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      <title>Criação Padlet 3MA by Juliana Silva</title>
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      <description>Para realizar essa atividade, você deve construir um texto argumentativo, tente responder à seguinte questão : &quot;qual obra modernista apresentada nesta aula,  dialoga atualmente com os problemas atuais da nossa sociedade? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-06 19:17:18 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de Mural individual</title>
         <author>julianasilvaletras</author>
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         <description><![CDATA[<div>Instruções para realização desta atividade:<br>1.  Cada aluno deve criar neste mural um quadro;<br>2. Ao finalizar seu texto, faça um print, só por segurança;<br>3. Você deve inserir um título ao iniciar seu mural e entre parênteses deve criar um heterônimo. <br>A ideia é que ao final, você não coloque seu nome verdadeiro, mas sim, o  heterônimo criado por você.<br>EX: Modernismo  ( Psique)<br>4. Se você plagiar da internet, não obterá a pontuação da tarefa;<br>5. Ao construir seu texto seja coeso e coerente.<br>6. Você deve enviar um comentário particular para professora, seja pelo Google Classroom ou por e-mail, revelando a identidade do seu heterônimo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-06 19:25:54 UTC</pubDate>
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         <title>Seca antes e Seca depois (Paratus)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obra Sertões de Euclides da Cunha, apesar de ter sido produzida no ano de 1909, vemos bem até o momento e ainda no mesmo local, o Nordeste. A obra Sertões é composta de três partes: a terra, o homem e a luta, e é isso que se passa quando enxergamos o interior da região Nordeste. Na obra fala que os moradores dessas áreas sofrem com os aspectos geográficos, dificultando a sobrevivência, justamente por conta da seca. Hoje em dia ainda percebemos isso, e bastante. Praticamente todos os dias vemos nos jornais que os habitantes vêm sofrendo com a seca, e devido a seca perdem plantação, os seus gados morrerem de fome e sede e com isso mal conseguem se sustentar e acabam morrendo também. Então os dias são uma luta diária para essa população que sofre com a seca. Euclides também fala de como os nordestinos do interior são tratados como ignorantes e que as pessoas ao seu redor são muito preconceituosas e isso claramente também é visto nos dias de hoje. Portanto, a obra Sertões de Euclides da Cunha diáloga bem com os nossos dias e infelizmente ainda vão por bastante tempo.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-08 20:35:25 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo: da Antiguidade à comtemporaniedade. ( Yennefer)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>  A obra "Recordações do escrivão Isaías Caminha" escrita por Lima Barreto descreve basicamente a história de um jovem que aos 18 anos sofre sérios  preconceitos racias, simplesmente por ser negro. Ao decidir-se mudar de sua cidade para a capital fluminense do Rio de Janeiro, ele se depara com um mundo de aspectos e desonestidades.<br>Sobretudo, as lutas e dificuldades que os  negros enfrentam no meio social para ter acesso a educação, emprego, renda e direitos. <br>Assim como a manifestação ocorrida neste ano de 2020 onde as pessoas fazem o grito de guerra “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) para fortalecer suas lutas em seus próprios países e para apontar o que consideram uma abordagem hipócrita da imprensa e do governo.<br>O que também ocorreu no período vívido por Lima Barreto, com a medíocre manipulação no meio jornalístico da época, e se compararmos, pouca coisa mudou na mídia de hoje. <br>Lima Barreto tem muito da realidade em suas obras, escrevia e imaginava sobre si mesmo, abordando temas que literalmente viveu na pele durante os primeiros momentos da República. Lima Barreto também denúncia no seu livro a violência policial, afirmando que "a polícia no Brasil só serve para exercer vinganças, e mais nada". <br>E notório a revolta contra o preconceito racial, porque muitas vezes o próprio autor descreve seus sentimentos, críticas e se põe na fala.<br>O mais incrível é saber que um livro escrito no século XX consegue ainda descrever os acontecimentos da atualidade no século XXI.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 16:51:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>TRABALHO NO CAMPO (mirtilo)<br>O livro "urupés" tem esse nome por se referir a uma espécie de fungo, o cogumelo. Esse livro foi escrito por Monteiro Lobato e lançado em 1918. conta a história de jeca tatu que é descrito como um homem desleixado , muitas vezes críticado como um caipira , sem educação, sem cultura , com os pés descalços , cheio de preguiça , que vive no campo e sobrevive daquilo que a natureza oferece. O livro mostra bem a realidade brasileira do homem do campo que muitas vezes o homem do campo é esquecido e desprezado , não tendo o valor que ele merece. Uma parte do livro mostra como os governantes só lembra de jeca tatu nos momentos de eleição, que os políticos só dão atenção no período eleitoral , querendo comprar o voto das pessoas mais pobres. assim Monteiro Lobato tenta passar através do livro uma crítica ao governo e a realidade no interior do Brasil.