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      <title>Geologia pelo Mundo by Carolina Silva</title>
      <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j</link>
      <description>Séries de noticias sobre acontecimentos geológicos à volta do globo, realizadas por Carolina Silva, Dulce Soares, Mariana Machado e Maria Soares. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-11 15:40:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Montalegre, Minas da Borralha.</title>
         <author>duulceesooaress</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1321359937</link>
         <description><![CDATA[<div>As Minas da Borralha são minas de Volfrâmio, que funcionaram entre 1902 a 1986, e na altura chegaram a acolher cerca de 5,000 pessoas.<br>A aldeia das minas da Borralha situa-se na freguesia de Salto e faz parte do concelho de Montalegre. Hoje em dia a aldeia das Minas da Borralha tem cerca de 170 moradores.<br>Há pouco tempo foi dada a notícia de que as minas podem voltar a ser ativadas, e é isso uma preocupação para o movimento contra as minas da Borralha, devido ao impacto que a exploração pode ter na população.<br>O volfrâmio volta a estar no centro do interesse de investigadores, que acenam a possibilidade de dar alguma vida à antiga aldeia industrial.<br>O Volfrâmio é um elemento químico de símbolo W. A maior parte do volfrâmio é usado para a produção de materiais duros, sendo a outra aplicação importante o seu  uso   em ligas e aço. Mais de 10% é usado na produção de compostos químicos.<br><br>Dulce Soares, 11ºA1<br><br>Fontes: https://sicnoticias.pt/pais/2021-03-13-Minas-da-Borralha-podem-ser-reativadas<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Tungst%C3%AAnio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 15:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcão dos Capelinhos, Portugal</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1325415246</link>
         <description><![CDATA[<div>A ilha do Faial, no arquipélago açoriano, oferece uma oportunidade única para a comunidade cientifica. Segundo o ex-diretor do departamento científico da NASA, a forma como este vulcão surgiu e as condições em que o fez tornam esta localização num possível laboratório de exploração sobre o sistema vulcânico de Marte. As rochas, a estrutura e a origem desta formação geológica podem também ser utilizadas para descobrir possíveis antigos registos de vida em Marte. <br>Recentemente a NASA enviou uma expedição de astronautas parte do projeto de exploração a Marte ao vulcão dos Capelinhos, de modo a treinaram num ambiente semelhante aquele encontrado no segundo menor planeta do Sistema Solar. <br><br>Carolina Silva, 11ºA1<br><br>Fonte: https://observador.pt/2020/10/20/vulcao-dos-capelinhos-tem-potencial-para-ser-laboratorio-de-exploracao-de-marte/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 13:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>Crucecita, Oaxaca, México</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1327069792</link>
         <description><![CDATA[<div>Dia 23 de Junho de 2020, um sismo de 7,5 de magnitude abalou a cidade do México.<br>Provocou 6 mortes e imensos feridos. Também provocou imensos danos estruturais em 500 casas, 4 escolas e dezenas de monumentos históricos. E também causou danos num hospital que estava dedicado ao tratamento de pacientes com covid-19.  O epicentro do mesmo foi detetado no município de Crucetita. <br><br>- Um sismo é o resultado de uma libertação de energia proveniente da crusta terrestre, normalmente provocada por tensões tectónicas.  A libertação de energia propaga-se sobe a forma de ondas sísmicas.  As mesmas propagam-se ao longo da superfície terrestre e em profundidade. Na superfície provoca danos, sendo os mesmos avaliados na escala de Mercalli modificada.<br>Maria Soares <br>Fonte: https://www.dn.pt/mundo/sismo-de-magnitude-74-sentido-no-mexico-12344194.html </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/mundo/sismo-de-magnitude-74-sentido-no-mexico-12344194.html" />
         <pubDate>2021-03-18 18:30:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maniitsoq, Groenlândia</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1327118497</link>
         <description><![CDATA[<div>Archean Maniitsoq, na Groenlândia é considerada a cratera mais antiga do mundo proveniente de um impacto de um corpo vindo do espaço. Apresenta mais de 100 quilómetros, e pensava-se que a sua presença no planeta Terra teria sido por conta da queda de um meteorito... até agora!<br>Cientistas da universidade de Waterloo, no Canadá, encontraram evidências que provam que talvez a origem da cratera não seria a que se pensava, seria sim explicada através de reações que aconteceram de forma natural&nbsp; no solo da região onde esta se localizava.<br>Através da análise de dados e outros processos como o mapeamento de campo, a datação das rochas presentes no local e também técnicas de análise química geológica, mostrou-se que a ligação do espaço com a cratera não teria existido.<br>Esta pesquisa foi confirmada graças ao facto das rochas evidenciarem a origem real da cratera, devido a cristais de zircónica presentes nas mesmas que funcionaram como indicadores do passado e permitiram que a origem da cratera tomasse uma nova definição.<br><br>Esta descoberta vai contra uma das aplicações da geologia na sociedade atual: a astrogeologia.<br>A astrogeologia ou também designada de geologia planetária ou exogeologia é a ciência que associa o estudo de corpos celestes através de vários métodos e que está intimamente ligada ao estudo das rochas terrestres.&nbsp;<br>A prova  de que o espaço não seria o responsável ( através do impacto de um corpo celeste) pela criação da cratera invalida a ligação entre estes dois conceitos.<br><br>Mariana Machado, 11ºA1<br><br>Fonte:<br>https://canaltech.com.br/meio-ambiente/cratera-considerada-a-mais-antiga-do-mundo-nao-surgiu-de-um-impacto-diz-estudo-180434/<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 18:40:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hubei, China</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1327909202</link>
