<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A Abolição a escravização. by Luana Santos</title>
      <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py</link>
      <description>Tema abordado para serie de 9° ano.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-26 20:12:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-08 07:05:18 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Escravização</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661371190</link>
         <description><![CDATA[<div>A escravização começou por volta de 1530, quando os portugueses quiseram colonizar o Brasil, eles trouxeram os africanos para "ajudar" os indígenas a explorar as novas terras encontradas que futuramente seria chamada de Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://i1.wp.com/www.guiaestudo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/escravid%C3%A3onobrasil.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:22:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661371190</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Escravização no Brasil</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661373019</link>
         <description><![CDATA[<div>A escravização no Brasil foi muito cruel e a quantidade de africanos que foram trazidos durante três séculos foi tão grande que a imagem do trabalhador escravo em nosso país associou-se com a cor de pele do africano. Isso ficou evidente o racismo que estava por trás da escravidão em nosso país.&nbsp;</div><div>Nosso país foi o que mais recebeu africanos para serem escravizados ao longo de três séculos em todo o continente americano. A vida de um escravo era dura e era marcada pela violência dos senhores e das autoridades coloniais. A jornada diária de trabalho poderia se estender por até 20 horas por dia e o trabalho no engenho era mais pesado e perigoso que trabalhar nas plantações.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://4.bp.blogspot.com/-JMLbL9vSD5s/Tc18_OT8V_I/AAAAAAAAAH4/Rj5P28zdvzI/s1600/DSC00152.JPG" />
         <pubDate>2021-07-26 20:25:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661373019</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abolição da escravização</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661374394</link>
         <description><![CDATA[<div>A abolição da escravatura aconteceu em 13 de maio de 1888 e foi resultado de intensa mobilização pelo decreto da Lei Áurea, que pôs fim à escravidão no Brasil. Entretanto, a abolição, não foi repercutida de uma maneira igualitária para homens e mulheres, foram muitas as dificuldades encontradas depois de assinada a Lei Aurea para a população negra em geral, as condições dos ex escravos buscando seu espaço para ser inseridos numa sociedade que somente os descriminavam e os empurravam para o mais distantes possível.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://s3.amazonaws.com/img.portalmarcossantos.com.br/wp-content/uploads/2018/05/13123619/algemas-negros-libertacao-escravos.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:28:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661374394</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leis que ajudaram as pessoas que eram escravizadas</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661376311</link>
         <description><![CDATA[<div>Lei do Ventre Livre: Essa lei declarava que todo nascido de escrava, a partir de 1871, seria declarado livre, mas desde que prestasse um tempo de serviço, sendo libertado com oito anos (com indenização) ou com vinte e um anos (sem indenização).&nbsp;</div><div>Essa lei foi decretada para atender uma série de interesses dos donos de escravos, mas foi utilizada frequentemente por advogados e rábulas (advogado sem formação acadêmica) abolicionistas na defesa dos escravizados. Essa atuação na lei foi uma das formas de resistência popular contra a instituição da escravidão em nosso país. Lei dos Sexagenários: escravos com mais de 60 anos seriam libertos após realizarem trabalhos por mais três anos como forma de indenização aos senhores. O escravo que conseguisse a libertação, era obrigado a se instalar na cidade, na qual foi alforriado, por mais cinco anos, ela foi criada em 1885.<br>A Lei Áurea<strong> </strong>(Lei nº 3.353), foi sancionada pela Princesa Dona Isabel, filha de Dom Pedro II, no dia 13 de maio de 1888.</div><div>A lei deu liberdade total aos escravos que ainda existiam no Brasil, um pouco mais de 700 mil, abolindo a escravidão no país.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://etalent.com.br/wp-content/uploads/2019/11/307642-quais-sao-as-principais-leis-trabalhistas-que-um-gestor-de-rh-precisa-conhecer.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:33:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661376311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Movimentação contra a escravização</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661377844</link>
