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      <title>UNIDADE 08 - E fez-se o samba  by Prof. Cleiton</title>
      <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya</link>
      <description>Leia o trecho extraído do artigo e comente no padlet sobre possíveis associoções ou paralelos com a realidade musical brasileira atual; que associações são essas; quais suas motivações e o que mais você pensou ao ler o texto. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-02 13:29:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-08-26 19:26:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Bruna Crescencio Azambuja da Silva</title>
         <author>brunasilvaaluno</author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1636369240</link>
         <description><![CDATA[<div>Em minha visão, mesmo se tratando de artigos do início do século passado, os comentários preconceituosos continuam sendo atuais. Ainda acontece uma certa demonização das músicas culturais de áreas mais pobres, como se apenas a música erudita fosse a única capaz de ser apreciada. Existe lindos trabalhos feitos por crianças marginalizadas e, muitas vezes, são pouco valorizadas, por exemplo, a ida de um grupo de nordestino foi considerada algo horrendo, coisa que hoje não mudou muito, poucas ações do governo incentivam a cultura entre as pessoas e principalmente nos jovens. Há algo entre os brasileiros de não valorizar a sua própria cultura, uma estima baixíssima, são muitos comentários na internet exaltando músicas europeias e rebaixando as suas próprias raízes, existe uma cultura de vira-lata muito enraizada na nossa sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-04 20:34:42 UTC</pubDate>
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         <title>Emilly Martins Fagundes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1637327984</link>
         <description><![CDATA[<div>A diferença de preconceito generalizado  de ambas as épocas não mudou, mas é exposta de jeitos diferentes e vem junto de um discurso disfarçado de respeito ao próximo. Ao que se diz respeito á música, acredito que a maior parte da sociedade brasileira discrimina mais os estilos predominantes dos lugares onde a classe com baixa renda se instala (favelas, cidades pequenas, periferias) pelo fato de achar ter "culturas melhores" ao que se diz respeito á musica e arte (o que sabemos não ser verdade, já que a cultura brasileira é uma só)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 13:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>Evellyn Rosa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1637645953</link>
         <description><![CDATA[<div>Concordo com a visão da Bruna acredito que os comentários maldosos a descriminação e o preconceito continuam, principalmente por estar ligado a uma cultura negra o que é muito triste ver que os ver humano não consegue se humanizar e evoluir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:28:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nathália Ferraz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O comentário completo da colega Bruna representa meus pensamentos em relação ao texto proposto. Ainda reproduzimos esse mesmo pensamento hoje em dia com o funk, por exemplo. Existe uma linha tênue entre gosto e preconceito e muitas vezes não compreendemos ela (o que é preocupante). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 22:23:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1638922310</link>
         <description><![CDATA[<div>A música brasileira é vista sempre com maus olhos pela crítica estrangeira, o racismo, machismo e a socialização do corpo da mulher, são algumas das muitas ofensas que a musoca brasileira sofre, pela população do mundo a fora.<br>Todo esse preconceito se dá devido a origem da maior parte da musica brasileira, que vem das favelas, e o preconceito contra isso grita mais alto lá fora (no estrangeiros).<br>Eu particularmente acho isso ridículo, muitas músicas incríveis são produzidas nas favelas e discriminar a música por puro preconceito é algo absurdo, entretanto ocorre até os dias atuais.&nbsp;<br><br>Rafaela Medeiros Amaral.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 14:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo Albrecht</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1639500420</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme podemos ver muitas vezes a música brasileira é tratada de forma muito horrorosa, deixando de ver por trás todo um contexto por trás dela, como muitas vezes o funk o samba que as vezes é tratado como algo sendo de gente que não presta que não tem nada a contribuir para a sociedade mas quando formos ver o contexto que traz a história, a guerra que muitos artistas passam para conseguir ter um momento de fama, ou uma carreira de sucesso isso faz com q muitas vezes a gente possa aprender a gostar desses gêneros músicas, muitos não conseguem entender toda essa dificuldade.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-07 01:14:08 UTC</pubDate>
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         <title>Vitor Alexandre de Azevedo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1639553757</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente a situação da música brasileira é péssima, boa parte das músicas aliena ao passo que não lança um olhar crítico a nossa sociedade. Pelo contrário, desvaloriza a mulher, incentiva a violência e cria um processo de comercialização de atitudes, ideias e comportamento.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-07 01:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>Cassia Alves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1640166382</link>
