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      <title>Coletividade no combate a Covid19 no complexo da Maré. by NABILLA LACERDA SANTANA</title>
      <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39</link>
      <description>No momento em que o mundo entrou em Pandemia, a Favela, não só da Maré, ficou desprotegida. Através desse pensamento que Organizações já consolidadas e Coletivos favelados, sendo coletivos já existentes ou novos que surgiram devido a necessidade, entenderam a importância de agir, criando assim, ações para não só o combate contra a doença que assim surgia mas também para a manutenção dos moradores e tentaram suprir necessidades básicas, como alimentação e alguns casos, moradia.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-17 00:14:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-17 01:46:25 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>NÃO É FAZER PARA, É FAZER COM: MEMÓRIA, DISCURSO, AFETOS E CO-CRIAÇÃO ENTRE FIOCRUZ, MARÉ E MANGUINHOS NO PROJETO &quot;CONEXÃO SAÚDE: DE OLHO NA COVID&quot;</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263177561</link>
         <description><![CDATA[<p>A presente pesquisa aborda uma das ações empreendidas com atuação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no contexto da pandemia de Covid-19, o projeto Conexão Saúde: de olho na Covid, modelo de atenção e vigilância em saúde colocado em teste nos territórios de favela da Maré e de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Sob coordenação da Fiocruz, este projeto envolveu a atuação conjunta de agentes dos territórios, entes governamentais, entidades privadas e organizações da sociedade civil. Realizado no campo da memória social, mais especificamente em sua articulação com a linguagem, este estudo objetiva caracterizar e analisar o contexto no qual o Projeto Conexão Saúde foi gestado, investigando como os discursos a seu respeito operam na conformação, bem como na avaliação de seus resultados e desdobramentos. Esse projeto nasce com expectativas de resultados presentes e desdobramentos futuros, relacionadas à redução imediata do impacto da Covid-19 nos territórios da Maré e Manguinhos e à possível incorporação de um modelo de intervenção para emergências em saúde pública, testado em nível local, ao Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse processo, a memória institucional e coletiva sobre os grupos envolvidos na iniciativa é atualizada, bem como suas práticas, na direção de uma ciência cidadã em que diferentes forças da sociedade atuam em um fazer científico mais horizontal e democrático, sendo reconhecidas como protagonistas na produção de conhecimentos e soluções. Adotando como metodologia a cartografia, bem como a análise de discursos segundo a perspectiva sociointeracional da linguagem, este estudo aborda a memória em seu potencial de liberdade e criação, em que o intervalo de indeterminação posto entre as necessidades de atenção à saúde não atendidas de uma população especialmente vulnerabilizada do Rio de Janeiro e a resposta criada em parceria com a Fiocruz parece ter sido ocupado por antecipações futuras, retenções passadas e afetos que possibilitaram a proposição do projeto Conexão Saúde, atualizando a legitimidade da Fiocruz e das demais instituições envolvidas e engendrando projetos de futuro e utopias comuns relacionadas ao exercício pleno da cidadania por grupos especialmente vulnerabilizados ou negligenciados da sociedade. Entendo a possibilidade de proposição e realização deste projeto intersetorial em saúde como resultado de um percurso ancorado em ações e relações anteriores de natureza institucional, pessoal e afetiva entre a Fiocruz e seus agentes e demais entes dos territórios e instituições envolvidas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/64798" />
         <pubDate>2024-12-17 01:25:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DESIGUALDADES RACIAIS E A MORTE COMO HORIZONTE: CONSIDERAÇÕES SOBRE A COVID-19 E O RACISMO ESTRUTURAL
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263182434</link>
         <description><![CDATA[<p>A incidência e mortalidade por COVID-19 em países com fortes desigualdades sociais se diferenciam em termos populacionais. Em países com histórico e tradição colonial como o Brasil, os marcadores sociais das diferenças têm profunda ancoragem na demarcação racial, sobre a qual agem as dinâmicas e os processos político-sociais fundados no racismo estrutural. Contrapõe-se a narrativas que propõem uma leitura sobre ser esta uma pandemia democrática, cujo argumento se alinha à retórica da democracia racial que corresponde a uma potente estratégia de manutenção do lugar de populações racializadas, como indígenas e negros, uma produção da colonialidade moderna. Este ensaio debruça sobre o comportamento da pandemia em relação à população negra no Brasil, em diálogo com aportes decoloniais e de leituras críticas sobre o racismo. Discutem-se respostas governamentais e indicadores da doença, segundo o quesito raça/cor, demonstrando a manutenção de tramas e enredos históricos que seguem vulnerabilizando e inviabilizando vidas negras. Aponta-se também para a importância de movimentos de resistência locais, operados a partir do lugar que esses sujeitos ocupam, os espaços urbanos precarizados por ação/omissão do Estado - as favelas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/43661" />