         <description><![CDATA[<div>O período Cambriano, também conhecido como Câmbrico, continua um mistério para a comunidade científica. Este facto deve-se à raridade de locais onde existem folhelhos, ou seja, rochas sedimentas formadas pelo depósito de detritos deste período, compreendido entre há 542 e 488 milhões de anos.<br>Recentemente foi descoberta a jazida de Qingjiang, datada de há cerca de 518 milhões de anos, considerada um "tesouro geológico", visto que oferece a rara possibilidade de analisar sedimentos de um período caracterizado pelo aparecimento de um número muito diversificado de formas de vida, num relativamente curto espaço de tempo, conhecido como Explosão Cambriana.<br>Nesta jazida, mais de 50% dos fósseis encontrados são de espécies desconhecidas, como anémonas, artrópodes, corais, esponjas, pequenos invertebrados e microrganismos, o que mostra a extrema diversidade biológica deste período. <br>Antes da descoberta deste local, as únicas localizações onde se podiam encontrar sedimentos datados deste período eram Emu Bay Shale e Burgess Shale, na Austrália e Canadá, respetivamente. <br>A análise dos fósseis acima citados e dos sedimentos pode levar a um maior entendimento sobre a evolução de seres vivos e a razão pela qual ocorreu tamanha diversificação e complexificação.<br><br>Carolina Silva, 11ºA1<br><br>Fonte: https://www.dn.pt/vida-e-futuro/novo-tesouro-de-fosseis-descoberto-na-china-10711560.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 23:29:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Wyoming, EUA</title>
         <author>duulceesooaress</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1329854054</link>
         <description><![CDATA[<div>Quase de um dia para o outro, um buraco gigantesco abriu-se nas montanhas de Wyoming, nos Estados Unidos. Esta descoberta foi feita por dois guias da empresa "SNS Outfitter &amp; Guides", que na altura deram pouca importância a este buraco. Entretanto, quando voltaram a passar por aquele local aperceberam-se que a cratera tinha aumentado a olhos vistos.<br><br>O buraco tem por volta de 658 metros de comprimento e cerca de 45 metros de largura, e está a gerar muitas especulações e até algum receio entre a população local. Mas ainda não foi possível estudar este fenómeno, uma vez que este está situado num terreno privado.<br><br>Mas apesar disso, um perito de um Laboratório de pesquisa geológica, através de umas fotos partilhadas nas redes sociais, defende que a cratera resultou de um deslizamento de terras lento. Seth Wittke, considera que o mais provável é que águas subterrâneas tenham tornado a encosta instável.<br><br>Dulce Soares, 11ºA1<br><br>Fontes: https://www.dn.pt/sociedade/cratera-gigante-abre-se-em-poucas-semanas-e-pode-aumentar-4866128.html<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 14:02:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vale do Rift</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1330154349</link>
         <description><![CDATA[<div>Estendido ao longo de mais de 3000km, o Vale do Rift trespassa múltiplos países do leste africano, incluindo o Quénia, a Etiópia, a Tanzânia e parte de Moçambique. <br>Esta enorme rutura na superfície terrestre deve-se ao comportamento da tectónica de placas na região de Afar, na Etiópia, onde duas placas tectónicas, as de Somali e de Núbia, estão lentamente a distanciar-se.  <br>Este afastamento teve início há cerca de 30 milhões de anos e progride em direção a sul 2.5 a 5cm por ano. <br>Acontecimentos deste tipo não são propriamente raros, especialmente nesta zona do globo. É de notar que o Mar Vermelho e do Golfo de Aden são corpos de água formados após o afastamento de diferentes placas tectónicas. <br>Apesar de não ser possível visualizar qualquer indício de uma fenda em certos pontos do rift, existe um ponto onde a separação entre as margens da fenda atinge os 56km, na Etiópia. <br>Cientistas acreditam que a separação destas duas placas continuará até ao ponto em que o Corno de Africa, composto pela Somália, Etiópia, Eritreia e Djibouti, tornar-se-á uma ilha no Oceano Índico, tal como Madagáscar, visto que a fenda causará uma depressão, permitindo a entrada de água, proveniente do Mar Arábico.<br>As gerações atuais não irão testemunhar este fenómeno, visto que só acontecerá daqui a dezenas de milhões de anos, mas podem experienciar erupções vulcânicas, sismos e deslizamentos de terras frequentemente, todos estes sendo indicadores daquilo que está a decorrer nas profundezas.<br><br>Carolina Silva, 11ºA1<br><br>Fontes: https://expresso.pt/internacional/2020-08-14-Fenda-vai-dividir-Africa-em-dois-e-formar-um-oceano-no-meio.-Mas-nao-sera-nem-no-tempo-dos-nossos-bisnetos<br>https://www.nationalgeographic.org/encyclopedia/rift-valley/<br>https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43620442</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 15:08:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alasca, EUA</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1332585314</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma equipa de geólogos da faculdade de ciências naturais e matemática da universidade de Houston, acreditam ter encontrado uma terceira placa tectónica na zona do oceano  Pacífico.<br>Na Era Cenozoica, na zona do oceano Pacífico, existiam 2 placas tectónicas designadas de Kula e Farallon. E agora alguns geólogos suspeitam da prévia existência de uma terceira placa tectónica também na Era Cenozoica. E designaram-na de Ressurreição.<br>Um professor assistente do departamento de ciências da Terra e da Atmosfera, Jonny Wu e um estudante doutorado em geologia no terceiro ano, Spencer Fuston, utilizaram uma técnica designada de "slab unfolding", que tem como objetivo reconstruir como eram as placas tectónicas na  Era Cenozoica. <br>Com a realização desta técnica pensa-se que a possível terceira placa tectónica formou um cinturão vulcânico entre o Alasca e o estado de Washinton. <br>E essa hipótese é sustentada, pois a larga maioria de vulcões formam-se em limites entre placas tectónicas.<br>Fontes : https://www.geologypage.com/2020/10/lost-and-found-geologists-resurrect-missing-tectonic-plate.html <br>Maria  Soares <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 14:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Reykjanes, Islândia</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1334384620</link>
