<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Mal-te-vi by Arthur Gad Gualdez Lima</title>
      <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp</link>
      <description>Em que passos andam as políticas de saúde no Brasil?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-05 22:59:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-26 01:35:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1723971726/075bf9bd48f093029b7c02107da36839/Prancheta_4.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde da População Negra</title>
         <author>arthurlima26</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228139940</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando se fala em Sistema Único de Saúde (SUS) vem quase instantaneamente em meus pensamentos seus 3 princípios básicos:<br><br></div><blockquote><em>universalidade, integralidade e equidade.&nbsp;</em></blockquote><div><br>Esmiuçando sobre esse último, conceitua-se da seguinte forma: justiça natural. Em outras palavras,é tratar ou agir de acordo com as necessidades específicas de um grupo ou pessoa, bem comum para ajustar as normas de acesso entre maiorias e minorias.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Agora, ao falar da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PnSiPn) entramos em um contexto onde essa população é minoria - irônica realidade brasileira, já que <em>54% (96.795.294)</em> dos brasileiros, de acordo com os dados do último censo do IBGE, é negra (pretos e pardos).<br>Isso se dá pela raiz de desigualdade que é observada no Brasil e que mesmo após o fim formal da escravidão, ela apenas modernizou-se empurrando o que é não-branco às margens da sociedade, condicionando precariedade em renda, acesso e um racismo silencioso não declarado.<br><br></div><div>Então, surge a PnSiPn com o objetivo geral de:<br><br></div><blockquote>“Promover a saúde integral da população negra, priorizando a redução das desigualdades étnico-raciais, o combate ao racismo e à discriminação nas instituições e serviços do SUS.”</blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A partir do pressuposto, é impossível falar de antirracismo dentro dos serviços de saúde sem falar do combate ao racismo na sociedade como um todo. E uma das formas de combater essa realidade é <strong>ocupar os espaços onde os negros são minoria</strong>. <br>Um grande nome no mundo acadêmico é o da<em> Zélia Amador de Deus</em>, professora e ativista paraense, referência na luta pela visibilidade da população negra, além de inspirar jovens e mostrar que conseguimos chegar onde ela chegou e mostrar também que esse espaço é nosso!<br> O trabalho “Uma vida dedicada ao combate do racismo na Amazônia: entrevista com Zélia Amador de Deus, por ocasião de seus 70 anos” traz flashs da biografia de Zélia e revela avaliações sobre o Movimento Negro e sobre os estudos acerca das populações afroamazônicas na atualidade.</div><div><br><strong><em>Referências Bibliográficas</em></strong><br><br></div><div>MONTEIRO, Alef. Uma vida dedicada ao combate do racismo na Amazônia: entrevista com Zélia Amador de Deus, por ocasião de seus 70 anos. <strong>Novos Cadernos Naea</strong>, Belém, v. 23, n. 3, p. 265-281, set. 2020. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/8001. Acesso em: 11 jun. 2022.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1723971726/3433cd2ab94693259a721b743415d3e9/image.png" />
         <pubDate>2022-06-22 19:40:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228139940</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde Indígena </title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228249265</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O processo histórico dos povos indígenas no Brasil, como violência e resistências, invasões territoriais e mudanças no seu estilo de vida, mostram a importância do debate e da produção de políticas públicas direcionadas a esses povos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Levando em consideração a Equidade, que é uma das diretrizes do SUS, percebe-se as políticas como uma&nbsp; ação do Estado na tentativa de incluir a população indígena no acesso à saúde e também expandir horizontes, onde pesquisadores da saúde interpõem-se nas suas diversas culturas, trazendo uma atenção mais específica a esse público.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Lentamente, vemos avanços nessa área, como a criação das Casais e Dsei, que são institutos que oferecem alojamento, marcação de consultas e exames, internações hospitalares e entre outros serviços de saúde para pacientes e acompanhantes.