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      <title>Webfólio - Márcio Luiz by Marcio Luiz</title>
      <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az</link>
      <description>Conhecimento nunca e demais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-04 12:15:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Computação e Pensamento Computacional</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2170641455</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é pensamento computacional?<br></strong><br></div><div>Pensamento computacional pode ser definido como uma estratégia usada para desenhar soluções e solucionar problemas de maneira eficaz tendo a tecnologia como base. Ao contrário do que a expressão pode deixar pensar, não necessariamente programação de computadores.<br><br></div><div>Alguns estudiosos fizeram suas próprias definições sobre o pensamento computacional. Jeanette Wing, vice-presidente da Microsoft Research, por exemplo, conceituou a expressão como sendo a base para a identificação de problemas e soluções que podem ser efetivadas tanto por processadores quanto pelos homens. Resumidamente, seria a capacidade criativa, crítica e estratégica de utilizar as bases computacionais nas diferentes áreas de conhecimento para a resolução de problemas.<br><br></div><div>Além disso, tal pensamento estaria fundamentado em quatro pilares:<br><br></div><ol><li>decomposição: dividir um problema complexo em pequenas partes, a fim de solucioná-las com mais facilidade;</li><li>reconhecimento de padrões: como a própria expressão define, ajuda na identificação de aspectos comuns nos processos;</li><li>abstração: analisa elementos que têm relevância, diferenciando-os daqueles que podem ser deixados de lado;</li><li>algoritmos: reúne todos os pilares já citados e envolve a criação de um grupo de regras para a solução de problemas.</li></ol><div>Basicamente, a ideia é reformular problemas que aparentam ser de difícil resolução e transformá-los em algo capaz de ser compreendido, focando, para isso, em cada uma de suas fases, a fim de lidar com as incertezas que muitas vezes os cercam.<br><br><br></div><div><strong>Habilidades desenvolvidas pelo pensamento computacional?<br></strong><br></div><div>Inúmeras competências é adquirida como resultado do processo de desenvolvimento do pensamento computacional. As habilidades interferem diretamente no aprendizado do indivíduo. Ficando mais claro no caso das crianças, o uso dessa metodologia ajuda em seu crescimento, melhorando aspectos como o desenvolvimento cognitivo.<br><br></div><div>Segue as habilidades conquistadas no processo.<br><br></div><div><strong>&nbsp;1 - Construção do pensamento lógico<br></strong><br></div><div>A construção do pensamento lógico é uma das principais habilidades adquiridas pelo pensamento computacional. Nas crianças, por exemplo, ele começa ainda nas primeiras fases, quando elas aprendem que existem padrões que definem determinadas ações. A partir disso, elas passam a solucionar questões de maneira lógica, sempre focando em um pensamento racional para determinar as respostas dadas a diferentes estímulos vindos de atividades do dia a dia.<br><br></div><div><strong>2 - Alfabetização digital<br></strong><br></div><div>Paralelo da construção do pensamento lógico temos a alfabetização digital. Apesar de não se restringir somente aos aspectos tecnológicos, o pensamento computacional também se expande para esse âmbito. Ao ter contato desde cedo com jogos, rede sociais e pesquisas e outras atividades ligadas ao ambiente digital, a pessoa pode solucionar problemas de maneira mais eficiente e estratégica.<br><br></div><div>Lembrando que a habilidade ainda ajuda na organização do pensamento como um todo, de modo que ele esteja alinhado às tecnologias existentes ou que futuramente vão existir, preparando as crianças para conseguir assimilar novidades com maior facilidade.<br><br></div><div><strong>3 - Autonomia<br></strong><br></div><div>Abstração e algoritmos são duas bases principais do pensamento computacional, são elas que abrem espaço para uma tarefa importante que é tornar a criança com sua própria autonomia. Elas deixam de ser apenas consumidoras das tecnologias criadas e produzidas e passam também a ser produtoras de recursos digitais.<br><br></div><div>Preparando as para o mundo em que diferentes tecnologias são inseridas diariamente. Para que isso seja desenvolvido de fato, é necessário maior aperfeiçoamento por meio de incentivos a determinadas atividades.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 22:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação.</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2170650902</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Sou Marcio Luiz, formado em Ciência da Computação pela Universidade Veiga de Almeida UVA, licenciando no 5º período em matemática pela UFF no consórcio CEDERJ . Trabalho a 11 anos na Instituto Nacional do Câncer - INCA, no momento Analista de Suporte Sênior.<br><br>&nbsp;Venho com ambição de absorver mais conhecimento, para compartilhar em meu ambiente de trabalho, e futuramente em salas de aulas ao fim de minha licenciatura.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 22:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ensino e Aprendizagem na Cultura Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2170682222</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pedagogia diretiva.</strong></div><div><br>&nbsp;E o modelo tradicional que ao entrar em uma sala de aula, temos a certeza do que vamos presenciar. Encontraremos um professor a frente de seus alunos aguardando os mesmos se organizarem em suas cadeiras para começar a dar aula, caso isso não aconteça irá dar um grito para ficarem em silencio. As cadeiras iram esta arrumadas enfileiradas, com o mesmo espaçamento para que os alunos não conversem. O professor tem o monopólio da situação.</div><div>&nbsp;</div><div>A aula começa com o professor falando e os alunos escutando. O professor fala e escreve na louça e os alunos copiam. O professor decide tudo que deve acontecer na sala de aula, basta os alunos seguir ordens. O professor e o centro do conhecimento, ele ensina o aluno tenta aprender.</div><div>&nbsp;</div><div><br><strong>Pedagogia não-diretiva.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>O segundo modelo não e muito fácil, devemos verificas as concepções pedagógicas do que a sala de aula.</div><div>&nbsp;</div><div>O professor passa de ser o centro das atenções para ser um facilitador para o aluno, o aluno não é uma pagina em branco, ele entra na sala de aula trazendo um conhecimento e junto ao professor passa a enriquecer esse conhecimento, tirando dúvidas e trocando conhecimento.</div><div>&nbsp;</div><div>Diferente do modelo pedagógico diretiva, o professor deve interferir o mínimo possível na construção do conhecimento do aluno, o aluno deve possuir sua autonomia, o professor vai se policiar-se para o mesmo interferi, ele pode auxiliar no aprendizado e o conhecimento que o aluno já possui. Como diz um professor (Becker, 1992): “Ninguém pode transmitir. É o aluno que aprende.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br><strong>Pedagogia relacional.</strong></div><div><br>&nbsp;Neste modelo o professor e o aluno estão na sala de aula, o professor introduz um assunto que supôs que é importante para o aluno, propõem que os dois desenvolvem o conhecimento sobre o assunto introduzido.</div><div>&nbsp;</div><div>Ao termino da discussão sobre o assunto o professor traz em pauta perguntas, explorando diferentes aspectos de problemas do assunto. Em seguida pede para os alunos demonstre, desenhando, pintando, escrevendo, etc sobre o assunto discutido.</div><div>&nbsp;</div><div>Logo. Na próxima aula se discute a direção dos problemas apresentando. O professor acredita que o aluno aprendera o conteúdo novo problematizando sua ação. O professor entende que existe duas condições para que o aluno assimile novos conhecimentos, o assunto deve ser interessante para o aluno para ele melhor assimilar o conhecimento e ou que o aluno responda para si mesmo as suas duvidas provocadas pela assimilação do assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 23:12:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ensino e Aprendizagem na Cultura Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2170717345</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é Cibercultura?<br><br></div><div><sup>Com a evolução da comunicação digital, formou se um novo comportamento humano. A interligação entre milhões de pessoas de todos os lugares possíveis, em um mundo virtual “sem lei”, criou uma nova forma de pensar. A cibercultura reflete esse conjunto de transformações sociais que possui seu inicio no desenvolvimento do ciberespaço.<br></sup><br></div><div><sup>O surgimento deste novo mundo conectado traz um grande desafio da filosofia contemporâneas. A cibercultura não e regida igualmente a cultura tradicional, pela religião, tradições e contextos básicos.<br></sup><br></div><div><sup>A cibercultura não é somente uma determinada cultura, é uma cultura formada pela incorporação de várias culturas condicionada por fatores tecnológicos. O mundo virtual tem a tendencia anárquica, não possui ordens ou hierarquias.<br></sup><br></div><div><sup>O ciberespaço e a cibercultura não tiveram a previsão de criação pelos melhores escritores de ficção. Seu inicio se deu com a junção de muitas iniciativas isoladas, o inicio foi com o aparecimento dos primeiros computadores, mais futuramente com o aumento na popularização dos computadores pessoais, e posteriormente com a criação das primeiras redes de computadores. Depois dessas fases a ampliação do mundo virtual criou vida própria. Mais esse crescimento se deu pela nossa necessidade de comunicação global.<br></sup><br></div><div><sup>O exemplo mais significativo da mudança de comportamento foi a popularização do correio eletrônico, o e-mail, antes este troca de informação era realizar através de cartas, durante semanas a conclusão das informações. Hoje em dia com a troca de e-mail, as respostas passaram a ser recebido em horas.<br></sup><br></div><div><sup>Mais nem tudo são flores na criação do cibercultura, as pessoas que não tem condição a acesso ao ciberespaço se tornaram os novos marginalizados da cibercultura, os excluídos digitais. A tecnologia se desenvolve em uma velocidade alucinante, ate os mais atualizados não conseguem acompanhar essa evolução. Com isso agora os excluídos podem não ser somente grupos sociais e sim cidades e países inteiros.<br></sup><br></div><div><sup>Apesar dos problemas, a interatividade das pessoas proporcionada pela comunicação digital fortalece a inteligência coletiva. O pensamento crítico, as manifestações artísticas e as ideias que surgem da interação humana no ciberespaço seriam fatores responsáveis pela criação de soluções para os grandes problemas modernos.<br></sup><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 00:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>Computação e Pensamento Computacional</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2177296169</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é algoritmo?<br></strong><br></div><div><sup>Um algoritmo é uma sequência de raciocínios, instruções ou operações para alcançar um objetivo, sendo necessário que os passos sejam finitos e operados sistematicamente. Um algoritmo, portanto, conta com a entrada (input) e saída (output) de informações mediadas pelas instruções.<br><br>Parece complexo? Calma, vamos simplificar. Alguns exemplos de algoritmos que podemos citar são: receitas culinárias, manual de instrução de aparelhos, funções matemáticas e até mesmo páginas da Web, como esta que você está lendo.<br></sup><br></div><div><sup>Pense na receita culinária, por exemplo. Ela tem os ingredientes necessários (dados de entrada), passo a passo para realizar a receita (processamento ou instruções lógicas) e atinge um resultado (o prato finalizado).&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>É fundamental compreender que o algoritmo se justifica no resultado que ele almeja alcançar, logo, deve ter um objetivo específico. Uma sequência de instruções simples pode se tornar mais complexa conforme a necessidade de considerar outras situações.<br></sup><br></div><div><sup>Dessa forma, o algoritmo vai crescendo e ficando mais complexo para </sup><a href="https://rockcontent.com/br/blog/como-fazer-uma-analise-swot/"><sup>englobar todos os cenários possíveis</sup></a><sup>. Quando um programa de computador trava, por exemplo, é porque ele está recebendo informações que não foi programado para processar, ou seja, não foram considerados todos os cenários.<br></sup><br></div><div><sup>Também é relevante que a estrutura siga uma lógica sistemática. Por exemplo, se você está fazendo um bolo, mas “pula” a etapa de inserir farinha, no final, você não terá mais um bolo.&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>Com o código, é a mesma coisa, sendo necessário ler linha por linha para que ele atinja o objetivo final. As estruturas de um algoritmo são:<br></sup><br></div><ul><li><sup>variáveis: são as informações de entrada inseridas que determinam aonde o algoritmo poderá ir. As mais comuns são texto, inteiro, lógico e real;</sup></li><li><sup>comandos de repetição: consiste no uso de “se” e “enquanto”, para que o algoritmo saiba o que fazer quando determinados processos ocorrerem e o que fazer se eles mudarem.</sup></li></ul><div><sup>Com essas duas estruturas, o algoritmo fica mais completo e capaz de englobar múltiplas situações para permitir que o resultado final seja alcançado.</sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 09:34:42 UTC</pubDate>
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         <title>Computação e Pensamento Computacional</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2189265604</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Javascript</strong><br><br>Um video apresentando uma introdução ao javascipt.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=q6ULdD4FeNk&amp;t=321s" />
