogidascruzes.sp.gov.br/storage/uploads/para-fazer-em-casa/s2/S2%20Atividade%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20F%C3%ADsica%20-%202o%20Ano.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>02</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Título:&nbsp; </strong>Dinâmica; Saberes sobre denominações dos grupos indígenas.</div><div><strong>Objetivo:</strong> conhecer de forma dinâmica nomes e características de povos&nbsp; indígenas.</div><div><strong>Faixa etária:</strong> EJA</div><div><strong>Recursos necessários: </strong>Caixa, cartões e pincéis.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>O Professor irá propor uma breve revisão sobre o nome de alguns povos indígenas e destacar uma característica, em seguida ela distribuirá cartões aos alunos com o nome destes povos e as características. A divisão deve ser feita de acordo com a quantidade de alunos de maneira que forme pares. Em seguida, cada um deverá procurar o seu par relacionando cada povo à sua característica.</div><div><strong>Adaptada de : </strong>Professora Rebeca Hennemann Vergara</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:07:19 UTC</pubDate>
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         <title>03</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Olá! queria convidá-los para conhecermos um pouco sobre nomes de alguns alimentos de origem indígena, para isso iremos jogar o jogo da memória combinado?</div><div><strong>Objetivo:</strong> conhecer de forma dinâmica nome de alguns alimentos de origem indígena.</div><div><strong>Faixa etária:</strong> Ensino Fundamental menor</div><div><strong>Recursos necessários:</strong> fichas com imagens de alguns alimentos&nbsp; e outras com seus nomes.</div><div><strong>Passo a passo:</strong> Neste jogo, depois de uma breve memorização sobre os alimentos, vocês irão embaralhar as fichas de modo que fiquem do lado contrário. Podem ser formados grupos e cada um irá pegar uma ficha e atribuir o alimento ao seu nome. Essa atividade será imprimida, depois as imagens serão recortadas para formar as fichas.</div><div><strong>Adaptada de:</strong> Professora Rebeca Hennemann Vergara</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>04</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Olá, hoje vamos conhecer nomes de lugares de origem indígena, para isso vamos nos aventurarmos com este caça-palavras, vamos lá!</div><div><strong>Título</strong>: atividade prática, caça-palavras.</div><div><strong>Objetivo: </strong>conhecer nomes de lugares de origem indígena.</div><div><strong>Faixa etária:</strong> Educação Infantil</div><div><strong>Recursos necessários:</strong> folhas com a atividade impressa.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>Serão<strong> </strong>distribuidas folhas com o caça-palavras, contendo nome de lugares de origens indígenas, vocês irão procurar esses nomes, mas não se preocupem pois terão auxílio do professor</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>05</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>Olá, hoje vamos falar sobre os povos indígenas no Nordeste. Depois de discutirmos um pouco sobre o tema, gostaria de compartilhar com vocês uma curiosidade interessante sobre os povos Tupinambás que são da região&nbsp; Nordeste. São os jogos indígenas estudantis realizados por estes povos. E para isso, iremos assistir a uma reportagem para entendermos melhor, combinado?</div><div><strong>Título: </strong>Reportagem sobre jogos indígenas estudantis dos povos Tupinambá</div><div><strong>Objetivo: </strong>Nessa reportagem, os alunos irão conhecer um poucos sobre a realização desses jogos e sua importância.<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Faixa etária: </strong>EJA</div><div><strong>Recursos necessários: </strong>Internet, notebooks, projetores</div><div><strong>Passo a passo: </strong>O professor, irá passar o vídeo após as discussões sobre o tema da aula, e em seguida os alunos podem falar suas contribuições a respeito do vídeo e trocar discussões com o professor</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Fm8muZdLSA8" />
         <pubDate>2022-06-11 18:09:10 UTC</pubDate>
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         <title>06</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, hoje vamos conhecer um pouco sobre a cultura indígena no piauí. Selecionei estes links para visitarmos depois das discussões com a intenção de conhcermos alguns aspectos sobre a cultura piauiense.<br><strong>Título: </strong>saberes da cultura indígena</div><div><strong>Objetivo:</strong> buscar saberes sobre a cultura indígena no Piauí</div><div><strong>Faixa etária: </strong>EJA</div><div><strong>Recursos necessários:</strong> internet e aparelhos digitais ( telefone, notebook, etc.)</div><div><strong>Passo a passo:</strong> os alunos irão ler e conhecer um pouco sobre a cultura indígena no Piauí e sua atual situação com o auxílio do professor</div><div><a href="https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2013/04/cultura-indigena-esta-sendo-dizimada-no-piaui-diz-cacique-jose-guilherme.html">https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2013/04/cultura-indigena-esta-sendo-dizimada-no-piaui-diz-cacique-jose-guilherme.html</a></div><div><a href="https://g1.globo.com/pi/piaui/piaui-de-riquezas/noticia/2020/08/22/indigenas-mantem-tradicao-de-tribo-viva-com-dancas-pinturas-corporais-e-ate-museu-no-piaui.ghtml">https://g1.globo.com/pi/piaui/piaui-de-riquezas/noticia/2020/08/22/indigenas-mantem-tradicao-de-tribo-viva-com-dancas-pinturas-corporais-e-ate-museu-no-piaui.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:09:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:11:30 UTC</pubDate>