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Embora as políticas de saúde indígena ajudem na inclusão, ainda existem grandes desafios para concretização da mesma. Os povos indígenas do Brasil encontram-se em situação de grande vulnerabilidade socioeconômica e de saúde, que os colocam em desvantagem de oportunidades e de acesso a direitos em comparação aos demais cidadãos, tanto por questões culturais (como estilo de vida, área demográfica) como por questões espirituais (crenças e costumes).&nbsp;</div><div><br><strong><em>Referências Bibliográficas<br></em></strong><br></div><div>Kabad, Juliana Fernandes; Pontes, Ana Lúcia de Moura; Monteiro, Simone. <em>Relações entre produção cientifica e políticas públicas: o caso da área da saúde dos povos indígenas no campo da saúde coletiva. </em>Ciência&amp;saúde coletiva 25. 08 Maio 2020.<em><br>Disponível em: </em><a href="https://www.scielosp.org/article/csc/2020.v25n5/1653-1666/"><strong>https://www.scielosp.org/article/csc/2020.v25</strong>n5/1653-1666/</a>. Acesso em: 23 jun.2022.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://outraspalavras.net/wp-content/uploads/2019/02/33928883280-df6e2fa582-k-1024x683.jpg" />
         <pubDate>2022-06-22 23:36:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228249265</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde LGBTqia+</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228252067</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em “Atenção integral à saúde da população LGBTqia+: Experiência de educação em saúde com agentes comunitários na atenção básica”, os autores relataram 3 problemáticas que ilustram bem uma realidade nacional e foram vivenciadas pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), são elas:<br><br></div><blockquote><strong><em>LGBTfobia no meio escolar<br>Abandono familiar e exclusão social<br>Desestímulo de frequentar as unidades de saúde</em></strong></blockquote><div><br>Em outras palavras, estamos falando de uma população que quando inserida num meio acadêmico, sofre preconceito/discriminação e consequente “internalização da sexualidade”, além da agressão física que percorre todo o trajeto dessa minoria. Para somar o combo, com o abandono familiar essa parcela da populção acaba procurando outro lugar para chamar de casa,com isso vem transtornos mentais, tentativa de suicídio, abandono escolar, inserção no mercado sexual, abuso de drogas lícitas e ilícitas, infecções sexualmente transmissíveis…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Percebe que somente por fugir da heteronormatividade o acesso a trabalho, relações sociais (inclusive a parental) e a saúde física/mental é dificultada? Não bastasse todos esses problemas, existe mais uma barreira que é dos próprios profissionais de saúde recusando coisas básicas como uso do nome social - que é assegurado na PnSiLGBT - ou a não indicação de alguns exames devido a orientação sexual.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O espaço da atenção primária tem que ser acolhedor, para todos os grupos sociais, sem nenhuma exceção. A saúde sem preconceito e discriminação é necessária (pra ontem). <strong>Falar dessa temática ainda é tabu</strong>, porém, imprescindível para combater a LGBTfobia, não só no ambiente de saúde - dado que é um problema com raízes mais profundas - mas também numa revolução das tradições sociais.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um dos meus desejos como defensor do SUS é que a Atenção Primária continue sendo e se torne ainda mais a porta de entrada dos demais serviços de saúde para todas as pessoas.</div><div>Por fim, a recomendação da vez é a <em>minissérie Manhãs de Setembro</em>, estrelada pela grandíssima Liniker e aborda acima de tudo, questões trans, sobre a transição, violência velada e afeto negado.<br><br><strong><em>Referências Bibliográficas<br><br></em></strong>ALBUQUERQUE, Mário Roberto Tavares Cardoso de; BOTELHO, Nara Macedo; RODRIGUES, Cybelle Cristina Pereira. Atenção integral à saúde da população LGBT: experiência de educação em saúde com agentes comunitários na atenção básica. <strong>Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade</strong>, [S.L.], v. 14, n. 41, p. 1758-1769, 8 abr. 2019. Sociedade Brasileira de Medicina de Familia e Comunidade (SBMFC). http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc14(41)1758. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1758/980. Acesso em: 16 jun. 2022.<br>COELHO, Gilson Gomes. <strong>VICISSITUDES DA LGBTFOBIA: um estudo sobre a situação de rua e o abandono de pessoas LGBT na cidade de São Paulo</strong>. 2022. 264 f. Tese (Doutorado) - Curso de Psicologia, Universidade Estadual Paulista, Assis, 2022. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/234947/coelho_gg_dr_assis.pdf?sequence=3&amp;isAllowed=y. Acesso em: 16 jun. 2022.<br>MACHADO, Ricardo William Guimarães. População LGBT em situação de rua: Uma realidade emergente em discussão. <strong>Revista Educ-Faculdade de Duque de Caxias</strong>, Duque de Caxias, v. 1, n. 3, p. 57-67, jan. 2015. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170608150422.pdf. Acesso em: 16 jun. 2022.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://campinas.tech/wp-content/uploads/2020/06/702507-PR2XKE-841-2048x1367.jpg" />
