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      <title>Daniel Sequeira E1T15217 by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-04 21:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Sequeira E1T15217</title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-04 21:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>M1 Tutorias</title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[<div>Opção C<br>Como beirão, sempre ligado à "Terra", dir-lhe-ia que se centrasse no significado de tutor na agricultura, o pau que ampara e guia a árvore. Dir-lhe-ia que nos "tortos" caminhos que muitos destes alunos trilham, a nossa função passa por os ajudar a "endireitar" um pouco as suas vidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 20:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Opção B</title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considerei o último ponto, ponto 3, ação do tutorando, o maior desafio. Isto por considerar que só alcançando este objetivo se concretiza a mudança no comportamento do aluno e o caminho para a realização dos seus objetivos de vida fica traçado e mais facilitado. Parece-me ser o maior desafio por achar que é o mais difícil. Obriga a modificar hábitos e rotinas de vida, enraizadas durante anos e que conduziram ao insucesso. Mudar as ideias não é fácil mas muito mais difícil é mudar as atitudes e comportamentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 21:08:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>danielsequeiraE1T15217<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;Módulo 2 &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Tipos de conhecimentos – Opção A<br></strong><br></div><div><strong>Apesar de não ter conhecimento desta divisão em três tipos de conhecimento, declarativo, procedimental e condicional, tenho-a utilizado ao longo dos anos nas diversas situações da minha prática lectiva e também nestas semanas iniciais de trabalho em tutoria. Ao longo dos anos tenho-me servido muito da metáfora / comparação para levar os jovens à compreensão da necessidade de reflectirem sobre os seus projectos de vida. Uma das estratégias que utilizo é a metáfora do navio. Uso-a muito na primeira aula de apresentação. Passo a explicar: coloco os alunos a pensar sobre as condições necessárias para que um navio, atracado num qualquer porto, tem que reunir para poder largar as amarras e seguir para o alto mar. Os alunos participam de imediato, fazem um levantamento exaustivo do que é necessário: alimentos, água, combustível, marinheiros, etc., etc. Neste processo vou lembrando que todas aquelas coisas são muito importantes mas falta uma sem a qual o navio não desatraca do porto. Após alguns momentos de suspense, excelente para despertar a curiosidade e a atenção, essenciais à aprendizagem, eu acabo por dizer que antes de sair do porto o capitão do navio tem que receber um “papel”, uma guia de marcha, que lhe diz o percurso que vai fazer e qual o próximo porto em que irá atracar. Faço-os reflectir sobre as consequências da inexistência deste documento. Sem ele o navio ficaria à deriva, não saberia para onde ir nem o que deveria fazer. A partir daqui é transpor a metáfora para a vida de cada um. Facilmente aparece o conhecimento conceptual, o momento da reflexão e compreensão acerca do que é e da importância de ter um projecto de vida, de pensar sobre ele, de saber o que nele deve e não deve entrar, do que devemos fazer para o conseguir realizar, estamos a entrar no momento do conhecimento procedimental. Relaciono este aspeto com a escola levando-os a reflectir sobre a sua importância da neste projecto, o que é que ela representa, a importância das aprendizagens para a realização do seu projecto de vida. Neste ponto somos naturalmente conduzidos ao conhecimento condicional, o que tenho que fazer, quando e porquê, o que não devo fazer e porquê. Realço sempre a importância do projecto de vida em cada um de nós, isto porque, tal como no navio, uma vida sem projecto é uma vida sem rumo, à deriva, sem destino, o que nos pode conduzir onde não queremos.<br></strong><br></div><div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-22 11:44:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielseq</author>