         <description><![CDATA[<div>Quantas vezes na vida já ouvimos que "funk não é cultura"? Isso acontece devido o preconceito musical que está muito presente na cultura brasileira.&nbsp;Uma pauta tão importante à ser debatida, passa sempre batida... pois muitos brasileiros normalizaram a hipervalorizarão de músicas internacionais. Ninguém, obviamente, é obrigado a gostar de todos os tipos de música, acontece que não existe um "órgão regulador da verdade". Você pode sim ter preferências, mas isso não justifica o fato de excluir/marginalizar outros gêneros musicais.  Só porque você não gosta de algo, não pode classifica-lo automaticamente como "algo ruim", de mesmo modo que se você gosta não necessariamente é "algo bom".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-07 09:52:48 UTC</pubDate>
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         <title> Sharlise Ribeiro </title>
         <author>sharlisehallalaluno</author>
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         <description><![CDATA[<div>Comparando o texto com a nossa realidade atual, chego a conclusão que o preconceito nunca parou de existir, apenas se escondeu em frases como " Não gosto dessa musica, mas já que você gosta eu respeito."&nbsp; A musica pra mim tem como ideia, passar a realidade do que se vive, mas sempre tem a pessoa que compõem a desvalorização da mulher para ganhar fama e dinheiro.<br> E também tem muitos brasileiros que gostam de pagar pau pros gringo, e não valorizam a musica brasileira, se for traduzir as musicas dos gringo é  pura putaria e preconceitos, a diferença é que é em inglês.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-07 18:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Carvalho Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1640767652</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; No começo de tudo o samba era visto como algo ridículo e selvagem que poderia dar um aspecto de perigoso a o Brasil.<br>Com o samba surgiu um dos maiores festas do Brasil, o carnaval; Também luta contra injustiças com negros, desigualdade social, machismo e entre muitas outra coisa; O samba ajudou não só nisso, mas também com novos empregos nas áreas musicais e<br>nas festas tradicionais.<br>&nbsp; Hoje em dia o samba é um Marco muito importante no Brasil, mas em especial o Rio de janeiro e para toda comunidade negra.&nbsp;<br>Este ritmo se originou nos morros/favelas assim como o funk.<br>O Brasil possui muitos ritmos que se originaram aqui como: o axé, sertanejo, forró, vanerão e o funk.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-07 19:20:46 UTC</pubDate>
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         <title>EDUARDA SILVA DA SILVA</title>
         <author>eduardasilvadasilva2003</author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1640810684</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente o preconceito em tudo quanto é forma sempre existiu e esse artigo mesmo que antigo, ainda retrata um situações atuais. A música brasileira sempre foi rejeitada, principalmente o samba, por ter origem afro, funk ou qualquer outro gênero musical que os cantores sejam da periferia, ou da classe social excluída, mas infelizmente também temos muitas músicas brasileiras&nbsp; preconceituosas,  principalmente as que falam do corpo das mulheres como objeto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-07 20:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Talita Fernanda Lima</title>
         <author>talitalimaaluno</author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1642488389</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde de muito antigamente, a cultura Brasileira é desvalorizada, seja por estrangeiros, ou até pelos próprios Brasileiros, acreditamos que as culturas e estilos musicais de outros paises, como os Estados Unidos são melhores que os nossos. Infelizmente nosso pais é muito preconceituoso, temos uma cultura tão rica, temos tantas raizes originárias daqui, como a MPB, o Funk e o samba. Esses estilos formaram nossa cultura e nossa identidade em outros paises, como por exemplo em muitos lugares, o brasil é conhecido como o pais do carnaval e do funk. Todo este debate me fez lembrar um pouco sobre o documentário da Chimamanda, que ela fala que por muitos anos leu livros que via homens brancos, tomando café e vivendo alegres em dias ensolarados, por muitos anos ela achou que aquilo era uma concepção de uma vida perfeita, mas depois de alguns anos ela viu que aquelas histórias também poderiam ser vividas pelo seu povo, onde ela teve acesso a leitura de livros afro, e é isso mesmo, por muitas vezes acabamos admirando o outro lado da história, mas esquecemos de ver o quão grandiosa é nossa cultura e costumes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-08 23:57:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cassiane Reinheiner</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1643530508</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse texto fez eu lembrar do vídeo da Chimamanda sobre o perigo da única história, no Brasil a gente sempre teve uma grande influência dos europeus, creio que contribuiu para o aumento do preconceito sobre nossa Cultura, uma visão diferente de que vemos no dia a dia, e o que vemos na televisão, como filmes, séries,etc., então começamos a ver que o modo de vida deles como o "certo" e permanecemos a ignorância da nossa cultura, invés de mudar essa visão, afinal é o nosso mundo, nosso lar, mascaramos o preconceito que sempre existiu.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-09 17:06:24 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta Flores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1643652169</link>