<br> Esse é um assunto bem atual , já que o governo está cada vez menos preocupado e tendo descaso com a vida rural no Brasil. Em outro livro , Lobato afirma "O Jeca não é assim; está assim", deixando claro que o estado lastimável em que se encontrava o caipira era culpa do descaso das autoridades públicas.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-11 18:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Influência do meio (psicose)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra de Augusto dos Anjos, Psicologia de um vencido, fala sobre guerras enfrentadas por nós mesmos todos os dias, representadas em estrofes profundas, claro que é importante ressaltar a seca, falar sobre os imigrantes, sobre os sertões e tantos outros assuntos que os autores do pré- modernismo citaram em suas obras, mas é imprescindível olhar para si antes de tudo, o verdadeiro "Eu" que ele tanto quis expressar, nos dias de hoje é o que é verdadeiramente esquecido, associarei então a doenças psicológicas que decorrem de uma rotina cheia e o esquecimento de si mesmo, e ele expressa isso muito bem, ele usa a palavra "monstro" como forma de depreciação a si mesmo, expressa um lugar de sofrimento ao qual se encontra, que o causa ânsia e repugnância, sendo realista e ao mesmo tempo tão profundo. "A frialdade inorgânica da terra" acaba sendo o fim do eu lírico, que inicialmente começa o poema com a representação da vida.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-11 18:51:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A figura feminina na sociedade (Hazel Grace Lancaster)<br><br>A obra Clara dos Anjos, escrito por Lima Barreto é um romance que faz uma forte crítica ao racismo, ao preconceito social e de gênero presentes no Brasil. A obra conta a história de uma jovem mulata e pobre que mora com seus pais em um subúrbio no Rio de Janeiro. Ela conhece Cassi Jones, um homem branco de classe social um pouco melhor que a dela. Ele envia cartas de amor e ela logo se apaixona e resolve se entregar a ele. O padrinho de Clara dos Anjos tenta ajudá-la mas Cassi Jones mata ele alegando que fez isso por amor a ela. Depois que descobre que ela está grávida, ele desaparece a deixando abandonada e ela resolve ir na casa da mãe dele para pedir que ele assuma e case com ela. A mãe dele trata ela muito mal por ser mulata e pobre e é daí que Clara dos Anjos entende sua posição na sociedade por ser uma mulher pobre e negra. Contei resumidamente um pouco da obra para mostrar que infelizmente, ainda hoje temos inúmeras situações parecidas com a de Clara dos anjos. Tornou-se frequente os casos de racismo e preconceito contra a figura feminina seguida muitas vezes do feminicídio. Atualmente na sociedade vemos que a mulher tem ganhando cada vez mais espaço e lugar de fala, apesar de ainda não ser o suficiente. Recentemente nas redes sociais uma cantora famosa revoltou-se com o significado da palavra Patroa no dicionário do Google. Lá dizia que Patroa era a mulher do patrão, a dona da casa. Já Patrão, era o proprietário e chefe de um estabelecimento qualquer. Com isso, percebemos o quanto ainda existe a desigualdade de gênero no Brasil. Outro caso recente aconteceu nas redes sociais, uma modelo negra que participou da gravação do clipe de um cantor de funk. Durante a gravação, enquanto a modela dançava, o cantor mexia no cabelo dela fazendo vários comentários maldosos sobre o seu tipo de cabelo e a equipe da gravação achando super engraçado. Situações como essas que citei, tornaram-se mais frequentes atualmente e só confirma o quanto a mulher sofre com problemas como o racismo, o preconceito social e de gênero assim como a personagem Clara dos Anjos da obra de Lima Barreto.</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-11 20:25:45 UTC</pubDate>
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         <title>Deixe Elas Viverem (Blazer)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lima Barreto (1881-1922) foi um escritor, no qual após ser homenageado na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), relatando uma crônica em uma de suas obras sobre o feminicídio. "Não as matem" faz parte da publicação de "Vida Urbana". A crônica "Não as matem", relata sobre um homem no qual atirou em sua ex-noiva, e logo após tirando sua própria vida. Lima Barreto nos mostra em sua crônica dentro de sua obra, que o feminicídio já vem de muitos anos atrás, e que mulheres morrem pelos seus exs parceiros por não aceitarem o término. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 04:44:47 UTC</pubDate>
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         <title>Burrice ou esperança? ( Karl.lula )</title>