         <link>https://padlet.com/danielseq/danielsequeiraE1T15217/wish/132488777</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Módulo 2 – Competências de Relação Interpessoal no Âmbito da Tutoria<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A fase do modelo que escolho é o da facilitação. Tal justifica-se também porque tem sido esta fase que mais me tem ocupado nesta etapa da atividade tutorial. Têm sido muitos os obstáculos surgidos. Esclareço que os meus tutorandos têm sido essencialmente jovens da etnia cigana, o que agrava a obstaculização deste processo.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Um dos maiores obstáculos que tenho encontrado nos tutorandos é a sua atitude muito negativa e desvalorizadora da escola. A escola é para muitos uma entidade que os obriga mas na qual não estão comprometidos, nem empenhados. É difícil ultrapassar este obstáculo. Procuro levá-los a pensar sobre as novas tecnologias, que eles usam no seu dia a dia, onde as aprendizagens da escola são essenciais. Utilizo também o exemplo de pessoas da etnia cigana que tiveram uma boa relação com a escola, mais construtiva e positiva. É o caso de um Assistente Operacional da escola, pertencente à etnia cigana e que é uma mais-valia para a facilitação da integração desta etnia na comunidade escolar. É também o caso de um aluno da escola, a terminar o 12º ano e que já se encontra a desempenhar funções de mediador numa associação, “A Rodar”, patrocinada pela Junta de Freguesia, e que apoia os jovens nos seus tempos livres, no próprio bairro.<br></strong><br></div><div><strong>Outro obstáculo está relacionado com o ambiente familiar dos alunos, isto porque ainda é muito comum a desvalorização da importância da escola na formação dos jovens. Não é fácil ultrapassar este obstáculo. No entanto refiro que em todas as reuniões com os encarregados de educação, normalmente as mães, sempre me confirmaram que querem os filhos na escola e que não querem e cito, “Que lhes aconteça o mesmo que me aconteceu a mim.” Sempre me reafirmaram que a escola é importante e que tudo fazem para que os seus filhos a frequentem. Refira-se que a maioria destas mães são analfabetas, nalguns casos nem o nome sabem escrever. De que forma é que este aspeto funciona como obstáculo? Porque envolve a tutoria numa atitude muito negativa, o que dificulta a implementação de uma boa relação com o tutorando.<br></strong><br></div><div><strong>Outro obstáculo parece-me estar ligado a uma grande desconfiança dos jovens relativamente à seriedade das intenções do tutor. Existe alguma descrença acerca do que o tutor pretende, estes jovens não estão habituados a ser ajudados e acarinhados pela comunidade em geral, pelo contrário, são normalmente rejeitados. O tutor é envolvido nesta nuvem de desconfiança que é difícil de ultrapassar. Procuro ultrapassar isto demonstrando total disponibilidade para os apoiar, também jogando muito com a afectividade e com as emoções destes jovens que, na maioria dos casos, crescem na rua, sem alguém que os apoie e oriente. Neste momento já tenho alguns tutorandos, e não só tutorandos, que me procuram apenas para conversar. Julgo que alguns destes jovens já olham para o professor tutor como alguém que os pode ouvir, o que me parece positivo. Também tenho alguns tutorandos que fogem de mim, isto porque quando me veem já sabem que eu vou “chateá-los” até irem para as aulas.<br></strong><br></div><div><strong>Outro ponto é que estes alunos têm, relativamente à consciência das suas capacidades relacionadas com a escola, uma autoestima muito baixa. Têm uma ideia muito negativa das suas capacidades. Este ponto é extremamente dificultador do processo de tutoria, isto porque os leva a rejeitar tudo o que procura a sua integração e envolvimento nas atividades letivas. Muitas vezes me têm dito que não querem falar, que não querem conversar comigo porque a escola não lhes interessa, porque não gostam dos professores, não gostam das aulas. Há alguns dias atrás um aluno dizia-me que na aula o professor só dava fichas para “fazer”. Perguntando-lhe se as fichas eram assim tão más, respondeu-me que não percebia nada do que o professor queria que ele fizesse. Esta dificuldade pode ser ultrapassada através da mudança de atitude de alguns docentes que, de uma forma muitas vezes inconsciente mas preconceituosa, nada fazem para motivar estes alunos a acreditarem nas suas capacidades e potencialidades.