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         <title>07</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, hoje nosso assunto será sobre as Artes indígenas, preparei este jogo para realizarmos, depois das discussões sobre o tema.&nbsp;</div><div><strong>Título: </strong>Arte indígena (quebra-cabeça)</div><div><strong>Objetivo: </strong>Conhecer a diversidade cultural dos povos indígenas, caracterizar os artefatos por seus materiais, estilos, formas e usos,&nbsp; Compreender os artefatos como cultura material e marcas identitárias&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária: </strong>EJA</div><div><strong>Recursos Necessários: </strong>internet e aparelhos digitais ( telefone, notebook, etc.)</div><div><strong>Passo a passo: </strong>A arte indígena é variada nas formas, usos e seus significados de artefatos para cada povo. Vamos conhecer a arte de 7 etnias brasileiras. Vocês deverão&nbsp; montar uma peça indígena que foi montada em vários pedaços. O professor irá auxiliá-los.&nbsp; Em anexo estão as peças que precisarão ser montadas e algumas informações sobre estas artes.&nbsp;</div><div>link para o jogo:</div><div>&nbsp;https://ensinarhistoria.com.br/jogos/puzzle-arte-indigena/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-11 18:12:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>CUNHA, Manuela Carneiro da. <strong>Índios no Brasil</strong>: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012.</div><div>FRANCO, Roberto Kennedy Gomes. <strong>Histórias orais dos remanescentes Indígenas no território do piauí do século XXI</strong>, 2014</div><div>Disponível em: <a href="https://www.encontro2014.historiaoral.org.br/resources/anais/8/1397450498_ARQUIVO_TEXTOCOMPLETOHistoriasOraisdosRemanescentesIndigenasnoTerritoriodoPiauinoSeculoXXI.pdf">https://www.encontro2014.historiaoral.org.br/resources/anais/8/1397450498_ARQUIVO_TEXTOCOMPLETOHistoriasOraisdosRemanescentesIndigenasnoTerritoriodoPiauinoSeculoXXI.pdf</a></div><div><strong>Guerras do Brasil, Doc. episódio 1&nbsp;</strong></div><div>https://www.youtube.com/watch?v=VeMlSgnVDZ4</div><div>OLIVEIRA, L.F.D E C; FERRÃO, V.M. <strong>Pedagogia decolonial e educação antirracista e intercultural no Brasil. </strong>ed. Educação em revista: 2010.</div><div>OLIVEIRA, João Pacheco de. <strong>Uma etnologia dos "índios misturados"? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais.</strong> <strong>Mana</strong> [online], 1998&nbsp;</div><div>Disponível em: &lt;<a href="https://www.scielo.br/j/mana/a/LXbFMZgsrbyVpZfdbdjy6zm/?lang=pt&amp;gt">https://www.scielo.br/j/mana/a/LXbFMZgsrbyVpZfdbdjy6zm/?lang= pt &amp; gt;.</a></div><div><strong>Povos indígenas no Brasil</strong></div><div>Disponível em:<a href="https://pib.socioambiental.org/pt/L%c3%adnguas">https://pib.socioambiental.org/pt/L%c3%adnguas</a></div><div>PONTES, Nadia. <strong>Em Brasília, mulheres indígenas fazem protesto inédito. </strong>Made for minds, 2019. Disponível em: <a href="https://www.dw.com/pt-br/em-bras%C3%ADlia-mulheres-ind%C3%ADgenas-fazem-protesto-in%C3%A9dito/a-50009227">https://www.dw.com/pt-br/em-bras%C3%ADlia-mulheres-ind%C3%ADgenas-fazem-protesto-in%C3%A9dito/a-50009227</a>&nbsp;</div><div>Acesso&nbsp; em: 13/06/2022</div><div>RIBEIRO, Darcy. <strong>Arte Índia</strong>. Rio de Janeiro: Suma etnológica brasileira, 1986.</div><div>SILVA, E.; PEIXOTO I.B. <strong>Os Índios na história do Nordeste</strong></div><div>Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=GI-Fhj9adfI">https://www.youtube.com/watch?v=GI-Fhj9adfI</a></div><div><strong>MUNANGA</strong>, Kabengele. Por que ensinar a história da África e do negro no Brasil de hoje? Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 62, p. 20–31, dez. 2015.</div><div>Disponível em: <a href="https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo3/index.html">https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo3/index.html</a></div><div>Acesso em: 28/07/2022</div><div>Disponível em: <a href="https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo3/cntnt/parte1.html">https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo3/cntnt/parte1.html</a></div><div>Acesso em: 28/07/2022</div><div>Disponível em: <a href="https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo4/index.html">https://africaarteeducacao.ciar.ufg.br/modulo4/index.html</a></div><div>Acesso em: 28/07/2022</div><div>Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=e3opnjse0Tk">https://www.youtube.com/watch?v=e3opnjse0Tk</a></div><div>Acesso em 26/07/2022</div><div>Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OmTBRcrurBk">https://www.youtube.com/watch?v=OmBRo cruz Bk</a></div><div>Acesso em: 26/07/2022 <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EAQranIgycA">https://www.youtube.com/watch?v=AranIcA</a></div><div><strong>LUCCHESI</strong>, D., BAXTER, A., and RIBEIRO, I., orgs. O português afro-brasileiro. Salvador:</div><div>EDUFBA, 2009,&nbsp;</div><div>Raça : novas perspectivas antropológicas / Livio Sansone, Osmundo Araújo</div><div>Pinho (organizadores). - 2 ed. rev. Salvador : Associação Brasileira de</div><div>Antropologia : EDUFBA, 2008.