         <description><![CDATA[<div>Os escravos que fugiam abrigavam-se em quilombos que, na segunda metade do século XIX, se espalharam pelo país, sobretudo em regiões como Santos e o Rio de Janeiro. Em um desses quilombos – o Quilombo do Leblon – surgiu o símbolo do movimento abolicionista na década de 1870 e 1880: a camélia branca. Outro Quilombo que tinha era o Quilombo dos Palmares em 1640, havia nove aldeias em Palmares: Andalaquituche, Macaco, Subupira, Aqualtene, Dambrabanga, Zumbi, Tabocas, Arotirene e Amaro.</div><div>O processo de perseguição ao Quilombo dos Palmares aumentou com a expulsão dos holandeses. Em 1670, os portugueses passaram a atacar as aldeias. Em 1694, o quilombo foi destruído, com a morte de seu último rei, Zumbi.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://cdn.quizzclub.com/trivia/2020-10/que-lei-proibiu-a-escravizacao-dos-indios-no-brasil-colonial.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:37:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661377844</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Camélia Branca</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661379678</link>
         <description><![CDATA[<div>A camélia branca era uma flor cultivada pelos quilombolas do Quilombo do Leblon e tornou-se um símbolo do abolicionismo no Brasil. Nesse quilombo, os escravos cultivavam camélias brancas para vender e, com o tempo, essa flor tornou-se símbolo da causa. Isso foi resultado da propaganda abolicionista e, segundo as historiadoras Lilia Schwarcz e Heloísa Starling afirmaram, “portar uma camélia na botoeira do paletó ou cultivá-la no jardim de casa era gesto político”. Esse gesto demonstrava que a pessoa apoiava a causa abolicionista.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.homeit.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Cam%C3%A9lia3.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:41:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661379678</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Frente Negra Brasileira</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661381540</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1931, é fundada a Frente Negra Brasileira (FNB), trouxe milhares de pessoas negras e transformando o movimento negro do Brasil em um movimento de massa, onde as mulheres não tinham apenas presença simbólica, mas ativa dentro da organização.&nbsp;</div><div>A luta do movimento feminista é grande. Reivindica igualdade de salários e direitos, oportunidades iguais para homens e mulheres, reconhecendo que ambos têm as mesmas capacidades físicas e mentais para o desempenho das diversas funções.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://p2.trrsf.com/image/fget/cf/460/0/images.terra.com/2020/06/13/112834316foto2.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:46:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661381540</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desigualdades</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661383045</link>
         <description><![CDATA[<div>Desigualdades são altíssimas entre mulheres brancas e mulheres negras, porém através do Feminismo Negro, hoje elas possuem mais espaço e visibilidade inclusive nos meios de comunicação. A união dessas mulheres fortalece sua luta, amplia seus espaços de participação na sociedade e traz à tona a emergência de ações voltadas à associação da luta de classes, combate ao machismo e racismo, já que a situação da mulher negra na sociedade brasileira, assim como na sociedade mundial, perpassa pelas mais variadas formas de discriminação.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Se para os homens já era bastante difícil a luta por emprego moradia e sobrevivência, com as mulheres o sonho de liberdade ficou ainda bem distante, quando em comparação ao gênero masculino, podemos encontrar na historiografia que elas foram desvalorizadas e empurradas para um contexto de descriminação e preconceito que as acompanharia em toda suas trajetória de vida, inclusive deixando uma herança para as suas descendência, uma luta em busca dos seus direitos que, até os dias de hoje ainda são empurradas para a marginalização, numa sociedade que sempre as olharam como indivíduos sem autonomia sem direito ao seu corpo, trabalho e filhos.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ibahia.com/fileadmin/representativas/pics/desigualdades.jpg" />
         <pubDate>2021-07-26 20:49:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661383045</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Filme Ôri</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661385148</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme faz um panorama social, político e cultural do país, em busca de uma identidade que contemple também as populações negras, e mostrando a importância dos quilombos na formação da nacionalidade. A palavra Ôrí, significa cabeça, consciência negra, e é um termo de origem Yoruba (ref. à África Ocidental).<br>Ôrí recupera junto aos movimentos negros a imagem do "herói civilizador" <strong>Zumbi de Palmares</strong> para uma identificação positiva do homem negro na modernidade. A comunidade negra aparece em sua relação com o tempo, o espaço e a ancestralidade, através da concepção do projeto de Beatriz que vê o "quilombo" como correção da nacionalidade brasileira.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xKjKGeg-t1s" />
