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      <title>A educação tem futuro? by LETICIA CARVALHO</title>
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      <description>Responda à questão, a partir das percepções do documentário Escolarizando o Mundo, e relacione-o com os textos &quot;O que é Educação&quot;, de Carlos Brandão e &quot;Los Extranjeros&quot;, de Sigmunt Bauman</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-14 20:26:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 09:37:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Ana Carolina de Medeiros Silva e Ismária Saara França Fernandes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os textos nos traz, ou melhor, nos mostra uma realidade que por muitas vezes não temos noção sobre educação. Em Brandão, ele cita vários acontecimentos para exemplicar a educação, ele nos dá um conceito sobre e também nos faz refletir como chegar a ela e se educação é o que realmente achamos que é.</p><p>Bauman, já nos mostra outra realidade, para ele todos somos diferentes e vivemos numa sociedade onde estamos a todo momento tentando se encaixar em algo e no final somos todos iguais.</p><p>O documentário faz a junção dos dois e mostra como a educação foi imposta aos povos originários e as demais culturas, gerando muitos problemas culturais e sociais. A sociedade ocidental que está sendo colocando como primordial para esses povos tem causado um impacto gigantesco nessas populações. Nesse modelo de educar a cultura acaba sendo escanteada e dá margem para outros problemas globais como o consumismo. As pessoas são moldadas para se encaixar nesse mundo de consumo, pensando unicamente no dinheiro e suas tentações.</p><p>São moldadas para servir a produção industrial mundial; deixando a cultura totalmente de lado.</p><p>A educação tem sim futuro, o modo como fazemos é que tem que mudar!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 00:25:33 UTC</pubDate>
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         <title>A educação tem futuro?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, por que como o documento demonstra, muitos jovens indianos preferiram sair da vida do campo rumo aos estudos para poder "garantir" uma vida melhor financeiramente, já que a vida no campo não parecia muito satisfatória para eles. No  documentário, é mostrado as porcentagens de jovens que não concluíram o ensino médio em alguns polos dos estados unidos, por conta da extrema necessidade de trabalhar para sobreviver. Então, de modo geral, a educação tem sim futuro, mas precisa ser igualitária e que possa garantir que esses jovens consigam sair das escolas com um aprendizado correto.</p><p>Em relação ao texto de Brandão, pode-se usar a fala dele em relação às leis que tratam sobre a educação, pois no documentário e falado que muitas pessoas não concordam com os moldes  que o sistema traz sobre a educação, que ela deve ser livre e de amplo acesso a todos, tanto que as pessoas cobram isso a lei, algo comentado pro Brandão.</p><p>Em relação a Bauman, ele faz essa divergência entre "nós" e "eles", que diáloga como o documentário, pois essa visão universal da educação ocidental muitas das vezes e utilizada como ferramenta para "apagar" ou destruir as identidades sociais que esses povos possuem, reforçando a ideia de desenvolvido e atrasado, que por conta disso a educação não de manifesta ou tomar o lugar de fala</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>José Djanilson Silva de Souza </p><p>José Eduardo de Oliveira Félix </p><p>Mariano Geovanio Campelo Vasco</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 00:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação tem futuro?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O documentário Escolarizando o Mundo relata a vida de jovens que são forçados a sair de seus lares e cultivos para estudar, tendo que se adaptar a culturas, crenças e costumes diferentes. Ele mostra a imposição de um modelo de educação universal, que "serve" para todas e qualquer pessoa, sem considerar suas origens e modos de vida. Carlos Brandão, no texto O que é Educação, destaca que existem várias formas de educar. Ele lembra que, antigamente, a educação começava em casa, com os pais e mães, aprendendo a fazer afazeres domésticos e trabalhos manuais. Essa era a iniciação à educação, e só depois, por volta dos 7 anos, as crianças iam para a escola.</p><p>Já Bauman, no texto Los Extranjeros, escreve que a educação deve ser diversificada e inclusiva, para que todas as culturas possam florescer e as pessoas se sintam importantes dentro da sua própria realidade. Ele fala sobre como os estrangeiros são excluídos por serem diferentes, e isso também acontece na educação, quando se tenta impor um único modelo para todos, ignorando suas origens. Dessa forma, a educação tem futuro sim, desde que respeite todas as culturas e origens. Porque, em cada parte do mundo, existem diferentes maneiras de viver e aprender. Como diz Carlos Brandão, “Não há uma forma única, nem um único modelo de educação. A escola não é o único lugar onde ela acontece.” E como Bauman mostra, excluir o diferente é um erro seja no convívio social, seja no sistema educacional.