         <description><![CDATA[<div>Existe uma suspeita de erupção vulcânica na  Islândia, devido a abalos frequentes nesta zona.<br>O epicentro destes sismos é na região de Reykjanes.<br>E esta zona está localizada no limite entre 2 placas tectónicas, a euro-asiática  e a norte-americana, que por sua vez leva com que esta zona tenha uma atividade vulcânica muito elevada, e por consequência a Islândia possui 30 vulcões ativos.<br>A previsão da erupção não é certa, mas existe alguns indícios que indicam bastante para o acontecimento da mesma, como os sismos frequentes, a deformação do terreno, o aumento da temperatura na superfície de um vulcão e a libertação de fumo.<br>No início do mês de Março de 2020, ocorreu um sismo de 5,7 de magnitude e o Gabinete Meteorológico Islandês disse que estes acontecimentos são frequentes antes de uma erupção, e que a mesma se ocorrer irá ser efusiva.<br>Uma erupção efusiva é uma erupção onde ocorre libertação excessiva de lava, que por sua vez é muito viscosa, e também ocorre pouca libertação de gases para a atmosfera.<br>E estes vulcões são formados devido ao movimento entre as 2 placas tectónicas e isso leva á subida do magma. E quando a pressão aumenta o magma emerge por entre as fissuras na superfície terrestre. E essas fissuras designam-se de vulcões.<br>Maria  Soares <br><br>Fonte: https://expresso.pt/internacional/2021-03-18-Islandia-esta-na-iminencia-de-uma-erupcao-vulcanica--7364b2d7 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 13:12:53 UTC</pubDate>
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         <title>Arábia Saudita- Uma investigação monitoriza a extração de água subterrânea para uso agrícola em zonas áridas</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1334934896</link>
         <description><![CDATA[<div>As zonas áridas são bastante secas sem qualquer ou quase nenhuma presença de humidade, o que traz dificuldades para o cultivo de plantações devido à necessidade de água. <br>Um grupo de pesquisadores da Universidade King Abdullah da Ciência e Tecnologia (KAUST) localizada neste mesmo local em conjunto com o Ministério Saudita do Meio Ambiente, Água e Agricultura (MEWA), conseguiu desenvolver uma estrutura que obteve informações acerca do uso de água de origem subterrânea em áreas áridas na agricultura.<br>O importante será manter e garantir a qualidade da água extraída para que seja segura na utilização pelo ser humano não só a nível de consumo mas também nas suas diversas atividades , como a agricultura, e troná-la possível de ser requisitada não só regionalmente mas também mundialmente, indica um dos investigadores a bordo do projeto.<br>Esta nova estrutura é bastante importante na Arábia Saudita pois as plantações da região (Safras) eram frequentemente irrigadas através de pivôs centrais, ( sistemas de irrigação presentes numa área circular de plantação suspensos a uma tubulação giratória que distribui a água por cima da plantação) responsáveis por explorar e utilizar os aquíferos subterrâneos disponíveis para a sua função. Mas estes não duram para sempre.  Cada vez mais este recurso encontra-se escasso, o que não deveria acontecer por ser um bem tão precioso para todos nós. <br>A ferramenta coleta dados que indicam nomeadamente o consumo de água desde dos habitantes da região como um todo e o consumo de cada um em particular.  Através de imagens de satélite e recolha de dados mais precisos é possível observar e monitorizar a água em pequenas parcelas ( cada região ou pedaço de terra habitado).<br>O objetivo desta nova invenção é que se assegure cada vez mais uma melhor gestão deste recurso, de forma a que este esteja disponível para as gerações futuras e que não se torne um fator que as comprometa, de forma sempre a garantir a segurança hídrica e alimentar não só a nível nacional mas também mundial.<br><br>Mariana Machado, 11ºA1<br><br>Fonte :  https://www.iagua.es/noticias/redaccion-iagua/investigacion-monitorea-extraccion-aguas-subterraneas-uso-agricola-zonas <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 17:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Moçambique</title>
         <author>duulceesooaress</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1342232466</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi descoberto em Moçambique achados dos primeiros vertebrados da idade dos dinossauros.<br>Segundo um estudo publicado na revista científica sul-africana Paleontologia Africana, foram descobertos em Moçambique fósseis dos primeiros animais vertebrados, com cerca de 245 milões de anos, podendo surgir os primeiros achados de dinossauros.<br>Os achados que foram descobertos na última expedição, que ocorreu em Setembro de 2019, foram estudados e agora avaliados pela comunidade científica, com a publicação do artigo. Os fósseis datam de há cerca de 245 milhões de anos, do período do Triásico, em que começaram a surgir os primeiros dinossauros.<br>Para o paleontólogo, Ricardo Araújo, a descoberta coloca ainda "Moçambique no mapa do estudo sobre a extinção de 95% dos seres vivos existentes no planeta, ocorrido na transição do Pérmico para o Triásico"<br>Ele ainda explicou que, na altura em que os ancestrais dos mamíferos viveram estava tudo dizimado e nas rochas onde estes achados foram encontrados há sinais dessa extinção em massa.<br><br>Dulce Soares, 11ºA1<br><br>Fonte: https://www.publico.pt/2020/12/11/ciencia/noticia/descobertos-mocambique-achados-vertebrados-idade-dinossauros-1942695<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 11:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>Murçós, Macedo de Cavaleiros, Portugal</title>
