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      <title>Epicurismo e estoicismo na Modernidade? Sim ou não? by EBS Ferreira de Castro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-18 16:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>Professora Elisabete </title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema </p><p>Mesmo que eu queira mudar<br>De mim não consigo fugir<br>Sou feito do vento que sopra devagar<br>E do tempo que sobrar<br>E do tempo que sobrar</p><p>Se o segredo for deixar partir<br>No sereno do areal<br>Antes que o apego se apegue ainda mais<br>Deixo ao tempo a solução<br>Deixo ao tempo a solução</p><p>E se encontrares por aí<br>Quem te faça ser melhor mulher</p><p>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita</p><p>E se encontrares por aí<br>Quem te faça ser melhor mulher</p><p>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita para ser feliz<br>Aproveita</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 20:30:04 UTC</pubDate>
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         <title>Estabelecer relação entre os poemas musicados e a filosofia de vida de Ricardo Reis. </title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-02-03 20:42:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fado, português europeu, efemeridade da vida</p><p><br/></p><p>Comentário global do resultado obtido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 22:54:02 UTC</pubDate>
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         <title>Nuno, Maria, Coutinho</title>
         <author></author>
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         <title>Pedro, Anita, Vitória</title>
         <author></author>
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      <item>
         <title>Mariana, Rodrigo, Guilherme</title>
         <author></author>
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         <title>Aires, Ruben C., Madalena, Afonso M</title>
         <author></author>
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      <item>
         <title>Miguel, Tiago, Ruben C.</title>
         <author></author>
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         <title>Afonso, Gonçalo, Leonor, Rafael</title>
         <author></author>
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         <title>Lara, Matias, Beatriz</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-02-04 09:17:11 UTC</pubDate>
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         <title>Francisca, David, Carolina</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-02-04 09:17:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianaferreira18399</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p>Ninguém te vai parar, perguntar<br>Fazer saber, porquê?</p><p>Vais ter de te oferecer<br>E entender, o que fará viver?</p><p>Vê, não basta ir, voar, seguir<br>O cerco ao fim<br>Aperta, trai, morde, engana a sorte, cai<br>Não lembra de ti</p><p>É só o amor desfeito<br>Rosa sangue ao peito<br>Lágrima que deito<br>Sem voltar atrás!</p><p>Cresce e contamina<br>Tolhe a luz à vida<br>Que afinal ensina, quebra<br>Dobra a dor e entrega amor sincero</p><p>Honra tanto esmero, cala o desespero<br>É simples, tudo o que é da vida herdou sentido<br>Tem-te se for tido, sabe ser vivido<br>Fala-te ao ouvido e nasces tu</p><p>Ninguém te vai parar, perguntar<br>Fazer saber, porquê?</p><p>Por isso vê, não basta ir, voar, seguir<br>O cerco ao fim,<br>Aperta, trai, morde, engana a sorte, cai<br>Não lembra de ti</p><p>É só o amor desfeito<br>Rosa sangue ao peito<br>Lágrima que deito<br>Sem voltar atrás!</p><p>Cresce e contamina<br>Tolhe a luz à vida<br>Que afinal ensina, quebra<br>Dobra a dor e entrega amor sincero</p><p>Honra tanto esmero, cala o desespero<br>É simples, tudo o que é da vida herdou sentido<br>Tem-te se for tido, sabe ser vivido<br>Fala-te ao ouvido e nasces tu</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 09:22:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianaferreira18399</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p>De queixo aberto eu vi tudo (ya)<br>Vi toda a virtude?<br>Entre o passado e o presente a viver isolado<br>Eu era só um eco do meu ego se eu não sou então quem é?<br>E tudo em mim era sonho e as palavras poemas<br>Desculpas de sonso e apanhado em esquemas<br>Nunca se sabe bem de onde é que veio<br>Vou contar-te um segredo se não contares a ninguém<br>E o não sei se faço, não sei se posso<br>Sempre fui bicho raro que só faz se pode<br>Só queria atenção e mostrar uns dotes<br>Vivi tudo sozinho a precisar de todos<br>O que lá vai lá vai e eu caí em mim<br>Como é que lá vai se ainda está aqui?<br>Eu não mudei, só não quis ser mais assim</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>Oh diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai</p><p>Olha pra ti Mike e vê como cresceste<br>'Tá tudo tão diferente e tudo parece o mesmo (só)<br>Ver-te duma nova forma é conhecer-te outra vez<br>Ver-te de uma nova forma tocar-te pela primeira vez<br>Vais sair de casa vai na calma tem juízo<br>Vai ligando à tua mãe brigas afasta-te disso, Mike<br>Outros desatinos, Mike<br>Outros desafios, Mike</p><p>Dá sinais de tiNão te esqueças nunca donde vens!<br>Eu não te vejo tanto mas eu nunca te vi tanto<br>Sei que às vezes tenho um muro em que me escondo de vez em quando<br>Pequenas teimosias, agradar em demasia<br>E não sabia que já tinha tudo aqui só que não via<br>Ei, olha p'ra ti tão crescida<br>Os olhos tão iguais para mim és sempre a mesma<br>Cames e peixinhosEscondidas e pé-coxinho<br>Solta a vela, 'tá de sul, olha o Miguelinho</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>Diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 09:23:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que lá vai - D.A.M.A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p>De queixo aberto eu vi tudo (ya)<br>Vi toda a virtude?<br>Entre o passado e o presente a viver isolado<br>Eu era só um eco do meu ego se eu não sou então quem é?<br>E tudo em mim era sonho e as palavras poemas<br>Desculpas de sonso e apanhado em esquemas<br>Nunca se sabe bem de onde é que veio<br>Vou contar-te um segredo se não contares a ninguém<br>E o não sei se faço, não sei se posso<br>Sempre fui bicho raro que só faz se pode<br>Só queria atenção e mostrar uns dotes<br>Vivi tudo sozinho a precisar de todos<br>O que lá vai lá vai e eu caí em mim<br>Como é que lá vai se ainda está aqui?<br>Eu não mudei, só não quis ser mais assim</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>Oh diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai</p><p>Olha pra ti Mike e vê como cresceste<br>'Tá tudo tão diferente e tudo parece o mesmo (só)<br>Ver-te duma nova forma é conhecer-te outra vez<br>Ver-te de uma nova forma tocar-te pela primeira vez<br>Vais sair de casa vai na calma tem juízo<br>Vai ligando à tua mãe brigas afasta-te disso, Mike<br>Outros desatinos, Mike<br>Outros desafios, Mike</p><p>Dá sinais de tiNão te esqueças nunca donde vens!<br>Eu não te vejo tanto mas eu nunca te vi tanto<br>Sei que às vezes tenho um muro em que me escondo de vez em quando<br>Pequenas teimosias, agradar em demasia<br>E não sabia que já tinha tudo aqui só que não via<br>Ei, olha p'ra ti tão crescida<br>Os olhos tão iguais para mim és sempre a mesma<br>Cames e peixinhosEscondidas e pé-coxinho<br>Solta a vela, 'tá de sul, olha o Miguelinho</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>Diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 09:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sentir o Sol- Quatro e meia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Poema</strong></p><p><br/></p><p>Conto a conta-gotas o tempo que passa<br>Vejo o sol lá fora a fazer-me pirraça<br>Já são quatro e meia está quase na hora<br>De fechar a loja para dar o fora</p><p>Saio para a rua<br>E no vento morno<br>Sinto o cheiro a pão<br>Saindo do forno<br>Oiço as sirenes<br>Motores e buzinas<br>Junto à paragem<br>Conversam as meninas</p><p>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar a bola<br>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar a bola</p><p>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol<br>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol</p><p>Homens ao telefone metem-se em sarilhos<br>Queixam-se as mulheres, das mulheres dos filhos<br>Só os velhos sentados à beira da estrada<br>Contrastam com os passos da gente apressada</p><p>Eu vejo a turva louca<br>Correndo perdida<br>Bebendo de um trago do copo da vida<br>Do meu lugarzinho<br>Onde o mundo abranda<br>Onde a pressa some<br>E a calma é que manda</p><p>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar à bola<br>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar à bola</p><p>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol<br>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol</p><p>Sentir o sol, sentir o sol (só quero)<br>Sentir o sol, sentir o sol (jogar à bola)<br>Sentir o sol, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol, sentir o sol<br>Sabe-me tão bem, sentir o sol!</p><p>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar à bola<br>Sabe-me tão bem sentar na esplanada<br>A olhar o mundo sem pensar em nada<br>Espreguiçar um pouco, beber uma cola<br>Ver a garotada a jogar à bola</p><p>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol<br>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol<br>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol<br>Só quero, sentir o sol (sentir o sol)<br>Sentir o sol</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 09:26:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Queimando Tempo- Xutos e Pontapés</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p>O tempo, é dificil conjugar o tempo<br>Faz tempo que não penso muito em mim<br>Bom tempo, quando eu consigo estar aí<br>A tempo, quero eu chegar mas já não tenho tempo</p><p>Queimando tempo<br>Perdendo tempo<br>Esticando tempo<br>Eu já tenho tempo</p><p>O teu tempo vai passar<br>Aproveita tudo o que há em ti</p><p>Com tempo, irei fazer o que não fiz<br>Sem tempo, ninguém consegue ser feliz<br>Mau tempo, nuvens, chuva, molha, seca<br>A tempo, quer eu chegar mas já não tenho tempo</p><p>Queimando tempo<br>Perdendo tempo<br>Esticando tempo<br>Eu já tenho tempo</p><p>O teu tempo vai passar<br>Aproveita tudo o que há em ti</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 09:26:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oquelávai - D.A.M.A</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