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         <description><![CDATA[<div>Um patriota ativo, ultranacionalista, sonhador de um país maravilhoso e justo, é assim que podemos descrever o major Policarpo Quaresma, personagem principal do livro de Lima Barreto. </div><div>Contudo, seus ideais começam a mudar depois que ele se depara com a realidade de funcionários corruptos, bajuladores, a falsidade, a burguesia individualista e a traição no cenário político-social.<br>Desapontado, conclui que a culpa é dos políticos e que a única saída é reforma no poder público do país. Daí em diante começa a apoiar e até participar de revoltas, onde acaba sendo preso e fuzilado.<br>O livro triste fim de policarpo, evidência um dos piores problemas do Brasil atual, a ingenuidade política e a falta de conhecimento dela, o que gera consequências em toda a sociedade,</div><div>e deixa a pergunta para se refletir. "O que é preciso fazer para mudarmos essa realidade que tanto se repete?" .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 06:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Vidas Difíceis (Toledo)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obra-prima "Morte e Vida Severina" escrita em 1955 pelo poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999). A obra mostra a vida difícil das pessoas do sertão e fala da trajetória de Severino, que sai do sertão em busca de uma vida melhor no litoral, que muitos faziam o mesmo, e isso é muito comum até nos dias de hoje, pessoas buscando novas oportunidades de vida em lugares maiores. Severino então em sua viagem reflete as injustiças de seu povo e vê vários deles desistirem e morrendo, ele mesmo pensa em desistir e cometer suicídio, mas Severino é barrado por um carpinteiro que conta do nascimento de seu filho, uma indicação clara ao nascimento de Jesus, também filho de um carpinteiro e alvo das expectativas e esperanças para remissão dos pecados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 11:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Esquecimento ou Descaso? (Lisboa)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obra "Urupês" do autor brasileiro Monteiro Lobato, foi criada no ano de 1914 e teve 14 histórias contadas sobre o autor principal. Uma das frases mais reconhecidas do autor foi a seguinte frase: "O Jeca Tatu não é assim, ele está assim", referindo-se a situação do personagem. A obra fala sobre a vida de Jeca Tatu, um trabalhador do campo na cidade de São Paulo, e nas narrativas mostra todas as dificuldades enfrentadas pelo personagem na obra. Jeca é a imagem do trabalhador rural que precisa vencer as dificuldades diárias e ainda lidar com o descaso do Estado com a sua pessoa, pois não tem a devida ajuda do Estado e ainda 🤬 a mercê de doenças perigosas como o "amarelão", a doença que matou tantas pessoas nos anos 20. A frase citada acima dita pelo autor Monteiro Lobato, retrata muito bem o descaso do Governo com a camada social que Jeca Tatu pertencia, pois era uma classe social esquecida pelo Estado, o personagem não tinha culpa alguma de ter uma aparência caipira, mas aquela era a única opção dele dentre a situação que o mesmo vivia. E mesmo sendo uma obra antiga, retrata bem a situação atual que ainda tem o descaso do governo com essa classe trabalhadora, muitos trabalhadores rurais ficam a mercê de várias coisas e tudo isso por conta da falta de estrutura e condições do país onde vivemos.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-12 20:00:59 UTC</pubDate>
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         <title>O Intímo da maldade (Loki) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A canção "versos íntimos" de Augusto dos Anjos, produzida e publicada no ano de 1912 retrata uma imagem persimista e realista da vida, onde é expresso o quanto nós estamos vivendo em um mundo hostil.<br>A hostilidade é tanta que até pessoas boas são obrigadas à abrigar maldade dentro de si como forma de defesa, "a mão que afaga é a mesma apredeja"; verso da canção que reflete o fato de que as pessoas que hoje nos fazem bem amanhã serão as mesmas que irão nos machucar, um mundo imprevisível e cruel.<br>No último verso da canção diz "escarra nessa boca que te beija", uma frase que se encaixa como um conselho do autor para o leitores para que não se iludam com frases e gestos aparentemente bondosos, porquê no mundo em que vivemos essa bondade vem de "mãos dadas" com a maldade.<br>Essa canção possivelmente foi produzida visando criticar os parnasianos e suas obras românticas e fantasiosas de maneira exagerada.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-12 21:16:33 UTC</pubDate>