         <pubDate>2021-07-26 20:54:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661385148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Música</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661392118</link>
         <description><![CDATA[<div>O clipe dirigido por Levi Vatavuk, que também assinou o roteiro ao lado de Vinícius Vitti e teve a produção da <em>Dogs Can Fly</em> se passa durante o período da escravidão e apresenta a fuga de um escravo, a luta dos escravizados pela sobrevivência e a violência e as humilhações a que eles eram submetidos.&nbsp;</div><div>Para o líder do grupo, Renan Inquérito, o curta é parte de uma reflexão. “Queremos questionar o que mudou de 1850 para 2015. Quando você vê um homem de pele negra sendo açoitado por um capitão do mato, o que isso te faz pensar? A polícia, com seus coturnos pretos, mata igualmente nas periferias. E quem morre é a juventude negra do Brasil. Quando discute-se reduzir a maioridade penal, fecham-se escolas, constroem-se presídios, estão nos obrigando a uma escravidão consentida, a ficar na senzala, a viver das migalhas do homem branco e o clipe vem pra mostrar que tiramos a venda que nos cega. Que não vamos aceitar e que vamos usar a arte para denunciar o racismo e a violência”, destacou.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=GJpvK7CjIvo" />
         <pubDate>2021-07-26 21:13:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1661392118</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A abolição</title>
         <author>joselene2017araujo</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1668896443</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A abolição não foi uma ação benevolente da monarquia brasileira, mas sim o resultado de diversos fatores, incluindo muita mobilização social ao longo do século 19. A princesa Isabel foi exaltada e estampou inúmeros retratos como heroína da abolição. No entanto, pouco se conhece ou se fala sobre as pessoas negras que já lutavam bravamente pelo fim da escravidão muitos anos antes. Homens negros como Luís Gama ou André Rebouças costumam ser mais lembrados, mas a trajetória de mulheres negras abolicionistas aparece pouco na história "oficial' do Brasil.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://static.todamateria.com.br/upload/pr/in/princesa-isabel-og.jpg" />
         <pubDate>2021-08-04 13:26:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1668896443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que os africanos trouxeram</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670165202</link>
         <description><![CDATA[<div>Os africanos trouxeram consigo sua religião - o candomblé - e sua cultura, que inclui as comidas, a música, o modo de ver a vida e muitos dos seus mitos e lendas. Trouxeram ainda - é claro - as línguas e dialetos que falavam. Os povos bantos, que habitavam o litoral da África, falavam diversas línguas (como o quicongo, o quimbundo e o umbundo). Muitos vocábulos que nós usamos frequentemente vieram desses idiomas. Quer exemplos? "Bagunça", "curinga", "moleque", "dengo", "gangorra", "cachimbo", "fubá", "macaco", "quitanda"....</div>]]></description>
         <enclosure url="http://3.bp.blogspot.com/-rtmKuEVXD60/UZLF1_WQ5OI/AAAAAAAAAEo/yvEdNkhxhPA/s1600/Cultura-Africana.jpg" />
         <pubDate>2021-08-05 16:05:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670165202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mulheres negras que dedicaram à vida à luta pela libertação das pessoas negras escravizadas no Brasil.</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670173070</link>
         <description><![CDATA[<div>Luíza Mahin&nbsp;</div><div>Mãe do poeta e abolicionista Luís Gama – principal fonte dos registros históricos de sua existência - Luíza Mahin foi ex-escrava e teve papel fundamental nas revoltas dos negros que aconteceram na Bahia do século XIX, sendo a Revolta dos Malês, de 1835, a principal delas. Sua casa foi quartel-general de todos os levantes.&nbsp;</div><div>São poucos os registros históricos de suas origens e de sua atuação. Há controvérsias sobre seu local de nascimento, mas as principais evidências apontam que ela percentia à nação nagô-jeje, da tribo Mahi, e que teria sido princesa na África. Escravizada no Brasil, tornou-se livre por volta de 1812.&nbsp;</div><div>Não se sabe ao certo o que aconteceu com ela após as perseguições que sofria por ser negra e abolicionista, mas em carta, Luís Gama conta que a mãe fugiu para o Rio de Janeiro, foi capturada e deportada de volta para a África.