         <pubDate>2024-12-17 01:28:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>COMUNICAÇÃO POPULAR E COMUNITÁRIA EM TEMPOS DE COVID-19: O DIREITO DE SE COMUNICAR E O DIREITO À SAÚDE
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263184206</link>
         <description><![CDATA[<p>As desigualdades existentes no Brasil têm imposto grandes dificuldades nas respostas à pandemia do coronavírus. O problema, que perpassa as condições de moradia, acesso à alimentação segura e à saúde, também está presente no tocante à comunicação. No lugar de uma construção da comunicação como um direito de todos, o que presenciamos por aqui é a uma grande concentração de veículos de mídia nas mãos de poucos empresários, que, com isso, determinam o conteúdo a ser veiculado, além da forma e da linguagem a ser utilizada. Isso tem efeitos no exercício da cidadania de toda a população, e em tempos de emergência de saúde e com a necessidade de cuidados específicos, como é o atual cenário com a Covid-19, a situação se agrava. Entretanto, a resistência de comunicadores e comunicadoras populares e comunitários se mantém no período de pandemia e supera as dificuldades para dialogar em diversos territórios. E a boa notícia é que, em muitos casos, contam com parcerias de instituições ligadas à área da saúde para realizar esse trabalho e passar adiante informações qualificadas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/40919" />
         <pubDate>2024-12-17 01:29:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO IMPACTO: PROGRAMA UNIDOS CONTRA A COVID-19
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263186297</link>
         <description><![CDATA[<p>A Rede de Solidariedade do programa Unidos contra a Covid-19, conduzida pela Fiocruz, apoia diversas iniciativas de enfrentamento contra a pandemia. No total, 18 ações implementadas em todo o território nacional nas áreas de: Ampliação da Capacidade de Testagem para a Covid-19; Internacionalização da Tecnologia e Produção de Vacina; Assistência à Saúde; Condução de Pesquisas com Foco em Covid-19; e Apoio às Populações Vulnerabilizadas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47930" />
         <pubDate>2024-12-17 01:31:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADAR COVID-19: FAVELAS: EDIÇÃO 03
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263187457</link>
         <description><![CDATA[<p>Informativo produzido no âmbito da Sala de Situação Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro, vinculada ao Observatório COVID-19 da Fiocruz. Estruturado com base no monitoramento ativo (vigilância de rumores) de fontes não oficiais – mídias, redes sociais e contato direto com moradores, coletivos, movimentos sociais, instituições e articuladores locais – busca sistematizar, analisar e disseminar informações sobre a situação de saúde nos territórios selecionados, visando promover a visibilidade das diversas situações de vulnerabilidade e antecipar as iniciativas de enfrentamento da pandemia. Os relatos são coletados por meio da constituição de uma rede de interlocutores, valorizando a produção compartilhada de conhecimento, o acesso e a participação ativa de moradores de favelas e de seus movimentos sociais.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/44124" />
         <pubDate>2024-12-17 01:32:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263187457</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CIÊNCIA EM FOCO: COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA E PERCEPÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA EM TEMPOS DE COVID-19
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263188481</link>
         <description><![CDATA[<p>A pandemia de Covid-19 colocou a atividade científica em evidência. Estudos e processos científicos ganharam destaque nos meios de comunicação de massa e, consequentemente, na sociedade. A publicação e divulgação de resultados de estudos científicos pela mídia, que posteriormente foram refutados, ação que faz parte do fazer científico, fomentou a descredibilidade/desconfiança da ciência em um momento de crise sanitária. Tais fatores favoreceram a insegurança e controvérsias sobre as preconizações feitas pelas entidades científicas mundiais, dificultando um consenso e adesão aos protocolos de combate à doença preconizados. Este cenário levantou o questionamento sobre a importância da compreensão da população sobre como funciona a ciência e a produção de conhecimento, bem como a compreensão de como se dá a comunicação científica tradicional para a uma maior credibilidade da ciência perante a sociedade. Diante do exposto, este projeto busca investigar o conhecimento da população sobre o funcionamento da ciência (método científico) e o processo de comunicação dos seus resultados, buscando compreender sua relação com a percepção (credibilidade) da ciência no contexto da pandemia de Covid-19. Para tal será realizado um estudo exploratório e quanti-qualitativo, por meio de questionário semi- estruturado que será aplicado à população do Complexo da Maré \2013 RJ. Espera-se que os resultados obtidos com o estudo possam contribuir para o aprimoramento das ações de comunicação entre ciência e sociedade, além de nortear estratégias de educação e popularização da ciência.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47394" />