</div><div>Sertão quilombola:&nbsp; comunidades negras rurais no Piauí/ organizadores, Solimar Oliveira. II. Fiabani, Adelmir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 02:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>08</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, hoje falar um pouco sobre a história da África e seus aspectos. Logo após as discussões vamos construir a boneca Abayomi. Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.</div><div><strong>Título: </strong>Boneca Abayomi</div><div><strong>Objetivo: </strong>Através da construção, conhecer a sua origem e&nbsp; ter um contato mais próximo sobre o assunto no manuseio da boneca.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária: </strong>Ensino Fundamental Menor</div><div><strong>Recurso: </strong>Tecido preto, tecido colorido e tesoura sem ponta.</div><div><br></div><div><strong>Passo a passo: </strong>Peguem um pedaço do tecido preto e façam um nó na parte de cima. Agora, façam um corte com a tesoura do centro da base até a metade do tecido. Façam um nó na extremidade de cada lado, assim temos as pernas da boneca.</div><div>Peguem uma outra tira de tecido preto e façam um nó em cada ponta. Este pedaço se transformará nos braços da boneca. Juntem a tira com o corpo dando um nó na cintura da boneca. Chegou a hora de preparar a roupa. Peguem um pedaço de tecido colorido, dobrem no meio e façam um pequeno corte com a tesoura na parte de cima. Dessa forma, criamos a blusa. Agora, escolham um pedaço de tecido para fazer a saia, uma tira pequena para fazer o cinto e outra para o turbante. Prendam a saia na cintura da boneca com uma das tiras. Com a outra, façam um laço bem bonito na cabeça.&nbsp;</div><div><strong>Referências: </strong>http://www.afreaka.com.br/notas/bonecas-abayomi-simbolo-de-resistencia-tradicao-e-poder-feminino/</div><div>https://spleituras.org.br/noticia/veja-o-passo-a-passo-para-construir-sua-boneca-abayomi</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-20 18:29:54 UTC</pubDate>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-20 18:35:06 UTC</pubDate>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-20 18:37:22 UTC</pubDate>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-20 18:41:06 UTC</pubDate>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-20 18:42:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-20 18:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>09</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong>Olá hoje vamos aprender sobre os reinos, para que fique mais divertido vamos realizar um joguinho depois das discussões. Neste link iremos encontrar, um jogo da memória sobre reinos e impérios africanos.</div><div><strong>Título:</strong> Jogo da memória Africano&nbsp;</div><div><strong>Objetivo:</strong> Conhecer&nbsp; de forma interativa nomes de reinos e impérios africanos.&nbsp;</div><div><strong>Faixa etária:</strong> Ensino fundamental menor</div><div><strong>Recursos: </strong>Internet, aparelhos eletrônicos como celulares, tablets, notebooks.</div><div><strong>passo a passo: </strong>No jogo da memória vocês irão encontrar os pares correspondentes tocando em um par de peças de cada vez para revelar se elas combinam. Os pares correspondentes são: Reino de Mali, Reino de Songai, ouro, reino de Gana e exércitos poderosos.</div><div><strong>Referências: </strong><a href="https://wordwall.net/pt-br/community/reinos-africanos">https://wordwall.net/pt-br/community/reinos-africanos</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-20 19:28:21 UTC</pubDate>
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         <title>11</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Atividade 11:</strong> Olá hoje iremos aprender sobre as trocas linguísticas África-Brasil. Depois das discussões</div><div>iremos nos divertir e aprender com palavras de origem africana</div><div><strong>Título:</strong> Jogo das palavras</div><div><strong>Objetivo: </strong>através da atividade realizada adquirir conhecimento de palavras de origem africana presentes no vocabulário brasileiro</div><div><strong>Faixa etária: </strong>Ensino Fundamental menor</div><div><strong>Recursos:</strong> Internet, aparelhos eletrônicos como celulares, tablets, notebooks.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>Neste jogo as palavras estarão embaralhadas, desta forma vocês irá tentar formá-las de maneira a obter o nome de uma palavra de origem africana. se atentem ao tempo e formem o maior número de palavras que conseguirem. Divirtam-se</div><div><strong>Referências: </strong>Professora Rebeca Hennemann&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-20 19:58:09 UTC</pubDate>