         <author>marifcrist</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Minas de Murçós </strong><br>Murçós é uma pequena freguesia do município de Macedo de Cavaleiros e apresenta cerca de 21,23 km<sup>2 </sup>de área e cerca de 134 habitantes (dados obtidos no ano de 2011).&nbsp;<br>Murçós foi um complexo mineiro de grande importância na década de 70 do século passado. Funcionou até 1976, marcada pela extração de estanho e volfrâmio e foi uma aldeia que na época foi considerada uma das grandes geradoras de atividade mineira em Portugal.&nbsp;<br>São assinaladas como o geossítio G05, com uma altitude de 630 metros onde&nbsp; a exploração foi variando entre céu aberto e a exploração em galerias que hoje em dia são possíveis de serem visitadas e servem como um marco na memória para muitos dos seus antigos trabalhadores. Ainda a realização de atividades ligadas à exploração mineira como a separação e lavagem de minérios aconteciam nas minas.<br>O documentário fornecido pelo Geopark- Terras de Cavaleiros, Minas de Murçós - "As estórias das suas gentes", conta com o testemunho de habitantes da aldeia e também antigos trabalhadores das minas( destacando-se várias profissões como sondadores, lavadeiras do minério, marteleiros, camionistas do minério e chefes de setores) e ainda de geólogos e professores que acrescentam informação científica e aprofundada sobre a constituição destas minas.&nbsp;<br><br>Na primeira Guerra Mundial ( ano de 1914) a procura de minérios já era algo comum de ser visto, mas só com o inicio da segunda Guerra Mundial é que a procura de volfrâmio especialmente, o chamado "ouro negro", é que começou a ser bastante procurado devido à sua grande utilidade na constituição do armamento&nbsp; Português ( Murçós forneceu grande parte deste minério para as armas e armaduras dos soldados da nação). A descoberta das minas foi feita ao acaso, por alguém da aldeia que procurou rochas que lhe chamassem à vista por serem diferentes.&nbsp;<br>A mineralização neste espaço ocorre especialmente em xistos, rochas encaixantes, em zonas de contacto como os granitos. O mineral de Tungstênio que predomina é o scheelite ( e não a volframite que seria o mineral tradicionalmente mais encontrado). Através da florescência desta, foi possível a sua extração a favor da comunidade porque era fácil de a encontrar devido ao seu brilho que se destacava entre as rochas no período da noite.&nbsp; Devido a condições geológicas e tectónicas que se basearam na formação de fluídos que ascenderam na crosta&nbsp; e que se instalaram em profundidade formaram-se filões de quartzo onde este minério era encontrado.&nbsp;<br><br>A exploração era feita ou pela força humana através de escavações ou a apanha de terras superficiais designadas de aluviões ( depósitos de sedimentos clásticos como lama, areias ou cascalho que se formaram por um sistema fluvial e nas margens da drenagem) ricas em minérios.&nbsp;<br>As tarefas de extração mais pesadas eram realizadas por homens e outras como a lavagem dos minérios eram feitas pelas mulheres ( lavadeiras). Mais tarde a mina começou a ficar sem material de exploração superficialmente então são criadas as&nbsp; galerias. Estas marcavam um novo tipo de exploração- a exploração em profundidade, que foi sendo melhorada com a chegada de novos instrumentos de trabalho.<br>Já no final de funcionamento das minas, o método de exploração alterou-se novamente e a exploração era agora feita apenas a céu aberto. Procedeu-se à explosão e destruição das minas e devido a esse acontecimento o trabalho nas lavadeiras aumentou significativamente aumentando também&nbsp; a quantidade de material estéril ( material sem interesse económico que acompanhava o minério extraído da mina) e que poluía as ribeiras próximas. Naquele momento e por ordem da direção das minas, foram realizadas sondagens de forma a avaliar e procurar locais onde a exploração podia ser continuada caso o minério se esgotasse completamente.&nbsp;<br><br>Ainda hoje apesar do seu encerramento e desativação as minas deixam bastante presença na região, não só na paisagem mas também nos seus trabalhadores. A silicose é uma doença bastante comum dos mineiros que resulta da inalação de pequenas partículas de sílica que causava problemas a nível respiratório através de lesões nos pulmões.<br><br>Não se sabe ao certo a verdadeira razão do encerramento das minas mas pensa-se que poderá estar relacionado com a falta de rentabilidade da mesma e algum contributo dos trabalhadores.&nbsp;<br><br>Foi feito o reaproveitamento paisagístico do local, com base nas lagoas que se foram formando nas zonas mineiras ( provenientes da queda de águas da chuva e também pelo das rochas do local, estas segundas teriam libertado a água entre elas&nbsp; e podiam prejudicar as águas que se iam acumulando. Por isso procedeu-se à avaliação das águas por processos de avaliação do seu pH para as tornar acessíveis à população).&nbsp; As lagoas são uma grande atração para os jovens da aldeia principalmente em épocas quentes do ano e também algumas da galerias ainda abertas podem ser visitadas ao longo do ano.&nbsp;<br><br>Um verdadeiro património material, que só é possível chegar até nós devido a algo bastante abundante no local... as rochas. Estas permitem nos recuar até ao passado e descrever a sua história.&nbsp;<br><br>Mariana Machado, 11A1<br><br>Fontes:&nbsp;<br>https://www.geoparkterrasdecavaleiros.com/pt-pt/content/documentario<br><br>https://geoparkterrasdecavaleiros.net/pt-pt/content/g05-minas-de-mur%C3%A7%C3%B3s<br><br>https://www.cm-macedodecavaleiros.pt/pages/953?news<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 20:35:23 UTC</pubDate>