<br></strong><br></div><div><strong>Como estes alunos já passaram por, pelo menos, duas retenções, o seu desenvolvimento corporal e mental está desfasado relativamente aos seus colegas de turma. Um aluno com doze ou treze anos está numa turma de quinto ano com outros alunos de dez ou onze anos. Este facto dificulta a relação com o tutor porque se este deve promover a integração do aluno na turma, esta integração é à partida rejeitada e, em consequência, a relação afectiva com o tutor também. Acontece inclusivamente que estes alunos faltam às aulas e procuram arrastar com eles outros colegas, nomeadamente os mais jovens, funcionando neste caso como modelo negativo para os outros.<br></strong><br></div><div><strong>Para terminar refiro um obstáculo muito dificultador da relação com o tutor, que aparece em último lugar mas que poderia perfeitamente estar em primeiro lugar, refiro-me a uma extrema dificuldade destes alunos em aceitar e reconhecer as regras de funcionamento da escola, o que se liga ao não reconhecimento da autoridade do adulto, neste caso do professor tutor. Devido às características de muitos dos seus ambientes familiares, estes alunos não estão habituados a cumprir regras e a respeitar as observações e indicações dos adultos. Tenho tido situações em que alguns alunos, durante a própria tutoria, se levantam sem qualquer autorização. Perante o pedido do tutor para que se sentasse, a resposta imediata, e estou a referir-me a uma situação concreta que me aconteceu, foi a rejeição incondicional e com alguma agressividade. Perante a pergunta do tutor, porque é que não te sentas? A resposta foi porque não quero, não me apetece. Percebi que a resposta era nitidamente provocatória. Facilmente o tutor poderia ser confrontado com a necessidade de utilizar a sua autoridade, o que poderia prejudicar de vez o relacionamento. O que fiz foi dizer-lhe que só conversaria com ele se se sentasse, isto porque eu também estava sentado. Disse-lhe que tinha coisas para fazer, que não iria ficar ali a olhar para ele, que iria para o computador trabalhar. Se queria ficar de pé que ficasse, tudo bem, se se sentasse poderíamos falar. Mas se se quisesse sentar e não falar também poderia ser. Depois, assim como quem se lembra de qualquer coisa esquecida e irrelevante, disse-lhe que também tinha desenhos para pintar. Espalhei os desenhos na mesa e coloquei os lápis à disposição. Virei-me para o computador e comecei a trabalhar. Passado algum tempo o aluno foi para a janela, passou pela mesa de trabalho, andou pela sala e acabou por chegar junto de mim observando o que eu estava a fazer. Disse-lhe que estava a fazer um PowerPoint para uma aula. Nisto virei-me para ele e perguntei: não queres sentar-te e conversar? Abanou a cabeça no sentido do não e disse: “prefiro ficar aqui a ver o que está a fazer”. Esteve lá até a campainha tocar e não dissemos mais nada. Isto parece uma novela mas a verdade é que já estive, posteriormente, diversas vezes com este aluno e ele nunca mais recusou fazer o que lhe pedi, nomeadamente sentar-se.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;Daniel Sequeira E1T15217</strong> ^{x��$x36t7<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-22 11:46:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div><div><strong>Módulo 3 – Motivação<br></strong><br></div><div><strong>A resposta à questão colocada é SIM. O ser humano é um ser em aberto, em constante construção e transformação. Se assim não fosse que sentido teriam as tutorias? Nós somos o produto de um conjunto de condicionantes e expectativas que no dia-a-dia se vão concretizando. As condicionantes (genéticas e ambientais) são difíceis de alterar mas as expectativas resultam em grande parte de ideias que tornam o impossível possível e o futuro imprevisível. São muitos os exemplos de pessoas que romperam com as referidas condicionantes, rasgando futuros que se transformaram em vidas extraordinárias, exemplos para todos nós.