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         <title>12</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Atividade 12:</strong>&nbsp;</div><div>Olá, hoje iremos estudar sobre os Quilombos e Quilombolas.&nbsp; Que são caracterizados como comunidades negras rurais que possuem uma trajetória histórica própria com relações territoriais inerentes e ancestralidade negra que se relaciona com o período escravocrata.</div><div>Neste vídeo, crianças do Espírito Santo conversam de um jeito divertido sobre como é a vida em uma comunidade quilombola e em um morro na cidade de Vitória. Por meio de uma genuína brincadeira infantil, os dois grupos falam de suas raízes e revelam o quanto a infância têm mais semelhanças do que diferenças.</div><div><strong>Título: </strong>Relatos de crianças Quilombolas</div><div><strong>Objetivo: </strong>Conhecer alguns aspectos sobre os Quilombolas de uma forma divertida</div><div><strong>Faixa etária:</strong> Ensino Fundamental Menor</div><div><strong>Recursos:</strong> Internet, notebook, projetores.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>Assistir ao vídeo depois de uma breve explicação sobre os Quilombolas e em seguida professor e alunos irão trocar discussões sobre o vídeo.</div><div><strong>Referências:</strong> https://youtu.be/GStv-f_bcfU</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=GStv-f_bcfU" />
         <pubDate>2022-07-21 19:23:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Já que vocês&nbsp; aprenderam um pouco sobre a história e cultura indígena e se divertiu com as brincadeiras propostas, agora iremos  embarcar para o continente africano, e descobrirmos um pouco sobre sua história. Estão preparados? então Avante!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-23 01:20:20 UTC</pubDate>
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         <title>TEXTO 01 📖</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Na modernidade o ambiente escolar constrói estereótipos sobre o outro e a si próprio, assim como o lugar do outro e o de si. Dessa forma a escola pode tornar-se um espaço da história única ou da diversidade. Os indivíduos que a frequentam são caracterizados pela diversidade cultural ou seja várias culturas e histórias. O espaço escolar encontra-se como hierarquização do conhecimento ou seja monocultura escolar que denomina&nbsp; a ideia de um currículo único.</div><div>Nessa questão o colonialismo constitui-se como uma relação política e econômica entre dois povos e colonialidade como trabalho e conhecimento, autoridade e relações intersubjetivas que se articulam entre si através do mercado capitalista mundial.&nbsp;</div><div>&nbsp; A colonialidade do poder limita os modos de produção de conhecimento, os saberes, o mundo simbólico, as imagens do colonizado e impõe novos. Nesse sentido, raça e cor são conceituadas como fatores analíticos. A questão das diferenças culturais e educação têm ganhado várias pautas nos últimos anos no cenário brasileiro. A colonialidade se constitui da modernidade, ou seja, são tratadas como modelo universal. Nesse viés a Europa pôde elaborar ciências humanas como objeto único e universal na constituição de saberes, entretanto Quijano (2007) afirma que colonialismo e colonialidade são conceitos interligados mas diferentes onde o colonialismo se relaciona a um padrão de dominação e exploração.</div><div>O controle da autoridade política, dos recursos de produção e do trabalho de uma população determinada possui uma diferente identidade e as suas sedes centrais estão, além disso, em outra jurisdição territorial. Porém nem sempre, nem necessariamente, implica relações racistas de poder. O Colonialismo é, obviamente, mais antigo; no entanto a colonialidade provou ser, nos últimos 500 anos, mais profunda e duradoura que o colonialismo. Porém, sem dúvida, foi forjada dentro deste, e mais ainda, sem ele não teria podido ser imposta à inter-subjetividade de modo tão enraizado e prolongado. (QUIJANO, 2007, p. 93)&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Dessa forma o autor mostra que mesmo com o fim do colonialismo moderno, a colonialidade sobrevive. Quijano destaca o pensar historicamente sobre a noção de raça, ele relata que o conceito de raça é uma abstração, algo inventário que não tem haver com processos biológicos.</div><div><br></div><div>O que se denomina por descobrimento na atualidade, foi na verdade uma invasão aos povos inocentes que aqui habitavam. Ailton Krenak afirma que o Brasil não existiu, trata-se de uma invenção que nasceu da invasão pelos portugueses, holandeses e franceses de forma contínua. Entre 8 e 40 milhões de habitantes viviam no Brasil antes da chegada dos colonizadores. Havia mais de mil povos que falavam diversas línguas e possuíam várias culturas. Os brancos chegaram com intenções de invasão às terras e produzi escravidão. A história indígena está presente, modificando novas culturas a qual a homogeneidade está presente em grande parte numa trajetória compartilhada.