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      <title>Lendas sobre plantas do Brasil by Rayane Ribeiro</title>
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      <description>Espaço para inclusão das storytelling produzidas no âmbito do curso &quot;Botânica na sala de aula&quot;. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-21 00:24:40 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Guaraná</title>
         <author>luubarros21</author>
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         <description><![CDATA[<div>De um casal de Maués, no Amazonas, nasceu um menino, que cresceu bonito e admirado. Jurupari ficou com inveja. Um dia, o menino saiu  para coletar frutos. Jurupari, na forma de uma serpente, o matou. Tupã enviou mensagem à mãe do garoto, dizendo que ela deveria enterrar os olhos do filho morto. Do local onde os olhos foram enterrados, nasceu uma planta com frutos que pareciam olhos humanos. De suas sementes, os índios obtinham uma bebida que os tornava fortes e valentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Hênia Cavalcante</title>
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         <description><![CDATA[<div>Vitória-Régia, nativa e símbolo da região amazônica do Brasil, é uma planta aquática exuberante e bonita. Os povos indígenas da região a conhecem como Uapé, Iapucacaa, Aguapé-assú, Jaçanã, ou Nampé. Os índios guaranis ainda a chamam de Irupé. Sua lenda, muito conhecida no norte do país, conta uma história de amor entre uma jovem guerreira e um deus. A Lua era um deus que adorava encantar jovens moças e levá-las consigo sempre que se escondia. Diz a lenda que uma jovem índia, de nome Naiá, se apaixonou pelo deus Lua e tinha vontade de ser levada por ele. Os mais experientes da tribo diziam a Naiá que as jovens levadas pelo deus nunca retornavam às suas famílias, pois tornavam-se estrelas. A jovem guerreira ignorava os avisos porque seu amor pela Lua era maior que seu medo de nunca retornar, e não via nada de ruim em tornar-se estrela. <br>Naiá foi ficando cada vez mais obcecada pela Lua e sua paixão perdendo o controle. Num certo dia de luar muito bonito, a jovem passava por um lago quando viu o reflexo da Lua. Pensando ser seu amor, ela se joga nas águas tentando desesperadamente ser levada pelo deus. Ao perceber que se tratava somente de uma ilusão, Naiá tenta voltar à superfície mas não consegue, acabando por morrer afogada.<br>O deus Lua, entendendo o amor de Naiá e triste pelo trágico destino, resolve transformá-la numa estrela, porém não numa estrela qualquer, uma que estivesse sempre perto das águas. E assim Naiá se torna a primeira vitória-régia, com suas grandes folhas redondas e sua flor estrelada que só se abre à noite, a admirar a lua.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Pau - Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>(Rayanne Fernandes)<br><br>No começo da história do Brasil, quando somente os índios aqui habitavam, grande parte do território era coberto por inúmeras árvores de pau-brasil. O pau- brasil é uma planta nativa, bastante dura e resistente e que, em seu interior, apresenta um corante avermelhado. </div><div>Isso chamou a atenção dos europeus que chegaram por volta de 1500 para explorar as terras brasileiras. Para eles, essa árvore possuía muito valor, pois com a madeira, poderiam construir instrumentos, móveis, navios, entre outras coisas. Já o corante, seria usado para tintura de roupas e acessórios para a nobreza. Vale lembrar que nessa época, a cor vermelha estava relacionada ao poder, era uma cor nobre, pois as roupas vermelhas eram bastante caras e só os mais ricos conseguiam comprá-las.</div><div>Devido ao benefício comercial, ela foi bastante explorada durante o período colonial, e em 1992, foi incluída na lista oficial de espécies brasileiras ameaçadas de extinção feita pelo IBAMA.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:45:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>aluna: josy<br>Cactos são plantas espinhosas presentes no deserto. Elas conseguem guardar um monte de água para sobreviver nesse ambiente tão seco. Além disso, têm 1001 utilidades para os homens! ... Há quem diga que, depois de moída, a planta pode combater o colesterol, controlar a diabetes e ajudar a emagrecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:45:20 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Juthaí </title>