         <pubDate>2022-06-22 23:41:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228252067</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde da População Privada de Liberdade</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228254418</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A Pnaisp tem como objetivo garantir o direito à saúde para todas as pessoas privadas de liberdade e inserir formalmente os detentos no Sistema Único de Saúde (SUS).Embora recente, essa política é inovadora e relevante, pois visa o cuidado integral da população carcerária, que tem as condições de saúde agravadas por fatores de ordem socioeconômica, cultural e comportamental.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Além de assim, promover melhoras no bem-estar dos agentes de segurança e saúde que atuam nessa área, através da viabilização da saúde dos encarcerados. No entanto, alguns desafios são enfrentados para a implementação dessa política, como a superlotação dos presídios, o que estimula a disseminação de doenças, e ainda pelo fato de a adesão a essa política ser facultativa. Outro ponto é o fato do valor do incentivo repassado a Saúde no sistema prisional ser mínimo, o que desestimula a adesão dos Estados e Municípios.&nbsp;</div><div><br><strong><em>Referências Bibliográficas<br></em></strong><em>Ditterich, Rafael Gomes; Nasser, Janaína Naumann; Nievola, Maiara Tauana Souza; Zermiani, Thabata Cristy; Freitas, Rosane Souza. </em>POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE NO SISTEMA PRISIONAL:uma análise do seu processo de formulação e implantação</div><div>Revista de Políticas Públicas, vol. 20, núm. 1, pp. 171-184, 2016<br>Disponível em: <a href="https://www.redalyc.org/jatsRepo/3211/321146417011/html/index.html"><strong>https://www.redalyc.org/jatsRepo/3211/321146</strong>417011/html/index.html</a>. Acesso em: 24 jun.2022.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sap.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/17/2020/01/saude-1-1-1200x801.jpeg" />
         <pubDate>2022-06-22 23:44:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228254418</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde do Trabalhador </title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228261014</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Charlie Chaplin em Tempos Modernos ilustra tipicamente um trabalhador sem condições nenhuma de segurança e saúde no trabalho. Lá - mesmo não sendo uma realidade atual e brasileira -, fica evidente a importância da implementação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.<br><br></div><blockquote><em>“O campo de saúde do trabalhador anda para frente, embora por caminhos tortuosos marcados pela reestruturação produtiva e em confronto com a hegemonia do mercado que tritura relações sociais, como diria Karl Polanyi em seu ‘moinho satânico’.”</em></blockquote><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apesar da assistência e reabilitação que o SUS oferece, além das inúmeras causas que podem levar a um acidente de trabalho ou doenças relacionadas ao trabalho e ao preparo do SUS no enfrentamento dessas causas, é na Vigilância em Saúde do Trabalhador&nbsp; que as mudanças acontecem num aspecto geral, pois é lá que se conhece a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras e os fatores determinantes de agravos à sua saúde, evidenciando cada vez mais as suas dificuldades possibilitando propostas de intervenção já que cada problema é um problema.&nbsp;</div><blockquote>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Além disso, <em>“a Visat, enquanto prática interdisciplinar, multiprofissional, interinstitucional e intersetorial, ao ultrapassar os limites do setor saúde, embora subordinada a seus princípios, amplia o raio de ação do SUS, fazendo valer sua concepção original de sistema.”&nbsp;</em></blockquote><div><br>Ou seja, a saúde do trabalhador deu grandes passos dentro do seu rumo de reconhecimento constitucional. Entretanto, muitos passos precisam ser dados para dar conta do cenário de trabalho brasileiro para efetivar os grandiosos objetivos da PNSTT. "É só o começo".