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         <title>Esperança de viver ou morrer (Spartax) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra “eu e outras poesias” traz a poesia “a esperança” de Augusto dos anjos, conhecido como o poeta da morte, onde mostra a realidade sobre as incertezas da vida, pois, trata sobre a espera da morte, que é algo que está sendo vivenciado no cotidiano mundial no ano 2020, com uma pandemia, que já causou milhares de mortes, assim, a esperança relacionada no texto, mostra com um grau de drama, que a mesma sempre esta presente na nossas vidas pois não cansa, na machuca,mas tambem, é algo sem certezas, com mostra o trecho retirado da obra: <br><br></div><div>“A Esperança não murcha, ela não cansa,<br> Também como ela não sucumbe a Crença.<br> Vão-se sonhos nas asas da Descrença,<br> Voltam sonhos nas asas da Esperança.”<br><br></div><div>(augusto dos anjos – “ A esperança”) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 21:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>A inacessibilidade que atravessou o tempo (Eros)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Obra: Urupês - Monteiro Lobato</div><div><br></div><div>Inserida no imaginário de 1914, a produção de Lobato conta histórias sobre um trabalhador, chamado Jeca Tatu, e suas dificuldades como um ruralista. A obra expõe de forma interessante, a desigualdade social. O personagem é leigo, sem estudos, consequentemente enfrenta problemas sanitários, de fome etc (pela inacessibilidade aos estudos, Jeca não faz ideias de como ou a quem recorrer para solucionar seus problemas).</div><div>No Brasil hodierno, o cenário é presente de forma explícita. Onde nós temos um sistema gerador de desigualdade em todos os âmbitos, separando a sociedade em dois lados: o lado que sustenta o país, a base, escravos remunerados. E o lado que é sustentado pela base, os privilegiados.</div><div>Assim, podemos ressaltar que os problemas que o personagem enfrenta, jamais serão solucionados hoje em dia, e a balança jamais será justa. Caso contrário, a burguesia moderna despenca.</div><div>Com isso, a formação de novos “Jecas” ganha proporções mais amplas na medida em que o acesso aos estudos (por exemplo) são deixados de lados pela necessidade de um emprego para não morrer de fome. Construindo cada vez mais, gerações retrógradas ao invés de evoluídas a cada nova década.<br>(Ou como Lobato costumava dizer, "Jeca não é assim, está assim!")</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 21:31:41 UTC</pubDate>
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         <title>A ignorância da superioridade (Gil Bala)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na obra Canaã de Graça Aranha, onde fala sobre uma comunidade de imigrantes alemães que vivem no Espírito Santo. Existem dois pensamentos distintos nessa história: Milkau (esperava encontrar a terra prometida no Brasil e era a favor da miscigenação entre os alemães) e Lentz (que acreditava que os alemães eram superiores aos outros povos) Lentz acreditava que a miscigenação iria enfraquecer a raça ariana, tinha crença em que todas as raças diferentes da sua deveria ser exterminada. Acreditava também em que as culturas dos outros povos eram inferiores e que negros eram eternos escravos em revolta. Trazendo para a realidade, pensamentos assim ocasionou o maior conflito armado que o mundo já viveu, a 2° (segunda) Guerra Mundial. O líder alemão implantou essa ideia de superioridade no país, desde então judeus, negros e gays foram perseguidos na Alemanha. Uma coisa marcou a guerra e a crueldade alemão foram os campos de extermínio e de concentração, onde todos que não eram considerados puros acabavam mortos (maioria judeus) ou se tornaram escravos do exército alemão. Esse pensamento ignorante de superioridade ainda está presente nos dias de hoje, não é difícil presenciar racismo aqui no Brasil (onde ninguém é realmente branco) casos de homofobia e intolerância religiosa também estão muito presentes, essas pessoas continuam sendo perseguidas nos dias de hoje, porém de um jeito diferente. Quando tem sorte, a perseguição é só pela internet, mas na maioria dos casos a perseguição acaba em morte ou espancamento. É difícil aceitar que nos dias de hoje ainda existem pessoas com uma mente tão fechada e ignorante, onde acreditam serem superiores as pessoas com crenças, sexualidade, gênero ou cor de pele diferente da sua. Ainda existem grupos neonazistas espalhados no mundo, que acreditam cegamente na “politica” de Hitler. Provavelmente vai demorar muito para ter uma sociedade igual para todos, enquanto esses grupos neonazistas estiveram espalhando seu ódio e suas ideias nunca vamos sair desse retrocesso. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-12 22:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Sofrimento Nordestino(oxe)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra "Os Sertões", de Euclides da Cunha foi publicada no ano de 1902. Essa obra representa um marco histórico da literatura brasileira pois se passa em um momento de grande sofrimento para muitos nordestinos. Euclides da Cunha busca enfatizar na sua obra assuntos da terra, que é onde aborda as vegetações, clima, estradas e relevos do sertão, busca a vivência do homem, sua vida, seus costumes, suas moradias e estilos de vida, e por fim trás o fato marcante que é a luta, onde ele descreve o período da guerra dos canudos que ocorreu na Bahia de 1896 a 1897, que foi um combate que fez de vítima grande parte da populacao nordestina. Euclides da Cunha faz com que o leitor absorva todos os acontecimentos marcados pela época, ele expressa com palavras a vida e o sofrimento de muitos homens e mulheres nordestinos que lutaram durante esse tempo, onde muitos deles morreram no confronto com o exército Nacional do Brasil. Trazendo a obra de Euclides da Cunha para os tempos atuais não é difícil de imaginarmos que muitos nordestinos ainda sofrem não com a guerra mas com a fome, o preconceito e a falta de oportunidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 00:13:31 UTC</pubDate>
