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      <title>TENDÊNCIAS AVANÇOS E DESAFIOS do SUS by Gizelly Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-16 23:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mayana Oliveira &amp; Davi Serra </title>
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         <description><![CDATA[<div>A despeito de todos os avanços e conquistas em décadas de luta por um Sistema Único de Saúde, gratuito e Universal, enquanto um projeto coletivo que tem como objetivo o bem comum e a garantia da Saúde como Direito, o poder público, vem negligenciando e sucateando cada vez mais os equipamentos de Saúde, com o único objetivo de enfraquecê-lo para dar um espaço ainda maior à iniciativa privada na Assistência à Saúde. Em meio à crise Sanitária dos 2 últimos anos, em decorrência da COVID-19, aqueles que se dizem "representantes do povo", realizaram manobras políticas e desvios de verbas destinadas ao atendimento e tratamento de pessoas acometidas pela doença, fragilizando ainda mais os Serviços de Saúde, e deixando a população em situação de vulnerabilidade. Dentre tantos desafios a serem enfrentados pelo movimento histórico de Reforma Sanitária, que perdura até os dias de hoje, o subfinanciamento do SUS, junto ao descaso e despreparo da gestão nos mais variados níveis são os que mais necessitam de atenção. Um dos principais desafios e talvez a melhor estratégia de fortalecimento do nosso Sistema Público de Saúde, está na mobilização Social para que a população ocupe cada vez mais os espaços que lhes são de direito, cobrando e fiscalizando aqueles que estão no poder mais investimento e cuidado no que diz respeito à condução das demandas de saúde do nosso país. A saúde da população e a vida de todos não podem estar à mercê de jogos políticos ou disputas eleitorais. Que o espírito democrático da Reforma Sanitária continue vivo e que aconteça no cotidiano das relações e das práticas de Saúde. Lutemos! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 01:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>Eryalla Benevides e Thaynara Militão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gizellybragapires/Bookmarks/wish/2126568037</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto: A Covid-19, a atualidade da reforma sanitárias e as possibilidades do SUS, de autoria de Jairnilson Silva Paim, reforça principalmente a necessidade da reorganização e recreação do processo da Reforma Sanitária Brasileira, sobretudo, após o período tão delicado que a população brasileira vivenciou com a pandemia do COVID-19, que se alastrou em meio principalmente a uma crise política, intensificando ainda mais a crise sanitária vigente, tornando o Brasil um dos países com maior número casos e de mortes pelo novo Coronavírus, demostrando da pior forma as fragilidades e dificuldades do Sistema Único de Saúde. Dessa forma, reforçar-se que o maior desafio do SUS, continua sendo político. E, com isso, destaca-se a importância da mobilização social, envolvendo diferentes sujeitos, principalmente, aqueles grupos sociais que já sofrem com a desigualdade e vulnerabilidade, sendo os mais afetados pelo sucateamento da saúde. Em meio a esse contexto, surge a inquietação, vamos aguardar uma nova onda da COVID-19 ou uma nova pandemia para reconhecermos a necessidade de mudanças no atual modelo de saúde vigente nesse país? Vamos deixar a saúde se tornar uma mercadoria a ser comercializada e retroceder? Ou, vamos valorizar as conquistas obtidas há anos atrás depois de muitas lutas e mobilização social por parte de grandes grupos representativos. O SUS é uma conquista do povo e é um direito. E direito garantido não se compra e nem se vende! Não podemos nos acomodar com a realidade, e, como profissionais de saúde precisamos tornar os sujeitos ativos politicamente, auxiliando no processo de reconhecimento dos espaços de reivindicação e fala.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 15:32:24 UTC</pubDate>
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         <title>Jamile Azevedo e Mirian Lima</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dentre todos os desafios ao longo dos anos de sua existência, em 2020, o SUS precisou enfrentar um dos maiores e inesperados desafios: a chegada de um vírus que impactou e sobrecarregou os sistemas de saúde. A pandemia da COVID-19 evidenciou a necessidade de se estabelecer a solidificação da Reforma Sanitária Brasileira como um projeto que precisa de uma articulação político-social na qual o conceito ampliado de saúde, a determinação social do processo saúde-doença e as práticas de saúde sejam realmente legitimadas, e que a participação de diversos segmentos como os&nbsp; sindicatos, o setor parlamentar e até mesmo o setor judiciário, que inicialmente não foi cogitado no projeto original, seja integralizado ao processo de restruturação da reforma sanitária, e com isso possa contribuir para a sustentabilidade econômica, política, institucional e científico-tecnológica da reforma, a fim de garantir o respeito à Constituição e às leis da saúde. Além desse desafio, o subfinanciamento do SUS, abaixo do previsto da Constituição, menores de 4% do PIB, são insuficientes para a garantia do direito universal à atenção integral à saúde. A EC Nº 86/2015 também contribui para o desmonte dos SUS, uma vez que congelou os recursos da União vinculados à saúde em 5 anos. Todos esses desafios abalam os três pilares do SUS.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 21:57:02 UTC</pubDate>