         <pubDate>2024-12-17 01:33:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADAR COVID-19: FAVELAS: EDIÇÃO 12
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263189686</link>
         <description><![CDATA[<p>Radar COVID-19 Favelas é um informativo produzido no âmbito da Sala de Situação Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro, vinculada ao Observatório COVID-19 da Fiocruz. Estruturado com base no monitoramento ativo (vigilância de rumores) de fontes não oficiais – mídias, redes sociais e contato direto com moradores, coletivos, movimentos sociais, instituições e articuladores locais – busca sistematizar, analisar e disseminar informações sobre a situação de saúde nos territórios selecionados, visando promover a visibilidade das diversas situações de vulnerabilidade e antecipar as iniciativas de enfrentamento da pandemia.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/48746" />
         <pubDate>2024-12-17 01:34:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADAR COVID-19: FAVELAS: EDIÇÃO 02
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263190344</link>
         <description><![CDATA[<p>Informativo produzido no âmbito da Sala de Situação Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro, vinculada ao Observatório COVID-19 da Fiocruz. Estruturado com base no monitoramento ativo (vigilância de rumores) de fontes não oficiais – mídias, redes sociais e contato direto com moradores, coletivos, movimentos sociais, instituições e articuladores locais – busca sistematizar, analisar e disseminar informações sobre a situação de saúde nos territórios selecionados, visando promover a visibilidade das diversas situações de vulnerabilidade e antecipar as iniciativas de enfrentamento da pandemia. Os relatos são coletados por meio da constituição de uma rede de interlocutores, valorizando a produção compartilhada de conhecimento, o acesso e a participação ativa de moradores de favelas e de seus movimentos sociais.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/43054" />
         <pubDate>2024-12-17 01:34:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADAR COVID-19: FAVELA: EDIÇÃO 10
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263190800</link>
         <description><![CDATA[<p>Radar COVID-19 Favelas é um informativo produzido no âmbito da Sala de Situação Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro, vinculada ao Observatório COVID-19 da Fiocruz. Estruturado com base no monitoramento ativo (vigilância de rumores) de fontes não oficiais – mídias, redes sociais e contato direto com moradores, coletivos, movimentos sociais, instituições e articuladores locais – busca sistematizar, analisar e disseminar informações sobre a situação de saúde nos territórios selecionados, visando promover a visibilidade das diversas situações de vulnerabilidade e antecipar as iniciativas de enfrentamento da pandemia. Os relatos são coletados por meio da constituição de uma rede de interlocutores, valorizando a produção compartilhada de conhecimento, o acesso e a participação ativa de moradores de favelas e de seus movimentos sociais. As opiniões refletidas nos textos assinados, no entanto, não necessariamente refletem a opinião da Fiocruz.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47665" />
         <pubDate>2024-12-17 01:34:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADAR COVID-19: FAVELAS: EDIÇÃO 11
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263191371</link>
         <description><![CDATA[<p>Radar COVID-19 Favelas é um informativo produzido no âmbito da Sala de Situação Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro, vinculada ao Observatório COVID-19 da Fiocruz. Estruturado com base no monitoramento ativo (vigilância de rumores) de fontes não oficiais – mídias, redes sociais e contato direto com moradores, coletivos, movimentos sociais, instituições e articuladores locais – busca sistematizar, analisar e disseminar informações sobre a situação de saúde nos territórios selecionados, visando promover a visibilidade das diversas situações de vulnerabilidade e antecipar as iniciativas de enfrentamento da pandemia.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/48255" />
         <pubDate>2024-12-17 01:35:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>BOLETIM OBSERVATÓRIO COVID-19 APÓS 6 MESES DE PANDEMIA NO BRASIL