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         <title>José ( Ansioso)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A obra de Carlos Drummond De Andrade, “José” publicada em 1967.O nome “José” foi dado ao poema por ser um nome muito comum no país, e também pode ser entendido como um sujeito coletivo, simbolizando o povo.O poema nos passa a visão de um indivíduo numa cidade grande que se sente solitário, perdido e sem motivações na sua vida, e ele se interroga sobre qual rumo tomar, um sentimento presente em algum momento de nossas vidas, bem explícito no poema, de estarmos sem rumo, sem saber qual caminho seguir, em busca de novas possibilidades, uma realidade dura e difícil de encarar. Nesta reflexão sobre seu percurso percebemos um tom de disforia, e como se ao longo do tempo as coisas fossem acanhar-se e isso é mostrado em formas verbais como “acabou”,”mofou” e “fugiu”.E dita várias formas que podem ser uma saída para sua situação, porém nenhuma delas parece funcionar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 01:14:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O ar do meu pulmão (Capitu)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O poeta paraibano Augusto dos Anjos foi um escritor que inovou a literatura brasileira com a sua originalidade em sua obra. Publicou o seu primeiro livro em 1912, intitulado “Eu e outro poesias”.  Em um país com um número alarmante de xenofóbicos, seu feito não deixou de causar impactos nas mais diversas pessoas da época, trazendo na sua linguagem um aspecto sombrio, com uma escrita levada para a dor e o sofrimento. Como muitos escritores do seu tempo, Augusto dos Anjos vem trazer em seu livro uma crítica para a sociedade da época. Todavia a sua obra não está morta, suas poesias ainda trazem reflexões para a contemporaneidade. Em “Psicologia de um vencido” ele retrata uma pessoa que vive dependente do cigarro desde a infância. Infelizmente como é retratado na obra e é sabido, o cigarro causa problemas na saúde, resultando em muitas vezes na morte de usuários. Tal problemática de dependência é encontrada até hoje. Além do cigarro, existe diversos tipos de vícios, como por exemplo a bebida e as variáveis tipos de drogas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 02:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>O triste &quot;Eu&quot; de Augusto (Lizzy)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Conhecido por seus textos pessimistas que mesclavam o lírico ao científico, Augusto do Anjos não agradou a muitos durante sua vida por ter um estilo mórbido de escancarar a realidade em seus poemas recheados de críticas ao idealismo egocêntrico que florecia na sociedade brasileira. <br>Poeta de um livro só, "Eu", publicado em 1912, trouxe questões filosóficas muito maiores do que as que já haviam sido abordadas pelo literatura brasileira. "Versos Íntimos", que talvez seja o mais famoso dos sonetos do autor, traz a augustia de viver em um mundo de ingratidão e falsidades. <br><br> "O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja" <br><br>Em "Psicologia do vencido", observamos o uso de jargões científicos atrelados a poesia, que fala da angústia de se viver em uma sociedade podre e morta que gera ânsia e causa nojo ao eu lírico. <br><br>"Profundíssimamente hipocondríaco,<br>Este ambiente me causa repugnância...<br>Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia<br>Que se escapa da boca de um cardíaco"<br><br>Augusto dos Anjos, sem dúvida tinha um jeito singular de expressar seu descontamento em relação a hipócrita sociedade que o rodeava, e seus textos, cheios de profundo pesar, nos fazem refletir sobre a nossa própria podridão moderna, que poderia muito bem ser o cenário ideal de algum dos poemas do "Doutor Tristeza". <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 02:54:46 UTC</pubDate>
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         <title>O bicho ainda está nos pátios (Luna) </title>
         <author>breendaluna</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema<em> O bicho</em> foi escrito pelo professor, tradutor, poeta e crítico literário  Manuel bandeira no ano de 1947. Nesta obra nos é apresentado um bicho desconhecido, avistado envolto de sujeira em meio a um pátio enquanto revolvia lixo a procura de algum alimento descartado, quando chegava a encontrar algo para comer entre  imundície abruptamente já engolia, sem demonstrar quaisquer tipo de hesitação, antes mesmo até de cheirar para averiguar, para surpresa de muitos o animal alí não era um cachorro, nem mesmo um gato e muito menos um rato, era um homem. Mesmo após longos 73 anos desde o lançamento desta obra, ainda podemos  encontrar "bichos" aos montes pelas ruas, pátios e calçadas em volta do mundo, somente no Brasil