</p><p><br/></p><p>Bruna Thayna, Magda Kerlly e Jacione Batista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 19:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação tem futuro?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O termo "educação"&nbsp;tem origem no latim "educare", que significa "conduzir para fora", "guiar" ou "instruir". Mas e o que acontece quando essa mesma educação é moldada por um sistema único sem respeitar outras etnias, religiões e espaços demográficos? No livro de Brandão ele aborda a forma como os Americanos queriam que os povos indígenas aceitassem seu modelo de educação, mesmo eles não aceitando e não precisando daquele modelo no meio em que viviam, eles já estavam acostumados com a natureza, com sua ligação espiritual, com seus costumes, naquele lugar, do que serviria uma doutrina diferente?</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Não há uma forma única, nem um único modelo de educação”, BRANDÃO, 1981. No documentário podemos ver várias falas dos nativos onde eles reforçam que após a inserção da educação americana nas escolas e no país em geral, mais acentuado na cidade de Délhi, eles acabaram esquecendo um pouco da cultura, das atividades agrícolas que eram bastante presentes em suas vidas e também acabam esquecendo seu próprio idioma. Algo que é bem evidenciado no documentário é a forma como quem tem acesso a essa educação, a partir do exato momento que a detém, deve seguir um novo caminho, deve se inserir no mercado de trabalho das grandes cidades e prover dinheiro para suas famílias.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No momento em que os povos nativos são apresentados ao cristianismo, as crenças ocidentais e ao seu método de ensino, eles conhecem algo que pra eles é totalmente estranho, algo que antes eles nunca tinham se quer ouvido falar, mas que a partir daquele momento passará a ser o seu comum. &nbsp;O texto de Bauman, discute essa relação entre os recém-chegados e os nativos de um determinado lugar. Ele destaca que, mesmo que os recém-chegados não falem muito ou expressem duvidas, seu comportamento revela as perguntas não expressas. Aqueles que decidem se estabelecer no novo lugar têm o desejo de aprender e imitar o modo de vida dos nativos. Embora eles se esforcem para se adaptar, é impossível que não cometam erros no início. Suas tentativas são vistas como uma piada, ridículas e uma caricatura do comportamento dos nativos. Eles zombam de suas imitações e criam piadas que satirizam ainda mais isso. No entanto, há uma nota de desespero nesse riso, pois os nativos também sentem ansiedade. Apesar de seus esforços para amenizar o impacto negativo, o dano já está feito. Os costumes e hábitos inconscientes dos nativos foram expostos pela chegada dos recém-chegados.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como já foi dito antes, aos povos ocidentais não só tentam se adaptar a nova cultura, mas também tentam adaptar aquele povo a cultura deles. E Levando isso para o lado educacional, quando o povo ocidental ocupa um espaço seja de forma pacifica ou não, ele busca meios e formas de manipular aquela massa para que ela possa servir ao sistema capitalista, onde antes as famílias trabalhavam para si por meio da agricultura, caça e pesca, agora com o novo modelo de educação elas são forçadas a buscar meios de sobrevivência capitalistas, como na maioria dos locais as pessoas não tem tantos recursos para bancar os estudos dos filhos, assim muitos acabam vendendo os poucos bens que lhes restam.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Então, a educação tem futuro? Com base no documentário e nos textos vistos, sim, a educação tem futuro, pois faz o ser humano ser além do que ele já estava acostumado a ser, mas, a educação que vale a pena na nossa concepção, é a educação onde os limites culturais, religiosos, étnicos e econômicos são respeitados, sem impor nada a ninguém, sem ditar regras, apenas ensinando e respeitando cada lugar, origem e pessoas.</p><p><br/></p><p>Ana Thaise M. Andrade</p><p>Andrielly Claricy de L. Melo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 21:23:44 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação tem futuro?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, na nossa perspectiva, a educação tem sim, um futuro. O filme traz uma crítica ao processo de educação, mostrando duas formas desse processo: a educação formalizada e a educação natural. A impressão que fica é que essa forma formalizada é algo de repetição, por exemplo, como que só "decorasse" o conteúdo e fizesse as coisas, mas sem realmente aprender, diferente da forma natural. Como falado no filme, a educação não é só uma troca de informações, e nem só quem sabe ler e escrever é uma pessoa que realmente aprendeu, isso não significa nada, a educação vai muito além disso. No filme, isso também é falado. A educação vai além de simplesmente saber ler e escrever. Quando o ensino é passado de forma mais leve e dinâmica, a compreensão é muito maior, a gente realmente entende o que está sendo ensinado.</p><p>  Em uma parte do documentário, é mencionada a ideia de "educação para todos", e isso chamou nossa atenção porque a gente sabe que ainda existe muita desigualdade nesse acesso. Esse ponto é importante, porque a educação tem o poder de construir essa igualdade.