<br></strong><br></div><div><strong>É neste universo das expectativas que o tutor pode interferir. Se conseguirmos levar os nossos alunos a acreditar que têm qualidades, que conseguem atingir os seus objetivos se trabalharem para isso, então conseguiremos envolve-los, motivá-los, melhorando assim as suas aprendizagens. Esta tarefa não é fácil, muitos dos nossos tutorandos já ouviram muitos “nãos” ao longo da sua vida, familiar e escolar, tornando-se difícil levá-los a acreditar que o “sim” é possível. No meu entendimento, baseado em grande parte na minha experiência profissional e também de vida, devemos aproveitar todas as oportunidades para reforçar positivamente as pequenas conquistas dos nossos alunos. Isso vai melhorar a consciência que têm das suas capacidades, que na maior parte dos casos é muito negativa. Também devemos adequar os objetivos às suas capacidades. Quando colocamos à prova estes alunos não devemos pedir-lhes o que já sabemos que eles não conseguem fazer. Que sentido faz fazermos um “teste” a um aluno que à partida já sabemos que ele não vai conseguir? Só vamos aumentar a sua frustração e o seu cada vez maior afastamento do seu processo de aprendizagem. Um bom diagnóstico das dificuldades dos alunos ajudar-nos-á a identificar as suas dificuldades e a desenvolver estratégias para recuperar as recuperar. Sem isto apenas contribuiremos para o insucesso do aluno e para o seu consequente afastamento da escola e de tudo o que com ela se relaciona. O insucesso vai surgir e o abandono estará próximo. Só o sucesso melhorará as expectativas e as aprendizagens. É esta a mensagem que devemos transmitir.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-30 22:03:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielseq</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div><div><strong>Módulo 4 – Modelos de Autorregulação da Aprendizagem.<br></strong><br></div><div><strong>Situação: Tutorandos (dois casos) que normalmente chegavam atrasados à primeira aula da manhã, 8,30h, a maioria das faltas eram à primeira hora.<br></strong><br></div><div><strong>Objetivo: levar os alunos a identificar claramente o porquê do atraso. Num dos casos a mãe chamava o aluno antes de sair para a “venda”, mas como ainda era muito cedo o aluno acabava por adormecer de novo. Resultado, quando acordava já era tarde. No outro caso a mãe chamava-o a horas mas depois demorava tanto tempo a arranjar-se que acabava por chegar atrasado. Ambos identificaram o problema como estando relacionado com a falta de tempo para se arranjarem e chegarem a horas.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>No primeiro caso acabei por accionar o despertador no telemóvel do aluno, este caso, para já está está ultrapassado, o aluno tem vindo a horas, ele próprio refere que agora já não se atrasa porque o despertador o acorda a tempo. No entanto é minha intenção oferecer ao aluno um despertador normal, porque este me disse várias vezes que lá em casa não há despertadores. O segundo caso melhorou mas ainda não foi totalmente ultrapassado. Neste segundo caso ainda se verificam alguns atrasos. Penso que o aluno ainda não conseguiu assumir com autenticidade o problema, que me parece ser o facto de não gostar muito da escola. De certa forma ele quer estar a horas, mas ainda não assumiu claramente este querer, por isso ainda continuam os atrasos. Tenho tentado levá-lo a relacionar o seu comportamento com as consequências que daí poderão advir, isto também porque são sempre as mesmas disciplinas a que chega atrasado. Não tem sido fácil mas está a evoluir.<br></strong><br></div><div><strong>Como todos estes alunos têm grandes dificuldades ao nível do aproveitamento escolar, tenho trabalhado com eles as causas deste insucesso. Temos elaborado listas de causas para este insucesso, elaboradas por eles próprios, são inúmeras como devem calcular. Estamos a trabalhar a assiduidade, esta está a melhorar, também o comportamento e as atitudes em sala de aula melhoraram. Nestes alunos nada pode ser dado por adquirido, é um trabalho de todos os dias, isto porque continuo a ter muitas dúvidas ao nível da autenticidade. No entanto acertámos que uma boa forma de melhorar o aproveitamento era fazer sempre os trabalhos de casa e rever a matéria dada nas aulas desse dia. Sei que estes alunos têm feito sempre os trabalhos de casa e alguns têm revisto a matéria dada, isto porque o fazem numa associação, que os apoia na parte da tarde e tenho recebido feedback deste facto. Tenho muitos receios relativamente às avaliações de final de período, preocupa-me o facto de estas poderem não revelar todo o esforço por eles despendido e isso levar a alguma desmotivação.