&nbsp;</div><div>As unidades sociais conhecidas atualmente resultam de um processo de atomização o qual os mecanismos podem ser observados em reagrupamentos de grupos linguísticamente variados em unidades culturalmente semelhantes e etnicamente variados, logo o que hoje se denomina por Brasil indígena são fragmentos de um fluido social.</div><div>Inúmeros indígenas foram mortos em consequência de epidemias, a guerra indígena ocasionada pela sede de escravos, as guerras de conquista, fome, desestruturação, foram alguns motivos que causaram uma catástrofe demográfica na América.</div><div>Cada grupo indígena possui características, tradições, costumes, organização social que lhe são próprios, transmissão de saberes pela oralidade, rituais e mitos e as artes da vida são elementos comuns a quase todos os povos. Alguns são multilingues ( falam várias línguas).&nbsp;</div><div>Mais de 160 línguas e dialetos são falados pelos povos indígenas no Brasil.&nbsp;</div><div>As línguas guardam entre si origens comuns, agrupando famílias linguísticas que podem fazer parte de divisões. As línguas também são bases de tradições e conhecimentos gerais e individuais como objeto no processo de transmissão das gerações.</div><div>O Brasil é o país com maior densidade linguística. A língua Tupinambá foi incorporada por vários colonos e missionários no processo de colonização, por ser a mais falada ao longo da costa atlântica, sendo ensinada aos povos indígenas nas missões destaca como Nheengatu ou língua geral. Na atualidade várias palavras de origem Tupi estão presentes no vocabulário brasileiro.</div><div><br></div><div>A primeira tentativa de definição dos índios no Nordeste trata-se como um conjunto étnico e histórico formado por vários povos relacionados à caatinga. A história dos povos indígenas no Nordeste foi marcada por aculturação, miscigenação, relações violentas e revoltas populares.</div><div>Existem poucos estudos acerca dos povos indígenas no Nordeste, pois pauta-se a questão do extermínio e dos índios misturados.</div><div>O desafio dos povos indígenas no nordeste é restabelecer as terras indígenas promovendo a retirada dos não índios de áreas, desmistificando a mistura como único fator de sobrevivência e cidadania.</div><div>Grande parte dos povos indígenas do Nordeste estão presentes no meio regional onde acontece a mesclagem e perda de fatores tradicionais como a língua. Nos últimos anos o processo de etnogênese vem focando na urgência de novas identidades e na reinvenção de etnias já conhecidas.</div><div>&nbsp;</div><div>A existência dos povos indígenas em locais onde hoje é considerado o estado do Piauí, foi ignorada por muito tempo, visto que essa população foi praticamente extinta na colonização no século XVII por bandeirantes, paulistas e baianos. Essa questão de extermínio dos índios piauiense é um fato esquecido. (CLAUDET DIA, PATRÍCIA DE SOUSA; 19-39). No que se refere ao início da colonização no Piauí, há registros no interior para o litoral através de fazendas de gados, entretanto há registros anteriores de expedições pelo litoral sem povoamento fixo. Por volta de 1671, criadores de gado instalaram fazendas no sul do estado.</div><div>Os indígenas do Piauí ainda lutam pelas suas terras, como exemplo dos povos que residem em Piripiri, o número de índios no Estado aumentou, mas sua cultura está sendo exterminada, luta constante pela demarcação do território indígena.</div><div>De acordo com dados do IBGE ( 2010) existem aproximadamente 3 mil índios no Piauí, assim como três etnias indígenas remanescentes identificadas pela FUNAI tabajaras em Piripiri, Cariri em Queimada Nova e Codó cabeludo em Pedro II. O cacique tabajara José Guilherme da Silva afirma que a única solução para sanar as problemáticas enfrentadas pelos povos indígenas no estado, seria a distribuição de terras, a pouca disponibilidade e/ou ausência delas causam&nbsp; impacto às sociedades indígenas ferindo seus padrões de caráter simbólico no plano da etnicidade.</div><div>&nbsp;</div><div>A cultura antiga apresenta técnicas que interferem no desenvolvimento de implementos. &nbsp;</div><div>Em alguns casos o significado simbólico foi perdido em consequência do extermínio de seus grupos como exemplo dos mantos tupinambás. Segundo Ribeiro (2000) a arte plumária na sua qualidade de objeto ritual é um veículo de mensagens nas pinturas indígenas o que prevalece é as relações entre expressão e conteúdo.&nbsp;</div><div>A concepção de arte relacionada aos povos indígenas permite encontrar em seu cotidiano muitas expressões de criatividade artística, criações que se voltam para&nbsp; a perfeita formalidade.</div><div>Darcy Ribeiro relata que a característica da arte índia entre as artes é o modo generalizado de fazer todas as coisas com preocupação estética.&nbsp;</div><div>Os povos indígenas constroem suas artes de forma minuciosa sempre destacando a beleza, a estética muito mais do que a finalidade da arte, por exemplo um arco comum é belo muito mais do que seria necessário para cumprir suas funções de uso.