possuímos um défict habitacional de cerca de 6,9 milhões de famílias sem moradia e 6 milhões de imóveis vazios (mesmo que o direito a moradia seja universal) Os "bichos" são pessoas desabrigadas e  invisíveis aos olhos de nossa sociedade, pessoas marginalizadas sem oportunidades de vida que sobrevivem de forma miserável se alimentando do que é desperdiçado, dos restos descartados por outros, tendo que dormir sob pontes, em bancos ou até mesmo no chão podendo muitas vezes acabar morrendo por hipotermia ou por qualquer outra enfermidade nas épocas mais frias, e o  que o governo faz sobre isso? No brasil temos órgãos públicos que teoricamente se encarregam de acolher e ressocializar essas pessoas, como por exemplo o centro da população, já nos países de primeiro mundo como os Estados Unidos e Canadá é pouco provável de que se encontre sem-tetos dormindo ou perambulando pelas ruas, mas não se engane, isso não foi devido a alguma espécie de políticas social progressista, mas sim pela higienização social em decorrência da arquitetura hostil adquirida pelas potências para impossibilitar que sem-tetos ocupem espaços os públicos já que são "esteticamente desagradáveis".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 09:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>O Rei da Vele(Escrevi e sai correndo)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Rei das velas é uma obra de José Oswaldo de Souza Andrade escrita  depois da crise mundial de 1929 em 1937, esse texto trata a sociedade como decadente más com a linguagem e humor característicos do modernismo .<br><br></div><div>forçado a procurar diversos escritórios de agiotagem para equilibrar-se financeiramente. Esse seu contato forçado com agiotas foi mais que uma experiencia pessoal de Oswaldo, no ele mostra os mecanismos da engrenagem em que se baseia o esquema socioeconômico do país .<br><br></div><div>Por ser pouco convencional em sua primeira apresentação no ano de 1968, o texto causou grande impacto sobre o público. Este manifestou-se das mais diversas formas, desde afirmações que descreviam o espetáculo como “ridículo e pornográfico” a opiniões que viam nele “uma crítica da atualidade” .<br><br></div><div>A peça conta a história de um agiota sem escrúpulos Abelardo I, o Rei da Vela. Com negócios diversificados, sua especialidade são empréstimos. Aproveitando-se da crise econômica que do país, Abelardo empresta dinheiro e cobra juros muito altos, escolhi esse texto pois a crise econômica é um tema muito atual seja com a gasolina com o preço exorbitante ou alimentos essenciais com o preço também muito alto onde viver com um salario<br> minimo é quase impossível</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 10:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>A realidade do sertão (llay) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando se pensa/fala do sertão logo lembramos da realidade que aquele povo vive. Algumas cidades sem saneamento básico, sem água (quando tem, muitas vezes não é potável), sem acesso a educação (porque logo se é ensinado a trabalhar na roça), ou seja, aquele povo vive uma tremenda desigualdade social, e isso não é de hoje. A obra de Euclides da Cunha "Os sertões", faz uma denúncia quanto ao modo de vida daquele povo. O autor narra a revolta de Canudos em sua obra, mas também retrata o desrespeito do governo para com os sertanejos, não os oferecendo uma vida digna. A denúncia do escritor é muito atual ainda, pois essa realidade ainda não mudou. </div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-13 13:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Esperança pelo fim de tantas incertezas (Loli❤)</title>
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         <description><![CDATA[<div>O poema de "A esperança" de Augusto dos Anjos além de trazer essa característica marcante do autor ,que é ver a morte como uma forma de escape e descanso de todas as mazelas que o rodeam, dialoga muito com a atual situação do mundo em que vivemos ,pois diante do aparecimento de um vírus que colocou todos em isolamento social e nos fez refazer todos os nossos planos e mudar de sonhos ,nuvens de gafanhotos ,milhares de informações falsas, a incerteza é cada vez mais constante ,muitos ficam desacreditados e aflitos esperando apenas o momento em que tudo isso terá um fim. O que nos move a aproveitar cada oportunidade de ser-mos felizes, a continuar tentando ,lutando por um futuro melhor , é a esperança de viver o bastante para ver que nossa luta  valeu a pena e que fizemos o nosso melhor para que a mudança acontecesse. E então por fim, encontrar na morte o fim de nossa carreira, o descanso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 14:05:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias do Cárcere, de Graciliano (Ressoar)</title>