<br></strong><br></div><div><strong>Também tenho três casos que considero não ter tido qualquer resultado. Tenho tido muitas dificuldades em comunicar com estes alunos, sendo um dos casos mais complicado, isto porque o aluno facilmente revela atitudes de agressividade e ameaça. Neste caso é um aluno CEI, com muitas dificuldades nas aprendizagens, recusando sistematicamente a realização das tarefas propostas.<br></strong><br></div><div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-05 17:14:42 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Sequeira E1T15217Módulo 5 – Estratégias de Autorregulação da Aprendizagem.Opção BA afirmação citada revela a preocupação de um pai relativamente às aprendizagens do seu filho, mas também demonstra o que é uma estratégia inadequada na promoção dessa mesma aprendizagem. A aprendizagem deve ser um processo autorregulado, em que o formador intervém mas nunca se deve substituir ao formando/aluno, não lhe deixando espaço para produzir e autorregular a sua própria aprendizagem . Neste caso concreto assistimos à primeira fase do processo de autorregulação, a fase da observação, se considerarmos que o aluno assistiu à realização dos referidos resumos. Mas se foi o pai que produziu os resumos, o seu educando não assumiu uma atitude interventiva e participativa na sua elaboração, fase da imitação (Modelação) e, posteriormente, da prática guiada com feedback (Autocontrolo). Este aluno não foi um elemento interventivo no seu processo de aprendizagem pelo que estas jamais se tornarão as suas aprendizagens, adquiridas pela sua própria prática. Este aluno não desenvolveu as suas próprias estratégias de aprendizagem, de forma autónoma, não atingiu o último estádio de desenvolvimento, o estádio da autorregulação, onde se produz a prática independente.A estratégia errada que este pai utilizou é muitas vezes também utilizada por nós, professores, com as melhores intenções. Todos nós já transmitimos aos nossos alunos as nossas conclusões/sínteses relativamente a determinadas matérias, tudo preparadinho para os alunos memorizarem, o Power Point é hoje a ferramenta ideal para fomentar e facilitar este processo. No entanto, com esta prática impedimos os alunos de realizar o seu próprio processo e percurso de aprendizagem e de desenvolverem as suas estratégias de autorregulação das mesmas. Desta forma impedimos os alunos de se apropriarem dos referidos conteúdos, de os tornarem efectivamente seus, interiorizando-os e transformando-os em conhecimento procedimental e conhecimento condicional.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielseq/danielsequeiraE1T15217/wish/137649408</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 09:44:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>danielseq</author>
         <link>https://padlet.com/danielseq/danielsequeiraE1T15217/wish/139389709</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Daniel Sequeira E1T15217<br></strong><br></div><div><strong>Módulo 6 – Envolvimento Escolar e Possible Selves<br></strong><br></div><div><strong>Opção A<br></strong><br></div><div><strong>Pelo facto de trabalhar muito diretamente com a comunidade cigana, quer em turmas Pief, do 6º e do 9º anos e também em tutorias com a mesma comunidade, é verdade que estes alunos têm um envolvimento escolar muito baixo, com níveis muito reduzidos de compromisso com as atividades escolares, o que se traduz numa baixa assiduidade e pontualidade, incumprimento sistemático das regras da escola e da sala de aula, reduzida participação nas atividades escolares e não realização de tarefas essenciais à aprendizagem, nomeadamente a realização dos T.P.C.