         <pubDate>2022-05-18 10:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Ensino e Aprendizagem na Cultura Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2189280016</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A formação docente em xeque</strong></div><div><br></div><div>Para <a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/#TARDIF2014">Tardif (2014)</a>, a prática profissional dos professores “[…] torna-se um espaço original e relativamente autônomo de aprendizagem e de formação para os futuros práticos, bem como um espaço de produção de saberes e de práticas inovadoras pelos professores experientes” (p. 286). A formação profissional do professor precisa ser redirecionada para a prática, ou seja, em termos teóricos, necessita organizar-se em função da formação cultural e da formação científica vinculadas a essa prática. Logo, consideramos aqui a cibercultura. Dessa forma, “[…] a inovação, o olhar crítico, a ‘teoria’ deve estar vinculados aos condicionantes e às condições reais de exercício da profissão e contribuir, assim, para a sua evolução e transformação” (p. 289). Esses três elementos são essenciais na formação do professor reflexivo. (<a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/#TARDIF2014">TARDIF, 2014</a>).<br><br></div><div>A formação inicial do professor vem a ser sua primeira vivência acadêmica no ensino superior, enquanto futuro profissional da educação, por meio da formação em um curso de graduação (licenciatura). Na visão de <a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/#TARDIF2014">Tardif (2014)</a>, essa fase deve habituar os futuros professores à prática profissional e fazê-los práticos reflexivos. Já a educação continuada se caracteriza por ações formativas que contribuem para o desenvolvimento profissional, neste caso, de professores em exercício que já passaram pela formação inicial (licenciatura). Tais ações podem se dar por meio de interação com os pares, reuniões pedagógicas e integradoras, cursos rápidos e palestras, entre outros.<br><br></div><div><a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/#SANTAELLA2013">Santaella (2013</a>, p. 21) destaca que “a internet é um cérebro digital global que, graças às plataformas de redes sociais – Facebook, Linkedin, Twitter etc., estas que se constituem no mais recente estouro do universo digital –, transmite publicamente relações, interesses, intenções, gostos, desejos e afetos dos usuários registrados nessas plataformas, em processos de acesso e compartilhamento incessantes e velozes.”<br><br></div><div>O ciberespaço nos rodeia, nos envolve e, atualmente, com os dispositivos móveis (tablets, smartphones e computadores portáteis), não existem mais fronteiras físicas para o acesso à informação. Cria-se a ubiquidade da comunicação, que nos permite ter o mundo na ponta dos dedos. <a href="https://ieducacao.ceie-br.org/formacaodocente/#SANTAELLA2013">Santaella (2013</a>, p. 22)<br><br></div><div>Se o computador tipo <a href="http://www.meliuz.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/computador-desktop.jpg">desktop</a> (aquele que fica em cima da mesa, o clássico), desconectado da internet, nos idos anos 80 do século XX, suscitava discussões na academia, nada se compara ao advento da internet, que interligou todos os computadores de maneira a criar este espaço de troca coletiva. Já não bastasse esse desafio, nos deparamos agora com os dispositivos móveis que nos permitem acessar o que desejamos, onde estivermos e não mais restritos ao espaço físico. Evidente que as reflexões aqui colocadas intencionalmente não levam em conta as questões de inclusão, fazendo um recorte para a realidade na qual o cenário da cibercultura se estabelece de maneira ampla. Então, considerando a cibercultura, a ubiquidade e os dispositivos móveis, descortina-se mais um cenário de possíveis transformações na forma de ensinar e de aprender.<br> E a formação docente neste cenário, como fica? Sabemos que a formação docente inicial apresenta fragilidades, sendo uma delas possibilitar vivências ao futuro professor para a composição/criação de práticas pedagógicas contextualizadas à cibercultura. A formação continuada vem dando suporte às possíveis defasagens da formação inicial, mas até que ponto está suprindo as necessidades esperadas de desenvolvimento profissional? Que competências docentes necessitam ser desenvolvidas? Esperamos uma formação docente que prepare o futuro professor para o aprender a aprender constante. Para isso, discutiremos algumas possibilidades de competências docentes que o prepare para atuar na cibercultura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 10:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Interfaces Imersivas na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2196271607</link>
         <description><![CDATA[<div>Conceito de Imersão<br><br><sub>Imersão, do latim </sub><em><sub>immersĭo</sub></em><sub>, sinônimo de mergulho, é a ação de se introduzir ou de introduzir algo num fluido/líquido. Também se pode tratar da introdução de alguém num determinado ambiente, seja este real ou imaginário.</sub></div><div><sub>Exemplos: “A imersão com tubarões foi uma experiência fascinante”, “Estávamos dispostos a mergulhar, mas o mau tempo impediu a imersão”, “Depois de estudar chinês durante seis anos, vou viajar até à Ásia para completar a minha imersão na cultura oriental”.<br>A noção de imersão costuma </sub><a href="https://conceito.de/ser"><sub>ser</sub></a><sub> usada em referência à ação de se introduzir (ou mergulhar) na água. Dá-se o nome de mergulho à atividade que consiste em submergir no </sub><a href="https://conceito.de/mar"><sub>mar</sub></a><sub>, no </sub><a href="https://conceito.de/rio"><sub>rio</sub></a><sub>, no </sub><a href="https://conceito.de/lago"><sub>lago</sub></a><sub> ou noutro recinto com água. O mergulho pode ocorrer com diversos fins, desde recreativos a científicos.</sub></div><div><sub>Aquilo que se introduz na água pode ser um objeto, um dispositivo, etc. Um submarino, neste sentido, é um meio de transporte que consegue emergir/mergulhar e deslocar debaixo de água. Por hábito, os submarinos pertencem à tropa (armada) de um país embora existam os submarinos civis.</sub></div><div><sub>Conhece-se como banho de imersão aquele que uma pessoa toma quando, em vez de recorrer à água de um chuveiro, enche a banheira e se submerge na água. A água quente facilita a circulação sanguínea e proporciona um efeito relaxante. Também a água fria em banho de imersão é terapêutica em certos tratamentos.<br>O termo imersão também é utilizado no contexto de aprofundamento num assunto.<br>Nesse sentido, ele pode ser usado para designar um curso ou palestra, por exemplo: “Os alunos passarão por uma imersão de 20 dias num curso de marketing com o expert”. Ou ainda “ele imergiu completamente nos estudos a fim de passar no concurso e conquistar uma vaga de emprego do setor público”.</sub></div><div><sub>Também na culinária se usa o método da imersão, que consiste em introduzir alimentos dentro de água (geralmente ao lume) até ficarem completamente cobertos.</sub></div><div><sub>Seguindo essa mesma linha acima, temos ainda o uso do termo imersão para designar quando um objeto é introduzido num banho com tintas ou vernizes.</sub></div><div><sub>Imersão é também a forma de batismo dos cristãos das igrejas ortodoxas e protestantes. Nesse tipo de batismo, como o próprio nome já o diz, a pessoa é submersa na água, ao invés de apenas molhar a cabeça como noutros tipos de batismos.</sub></div><div><sub>Em astronomia, imersão é quando um astro começa a adentrar na sombra de outro astro, por exemplo: no eclipse. Há o eclipse total (quando a sombra da terra imerge a lua), o eclipse penumbral (quando a lua atravessa apenas o </sub><a href="https://conceito.de/cone"><sub>cone</sub></a><sub> de penumbra da Terra) e o eclipse parcial (que é quando há apenas uma parcial imersão ocorre no cone de penumbra).</sub></div><div><sub>O antônimo de imersão é emersão, ou seja, enquanto imersão significa se aprofundar ou afundar algo na água ou em algum líquido, por exemplo, a emersão é quando esse objeto ou pessoa sai da água ou é retirado desse líquido, é quando ele volta para a superfície. No </sub><a href="https://conceito.de/caso"><sub>caso</sub></a><sub> da emersão, é quando um astro ressurge depois de ter sido eclipsado por outro astro ou pela sombra dele.</sub></div><div><sub><br>Citação</sub></div><div><sub>Equipe editorial de Conceito.de. (20 de Agosto de 2014). </sub><em><sub>Conceito de imersão</sub></em><sub>. Conceito.de. https://conceito.de/imersao</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 17:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Ambientes Virtuais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><sub>EAD – E a modalidade de ensino online mais conhecida, ocorrida em ambiente virtual, sem a necessidade de presença física em uma escola ou universidade para o processo de aprendizagem. Todas as atividades e avaliações são realizadas de forma online, as aulas são gravadas e apenas algumas videoconferências com o objetivo de tirar dúvidas, o aluno que organiza sua própria rotina e horários de estudo, sem horário predefinidos.<br></sub><br></div><div><sub>Ensino Online – Quando falamos de Ensino Online utilizamos um termo genérico, abrangendo aulas remotas e EAD. É a modalidade de ensino em que os alunos acessam os conteúdos por meio da internet, vídeos, aulas síncronas, chat, avaliações e atividades. O aluno não necessita estar em um ambiente escolar físico, os conteúdos estarão dispostos em uma plataforma virtual.&nbsp;<br></sub><br></div><div><sub>Ensino remoto – Diferentemente do ensino EAD o ensino remoto possui suas aulas a partir de transmissões em tempo real. Colocando os professores e os aluno a terem interação em tempo real, no mesmo horário em que as aulas estão acontecendo. Podendo ser fornecidas também em plataformas digitais.<br></sub><br></div><div><sub>Educação híbrida – É uma metodologia a qual e proporcionada aos alunos a vivencia do processo de aprendizagem por meios das modalidades de ensino presencial e ensino a distância ao mesmo tempo, englobando o modelo de ensino híbrido.<br></sub><br></div><div><sub>Ensino Híbrido – Neste modelo de ensino inovador, permite que seja utilizado a tecnologia junto com a sala de aula presencial, dando acesso aos alunos em salas de aulas presenciais e online. Combinando as vantagens da educação presencial com a educação a distância com a finalidade de estimular os alunos socialmente e culturalmente além de aproximar com todas as ferramentas tecnológicas dos dias atuais.<br></sub><br></div><div><sub>Educação aberta – É um movimento educacional que fortalece os acessos à recursos educacionais e à oportunidade de aprendizagem, principalmente através da internet, incentivando a cultura digital. Relacionando o pensamento dos conceitos de autoria e protagonismo de professores e alunos. Promovendo a igualdade nas inclusões e qualidade, apoiando a liberdade de criar, usar, combinar, alterar e redistribuir recursos educacionais de forma mais colaborativa. Podemos vivenciar a Educação Aberta diretamente com a proliferação de plataformas digitais, canais de vídeos e os cursos sendo disponibilizados de forma online.&nbsp;<br><br>MOOCs – Do inglês (Massive Open Online Course) – e uma modalidade de curso aberto oferecidos por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, que visam oferecer para um grande número de alunos oportunidade de aumentar seus conhecimentos num processo de coprodução. MOOCs e uma evolução da educação aberta. Diferente dos cursos oferecidos pelas faculdades os MOOCs normalmente são gratuitos sem exigências, mais não oferecem certificados de participação.&nbsp;</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 10:22:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interfaces Imersivas na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2199197480</link>
         <description><![CDATA[<div>Realidade Virtual<br><br><sub>&nbsp;Quando se fala em Realidade Virtual (RV), muitos de nós pensamos em filmes de ficção científica como 'Minority Report'. No entanto, a verdade é que, hoje em dia, é uma tecnologia que combina totalmente com nosso dia a dia. A seguir, explicamos exatamente em o que isso consiste. <br><br>A Realidade Virtual (RV) é um ambiente — gerado por meio de um computador — com cenas e objetos que parecem reais, fazendo com que os usuários se sintam imersos nessa realidade. Esse ambiente é percebido através de um óculos ou capacete de Realidade Virtual. A RV nos permite mergulhar em </sub><a href="https://www.iberdrola.com/talentos/beneficios-videogames-aprendizagem"><sub>videogames</sub></a><sub> como se fôssemos os próprios personagens, aprender a fazer cirurgias cardíacas ou aprender a melhorar a qualidade de um treinamento esportivo para maximizar o desempenho.</sub></div><div><sub>Embora isso possa parecer extremamente futurista, essa tecnologia não é tão recente como se pensa. Muitos consideram que um dos primeiros dispositivos de Realidade Virtual foi a Sensorama, uma máquina com assento embutido que reproduzia filmes em 3D, exalava cheiros e gerava vibrações para tornar a experiência o mais real possível. A invenção remonta meados dos anos 50. A partir daí, nos anos seguintes, o desenvolvimento tecnológico e de software garantiu evoluções significativas, tanto em dispositivos quanto no design de interfaces.<br><br>&nbsp;Até aqui, a teoria que nos projeta para o futuro. Mas em quais setores a Realidade Virtual está sendo usada atualmente? Medicina, cultura, educação e arquitetura são algumas das áreas que já exploram as vantagens oferecidas por essa tecnologia. De visitas guiadas em museus à dissecação de um músculo, a RV permite cruzar fronteiras que, de outra forma, não seriam imagináveis.</sub></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 10:38:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interfaces Imersivas na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2204736250</link>