         <author>samanthacamily10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi o relato de Graciliano Ramos onde o mesmo foi preso na era vagas acusado de envolvimento com o partido comunista da época, a obra relata a crueldade de uma ditadura, é um testemunho da realidade nua e crua de quem, sem saber por quê, viveu em porões imundos, sofreu com torturas e privações provocadas por um regime ditatorial chamado de Estado Novo. É uma obra extremamente importante para se ler principalmente nos dias se hoje embora não devesse aconter pessoas desejam uma volta desses tempos com a desculpa de que um futuro melhor os aguarda, essa obra mostra justamente o verdadeiro lado de um ditadura e de como foi cruel para as pessoas daquela época onde não podiam se expressar, época essa que jamais deveríamos cogitar voltar, infelizmente a obra não teve um final já que seu escritor morreu antes de concluído, mas essa obra conserteza deve ser lembrada para que não comentermos os mesmos erros de nosso passado</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 15:48:08 UTC</pubDate>
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         <title>O Circo(Filter)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando nos aprofundamos nas obras do pré-modernismo, nos realizamos de que talvez, o nosso país pode não ter evoluido tanto psicologicamente a partir dos costumes e pensamentos erráticos da época. A obra de Lima Barreto "Os Bruzundangas", retrata de forma cômica a política no Brasil no início dos anos de 1920. Na obra, o ator conta histórias do grande pais de Bruzundanga pelo ponto de vista de um brasileiro que tenha visitado, retratando assim o que "viu" e conheceu no pais. Bruzundanga, dividida em dois grandes polos, o dos nobres e dos doutores(advogados, médicos), era o pais onde os políticos eram escolhidos pela beleza e pelo povo não interessado e não educado em política, onde as corrupções e o nepotismo eram coisa comum, onde educação e saúde não eram levados a sério, um pais onde só se preocupa com o dinheiro. Assim como o nome indica, o pais era um ninho de confusão onde os que estavam no comando não sabiam o que fazer e apenas se importavam com sí mesmos, obcecdos por titulos e poder. <br> O que não pode passar despercebido é a forma de que uma obra do final da década de 10 ainda seja entendida como situações presentes. A forma satírica do texto não passa de uma crítica ao Brasil daquela época, e que podemos perceber que ainda hoje pouca coisa parece ter mudado, pois vivemos hoje em um Brasil cercado de mentiras, corrupção, descaso a saúde e principalmente ameaças a educação. Podemos usar como exemplo o corte de 1 bilhão de verba para as universidades federais previstos para o ano de 2021, enquando o presidente atual pretende não cobrar dividas do mesmo valor de igrejas evangélicas. Percebemos assim que ainda vivemos em um pais onde os valores pessoais e privados ainda são considerados mais importantes(pela massa detentora de poder) que a educação e saúde de todos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 16:38:54 UTC</pubDate>
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         <title>O lavrador de café (Piauí) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra do Portinari, um quadro muito famoso das suas obras de 1934 remente-se a um trabalhador negro - típico das fazendas de café do século vinte, com uma enxada nas mãos e plantações ao fundo, decorrente dos valores típicos da construção do indivíduo na qual ainda hoje em dia acaba sendo um trabalho de puro sacrifício é exploração. A obra traz um modelo na qual aparece com os braços e pés maiores que o resto do corpo, o que ainda possívelmente demonstra a aproximação de Portinari com o expressionismo que denomina até hoje o modernismo. Essa deformação das figuras era traço marcante do pintor, representava a sua necessidade de valorizar o trabalhador brasileiro, que ainda nos dias atuais acaba sendo muito desvalorizado pela sua cor, classe social, etc... Ainda Portinari queria demonstrar a figura dramática e comovente do negro que ainda vemos nos dias atuais marcado pelo sofrimento do trabalho duro nas fazendas e o preconceito pela sua cor de pele. A imagem é muito presente do lavrador, na obra, temos uma árvore decepada, símbolo do desmatamento que já começara naquela época, extinção da fauna e flora brasileira, uma situação muito presente ao cotidiano dos tempos atuais. Ao fundo temos os pés de café, que já estão indo em direção ao local de escoamento, encontrando-se também com os montes de grãos também ao fundo, o que denota a superprodução da época, neste sentido, o olhar do lavrador parece ser também expressivo, como quem compreende o desmatamento, a exploração e devastação da flora. um comportamento totalmente diário que denúncia o início do desmatamento, situação de muitos olhares no dias atuais, marcado pela opressão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 21:06:42 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>TOUCINHO DE GATOS E DE RATOS (SATANÁS)<br><br>Numa série de 14 corridas, montou Monteiro Lobato nos anos de 1918, afoitando a vida do caboclo contra os impactos das queimadas, entre obras e experiências no vale do Paraíba, se achegou como triunfante o nosso Jeca Tatu (Urupês). O personagem saiu da idealização sobre um homem indecente aos olhos da sociedade, o descuido transparente nas palavras de Lobato  só enfatiza uma vida levada ao difícil, distraída do desenvolvimento presente nas cidades urbanizadas, a qual os políticos não averiguam a situação dos moradores rurais, todavia a verdade nua manda dizer que os caboclos fiquem de cocoras (cabisbaixo por assim dizer). Jeca como és feio na realidade, porém a pobreza na comida inventa um cipó preso para pendurar o toucinho de gatos e de ratos, acaba não pagando a pena de qualquer jeito de se viver, vemos sorridentes onde esta a alimentação saudável?.