</div><div><br><br></div><div><br><strong><em>Referências Bibliográficas</em></strong></div><div><br>GOMEZ, Carlos Minayo; VASCONCELLOS, Luiz Carlos Fadel de; MACHADO, Jorge Mesquita Huet. Saúde do trabalhador: aspectos históricos, avanços e desafios no sistema único de saúde. <strong>Ciência &amp; Saúde Coletiva</strong>, [S.L.], v. 23, n. 6, p. 1963-1970, jun. 2018. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232018236.04922018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/DCSW6mPX5gXnV3TRjfZM7ks/?format=pdf&amp;lang=pt. Acesso em: 18 jun. 2022.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://media0.giphy.com/media/3o7bukHBugWDArDvjO/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-22 23:55:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228261014</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde Bucal</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228840355</link>
         <description><![CDATA[<div>Por muito tempo as práticas voltadas para a determinação de medidas que pudessem suprir as deficiências presentes no setor odontológico foram menosprezadas,com isso, prevaleceu a deficiência&nbsp; na prática dos atendimentos à população, o que dificultou bastante a acessibilidade a esse recurso. Quando o Brasil Sorridente foi criado, o governo federal assumiu um importante papel de indução do crescimento da oferta de serviços de saúde bucal nos municípios e estados. As diretrizes das políticas públicas voltadas a saúde bucal que prevaleciam garantiam tratamento de caráter parcial ou emergencial, apenas para pequena parcela da população. No entanto, percebemos que com o tempo, o governo buscou estratégias que pudessem incrementar atendimentos voltados a saúde bucal na atenção primária da Saúde, buscando promover tratamentos preventivos e gastos futuros com doenças relacionadas de maior complexidade. Afinal, sabemos que é mais fácil e barato prevenir possíveis doenças do que ter que tratá-las quando já agravadas. Apesar de ainda não ser uma politica completamente eficiente, existem na atualidade políticas públicas compensatórias que primam por atendimento público odontológico buscando beneficiar os pacientes mais carentes ou necessitados. Apesar das dificuldades na total efetivação, a experiência do Brasil vem sendo motivadora e mostrou que é possível inserir a saúde bucal nos sistemas de saúde universais.</div><div>Abaixo trago o link de um video curto com algumas informações que possibilitam perceber a melhora gradativa gerada pela politica nacional de saúde bucal.</div><div><br><em>SUS DE TODOS - SAÚDE BUCAL - TelessaudeSC</em></div><div><a href="https://youtu.be/yOCuNn_if7c"><strong>https://youtu.be/yOCuNn_if7c</strong></a><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://media4.giphy.com/media/xNqeMrOucxs6A/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-23 12:26:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228840355</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Programa Academia da Saúde</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228841409</link>
         <description><![CDATA[<div>O Programa Academia da Saúde é uma das ações que potencializa a promoção de saúde e foge do conceito biomédico de que só se tem saúde quando não se tem doença.<br>Uma das grandes preocupações da maioria dos países "em desenvolvimento" - que é o caso do Brasil - é a transição demográfica que anda de mãos dadas com a transição epidemiológica e a transição nutricional. Quando as pessoas saem dos campos para irem morar nas cidade a interação social e as "normas" locais são totalmente diferente das que eram antes. E aí os padrões de como essas pessoas nascem e morrem é diferente. Passa-se a morrer mais de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis do que doenças infecciosas.<br>Mas como assim? Ontem um dos maiores problemas era a fome e hoje em dia é a fome e a obesidade...</div><blockquote><br>&nbsp;O programa Academia de Saúde foi instituído pelo governo federal em 2011 como estratégia de promoção de saúde que inclui atividades físicas e educação em saúde em estruturas específicas nos municípios brasileiros. Espera-se que a participação da população no programa resulte em melhoria dos indicadores relacionados às DCNT [...]</blockquote><div><br>Porém, esses espaços não se limitam a melhoria desses indicadores. Além disso, são espaços de convivência, onde mesmo após um longo dia ou semana de trabalho, essas pessoas podem ter um pouquinho de lazer, conviver com as pessoas que gostam e fugir do estresse que é rotina.</div><div>&nbsp;</div><blockquote>"Saúde inclui conviver com amigos, estar bem por dentro e alegre".</blockquote><div><br></div><blockquote>"É ter alegria de viver, de se levantar da cama e de fazer as coisas. É fazer planos de vida".</blockquote><div><br></div><blockquote>"É paz de espírito, e... um auto conhecimento... isso também, né?".