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         <title>Energia em Portugal</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na atualidade, cerca de 70.5% das fontes energéticas utilizadas em Portugal são de natureza não renovável. Desta percentagem, 10.89% são de Cogeração Fóssil, 8.86% provêm do carvão, 0.27% de resíduos sólidos urbanos e 50.49% originam da utilização de Gás Natural (dados retirados de <a href="https://www.edp.pt/origem-energia/">https://www.edp.pt/origem-energia/</a>). Este facto indica um elevado impacto ambiental, causado não só pela emissão de gases poluentes e possivelmente tóxicos, como também através do consumo de materiais e recursos que, brevemente, tornar-se-ão extintos, pois são consumidos a uma taxa mais acelerada do que aquela a que se renovam.&nbsp;<br><br></div><div>Para além desta percentagem de energias não renováveis, há também 29.5% de utilização de fontes energéticas renováveis. Dentro desta percentagem, 0.65% provem da energia Eólica, 4.99% da Cogeração Renovável, 0.27% de resíduos sólidos urbanos, 5.47% de fontes Hídricas e 18.12% de outras fontes renováveis (dados retirados da fonte acima citada). Apesar de terem um impacto ambiental bastante mais reduzido do que as energias não renováveis, os métodos de utilização de energia renovável têm também impactos negativos.&nbsp;<br><br></div><div>Verificamos então, através da análise destes dados, que apesar de utilizarmos, em Portugal, fontes renováveis, estas não são utilizadas em grande escala, algo que deve ser alterado. Apesar do custo de instalação e manutenção ser elevado, os fatores positivos destas fontes são muitos.&nbsp;<br><br></div><div>Devido ao relevo natural português, a energia eólica é uma fonte bastante viável, não tendo qualquer emissão de poluentes, apesar de prejudicar a paisagem natural e causar poluição sonora.&nbsp;<br><br></div><div>A costa portuguesa apresenta uma grande fonte de energia, através dos geradores hídricos, método este que não liberta qualquer tipo de poluente atmosférico, mas pode, infelizmente, influenciar padrões migratórios e afetar ecossistemas. Da mesma forma, a utilização e construção de barragens é uma ideia viável, mas apresenta alguns outros impactos negativos.&nbsp;<br><br></div><div>Devido à grande fonte geotérmica presente debaixo do arquipélago Açoriano, esta apresenta-se como uma viável fonte energética, visto que nesta zona existe alta entalpia, ou seja, a temperatura da água é maior que 150ºC.&nbsp; Enquanto que nos Açores está é uma boa fonte, em Portugal continental a entalpia é baixa, impossibilitando o uso energético.&nbsp;<br><br></div><div>Para além destas, há muitas outras possíveis fontes energéticas renováveis, como a energia solar, a energia da biomassa e a energia do hidrogénio. Todas as fontes renováveis devem ser analisadas e consideradas, no lugar da utilização de fontes não renováveis. Os impactos causados pelas últimas vão acabar por levar o planeta a um ponto sem retorno, e a progressiva maior utilização de energias renováveis pode impedir isto. Com a maior utilização de fontes renováveis, acontecerá menor utilização das não renováveis, causando, progressivamente, exploração sustentável, diminuindo então o impacto negativo no planeta e nas gerações futuras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 15:22:30 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Amarelo, China</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1409539635</link>
         <description><![CDATA[<div>O rio amarelo na China ou Huang He, para além de ser o segundo maior rio deste local é também o rio com as maiores quantidades de lama registadas.<br>Este facto é explicado pela localização do rio, que é sobre planaltos macios de lodo e que produz uma imensidão de sedimentos que são transportados pelo rio.<br>Como o próprio nome indica, a cor amarela do rio provém das partículas finas que este contém e que são essencialmente mica, quartzo e feldspato.&nbsp;<br>Para além dos registos da cor também a costa apresentou alterações. A cidade cada vez mais se foi desenvolvendo ao longo das margens do rio, o que fez com que a ocupação da vegetação e espaços verdes fosse diminuída.&nbsp;<br>Através de contributos da NASA realizados pelos seus satélites, mais detalhadamente o Landsat 7 ( Enhanced Thematic Mapper Plus) e o Landsat 3 (Multispectral Scanner), permitiu a obtenção de uma imagem mais e outra menos detalhada, respetivamente. Avaliaram-se aspetos a nível da vegetação, da água e do solo descoberto da região.<br>Para além da diminuição da vegetação, a forma do litoral também apresenta certas diferenças. O suprimento ativo de sedimentos permitiu a expansão do delta ( terreno triangular disposto na foz de um rio) do Rio Amarelo, permitindo um aumento da zona terrestre.&nbsp;<br><br>Mariana Machado, 11ºA1<br><br>fonte: earthobservatory.nasa.gov/images/36236/yellow-river-delta-china</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 21:47:50 UTC</pubDate>
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         <title>Paris, França</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1426142960</link>
         <description><![CDATA[<div>A agência espacial europeia abriu várias explorações mineiras na Lua, e vão iniciá-las em 2025.<br>O objetivo desta exploração é extrair regolito lunar, que é um material não consolidado, que cobre maior parte da superfície lunar.<br>A exploração deste material permite obter água, oxigénio, vários tipos de metais e um isótopo designado hélio-3, e a obtenção deste isótopo é a principal razão para haver exploração de regolito lunar.<br>Este isótopo permite abastecer os reatores de fusão nuclear para gerar energia livre de resíduos.<br>O regolito lunar, é o "pó" que cobre a superfície lunar e o mesmo é resultado de vários impactos de meteoritos e outros corpos celestes na superfície da Lua.<br>Maria Beatriz nº18&nbsp;<br>Fonte: https://pplware.sapo.pt/ciencia/em-poucos-anos-comecara-a-exploracao-de-minerio-na-lua/ &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 16:17:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>São Pedro da Cova, Portugal</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1427362486</link>