         <description><![CDATA[<div>Serius Games<br><br><sub>Um video interresante falando sobre o assunto.</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Kiq4tNz7n0Q&amp;t=1s" />
         <pubDate>2022-05-30 14:22:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação e Ambientes Virtuais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2226667640</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme a Legislação Brasileira referente à Educação (LDB), temos duas modalidades de ensino, a saber: presencial e a distância. Os modelos de ensino e de educação, por sua vez, se originam com base nas modalidades existentes.<br><br><sup>Fonte: https://moodle.ifrj.edu.br/pluginfile.php/40240/mod_resource/content/0/pROFESSORA%20pATRICIA%20GRASEL.pdf</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 10:03:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Educação e Ambiente Virtuais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2229842058</link>
         <description><![CDATA[<div>Arquiteturas Pedagogicas para Aprendizagem em Rede<br><br>https://ieducacao.ceie-br.org/arquiteturas-pedagogicas/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ieducacao.ceie-br.org/arquiteturas-pedagogicas/" />
         <pubDate>2022-06-24 13:59:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção de Conteúdos Educacionais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2234242742</link>
         <description><![CDATA[<div>Nativos Digitais e Imigrantes Digitais<br>&nbsp;<br><sup>Os nativos digitais e imigrantes digitais acabaram por ser o estabelecimento de um conceito para proximidade e distância às tecnologias. Não é novidade que a era digital mudou muito a vida e o cotidiano das pessoas.&nbsp;<br>Esse duplo conceito serve, sobretudo, como forma de estabelecer melhor a relação professor-aluno. Contudo, tem servido também para entender as ações do cotidiano para quem não nasceu imerso na tecnologia.</sup></div><div><sup>Pessoas nascidas antes dos anos 1980, por exemplo – sendo grande parte embasada em educadores –, podem ser considerados imigrantes digitais. São aqueles que tentam imergir e adentrar em meio a grande quantidade de inovações tecnológicas.</sup></div><div><sup>Smartphones, aplicativos, tablets, notebooks, operações bancárias e etc. Por outro lado, os nativos digitais seriam as crianças e adolescentes pós 1980. Nascidos já imersos na tecnologia; cresceram acompanhando o desenvolvimento tecnológico do mundo atual.</sup></div><div><sup>A geração dos nativos digitais tem como característica principal a falta da necessidade em usar o papel e a caneta. Algo tão comum antes, agora resolvido facilmente com o auxílio de um smartphone na palma da mão, literalmente.</sup></div><div><sup>Por meio de sutis toques na tela, rápido acesso a aplicativos e ouvido atento eles conseguem resolver o problema. Assim, pode-se inferir que a diferença entre nativos digitais e imigrantes digitais está no canal utilizado para resolução dos problemas.<br><br>Como pontuar as diferenças entre os nativos digitais e imigrantes digitais.<br></sup><br></div><div><sup>Para entender as diferenças entre os nativos digitais e imigrantes digitais, antes é necessário compreender o contexto. Atualmente, a tecnologia persiste em viver no cotidiano das pessoas.<br><br>&nbsp;A menos que a vida seja isolada, a tecnologia estará diariamente inferindo na vida das pessoas. Por esse motivo, é preciso compreender como ela incide no cotidiano, de que forma e como contornar e, consequentemente, adaptar-se.&nbsp;<br><br>Os Nativos Digitais imersos na tecnologia.<br></sup><br></div><div><sup>Os nativos digitais já nasceram em meio ao crescimento progressivo da tecnologia. Percebe-se a facilidade no manuseio, compreensão rápida dos sistemas e facilidade em realizar tarefas utilizando-os.</sup></div><div><sup>Por exemplo, observar o sobrinho ou primo com menos de 10 anos de idade. O dedo já é guiado pelo </sup><em><sup>touchscreen</sup></em><sup>. Tudo para ele soluciona-se tocando à tela.<br><br>Não é possível esperar o mesmo de alguém que guiava a solução dos problemas com um botão On/Off. Ou ainda fazia depósitos manuais no banco.</sup></div><div><sup>A diferença entre os Nativos Digitais e Imigrantes Digitais está nas diferentes ações para tomada de decisões.<br></sup><br></div><div><sup>Os Imigrantes Digitais tentando aproximação e adaptação.<br></sup><br></div><div><sup>Os imigrantes digitais, por outro lado, preferem o físico ao digital; ou melhor, meios analógicos em relação aos nativos digitais.</sup></div><div><sup>Expostos a uma enxurrada de novas informações em curto espaço de tempo, acabaram por “perder” o caminho da evolução. Há duas ou três décadas, o computador apenas redigia textos, abria alguns jogos e reproduzia algum arquivo em planilha.<br><br>&nbsp;De uma hora para outra ele é obsoleto, e tudo aquilo que o acompanhava não existe mais – ao menos não naquele formato. Ou seja, é uma reinvenção a cada curto ciclo que não ultrapassa cinco anos. <br><br>&nbsp;Os nativos digitais e os imigrantes digitais estão expostos a esses problemas. Isso porque, muito provavelmente, os nativos digitais de hoje serão os imigrantes digitais de amanhã. <br>Fonte: https://www.todoestudo.com.br/historia/nativos-digitais-e-imigrantes-digitais</sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 11:52:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção de Conteudos Educacionais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2234252914</link>
         <description><![CDATA[<h1>8 melhores dicas para gravar vídeo aulas.</h1><div><br><sup>A seguir, você confere nossas 8 dicas para gravar vídeo aulas de forma prática e assertiva. Siga o nosso roteiro e garanta um material interessante e capaz de motivar seus alunos.</sup></div><div><br></div><div><sup>1. Faça um brainstorming.<br></sup><br></div><div><sup>A primeira dica para gravar vídeo aulas acontece antes mesmo de iniciar as gravações. Trata-se do brainstorming, momento de deixar as ideias saírem da cabeça para o papel.</sup></div><div><sup>A principal função do brainstorming é estimular a fluidez do processo criativo. Ou seja, durante a tempestade de ideias, você coloca no papel tudo o que vem à sua mente sobre o projeto em questão. Vale pensar em temas, ideias mirabolantes, modos de fazer, perspectivas para o futuro, sonhos e até dificuldades.&nbsp;</sup></div><div><sup>A partir do resultado do brainstorming, será possível eliminar ideias que não se encaixam nas condições de realização da videoaula. Além disso, o que permanecer no quadro após a avaliação, servirá como guia para a produção do conteúdo EAD.&nbsp;</sup></div><div><sup>Após um bom brainstorming, é possível obter:</sup></div><ul><li><sup>ideias de temas para as videoaulas;</sup></li><li><sup>orientação sobre a identidade dos vídeos;&nbsp;</sup></li><li><sup>noção sobre a cadência das aulas;&nbsp;</sup></li><li><sup>objetivo do tutor EAD ao ensinar determinados assuntos.&nbsp;</sup></li></ul><div><sup><br>2. Crie um checklist de gravação.<br></sup><br></div><div><sup>A segunda dica para gravar vídeoaulas de forma prática é: crie um checklist de gravação.&nbsp;</sup></div><div><sup>Este documento será o seu guia para garantir que o projeto seja desenvolvido da melhor forma possível. Por isso mesmo, ele deve conter todos os aspectos envolvidos na produção de um conteúdo audiovisual, tais como:&nbsp;</sup></div><ul><li><sup>roteiro;</sup></li><li><sup>equipe envolvida;</sup></li><li><sup>equipamentos necessários;</sup></li><li><sup>locação de espaço ou preparação do cenário;</sup></li><li><sup>alimentação (se necessário, no caso de muitas horas de gravação);</sup></li><li><sup>transporte da equipe;</sup></li><li><sup>maquiagem e figurino (e itens complementares, como livros, apostilas e elementos que precisam estar em cena).&nbsp;</sup></li></ul><div><sup>A partir desta lista, distribua funções e garanta que cada tópico seja cumprido nos prazos pré-estabelecidos.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>3. Produza um bom roteiro.<br></sup><br></div><div><sup>O roteiro merece estar entre as dicas para gravar vídeo aulas por ser um dos mais importantes documentos de uma produção audiovisual. Com base nele, a equipe técnica conseguirá entender o que precisa ser feito (em termos de captação e de edição). Além disso, o tutor ou apresentador será capaz de se orientar durante sua exposição de ideias.&nbsp;</sup></div><div><br></div><div><sup>4. Garanta bons equipamentos para a produção.<br></sup><br></div><div><sup>Com o roteiro em mãos, é mais fácil identificar quais são os equipamentos necessários para tornar a ideia real. Se, por exemplo, a orientação central for gravar ma video aula criativa e&nbsp; descontraída, com cara de “vlog”, a melhor câmera pode ser uma action cam, como as famosas GoPro.&nbsp;</sup></div><div><sup>Se o formato da video aula for convencional, é preciso um bom tripé para garantir a estabilidade das cenas durante a captação.</sup></div><div><br></div><div><sup>5. Escolha um bom cenário.<br></sup><br></div><div><sup>Escolher um bom cenário é uma das mais importantes dicas para gravar video aulas. Afinal, uma ambientação pode influenciar negativa ou positivamente na percepção de um vídeo.&nbsp;<br><br>6. Capriche na iluminação.<br></sup><br></div><div><sup>A iluminação surge como uma das dicas para gravar vídeo aulas capazes de complementar tudo o que foi elaborado anteriormente. Afinal, de nada adianta um bom roteiro, excelentes equipamentos e um cenário adequado se a iluminação não for feita para valorizar cada um destes itens.&nbsp;</sup></div><div><sup>Para garantir que a luz preparada para o seu material cumpra as funções básicas (manter o assunto do vídeo em destaque e garantir a compreensão do espaço em que o conteúdo é ambientado) e estratégicas (ressaltar emoções, destacar determinados objetos ou pontos e garantir uma atmosfera adequada ao objetivo do vídeo), é preciso considerar:&nbsp;</sup></div><ul><li><sup>ângulo e posição da câmera e do assunto;&nbsp;</sup></li><li><sup>fontes de luz (naturais e artificiais);&nbsp;</sup></li><li><sup>balanço de luz (ou iluminação em 3 pontos — principal, contraluz e luz de preenchimento);</sup></li><li><sup>equipamentos necessários (spots, softboxes, ring lights, etc).&nbsp;</sup></li></ul><div><br></div><div><sup>7. Capte as melhores imagens.<br></sup><br></div><div><sup>Chegou a hora de gravar. Este é o momento da captação do conteúdo, que acontece após os ensaios e fases de teste.&nbsp;</sup></div><div><sup>Para uma boa captação, é importante que o apresentador e os cinegrafistas estejam em sinergia. E uma boa maneira de garantir esta sinergia é por meio de uma leitura coletiva do roteiro ou da realização de reuniões antes do momento da filmagem.&nbsp;</sup></div><div><sup>Nossa dica para uma captação proveitosa é: não se limite a captar apenas o roteiro! Erros de gravação, bastidores, conversas informais e informações adicionais podem ser materiais muito úteis na construção de um conteúdo mais leve, e, portanto, mais conectado com o público.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>8. Edite de forma assertiva e personalizada.<br></sup><br></div><div><sup>A edição é o último item da nossa lista de dicas para gravar video aulas. Este é o momento em que as imagens captadas ganham a “cara” do negócio, e tornam-se verdadeiros tesouros para o tutor EAD.&nbsp;</sup></div><div><sup>Por isso, mais uma vez, reforçamos a importância da sintonia entre editores de vídeo e o tutor. Isso garante que o resultado final esteja alinhado com seu objetivo de negócio.&nbsp;<br><br>Fonte: https://blog.eadplataforma.com/producao-de-conteudo-ead/dicas-gravar-video-aulas/</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 12:05:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção de Conteúdos Educacionais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2238931869</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Nos tempos atuais, e muito impostante produzir material didático modernos, atualizados com as novas tecnologias, sendo material Impresso, Audiovisual e Tecnologico, para que os alunos possam ter mais facilidade e que o conteudo não fiqe massivo demais.<br><br>Segue uma materia muito interessante sobre o assunto.</sup><br><sup>Link: https://ead.ucs.br/blog/material-didatico</sup><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://ead.ucs.br/blog/material-didatico" />
         <pubDate>2022-07-07 12:28:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Metodologia de Pesquisa em Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2238959611</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Apos a leitura dessa materia, me abriu os horarizontes para entender os tipos de pesquisas qualitativa e quantitativa, recomendo a leitura deste site.<br><br>Link: https://pt.surveymonkey.com/mp/quantitative-vs-qualitative-research/</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.surveymonkey.com/mp/quantitative-vs-qualitative-research/" />
         <pubDate>2022-07-07 13:12:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Produção de Conteúdos Educacionais</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2252332841</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho final da materia Produção de Conteúdos Educacionais.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1686962411/2b0574aa703dfaad9a9d413b85c3946e/Trabalho_da_P_s___Produ__o_de_conte_do__compressed__1_.pdf" />
         <pubDate>2022-07-31 15:43:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Metodologia de Pesquisa em Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2252437109</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Uma discursão muito importante que devemos ter a e Etica na produção de conteudos educacionais, pois todas as atitudes possui limites, temos que ter respeito.<br><br>Esta materia e muito engrandecedora.<br><br>Link:<br><br>https://www.scielo.br/j/cp/a/mbRxPgZdd67Fb6dwt8w8d4C</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/cp/a/mbRxPgZdd67Fb6dwt8w8d4C" />
         <pubDate>2022-08-01 00:27:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2252437109</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abordagem e Tendências em Computação e Ensino</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2289452316</link>