</blockquote><div><br>Então a prevenção primária continua sendo importantissíma dentro do mundo que é o SUS, sendo proveitosa tanto para o Estado quanto para a população brasileira.<br><br><strong>Referências bibliográficas<br></strong><br>HISTÓRIA Natural das Doenças (Leavell e Clark) | Epidemiologia (Profa. Juliana Mello). [S.I.]: Youtube, 2020. P&amp;B. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kSAFyBQhLrw. Acesso em: 23 jun. 2022.<br>IVO, Ana Mônica Serakides; MALTA, Deborah Carvalho; FREITAS, Maria Imaculada de Fátima. Modos de pensar dos profissionais do Programa Academia da Saúde sobre saúde e doença e suas implicações nas ações de promoção de saúde. <strong>Physis</strong>: Revista de Saúde Coletiva, [S.L.], v. 29, n. 1, p. 1-20, jun. 2019. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0103-73312019290110. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/physis/2019.v29n1/e290110/pt/. Acesso em: 23 jun. 2022.<br>RUAS, Rosana Franciele Botelho. <strong>Representações de usuários do Programa Academia da Saúde sobre promoção da saúde e prevenção de doenças</strong>. 2016. 149 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/ANDO-A9WHND/1/rosana_f._b._ruas.pdf. Acesso em: 23 jun. 2022.<strong><br></strong>TAMAYO, Alvaro. Prioridades Axiológicas, Atividade Física e Estresse Ocupacional Ocupacional. <strong>Revista de Administração Contemporânea</strong>, [S.I], v. 5, n. 3, p. 127-147, set. 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rac/a/wjMrgyWmtmppxshNfkfSGXd/?format=pdf&amp;lang=pt. Acesso em: 23 jun. 2022.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://media1.giphy.com/media/3oz8xw3MYAwpsfZlwA/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-23 12:28:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228841409</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228842946</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade.</mark></em></strong><br>- Karl Mannheim&nbsp;</div><div><br></div><div>Seguindo o pensamento do sociologo judeu Karl Mannheim, percebemos a necessidade de proporcionar as nossas crianças um presente onde tenham acesso ao conhecimento e possam crescer de forma saudavel, pois como diz o dito popular `` As crianças são o futuro do Brasil``</div><div>Sabemos que a população infantil é um público altamente dependente, pois são seres humanos ainda em formação que precisam de acompanhamento específico em cada área da sua vida, e não seria diferente na área da saúde. Por muito tempo as crianças e bebês não eram vistos pelo governo como público que necessitasse de uma atenção única e pessoal no âmbito da saúde, no entanto, com os altos índices de mortalidade infantil, desnutrição, morte prematura, entre outros, notou-se a necessidade de criar uma política com atenção voltada à população infantil. A assistência à saúde da criança ainda encontra-se em processo de construção, juntamente com assistência à saúde geral em prol da inclusão da família e da integralidade do cuidado. Apesar de não estar consolidada, vemos que uma atenção voltada às mães, recém nascidos, e crianças traz consigo a expectativa de criar cidadãos melhores e assim uma sociedade melhor, já que a definição de promoção de saúde vai muito além da busca por uma ausência de doenças, visando proporcionar todo um bem-estar físico, mental e social, que é o maior objetivo dessa política de saúde.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://inovecentromedico.com.br/wp-content/uploads/2020/08/blog_pediatria-960x438.jpg" />
         <pubDate>2022-06-23 12:29:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228842946</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diretrizes Nacionais de Atenção Integral à Saúde do Adolescente</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228845414</link>
         <description><![CDATA[<div>         A fala popular diz que a adolescência é a “fase difícil" humana, no sentido de que são pessoas difíceis de lidar, que não têm paciência e que não escutam. A adolescência é a fase descrita como entre 10-19 anos de idade, e é a fase de transição da criança para a fase adulta, momento muito crucial para as formações psicossociais, amadurecimento total do corpo, e é a fase na qual as pessoas normalmente começam a receber muito mais responsabilidades.&nbsp;</div><div>	Dentre as problemáticas hoje presentes na sociedade, podemos destacar a gravidez na adolescência. Os indices de gravidez na adolescencia são altos, e o conhecimento, letramento, dessa faixa de população a respeito de métodos contraceptivos ainda é, infelizmente, baixa.&nbsp;</div><div>	Todos os anos se tem campanhas a respeito disso, mas será mesmo que essas campanhas governamentais estão sendo eficazes?