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         <description><![CDATA[<p>De queixo aberto eu vi tudo (ya)<br>Vi toda a virtude?<br>Entre o passado e o presente a viver isolado<br>Eu era só um eco do meu ego se eu não sou então quem é?<br>E tudo em mim era sonho e as palavras poemas<br>Desculpas de sonso e apanhado em esquemas<br>Nunca se sabe bem de onde é que veio<br>Vou contar-te um segredo se não contares a ninguém<br>E o não sei se faço, não sei se posso<br>Sempre fui bicho raro que só faz se pode<br>Só queria atenção e mostrar uns dotes<br>Vivi tudo sozinho a precisar de todos<br>O que lá vai lá vai e eu caí em mim<br>Como é que lá vai se ainda está aqui?<br>Eu não mudei, só não quis ser mais assim</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>Oh diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai</p><p>Olha pra ti Mike e vê como cresceste<br>'Tá tudo tão diferente e tudo parece o mesmo (só)<br>Ver-te duma nova forma é conhecer-te outra vez<br>Ver-te de uma nova forma tocar-te pela primeira vez<br>Vais sair de casa vai na calma tem juízo<br>Vai ligando à tua mãe brigas afasta-te disso, Mike<br>Outros desatinos, Mike<br>Outros desafios, Mike</p><p>Dá sinais de tiNão te esqueças nunca donde vens!<br>Eu não te vejo tanto mas eu nunca te vi tanto<br>Sei que às vezes tenho um muro em que me escondo de vez em quando<br>Pequenas teimosias, agradar em demasia<br>E não sabia que já tinha tudo aqui só que não via<br>Ei, olha p'ra ti tão crescida<br>Os olhos tão iguais para mim és sempre a mesma<br>Cames e peixinhosEscondidas e pé-coxinho<br>Solta a vela, 'tá de sul, olha o Miguelinho</p><p>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>O que lá vai lá vai<br>Diz-me o que é que tem<br>Diz-me o que é que tem</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=T9RAeTSfwng" />
         <pubDate>2025-02-04 09:27:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sorte Grande - João Só e Lúcia Moniz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314981788</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Poema:</mark></strong></p><p><br/></p><p>Olha lá,<br>Já se passaram alguns anos<br>Nem sequer vinhas nos meus planos<br>Saíste-me a sorte grande</p><p><br/></p><p>E eu cá vou<br>Gozando os louros deste achado<br>Contigo de braço dado para todo o lado</p><p><br/></p><p>Eu vou até morrer ser teu se me quiseres<br>Agarrado a ti vou sem hesitar<br>E se o chão desabar que nos leve aos dois<br>Vou agarrado a ti</p><p><br/></p><p>Meu amor na roda da lotaria<br>Que é coisa escorregadia<br>Saíste-me a sorte grande</p><p><br/></p><p>E eu cá vou<br>À minha sorte abandonado<br>Contigo de braço dado para todo o lado</p><p><br/></p><p>Eu vou até morrer ser teu se me quiseres<br>Agarrado a ti vou sem hesitar<br>E se o chão desabar que nos leve aos dois<br>Vou agarrado a ti</p><p><br/></p><p>Olha lá,<br>Por mais que passem os anos<br>Por menos que eu faça planos<br>Sais me sempre a sorte grande</p><p><br/></p><p>Agarrado a ti vou sem hesitar<br>E se o chão desabar que nos leve aos dois<br>Vou agarrado a ti</p><p><br/></p><p>vou sem hesitar<br>E se o chão desabar que nos leve aos dois<br>Vou agarrado a ti<br>Vou agarrado a ti<br>Vou agarrado a ti</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Fdd-bm1E4pA" />
         <pubDate>2025-02-04 09:28:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Assobia para o lado - Carlão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p>Saúde e dinheiro para gastos, tesão<br>Pouco mais importa como brinda o meu amigo João<br>Com esse brinde eu começo uma canção<br>Que não prescinde uma certa reflexão</p><p>Em menos de nada, a gente já foi boy<br>Tenta ser o Winnie em vez de quereres ser o cowboy<br>Escolhe bem as tuas guerras, o que não te mada moi<br>Ambição é boa, mas quando cega, destrói (No doubt)</p><p>Quem te fala não sabe nada, mas vai a meio do caminho<br>Não vale a pena fazê-lo sozinho<br>De que serve a jornada se não partilhas a chegada<br>Bem regada com o teu vizinho</p><p>Ouve o meu conselho, se tiveres pra aí virado<br>Verdadeiro sucesso é amar e ser amado<br>Se disserem o contrário não fiques preocupado<br>Nã, assobia para o lado</p><p>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado</p><p>Eu só quero tar tranquilo, rodeado de algumas coisas<br>Que preciso para ter a minha paz<br>Pra quê andar atrás daquilo que não controlo<br>Quando na verdade o essêncial satisfaz</p><p>A maioria não está necessáriamente certa<br>Questiona o que te dizem, mantém-te alerta<br>Não tenhas medo arriscar a vida é uma oferta<br>Mas essa porta, não fica para sempre aberta</p><p>Não percas muito tempo a pensar no que vão dizer<br>Por aí, na dúvida sorri<br>Respeita a vontade que pulsa dentro de ti<br>Para viveres em pleno a passagem por aqui</p><p>Ouve o meu conselho se tiveres pra aí virado<br>Não precisas de luz pra te sentires realizado<br>Se disserem o contrário não fiques preocupado<br>Nã, nã, assobia para o lado</p><p>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado</p><p>Ma' nada<br>Assobia para o lado</p><p>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado</p><p>Há sempre um mano enjoado<br>No caminho pra'o trabalho<br>No trânsito parado<br>Aquele tipo mal educado<br>Que nunca sorri ou responde<br>Quando é cumprimentado<br>Esquece!<br>Não te rales muito bro<br>Preocupa-te com aquilo<br>Que é realmente importante<br>Quanto ao resto, sabes...<br>Assobia para o lado<br>Assobia para o lado</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=gJ-XA7L0Q2w" />
         <pubDate>2025-02-04 09:31:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rio d’ água - Syro</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314990446</link>
         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p><br/></p><p>Sempre ouvi dizer<br>Só quem anda cai<br>Aprendi a perder</p><p><br/></p><p>Lavo as rugas da dor<br>Que o tempo deixou<br>Marcas de quem eu sou</p><p><br/></p><p>E aprendi </p><p>Que do chão<br>Também vejo a cor do céu<br>E hoje sou</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>A vida não para </p><p>De correr<br>E lavo a alma <br>Afogo a mágoa que tiver</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>Tu estendes a mão </p><p>Para eu beber<br>Um rio de água<br>Um rio de água</p><p><br/></p><p>Já não volto a quem fui<br>Eu aceito em paz<br>Mas carrego em mim<br>O que me desfaz</p><p><br/></p><p>E as flores que um dia reguei<br>Vi-as a crescer e deixei<br>O tempo merecer e sem dizer as levou de mim</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>A vida não para </p><p>De correr<br>E lavo a alma <br>Afogo a mágoa que tiver</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>Tu estendes a mão </p><p>Para eu beber<br>Um rio de água <br>Um rio de água</p><p><br/></p><p>Bebe da vontade de saber<br>Quanto mais eu nado nesta água<br>Clara fica aos olhos de quem<br>Só quer viver</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>A vida não para </p><p>De correr<br>E lavo a alma <br>Afogo a mágoa que tiver</p><p><br/></p><p>Como um rio de água<br>Tu estendes a mão </p><p>Para eu beber<br>Um rio de água <br>Um rio de água</p><p><br/></p><p>Preach</p><p>Eu vejo em ti </p><p>A parte de mim<br>Que o tempo não </p><p>Levou daqui<br>Levou de mim</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/1ilAkxxCYZw?feature=shared" />
         <pubDate>2025-02-04 09:35:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sei lá- Barbara Tinoco</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314991342</link>
         <description><![CDATA[<p>Poema:</p><p><br/></p><p>Eu sei lá, em que dia da semana vamos<br>Sei lá, qual é a estação do ano<br>Sei lá, talvez nem sequer queira saber<br>Eu sei lá, porque dizem que estou louca<br>Sei lá, já não sou quem fui sou outra<br>Sei lá, pergunta-me amanhã talvez eu saiba responder</p><p>E eu juro, eu prometo e eu faço, e eu rezo<br>Mas no fim o que sobra de mim<br>E tu dizes coisas belas, histórias de telenovelas<br>Mas no fim tiras mais um pouco de mim<br>Então força leva mais um bocado<br>Que eu não vou a nenhum lado<br>Leva todo o bom que há em mim<br>Que eu não fujo, eu prometo, eu perdoo e eu esqueço<br>Mas no fim o que sobra de mim</p><p>Mas tu sabes lá, as guerras que eu tenho<br>Tu sabes lá, das canções que eu componho<br>Tu sabes lá, talvez nem sequer queiras saber<br>Mas tu sabes lá, da maneira que eu te amo<br>Tu sabes lá, digo a todos que é engano<br>Tu sabes lá, pergunto-te amanhã, mas não vais saber responder</p><p>Eu juro, eu prometo e eu faço, e eu rezo<br>Mas no fim o que sobra de mim<br>E tu dizes coisas belas, histórias de telenovelas<br>Mas no fim tiras mais um pouco de mim<br>Então força leva mais um bocado<br>Que eu não vou a nenhum lado<br>Leva todo o bom que há em mim<br>Que eu não fujo, eu prometo, eu perdoo e eu esqueço<br>Mas no fim o que sobra de mim</p><p>Sim, eu juro<br>Sim, eu juro</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/vHY8xNRvfT0?si=4m7YMBvu88r-YP6Z" />