<br></strong><br></div><div><strong>Sinto, na maioria destes alunos, um sentimento de desvalorização da escola relativamente ao seu futuro (possible selves). Não existem sentimentos positivos relativamente à escola, os professores são de certa forma “estranhos”, “ao outros”, que não entram no seu universo de pessoas significativas. É muito difícil ultrapassar esta barreira. Os pais / família não influenciam positivamente as suas possible selves, no que à sua relação com a escola diz respeito. Sendo este o panorama também reconheço que muitos destes alunos já aceitam a ideia de que a escola é importante na definição dos seus futuros (possible selves), que as aprendizagens são importantes e possibilitam percursos de vida diferentes, mais adequados ao desenvolvimento das sociedades modernas. Este facto é corroborado pelas boas experiências já existentes na comunidade, de jovens que aproveitaram as oportunidades, nomeadamente as escolares, e estão hoje bem integrados, a desempenhar funções nas instituições da comunidade, nomeadamente em escolas, associações e Junta de Freguesia.<br></strong><br></div><div><strong>Relativamente à questão colocada, apresentar soluções para responder à dimensão comportamental, concretamente em relação às questões da assiduidade e da pontualidade, ao respeito pelas regras da escola e da sala de aula, participação nas atividades escolares e realização dos T.P.C., este tem sido o meu principal objetivo nesta primeira fase de desenvolvimento das tutorias. Fazendo um ponto de situação penso que nada se consegue sem o envolvimento dos pais destes alunos. Tenho tentado “agarrar” os pais para esta difícil tarefa, envolve-los na necessidade de os seus educandos estarem na escola às 8.30h e irem a todas as aulas. Tenho casos em que os pais já acompanham os filhos até à escola para eles não chegarem atrasados, não são todos os pais mas já são alguns. Outra solução foi oferecer a alguns destes alunos um despertador, alguns alunos ficam em casa sozinhos e de manhã não têm quem os acorde. Também neste caso tem havido melhorias. As acções individualizadas que tenho realizado com os meus tutorandos, em que analisamos tudo o que aconteceu durante a semana, também me parecem que têm tido impactos positivos no comportamento de alguns alunos, eles próprios avaliam o que fizeram e o que poderiam ter feito de modo a traçar caminhos de futuro conducentes aos comportamentos e atitudes desejados.<br></strong><br></div><div><strong>Nesta fase das tutorias estou a tentar intervir no trabalho dos alunos fora das aulas, normalmente na parte da tarde, as aulas são maioritariamente na parte da manhã. Estes alunos têm o apoio de uma associação, o “A Rodar”, que os ocupa nos tempos livres e sei que alguns alunos aproveitam algum deste tempo para fazerem os T.P.C. e reverem a matéria dada. Reconheço que o mais difícil é encontrar estratégias que modifiquem a relação destes alunos com a escola, que melhorem os seus comportamentos. Também tenho percebido que alguns destes alunos têm ambientes familiares nada facilitadores e promotores do seu envolvimento escolar, o que torna a nossa intervenção mais difícil. Mas, como eu penso que as grandes caminhadas se fazem com pequenos passos, a pouco e pouco, é isso que me tem orientado, nunca desistir de nenhum aluno e acreditar que, entre avanços e recuos, os seus percursos de vida irão ser marcados positivamente pela intervenção dos tutores.<br></strong><br></div><div><strong>Daniel Sequeira E1T15217</strong> �hs ǰ��<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-22 15:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Sequeira E1T15217Relatório FinalÉ com alguma dificuldade que inicio este relatório, ocorre-me dizer algo que senti quando me informaram sobre este curso e sobre a forma como iria decorrer, online, totalmente diferente do que até aqui tinha feito. As expectativas eram muito baixas. À medida que o curso foi decorrendo e as sessões foram acontecendo a minha avaliação do curso mudou radicalmente. Foi extraordinária a forma como as sessões online decorreram, a partilha de experiências, a relevância dos temas estudados em cada módulo, a excelência da coordenação dos trabalhos