         <description><![CDATA[<div>Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) descobriram, na Bacia Carbonífera do Douro, na região de São Pedro da Cova, em Gondomar, um <strong>fóssil de um novo grupo de plantas com 300 milhões de anos</strong>, batizado de <em>Iberisetum wegeneri </em>e que, segundo os investigadores, <strong>tinha características “morfológicas singulares”</strong>. Uma das características singulares deste fóssil, que já não era estudado desde a década de 1930, é “possuir bainhas foliares com uma organização heliotrópica (as bainhas foliares funcionavam como painéis solares, onde as folhas estavam orientadas para o sol para capturar o máximo de luz para a fotossíntese) que representam “<strong>uma novidade evolutiva para os Equisetales</strong> [espécie de plantas]”. Segundo os investigadores, o fóssil <em>Iberisetum wegeneri </em>representa um novo género e uma nova espécie de um grupo extinto de plantas articuladas [designadas esfenopsídeas] primitivas, “um grupo ancestral distante do Equisetum” e a descoberta deste fóssil “comprova que os ambientes intramontanhosos da bacia do Douro tinham um clima muito próprio que favoreceu o aparecimento de espécies que são endémicas àquele local”; “A região era tropical, mas passou por um evento seco, semiárido, e as plantas residentes tiveram de se adaptar ao local, <strong>daí a descoberta destes fósseis plantas com características muito singulares”.</strong></div><div>A descoberta foi publicada na revista científica Historical Biology (2021), sendo que o nome dado ao novo fóssil surge em homenagem ao geólogo e meteorologista alemão Alfred Wegener, apoiante da Teoria da Deriva Continental.<br>Fontes: <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/08912963.2021.1874373?scroll=top&amp;needAccess=true">https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/08912963.2021.1874373?scroll=top&amp;needAccess=true<br></a>Carolina Silva, 11ºA1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Madagáscar</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1427381046</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma equipa de cientistas descobriu um <strong>“novo e bizarro mamífero”</strong> que viveu há 66 milhões de anos em Madagáscar. A descoberta, anunciada num <strong>estudo publicado na revista Nature</strong>, só foi possível a partir da análise daquele que é o esqueleto mais completo de um mamífero mesozóico já descoberto no hemisfério sul, referente ao supercontinente Gondwana. O mamífero do tamanho de um gato viveu entre os últimos dinossauros e é uma descoberta que desafia suposições antes feitas na teoria da evolução — neste momento da história evolutiva, os mamíferos eram geralmente muito pequenos, do tamanho de ratos. <strong>O </strong><strong><em>Adalatherium hui</em></strong><strong>, como foi batizado</strong>, pesaria cerca de 3 quilos e teria 52 centímetros de altura. Os investigadores acreditam que este animal não era ainda adulto, o que significa que não teria atingido o seu tamanho máximo. O animal tinha muitos nervos ao redor do focinho, algo observado com frequência em <strong>animais escavadores</strong>. Segundo David Krause do Denver Museum of Nature and Science, nos Estados Unidos, que liderou a investigação, “sabendo o que sabemos sobre a anatomia esquelética de todos os mamíferos vivos e extintos,<strong> é difícil imaginar que um mamífero como Adalatherium possa ter evoluído</strong>. A sua descoberta coloca em causa muitas regras.” Simone Hoffmann, paleontólogo no New York Institute of Technology e co-autor do estudo, referiu ainda que a equipa de investigadores suspeita que alguma “da estranheza” do animal <strong>se deva à evolução isolada numa ilha</strong>. Afirmou ainda que descobrir como este animal se movimentava e alimentava é uma das partes mais fascinantes do projeto. O esqueleto foi originalmente descoberto em 1999. À data, os cientistas não sabiam que tinham encontrado um mamífero, uma vez que julgavam ter apenas em sua posse o fóssil de um réptil antigo.&nbsp;</div><div>De referir que o termo “Adalatherium” traduzido nas línguas malgxe, que é falada por praticamente toda a população de Madagáscar, e grega remete para <strong>“animal louco”.</strong><br>Fonte: https://www.nature.com/articles/s41586-020-2234-8<br>Carolina Silva, 11ºA1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Harvard University, Cambridge, MA, EUA</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1454573045</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido a uma análise feita ás características do manto, suspeita-se que o nosso planeta já foi ocupado por um vasto oceano com alguma, ou mesmo nenhuma massa de terra.<br>E com essa suspeita surge uma questão: "Mas para onde foi a água ?", que o cientista Junjie Dong, da universidade de Harvard, consegue uma resposta para mesma.<br>E essa resposta consiste no facto dos minerais nas profundezas do manto serem responsáveis por terem absorvido lentamente a água.<br>Investigadores chegaram á conclusão de que a capacidade de armazenamento de água no manto inicial é muito menor do que a quantidade de água que o manto da Terra possuí hoje em dia.<br>E devido a esta conclusão, cientistas acreditam que houve armazenamento de água em forma de compostos do grupo hidroxila, que são compostos de átomos de oxigénio e hidrogénio.<br>Então se o manto inicial tinha menor capacidade de armazenamento de água do que hoje em dia, então é possível que os continentes estivessem imersos.<br>Maria Soares nº18 &nbsp;<br><br>Fonte: https://zap.aeiou.pt/um-mundo-aquatico-terra-387690 </div>]]></description>
         <enclosure url="https://zap.aeiou.pt/um-mundo-aquatico-terra-387690" />