         <pubDate>2025-02-04 09:35:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O tempo vai esperar- Quatro e meia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314994192</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Poema</strong></p><p><br/></p><p>O tempo vai esperar, deter-se por aí<br>Para eu poder ficar, assim a olhar pr'a ti<br>O tempo sabe bem, até o tempo entendeu<br>Que não se apressa alguém, que te olhe como eu</p><p>És água no deserto, o meu palpite certo<br>És luz do Sol, luz do Sol<br>Sua explosão de graça, golo ganho na raça<br>Meu farol</p><p>Combinei com o tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Quando o tempo escapa, olho-te à socapa<br>Mais te quero aqui</p><p>Combinei com o tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho<br>A olhar pr'a ti</p><p>O tempo vai esperar, tal como eu lhe pedi<br>Não pode recusar, bastou-lhe olhar pr'a ti<br>O tempo sabe bem, até o tempo entendeu<br>Vai querer ficar também, a olhar-te como eu</p><p>És água no deserto, o meu palpite certo<br>És luz do Sol, luz do Sol<br>Sua explosão de graça, golo ganho na raça<br>Meu farol</p><p>Combinei com o tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Quando o tempo escapa, olho-te à socapa<br>Mais te quero aqui</p><p>Combinei com o tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho<br>A olhar pr'a ti</p><p>Combinei com o tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Quando o tempo escapa, olho-te à socapa<br>Mais te quero aqui</p><p>Conspirei com tempo para esperar<br>Para ter mais tempo para te olhar<br>Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho<br>A olhar pr'a ti</p><p>O tempo vai esperar<br>A olhar (a olhar), a olhar, a olhar pr'a ti</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yLmBcbJF3-I" />
         <pubDate>2025-02-04 09:38:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anda estragar-me os planos - Salvador Sobral</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314994440</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Poema:</mark></strong></p><p><br/></p><p>Ha, faltam-me as saudades e os ciúmes<br>Já, tenho a minha conta de serões serenos<br>Quero ir dançar</p><p><br/></p><p>Sei por onde vou<br>É o melhor caminho<br>Não deixo nada ao acaso<br>Por favor, anda trocar-me o passo</p><p><br/></p><p>Tenho uma rotina<br>Pra todos os dias<br>Há de durar muitos anos<br>Por favor, anda estragar-me os planos</p><p><br/></p><p>Tira os livros da ordem certa<br>Deixa a janela do quarto aberta<br>Faz-me esquecer que amanhã vou trabalhar</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ha, faltam-me as saudades e os ciúmes<br>Já, tenho a minha conta de serões serenos<br>Quero ir dançar</p><p><br/></p><p>Ha, faltam-me as saudades e os ciúmes<br>Já, tenho a minha conta de serões serenos<br>Tardes tontas, manhãs mecânicas<br>Eu quero é ir dançar</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=klqA9HPgsho" />
         <pubDate>2025-02-04 09:38:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Gente Vai Continuar - Jorge Palma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314996624</link>
         <description><![CDATA[<p>Poema </p><p><br/></p><p>Tira a mão do queixo, não penses mais nisso<br>O que lá vai já deu o que tinha a dar<br>Quem ganhou, ganhou e usou-se disso<br>Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar</p><p><br/></p><p>E enquanto alguns fazem figura<br>Outros sucumbem á batota<br>Chega a onde tu quiseres<br>Mas goza bem a tua rota</p><p><br/></p><p>Enquanto houver estrada pra andar<br>A gente vai continuar<br>Enquanto houver estrada pra andar<br>Enquanto houver ventos e mar<br>A gente não vai parar<br>Enquanto houver ventos e mar</p><p><br/></p><p>Todos nós pagamos por tudo o que usamos<br>O sistema é antigo e não poupa ninguém<br>Somos todos escravos do que precisamos<br>Reduz as necessidades se queres passar bem</p><p><br/></p><p>Que a dependência é uma besta<br>Que dá cabo do desejo<br>E a liberdade é uma maluca<br>Que sabe quanto vale um beijo</p><p><br/></p><p>Enquanto houver estrada pra andar<br>A gente vai continuar<br>Enquanto houver estrada pra andar<br>Enquanto houver ventos e mar<br>A gente não vai parar<br>Enquanto houver ventos e mar</p><p><br/></p><p>Enquanto houver estrada pra andar<br>A gente vai continuar<br>Enquanto houver estrada pra andar<br>Enquanto houver ventos e mar<br>A gente não vai parar<br>Enquanto houver ventos e mar</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=HcC4uCnqwcI" />
         <pubDate>2025-02-04 09:39:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tempo - Calema</title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3314996779</link>
         <description><![CDATA[<p>Estradas que te farão sentir tão só<br>E dias em que tu vais ter desistir de ti<br>Sei que é difícil</p><p>Parece que a vida insiste<br>Em te provar que o céu só existe<br>Se um o dia conseguires tocar</p><p>O tempo vai devolver<br>Cada passo que dás<br>E vais perceber<br>O que ficou para trás</p><p>O tempo vai devolver<br>Onde quer que tu vás<br>E quando o medo aparecer<br>Enfrenta que és capaz</p><p>Nem sempre que ouvires o não quer dizer não!<br>Há uma luz que brilha em ti<br>E dá sentido a todo sim que um dia sonhaste ouvir</p><p>O tempo vai te devolver</p><p>Sei que é difícil<br>Parece que a vida insiste<br>Em te provar que o céu só existe<br>Se um dia o conseguires tocar</p><p>O tempo vai devolver<br>Cada passo que dás<br>E vais perceber</p><p>O que ficou para trás<br>O tempo vai devolver<br>Onde quer que tu vás<br>E quando o medo aparecer<br>Enfrenta que és capaz</p><p>Deixa que o tempo (deixa que o tempo)<br>Seja os meus passos (seja os meus passos)<br>Sem ter medo de seguir</p><p>Deixa que o tempo (deixa que tempo)<br>Vença o cansaço<br>Porque o melhor está para vir!</p><p>O tempo vai devolver<br>Cada passo que dás<br>E vais perceber<br>O que ficou para trás</p><p>O tempo vai devolver<br>Onde quer que tu vás<br>E quando o medo aparecer<br>Enfrenta que és capaz</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/OMID8oiKKRY?si=K8Y1N_81wC4W_px3" />
         <pubDate>2025-02-04 09:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Tempo Não Para - Mariza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3315001978</link>
         <description><![CDATA[<p>Poema</p><p><br></p><p>Eu sei<br>Que a vida tem pressa<br>Que tudo aconteça<br>Sem que a gente peça<br>Eu sei</p><p><br></p><p>Eu sei<br>Que o tempo não pára<br>O tempo é coisa rara<br>E a gente só repara<br>Quando ele já passou</p><p><br></p><p>Não sei se andei depressa demais<br>Mas sei, que algum sorriso eu perdi<br>Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo<br>Para olhar para ti<br>De agora em diante, não serei distante<br>Eu vou estar aqui</p><p><br></p><p>Cantei<br>Cantei a saudade<br>Da minha cidade<br>E até com vaidade<br>Cantei<br>Andei pelo mundo fora<br>E não via a hora<br>De voltar p'ra ti</p><p><br></p><p>Não sei se andei depressa demais<br>Mas sei, que algum sorriso eu perdi<br>Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo<br>Para olhar para ti<br>De agora em diante, não serei distante<br>Eu vou estar aqui</p><p><br></p><p>Não sei se andei depressa demais<br>Mas sei, que algum sorriso eu perdi<br>Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo<br>Para olhar para ti<br>De agora em diante, não serei distante<br>Eu vou estar aqui</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9kmwY1Z3YNY" />
         <pubDate>2025-02-04 09:43:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>É-me igual- David Fonseca</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3315002319</link>
         <description><![CDATA[<p>O mar avança, recua<br>O Sol e depois a chuva<br>E depois o Sol<br>É-me igual</p><p><br/></p><p>A luz acorda o trovão<br>Os dias e as noites seguirão o seu destino<br>É-me igual</p><p><br/></p><p>É-me igual e o que me importa<br>Atiçar o fogo se o que me conforta é o teu calor<br>Quando é que vens?</p><p><br/></p><p>O que me importa se na TV se lança o terror<br>Quando alguém prevê uma guerra mundial<br>É-me igual</p><p><br/></p><p>Em ombros, herói sem razão<br>Os loucos, sem par ou perdão<br>E é tudo tão breve<br>É-me igual</p><p><br/></p><p>É-me igual </p><p>Sem o teu regresso<br>Tudo me queima, nada me aquece no bem e no mal<br>Diz-me que vens</p><p><br/></p><p>Viro canais, vejo sem ver<br>As coisas banais, o tempo correr nos telejornais<br>É-me igual</p><p><br/></p><p>E é-me igual se já não estás<br>Ouve a canção<br>Olha para trás p'ra quem ficou<br>Ficou tão só</p><p><br/></p><p>Viro canais, vejo sem ver<br>As coisas banais<br>O tempo correr nos telejornais<br>É-me igual</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/JtcypNQiOok?feature=shared" />
         <pubDate>2025-02-04 09:43:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3315002319</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relação entre &quot;Queimando Tempo&quot; e a filosofia de vida de Ricardo Reis </title>
         <author>miguelgomes18370</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318188116</link>
         <description><![CDATA[<p>A música <em>“Queimando Tempo”</em> dos Xutos &amp; Pontapés e a filosofia de Ricardo Reis refletem acerca da passagem inevitável do tempo. A música expressa ansiedade e urgência, mostrando um conflito com o tempo, por outro lado Ricardo Reis adota uma postura serena acerca do mesmo assunto, aceitando-o com equilíbrio. Ambos abordam o <em>carpe diem</em>, que defende o gozo do momento. Na música o ouvinte é incentivado a aproveitar o tempo intensamente, enquanto Ricardo Reis defende a moderação e contemplação de forma tranquila. Em suma, ambas as visões reconhecem que o tempo passa e deve ser vivido conscientemente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 08:36:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação do Poema &quot;sei lá&quot; com Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318194527</link>