         <description><![CDATA[<div>Metodologia Ativas e Aprendizagem<br>&nbsp;<br><strong><sup>O que são metodologias ativas de aprendizagem?</sup></strong><br> <sup>As metodologias ativas de aprendizagem são uma técnica pedagógica que se baseia em atividades instrucionais, capazes de engajar os estudantes em, de fato, se tornarem protagonistas no processo de construção do próprio conhecimento. Ou seja, são metodologias menos baseadas na transmissão de informações e mais no desenvolvimento de habilidades.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>O termo foi cunhado pelos professores Charles Bonwell e James Eison em seu livro “</sup><a href="https://www.amazon.com.br/Active-Learning-Creating-Excitement-Classroom/dp/1878380087"><em><sup>Active Learning: Creating Excitement in the Classroom</sup></em></a><sup>“, lançado em 1991.<br>&nbsp;<br>Com as metodologias ativas de aprendizagem, o ensino é feito por meio de práticas que trabalham com diferentes conceitos de maneira repetida — de várias maneiras e com feedback imediato.<br><br>O intuito é que o conhecimento possa realmente se firmar nas mentes dos estudantes.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>Nos modelos convencionais, as aulas expositivas colocam o professor como o centro do ensino, passando o conteúdo enquanto os alunos absorvem tudo de maneira passiva.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>Geralmente, essa abordagem é responsável pelo desinteresse e maior dificuldade de assimilação.<br>&nbsp;<br>Dessa forma, a aprendizagem ativa dá um salto na relação entre professores e alunos, que, neste formato, são estimulados a tomarem a frente, com maior interação e independência, participando ativamente do processo.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>O professor se torna mais um mediador, orientando e conduzindo os alunos na solução de problemas, na elaboração de ideias e argumentos, no trabalho em equipe e em outras competências muito importantes, como responsabilidade, independência, proatividade, ética etc.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>Deste modo, é possível dizer que as metodologias ativas de aprendizagem, assim como a </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/gestao-educacional/"><sup>gestão educacional</sup></a><sup>, preparam os alunos para a vida acadêmica, profissional e social, oferecendo todas as ferramentas para lidar com situações complexas.</sup><br> &nbsp;</div><div><strong><sup>Qual a importância das metodologias ativas no processo de aprendizagem?</sup></strong><br> <sup>Proporcionar um ambiente de aprendizagem em que há oportunidade para todos os alunos de pensar e interagir com o material de estudo é essencial para promover uma educação transformadora. Essa é a importância das metodologias ativas de aprendizagem.<br></sup><br></div><div><sup>Com isso, é possível aprimorar as habilidades de pensamento crítico, melhorar os índices de motivação dos alunos e diminuir as taxas de reprovação.<br></sup><br></div><div><sup>Mas e na prática, as metodologias ativas de aprendizagem realmente funcionam? Saiba que sim — e há estudos comprovando.<br></sup><br></div><div><sup>Um deles é uma análise feita por um conjunto de acadêmicos de algumas universidades americanas, intitulado de “</sup><a href="https://www.pnas.org/content/pnas/111/23/8410.full.pdf"><em><sup>Active learning increases student performance in science, engineering, and mathematics</sup></em></a><sup>”.<br>&nbsp;</sup></div><div><sup>Ao analisar os métodos de estudos aplicados a 225 estudantes de ciências, engenharia e matemática, viu-se que a aprendizagem ativa pode aumentar significativamente as notas do curso em relação aos métodos didáticos tradicionais.&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>Uma curiosidade é que as metodologias ativas de aprendizagem provaram-se particularmente eficazes em turmas pequenas, de 50 alunos ou menos.<br></sup><br></div><div><sup>Na análise, calculou-se que os alunos de cursos sem aprendizagem ativa possuíam 1,5 vezes mais chances de reprovação do que os alunos de cursos com aprendizagem ativa.<br></sup><br></div><div><sup>Além disso, há a relação velada entre as metodologias ativas e a capacidade do ensino de atingir emoções específicas em um aluno.<br></sup><br></div><div><sup>Afinal, a aprendizagem ativa pode positivamente impactar os níveis de motivação dos alunos — um aspecto-chave para regular a atenção e consolidação de memória do mesmo.</sup><br>&nbsp;</div><div><strong><sup>13 tipos de metodologias ativas de aprendizagem</sup></strong></div><div><sup>Essas abordagens, é claro, podem seguir diferentes linhas de pensamento e de prática. Quais são, então, os tipos de metodologias ativas presentes nas instituições de ensino? Separamos alguns exemplos a seguir:</sup></div><div><br><strong><sup>1. Gamificação</sup></strong></div><div><sup>A </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/gamificacao-na-educacao/"><sup>gamificação</sup></a><sup> é um dos principais métodos de aprendizagem ativa utilizados hoje, tanto na educação acadêmica quanto na </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/negocios/gestao-de-aprendizagem/"><sup>gestão da aprendizagem corporativa</sup></a><sup>.</sup></div><div><sup>Trata-se, essencialmente, de trazer elementos comuns a videogames (como desafios, regras, narrativas e storytelling em geral) para o ensino.</sup></div><div><sup>Desse modo, é possível expor os alunos a problemas baseados em diferentes situações, disponibilizando recursos diferenciados para que possam resolvê-los — seja individualmente ou em grupo.</sup></div><div><br><strong><sup>2. Design thinking</sup></strong></div><div><sup>O </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/inovacoes/design-thinking/"><sup>design thinking</sup></a><sup>, como o nome dá a entender, é o pensamento voltado para o design. É muito comum em empresas inovadoras e já começa a dar as caras em instituições de ensino.</sup></div><div><sup>O foco do design thinking são as pessoas, e o objetivo é inovar para criar uma solução criativa e eficiente para um problema.</sup></div><div><sup>Trata-se de uma metodologia ativa de aprendizagem, pois coloca os envolvidos no centro do problema — e os obriga a “erguer as mangas” para encontrar soluções.</sup></div><div><sup>E antes que você pense que o design thinking tem a ver apenas com design de produtos, saiba que não é bem assim.</sup></div><div><sup>Na verdade, é uma metodologia que visa olhar para os problemas de novas maneiras, utilizando da lógica, imaginação e intuição, bem como materialização da solução por meio da prototipagem e testagem.</sup></div><div><br><strong><sup>3. Cultura maker</sup></strong></div><div><sup>Exemplo perfeito de metodologia ativa de aprendizagem, a </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/cultura-maker/"><sup>cultura maker</sup></a><sup> é baseada nos princípios do “</sup><em><sup>do it yourself</sup></em><sup>” ou “</sup><em><sup>faça você mesmo</sup></em><sup>“.</sup></div><div><sup>Na prática, quando falamos da cultura maker na educação, falamos da apresentação de problemas e recursos para resolvê-los.</sup></div><div><sup>Assim, de maneira intuitiva, os alunos devem criar as soluções por si só, utilizando os conhecimentos aprendidos em sala de aula.<br></sup><br></div><div><strong><sup>4. Aprendizado por problemas</sup></strong></div><div><sup>A aprendizagem baseada em problemas permite que os alunos exerçam o aprendizado a partir de desafios. Ao encarar situações em determinados conceitos, é necessário trabalhar com criatividade e reflexão.</sup></div><div><sup>Os cenários podem sugerir problemas técnicos ou subjetivos, em que diferentes habilidades podem ser necessárias. Sejam técnicas ou emocionais, elas dificilmente são assimiladas por meio de livros ou manuais.</sup></div><div><br><strong><sup>5. Estudo de casos</sup></strong></div><div><sup>Com estudos de casos, os estudantes são expostos a problemas reais, de modo que possam analisá-los por inteiro (como uma situação real) e, entre si, discutir as possibilidades de solucioná-los.</sup></div><div><sup>Esses casos são relatos construídos de tal modo a estimular o pensamento analítico e sistêmico.</sup></div><div><sup>São como exercícios em uma prova, mas mais contextualizados e abrangentes.</sup></div><div><br><strong><sup>6. Aprendizado por projetos</sup></strong></div><div><sup>A aprendizagem baseada em projetos trata de um mecanismo que propõe aos alunos identificarem uma situação que não necessariamente é um problema, mas pode ser melhorada, criando uma solução que segue uma linha de raciocínio de “o quê?”, “para quem?”, “para quê?” e “de que forma?”&nbsp;</sup></div><div><sup>Complementando a aprendizagem por problemas, essa abordagem estimula o trabalho em equipe e possibilita a descoberta de aptidões que podem ser um diferencial para o </sup><a href="https://elevesuasvendas.com.br/blog/negocios/como-empreender"><sup>empreendedorismo</sup></a><sup> e o mercado de trabalho.</sup></div><div><br><strong><sup>7. Sala de aula invertida</sup></strong></div><div>&nbsp;<sup>A sala de aula invertida é uma das metodologias ativas de aprendizagem que contam com o auxílio da tecnologia, transformando qualquer ambiente em um espaço dedicado ao estudo.</sup></div><div><sup>Seja em casa, na rua, ou nos meios de transporte, por exemplo, é possível acessar o conteúdo previamente, disponibilizado nas plataformas de ensino.&nbsp;</sup></div><div><sup>Dessa forma, o tempo da aula pode ser usado para discussões e debates sobre o tema, em vez de somente a transmissão do conteúdo. O professor pode, inclusive, complementar com vídeos, demonstrações visuais e práticas.</sup></div><div><br><strong><sup>8. Seminários e discussões</sup></strong></div><div><sup>Outro tipo de metodologia ativa de aprendizagem é a promoção de seminários e discussões entre os alunos.</sup></div><div><sup>Muitas vezes, para isso, apenas deve-se mudar a disposição das carteiras para que todos os alunos e o professor estejam em posição de igualdade (em um círculo, por exemplo).</sup></div><div><sup>Normalmente, a aplicação prática é simples, com o professor propondo um tema para discussão geral, de modo que os alunos devem se posicionar em relação a ele.</sup></div><div><sup>É uma forma de, inclusive, desenvolver o potencial argumentativo, expondo-os a diferentes pontos de vista e colocando-os em situações fora de sua zona de conforto intelectual.</sup></div><div><br><strong><sup>9. Pesquisas de campo</sup></strong></div><div><sup>Já as pesquisas de campo são práticas excelentes para possibilitar que o ensino, o engajamento e a prática do pensamento analítico aconteçam fora do ambiente da sala de aula.</sup></div><div><sup>Como o nome dá a entender, é uma pesquisa de campo: fora da sala, com pessoas diferentes do seu convívio escolar, sobre qualquer tipo de tema.</sup></div><div><sup>Essa prática não é rara no ambiente estudantil atual, mas pode ser potencializada e inserida de maneira mais cotidiana para a resolução dos exercícios.</sup></div><div><sup>Por exemplo, para que um seminário seja realmente bem feito, o professor pode requisitar uma pesquisa de campo que enriqueça a discussão — trazendo opiniões de pessoas de fora da sala.</sup></div><div><br><strong><sup>10. Storytelling</sup></strong></div><div><sup>O storytelling é muito mais um recurso do que uma metodologia ativa de aprendizagem em si.</sup></div><div><sup>Trata-se da elaboração de narrativas acerca dos temas estudados em sala de aula.</sup></div><div><sup>Desse modo, é possível utilizar recursos tão comuns da trajetória humana — que se desenvolveu na base das narrativas, como as religiosas — para contextualizar os problemas da sala de aula.</sup></div><div><sup>Na prática, o storytelling deve ser aplicado a qualquer metodologia ativa, da gamificação às pesquisas de campo e seminários.</sup></div><div><br><strong><sup>11. Aprendizagem entre pares e times&nbsp;</sup></strong></div><div><sup>Outra forma de desenvolver a aprendizagem ativa é com trabalhos em pares ou times.</sup></div><div><sup>Assim, é possível trabalhar em cima de pontos essenciais, como liderança, delegação de tarefas, colaboração, empatia, entre outras habilidades socioemocionais e mesmo </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/negocios/soft-skills/"><sup>soft skills</sup></a><sup> — aspectos tão importantes no mercado de trabalho.</sup></div><div><br><strong><sup>12. Ensino híbrido</sup></strong></div><div><sup>O ensino híbrido (também chamado de </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/blended-learning/"><sup>blended learning</sup></a><sup>) é uma modalidade de aprendizagem que mistura o modelo presencial e a distância.</sup></div><div><sup>Desse modo, é possível criar um ecossistema de aprendizagem calcado na tecnologia, com participação pontual do professor — que muitas vezes ocupa o papel de mentor.</sup></div><div><sup>Além de flexibilizar o ensino, utiliza de recursos online e digitais para apresentar diferentes formas de aprendizado ao aluno, engajando-o nos temas, exercícios e problemas apresentados.</sup></div><div><br><strong><sup>13. Rotação por estações</sup></strong></div><div><sup>A rotação por estações é uma das práticas dentro do guarda-chuva do blended learning.</sup></div><div><sup>Nela, o professor divide a sala de aula em “estações”, separando os alunos por etapas relativas ao planejamento da aula.</sup></div><div><sup>Neste caso, a primeira etapa ou estação é a mais básica, como a leitura do tema da redação, enquanto a segunda é a exibição de um vídeo-aula sobre o tema, a terceira uma discussão em grupo sobre o tema e a quarta a produção da redação.<br></sup><br></div><div><strong><sup>Tipos de metodologias ativas de aprendizagem no EAD</sup></strong></div><div><sup>Um dos modelos de ensino mais populares hoje em dia, o EAD vem ganhando mais adeptos a cada mês. Porém, como estimular e implementar metodologias de aprendizagem ativa nesse tipo de ensino?