         <description><![CDATA[<div>Lendo o trecho que foi apresentado, comecei a analisar e perceber que até hoje a nossa música, aquela que vem das favelas, do povo negro e da real representação do que é o brasileiro, sempre é visto como algo negativo. Essa nossa cultura de apenas valorizar o que vem de fora e ignorar o que é nosso, esta presente em nossa sociedade já a muitos anos, exatamente como foi apresentado no texto, não é difícil ver pessoas falando por exemplo que tal gênero não é considera música e desprezando toda a vivencia por trás do contexto dessas músicas. O samba, o funk, o rap e entre outros gêneros muito comuns aqui no nosso país, são pouco valorizados e as vezes até mesmo taxados como irrelevantes ou inferiores, com isso acabamos deixando de lado artistas incríveis dos quais tem poucas oportunidades de crescimento por conta deste pensamento enraizado de que nada que existe por aqui presta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-09 20:20:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rian Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Julgar uma  pessoa  pelo  tipo  de música que ela ouve  é algo que acontece  já faz tempo.   Se curte reggae, é maconheiro. Gosta de rock, logo  gosta de um pó e outras  coisas barra pesada. Para muitos a   música ruim é  aquela que eles     não escutam, aqueles  tipos de  música que não perfuram sua   bolha  social, que logo relacionam os ouvintes de funk com vagabundos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-10 05:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Felipe</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto é uma amostra do preconceito com a música do negro, do dito "favelado", dessas pessoas que vivem a margem do sistema, excluídos, dados sem importância.<br>O que mais me irrita, é o fato de que até hoje existe uma aversão com dezenas de estilos musicais, ritmos, etc.&nbsp;<br>O samba tem uma história tão linda, de força, de resistência, de orgulho e que muita gente não deu e nem dá a menor importância, que pelo menos exista o respeito com a cultura diversa então...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 14:49:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eduarda Lemos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1646246719</link>
         <description><![CDATA[<div>Julgar alguém pelo tipo de música que ela escuta é um tanto audacioso, pois a musica não resume o caráter de ninguém, e infelizmente ainda há pessoas com a mente fechada para esse tipo de assunto.<br>Não podemos ignorar que podemos descobrir traços das pessoas pelo que elas leem e escutam, mas isso não e tudo para classificar o caráter de alguém.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 18:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>Stephanie Machado Paré </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1647777071</link>
         <description><![CDATA[<div>O preconceito com as músicas nacionais mostra muito o caráter de uma parcela da população que atualmente se denomina patriota: podre! Estamos exaltando estilos musicais internacionais, porque acham que é mais chique saber cantar e tocar uma música difícil, de uma língua diferente. Quanto, na verdade, a música nacional nos representa, e devemos utilizar dela para nos orgulharmos da nossa cultura.&nbsp;<br>Esse olhar preconceituoso não é somente com samba e pagode, mas também com funk, por exemplo. Também é perceptível que esse preconceito existe, em sua maioria, nos estilos musicais de predominância preta. Estilos esses que originaram-se em favelas. Já presenciei na seguinte situação: a pessoa critica o samba porque é música de gente suja, maloqueira, mas escola Zeca Pagodinho (nunca se nega escutar Zeca, mas sabemos que ele é branco, e embranquecer o samba é justamente o que os preconceituosos querem). Assim como a pessoa que não gosta de pagode porque é música de gente preguiçosa, mas escuta Atitude 67. Esses são apenas alguns exemplos de situações que eu vi e escutei com diversos outros estilos musicais, tanto nacionais quanto internacionais, de origem ou predominância negra.&nbsp; &nbsp;<br>E isso nos bloqueia de avançarmos para um respeito cultural que permita a inter-relação entre a sociedade e as culturas presentes nela. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 14:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Julia B silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1648028606</link>
         <description><![CDATA[<div>"as musicas de hoje não tem cultura", "a juventude esta perdida","no meu tempo que tinha música boa"<br>frases muito comuns no dia dia, em comentários em redes sociais ,nos comentários do youtube...<br>essas frases são grande parte das vezes inseridas em um contexto preconceituoso. afinal, o que seria uma musica sem cultura atualmente??? geralmente são musicas cantadas por pessoas : pretas,pobres e mulheres.<br>é bem perceptível o hate que essas pessoas sofrem na internet, dez do grupo de samba que sofreu preconceito no teto até a cantora que é chamada de put@ por rebolar. e como vimos no texto, isso não é de agora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 18:56:47 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn Abreu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1648054277</link>
         <description><![CDATA[<div>Todo mundo conhece uma pessoa que exalta outras culturas de fora e acaba fazendo mal feita para a nossa própria cultura. Isso infelizmente é bem comum e devemos sempre dar reconhecimento também para novos artistas, e combater o mito de que "música da nossa geração não presta"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 19:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Florence de Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1648187162</link>
         <description><![CDATA[<div>A música ela é uma forma de expressão. Muitas vezes nos criamos ouvindo raps em protestos contra o racismo, contra a morte na favela, até mesmo contra o machismo. São músicas que crescemos escutando e que de uma forma indireta, forma quem somos hoje. Atualmente, muitas pessoas veem alguns estilos de musica como tabu (e não me referindo a letra, mas sim apenas o estilo), e o generaliza discriminando. O estilo de música que alguém escuta, é algo que vale somente ela comentar. Ninguém tem direito de julgar a forma de expressão do outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 23:13:15 UTC</pubDate>