         <description><![CDATA[<p>O poema "Sei lá" relaciona-se com a poesia do heterônimo de Fernando Pessoa, Ricardo Reis, na vertente do estoicismo.</p><p>Nos Primeiros três versos do poema "Eu sei lá, em que dia da semana vamos/Sei lá, qual é a estação do ano/Sei lá, talvez nem sequer queira saber" a cantora apresenta-se indiferente perante a passagem do tempo, ou seja, existe uma aceitação da incerteza do futuro e do destino assim como na filosofia de vida estóica de Ricardo Rei. O mesmo apresenta uma ideia de aceitar o destino sem resistência, pois tudo está fora do nosso controle. Ele acredita que a vida deve ser vivida sem apego e sem grandes preocupações com o futuro.</p><p>Além disso, A letra mostra uma descrença nas palavras bonitas e nas promessas do outro:<br><em>"E tu dizes coisas belas, histórias de telenovelas / Mas no fim tiras mais um pouco de mim" </em>E na filosofia de Ricardo Reis, ele também vê o amor como algo efêmero e ilusório. Para ele, é perigoso&nbsp; entregar-se demais às emoções, pois elas inevitavelmente levam ao sofrimento.</p><p>Em conclusão, tanto a música <em>Sei Lá</em> quanto a filosofia de Ricardo Reis compartilham a ideia de que a vida é efêmera, as emoções devem ser controladas e tudo é passageiro. Há um tom de resignação e desapego, que se encaixa perfeitamente na visão estóica que o heterônimo transmite em sua poesia.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 08:41:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação estabelecida entre os poemas musicados e a filosofia de vida de Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318198241</link>
         <description><![CDATA[<p>As músicas "O que lá vai" dos D.A.M.A e "Assobia para o lado" de Carlão podem ser relacionadas ao epicurismo de Ricardo Reis, por abordarem temas como o Carpe Diem e a abdicação de sensações extremas.</p><p>A música dos D.A.M.A reflete sobre o crescimento pessoal e a aceitação do passado, o verso "o que lá vai, lá vai" sugere que o passado deve ser deixado para trás e apenas nos devemos focar no presente. Esta perspetiva está evidente no epicurismo de Ricardo Reis, que valoriza os prazeres do momento presente.</p><p>Já a música de Carlão remete para uma postura de leveza e despreocupação diante das adversidades, por exemplo no verso “Não te rales muito bro”, alinhando-se à ideia epicurista de recusar emoções fortes e procurar uma vida tranquila.</p><p>Ambas promovem uma visão de vida que privilegia a tranquilidade, um dos princípios centrais do pensamento epicurista de Ricardo Reis.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-06 08:45:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do Poema e Relação com a Filosofia de Vida de Ricardo Reis</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318206974</link>
         <description><![CDATA[<p><sup>O poema aborda temas como a transitoriedade da vida e o fluxo inevitável do tempo, recorrendo a metáforas como o rio e as flores para expressar a efemeridade da existência. Esta visão aproxima-se das reflexões filosóficas de Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.</sup></p><p><br/></p><p><sup>&nbsp;</sup><strong><sup>1. Aceitação da passagem inexorável do tempo e a Metáfora do Rio</sup></strong></p><p><sup>&nbsp;&nbsp;O poema enfatiza a </sup><strong><sup>aceitação da passagem inexorável do tempo,</sup></strong><sup> sugerindo que não há sentido em resistir ou lutar contra as mudanças inevitáveis, tal como implícito nos versos </sup><em><sup>"Já não volto a quem fui / Eu aceito em paz"</sup></em><sup>.&nbsp;</sup></p><p><sup>  Além disso, a metáfora do rio, expressa em </sup><em><sup>"E hoje sou/ Como um rio de água / A vida não para/ De correr"</sup></em><sup>, simboliza também o </sup><strong><sup>fluir contínuo da vida e a inevitabilidade da passagem do tempo.&nbsp;</sup></strong></p><p><sup>  Estes temas assemelham-se à filosofia de Ricardo Reis, que também vê a vida como um curso inexorável, que não pode ser interrompido. No poema, o eu lírico não resiste ao fluxo, mas </sup><strong><sup>aceita-o de maneira tranquila e resignada</sup></strong><sup>, refletindo a característica estoica de aceitar as circunstâncias da vida sem oposição, diante da inevitabilidade do destino, com o objetivo de alcançar a paz interior.</sup></p><p><br/></p><p><strong><sup>2. &nbsp; Indiferença Perante as Emoções</sup></strong></p><p><sup>  Os versos&nbsp; </sup><em><sup>"Aprendi a perder / Lavo as rugas da dor" </sup></em><sup>&nbsp;transmitem uma postura de</sup><strong><sup> aceitação do sofrimento e da dor. </sup></strong><sup>Ricardo Reis adota uma atitude semelhante, demonstrando</sup><strong><sup> indiferença em relação às emoções extremas</sup></strong><sup> e promovendo uma </sup><strong><sup>vida marcada pela moderação e pelo equilíbrio</sup></strong><sup>, alinhada com o princípio da </sup><em><sup>aurea mediocritas</sup></em><sup>. </sup></p><p><sup>  Ambos defendem a importância de lidar com a dor de forma serena, sem se </sup><strong><sup>deixar dominar pelas emoções fortes,</sup></strong><sup> procurando assim uma existência equilibrada e serena.</sup></p><p><br/></p><p><strong><sup>3. Epicurismo e Valorização do Momento Presente</sup></strong></p><p><sup>  Nos versos&nbsp; </sup><em><sup>"Quanto mais eu nado nesta água / Clara fica aos olhos de quem / Só quer viver"</sup></em><sup>, está presente a ideia de</sup><strong><sup> viver sem excessos, procurando um prazer moderado.&nbsp;</sup></strong></p><p><sup>  Este excerto alinha-se com o ideal epicurista de ataraxia, que é a tranquilidade sem perturbação, e reflete a </sup><strong><sup>valorização do presente</sup></strong><sup>, defendida por Ricardo Reis como o caminho para alcançar a felicidade relativa. Ambos defendem uma </sup><strong><sup>vida sem aspirações além daquilo que se tem.</sup></strong></p><p><br/></p><p><strong><sup>4. A Efemeridade Representada Pelas Flores</sup></strong></p><p><sup>  Os versos </sup><em><sup>"E as flores que um dia reguei / Vi-as a crescer e deixei / O tempo merecer / e sem dizer as levou de mim" </sup></em><sup>remetem à </sup><strong><sup>efemeridade da vida e à beleza natural perecível,</sup></strong><sup> ideias presentes na poesia de Ricardo Reis. As flores, ao nascerem, crescerem e morrerem, simbolizam a </sup><strong><sup>transitoriedade da existência.</sup></strong></p><p><sup> Este ciclo demonstra que nada é eterno e, inevitavelmente, será levado pelo tempo.</sup></p><p><sup>  A beleza perecível refere-se à </sup><strong><sup>fragilidade da vida </sup></strong><sup>e à </sup><strong><sup>beleza </sup></strong><sup>que, por mais intensa que seja, está destinada a</sup><strong><sup> desaparecer,</sup></strong><sup> o que nos convoca a apreciar o presente sem ilusões de permanência.&nbsp;</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 08:53:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação estabelecida entre os poemas e a filosofia de vida de Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318210434</link>
         <description><![CDATA[<p>Os poemas “Sentir o Sol” e “O Tempo Vai Esperar”, da banda Quatro e Meia, estabelecem uma relação com a filosofia de Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa. Ambos refletem sobre a passagem do tempo e a importância de viver o presente, mas existem diferenças importantes na forma como encaram a vida.</p><p><br/></p><p>Nos poemas musicados e na filosofia de Ricardo Reis, há uma <strong>semelhança </strong>evidente, a ideia de aproveitar o momento presente. Em “Sentir o Sol”, valoriza-se algo simples, como sentir o calor do sol, o que faz lembrar o modo sereno e equilibrado com que Ricardo Reis sugere viver. Ele acredita que devemos desfrutar da vida sem nos preocupar demasiado com o que não controlamos.</p><p><br/></p><p>Outro ponto em comum é a consciência de que o tempo não para. O “Tempo Vai Esperar” reflete essa preocupação com a passagem do tempo, mas também transmite a ideia de que é importante encontrar calma perante essa realidade. Isso está muito próximo do pensamento de Ricardo Reis, que defende a aceitação serena da vida e do que ela nos traz.</p><p><br/></p><p>Apesar destas semelhanças, há <strong>diferenças </strong>claras. Ricardo Reis tem uma visão mais racional e distante das emoções. Para ele, devemos evitar paixões intensas e aceitar a vida com tranquilidade, sem ilusões. Já os poemas dos Quatro e Meia parecem transmitir uma mensagem mais emocional e otimista. Por exemplo, em "O Tempo Vai Esperar", há uma certa esperança em vencer a passagem do tempo através das emoções, algo que Ricardo Reis recusaria.</p><p><br/></p><p>Além disso, os poemas valorizam o amor e os sentimentos como parte essencial da vida, enquanto Ricardo Reis vê essas emoções como fontes de desequilíbrio, defendendo uma postura mais controlada e desapegada.</p><p><br/></p><p>Para <strong>concluir</strong>, os poemas e a filosofia de Ricardo Reis partilham a ideia de aceitar o tempo e aproveitar o presente, mas diferem na forma como veem as emoções e o sentido da vida. Enquanto Ricardo Reis opta pela razão e serenidade, os poemas dos Quatro e Meia mostram uma perspetiva mais calorosa e emotiva, valorizando o amor e a intensidade dos momentos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-06 08:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a música &quot;Oquelávai&quot; e a filosofia de Ricardo Reis</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318210699</link>