</sup></div><div><sup>Alguns deles já apresentamos acima, como a gamificação (se aproveitando dos recursos digitais das plataformas de ensino), bem como com a sala de aula invertida, que torna o ambiente de ensino mais envolvente.</sup></div><div><sup>No geral, é possível criar dinâmicas de debates online, que tirem os alunos da “zona de conforto” por trás de seus notebooks ou computadores e os façam se envolver de maneira direta no ensino.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Fonte: </sup><a href="https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/metodologias-ativas-de-aprendizagem/"><sup>https://www.totvs.com/blog/instituicao-de-ensino/metodologias-ativas-de-aprendizagem/</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 10:10:48 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Digitais na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Quais os benefícios das tecnologias digitais na educação?</sup></strong><br><br></div><div><sup>A tecnologia tem papel fundamental no processo de aprendizagem dos alunos por otimizá-lo. Entretanto, apenas a tecnologia não é suficiente. Ela requer uma proposta pedagógica bastante sólida, além de profissionais bem preparados, para que seu uso seja, de fato, efetivo.</sup><br><br></div><div><strong><sup>Os benefícios das tecnologias digitais na educação englobam:</sup></strong><br><br></div><ul><li><sup>uso de dados para o diagnóstico e o acompanhamento do processo de aprendizagem;</sup></li><li><sup>facilidade de acesso a conteúdos curados e que usam diversos recursos e/ou mídias;</sup></li><li><sup>gamificação para o estímulo e o engajamento;</sup></li><li><sup>personalização para o direcionamento dos estudos, a partir das necessidades, objetivos e </sup><a href="https://blog.conexia.com.br/projeto-vida/"><sup>projeto de vida</sup></a><sup> dos alunos.</sup></li></ul><div><sup>Além disso, é importante destacar os resultados esperados com o uso da tecnologia na educação. Ao atuar com base em dados reais, a equipe pedagógica tem condições de planejar e executar uma ação personalizada, a partir das potencialidades e das fragilidades de cada aluno, turma, série.<br></sup><br></div><div><sup>Usadas adequadamente, as tecnologias digitais ainda contribuem para a alta performance acadêmica, aumentando significativamente as chances de aprovação em vestibulares e o sucesso na vida profissional. Ainda, vale citar o amplo envolvimento do aluno no processo de aprendizagem — ele passa a ser ator principal, não coadjuvante.</sup><br><br></div><div><strong><sup>Quais são as tecnologias digitais usadas para otimizar a aprendizagem?</sup></strong><br><br></div><div><sup>Abaixo, listamos as principais tecnologias digitais na educação que otimizam a aprendizagem dos alunos e, por isso, são tendências.</sup><br><br></div><div><strong><sup>1. Gamificação</sup></strong><br><br></div><div><sup>As plataformas gamificadas usam recursos de games para engajar e envolver os alunos, trabalhando aspectos como competitividade, socialização, desejo de ser recompensado e sentimento de vitória.<br></sup><br></div><div><sup>Com base em missões e desafios, é possível reunir dados sobre a aprendizagem, para que os professores estruturem suas ações a partir do desempenho e do engajamento dos seus alunos.<br></sup><br></div><div><sup>Essas plataformas ajudam a construir uma abordagem mais lúdica, na qual o aluno aprende se divertindo. Assim, há mais interesse pelo aprendizado e, consequentemente, melhorias nos resultados acadêmicos.<br></sup><br></div><div><sup>A </sup><a href="https://blog.conexia.com.br/gamificacao-na-educacao/"><sup>gamificação</sup></a><sup> está presente desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. As atividades podem ocorrer em ambientes colaborativos, o que ajuda no desenvolvimento da interação, da escuta, da observação, da autonomia, da empatia e dos princípios éticos.</sup><br><br></div><div><strong><sup>2. Plataforma de estudos</sup></strong><br><br></div><div><sup>As plataformas de estudos permitem que os alunos se desenvolvam e adquiram conhecimentos à distância, atuando como protagonistas no processo de aprendizagem. Para tanto, há soluções que trazem informações detalhadas e possibilitam o planejamento personalizado do estudo, a partir do desempenho alcançado.<br></sup><br></div><div><sup>Na Plataforma AZ, marca da Conexia Educação, os alunos são capazes de gerenciar o dia a dia e a rotina de estudos. Isso é feito por meio do Mapa (Metas Acadêmicas Personalizadas para Aprovação), recurso que aponta o conjunto de atividades a serem realizadas e a trilha de estudos do estudante.<br></sup><br></div><div><sup>Essas mesmas plataformas garante o acompanhamento contínuo do professor que, no papel de tutor, avalia o rendimento dos alunos e propõe ações baseadas em dados, conforme os </sup><em><sup>gaps</sup></em><sup> identificados no processo.<br></sup><br></div><div><sup>Tais tecnologias são indispensáveis no modelo de </sup><a href="https://blog.conexia.com.br/o-que-e-ensino-hibrido/"><sup>educação híbrida</sup></a><sup>, metodologia que mescla atividades no ambiente presencial e virtual. O objetivo é que ambos os formatos de aula se complementem e promovam uma aprendizagem mais ativa, eficaz, dinâmica, motivadora e personalizada.</sup><br><br></div><div><strong><sup>3. Aplicativo de estudos</sup></strong><br><br></div><div><sup>O aplicativo de estudos entrega na palma da mão conteúdos que os alunos não têm nos livros físicos, por exemplo. Falamos de videoaulas, vídeos de resolução e por aí vai. Temos ainda os podcasts, que podem trazer um conteúdo prático ou exemplificado sobre algum conceito.<br></sup><br></div><div><sup>Além disso, esse tipo de tecnologia digital facilita o acesso e centraliza diversas funcionalidades, como livros digitais, plataforma de redação, </sup><a href="https://blog.conexia.com.br/aula-ao-vivo/"><sup>aulas ao vivo</sup></a><sup> e avaliações, com questões estruturadas com base nas habilidades que o professor deseja avaliar.<br></sup><br></div><div><sup>Os aplicativos de estudos aproximam aluno e professor, já que possibilitam o envio de documentos e informações de forma fácil e rápida, tornando a comunicação efetiva. Ainda, trazem relatórios de engajamento e desempenho, indicando avanços e no que é preciso melhorar.</sup><br><br></div><div><sup>Super App AZ<br></sup><br></div><div><sup>O Super App AZ é uma solução desenvolvida pela Conexia Educação e que integra a Plataforma AZ de Aprendizagem. Nele, os alunos têm acesso a videoaulas, vídeos de resolução, exercícios e avaliações com feedback imediato, etc. Entre eles, estão as Folhas AZ, uma seção de exercícios criada para monitorar a performance acadêmica. É possível verificar, em tempo real, tanto o engajamento quanto o desempenho nas atividades executadas por cada estudante nestas avaliações.</sup><br><br></div><div><strong><sup>4. Robotização</sup></strong><br><br></div><div><sup>Podemos definir os robôs como algoritmos e sistemas de Inteligência Artificial (IA), por meio dos quais algumas decisões podem ser tomadas de maneira automática. Na educação, o uso da robotização visa tornar a gestão da aprendizagem mais efetiva.<br></sup><br></div><div><sup>Aliás, tais recursos possibilitam expandir a interação entre aluno e conteúdo, garantindo um aprendizado muito mais dinâmico e facilitado. Um exemplo dessas tecnologias são os </sup><em><sup>chatbots</sup></em><sup>, que podem responder dúvidas pontuais. Além disso, os algoritmos são capazes de criar 🤬 personalizados para avaliar os estudantes.<br></sup><br></div><div><sup>Por falar nisso, a Plataforma AZ, da Conexia Educação, traz em seu dashboard o engajamento e o desempenho dos alunos em avaliações e simulados.<br></sup><br></div><div><sup>Tais dados acadêmicos também podem ser visualizados pela coordenação de forma macro — ou até mesmo no nível do estudante —, possibilitando a checagem do aprendizado e, se necessário, a correção de rotas para o alcance da alta performance.<br></sup><br></div><div><sup>Então, já conhecia essas tecnologias digitais na educação e sua importância no processo de aprendizagem? Em um contexto no qual os alunos assumem o protagonismo no aprendizado e os professores são vistos como tutores, é essencial incluir tais recursos na gestão da aprendizagem. Só assim sua escola estará preparada para atender às demandas do século XXI.<br><br>Fonte:&nbsp; https://blog.plataformaaz.com.br/tecnologias-digitais-na-educacao/?gclid=Cj0KCQjwyOuYBhCGARIsAIdGQRPdLxb2raMc408_Z6TUfaTxOR2Km8-xH-4hOrX6aPv8lOhmSNOX3xYaAlUGEALw_wcB</sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 10:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagem e Tendências em Computação e Ensino</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cultura Maker na Educação<br><br><strong><sup>4 Atividades de cultura maker para sala de aula.</sup></strong><br><sub>Antes de tudo, </sub><strong><sub>é preciso ter em mente que um espaço maker dentro da instituição de</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>ensino não significa investir em tecnologia</sub></strong><sub>. Computadores, programação, circuitos elétricos e eletrônicos e robôs realmente são muito interessantes. E, como você mesmo já sabe, também demandam um alto valor monetário.</sub></div><div><sub>‍É preciso desmistificar esse tipo de pensamento e entender que palitos de picolé, fita adesiva e caixa de papelão também são maravilhosas ferramentas para um projeto maker.</sub></div><div><sub>‍Um exemplo significativo disso é a educadora Débora Garofalo, que é a primeira mulher brasileira e primeira sul-americana a ser finalista no Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação, e uma das dez melhores professoras do mundo.</sub></div><div><sub>‍Entusiasta da educação, Débora notou que os alunos estavam com uma demanda relacionada ao lixo, e criou o projeto </sub><strong><sub>Robótica com Sucata</sub></strong><sub>. A partir da coleta de materiais reciclados, a professora envolveu diversos meninos e meninas de uma comunidade da cidade de São Paulo (SP), no ensino de programação e robótica.<br><br>1. Planeje a criação de autômatos</sub></div><div><sub>Sabe aquelas máquinas, ou dispositivos, que funcionam sem eletricidade? Esses mecanismos também recebem o nome de autômatos e, um exemplo bem conhecido disso, é o relógio de corda.</sub></div><div><sub>‍Para essa proposta, </sub><strong><sub>a ideia é utilizar materiais</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>de prototipagem, como cola</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>quente e</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>componentes de eletrônica para realizar as produções</sub></strong><sub>. O educador pode convidar os estudantes para se dividirem em equipes e, então, propor temas para que os grupos desenvolvam autômatos relacionados ao assunto estabelecido.</sub></div><div><sub>‍</sub></div><div><sub>2. Transforme a sala de aula em uma marcenaria</sub></div><div><sub>Lembra que </sub><strong><sub>a mentalidade maker é incentivar</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>os alunos a colocarem</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>a mão na</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>massa?</sub></strong><sub> Então, planeje transformar a sala de aula em uma marcenaria, mesmo que seja apenas por algumas horas. Convide as crianças e adolescentes a atuarem como carpinteiros e deixe a mágica acontecer.</sub></div><div><sub>‍Repare que por meio da ludicidade e da diversão, os estudantes vão aprender diversos conceitos de física e matemática. Além de estabelecer essas conexões, instigue-os a construir móveis, utensílios práticos e uma variedade de outros materiais que podem ser incorporados na rotina da escola.</sub></div><div><sub>‍Já para a educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental, uma boa alternativa é apostar em materiais já pré-fabricados para que, a partir deles, as crianças consigam criar objetos.</sub></div><div><sub>‍A atividade é ainda uma ótima aliada para trabalhar alguns pontos essenciais para o pleno desenvolvimento infantil, como a espacialidade e a coordenação motora.</sub></div><div><sub>‍</sub></div><div><sub>3. Faça produtos ecológicos</sub></div><div><sub>Ao pensar em cultura maker, você também é do time que sempre imagina robôs, programações e computadores? Como esse ponto de vista ainda é bastante forte na sociedade, nem todo mundo sabe que </sub><strong><sub>a criação de produtos</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>ecológicos</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>também</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>é</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>uma atividade maker</sub></strong><sub>.</sub></div><div><sub>‍Um ponto super positivo é que essa é uma forma criativa para abordar a temática da sustentabilidade dentro das salas de aula. Para isso, planeje implantar em um dos ambientes da escola um ateliê de criação artística.&nbsp;</sub></div><div><sub>‍Nesse espaço, a dica é investir na fabricação de roupas, acessórios e utensílios domésticos. Porém, todas as invenções devem ser feitas a partir do uso de materiais recicláveis ou, então, do reaproveitamento de itens que já não tinham mais serventia.</sub></div><div><sub>‍A coleta dos objetos que serão utilizados em aula pode ser feita na própria instituição de ensino. </sub><strong><sub>Essa também é uma</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>oportunidade perfeita</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>para</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>envolver</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>a família</sub></strong><sub>. Com antecedência, comunique pais e mães sobre a atividade que será desenvolvida e informe quais peças cada aluno deve trazer de casa, estimulando o dia de entrega.</sub></div><div><sub>‍Outra alternativa, ainda, é utilizar a disciplina de química, com os alunos do ensino médio, por exemplo, para criar produtos de limpeza biodegradáveis. Antes, incentive os alunos a pesquisarem itens biodegradáveis que podem ser usados nesta experiência.