</div><div>Um dos problemas relacionados a isso seria o tabu a respeito do tema, que bloqueia de certa forma o ensino sobre a sexualidade, tema tão importante, já que nessa fase, é normalmente o início da vida sexual de boa parte das pessoas.</div><div>&nbsp; &nbsp; Mudar a forma de ver o mundo também mudaria nosso posicionamento sobre ele? Esta reflexão que trago a respeito da sexualidade e saúde dos nossos jovens. Conhecer sobre sexualidade é importante, conhecer nossos corpos e como funcionam é importante.&nbsp;</div><div><br></div><div>Musica da era TikTok - Reflexão a respeito, o que nossos jovens ouvem?&nbsp;<br><br></div><div>https://open.spotify.com/track/4bL8f3zRr9eqlnAPBF7jpg?si=4d2b791d2afa420a</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://media4.giphy.com/media/3o7qiZd2ORhXiqoEDe/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-23 12:32:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228845414</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Saúde de Populações do Campo e da Floresta e Águas</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228846420</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>O Brasil é um país caracterizado pela presença de desigualdade socioeconômica, tanto entre indivíduos, quanto entre regiões. No meio rural, observa-se a dificuldade de acesso ás ações e aos serviços de saúde e na utilização de cuidados ambulatoriais, sendo essa dificuldade um grande desafio a ser enfretado pelo SUS. Ademais, é nos pequenos municípios que o SUS tem maior fragilidade no que se refere a equipamentos, recursos humanos, entre outros fatores.</blockquote><div>A pandemia da Covid-19 trouxe uma grande mudança de perspectivas, já que nunca se falou tanto da importância dos sistemas universais de saúde pública o que acabou evidenciando facetas esquecidas do Sistema Único de Saúde. Em contrapartida, as consequências da pandemia foram devastadores no diversos aspectos sociais e dado o pressuposto sabemos que esse efeitos acabam agravando umas realidades que a gente já vivencia. "A corda sempre rompe para o lado mais fraco" e desse modo vemos as consequências da pandemia mais evidentes em populações vulneráveis.<br>A população dos campos, florestas e das água são um dos grupos mais vulneráveis, considerando principalmente a questão de acesso desse grupo. E quando eu falo de acesso, não me limito ao sentido físico da palavra mas também, por exemplo, altos índices de pobreza e analfabetismo, relacionados com as iniquidades na distribuição da riqueza existente no Brasil. Isso interfere diretamenta nas questões de saúde, educação, transporte saneamento básico...<br>Como é enfrentar a endemia da malária e a pandemia da Covid-19 ao mesmo tempo?<br>Sem falar na importância desse recorte populacional, já que a agricultura familiar é responsável por 77% dos estabelecimentos agrícolas do Brasil, ou da pesca que é a principal atividade econômica de algumas cidades.<br>Com a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas a gente vê essas questões de acesso engatinhando para uma realidade favorável para essa população. Sinceramente, quando vejo a grandiosidade que é uma Unidade Básica de Saúde Fluvial e como ela abre portas para a população ribeirinha eu fico abismado. Isso estamos falado de locais que ficam a horas ou dias de uma UBS.<br>Claro, muito caminho precisa ser percorrido... Mas cada vitória merece ser comemorada.<br><br><strong>Referências Bibliográficas<br></strong><br>CARNEIRO, Fernando Ferreira; PESSOA, Vanira Matos. Iniciativas de organização comunitária e Covid-19: esboços para uma vigilância popular da saúde e do ambiente. <strong>Trabalho, Educação e Saúde</strong>, [S.L.], v. 18, n. 3, p. 1-8, jun. 2020. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/1981-7746-sol00298. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tes/a/QL8wS8krxQ8p8qgjxqrP87D/?format=pdf&amp;lang=pt. Acesso em: 23 jun. 2022.<br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://s2.glbimg.com/F66zbiMkvonlIRP62YuQH08Akok=/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/q/6/M5IUy8QuigbvcmEdFwUw/foto03emp-101-parasol-b2.jpg" />