<br>A obra consegue retratar muito bem as façanhas eleitorais, onde os pequenos povoados sofrem com o descuido na saúde,  na infraestruturada e nas condições de vida, segundo Lobato "no meio de tanta vida, não vive", os conceitos de direitos acabam ficando longínquos da ralidade e o aconchego dorme no berço, sem fazer cara feia, caboclo seremos se o caráter dormi quieto sem proceder de todos os privilegiativos que podemos obter com a voz na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-13 23:11:57 UTC</pubDate>
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         <title>Os pronomes (Prime)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na obra ´´ o colocado de pronomes`` escrito por monteiro lobato publicado em 1924, monteiro lobato ironiza a personagem central, Aldrovando, exatamente pelo uso de linguagems descabidas, cheias de palavras incompreensiveis para maioria do publico, a uma certa parte da narrativa o narrador fala de uma campanha que Aldrovandro e empreende para evitar os erros contra os idiomas, propondo a elaboração de leis rexpressivas, o resultado daquela campanha foi catastrófico segundo o próprio conto Aldrovandro caiu no ridículo, já que os congressistas riram dele e os jornais fecharam-lhe as portas e o público, os ouvidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-14 00:04:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fios que nos condicionam (Septem)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em sua obra "<em>Poema da Necessidade"</em>, Carlos Drummond de Andrade expressa uma forte crítica social apontando o vários modos como a sociedade condiciona a vida dos indivíduos, ditando aquilo que devemos e "precisamos" fazer. <br>De modo irônico, Drummond reproduz todas essas expetativas e regras de conduta, mostrando até que ponto a sociedade regula as nossas relações pessoais. Refere pressões como a necessidade de casar e constituir família, o ambiente de competição e hostilidade entre os indivíduos.<br>A segunda estrofe, mencionando patriotismo e fé em Deus, remete à alienação constante produzida por essas realidades abstratas que prendem o ser humano à um universo de ideais que além de não serem palpáveis, frequentemente negam a própria realidade natural das coisas palpáveis, servindo perfeitamente para embasar atos degradantes e violentos de pessoas e governos autoritários. <br>Existe também a menção do sistema capitalista, a necessidade de "pagar" e "consumir". Citando vários exemplos, o sujeito enumera as formas como a sociedade nos manipula, isola e enfraquece através do medo.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-14 00:10:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um pobre exemplo (escroto)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianasilvaletras/p1t7wbrfov1k7w78/wish/742410840</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra URUPÊS de Monteiro que trouxe átona os problemas de saúde e saneamento do Brasil com o personagem de Jeca tatu, que  representa toda a miséria e atraso económico do país de então, e o descaso do governo em relação ao Brasil rural. Jeca Tatu foi caracterizado por Monteiro Lobato como um homem desleixado com sua aparência e higiene pessoal, sempre de pés descalços e que mantinha uma pequena plantação apenas para subsistência. Sem nenhum tipo de educação e cultura, Jeca Tatu era um homem ingênuo e repleto de crendices. Por fim, era visto pelas pessoas como um alcoólatra e preguiçoso. Porém, como afirma Monteiro Lobato, “Jeca Tatu não é assim, ele está assim”, percebe-se através do texto que Jeca é uma vítima do descaso do governo. Anos se passaram e o Brasil ainda é o mesmo, quantos jecas existem por aí ?</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-14 00:41:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Valores da sociedade (Silva)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianasilvaletras/p1t7wbrfov1k7w78/wish/800922995</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A obra de Monteiro Lobato, “Cidades Mortas”, Publicado no ano de 1919, quer trazer de fato o comportamento das pessoas em uma determinada sociedade. Por meio da produção de cafeeira no dia a dia das cidades, o problema é tomado a realização política, economia e literária Por muito tempo.<br>O autor também descordava que a linguagem das pessoas não fosse tomada por uma regra, e sim de uma forma natural. Portanto, a linguagem teria que se declarar de forma honesta e fácil de ser entendida.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-04 15:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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