</sub></div><div><sub>‍A atividade fica ainda mais envolvente se o produto final passar a fazer parte da lista dos itens de limpeza utilizados para promover a limpeza da escola. Ou, ainda, já pensou que orgulho os estudantes vão sentir se puderem vender a própria criação e fazer uma caixinha com o dinheiro que arrecadarem?</sub></div><div><sub>‍A verba pode auxiliar na compra dos materiais que serão necessários para a realização de uma futura proposta pedagógica ou, até mesmo, para ajudar na festa de formatura dos alunos.<br><br>4. Desenvolva uma horta comunitária na escola</sub></div><div><sub>A obesidade infantil afeta mais de 3 milhões de crianças menores de 10 anos no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. As instituições de ensino, tanto públicas quanto privadas, podem se engajar cada vez mais nessa questão e estimular nos alunos o hábito da alimentação saudável.</sub></div><div><sub>‍E nada melhor do que realmente permitir que as crianças participem ativamente desse processo, não é mesmo? Já imaginou como é rica a oportunidade de os estudantes colherem algum alimento que está no prato na hora do almoço ou irá compor o cardápio do lanche da tarde?</sub></div><div><sub>‍Mais do que proporcionar refeições equilibradas, </sub><strong><sub>criar uma horta comunitária na</sub></strong><sub> </sub><strong><sub>escola é uma proposta maker que possibilita desenvolver diversos temas</sub></strong><sub> para serem abordados nas aulas.</sub></div><div><sub>‍Por meio da interdisciplinaridade, além de abordar sobre a alimentação, os professores podem trabalhar matemática, com questões que envolvam o tempo de plantio e colheita; na disciplina de português dá para propor a produção de textos sobre os benefícios do consumo de frutas e legumes; em geografia é possível explicar quais verduras são típicas em cada região, etc.&nbsp;</sub></div><div><sub>‍O primeiro passo para colocar essa iniciativa em prática é escolher um local na escola que seja apropriado, com luz do sol direta, principalmente no período da manhã. Lembre-se de verificar se há água disponível e de fácil acesso para fazer a irrigação.</sub></div><div><sub>‍Depois, para construir a horta, vale a pena dividir a turma em pequenos grupos e deixar cada equipe responsável por uma espécie que será plantada. Convidar um jardineiro para explicar sobre a preparação do solo, tipos de adubos e cuidados pode enriquecer ainda mais esse momento.<br><br>Fonte: https://isaac.com.br/blog/atividades-praticas-de-cultura-maker?utm_term=&amp;utm_campaign=%5Bpixely%5D_growth-trafego--search-aquisicao-dsa-blog&amp;utm_source=adwords&amp;utm_medium=ppc&amp;hsa_acc=1399966286&amp;hsa_cam=17805735321&amp;hsa_grp=139909775275&amp;hsa_ad=611577464827&amp;hsa_src=g&amp;hsa_tgt=dsa-41848713900&amp;hsa_kw=&amp;hsa_mt=&amp;hsa_net=adwords&amp;hsa_ver=3&amp;gclid=CjwKCAjwm8WZBhBUEiwA178UnJls_nVZvMpwkPct8ofh5dHe9MkgC8Fnfbl-sW_D-_gBjzVw0EEH3hoCULQQAvD_BwE</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 16:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Digitais na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiros passos com o Scratch.<sup><br><br>O que é Scratch ?<br>O Scratch é um projeto lançado pelo MIT em 2007 ( atualizado para Scratch 2.0 e 2013 e 3.0 em 2019). É uma plataforma online de programação em blocos, voltada para quem não tem conheicmento prévio na área.<br><br>Foi iinicialmente desenvolvida para pessoas que querem aprender programação e tem como o objetivo trabalhar os conceitos de Lógica de programação e Matemática.<br><br>O que é Programação em Blocos ?<br>A grande scada do Scratch foi transformar parte da programação en blocos menores de programação, que se encaixam entre si, formando comandos completos, algo muito parecido com as peças de Lego ou Playmobil.<br><br>Como acessar ?<br><br>Vamos começar acessando o site do Scratch, no MIT.<br>Digite no seu navegador: scratch.mit.edu.<br>Nesse ponto ocê terá duas opções:<br> 1 - Abrir diretamente a pagina de programação, clicando em&nbsp; Strat Creating", ou.<br>2 - Fazer o seu cadastro e ter um perfil seu para armazenar seus projetos, clicando em: "Join".<br><br>Pontos Importantes:<br><br>Caso queira alterar o idioma dos blocos, o Scratch possui uma gama de variedades de idiomas.<br><br>Conjuntos de Blocos disponiveis:<br><br>1 - Movimentos: Aqui você poderá escolher todos os blocos relacionados com a movimentação dos seus personagens.<br>2 - Aparência : Aqui você poderá escolher todos os blocos relacionados com a aparência dos seus personagens.<br>3 - Som: Aqui vocêescolher todos os blocos relacionados com a emissão de sons dos seus personagens.<br>4 - Eventos: Nesse conjunto de blocos você determinar ações à partir de acontecimentos.<br>5 - Controle: Aqui você poderá implementar sua programação com a boa Lógica de programação.<br>6 - Sensores: Nesse conjunto de blocos você poderá programar interações dos personagens com os jogadores reais e receber suas respostas.<br>7 - Operadores: Operadores Lógico-Matemáticos. Podemos programar operações lógicas e operações matemáticas básicas.<br>8 - Variáveis : Definições de variáveis, como placar, tempo, vidas, entre outras.<br>9 - Meus Blocos: Aqui você podeá criar blocos únicos, não contemplados anteriormente, mais que serão bastante utilizados em seus projetos, assim não precisará refazer todos as vezes... eles já estarão por aqui.<br><br>Área dos blocos de programação<br>É nesse local que você irá combinar diferentes blocos para conseguir desenvolver seus projetos de programação.<br>Como Integrar o Scratch com as aulas.<br><br>O Scratch permite o desenvolvimento de muitas ideias, desde as mais simples, até as mais elaboradas, apenas reunindo blocos.<br>Você poderá usar o Scratch em muitoas situações de aula, como por exemplo:<br>* Quer Trabalhar Lógica de Programação;<br>* Quer criar histórias;<br>* Quer criar narrações interativas;<br>* Quer criar cenários interativos;<br>* Quer desenvolver uma calculadora;<br>* Quer trabalhar conceitos de ambientes naturais e / ou urbanos;<br>* Quer trabalhar conceitos de animais aguáticos e terrestres;<br>* Entre MUITOS outros...<br><br>Apenas deixe a imaginação fluir, e você poderá integrar praticamente qualquer assuntos com o Scratch.<br><br>Fonte: https://www.makerzine.com.br/educacao/primeiros-passos-com-o-scratch/</sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 10:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Digitais na Educação</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2336073285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Elaboração de um jogo edagogico como Scratch.</sub></strong><sup><br><br>Acreditamos que essa experiencia pode ter sido considerada como uma montanha russa, ao longo dessas semanas de produção do jogo, tivemos em vários momentos a sensação de alívio ao acharmos que tínhamos finalizado o jogo mas, em um teste simples, percebíamos algum erro na programa e voltávamos para a análise e (re)construção dos códigos mas, no fim, conseguimos produzir o jogo como havíamos pensado inicialmente.<br>Apesar de termos utilizado uma plataforma com um layout mais infantil, intuitivo, sabemos que o Scratch é desenvolvido para ser utilizado por crianças e adolescentes, tivemos muitas dificuldades relacionadas a falta de conhecimentos e intimidade com a plataforma e a programação que era necessária.<br><br>https://scratch.mit.edu/projects/743005823</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 23:25:16 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagens e Tendências em Computação e Ensino</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>STEAM: uma metodologia que você precisa conhecer<br><br>Qual o significado de STEAM?<br></sup></strong><br></div><div><sup>Como falamos, STEAM é um acrônimo em inglês para as disciplinas Science, Technology, Engineering, Arts e Mathematics.</sup></div><div><sup>É considerada uma metodologia integrada e baseada em projetos, que tem o objetivo de formar pessoas com diversos conhecimentos, desenvolver valores juntamente com os conteúdos abordados e preparar alunos e cidadãos para os desafios do futuro.</sup></div><div><sup>Percebeu que STEAM se assemelha com a sigla </sup><a href="https://www.positivoteceduc.com.br/blog-robotica-e-stem/o-que-e-stem/"><sup>STEM</sup></a><sup>, certo?&nbsp; Mas hoje trataremos dessa metodologia que integra Artes às quatro áreas de ‘’Ciências Exatas’’.</sup></div><div><sup>Sabe-se que a educação artística melhora o desempenho acadêmico e ajuda os alunos a interpretarem melhor o mundo, e é isso que a metodologia STEAM veio nos provar.</sup></div><div><sup>Nesse sentido, devemos entender Artes como disciplina que traz à tona temas como humanidades, linguagem, cultura, arquitetura, literatura, música, dança, cinema, teatro, escultura, design, pintura, animação e fotografia.</sup></div><div><sup>Como STEAM se diferencia de STEM na prática?</sup></div><div><sup>De maneira bem resumida, podemos dizer que STEM trata de como você faz as coisas, já o STEAM incentiva a descoberta de porquê está fazendo essas coisas.<br></sup><br></div><div><strong><sup>O processo de STEAM tem cinco etapas básicas, que relatamos a seguir:</sup></strong><sup><br></sup><br></div><div><sup>1 – Investigar</sup></div><div><sup>2 – Descobrir</sup></div><div><sup>3 – Conectar</sup></div><div><sup>4 –&nbsp; Criar</sup></div><div><sup>5 – Refletir<br></sup><br></div><div><sup>Com o STEAM, alunos experimentam e vivenciam o pensamento científico de maneira interpretativa e reflexiva, seja por meio de brincadeiras na Educação Infantil ou em projetos interdisciplinares para turmas mais avançadas.</sup></div><div><sup>Em atividades focadas na metodologia STEAM, alunos resolvem problemas, pensam ‘’fora da caixa’’ e se beneficiam de um aprendizado interdisciplinar.</sup></div><div><sup>Já o professor atua como um guia no processo de aprendizagem. Ele é responsável por oferecer mentoria e apoio às equipes (viu que aqui o trabalho é feito de forma colaborativa!) e também aprende com esse novo método de trabalho integrado.<br></sup><br></div><div><strong><sup>Porque essa metodologia importa tanto nos dias de hoje?</sup></strong><sup><br></sup><br></div><div><sup>A metodologia STEAM tem foco no desenvolvimento de algumas habilidades essenciais para o aluno do século XXI, tais como:</sup></div><ul><li><sup>Criatividade, imaginação e inovação.</sup></li><li><sup>Pensamento crítico e resolução de problemas.</sup></li><li><sup>Comunicação e colaboração.</sup></li><li><sup>Flexibilidade e adaptabilidade.</sup></li><li><sup>Habilidades sociais e culturais.</sup></li><li><sup>Capacidade de lidar com diferentes situações.</sup></li></ul><div><sup>Em projetos de STEAM, os alunos começam a desenvolver essas habilidades de forma mais interativa e autônoma. Constroem, fazem protótipos, criam, solucionam problemas e interpretam suas próprias criações.</sup></div><div><sup>Importante: É dever da escola de hoje incentivar e treinar essas habilidades em seus alunos. Isso faz parte do que chamamos de Educação 4.0.</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-13 19:06:40 UTC</pubDate>
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         <title>Einstein adota tecnologia inédita para insuficiência cardíaca</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Olha que importante a utilizaçõ de novas tecnologias Reds em todas as áreas , mais ainda na Saúde.<br><br>Fonte: https://medicinasa.com.br/einstein-reds/</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://medicinasa.com.br/einstein-reds/" />
         <pubDate>2022-10-13 19:12:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão Digital, Acessibilidade na Web</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Um video muito interessante para se familiarizar com as Tecnologias Assistiva - TA<br><br>Link: https://www.youtube.com/watch?v=rOZCPYa2N10</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rOZCPYa2N10" />
         <pubDate>2022-10-20 18:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão Digital, Acessibilidade na Web</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Uma das maiores Instituição para pessoas com deficientes do Brasil.<br>Importante conhecermos seus projetos e trabalhos.<br><br>Fonte: https://www.andef.org.br/</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.andef.org.br/" />