         <pubDate>2022-06-23 12:34:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228846420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228847106</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A mulher começou a ser valorizada e defendida recentemente, mesmo que o avanço venha a passos lentos, podemos perceber a mudança de paradigmas.&nbsp;</div><div>O que mais me assusta hoje em relação a saúde da mulher é que, sempre se volta a antigos assuntos, na qual já estavam se resolvendo antes, claramente não acontece só aqui, mas como em qualquer outra discussão no Brasil.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O feminismo já alcançou patamares na qual nunca imaginamos há algumas décadas, e a politica nacional de atenção à saúde da mulher é um avanço que devemos considerar.&nbsp;</div><div>Muita coisa importante já se fez pela saúde da mulher, porém há problemáticas sérias nas quais ferem o direito da mulher sobre o próprio corpo. Podemos citar 2<br><br></div><blockquote><em>Aborto </em><br><em>Violência obstétrica</em></blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As duas temáticas são amplamente discutidas e que dividem muito bem seu público defensor. Infelizmente a realidade sobre a violência obstétrica no Brasil é real, assim como sobre o indice de abortos ilegal (já que de forma legal é quase impossivel se obter um aborto, mesmo em caso de estupro de vulnerável).&nbsp;<br>O numero de partos cesáreos no Brasil é altissimo, e na América Latina e no Caribe, as taxas chegam a quatro em cada 10 (43%) nascimentos.</div><div><br>Ser mulher é um desafio diário, uma luta imparável na qual ainda estamos longe de acabar.&nbsp;</div><div><br>A reflexão que deixo é a música <em>“Mulheres de Atenas”</em> de Chico Buarque do seu álbum de 1976, uma crítica a posição da mulher na sociedade e seu espaço de fala.&nbsp;<br><br></div><div><em>Mulheres de Atenas - Chico Buarque </em>https://open.spotify.com/track/6VIgGcxTOjPpvFUrFzM2TO?si=abdfd29540aa4548<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://media2.giphy.com/media/J341jtyRPKQCfXFImt/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-23 12:35:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2228847106</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Assistência Farmacêutica </title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230005098</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Desde sua criação, a politica Nacional de assistência farmacêutica vêm causando um impacto extremamente positivo em relação ao assistencialismo para o SUS. A distribuição equânime de medicamentos, fórmulas, administrados pela farmácia, já ajudou milhões de pessoas, fora o acesso ao medicamento de forma totalmente gratuita para o tratamento e diminuição de dor, entre outros, oferecido na rede pública de saúde.&nbsp;</div><div>	Antes de sua criação, tinhamos como politica a PNM, politica nacional de medicamentos, porém não abrangia tanto quanto a PNAF, que foi a substituta logo após a criação do SUS em 1988.&nbsp;</div><div>A <strong>RESOLUÇÃO Nº 338, DE 06 DE MAIO DE 2004, art. 1 insc. 3 e 4, diz que&nbsp;</strong></div><blockquote>	“A Assistência Farmacêutica trata de um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletivo, tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional. Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos, bem como a sua seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia da qualidade dos produtos e serviços, acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população;</blockquote><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Vemos como a assistência farmacêutica funciona com maestria em boa parte do tempo, garantindo saúde e continuidade de tratamento para quem mais precisa e não teria condições de ter pela sua própria renda. Porém, há falhas, falta de insumos nos hospitais, o que pode levar a paralisação desses tratamentos e possíveis problemas com a manutenção da saúde de vários pacientes.&nbsp;</div><div><br></div><blockquote>“As ações de Assistência Farmacêutica envolvem aquelas referentes à Atenção Farmacêutica, considerada como um modelo de prática farmacêutica, desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica e compreendendo atitudes, valores éticos, comportamentos, habilidades, compromissos e co-responsabilidades na prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde, de forma integrada à equipe de saúde. É a interação direta do farmacêutico com o usuário, visando uma farmacoterapia racional e a obtenção de resultados definidos e mensuráveis, voltados para a melhoria da qualidade de vida. Esta interação também deve envolver as concepções dos seus sujeitos, respeitadas as suas especificidades bio-psico-sociais, sob a ótica da integralidade das ações de saúde.”</blockquote><div><br></div><div><br>Na pandemia da Covid-19 vemos a diferença em se ter uma política própria voltada à assistência farmacêutica, tanto para os hospitais, para tratar casos mais graves, até os casos mais leves para diminuição dos sintomas.&nbsp;<br><br></div><div><br>Por mais ampla que seja a PNAF, existe ainda muito problema e burocratização da distribuição de medicamentos e insumos, no qual geram podem gerar sérios problemas. A inserção do profissional farmacêutico nas UBS ainda é algo que precisa ser discutido, será mesmo que este profissional deveria estar tão distante da equipe multiprofissional? Seria interessante que o público conhecesse melhor, e estivesse com maior contato com este profissional assim como está com os médicos e enfermeiros.&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>Referências Bibliográficas</em></strong><br><br></div><div>MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Conselho Nacional de Saúde. <strong>RESOLUÇÃO Nº 338, DE 06 DE MAIO DE 2004</strong>. Brasília - DF, 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2004/res0338_06_05_2004.html. Acesso em: 24 jun. 2022.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://media4.giphy.com/media/2iJu7OBFs5beZOmrGs/giphy.gif" />