         <pubDate>2021-04-24 12:44:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ilha Sul, Nova Zelândia</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1482103888</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudo revela hipóteses elevadas de a Falha Alpina provocar um sismo devastador nos próximos 50 anos na Ilha do Sul na Nova Zelândia.<br>Este estudo é conduzido pelo professor Jamie Howarth, professor da Victoria University of Wellington. E o mesmo diz que há 75% de chance de o sismo ocorrer antes de 2068, e até agora esta percentagem era de 30 %.&nbsp;<br>E também há 82% de hipóteses de o sismo ocorrer com 8 de magnitude ou superior.<br>Este estudo é suportado pela análise feita aos sedimentos em lagos que se encontravam numa zona perto da Falha Alpina, e com esta análise conseguiram recolher mais detalhes sobre a distribuição de sismos ao longo da falha.<br>Investigadores estudaram evidências de 20 sismos registados ao longo da falha em questão, para poderem construir um dos mapas de registos sísmicos mais completos a nível mundial.<br>Cientistas descobriram que existe um "portão de terramoto", que parece determinar o tamanho do sismo, Rupturas que param no "portão " provocam sismos de cerca de 7 de magnitude, e outras rupturas, que o "portão" deixa passar provocam sismos de magnitude 8 ou superior.<br>Maria Soares nº18<br><br>Fonte: https://zap.aeiou.pt/cientistas-alertam-terramoto-devastador-396922 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-02 09:39:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>The Australian National University, Camberra Território da Capital Australiana, Austrália</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1491513125</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Uma nova camada no planeta descoberta</em></strong><br><br>O núcleo terrestre é uma das partes mais misteriosas do nosso planeta. Constantes estudos através da sismologia, geodinâmica física mineral e ciência dos materiais, mostram-se insuficientes para um total conhecimento do mesmo.<br>Ao longo do tempo, novos modelos do estudo do interior da terra têm sido propostos pelo estudo da velocidade sísmica ( como sabemos, nem todas as camadas apresentam a mesma densidade, alterando-se a velocidade da passagem das ondas sísmicas em cada uma).<br>Os cientistas e investigadores da ANU (Australian National University) confirmaram a existência de um núcleo mais interno. As confirmações têm como base a observação de mudanças no ferro, um material bastante encontrado no núcleo terrestre.<br>Estes estudos permitem perceber a história evolutiva do planeta terra, cada vez com uma maior complexidade&nbsp;<br><br>Mariana Machado, 11A1<br><br>Fonte:&nbsp;<br>agupus.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1029/2020JB020545</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 19:53:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arquipelago dos Acores</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1570353854</link>
         <description><![CDATA[<div>Simulacro de erupção vulcânica nos Açores<br><br>No dia 21 de abril de 2021 ocorreu uma simulação de uma erupção de cinzas vulcânicas do Vulcão das Fumas na ilha de São Miguel, Açores.<br>Este acontecimento gerou uma pluma com 17 km de altitude que provavelmente afetará a FIR oceânica de Santa Maria, a FIR de Lisboa e a FIR de Madrid.<br>Não é a primeira vez que isto acontece. Com regularidade são feitas várias simulações de erupções vulcânicas com emissão de cinzas vulcânicas para a atmosfera, denominando-se VOLCAZO.<br>As nuvens de poeiras e gases que se formam constituem um perigo enorme para as populações locais mas também para a atmosfera podendo causar estragos significativos na aviação.<br><br>O simulacro é controlado por várias entidades como o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), o centro de aviso de Cinzas Vulcânicas de Toulouse (VAAC), da NAV Portugal E.P.E, através do Centro de Controlo de Lisboa e Centros de NOTAM dos Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) e por fim o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) como prestador de serviços meteorológicos&nbsp; no espaço aéreo nacional.&nbsp;<br><br>Mariana Machado, 11ºA1<br><br>Fonte: ipma.pt/pt/media/noticias/news.detail.jsp?f=/pt/media/noticias/textos/Volcazo_21_01.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 10:52:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Geopark Naturtejo</title>
         <author>marifcrist</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1570844444</link>
         <description><![CDATA[<div>Geopark NaturTejo faz réplicas com a ajuda do museu geológico de Lisboa<br><br>O Geopark NaturTejo e o museu geológico de Lisboa juntaram-se para produzir moldes e réplicas de fósseis bastante importantes para avanços no futuro.<br>Estes fósseis foram encontrados em muitas rochas quartzíticas&nbsp; que teriam sido usadas em muros e outras construções diversas no próprio local.<br>Foram feitos então os moldes para permitir às gerações futuras o acesso a fósseis de grande importância geológica extintos há centenas de milhões de anos.<br>José Anacleto, especialista em produção de moldes e réplicas de fósseis, apoiou o Museu Geológico de Lisboa para a execução e construção dos mesmos.<br>Uma das réplicas foi enviada para a exposição permanente no Geoparque UNESCO de Dong Van Karst no norte do Vietname.&nbsp;<br>Esta produção é bastante importante e útil para reconstituir o passado geológico.<br><br>Mariana Machado, 11ºA1<br><br>Fonte:&nbsp;<br>Ineg.pt/geopark-naturtejo-faz-replicas-de-fosseis-com-a-ajuda-do-museu-geologico-de-lisboa/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://borealis.pt/wp-content/uploads/2020/02/geopark-naturtejo-monsanto-borealis-on-trekking-caos-blocos-granito-e1582653717563.jpg" />