</p><p>  Se a gente olhar por esse lado de que educação não é só saber escrever, não é só troca de informação ou só um diploma, a gente vê que ela vale a pena sim. Desde que a gente faça valer a pena e dê sentido a isso.</p><p>  Relacionando com o texto de Brandão, que falou que "ninguém escapa da educação. Ele tinha essa ideia da educação como algo que acontece em todos os lugares e momentos da vida, não só na escola. Essa aprendizagem de forma natural que o filme destaca é exatamente o que Brandão defende. Algo que passa no filme também é a ideia de geração em geração. No filme, dá pra perceber isso quando mostram o que os pais querem para os filhos, e os filhos vão seguindo esse mesmo caminho.</p><p>  Já com relação ao texto de Bauman, o documentário também se encaixa, porque faz uma crítica ao sistema educacional que a gente tem, o atual. Mostra essa coisa de "decorar" o conteúdo, mas sem preparar o aluno de para o futuro. Não traz fundamentos reais para o conhecimento do aluno.</p><p><br/></p><p>Clarissa Yasmim Morais Santos e Joagra Karolliny Viturino da Silva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 00:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>A relação entre o documentario Escolarizando o mundo e os textos trabalhados em sala. Lara, Jamilly e Fernanda. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacarvalho28/p16n81xkvcjrmbjr/wish/3411731372</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário " "Escolarizando o mundo" retrata a realidade da escolarização na Índia. No decorrer do documentário podemos relacionar com o texto "O que é Escolarização" de Carlos Brandão. </p><p>"Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela[...]" (pág. 07) </p><p>Levando em consideração o trecho citado acima, podemos interpretar a educação como algo inevitável, que independe de instituição. Dessa forma podemos correlacionar com outra citação do texto de Carlos Brandão;</p><p>"A educação existe onde não há a escola e por toda parte podem haver redes e estruturas sociais de transferência de saber de uma geração a outra[...]" (pág. 13)</p><p>Entendendo assim que como seres humanos estamos constantemente em processo de aprendizado, compreendemos que os nossos pais nos ensinam a falar e a andar, aprendemos com eles os nossos preceitos religiosos entre outros ensinamentos que formam o nosso "eu" como indivíduo e se construíram antes da integralização em um meio institucional. </p><p>Com isso, o documentário acaba conectando as duas vertentes, desde o ponto de vista de Bauman, quanto do ponto de vista de Brandão. No documentário é evidente esses ensinamentos que são passados dos pais para os filhos,  sobre a terra, o cultivo, a língua, o respeito com o meio ambiente, todavia enquanto  as pessoas relatam suas vivências é nítido que a educação de forma institucional é imposta em todos os momentos. E essa imposição inviabiliza e compromete os ensinamentos que a crianças tiveram durante a sua vida. </p><p>Considerando que aprendemos não apenas no âmbito escolar, mas em todos os ambientes que estamos inseridos, a educação tem futuro dependendo de como ela é aplicada. Isso nos leva as seguintes perguntas;</p><p>É uma escolha ou um parâmetro/obrigação? </p><p>E essa escolha é pra formar indivíduos que pensam de forma crítica e são respeitados dentro da sua diversidade cultural e religiosa ou é para formar padrões de indivíduos globais ?</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 02:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>As faces da educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiacarvalho28/p16n81xkvcjrmbjr/wish/3411745968</link>
         <description><![CDATA[<p>Discentes: Diogo Vagner, Bernardo Vicente e Allison Pereira. </p><p>A educação nem sempre é educadora, vemos que ela tanto ensina como usurpa culturas e crenças de povos. O documentário mostra uma realidade de como uma forma de ensino oferecida a um indivíduo pode afeta-lo em sua perspectiva de conhecimento cultural de seu povo, através de um aprendizado extranjero, onde a qual oculta sua ancestralidade, raízes e conhecimentos básicos sobre sua comunidade. No livro "O Que é Educação?" do escritor Carlos Rodrigues Brandão fala sobre as fazes da educação ao longo das eras, passando por povos primitivos ate a forma de ensino que conhecemos hoje. Em um capítulo do livro, que tem como título "Então Surge a escola", que fala sobre como o espaço escolar colaborou para a "miopia cultural", onde quer mostrar que nem tudo que é bom para um indivíduo funcionará bem da mesma forma para outro. Quer repassar que a educação ensinada por outros povos, as outras línguas e outros costumes, são mais corretos do que os ensinamentos dados pelo nosso próprio povo. No texto de Bauman fala sobre  os extregeiros e como sofrem por não se encaixar em um novo mundo, uma nova cultura. Mas também tem os estrangeiros que levam seus costumes à outros povos, como foi visto no documentário, povos de fora que chegaram e estabeleceram suas regras e crenças, e apagam a historia cultural do local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 02:55:39 UTC</pubDate>
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