         <pubDate>2022-10-25 18:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia, Educação e Sociedade</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>O ciberespaço e a sociedade em rede.</sup></strong><br><br><sup>Acredita-se que o termo "ciberespaço" tornou-se conhecido a partir do livro de ficção científica chamado Neuromancer, escrito por Willian Gibson. Na obra ganhadora dos três principais prêmios de ficção científica (Nebula Award, Hugo Award e Philip K. Dick Award) é contada a história de um ex-hacker ou "computer cowboy", termo utilizado no livro, e que ele foi banido do ciberespaço. </sup><br>&nbsp;<br>&nbsp;<sup>A visão futurista do autor inspirou diversas obras e antecipou de forma fictícia o que estamos presenciando, a era da informação.<br>&nbsp;Neste exato momento, várias pessoas estão conectadas à internet, conversando com pessoas de diversos lugares do mundo e trocando um grande fluxo de informações, mas será que elas sabem o que é o tal ciberespaço?</sup> <br><br><strong><sup>O que é o ciberespaço?</sup></strong><br>&nbsp;</div><div><sup>&nbsp;O filósofo e engenheiro</sup><strong><sup> Pierre Levy</sup></strong><sup> define o ciberespaço como: "o meio de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores". Porém, o geógrafo </sup><strong><sup>Marcelo Solé Wanderley</sup></strong><sup>, em seu trabalho: </sup><strong><sup>"Ciberespaço, a ambiguidade do concreto e do abstrato", </sup></strong><sup>acredita que "O ciberespaço é muito mais que computadores conectados. Ele precisa que esta rede seja utilizada, que ela gere fluxos. Sem isso ele não existe".</sup><br>&nbsp;</div><div><sup>&nbsp;Hoje, sabe-se que o ciberespaço não está relacionado somente a conexão entre computadores, como foi dito por Pierre Levy, outras tecnologias também têm esta capacidade de formação de redes.</sup></div><div><br></div><div><strong><sup>Sociedade em rede</sup></strong><br> <br> <sup>Os avanços tecnológicos possibilitaram a formação de um novo tipo de sociedade. O sociólogo Manuel Castells foi o elaborar do conceito de sociedade em rede e ele a conceitua como: "Uma estrutura social com base em redes... um sistema aberto altamente dinâmico suscetível de inovação sem ameaças ao seu equilíbrio".&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Cada indivíduo pode ser visto como um nó e juntos interconectam-se formando uma rede. A formação de comunidades virtuais é um avanço muito grande e essa tendência é aumentar cada vez mais. Lembrando que antigamente as pessoas deveriam se encontrar presencialmente para discutirem assuntos e a informação era restrita ao espaço físico.&nbsp;<br><br>Esta sociedade em rede está trazendo "novas formas de socialização, novos estilos de vida e novas formas de organização social". A previsão é de que cada vez mais pessoas façam parte da rede virtual, basta observar o número de criação de redes sociais que não para de crescer.<br>&nbsp;O espaço virtual e o real estão cada vez mais interligados, arrisco-me a dizer que um dia será possível dizer que a ficção de ontem é a realidade do amanhã.&nbsp;<br></sup><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 18:48:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inclusão Digital, Acessibilidade na Web e Tecnologia Assistivas</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2381607159</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Este foi o materia eloborado no trabalho da disciplina, para auxiliar pessoas com deficiencia fisicas no membros inferiores.</sup><br><sup>Link: https://www.youtube.com/watch?v=y5y8BSviDQM</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=y5y8BSviDQM" />
         <pubDate>2022-11-13 15:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia, Educação e Sociedade</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2385383894</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Técnica da Controvérsia<br>&nbsp;<br>&nbsp;Um vídeo trabalhando em sala de aula a técnica da controvérsia,<br>com o tema, A Transposição do Rio São Francisco.<br><br>Link: https://www.youtube.com/watch?v=BheEtVlFhc0</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 19:05:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia, Educação e Sociedade</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2385395176</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Pesquisa realizado sobre cientistas mulheres, negros e desconhecidos por estarem fora do padrão aceitável pela sociedade racista, machista e preconceituosa, esbanjam talentos, que ainda não conhecemos?</sup><strong><br></strong><br><sup>Nome: Jaqueline Goes de Jesus<br>&nbsp;Idade: 33 anos<br>&nbsp;Jaqueline Goes de Jesus é professora e biomédica do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT/USP) e integrou a equipe responsável pelo sequenciamento genético do novo coronavírus ainda nos primeiros casos de covid-19.<br>&nbsp;De origem de um bairro pobre de periferia da Bahia, como toda criança negra sofreu preconceitos, desde a infância, sempre estudando em escola públicas, ouvindo falar das pautas sociais e políticas, após compreender qual era o seu papel dentro de sua própria formação, ingressou no curso de biomedicina da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, em Salvador (BA), sendo lá o ponto de partida da sua iniciação científica, doutorada em patologia humana.<br>&nbsp;Jaqueline relatou em uma entrevista que, durante sua trajetória, enfrentou muitas dificuldades por ser negra. “Só fui perceber que era por conta da cor da minha pele muito tempo depois. Eu era uma aluna dedicada, estava em uma posição de destaque, e ainda assim percebia diferença de tratamento, de comportamento, de certos professores e funcionários. E não entendia por quê”.<br>&nbsp;Foi aprovada em primeiro lugar para o mestrado em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa da Fiocruz da Bahia trouxe vantagens, como o acesso a uma bolsa de estudos e a oportunidade de galgar outros espaços, visto que foi convidada a estudar na Universidade de São Paulo (USP). Durante o seu doutorado, no final de 2015 e início de 2016, foi convidada a colaborar com os estudos de mapeamento genômico dos vírus da zika e chikungunya no Brasil, época em que eclodiram os casos dessas doenças no país.<br>&nbsp;Nos primeiros meses de 2020, Jaqueline participou do sequenciamento do novo coronavírus como uma forma de preparação do país para o cenário pandêmico. “Quisemos mostrar para o Brasil o que a ciência estava fazendo naquele momento. Infelizmente, precisamos passar por uma pandemia para reconhecer o papel e o valor do cientista. Independentemente do nível que for, todos nós contribuímos e, em muitos aspectos, somos a base para essa ciência”, completa.<br>&nbsp;Jaqueline com suas conquistas e visibilizada no âmbito nacional e internacional, abriu espaço para muitas outras cientistas, negras ou não, falarem sobre os seus trabalhos.&nbsp;<br><br>Abaixo link sobre materias sobre Jaqueline Goes de Jesus<br><br>Link: http://conselho.saude.gov.br/ultimas-noticias-cns/2251-jaqueline-goes-de-jesus-cientista-que-mapeou-o-genoma-do-coronavirus-e-homenageada-pelo-cns<br><br>Link: http://portal.sbpcnet.org.br/noticias/jaqueline-goes-de-jesus-fala-sobre-ciencia-desafios-e-representatividade-no-programa-bate-papo-com-ciencia/<br><br>Link: https://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2021/08/04/barbie-brasileira-biomedica-que-ajudou-a-sequenciar-dna-do-coronavirus-e-homenageada-com-boneca.ghtml</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 19:13:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão Digital, Acessibilidade na Web e Tecnologia Assistivas</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2385470483</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Caros colegas, realizei a instalação dos três aplicativos propostos, mais realizei um teste do </sup><a href="https://moodle.ifrj.edu.br/mod/url/view.php?id=13441"><sup>Balabolka</sup></a><sup>, pois achei muito interessante sua proposta, de transcrever da escrita para áudio os textos nele inserido, auxiliando as pessoas com problemas de visão, a escutarem textos escritos não necessária mente sendo em na escrita em braille, mais sim na convencional. O som é bom, dando a opção de configurar a velocidade da fala. Este programa também pode ser usado por inúmeras outras pessoas para auxiliar na leitura de texto longos, que antes poderia ser cansativos.<br>Mais ainda existe inumeros software para ser utilizados, como&nbsp; o NDVA e o Dosvox, muito bons.</sup></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 20:06:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ética e Direito Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2417724545</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Direito Digital</strong><sup><br></sup><br></div><div><sup>Direito Digital é uma releitura do Direito motivada pelo impacto da internet na sociedade. É a evolução do Direito em si, ao incorporar novos institutos e elementos para o pensamento jurídico e em todas suas especialidades.<br></sup><br></div><div><sup>Essa é a definição da advogada Patrícia Peck Pinheiro, referência nacional em Direito Digital e professora da especialização </sup><a href="https://posdigital.pucpr.br/cursos/direito-4-0-direito-digital-protecao-de-dados-e-ciberseguranca"><strong><sup>Direito 4.0: Direito Digital, Proteção de Dados e Cibersegurança</sup></strong></a><sup> da </sup><strong><sup>Pós PUCPR Digital.<br></sup></strong><br></div><div><sup>Em seu livro </sup><a href="https://books.google.com.br/books?id=1j9nDwAAQBAJ&amp;lpg=PP1&amp;hl=pt-BR&amp;pg=PP1#v=onepage&amp;q&amp;f=false"><sup>“Direito Digital”</sup></a><sup>, Pinheiro esclarece que não está falando de um novo ramo do Direito e, sim, de uma transformação do meio jurídico às mudanças sociais. Para ela, a questão não é criar uma infinidade de novas leis, pois o ritmo da evolução tecnológica sempre será mais acelerado do que a atividade legislativa. O Direito deve refletir as grandes mudanças culturais e comportamentais vividas pela sociedade, bem como seus profissionais devem estar atentos às mudanças.<br></sup><br></div><div><sup>Em outras palavras, o Direito Digital não é uma área finalística do Direito. É uma especialidade que reúne competências que tem como objetivo unir, por exemplo, o Direito Civil, Direito Penal, Direito Empresarial e Direito Tributário às novas tecnologias.<br></sup><br></div><div><sup>Não existe um tribunal específico no Brasil que julgue delitos no ambiente virtual. No entanto, a Polícia Civil já tem núcleos dedicados ao combate de cibercrimes espalhados pelo país.<br></sup><br></div><div><sup>O Direito Digital está presente em todo o meio jurídico, a partir de duas abordagens:<br></sup><br></div><ul><li><strong><sup>Legislativa:</sup></strong><sup> criação de regulamentação e leis que estabeleçam boas práticas e condutas online, além de definir novos tipos penais para punir crimes cometidos no ambiente virtual.</sup></li><li><strong><sup>Interpretativa:</sup></strong><sup> como aplicar as leis que já existem em situações ocorridas no ambiente virtual.</sup></li></ul><div><sup>O que isso significa na prática? Que os profissionais que atuam com Direito Digital devem criar novos instrumentos que assegurem à sociedade o direito à privacidade, a proteção do direito autoral, o direito de imagem, a garantir da propriedade intelectual, a segurança da informação, a punição de cibercrimes e o respeito a acordos e parcerias estratégicas.<br></sup><br></div><div><sup>A área tende à autorregulamentação, ou seja, são os participantes diretos do assunto em questão que criam as regras, com o intuito de oferecer soluções práticas que acompanhem o dinamismo da tecnologia.<br></sup><br></div><div><sup>Principais características do Direito Digital<br></sup><br></div><ul><li><sup>Celeridade</sup></li><li><sup>Dinamismo</sup></li><li><sup>Autorregulamentação</sup></li><li><sup>Poucas leis</sup></li><li><sup>Base legal na prática costumeira</sup></li><li><sup>Uso da analogia e solução por arbitragem</sup></li></ul><div><sup>Patrícia Peck Pinheiro explica que, para lidar com as questões do dia a dia, o Direito Digital deve relacionar o Direito Codificado com o Costumeiro. Este é adequado para a sociedade tecnológica em que vivemos por reunir generalidade, uniformidade, continuidade, durabilidade e notoriedade. Duas práticas jurídicas também devem ser acrescentadas ao Direito Digital: a analogia e a arbitragem.<br></sup><br></div><div><sup>O principal argumento para recorrer ao Direito Costumeiro é a flexibilidade, pois, no mundo digital, a jurisprudência via Tribunais não é criada em tempo hábil para o ritmo acelerado em que vivemos. Em resumo, no Direito Digital, a norma deve ser genérica, aplicada no caso concreto pelo uso da analogia e da arbitragem. O árbitro deve ser um profissional atualizado com as transformações digitais em curso.</sup></div><div><strong><sup>Ramos de atuação no Direito Digital</sup></strong></div><div><sup>Agora que você já sabe o conceito de Direito Digital, deve estar se perguntando sobre a atuação prática de um advogado especializado na área. Ela é vasta, mas podemos dividir os ramos de atuação no Direito Digital em cinco grandes categorias:</sup></div><div><sup>1. Contencioso</sup></div><div><sup>O advogado especialista em Direito Digital atua em causas cíveis envolvendo invasão de privacidade, como vazamento de dados e fotografias para expor um indivíduo. Ele também atua em ações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e de propriedade intelectual.</sup></div><div><sup>2. Consultivo</sup></div><div><sup>A demanda por especialistas em Direito Digital para prestar consultoria a pequenas, médias e grandes empresas aumentou ainda mais com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. E-commerces, startups e organizações tradicionais precisam de um suporte jurídico para se adequar às mudanças. Por isso, se você imagina atuar como consultivo, deve dominar o funcionamento dos negócios digitais.</sup></div><div><sup>3. Criminal</sup></div><div><sup>Segundo o Direito Penal, um crime é composto pelo fato, a ilicitude e a culpabilidade. A mesma lógica é válida para o Direito Digital, o que muda é o ambiente onde o crime ocorre e a ferramenta utilizada. No meio online, um crime pode ser o furto e vazamento de informações, a injúria, o estelionato e o stalking. O desrespeito ao Direito do Consumidor também é frequente no meio online.</sup></div><div><sup>Na área de segurança da informação, o especialista em Direito Digital deve conhecer os três tipos de ameaças mais comuns. Segundo a Kaspersky, são:</sup></div><ul><li><strong><sup>Crime virtual:</sup></strong><sup> cibercriminosos buscam ganhos financeiros com o ataque.</sup></li><li><strong><sup>Ataque cibernético:</sup></strong><sup> indivíduos ou grupos de hackers realizam ataques com motivação política.</sup></li><li><strong><sup>Terrorismo cibernético:</sup></strong><sup> causar pânico ou medo é o objetivo dos ataques hackers.</sup></li></ul><div><sup>4. Contratual</sup></div><div><sup>Os contratos que regulam as relações entre empresas, fornecedores e clientes também precisaram ser atualizados para acompanhar a transformação digital. O especialista em Direito Digital é o profissional jurídico indicado para elaborá-los.</sup></div><div><sup>5. Compliance</sup></div><div><sup>A cultura da prevenção de problemas é anterior à digitalização das organizações. O que as novas tecnologias trouxeram foram novos desafios aos departamentos jurídicos especializados em compliance, que precisam orientar colaboradores sobre boas práticas e ficar atentos aos órgãos fiscalizadores.