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         <title>Mayara Baumgardt</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1651080343</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom analisando o o trecho do texto que foi proposto podemos ver grande similaridade ente os dias atuais que as musicas criadas pela "rapa" da sociedade são inadequadas, não devem ser ouvidas, etc. Antigamente era o samba e hoje em dia acredito que seja mais o funk. Além disso esse texto se encaixa muito bem com o que foi refletido na ultima aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 11:39:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alice assmann</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1651504436</link>
         <description><![CDATA[<div>Ler os artigos me remeteu bastante a aula passada em que debatemos se realmente existe " música de branco" e " música de preto". Ainda hoje encontramos o preconceito principalmente racial das pessoas a determinados estilos de música como o funk não só a ele mas também a músicas umbandistas, ao samba que é principalmente visto por pessoas estrangeiras com uma total sexualização por conta do nosso carnaval. O que me chama grande atenção é que mesmo se tratando de outra época facilmente os artigos poderiam ser inseridos na nossa atual era contemporânea. &nbsp;<br>Infelizmente muitas pessoas nos julgam por nosso estilo musical, por muitas vezes ouvi de familiares que o funk não era coisa de mulher que era música de maloqueiro e fui proibida de escutar diversos cantores.<br>Além disso voltando um pouco pra questão de se música tem uma cor específica acredito que não todavia, é sempre importante lembrarmos onde nasceu o estilo musical. Sempre uso o funk como exemplo porque foi oque mais esteve presente na minha vida e que sempre fui julgada por ser mulher e ouvir, já ouvi de professores que o funk menospreza a mulher que não é música popular brasileira mas tem tantos clássicos que escutamos por todos&nbsp; os lados como "faixa amarela" que é uma música conhecida por todo brasileiro mas dentro dela também trás a questão da agressão a mulher mas ninguém a deixa de escutar, isso realmente me entristece muito. Na aula passada uma aluna falou sobre a questão de nos expressamos através da música e senti um pouco disso lendo a artigo mas nem sempre ouvimos ou cantamos músicas por isso, as vezes é mais uma questão de uma visão nova trazida pelo cantor(a) na qual não tínhamos ainda e nos faz bem ou até mesmo só pelo ritmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-15 18:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Thaisla Figueiró</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1652689531</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do texto, pude ver similaridade com o contexto atual quando se trata de músicas marginalizadas. É fato que ainda hoje no Brasil existe inúmeras formas de opressão diante a grupos marginalizados, como o preconceito a classe proletariada, além da discriminação racial aborda no texto. Logo, este processo de marginalização musical se dá devido uma extensão destas opressões e preconceitos, algo que deve ser trazido em pauta afim de pressionarmos instituições e centros de cultura, para que haja mudança nestas relações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 13:46:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lorran Teixeira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1653884646</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei os artigos bem interessantes! Não é novidade que alguns tipos de música não são bem vistos pela sociedade brasileira, sobretudo o Funk. Acredito que há esse pré julgamento com o ritmo supracitado acima, pois é um dos meios que a parcela da sociedade posta à margem dela, consegue expressar suas ideias, angústias, e opiniões. O funk de uma certa forma acabou se tornando um ritmo que narra a vida da periferia e do resultado da falta de investimentos em educação nas comunidades, uma vez que isso abre portas para o tráfico e para o aliciamento de menores.<br>Todo ritmo que tiver origem no morro, na favela ou em comunidades carentes sempre será colocado como algo ruim pela sociedade atual do nosso país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 22:59:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leon Marçal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1653912453</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que por muitas vezes o preconceito está empregado em relação a alguns estilos musicais principalmente entre músicas que têm raízes nas comunidades menos favorecidas. Lendo os comentários de alguns colegas consigo relacionar o meu pensamento que mesmo o artigo apresentado esteja se referindo a outra época ainda hoje é tão inserido na atualidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 23:51:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1653912453</guid>
      </item>
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         <title>Rodrigo Macedo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1699141294</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Sem duvida os estilos musicais que são estilos predominantes em lugares periféricos são e infelizmente sempre serão visto com muito preconceito, como o funk ou ate mesmo o samba. Mesmo sendo esses estilos que mais são lembrados, e que trazem olhos para o Brasil mundo a fora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 19:26:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/oznbymr80mbdywya/wish/1699141294</guid>
      </item>
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