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      <title>Cruzadores  do século XIX by Ana Soares</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-27 08:14:08 UTC</pubDate>
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         <title>Cruzadores do século XIX</title>
         <author>a71173</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um <strong>cruzador</strong> é um tipo de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Navio_de_guerra">navio de guerra</a>. Designando originalmente qualquer navio encarregado de tarefas de exploração em uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquadra">esquadra</a>, o termo "cruzador" passou a designar, no final do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>, um tipo específico de navio oceânico, maior e mais armado que as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fragatas">fragatas</a>, que acabou por substituí-las. Durante a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial">Segunda Guerra Mundial</a>, observou-se que os cruzadores, assim como os porta-aeronaves (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porta-avi%C3%B5es">porta-aviões</a>), exigiam <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escolta">escolta</a>, a qual é completamente dispensável às naves do tipo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fragata">fragatas</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corveta">corvetas</a>. Esta desvantagem acabou limitando o valor estratégico dos cruzadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 08:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>Cruzadores</title>
         <author>a71173</author>
         <link>https://padlet.com/a71173/Bookmarks/wish/2160000382</link>
         <description><![CDATA[<div>No passado, os navios super pesados (cruzadores/couraçados), que são pesando 20 mil toneladas ou mais, eram também referidos como "<strong>cruzeiros</strong>". Atualmente o termo é pouco utilizado, referindo-se aos maiores navios de combate de superfície (com excepção dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porta-avi%C3%B5es">porta-aviões</a>), com grandes capacidades <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Defesa_antia%C3%A9rea">antiaérea</a> e antinavio e necessidade <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escolta">escolta</a>. Entre os poucos navios modernos classificados como cruzadores, hoje estão a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruzador_da_classe_Ticonderoga">Classe <strong>Ticonderoga</strong></a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_dos_EUA">Marinha dos EUA</a> e a Classe <strong>Kirov</strong> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_da_R%C3%BAssia">Marinha Russa</a>. Pesados e lentos (20 nós em média de cruzeiros) e com pouca arqueação operacional, devem ser acompanhados de navios-tanque para abastecimento sem retornar à Base operacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 08:27:57 UTC</pubDate>
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         <title>Cruzador a vapor</title>
         <author>a71173</author>
         <link>https://padlet.com/a71173/Bookmarks/wish/2160005879</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Durante o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>, à medida que a propulsão a vapor se tornava a norma, as marinhas de guerra começaram a usar o termo "cruzador" para se referirem mais especificamente a alguns navios de guerra <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coura%C3%A7ado">couraçados</a>, bem como a um conjunto de fragatas, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corveta">corvetas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aviso">avisos</a> e outros navios não couraçados, a maioria dos quais dispunha de uma propulsão mista a vapor e à vela, com velocidade nédia de 20 nós na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquadra">Esquadra</a>.<br>Os primeiros couraçados eram ainda referidos como "fragatas" - por causa da sua única bateria coberta - apesar de serem mais poderosos que os navios de linha, até então, existentes. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a> construiu um certo número de pequenos couraçados para funções de cruzador ultramarino, a começar pelo <em>Belliqueuse</em> lançado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1865">1865</a>. Estes foram os primeiros cruzadores couraçados. Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1870">década de 1870</a> muitas outras nações tinham já produzido cruzadores couraçados destinados, especificamente, a missões independentes e rápidas, de patrulha e de incursão. Até à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1890">década de 1890</a> os cruzadores couraçados ainda eram construídos com mastros para propulsão à vela, permitindo-lhes a operação afastada das suas bases de reabastecimento de carvão, com velocidades médias baixas, porém aumento do poder de fogo, e necessidade de navios - tanque para abastecimento.<br>Os navios de guerra cruzadores não blindados, construídos em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira">madeira</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferro">ferro</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7o">aço</a>, lentos e super - armados, com numa combinação destes materiais, continuaram a ser populares até ao final do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>. A blindagem do couraçado provocava-lhe, muitas vezes, a limitação da sua autonomia sob propulsão a vapor, o que o tornava inapropriado para missões a longas distâncias ou para operar nas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B3nia">colónias</a> mais distantes. O cruzador não blindado (normalmente uma fragata ou corveta a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lice">hélice</a>) podia continuar a desempenhar esta função, sendo necessária a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escolta">Escolta</a> e o navio - tanque (abastecedor). No entanto, apesar dos cruzadores de meados e finais do século XIX estarem equipados com a artilharia da mais moderna, dificilmente podiam enfrentar couraçados em combate. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 08:32:21 UTC</pubDate>