</div><div>No livro arte índia, a autora faz uma análise do indígena em relação ao homem “civilizado”&nbsp; onde os índios contam com períodos de tempo livre para convívios humanos lazer e produção de atividades de cunho estético, diferente do homem “civilizado” que trabalha mais tempo para os outros do que para si, que não tem folga para diversão e que sua convicção de capacidade de inteligência e criatividade foi extinta. A autora designa o conceito “selvagem”&nbsp; como um ser que possui uma vida abundante e que é ciente que é um ser capaz de inteligência e criatividade, ou seja contrariando a imagem que a sociedade prega dos povos indígenas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-25 13:25:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Este primeiro módulo tem por objetivo discutir de forma ampla os conceitos sobre a história e cultura indígena abordando os principais aspectos. Em um texto único será abordado a crítica decolonial do currículo em seguida, os povos originários do Brasil, Etnogênese no Nordeste, História indígena no Piauí e artes da vida respectivamente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-25 13:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>10</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Olá, hoje iremos falar sobre a história negra brasileira. Depois de uma breve discussão sobre o assunto, vamos explorar um livro de passatempos de algumas mulheres negras brasileiras, para conhecermos a história de luta e coragem dessas guerreiras. Pensando nisso, selecionei um passatempo para resolvermos juntos, sim! um caça palavras vamos lá!</div><div><strong>Título:</strong> Caça-Palavras</div><div><strong>Objetivo: </strong>Conhecer a história de algumas mulheres negras brasileiras e suas conquistas, de maneira dinâmica e divertida</div><div><strong>Faixa etária: </strong>EJA</div><div><strong>Recursos: Internet, </strong>Plataformas como o word para editar o caça-palavras. Mas pode ser feito manual também, basta ser imprimido.</div><div><strong>Passo a passo: </strong>As palavras destacadas no texto, estão no caça palavras, vocês precisarão encontrá-las. Sejam atenciosos, pois algumas palavras estão em ordem contrária, mas não se preocupem, vocês terão a ajuda do professor para direcioná-los.</div><div><strong>Referências: </strong>Livros de Passatempos [recurso eletrónico]: cientistas negras: brasileiras/Claudemira Vieira Gusmão Lopes Curitiba: Pró- Reitoria de Extensão e Cultura: Universidade Estadual do Paraná, 2020&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-27 01:32:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>APRESENTAÇÃO DO PRIMEIRO MÓDULO…………………...01<br><br></div><div>TEXTO 01…………….......……...02&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>ATIVIDADES 01 E 02……………...........……...03&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>ATIVIDADES 03 E 04…………….....................……...04&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>ATIVIDADES 05 E 06.................................................05&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>ATIVIDADES 07..................................................06&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>APRESENTAÇÃO DO SEGUNDO MÓDULO...............................07&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>TEXTO 02.............................................08&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>UMA VIAGEM PELA ÁFRICA..................................09&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>ATIVIDADES 08 E 09...........................................10&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>ATIVIDADES 10 E 11............................................11&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>ATIVIDADES 12 E 13.........................................12&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>REFERÊNCIAS...............................13&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-27 02:26:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes de partirmos para as atividades, gostaria de convidá-los a embarcar em um viajem pelo imenso continente Africano e descobrirmos algumas curiosidades, nesta plataforma que te permite conhecer e explorar o mundo através do meio virtual. eaí vamos fazer isso juntos? garanto que será maravilhoso!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-27 17:44:22 UTC</pubDate>
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         <title>Texto do caça-palavras</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-28 01:34:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Olá, este portfólio foi desenvolvido a fim de abordar um pouco sobre a história e cultura africana, afro-brasileira e indígena. Em um primeiro momento foi desenvolvido um texto destacando alguns aspectos sobre a história das sociedades indígenas, logo foram desenvolvidas algumas atividades didáticas sobre cada tema descrito no texto. Posteriormente foi elaborado um segundo texto que trata da história da África e seus aspectos. Adiante foram disponibilizadas algumas atividades didáticas sobre o tema para serem realizadas.</div><div>Agora é com vocês, fiquem à vontade para explorá-lo como quiser!