         <description><![CDATA[<p>A música “Oquelávai” dos artistas D.A.M.A e a filosofia de Ricardo Reis baseiam-se na ideia de aceitar o passado e o destino e em viver o presente sem apego, demonstrando uma filosofia estoica. Na música a repetição de "O que lá vai, lá vai" transmite uma resignação semelhante à de Reis, que defende a serenidade perante o destino. No entanto, enquanto o heterónimo defendia uma vida racional e equilibrada, o poema musicado é mais emotivo e introspectivo, visto que explora a identidade e a necessidade de reconhecimento, o que o afasta da postura desapegada e contida do heterónimo.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-02-06 08:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferença entre o envolvimento emocional no poema e em Ricardo Reis</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318212409</link>
         <description><![CDATA[<p><sub> O poema apresenta um </sub><strong><sub>vínculo mais afetivo com o passado,</sub></strong><sub> evidenciado em versos como&nbsp; </sub><em><sub>"Mas carrego em mim/ O que me desfaz"</sub></em><sub>, que expressam sofrimento e sugerem que o poeta carrega consigo as cicatrizes do que viveu, revelando que é </sub><strong><sub>afetado pelas experiências do passado, pelas dores e emoções intensas.</sub></strong></p><p><sub>  Isto contrasta com a </sub><strong><sub>indiferença </sub></strong><sub>demonstrada por Ricardo Reis, que</sub><strong><sub> rejeita o apego ao passado e adota uma postura de distanciamento emocional apático</sub></strong><sub>, evitando qualquer tipo de envolvimento intenso com as emoções, sejam elas de alegria ou dor.</sub></p><p><sub>  Além disso, o seu ideal de vida baseia-se na </sub><em><sub>aurea mediocritas,</sub></em><sub> ou seja, na moderação e na serenidade, procurando uma </sub><strong><sub>vida sem oscilações emocionais</sub></strong><sub>, aconselha também a viver o presente sem se prender emocionalmente ao que já passou.</sub></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 08:59:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Música gerada pela IA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318216470</link>
         <description><![CDATA[<p>Rap, português europeu, busca pela tranquilidade da vida.</p><p><br></p><p>A música "Busca da tranquilidade" fala sobre a procura da ataraxia, que é a procura da tranquilidade sem perturbaçôes, um dos príncipios da filosofia de vida de Ricardo Reis. Este tema também está presente nas músicas escolhidas ("O que lá vai" e "Assobia para o lado") .</p><p><br></p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:02:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Música Criada no Suno &quot;À Beira do Abismo&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318220626</link>
         <description><![CDATA[<p>NA descrição para fazer esta música nos introduzimos a seguintes instruções:</p><p>Cria uma música português europeu do estilo hip hop sobre a efemeridade da vida e a aceitação do destino sem grandes preocupações.</p><p><br></p><p>Na nossa opinião a música adequa-se á filosofia de Ricardo reis uma vez que, aborda a ideia da vida efémera bem como a aceitação do destino sem grandes preocupações, inquietações ou alaridos.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:06:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Música gerada por IA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318223052</link>
         <description><![CDATA[<p>Direto, punk, energético, carpe diem, tranquilidade </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:09:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a música &quot;Oquelávai&quot; dos D.A.M.A e a filosofia de vida de Ricardo Reis</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318225341</link>
         <description><![CDATA[<p>A efemeridade da vida e a importância de viver o presente são temas centrais tanto na filosofia de Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, como na música "Oquelávai", dos D.A.M.A. No entanto, apesar desta semelhança, a forma como cada um encara essa vivência apresenta diferenças significativas.</p><p>Ricardo Reis, influenciado pelo epicurismo e pelo estoicismo, enfatiza o carpe diem como caminho para a felicidade, reconhecendo a fugacidade da vida e a inevitabilidade da morte. No entanto, defende que o presente deve ser vivido com moderação, evitando excessos e sentimentos intensos que possam perturbar a serenidade da alma. O seu pensamento assenta na ideia de equilíbrio, recusando grandes paixões ou desassossegos e aceitando o destino de forma tranquila e racional. A música "Oquelávai", por outro lado, transmite uma visão mais descontraída e emocional da vida, incentivando a seguir em frente sem olhar para trás. A letra reflete essa atitude ao afirmar: "O que lá vai lá vai / O que lá vai lá vai / E se só vai e não volta mais diz-me o que é que tem" Enquanto Ricardo Reis encara a transitoriedade da vida com prudência e contenção, a música sugere uma abordagem mais espontânea e leve, sem grande preocupação com a racionalização das emoções.</p><p>Outra diferença entre as duas perspetivas está na forma como encaram o prazer. Para Ricardo Reis, o prazer deve ser vivido com moderação e racionalidade, evitando excessos que possam perturbar a tranquilidade interior. A sua visão está alinhada com os princípios do epicurismo, que procura um prazer equilibrado, e do estoicismo, que valoriza a aceitação do destino e a disciplina emocional. Em contraste, "Oquelávai" promove uma vivência mais livre e impulsiva, sem a ênfase na contenção e na moderação que caracteriza o pensamento de Ricardo Reis.</p><p>Embora ambos transmitam a ideia de que a vida é passageira e deve ser vivida sem apego ao passado, fazem-no sob perspetivas diferentes. Ricardo Reis defende uma abordagem racional e equilibrada, enquanto a música dos D.A.M.A. adota uma postura mais emocional e despreocupada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:11:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise do Poema e Relação com a Filosofia de Vida de Ricardo Reis</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318227430</link>
         <description><![CDATA[<p><sub>O poema da canção "É-me Igual", de David Fonseca, evoca uma reflexão sobre </sub><strong><sub>a aceitação voluntária do poder do destino,</sub></strong><sub> o que se aproxima da filosofia de vida de Ricardo Reis.</sub></p><p><br/></p><p><strong><sub>1. Aceitação do Ciclo natural da vida e do Destino </sub></strong></p><p><sub>&nbsp;“O mar avança, recua/ O Sol e depois a chuva/ E depois o Sol/ (...)/ A luz acorda o trovão/ Os dias e as noites seguirão o seu destino“</sub></p><p><sub> A referência ao ciclo natural, em que o mar avança e recua, o Sol brilha e a chuva cai, sugere a </sub><strong><sub>aceitação do curso inevitável da vida e do poder do destino</sub></strong><sub>. </sub></p><p><sub> Além disso,&nbsp; a alternância entre o Sol e a chuva, a luz e o trovão refletem uma</sub><strong><sub> visão determinista do mundo, </sub></strong><sub>em que os acontecimentos seguem um </sub><strong><sub>curso preestabelecido pelo destino,</sub></strong><sub> que </sub><strong><sub>não pode ser evitado ou alterado.&nbsp;</sub></strong></p><p><sub> Tal como no poema, a filosofia de Ricardo Reis valoriza a</sub><strong><sub> aceitação do ciclo natural da vida e do poder do destino</sub></strong><sub>, sugerindo que o ser humano deve</sub><strong><sub> aceitar as mudanças e as transformações inevitáveis da existência</sub></strong><sub>, sem resistência.</sub></p><p><br/></p><p><strong><sub>2. Fluir inevitável do tempo</sub></strong></p><p><sub>  Os versos "Os dias e as noites seguirão o seu destino / É-me igual" e "O tempo correr nos telejornais / É-me igual" reforçam a ideia de que, independentemente dos eventos que acontecem, </sub><strong><sub>o eu poético adota uma postura de indiferença</sub></strong><sub>, aceitando</sub><strong><sub> o fluir inevitável do tempo</sub></strong><sub>.&nbsp;</sub></p><p><sub>  A repetição da expressão "é-me igual" revela uma atitude de </sub><strong><sub>apatia</sub></strong><sub>, como se o eu lírico estivesse </sub><strong><sub>alheio ao que ocorre ao seu redor,</sub></strong><sub> incluindo as inquietações do mundo (“Quando alguém prevê uma guerra mundial/ É-me igual"), ou seja, demonstra que </sub><strong><sub>nada o afeta emocionalmente</sub></strong><sub>.</sub></p><p><sub>  Na sua obra, Ricardo Reis também expressa </sub><strong><sub>resignação face ao fluir do tempo e uma recusa das emoções.&nbsp;</sub></strong></p><p><br/></p><p><strong><sub>3. Consciência da efemeridade da vida</sub></strong></p><p><sub>O verso "E é tudo tão breve"</sub><strong><sub> reforça também a ideia de transitoriedade</sub></strong><sub>, presente na poesia de Ricardo Reis, sugerindo que tudo é </sub><strong><sub>temporário e fugaz.</sub></strong><sub>&nbsp;A palavra "breve" destaca a </sub><strong><sub>efemeridade da vida.&nbsp;</sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:13:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a música &quot;Rosa Sangue&quot; dos Amor Electro com a filosofia de vida de Ricardo Reis.</title>
         <author>marianaferreira18399</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318228690</link>