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         <title>Cruzador protegido</title>
         <author>a71173</author>
         <link>https://padlet.com/a71173/Bookmarks/wish/2160008505</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1880">década de 1880</a> os projetistas navais começaram a usar o aço como material de construção e de armamento. Um cruzador de aço poderia ser mais leve e mais rápido do que um construído em ferro ou madeira. A doutrina naval francesa, conhecida por <em>Jeune École</em>, defendia que uma esquadra composta por cruzadores de aço, rápidos e não protegidos, era a ideal para as incursões ao comércio inimigo, enquanto que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Torpedeiro">torpedeiros</a> seriam capazes de destruir uma esquadra inimiga de couraçados.<br>O aço também oferecia ao cruzador, um meio de adquirir a proteção necessária para sobreviver em combate. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blindagem">blindagem</a> em aço era, consideravelmente, mais resistente que uma em ferro, para um peso equivalente. Colocando uma, relativamente, fina camada de blindagem de aço sobre as partes vitais do navio e colocando os depósitos de carvão em locais onde ajudassem a parar a penetração de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Granada_(arma)">granadas</a> de artilharia, poderia obter-se um grau considerável de proteção sem limitar, substancialmente, a ligeireza do navio.<br>O primeiro <strong>cruzador protegido</strong> foi o navio <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chile">chileno</a> <em>Esmeralda</em>, lançado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1883">1883</a>. Produzido nos estaleiros britânicos da Armstrong em Elswick, este navio serviu de inspiração a um grupo de cruzadores protegidos construídos no mesmo estaleiro e conhecidos pelos "cruzadores de Elswick". O seus <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_proa">castelo de proa</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Castelo_de_popa&amp;action=edit&amp;redlink=1">castelo de popa</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conv%C3%A9s">convés</a> de madeira foram removidos e substituídos por um convés blindado. O armamento do <em>Esmeralda</em> consistia em peças de 254 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mil%C3%ADmetro">mm</a> à vante e à popa e em peças de 152 mm a meio navio. Podia atingir uma velocidade de 18 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%B3_(unidade)">nós</a> e eram, apenas, propulsado a vapor. Dispunha de um deslocamento de 3 000 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tonelada">toneladas</a>. Durante as duas décadas seguintes, este cruzador foi o motivo de inspiração para a combinação de artilharia pesada, alta velocidade e reduzido deslocamento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 08:34:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cruzador couraçado</title>
         <author>a71173</author>
         <link>https://padlet.com/a71173/Bookmarks/wish/2160013328</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>cruzador couraçado</strong> ou <strong>cruzador blindado</strong> corresponde a uma categoria intermédia de cruzadores cujo apogeu se limitou às décadas de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1890">1890</a> e de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1900">1900</a>. O cruzador couraçado, além de estar dotado de blindagem para proteger os mesmos pontos que nos cruzadores protegidos, também estava dotado de proteção no casco que estava rodeado de uma cintura couraçada. A principal finalidade desta couraça adicional era a de proteger o navio de ataque de torpedos ou de impactos de projéteis de artilharia na zona da linha de flutuação. Em termos de funções, aos cruzadores couraçados estavam atribuídas, essencialmente, as mesmas que aos cruzadores protegidos. O primeiro cruzador couraçado foi o <em>Dupuy de Lôme</em>, da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_Francesa"><em>Marine Nationale</em></a> francesa, lançado ao mar em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1887">1887</a>. Outro famoso exemplar foi o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/USS_Maine">USS <em>Maine</em></a>, cuja explosão misteriosa, no porto de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Havana">Havana</a>, desencadeou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Hispano-Americana">Guerra Hispano-Americana</a>. Também passou a ser classificado como cruzador couraçado, a antiga corveta couraçada <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coura%C3%A7ado_Vasco_da_Gama"><em>Vasco da Gama</em></a>, da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_Portuguesa">Marinha Portuguesa</a>, depois da sua reforma profunda em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1901">1901</a>. Os cruzadores couraçados foram os protagonistas da <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Batalha_de_Ulsan&amp;action=edit&amp;redlink=1">Batalha de Ulsan</a> e tiveram uma participação relevante na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Tsushima">Batalha de Tsushima</a>, ambas durante a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Russo-Japonesa">Guerra Russo-Japonesa</a>. Mais tarde, durante a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_Mundial">Primeira Guerra Mundial</a>, duas forças navais inimigas, ambas compostas por cruzadores couraçados, enfrentaram-se na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Coronel">Batalha de Coronel</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 08:38:26 UTC</pubDate>
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