</div><div><strong>Portifólio</strong>: História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena</div><div><strong>Universidade Estadual do Piauí </strong>- UESPI</div><div><strong>Campus</strong>: Heróis do Jenipapo</div><div><strong>Curso</strong>: Pedagogia</div><div><strong>Bloco</strong>: III - Tarde</div><div><strong>Professora</strong>: Rebeca Hennemann Vergara</div><div><strong>Aluno(a)</strong>: Maria Railane dos Santos Barros</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-28 14:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>13</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, hoje iremos estudar sobre as comunidades negras no Piauí, depois de discutirmos sobre o assunto, vamos fazer uma atividade para vocês conhecerem algumas comunidades quilombolas do Piauí, combinado?</div><div><strong>Título: </strong>mapa das comunidades quilombolas do Piauí</div><div><strong>Objetivo:</strong> conhecer algumas comunidades quilombolas do piauí, pelo mapa e trocar discussões sobre o assunto.</div><div><strong>Faixa etária:</strong> EJA</div><div><strong>Recursos:</strong> Plataforma Canva para visualização do mapa, nesse caso os alunos podem utilizar o laboratório de informática para acessarem. Mas o educador pode optar por imprimir este mapa, para melhor manuseio, ou até mesmo construir um banner para ficar mais divertido</div><div><strong>Passo a passo:</strong> nesta atividade iremos conhecer e discutir algumas curiosidades sobre as comunidades quilombolas no Piauí, posteriormente depois da discussão, o professor poderá propor uma pesquisa junto ao alunos sobre a história de algumas comunidades.&nbsp;</div><div><strong>Referências:</strong> Adaptado de professora Rebeca Hennemann Vergara&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-28 18:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>TEXTO 02📚</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O Brasil surgiu&nbsp; do encontro das diversidades étnicas e culturais, povos indígenas, aventureiros e colonizadores portugueses, africanos deportados e posteriormente escravizados, imigrantes europeus, todos contribuíram na constituição cultural e diversa do Brasil atual. Estudar a história da África no Brasil é de extrema importância para entender quem somos, quais nossos ancestrais. Essas questões possuem importantes significados, pois se relacionam à origem histórica de cada povo. Alguns contextos&nbsp; criaram problema na convivência entre diferentes povos, nesse sentido pode-se citar as práticas racistas, intolerância, preconceitos que contribuíram para o surgimento da desigualdade e violação dos direitos humanos, logo, surge a necessidade da implementação de políticas, que pautem no respeito e reconhecimento da diferença. Kabengele Munanga vai defender essa questão centrada&nbsp; na formação de uma nova cidadania, por meio de uma pedagogia multicultural. Acredita-se que essa nova pedagogia possa contribuir na construção de uma cultura de paz e fim de guerras.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; A África possui representações negativas e preconceito, muitas vezes é vista como um país, e não um continente, seus aspectos positivos são deixados de lado por conta do estereótipo enraizado. A África é berço de diversas civilizações, não foram apenas os negros que habitavam no continente, inúmeros grupos étnicos fazem parte desse processo. Várias línguas são faladas, é rico em diversidade sociocultural. O continente é visto geralmente&nbsp; como um berço de miséria e fome, que sua habitação é composta apenas por negros e todos os aspectos positivos e sua diversidade histórica, são, na maiorias das vezes ocultos. Na era cristã os movimentos populacionais, processos de formação de reinos e sociedades, entre outros aspectos tiveram influência por três grandes processos históricos: a dispersão dos Bantos, a formação dos reinos do antigo Sudão e a expansão e consolidação dos Islã.&nbsp; O antigo império de Gana foi formado por mercadores africanos ( berberes). O reino de Gana atingiu seu esplendor e uma riqueza imensa que seus governantes começaram a anexar territórios vizinhos, transformando-se em um império.</div><div>&nbsp; &nbsp;Os povos africanos constituíram a base do Brasil, vieram forçados da África, foram torturados, escravizados, lutaram pela liberdade e ainda continuam nos dias atuais são responsáveis por parte da cultura brasileira. Milhares de escravos desembarcaram no Cais do Valongo, Rio de Janeiro, e posteriormente foram escravizados nas ruas da cidade, trouxeram consigo costumes, tradições, cultura diversificada, religião dentre tantos outros fatores. No que se refere à contribuição dos segmentos indígenas e africanos para a constituição da realidade linguística no Brasil, percebe-se um menosprezo por questões ideológicas ou por opções teóricas imanentistas. O Brasil guarda semelhanças sócio históricas com outras regiões do continente africano como exemplo do Caribe e Sul dos EUA, onde surgiram boa parte das línguas crioulas conhecidas atualmente no mundo. Essas línguas foram trazidas pelos africanos escravizados no Brasil.