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         <description><![CDATA[<div>Lenda do Açaí<br><br>Muito tempo  antes do estado ter esse nome, na região onde hoje é Belém, vivia uma tribo indígena muito numerosa – tão numerosa que os alimentos cultivados ali já não bastavam para alimentar a todos.</div><div>O cacique da tribo precisou tomar uma decisão dura e determinou que todos os bebês nascidos dali em diante deveriam ser sacrificados. Um dia, Iaçã, a filha do cacique, deu à luz uma menininha, que foi sacrificada como os outros recém-nascidos. Iaçã ficou inconformada – chorava dia e noite e pediu a Tupã que mostrasse a seu pai outro caminho, que não o sacrifício das crianças.<br><br></div><div>Numa noite de lua, Iaçã ouviu o choro de uma criança e, seguindo-o, se deparou com sua filhinha, sorridente aos pés de uma palmeira esguia. Emocionada, Iaçã atirou-se para abraçar sua filha, mas a garotinha sumiu no ar como se nunca tivesse estado ali. Após muito chorar, Iaçã desfaleceu. Seu corpo foi encontrado na manhã seguinte, ainda abraçado à palmeira. Iaçã sorria e seus grandes olhos negros estavam fixos no alto da palmeira.</div><div>A árvore estava carregada de frutinhas redondas e tão escuras quanto os olhos de Iaçã. O cacique disse que colhessem as frutas, que depois foram amassadas e produziram um vinho avermelhado. A bebida e a fruta, em homenagem a Iaçã, foram logo batizadas de açaí – e foi com ela que o  cacique pode alimentar sua tribo, suspendendo o sacrifício dos recém-nascidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-21 18:50:00 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Postado por: Emanuel Lucas.<br><br>Mandioca.<br>A filha do cacique de uma tribo tupi-guarani havia engravidado, e seu pai muito furioso, queria saber de quem era o bebê que ela estava esperando. A índia afirmava que não sabia como tal fato teria acontecido, pois não tinha se entregado para nenhum homem. O cacique não acreditou na filha.<br><br>Certa noite, o chefe da tribo sonhou que alguém lhe dizia para acreditar em sua filha pois ela contava a verdade. A partir deste momento, o cacique passou a aceitar a gravidez da filha e a esperar ansioso pela chegada da neta.<br><br><br>A menina era muito bonita, tinha a pele branca e se chamava Mani. Trazia muita alegria para a aldeia pois era uma criança muito feliz e querida. Durante uma manhã, Mani foi encontrada sem vida pela sua mãe. Com muita tristeza, o povo enterrou a menina dentro da própria oca. A terra ficava umedecida com tantas lágrimas, e depois de alguns dias, nasceu uma planta diferente no mesmo local onde o corpo havia sido enterrado.<br><br>A planta não era conhecida pela aldeia. Perceberam que ela tinha uma raiz escura e por dentro era toda branca. Em homenagem a filha, ela colocou o nome de Manioca, uma junção de Mani (nome da criança) e Oca (local onde foi enterrada), que com o passar dos anos o nome tornou-se mandioca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-22 17:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda da Violeta </title>
         <author>milasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como reza a lenda, havia um rei na Inglaterra conhecido como Frost(frio gelado). Em seu reinado era inverno rigoroso durante todo o ano e a população, sem recursos para se aquecer, padecia com o frio excessivo que o rei lhes impunha. Frost, em seu palácio, apreciava a paisagem gelada, como seu coração. Ele não tinha amigos, não era apreciado pelos seus súditos e sentia-se só. Acreditava ser sua obrigação desposar uma rainha, tanto para ter um herdeiro quanto para espantar a solidão em seu grande castelo. <br>Sendo assim, enviou seus serviçais para que saíssem em busca de uma linda e carinhosa jovem que o ajudasse a espantar a tristeza de seu coração. A busca demorou a dar resultados, já que sua fama não era das melhores. Após andarem incansavelmente por muitos dias, os emissários encontraram, em um distante povoado primaveril, uma linda camponesa que ali vivia com a sua família. A jovem era tímida, mas extremamente bela. Possuía profundidade no olhar. Era humilde, caridosa e delicada, sendo, deste modo, a suposta esposa ideal para o rei Frost. Seu nome era Violeta. <br>Violeta aceitou ser levada para ver Frost. Este, ficou imediatamente apaixonado pela moça. Casaram-se e a ternura de Violeta aqueceu o coração gelado desse homem, que se derreteu como a neve ao calor do sol da primavera. Fost tornou-se outro homem. Seu novo coração sentia pelos seus súditos e ele decidiu que não seria mais inverno durante todo o ano e, quando fosse, seria um inverno ameno e tranquilo de se passar. Fost transformou-se em um homem feliz com a sua Violeta e sua felicidade transbordava em bondade, humildade e delicadeza com o próximo. No entanto, Violeta sentia saudades de sua família e de seu distante povoado, tendo pedido ao marido para lhe permitir visitá-los durante alguns meses por ano. Frost atenderá ao seu pedido, com uma condição: voltaria durante os meses quentes do ano, e sob a forma de uma linda flor. A moça aceitou e, desde então, durante a primavera, floresce como as lindas violetas durante o inverno, para o seu marido. <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-22 18:14:46 UTC</pubDate>
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