         <description><![CDATA[<p>A música "Rosa Sangue", dos Amor Electro, pode ser analisada à luz da filosofia de Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, que propõe uma abordagem muito distinta da vida e das emoções. Ricardo Reis, influenciado pelo epicurismo e pelo estoicismo, defende uma forma de viver marcada pela moderação e pela serenidade, rejeitando excessos emocionais e o apego ao efémero. Para ele, a felicidade resulta de um equilíbrio racional entre o prazer e a aceitação do destino, onde as paixões devem ser contidas para evitar a perturbação da paz interior.</p><p>A música "Rosa Sangue" fala de um amor intenso e profundo, que se torna uma experiência visceral e apaixonada. A letra transmite um sofrimento associado à entrega emocional, com a dor de um amor perdido ou inatingível. Este tipo de amor tumultuoso e arrebatador entra em claro contraste com a filosofia de Ricardo Reis, que acredita que o prazer, incluindo o amor, deve ser vivido de forma equilibrada e racional, sem se deixar levar por emoções extremas. Para ele, a busca pela tranquilidade exige um distanciamento das paixões, já que estas podem causar sofrimento e desarmonia interior.</p><p>Enquanto Ricardo Reis vê o controlo das emoções como uma forma de alcançar a serenidade, a música "Rosa Sangue" sugere que a intensidade das emoções, mesmo que dolorosas, fazem parte da experiência humana e são fundamentais para viver plenamente. A entrega total ao amor e a aceitação do sofrimento que ele pode causar representam uma forma de vida mais emocional e impulsiva, que contraria a perspectiva racional de Ricardo Reis. Ao contrário da filosofia de Reis, que defende a moderação para evitar o turbilhão emocional, "Rosa Sangue" parece abraçar as emoções sem reservas, como uma forma de autenticidade e vivência intensa.</p><p>Portanto, "Rosa Sangue" dos Amor Electro ilustra uma visão de vida em que o amor e as emoções são vividos de maneira plena, sem as limitações racionais que Ricardo Reis sugere. A filosofia de Reis propõe a serenidade através do controlo e da moderação, enquanto a música expressa uma entrega emocional mais livre, que pode resultar tanto em prazer quanto em sofrimento, mas que, de certa forma, reflete a profundidade da experiência humana que ele&nbsp;tenta&nbsp;evitar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:14:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferença entre o poema e a obra de Ricardo Reis</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318233429</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><sub>1. </sub></strong><sub>"É-me igual e o que me importa / Atiçar o fogo se o que me conforta é o teu calor"</sub></p><p><strong><sub>2.</sub></strong><sub> "É-me igual sem o teu regresso / Tudo me queima, nada me aquece no bem e no mal / Diz-me que vens"</sub></p><p><br/></p><p><sub> O primeiro excerto&nbsp;revela que, apesar da aparente indiferença, </sub><strong><sub>o sujeito poético encontra conforto e calor na presença de alguém específico.</sub></strong><sub> Isto contrasta com a ideia de um </sub><strong><sub>distanciamento emocional do mundo, defendido por Ricardo Reis, </sub></strong><sub>pois a presença dessa pessoa parece ser a única coisa que</sub><strong><sub> realmente importa para o eu lírico.</sub></strong></p><p><sub> Já o segundo excerto transmite uma sensação de desespero causada pela ausência dessa pessoa. A indiferença do "é-me igual"</sub><strong><sub> desaparece diante da dor da falta dessa pessoa, </sub></strong><sub>e a única coisa que </sub><strong><sub>parece importar é o retorno dela</sub></strong><sub>, como uma forma de restaurar o </sub><strong><sub>equilíbrio emocional perdido.</sub></strong></p><p><br/></p><p><strong><sub>Diferença em relação à poesia de Ricardo Reis</sub></strong></p><p><sub>  Ricardo Reis defende a ideia de viver de forma</sub><strong><sub> comedida, sem nos deixarmos consumir pelos sentimentos ou pelas emoções fortes, </sub></strong><sub>e embora reconheça a brevidade da vida,</sub><strong><sub> </sub></strong><sub>procura um distanciamento emocional.</sub></p><p><sub>&nbsp; No entanto, nos excertos da canção, há uma tensão entre a</sub><strong><sub> indiferença e a dor sentida pela ausência de alguém, </sub></strong><sub>ou seja,</sub><strong><sub> </sub></strong><sub>ao contrário de Reis, </sub><strong><sub>o eu lírico parece sentir e experienciar emoções mais intensas.</sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:19:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre os poemas musicados e a filosofia de vida de Ricardo Reis</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318233985</link>
         <description><![CDATA[<p>"Anda estragar-me os planos", Salvador Sobral</p><p><br/></p><p>Aquando escreveu “Anda estragar-me os planos”, Salvador Sobral partilhou e discordou de ideias que se encontram integradas na linha de pensamento estoico-epicurista de Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa. </p><p><br/></p><p>No primeiro verso do poema, tal como Reis, o sujeito poético confessa ter ausência de envolvimento emocional e físico “Ah, faltam-me as saudades e os ciúmes”, "Quero ir dançar", admitindo, porém, sentir necessidade de tais sentimentos e sensações.</p><p><br/></p><p>Contrariamente, conclui-se que o mesmo ainda se encontra num ciclo de vertente estoica, ciclo este a ser quebrado por algo ou alguém “Por favor, anda trocar-me o passo”, “Por favor, anda estragar-me os planos” – só assim, o eu lírico conseguirá aproveitar o momento presente “Faz-me esquecer que amanhã vou trabalhar”.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Constata-se que, outrora e até ao momento, o sujeito poético vive uma vida “dentro dos carris”, isto é, uma vida toda ela planeada, controlada e sem imprevistos “Tenho uma rotina/Pra todos os dias”. </p><p><br/></p><p>Contudo, o mesmo já não quer essa vida “Já, tenho a minha conta de serões serenos” – quer sim uma vida espontânea, livre e verdadeiramente vivida e sentida “Quero é ir dançar”, "Tira os livros da ordem certa/Deixa a janela do quarto aberta”, marcada pela indiferença face à morte “Há de durar muitos anos”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:19:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318234008</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:19:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vive morto pensando...</title>
         <author>laracosta19927</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318237402</link>
         <description><![CDATA[<p>"Cria uma música escrita em quadras e com rimas, em português europeu, integrada no estilo musical Fado, sobre a vida estoica de um rapaz chamado Matias, enfatizando a indiferença perante as emoções."</p><p><br/></p><p>O poema musicado pelo grupo intitulado “Vive morto pensando…”, gerado na plataforma Suno, remete o ouvinte para a temática em análise – a filosofia de vida de Ricardo Reis.</p><p><br/></p><p>Assim, começa por apresentar Matias como um indivíduo estoico que, tal como o “poeta clássico”, primazia a racionalidade em detrimento da afetividade “Enfrenta tempestades com firmes decisões,/Coração em serenata, longe das emoções.”, recusando encontrar-se “preso” a algo e vivendo a vida com suavidade e tranquilidade “Calmaria no peito, corta ventos e maresias./Navega na vida, sem medo do que encontrará,/Rumo ao desconhecido, nada o abalará.”.</p><p><br/></p><p>Adicionalmente, Matias é descrito como alguém que valoriza e aproveita o momento presente, negando tudo o que resultará e lhe provocará dor “Matias, estoico, a dor não lhe toma,”, procurando uma felicidade relativa proporcionada pelo prazer moderado “Matias sabe bem a beleza do instante,/Não busca imortalidade, só o agora fragrante.” e, assim, alcançar o seu destino num estado “sem pesar”.</p><p><br/></p><p>A letra deste poema musicado capta com precisão os princípios da filosofia de vida de Ricardo Reis, evocando a serenidade, a rejeição da imortalidade e a valorização do instante presente. Deste modo, a música traduz eficazmente a visão do heterónimo pessoano sobre a vida, reforçando a ideia de que a sabedoria reside no equilíbrio e na aceitação do fluxo natural da existência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:22:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caminhos efémeros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318238694</link>
         <description><![CDATA[<p>"Cria uma música em português de Portugal, ao estilo dos Quatro e Meia, que aborde a passagem do tempo, o desapego a tudo, a ausência de ligação às coisas e às pessoas, e os prazeres momentâneos."</p><p><br/></p><p>A música que obtivemos aborda os pontos de semelhança, oposição da filosofia de vida de Ricardo Reis e dos poemas musicados dos Quatro e Meia. Conseguimos então obter uma música ao estilo dos Quatro e Meia, alterando a maneira de pensar transmitida nos primeiros poemas musicados, fazendo assim uma música ao estilo dos Quatro e Meia mas com a filosofia de Ricardo Reis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:23:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações de Semelhança entre os Poemas Musicados e a Filosofia de Vida de Ricardo Reis</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318241341</link>