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         <title>Adriana Sena e Laura Noronha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gizellybragapires/Bookmarks/wish/2127204622</link>
         <description><![CDATA[<div>Proteger o SUS é tão gostoso quanto aquele mousse de chocolate após o almoço, cujo os ingredientes a Vigilância Sanitária regulamenta e fiscaliza para garantir sua qualidade! Proteger o SUS é tão gostoso quanto aquele show do seu artista favorito tão esperado nesse período de pandemia do covid 19, que só ocorreu presencialmente porque o SUS fomentou pesquisas científicas e desenvolveu&nbsp; vacinação e campanha de vacinação contra o Coronavírus. Proteger o SUS é tão gostoso quanto aquele banho após um dia cansativo, cuja água quentinha chegou até sua casa facilmente porque o SUS se preocupou com seu saneamento básico. Proteger o SUS é tão gostoso quanto aquele alívio na dor de cabeça após tomar um remédio, cuja comercialização é supervisionada com muito carinho e cuidado. Cuidar e ser cuidado é gostoso demais, por isso, cuide do SUS também! Proteger o SUS é ter a garantia de que teremos uma rede de apoio à saúde e cuidado integralizado - que vai desde a atenção primária até a terciária e tudo isso de modo integrado!<br><br><br>Proteger o SUS é defender a vida e garantir os direitos de manutenção dela!<br>A crise sanitária em decorrência da pandemia evidenciou o quanto o SUS tem sido importante para a promoção da qualidade de vida do povo brasileiro. Apesar disso, nunca se fez tão necessário defender a permanência e qualificação de um sistema que é universal, integral e equânime.&nbsp;<br><br>Viva o SUS e resista a tudo que aniquilar ou retroceder os direitos preconizados por ele!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 14:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>Alcimara Brito e Edson Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A reforma sanitária brasileira foi pelo viés do conceito ampliado de saúde, na determinação social do processo saúde-doença e nas práticas de saúde. Outras categorias também foram&nbsp; contempladas como trabalho, necessidade, poder, gênero, racismo, entre outras. No que tange o covid-19&nbsp; a elevada transmissibilidade do novo coronavírus torna a morbidade e a letalidade elementos de pressão sobre os sistemas de saúde. Havendo excesso de mortes da COVID-19 entre mulheres, pobres, negros, indígenas, nortistas e nordestinos, enquanto menos óbitos, relativamente, entre ricos, brancos e centro-sulistas. São desfechos resultantes de processos de determinação social e de diferenças entre as ofertas de leitos públicos e privados.<br><br></div><div>Desde o início da pandemia, observam-se desatinos do governo federal, como sabotagem das medidas de controle, ameaças autoritárias e provocações nas mídias sociais contra o distanciamento físico. O negacionismo do novo coronavírus e da gravidade da crise sanitária chegou ao extremo com a “prescrição” presidencial de hidroxicloroquina e com o questionamento da vacinação, ao lado da humilhação e da demissão de ministros e equipes técnicas, do boicote à atuação de governadores e prefeitos, do confronto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Congresso Nacional, da ocupação militar e do aprofundamento do fisiologismo no Ministério da Saúde.<br><br></div><div>A pandemia impôs ações imprescindíveis: o SUS acionou a vigilância em saúde, laboratórios e centros de pesquisa (Kits diagnósticos, testes de medicamentos, vacinas etc.); elaborou modelos epidemiológicos e matemáticos para a previsão, cenários e monitoramento da epidemia; e reforçou, por meio de gestores estaduais e municipais, a rede assistencial e a oferta de UTI (hospitais de campanha, desbloqueio de leitos, reativação de hospitais, centros de eventos, protocolos etc.), com ampliação da infraestrutura (equipamentos, insumos, estabelecimentos, pessoal, laboratórios, Ceis e C&amp;TI), buscando alternativas para falta de equipamentos, (respiradores, EPI, etc.) e a insuficiência de pessoal especializado na atenção hospitalar.<br><br></div><div>O SUS tem sido essencial para salvar vidas, garantindo acesso universal e integral à saúde nos níveis de atenção básica, especializada e hospitalar. A disponibilidade da Política Nacional de Vigilância em Saúde, contemplando a vigilância epidemiológica (controle de casos), a vigilância sanitária (controle de riscos), a vigilância socioambiental (controle de determinantes socioambientais da saúde), entre outros, representa uma ferramenta estratégica que pode se desdobrar em outras intervenções relevantes como o Plano Nacional de Enfrentamento à Pandemia da COVID-19. Posto que a situação analisada requer da sociedade brasileira, presentemente e nos próximos anos, um amplo movimento contra a corrosão da democracia e em defesa das conquistas civilizatórias da RSB, visando à construção de alternativas para enfrentar a escalada autoritária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-04 03:17:04 UTC</pubDate>
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