<br><br>Fonte:&nbsp; https://posdigital.pucpr.br/blog/direito-digital</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-12 13:05:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ética e Direito Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Os cincos marcos do Direito Digital no Brasil<br></sup></strong><br></div><div><sup>Apesar de não ter uma legislação específica, o Direito Digital conta com alguns marcos legislativos que exemplificam a adaptação do meio jurídico às mudanças da sociedade. Conheça 5 deles logo mais.</sup></div><div><sup>1. Lei Carolina Dieckmann (Lei Nº 12.737/2012)</sup></div><div><sup>A atriz Carolina Dieckmann teve fotos íntimas roubadas e vazadas em 2012, caso que deu o nome popular à </sup><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12737.htm"><sup>Lei 12.737/2012</sup></a><sup>, sancionada em 30 de novembro de 2012. A lei tipificou delitos ou crimes informáticos, descritos nos artigos 154-A, 266 e 298 como:</sup></div><ul><li><sup>Invasão de dispositivo informático;</sup></li><li><sup>Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública;</sup></li><li><sup>Falsificação de documento particular e de cartão.</sup></li></ul><div><sup>O artigo 154-A foi acrescentado ao Código Penal brasileiro, criminalizando assim a invasão de computadores, tablets e smartphones com o fim de obter, adulterar ou destruir dados sem a autorização do dono do dispositivo.</sup></div><div><sup>2. Lei do E-commerce (Decreto nº 7.962/2013)</sup></div><div><sup>O decreto </sup><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/decreto/d7962.htm"><sup>nº 7.962 de 2013</sup></a><sup> estabeleceu as normas para o comércio eletrônico, independentemente do tamanho da empresa. As regras, na prática, reiteraram a importância de se respeitar o Código de Defesa do Consumidor no meio virtual.</sup></div><div><sup>As principais regras da Lei do E-commerce são:</sup></div><ul><li><sup>Exibir informações claras e objetivas sobre os produtos, serviços e empresa;</sup></li><li><sup>Direito ao arrependimento por parte do consumidor;</sup></li><li><sup>Oferecer atendimento facilitado e de qualidade.</sup></li></ul><div><sup>3. Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/14)</sup></div><div><sup>Aprovado em 2014, o Marco Civil da Internet estabelece como os direitos de todo cidadão seriam protegidos no meio virtual, em especial a internet. Um dos idealizadores do documento, aliás, é Ronaldo Lemos, professor dos cursos de pós-graduação em Direito da </sup><strong><sup>Pós PUCPR Digital</sup></strong><sup>. Entre eles estão a liberdade de expressão, a privacidade, a defesa do consumidor e a proteção de liberdade.</sup></div><div><sup>Para isso, a </sup><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm"><sup>Lei nº 12.965/14</sup></a><sup> prevê a responsabilização dos que atuam de forma lesiva aos direitos previstos na Constituição, inclusive os provedores de aplicação de internet, como a Google.</sup></div><div><sup>O advogado especialista em Direito Digital deve ter um conhecimento profundo do Marco Civil da Internet, mesmo que ele traga direitos já consolidados no ordenamento jurídico do país.</sup></div><div><sup>4. Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018)</sup></div><div><sup>A </sup><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm"><sup>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</sup></a><sup> estabelece como os dados pessoais dos usuários devem ser armazenados, protegidos e usados por empresas, pessoas e órgãos públicos. A legislação é válida em todo o território nacional e garante a privacidade da população, ao impedir que bases de contatos circulem livremente entre entidades privadas.</sup></div><div><strong><sup>&gt;&gt;&gt;</sup></strong><sup> </sup><a href="https://posdigital.pucpr.br/blog/lgpd"><sup>Confira nosso artigo sobre o histórico e os impactos da LGPD no Brasil.</sup></a></div><div><sup>5. Lei do Stalking (Lei 14.132/2021)</sup></div><div><sup>Em abril de 2021 foi sancionada a </sup><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.132-de-31-de-marco-de-2021-311668732"><sup>Lei 14.132</sup></a><sup>, que altera o Código Penal para incluir a pena de reclusão de 6 meses a 2 anos e multa para quem praticar o stalking. O termo se refere ao crime de perseguição reiterada e ameaça à integridade física e psicológica de um indivíduo, seja no meio físico ou virtual.</sup></div><div><sup>O cyberstalking se tornou um problema frequente na sociedade atual, em especial no WhatsApp e nas redes sociais. Antes, esse tipo de perseguição era considerado uma contravenção penal, que previa o crime de perturbação da tranquilidade alheia.&nbsp;<br><br>Fonte: https://posdigital.pucpr.br/blog/direito-digital</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-12 13:11:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ética e Direito Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2417745859</link>
         <description><![CDATA[<div>Fake News<br><br><sup>Fake News são notícias falsas publicadas por veículos de comunicação como se fossem informações reais. Esse tipo de texto, em sua maior parte, é feito e divulgado com o objetivo de legitimar um ponto de vista ou prejudicar uma pessoa ou grupo (geralmente figuras públicas).<br><br>As Fake News têm um grande poder viral, isto é, espalham-se rapidamente. As informações falsas apelam para o emocional do leitor/espectador, fazendo com que as pessoas consumam o material “noticioso” sem confirmar se é verdade seu conteúdo.<br><br>O poder de persuasão das Fake News é maior em populações com menor escolaridade e que dependem das redes sociais para obter informações. No entanto, as notícias falsas também podem alcançar pessoas com mais estudo, já que o conteúdo está comumente ligado ao viés político.<br><br></sup><strong><sup>Como surgiu o termo Fake News ?</sup></strong><sup><br><br>O termo Fake News ganhou força mundialmente em 2016, com a corrida presidencial dos Estados Unidos, época em que conteúdos falsos sobre a candidata Hillary Clinton foram compartilhados de forma intensa pelos eleitores de Donald Trump.<br><br>Apesar do recente uso do termo Fake News, o conceito desse tipo de conteúdo falso vem de séculos passados e não há uma data oficial de origem. A palavra “fake” também é relativamente nova no vocabulário, como afirma o Dicionário Merriam-Webster. Até o século XIX, os países de língua inglesa utilizavam o termo “false news” para denominar os boatos de grande circulação.<br><br>As Fakes News sempre estiveram presentes ao longo da história, o que mudou foi a nomenclatura, o meio utilizado para divulgação e o potencial de persuasão que o material falso adquiriu nos últimos anos.<br><br>Muito antes de o Jornalismo ser prejudicado pelas Fake News, escritores já propagavam falsas informações sobre seus desafetos por meio de comunicados e obras. Anos mais tarde, a propaganda tornou-se o veículo utilizado para espalhar dados distorcidos para a população, o que ganhou força no século XX.<br><br></sup><strong><sup>Como funcionam as Fake News ?<br><br></sup></strong><sup>A produção e veiculação de Fake News constituem um verdadeiro mercado, conforme mostra o especial do jornal Correio Braziliense (para ter acesso à matéria completa, clique aqui). Esse universo é alimentado por pessoas de grande influência, geralmente políticos em campanha eleitoral, que contratam equipes especializadas nesse tipo de conteúdo viral. Essas equipes podem ser compostas por ex-jornalistas, publicitários, profissionais de marketing, profissionais da área de tecnologia e até mesmo policiais, que garantem a segurança da sede e dos equipamentos utilizados.<br><br>Alguns produtores de Fake News compram ilegalmente os endereços de e-mail e números de telefone celular de milhões de pessoas para “disparar” o conteúdo falso. Existe a preferência por contatos de líderes religiosos ou de movimentos políticos, já que eles repassam aos seus seguidores e pedem que a informação (tida como verdadeira) seja compartilhada.<br><br>Nas redes sociais, são criados perfis falsos (com fotos, dados pessoais e publicações diárias) que começam a interagir com outras pessoas para dar veracidade. Depois, os perfis começam a espalhar notícias e vídeos de sites falsos e incentivam seus contatos a fazerem o mesmo.<br><br>Os sites que contêm as Fake News, em sua maioria, também são parte da estratégia das equipes especializadas nesse serviço. Os responsáveis pelas informações virais compram domínios de páginas e adotam uma identidade visual semelhante à do alvo (partido político, por exemplo), começam com publicações por vezes verdadeiras e, assim, atraem seu público. Com o ganho de relevância nos sites de busca, os produtores de Fake News passam a publicar informações falsas como se fossem reais.<br><br>Os contratantes investem altos valores para que as notícias falsas sejam produzidas e veiculadas de forma sigilosa e sem deixar rastros para possíveis investigações. Existem gastos com alojamento temporário e com produtos como celulares pré-pagos e computadores, os quais são jogados fora após a produção das notícias.<br><br>Pagamentos que são feitos costumam sair de cartões recarregáveis para que não haja rastreamento. É comum a prática de utilizar o CPF das pessoas a serem difamadas para que os cartões possam ser cadastrados e utilizados. Segundo a matéria do Correio Braziliense, a tática faz com que a vítima que decida investigar a movimentação acabe chegando ao seu próprio documento, impedindo-a de continuar a procura pelos criminosos.<br><br>Para evitar a perseguição, os produtores mudam de local constantemente, assim como os profissionais de tecnologia da equipe alteram o IP (tipo de endereço do computador). O conteúdo produzido é guardado nas chamadas “nuvens”.<br><br>O alto investimento em tecnologia e a adoção de estratégias para evitar identificação de quem contrata o serviço e das pessoas que o fazem são medidas que dificultam o rastreamento dos disseminadores de Fake News. Além da dificuldade de localização dos culpados, a legislação brasileira não tem uma punição exclusiva para esse tipo de crime.<br><br>Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/o-que-sao-fake-news.htm<br><br></sup><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-12 13:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ética e Direito Digital</title>
         <author>marciolctavarez</author>
         <link>https://padlet.com/marciolctavarez/p39oyxik58wg24az/wish/2440054110</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ética, que caminho a seguir ?</strong><br><br><sup>Falta de privacidade, problemas na segurança, violação de direitos autorais e aumento de crimes cibernéticos são apenas alguns dos problemas que vemos despontar toda vez que uma nova tecnologia surge. Especialistas e usuários de TI acabam sem saber como lidar com esses desafios e muitas vezes são surpreendidos da pior maneira possível.<br></sup><br></div><div><sup>Em 2018, vimos o escândalo envolvendo o Facebook e o Cambridge Analytica. Infelizmente, nada garante que algo parecido não vá ocorrer. Ou que um outro problema venha a surgir. Por exemplo, quantas vezes você clicou em um termo de aceite sem se preocupar em ler o documento inteiro? Fazemos isso por confiarmos no “humano” que está do outro lado e por entendermos que existe – ou pelo menos deveria existir – </sup><strong><sup>ética na Tecnologia da Informação</sup></strong><sup>.<br></sup><br></div><div><sup>Por que precisamos falar sobre Ética na Tecnologia da Informação?<br></sup><br></div><div><strong><sup>Só porque você pode fazer algo não significa que deve fazer</sup></strong><sup>. Como profissionais de TI temos a possibilidade de acessarmos o que não nos diz respeito e, em muitos casos, temos conhecimento para “violar” alguns padrões.&nbsp;<br><br>É nossa responsabilidade agir de maneira ética no desempenho de nossos deveres de trabalho. Do contrário, corremos o risco de perder a confiança do usuário do outro lado e, como você sabe, sem essa confiança é impossível desempenharmos nossas funções com eficiência.<br></sup><br></div><div><sup>Um dos fóruns mais conhecidos entre os especialistas de TI é a QCON Conference, realizada em Londres. O tema “ética na Tecnologia da Informação” é tão relevante especialmente nos dias atuais que inclusive fez parte da agenda do evento realizado em 2018.<br></sup><br></div><div><sup>E engana-se quem pensa que o assunto começou a ser discutido agora. Conforme conta Dora Kaufman em artigo publicado no Valor Econômico, o filósofo sueco Nick Bostrom, no artigo “The Ethics of Artificial Intelligence”, disse, em 2011, que:</sup></div><div><sup>“Podemos alterar, copiar, encerrar, apagar ou utilizar programas de computador tanto quanto nos agradar […] As restrições morais a que estamos sujeitos em nossas relações com os sistemas contemporâneos de IA (</sup><em><sup>Inteligência Artificial</sup></em><sup>) são todas baseadas em nossas responsabilidades para com os outros seres”.</sup></div><div><sup>Essas “responsabilidades para com os outros seres” não estão só no campo da Inteligência Artificial, mas também quando disponibilizamos um termo de aceite para um usuário, por exemplo. Ou, quando por meio da ciência de dados em conjunto com a IA atravessamos uma linha tênue entre o que é ético e o que pode resultar em problemas à segurança e privacidade das pessoas. A discussão, como comentei, não é recente, mas vejo que temos muito que analisar especialmente face às novas tecnologias.&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>Por fim…<br></sup><br></div><div><sup>A ética na Tecnologia da Informação, assim como em tudo na vida, tem a ver com o certo e errado para orientarmos nosso comportamento. Na TI, a ética deve, acima de tudo, </sup><strong><sup>salvaguardar a sociedade através do uso responsável dos sistemas de informação</sup></strong><sup>. Como profissionais da área temos o nosso código de ética, mas precisamos estender a conduta para todas as áreas, para que tenhamos em mente que o </sup><strong><sup>direito à privacidade e o cuidado ao manusearmos informações são fundamentais</sup></strong><sup>.&nbsp;<br><br>Fonte: https://www.scurra.com.br/blog/hora-de-falar-sobre-etica-na-tecnologia-da-informacao/</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-10 22:15:08 UTC</pubDate>
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