         <description><![CDATA[<p>Ricardo Reis, heterónimo pessoano, defende uma filosofia de vida baseada nos ideais epicuristas e estoicistas, aceitando o destino humano involuntário e a passagem inexorável do tempo. Consciente da efemeridade da vida, rejeita emoções intensas e evita expectativas e sofrimentos, usufruindo do presente com moderação.</p><p><br></p><p>Por tal, é possível estabelecer uma <strong>relação de semelhança</strong> entre o seu estilo de vida e as músicas “A Gente Vai Continuar” e “O Tempo Não Para”.</p><p><br></p><p>Primeiramente, a música “A Gente Vai Continuar" de Jorge Palma reflete sobre a continuidade da vida, mesmo que durante esta existam dificuldades, pois “Enquanto houver estrada pra andar/ A gente vai continuar”. Esta ideia assemelha-se com a filosofia de Ricardo Reis, pois ambos reconhecem a passagem inexorável do tempo, e, por conseguinte, não se focam em angústias passageiras e emoções intensas, aceitando a impermanência das coisas, “Tira a mão do queixo, não penses mais nisso/O que lá vai já deu o que tinha a dar”. Assim, Reis e Palma (nesta música) aconselham a aceitar a transitoriedade da vida e o fluxo do destino com tranquilidade, avançando na vida sem desespero ou revolta.</p><p><br></p><p>Para além de tal, a música "O Tempo Não Para" da Mariza, conforme sugerido pelo seu título, explora a inevitabilidade da passagem do tempo, a maneira como a vida continua independentemente das adversidades e a imprevisibilidade do futuro, “Eu sei/Que a vida tem pressa/Que tudo aconteça/Sem que a gente peça!”. Toda esta visão culmina na aceitação de um destino involuntário, característica do pensamento de Ricardo Reis, que afirma que o tempo segue seu curso implacável, e a melhor forma de viver é aceitando a ordem natural das coisas, “Eu sei/Que o tempo não pára/O tempo é coisa rara/E a gente só repara/Quando ele já passou”.</p><p><br></p><p>Em suma, ambas as músicas refletem aspetos da filosofia de Ricardo Reis, especialmente em temas como a passagem incontornável do tempo e a aceitação do destino. Assim, tal como Reis aconselha-nos a viver com equilíbrio, estas duas músicas também sugerem uma atitude aceitação perante a continuidade e a imprevisibilidade da vida humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:25:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comentário à música criada</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318242083</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta música aborda uma parte da filosofia de Ricardo Reis: a fuga às emoções extremas e a recusa das emoções fortes. O pré refrão diz “O coração não aguentaria a pressão / De emoções que esmagam sem compaixão / Prefiro o meio-termo da razão / Onde a paz é a minha canção”. Esta estrofe complementa muito bem esta filosofia de Ricardo Reis, uma filosofia que passa pela moderação dos sentimentos, sem grandes extremos, para assim manter a tranquilidade da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 09:26:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema musicado</title>
         <author>mariatavares19064</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318793257</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Instruções</strong></p><p>Cria um poema sobre a aceitação da efemeridade da vida, valorizando o momento presente, a recusa das emoções e a serenidade diante do fluxo inevitável da vida, com um tom acústico e tranquilo em Português Europeu.</p><p><br></p><p><strong>Comentário Global</strong></p><p>A música criada pela IA está claramente de acordo com os conceitos abordados nos poemas analisados e com a filosofia de vida de Ricardo Reis, enfatizando a contemplação do momento presente e a aceitação serena das mudanças inevitáveis da vida e do ciclo natural do destino. A melodia acústica contribui ainda mais para um ambiente tranquilo e reflexivo.</p><p><br></p><p><strong>Semelhanças com a poesia de Ricardo Reis</strong></p><p><br></p><ol><li><p><strong>Aceitação do destino&nbsp;</strong></p></li></ol><p>A música transmite a ideia de que o ser humano deve<strong> aceitar o destino com tranquilidade e resignação</strong>, como expressam os versos <em>"Na entrega vem o existir, sem medo do amanhecer"</em> e <em>"E o destino traça o seu caminho / Imutável, não pode ser alterado". </em>Este conceito está alinhado com a influência do estoicismo na obra de Ricardo Reis, que defende a <strong>aceitação serena do destino.</strong></p><p><br></p><ol start="2"><li><p><strong>Valorização do momento presente</strong></p></li></ol><p>A música enfatiza a importância de viver o<strong> presente de forma plena</strong>, como demonstram os versos <em>"No instante breve, aprende a estar / A paz surge no silêncio profundo".</em> Aqui, a fugacidade do instante é destacada como algo que deve ser <strong>aceito e aproveitado</strong>, em vez de temido.&nbsp; </p><p>Esta ideia está diretamente relacionada com a filosofia de Ricardo Reis, influenciada pelo <strong>epicurismo, que defende o <em>Carpe diem </em></strong>— a valorização do presente sem preocupações excessivas, encontrando contentamento no momento atual, sem se deixar perturbar por desejos ou inquietações desnecessárias.</p><p><br></p><ol start="3"><li><p><strong>Uso de metáforas inspiradas na natureza</strong>&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;A letra da música apresenta símbolos como <em>"as folhas” </em>que dançam na brisa leve e <em>"o vento” </em>que leva o que é passageiro, remetendo à poesia de Reis, que frequentemente recorre a elementos naturais para expressar a efemeridade da vida.&nbsp;</p><p><br></p><p>No entanto, enquanto a música transmite <strong>um tom mais positivo e inspirador,</strong> a poesia de Ricardo Reis <strong>adota um tom mais distante, frio e indiferente</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 16:30:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação do poema &quot;Tempo&quot; com Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3318835907</link>
         <description><![CDATA[<p>O poema musicado “Tempo” aborda o aproveitamento dos momentos, focando nos no presente e naquilo que realmente importa, “Parece que a vida insiste/Em te provar que o céu existe”, à semelhança da filosofia de vida de Ricardo Reis. Esta filosofia denomina-se de epicurista, e , segundo esta, devemos prezar o prazer momentâneo e valorizar o dia (Carpe Diem).</p><p>&nbsp;Para além disso, também podemos encontrar no poema musicado a ideia de que deveremos enfrentar o medo quando ele de facto chegar“ E quando o medo aparecer/enfrenta que és capaz”, que remete a temática filosófica estoica de Ricardo Reis. Esta defende a aceitação das leis do Destino, pois o destino ou “Fado” é algo que está para além do controle do ser humano e por isso, este é obrigado a aceitá-lo.</p><p>A filosofia de <strong>Ricardo Reis</strong>, inspirada no <strong>epicurismo e estoicismo</strong>, defende que o tempo é uma força incontrolável e deve ser aceite com tranquilidade, sem ansiedade pelo passado nem ilusões sobre o futuro. Para ele, a vida é efémera e a única atitude sábia é viver com moderação, evitando perturbações emocionais. Essa visão reflete-se na música <strong>"Tempo"</strong> dos <strong>Calema</strong>, que transmite uma mensagem de superação e confiança na passagem do tempo. Versos como <em>"O tempo vai devolver cada passo que dás e vais perceber o que ficou para trás"</em> sugerem que o tempo clarifica o que vivemos, enquanto “Deixa que o tempo/ Seja os meus passos/ Sem ter medo de seguir”remete para a ideia de que, apesar da incerteza, devemos viver sem receios, aceitando a vida tal como ela se apresenta. Assim, tanto Ricardo Reis quanto a canção reforçam que o tempo segue o seu curso inevitável, bem como a aceitação das Leis do Destino,cabendo-nos aceitá-las com serenidade e, a valorização do prazer momentâneo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-06 16:59:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações de Oposição entre os Poemas Musicados e a Filosofia de Vida de Ricardo Reis</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3319242739</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de existirem notórias semelhanças entre os dois poemas musicados e a filosofia de vida de Ricardo Reis, também existem <strong>aspetos antagónicos</strong> entre eles, sendo também possível estabelecer uma relação de oposição entre eles.</p><p><br/></p><p>No poema “A Gente Vai Continuar” é enfatizada a persistência, resiliência e luta contra as adversidades da vida, conforme constatado no refrão "Enquanto houver estrada pra andar, / a gente vai continuar". Assim, enquanto que o poema de Palma sugere resistência, inconformidade e adaptação ativa face a uma realidade infeliz, tal como é reforçado pelo uso da anáfora (repetição da palavra "enquanto" e da expressão "a gente não vai parar"), Reis aconselha a moderação e a resignação, evitando confrontos intensos com a realidade. </p><p>O poema também exalta a liberdade humana, o livre arbítrio e a capacidade de escolher o próprio caminho, (“Chega a onde tu quiseres”), mesmo que a inevitável morte limite a vida, pois “O sistema é antigo e não poupa ninguém”. Ricardo Reis, contrariamente, é fatalista e determinista, uma vez que, para ele, a vida deve ser vivida com serenidade e aceitação do destino involuntário e do futuro imprevisível, sem ilusões sobre o que poderá ser alterado.</p><p><br/></p><p>Relativamente ao poema “O tempo não para”, o eu poético expressa sentimentos profundos, como o arrependimento e desejo de recuperar o tempo outrora perdido "Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo". Todavia, a ideia de tentar corrigir e recuperar momentos vividos é contrária à visão de Ricardo Reis, que aceita a passagem inevitável do tempo e sugere a fruição do presente sem tristeza e nostalgia do passado.</p><p>Este poema, apresentado sobre a forma romântica e sentimental do fado português, também valoriza laços emocionais e proximidade afetiva, conforme é afirmado em “Cantei a saudade” e “E não via a hora /&nbsp;De voltar p'ra ti”. Contudo, Ricardo Reis defende o distanciamento e a racionalidade nas relações humanas, recusando sentimentos e relacionamentos intensos.</p><p><br/></p><p>Em suma, estes dois cantores lusitanos apresentam uma abordagem mais emocional e ativa da vida, enquanto Ricardo Reis valoriza a serenidade, a aceitação e o desapego, podendo ser, por isso, também estabelecidas relações de dissemelhança entre estes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 00:21:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Música Gerada pela Inteligência Artificial</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3319244881</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Instruções:</strong></p><p>Eletrónica/edm/techno, português europeu, acerca da efemeridade da vida, passagem inexorável do tempo, aceitação do destino e fruição moderada do presente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 00:24:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação da Música Gerada pela AI com a Filosofia de Ricardo Reis</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3319246245</link>
