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      <title>IVG- Interrupção Voluntária na Gravidez  by Inês Ribeiro</title>
      <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx</link>
      <description>Grupo: Ana Teixeira nº1, Catarina Monteiro nº4, Helena Costa nº8, Inês Ribeiro nº9, Tiago Santos nº26</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-22 14:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>Definição/Conceitos científicos.</title>
         <author>patimarlene78</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234242649</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aborto induzido </strong>é um procedimento usado para interromper uma gravidez, também denominado Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). Quando realizado precocemente, em serviços de saúde legais e autorizados, é um procedimento médico seguro e com reduzidos riscos para as mulheres.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 14:44:23 UTC</pubDate>
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         <title>Enquadramento legal.</title>
         <author>patimarlene78</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234243271</link>
         <description><![CDATA[<div>Até 1984, o aborto era proibido em Portugal.<br><br></div><div>A <a href="http://www.apf.pt/sites/default/files/media/2016/l_6_1984.pdf">Lei nº 6/84</a> veio permitir a interrupção voluntária da gravidez em casos de perigo de vida da mulher, perigo de lesão grave e duradoura para a saúde física e psíquica da mulher, em casos de malformação fetal ou quando a gravidez resultou de uma violação.<br><br></div><div>Em 1997 a legislação foi alterada ( <a href="http://www.apf.pt/sites/default/files/media/2016/l_90_1997.pdf">Lei n.º 90/97</a>), com um alargamento do prazo para interrupção em casos de malformação fetal e em situações de “crime contra a liberdade e autodeterminação sexual da mulher”.<br><br></div><div>Apenas em 2007, e após um Referendo nacional, foi incluída na lei a possibilidade de se realizarem interrupções de gravidez a pedido das mulheres. Em resumo, com a <a href="http://www.apf.pt/sites/default/files/media/2015/lei_16_2007.pdf">Lei nº 16/2007</a>, a interrupção da gravidez pode atualmente ser realizada em estabelecimentos de saúde oficiais ou oficialmente reconhecidos desde que:</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 14:45:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Enquadramento legal (continuação)</title>
         <author>patimarlene78</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234245495</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>a) </strong>Constitua o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;<br><br>  <strong>b)</strong> Se mostre indicado para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida, e seja realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez;<br><br></div><div> <strong>c) </strong>Haja seguros motivos para prever que o nascituro venha a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, excecionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo;<br><br> <strong>d)</strong> A gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas de gravidez;<br><br><strong>e) </strong>Por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas de gravidez.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 14:48:08 UTC</pubDate>
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         <title>Algumas razões a favor do aborto...</title>
         <author>ts_tiagosantos</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234291628</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Caso a mulher tenha sido violada e não quer ter o filho tem o direito de abortar.</li><li>A mulher tem o direito de tomar decisões num assunto que diz respeito à sua vida como o é da maternidade.</li><li>Podem ocorrer problemas na futura vinculação afectiva entre a mãe e a criança nascida quando a gravidez é vivida em sofrimento.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 15:50:27 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentos contra o aborto</title>
         <author>alexandra_fontoura29</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234298165</link>
         <description><![CDATA[<div>- Há outros meios para se salvar a vida da gestante. Os avanços da medicina podem possibilitar a garantia de uma gestação próxima da normalidade e salvar a vida de ambos.<br><br>- Não é possível ter-se absoluta certeza de que a gestante iria a óbito. Os tratamentos possíveis sugerem que a probabilidade maior é a da sobrevivência da mãe, não o óbito.<br><br>- Pode se causar um risco maior à vida da gestante. O aborto, por ser um procedimento contra a natureza, poderá acarretar danos irreversíveis para a mulher.<br><br>- A vida da gestante não tem maior valor do que vida do feto. Na verdade não há colisão entre direitos, pois se tratam de pessoas distintas.<br><br>- Tirar a vida do feto fruto de violência sexual perpetrada contra a mãe não repara o mal causado. O aborto seria um erro para corrigir outro. Cabe ao estado proporcionar assistência psicossocial à mulher que poderá encaminhar a criança para doação, se assim o desejar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 15:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentos contra o Aborto</title>
         <author>catarinafilipamonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234316533</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>1- O feto é um ser humano, deve possuir os mesmos direitos que qualquer indivíduo, adulto ou não, nascido ou não.</div><div><br>2- Não há como traçar uma linha (que seja livre de contestações) na qual se possa determinar quando o feto passa a ser uma pessoa ou a possuir vida, então o melhor é partir do pressuposto que se trata de uma vida desde o momento da concepção.</div><div><br>3- Toda as pessoas tem direito à vida, logo, o feto também deve possuir esse direito.</div><div><br>4- A mãe deve ter o direito de decidir sobre o que acontece com o seu corpo, mas no feto temos outra vida, e outro corpo que está no seu útero.</div><div><br>5- O feto sofre durante o aborto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 16:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentos a favor da IVG</title>
         <author>anateiixeira</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/234402439</link>
         <description><![CDATA[<div>- a mulher tem livre disposição do seu corpo;<br>- em caso de violação, se prosseguir com a gravidez vai fazê-la recordar do mau e traumático momento que passou;<br>- a rejeição do filho, mais tarde, pode originar maus tratos à criança;<br>- definir um feto como uma "pessoa", com direitos iguais ou até superioires aos da mulher- que pensa, sente e tem- é um absurdo!<br>- muitas mulheres não possuem as condições requeridas para criar uma criança;<br>- a gravidez na adolescência pode afetar o plano escolar da rapariga, sendo esta obrigada a escolher o rumo a tomar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 18:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>https://drive.google.com/open?id=1f83DEIXX04NxTZsWb_o5dCO910unY38T</title>
         <author>restosparaquetequero</author>
         <link>https://padlet.com/patimarlene78/p5rnc3kmb8yx/wish/257263234</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 14:24:48 UTC</pubDate>
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