         <pubDate>2022-06-24 18:48:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230005098</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230042367</link>
         <description><![CDATA[<div>Com todo o processo histórico do Brasil, vê-se enraizado na cultura brasileira a visão do homem como ser provedor, o que é realidade na maioria das famílias. No entanto, essa visão traz consigo a ideia de que o homem deve ser sempre forte e inabalável, o que dificulta e muito a promoção da saúde na população masculina, já que grande parte possui uma enorme relutância em buscar por ajuda antes de chegar a estados críticos. Por toda essa questão cultural e social vemos a importância da politica voltada a saúde&nbsp; masculina, pois essa, além de trazer visibilidade as necessidades da população masculina, gera um estimulo no pensamento critico a respeito do cuidar da propria saúde como um sinal de inteligencia e força, e não fraqueza e fragilidade. Além de demonstrar como o exemplo do pai ao cuidar da sua saúde leva os filhos a buscarem hábitos saudáveis e cuidarem da sua saúde .&nbsp;</div><div><br>Masculinidade - Tiago Iorc</div><div><a href="https://youtu.be/V5GUxCQ8rl4"><strong><em>https://youtu.be/V5GUxCQ8rl4</em></strong></a><strong><em> </em></strong><br><br></div><div>Acima trago a musica Masculinidade, do cantor contemporâneo Tiago Iorc, que transmite uma grande critica ao que é ser homem e a toda essa ideia passada de geração em geração que nos faz acreditar que o homem deve reprimir suas dores e medos, e apenas ser inabalável</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1724619444/d60d26a11dba4564f58cd47fad2a5efe/B90AE878_D521_4B27_936B_1D9D64E13CE0.jpeg" />
         <pubDate>2022-06-24 20:28:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230042367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Idoso</title>
         <author>kassandramonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230048068</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Criada na década de 90, a politica nacional de atenção integral à saúde do idoso busca garantir os direitos sociais à pessoa idosa; e Desenvolver condições para promover a autonomia, integração e participação na sociedade.</div><div>Todas as politicas tem o intuito de assagurar o direito a saúde e bem estar de determinado grupo, e com os idosos não poderia ser diferente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É considerado idoso todo individuo com mais de 60 anos de idade, e isso corresponde hoje a cerca de 29 milhões de pessoas (2020) no Brasil.&nbsp;</div><div>Nessa fase, há o decaimento das funções corpóreas, cognitivas, na qual se leva a maior fragilidade da saúde, e que requer uma atenção especial. A pandemia do Covid-19 acometeu muitos idosos, e essa foi a principal faixa etária a ser diretamente atingida, isso levou a fragilidade emocional principalmente pelo isolamento.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Existem programas e projetos que abrangem e cuidam da saúde e bem estar dos idosos, mas, levando em consideração que esse idoso já não tem mais o vigor da juventude, e considerando também a condição financeira desse individuo, não seria irreal se ter projetos, implantados principalmente e apenas em grandes centros, onde se poderia alcançar mais pessoas caso fossem estrategicamente localizados para que esse público tenha acesso com muito mais facilidade.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma reflexão a respeito da defesa da garantia da saúde e bem estar dos idosos, que defendamos quem já está no momento de descansar e aproveitar mais essa fase do jogo que chamamos vida. <br><br>Envelhecer com qualidade de vida é possível - </div><div><strong>https://youtu.be/nxFmVc08LN4<br></strong><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.famdvd.com.br/media/catalog/product/cache/1/img_topo/040ec09b1e35df139433887a97daa66f/i/m/image61_2.jpg" />
         <pubDate>2022-06-24 20:45:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arthurlima26/p3hy6box5aa9ecgp/wish/2230048068</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