         <description><![CDATA[<p>A música <strong>"A vida passa num sopro então o que fazer" </strong>enquadra-se no estilo musical eletrónico/edm e apresenta, para além de uma melodia peculiar, positiva</p><p>e dinâmica, uma letra que reflete claramente a filosofia de vida de Ricardo Reis.</p><p>&nbsp;</p><p>Criado através de AI, este poema relaciona-se diretamente com o epicurismo e estoicismo de Ricardo Reis, uma vez que esta música aborda temáticas características deste heterónimo pessoano, como a passagem do tempo e a importância de viver o presente sem pressa e preocupações com o futuro, conforme verificado em "O tempo voa mas não nos deve preocupar".</p><p>&nbsp;</p><p>O primeiro verso, "A vida passa num sopro então o que fazer?", expressa o conceito do carpe diem, sugerindo a fruição do momento presente, algo que Reis também defendia com moderação. A aceitação pacífica do destino e do ciclo natural da vida também é referida na música, através de versos como "As folhas caem e novas nascerão", que retratam a ideia de que tudo muda e que devemos aceitar esta transitoriedade com serenidade. Por sua vez, o refrão "Tic-tac tic-tac vamos lá viver" reforça a ideia de que o fluir e decorrer do tempo não cessa, devendo o ser humano aproveitar o momento presente sem receios, que é outro aspeto particular da poesia de Reis.</p><p>&nbsp;</p><p>No entanto, enquanto esta música apresenta uma melodia otimista, leve e dinâmica, a visão de Reis face à vida é completamente antagónica, pois esta é controlada, moderada e melancólica.</p><p><br/></p><p>Em suma, esta música transmite uma mensagem semelhante à de Ricardo Reis, convidando os leitores e ouvintes a aceitar o decorrer do tempo, viver com calma e desfrutar do presente sem pressa ou receios do futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-07 00:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ESFCastro</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3321455909</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 16:22:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Relação entre os poemas musicados e a filosofia de vida de Ricardo Reis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3321651789</link>
         <description><![CDATA[<p>"Sorte Grande" - João Só e Lúcia Moniz</p><p><br/></p><p>A letra de “Sorte Grande” reflete uma abordagem onde o amor e a conexão com outra pessoa são valorizados, ao mesmo tempo que se aceita a incerteza da vida e se enfrenta os desafios com coragem.</p><p><br/></p><p>Tanto Ricardo Reis como “Sorte Grande”, apresentam a morte como um tema de grande destaque. Encaram-na como uma parte inevitável da vida, e mostram diferentes perspectivas de encontrar paz e significado até mesmo diante dela.</p><p><br/></p><p>Na música escolhida, a morte é abordada de forma romântica. A letra expressa um amor profundo e a entrega total ao ser amado, mesmo diante da possibilidade da morte.</p><p>Neste verso, “E se o chão desabar que nos leve aos dois", encontramos um eufemismo relativo à morte (“se o chão desabar”), sugerindo que esta é apenas aceite desde que seja passada ao lado da pessoa amada.</p><p>A expressão "Vou agarrado a ti" reforça, mais uma vez, uma aceitação da morte desde que a enfrente ao lado da pessoa amada.</p><p><br/></p><p>Esta pode ser considerada como uma nova solução, alternativa à de Ricardo Reis.&nbsp;</p><p>Reis, para poder enfrentar a morte de forma tranquila e pacífica, refugiava-se na não envolvência física e sentimental (epicurismo).</p><p>Já na canção “Sorte Grande”, encontramos uma perspectiva totalmente diferente. A valorização da relação pessoal é o ponto chave para a ultrapassagem da morte, “Agarrado a ti, vou sem hesitar”.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 22:23:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana</title>
         <author>ESFCastro</author>
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         <pubDate>2025-02-10 08:55:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3322279958</link>
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         <pubDate>2025-02-10 09:52:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>victorianevirkovets16941</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3330299805</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-16 15:05:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diferenças das Músicas escolhidas com a filosofia de Ricardo Reis </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3330442825</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Diferenças da música sei lá:</strong></p><p><br/></p><p>Podem também ser encontradas algumas diferenças entre o poema musicado “Sei lá” e a filosofia de Ricardo Reis. Enquanto no poema musicado o sujeito poético expressa incertezas em relação ao sentimento amoroso e,&nbsp; procura compreender a confusão emocional que atravessa, Ricardo Reis evita grandes envolvimentos, mantendo uma distância das emoções, optando assim pelo autocontrole e pela tranquilidade.</p><p><br/></p><p><strong>Diferenças da música tempo:</strong></p><p><br/></p><p>Entre a música Tempo e a filosofia de Ricardo Reis existem diferenças evidentes como a Perspetiva sobre o tempo e o destino, ou seja, enquanto que por um lado a&nbsp; música transmite uma visão otimista do tempo, sugerindo que ele "vai devolver" e recompensar os esforços, como se houvesse uma espécie de justiça temporal, Ricardo Reis, influenciado pelo estoicismo, acredita que o tempo é indiferente e que a vida deve ser vivida no presente, sem esperar recompensas futuras. Ainda existe uma diferença na<strong> </strong>visão do medo e da luta, isto é, a música incentiva a enfrentar o medo e continuar a lutar ("Enfrenta que és capaz")., em contraste com Ricardo Reis pois, adota uma postura resignada e tranquila diante da vida. Ele defende a aceitação do destino, sem grandes batalhas ou angústias.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-16 19:45:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação da abordagem da música &quot;Á beira do Abismo&quot; criada pelo Suno</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/p50q60m87cmocleh/wish/3330443034</link>
         <description><![CDATA[<p>A música gerada através da IA “Suno”, explora a temática da filosofia de vida de Ricardo Reis, abordando temas como a efemeridade da vida, a aceitação das leis do destino e a valorização do prazer momentâneo. O heterónimo pessoano vê a vida como passageira e breve, e por isso, devemos aceitá-la como tal. Esta ideia está presente no refrão da música: <em>"Na beira do abismo eu danço e sorrio"/"A vida é efémera sem grande desvario"</em></p><p>Além disso, Ricardo Reis defende que o ser humano deve aceitar o destino sem tentar alterá-lo, pois a vida segue o seu curso independentemente da nossa vontade. Como está referido nos seguintes versos: <em>"Deixei a vida correr, deixei o tempo ditar"/"Aceito o destino sem pressa, sem lutar".</em></p><p>Por fim, na sua filosofia evita <em>grandes </em>emoções, defendendo o Carpe Diem e, procurando viver com calma e sem grandes preocupações, como sugere a nossa música: <em>"Cada dia é um presente, o que vem desampara"/"Tenho no peito uma calma, uma paz que abrasa".</em></p><p>Assim, a nossa música transmite uma visão do mundo muito próxima da de Ricardo Reis, porque ambas defendem<em> </em>a aceitação do destino, a tranquilidade, a consciência da efemeridade da vida e uma abordagem serena do presente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-16 19:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>Madalena</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 09:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>Afonso Matos</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-02-17 09:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Santos</title>
         <author>TiagoSantos18484</author>
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         <pubDate>2025-02-17 16:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Oliveira</title>
         <author>Ana_Oliveira_12C</author>
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         <pubDate>2025-02-17 19:11:09 UTC</pubDate>
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         <title>Comnetário geral</title>
         <author>rubencalixto16958</author>
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         <description><![CDATA[<p>De um modo geral, a música gerada cumpriu com o pedido feito, embora tenha havido alguns desvios.</p><p>Por um lado, a música é energética, tendo ficado parecida com a música que escolhemos dos Xutos e Pontapés, algo que nos agradou bastante.</p><p>Por outro lado, a letra da música apresentou algumas diferenças com a filosofia de Ricardo Reis, nomeadamente na perspectiva do carpe diem, em que, na letra gerada, há um apelo para viver a vida ao máximo, algo que Reis discorda. Outro problema a apontar é o facto da letra ter saído num português "abrasileirado", algo que não é culpa da máquina, pois uma maioria esmagadora do conteúdo em português on-line é no idioma brasileiro, em vez de europeu.</p><p>Em suma, apesar de uns pequenos problemas, a música gerada satisfez-nos bastante, tendo uma melodia energética e uma letra contagiante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-19 18:47:27 UTC</pubDate>
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