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A dimensão do controle linguístico&nbsp; em termos de situações desenvolvidas pelo tráfico negreiro pode ser explicada pela questão de que no século XIX os portugueses&nbsp; e seus descendentes formaram apenas um terço da população brasileira. As religiões afro-brasileiras atuaram como espaço primordial da ressignificação cultural e religiosa e definição de comunidades pautadas em identidades étnicos-raciais, constituídos pelos escravizados. Estas religiões se constituíram com diversas características e centradas no estabelecimento do culto de divindades africanas no território brasileiro, como exemplo do Candomblé onde os orixás iorubanos são cultuados em determinadas regiões brasileiras. Desde cedo os escravizados encontraram maneiras para se reunir com a intenção de cultuar suas divindades.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; É crucial conhecer e entender sobre essas religiões, para se ter conhecimento das diversas expressões da cultura afro-brasileira e para mitigar as formas de preconceito e discriminação religiosa. Em relação aos quilombos podem ser conceituados como formações sociais, grupos que desenvolvem práticas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida, característicos num determinado espaço, onde a identidade se define por uma referência e valores compartilhados.&nbsp; A primeira definição de quilombo se constitui no campo da legislação colonial e imperial, de acordo com Almeida. Os quilombos são símbolos de resistência que ainda lutam por liberdade e por seus direitos reconhecidos. Podem ser urbanos ou rurais. No século XIX os quilombos eram caracterizados como locais de encontro de escravos de ganho ou fugidos, onde se reuniam para comer, descansar, praticar suas religiões entre outros fatores.&nbsp;</div><div>&nbsp; Segundo Arruti (2008), o termo quilombo não desapareceu com a República, mas passou por processo de ressemantização, a primeira ressemantização opera quilombo como resistência cultural, indo de uma noção negativa à positiva. A segunda ressemantização articula quilombo como resistência política, articulada à noção de classe. E a terceira articula as duas noções anteriores e é operada pelo movimento negro, de forma mais recente, constituindo quilombo como resistência negra. A partir dessa ressemantização mais recente, outras não deixaram de surgir, como os quilombos urbanos, as comunidades negras rurais e os remanescentes de quilombos. Os quilombos de Palmares estavam localizados na Capitania de Pernambuco. Nomes famosos destes Quilombos são Zumbi e Ganga Zumba.</div><div>&nbsp; Os moradores de Palmares são conhecidos como palmarinos. Palmares era um conjunto de mocambos. O termo mocambo, assim como quilombo, designava, na África Central, os acampamentos improvisados utilizados em situações de guerra. Segundo Flávio Santos,&nbsp; "no Brasil, desde as primeiras décadas da colonização, tais comunidades ficaram conhecidas primeiramente com a denominação mocambos e depois quilombos. [...]&nbsp; o termo quilombo só aparece na documentação colonial no final do século XVII". (GOMES, 2015, p.10-11). Os mocambos palmarinos mais famosos eram, no atual estado de Alagoas Macaco, Andalaquituche e Osenga Já no atual estado de Pernambuco eram Tabocas, Zumbi, Aqualtune, De Bragança e Acotirene.</div><div><br>Na sociedade piauiense a questão das relações escravistas não são reconhecidas em alguns casos, existe um esforço científico ainda com pouco êxito para desvendar experiências dos escravizados. Em seu livro, Solimar Lima vai abordar a interpretação das comunidades negras rurais no Piauí. A vida dos escravizados no campo vai pautar na resistência&nbsp; como trabalhadoras e trabalhadores rurais. A violência brutal foi o fator primordial de controle dos escravizados e garantia à dominação escravocrata. Nesse contexto tão severo, os africanos buscaram inúmeras formas de sobreviver em termos da exploração e submissão de uma instituição servil.&nbsp;</div><div>  Documentos oficiais disponíveis no Arquivo Público do Estado do Piauí (APEP) apontam manifestações coletivas, dessa maneira que os escravizados resistiram à opressão no campo&nbsp; pode se relacionar com o eficiente aparato de controle e da baixa densidade demográfica de trabalhadores no espaço produtivo. Na atualidade, pesquisas revelaram ainda no passado escravista um processo inerente à resistência cotidiana&nbsp; da população negra no campo de maneira coletiva como plano para reafirmação de identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-29 02:04:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <pubDate>2022-07-29 03:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Material de apoio. Atividade 01</title>
         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <author>mariarailanedossantosb</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Olá, sou Maria Railane Barros, autora  do portifólio, irei acompanhá-los no conhecimento do mesmo, ou seja  dos temas e desenvolvimento das atividades. Vamos nos divertir e aprender várias coisas juntos. Estão preparados? 👩🏻‍🏫</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 15:12:46 UTC</pubDate>
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