pela nossa formadora, Tânia Moreira. Tudo isto me leva a sentir saudades de todo o trabalho desenvolvido nestas semanas, que nos sobrecarregaram mas também nos deram muito prazer e momentos únicos de reflexão e aprendizagem relativamente à difícil tarefa das tutorias.Relativamente às aprendizagens realizadas refiro apenas aquelas que mais me surpreenderam e motivaram, não tanto pela sua novidade mas acima de tudo pela sistematicidade com que foram apresentadas: desde logo destaco a tomada de consciência de que a temática da relação tutorial estava estudada e com diferentes teorias devidamente sistematizadas em conhecimento operacionalizável, o que nos forneceu material para enquadrarmos e pensarmos o nosso trabalho prático do dia-a-dia com os nossos tutorandos; também a divisão dos conhecimentos apresentada, logo no módulo dois, o que me tem ajudado na minha prática lectiva diária; a importância dada ao momento da facilitação no desenvolvimento das competências de relação interpessoal, a importância e complexidade do jogo de emoções que aí se estabeleceu; a temática da motivação no módulo três, o debate que aqui se gerou entre os formandos relativamente à possibilidade de motivarmos, ou não, os nossos alunos, este foi o módulo que mais despertou a minha atenção e acerca do qual tenho tido algumas “conversas” com outros colegas, na escola onde trabalho; no módulo cinco as estratégias de autorregulação da aprendizagem, nomeadamente no que se refere à promoção do desenvolvimento da autorregulação da aprendizagem, tenho tido alguma atenção aos vários momentos, desde a instrução direta até à prática independente, a reflexão sobre a aplicação destes momentos tem alterado a minha prática diária, em sala de aula, com os tutorandos e com todos os meus alunos; no módulo seis a caracterização apresentada relativamente aos possible selves, a sua importância para compreendermos o maior ou menor envolvimento dos alunos nas atividades escolares, o seu impacto no aproveitamento escolar dos alunos.Muito mais haveria a dizer sobre o que aprendi nesta formação, penso que os seus impactos ainda não terminaram, eles prolongar-se-ão para o futuro, condicionando positivamente toda a nossa prática lectiva.Relativamente à relevância desta formação para a minha prática enquanto tutor considero-a muito importante e oportuna, isto porque trouxe aos tutores alguma ordem na confusão que se estava a instalar acerca do trabalho a desenvolver nas tutorias e as estratégias a seguir no relacionamento com os alunos. Deu-nos elementos para podermos pensar e compreender a acção tutorial, as suas possibilidades e limitações na melhoria do desempenho dos alunos tutorandos. Neste sentido as aprendizagens foram muito relevantes, diria mesmo essenciais para melhorar o nosso desempenho enquanto tutores. Julgo que não será exagerado dizer que esta formação nos permitiu entender a relação tutorial como uma oportunidade para ajudar a reorganizar percursos escolares (e de vida?) irregulares. Para terminar sugiro que esta formação continue e se alargue a todos os professores com funções tutoriais. Não me ocorre propor qualquer mudança, considero que o curso decorreu muito bem e atingiu os objetivos pretendidos. O problema que senti foi a falta de tempo para me envolver mais nas tarefas propostas, a dificuldade em participar mais nos fóruns melhorando a partilha de experiências e opiniões, mas esta dificuldade é de difícil ultrapassagem. Relevo a qualidade da formadora Tânia Moreira, o sucesso da turma quinze deveu-se à qualidade de todos os participante mas, em grande parte, às excelentes qualidades técnicas e humanas da formadora Tânia Moreira. Parabéns, continue.P.S. Os vídeos apresentados em cada módulo, com a intervenção do professor Pedro Rosário, representaram sempre uma mais-valia para compreendermos os respectivos conteúdos. A sua sabedoria e clareza na apresentação dos conteúdos fascinou-me. Para o professor Pedro Rosário também um muito obrigado.Daniel Sequeira E1T15217</title>
         <author>danielseq</author>
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         <pubDate>2016-12-13 19:12:22 UTC</pubDate>
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