         <pubDate>2021-05-29 21:00:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kegen, Cazaquistão</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um geiser gelado, que já atinge quase os 15 metros de altura, pode ser encontrado no<br>leste do Cazaquistão, perto da cidade de Kegen na região de Almaty, situada a cerca de<br>1000 km da capital do país, Nur-sultan. Esta fonte termal, que nesta altura tem um<br>formato cónico e uma chaminé fumegante, tem uma silhueta muito próxima de um<br>vulcão, apesar de não expelir lava, mas sim vapor de água e água quente.<br>Este fenómeno está associado à geologia e também à meteorologia, pois a água<br>quente e o vapor de água que são expelidos do interior da terra congelam assim que<br>emergem à superfície, devido às baixas temperaturas que prevalecem na região. Esta<br>área do Cazaquistão, com um clima claramente continental, caracteriza-se pelos<br>invernos extremamente frios, onde as temperaturas podem descer para valores na<br>ordem dos -20 °C.<br>Durante o mês de fevereiro, a água e o vapor de água acumulados superaram os 13<br>metros de altitude, formando um promontório no meio de uma vasta planície deserta<br>e gelada. Apesar de todas as medidas de restrição à circulação, que também vigoram<br>naquela região do globo, este fenómeno, conhecido como vulcão gelado, tornou-se<br>ponto de passagem obrigatório para centenas de pessoas, diariamente.<br>Acumulam-se nas redes sociais, fotografias e vídeos de visitantes ao lado da coluna<br>gelada, que continua a expelir pequenas quantidades de vapor de água e nem os<br>nevões intensos nem as temperaturas extremamente baixas afastam os visitantes<br>deste belo cenário natural. São igualmente curiosos, os vídeos obtidos através dos<br>voos de drones que são capazes de captar imagens de elevada resolução, promovendo<br>a documentação deste fenómeno.<br>Segundo o relato de habitantes da região, que se situa muito próxima da fronteira com<br>o Quirguistão e com a China, apesar deste fenómeno ocorrer com alguma<br>frequência, é a primeira vez que atinge tamanha altura (quase 15 metros), sendo<br>igualmente a primeira vez que se observa a emissão de vapor de água de forma<br>contínua, pela abertura superior.<br>Com a primavera, é expectável que este fenómeno derreta e desapareça, já que<br>durante os meses mais quentes aquela área adquire temperaturas mais amenas e uma<br>paisagem verdejante.<br>Estes fenómenos geolo-meteorológicos, como a formação de neve e gelo em<br>nascentes e géiseres são bastante comuns em áreas de atividade vulcânica onde<br>simultaneamente as temperaturas são muito baixas. Outro exemplo sobejamente<br>conhecido disso acontece com o géiser Wyoming, no Parque Nacional de Yellowstone,<br>nos Estados Unidos da América. Quando os invernos são muito frios na área do<br>Parque, a água e o vapor de água que ascendem com uma frequência de<br>aproximadamente 74 minutos (cerca de 20 vezes por dia), criando uma acumulação de<br>gelo e neve à superfície.<br><br>Carolina Silva, Nº4, 11ºA1<br><br>Fonte: https://www.geo.fr/environnement/un-volcan-de-glace-de-14-metres-apparait-soudainement-au-kazakhstan-203797</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/IkzcD6tA1bk" />
         <pubDate>2021-06-11 00:16:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Deserto do Saara</title>
         <author>carolinasilva4002</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1599862434</link>
         <description><![CDATA[<div>Um grupo de investigadores europeus descobriu um novo tipo de mineral através de<br>análises feitas no meteorito lunar Qued Awlitis 001. De acordo com a pesquisa<br>publicada na revista científica American Mineralogist, o novo mineral de alta pressão foi chamado de donwilhelmsite e é o primeiro do tipo achado em meteoritos com aplicação em sedimentos terrestres subductados.<br>O meteorito analisado rendeu cerca de 382 quilos de rochas e solos para a análise dos<br>investigadores. Os especialistas encontraram minerais como wadsleyite, ringwoodite e bridgmanite, que são naturais e constituem grandes partes do manto terrestre. A descoberta do donwilhelmsite vai ajudar a encontrar respostas sobre a formação da Lua.&nbsp;<br>O donwilhelmsite é composto principalmente de átomos de cálcio, alumínio, silício e<br>oxigênio. Os investigadores entendem que este mineral é semelhante às rochas que<br>constituem os continentes terrestres e forma-se entre 460 e 700 quilómetros de<br>profundidade.<br>A descoberta do mineral foi feita mais precisamente dentro de zonas de derretimento de choque no local de queda do Qued Awlitis 101, encontrado em 2014 numa região<br>do Saara Ocidental. O meteorito, já analisado, está em exibição no Museu de História Natural de Viena, na Áustria.<br>Em relação ao nome (aparentemente complicado) os cientistas explicam que esta é uma homenagem ao geólogo lunar Don E. Wilhelms, cientista americano envolvido na seleção do local de pouso e na análise de dados das missões Apollo, que trouxeram<br>rochas lunares para serem analisas na Terra.<br><br>Carolina Silva, Nº4, 11ºA1<br>Fonte: https://pubs.geoscienceworld.org/msa/ammin/article-abstract/105/11/1704/592180/Donwilhelmsite-CaAl4Si2O11-a-new-lunar-high?redirectedFrom=fulltext</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 00:21:15 UTC</pubDate>
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         <title>Hawaii, EUA</title>
         <author>mariasoares15135</author>
         <link>https://padlet.com/carolinasilva4002/p4lv11cenddz4a4j/wish/1603260820</link>
         <description><![CDATA[<div>Cientistas descobrem que sismo no Hawaii pode levar com que o vulcão Mauna Loa entre em erupção.<br>Cientistas da Escola de Ciências Marinhas e Atmosféricas da Universidade de Miami, analisaram os movimentos do solo, por GPS, e o fluxo do magma no interior do vulcão.<br>Um sismo de magnitude 6 ou maior pode aliviar o stress do influxo do magma numa falha sub-horizontal que está sob o flanco ocidental do vulcão, logo um sismo de magnitude 6 ou superior pode desencadear a erupção do mesmo.<br>Apesar de se conhecer o stress exercido ao longo da falha, a magnitude do sismo depende do tamanho da falha.<br>Este vulcão é um dos maiores na Terra, com 9km de altura e uma base larga.<br>E as erupções deste vulcão são importantes de ter um alerta precoce, pois em 1950, ocorreu uma erupção onde a lava que o vulcão atingiu a costa em 3 horas.<br>Maria Soares nº18&nbsp;<br>Fonte: https://zap.aeiou.pt/maior-vulcao-mundo-pode-erupcao-406310 <br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 10:38:45 UTC</pubDate>
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