&nbsp;</div><div><br>Adelina, a charuteira&nbsp;</div><div>Nascida em São Luís do Maranhão, Adelina era filha bastarda e escrava do próprio pai. Suas datas de nascimento e morte são desconhecidas, assim como seu sobrenome. De acordo com sua biografia contada no "Dicionário Mulheres do Brasil", ela sabia ler e escrever, mas aos 17 anos não viu cumprida a pro demessa de libertação feita pelo pai. Na adolescência, passou a vender os charutos produzidos pelo pai nas ruas e no comércio de São Luís.&nbsp;</div><div>Em sua peregrinação pela cidade, procurava parar no Largo do Carmo, onde os estudantes do Liceu se tornaram fregueses. Ali assistiu comícios abolicionistas e passou a frequentar as manifestações. Como conhecia a cidade como a palma da mão, Adelina facilitou a fuga de escravos ao antecipar ações da polícia para os ativistas que organizavam as ações, e ajudou diretamente alguns a escaparem.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/24424737-182-27a/FT460B/81392936.jpg" />
         <pubDate>2021-08-05 16:14:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670173070</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mulheres negras que dedicaram à vida à luta pela libertação das pessoas negras escravizadas no Brasil.</title>
         <author>luanaufcat</author>
         <link>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670176080</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Firmina dos Reis &nbsp;</div><div>Primeira romancista do Brasil e, provavelmente, primeira mulher negra a publicar um romance na América Latina, Maria Firmina dos Reis nasceu em 1822, no Maranhão. Seu clássico romance “Úrsula” (1859) é reconhecido como uma das primeiras narrativas de temática feminista e antiescravista da literatura brasileira, escrita por uma mulher negra em pleno período da escravidão. &nbsp;</div><div>Firmina, que chegou a lecionar para meninas e meninos na mesma sala de aula, uma inovação no século XIX, dizia que a mente não podia ser escravizada. Não se casou nem teve filhos naturais — somente adotivos. Bastarda, escreveu sobre as mazelas do mundo — a mendicância, a dor, a proscrição, o patriarcado, sobre cismas e queixas. &nbsp;</div><div>Experimentou diversas formas de expressão, da poesia à música popular. Compôs letra e música à tradição do bumba-meu-boi e um hino à liberdade dos escravos, para comemorar o Maio de 1888. Mas ainda há muitas lacunas a serem preenchidas na vida da escritora. Não há, por exemplo, um único retrato de Firmina, embora ela tenha vivido quase 100 anos, todos eles no lugarejo maranhense de Vila de Guimarães, onde morreu cega e pobre, em 1917.&nbsp;<br><br></div><div>Mariana Crioula&nbsp;</div><div>&nbsp;Mariana Crioula foi uma mulher escravizada e quilombola. Não se sabe ao certo sua data de nascimento. Vivia em Pati do Alferes, distrito da vila de Vassouras, região do Vale do Paraíba, no Rio de Janeiro. Era mucama e costureira de uma fazenda de café da região. Em novembro de 1938, Mariana participou da fuga liderada por Manuel Congo, considerada uma das maiores fugas de escravos da região fluminense.&nbsp;</div><div>Depois de tomarem o caminho da floresta nas montanhas da Mantiqueira, Mariana Crioula foi aclamada "rainha" do quilombo formado pelos fugitivos na serra. Foi presa no mesmo mês quando do ataque por tropas da Guarda Nacional, tendo, no entanto, resistido bravamente. Segundo os relatos registrados pelos oficiais da época, Mariana se colocou em frente dos revoltosos e bradou "Morrer, sim, se entregar, não!"&nbsp;<br><br></div><div>Dandara&nbsp;</div><div>Ao contrário da princesa Isabel, que teve sua história contada e seu rosto eternizado em pinturas que perpetuam a narrativa sobre seus feitos para o fim da escravidão, a trajetória de Dandara possui lacunas: seu rosto nunca foi registrado e não se sabe como eram as feições da mulher que lutou ao lado de Zumbi pela libertação dos negros.&nbsp;</div><div>Sem um título de nobreza ou um sobrenome para diferenciá-la dos demais, Dandara teve papel fundamental no funcionamento do Quilombo dos Palmares, onde participou de lutas de capoeira para defender o território das diversas tentativas de invasão. De acordo com os poucos registros históricos, ao lado do marido Zumbi, ela ajudou a constituir a organização social e econômica do quilombo.&nbsp;</div><div>Trazer ao conhecimento essas mulheres é poder ter uma compreensão da luta que elas enfrentaram, para alcançar os seus direitos que sabia que era possível, foram lideres num mundo de homens, não se conformaram com a vontade imposta, por aqueles que por causa de sua cor e por serem mulher poderiam traçar toda a sua existência e todo o seu destino&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria_Felipa_de_Oliveira-1.jpg" />
         <pubDate>2021-08-05 16:17:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanaufcat/p2txhwg30sb677py/wish/1670176080</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