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263192869</link>
         <description><![CDATA[<p>Este boletim especial, que traz um balanço dos seis meses da pandemia no Brasil, é um dos resultados dos trabalhos realizados no âmbito do Observatório Covid-19 Fiocruz e faz parte do conjunto de ações da Fiocruz em resposta à Covid-19 nas suas mais variadas áreas. Integra a missão da Fiocruz de produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e que contribuam para a promoção da saúde, a qualidade de vida da população brasileira e para a redução das desigualdades sociais, tendo a defesa do direito à saúde e da cidadania ampla como valores centrais.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/44059" />
         <pubDate>2024-12-17 01:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DESIGUALDADES RACIAIS E A MORTE COMO HORIZONTE: CONSIDERAÇÕES SOBRE A COVID-19 E O RACISMO ESTRUTURAL
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263193493</link>
         <description><![CDATA[<p>A incidência e mortalidade por COVID-19 em países com fortes desigualdades sociais se diferenciam em termos populacionais. Em países com histórico e tradição colonial como o Brasil, os marcadores sociais das diferenças têm profunda ancoragem na demarcação racial, sobre a qual agem as dinâmicas e os processos político-sociais fundados no racismo estrutural. Contrapõe-se a narrativas que propõem uma leitura sobre ser esta uma pandemia democrática, cujo argumento se alinha à retórica da democracia racial que corresponde a uma potente estratégia de manutenção do lugar de populações racializadas, como indígenas e negros, uma produção da colonialidade moderna. Este ensaio debruça sobre o comportamento da pandemia em relação à população negra no Brasil, em diálogo com aportes decoloniais e de leituras críticas sobre o racismo. Discutem-se respostas governamentais e indicadores da doença, segundo o quesito raça/cor, demonstrando a manutenção de tramas e enredos históricos que seguem vulnerabilizando e inviabilizando vidas negras. Aponta-se também para a importância de movimentos de resistência locais, operados a partir do lugar que esses sujeitos ocupam, os espaços urbanos precarizados por ação/omissão do Estado - as favelas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/43661" />
         <pubDate>2024-12-17 01:36:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RADIS: COMUNICAÇÃO E SAÚDE, NÚMERO 223, ABRIL
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263193819</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto destaca a grave situação enfrentada pelo Brasil diante da pandemia de covid-19, com um número alarmante de mortes e uma resposta inadequada por parte do governo. O negacionismo e a disseminação de informações falsas têm contribuído para a negligência no combate à doença, bem como para o atraso na disponibilização de vacinas e na adoção de medidas eficazes. Além disso, o texto aponta para outras questões sociais e ambientais que também são negligenciadas, como a desigualdade, o desmatamento e a violência contra minorias. A falta de políticas públicas adequadas agrava ainda mais a situação, deixando milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade. No entanto, apesar dos desafios, o texto ressalta a importância da empatia e do compromisso com a verdade e a ciência. Destaca-se a necessidade de um pacto pela verdade e pela coerência, que oriente uma política de Estado focada na igualdade, no desenvolvimento sustentável e no respeito à vida. Por fim, o texto destaca histórias de esperança e solidariedade, mostrando como as comunidades estão se unindo para enfrentar a crise e apoiar aqueles que mais precisam. Enfatiza-se o papel fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS) na distribuição de vacinas e na promoção da saúde em todo o país.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47042" />
         <pubDate>2024-12-17 01:36:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263193819</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DIPLOMACIA DA SAÚDE E COVID-19: REFLEXÕES A MEIO CAMINHO
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263208290</link>
         <description><![CDATA[<p>"Se não existem sistemas de água e esgoto para todos e se a atenção básica não é estruturada em todo o território, assistimos, por exemplo, a uma das faces mais perversas de nossa desigualdade, na qual a alta letalidade no bairro da Maré, no Rio de Janeiro, chega a ser mais de dez vezes superior à letalidade de bairros da zona sul do mesmo estado."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/44905" />
         <pubDate>2024-12-17 01:42:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CRISE E PANDEMIA: QUANDO A EXCEÇÃO É REGRA GERAL
</title>
         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263210993</link>
         <description><![CDATA[<p>Publicação se dedica a desbravar as contradições relacionadas à economia política, comunicação, políticas públicas de saúde e educação, além da condição geral dos trabalhadores, aprofundadas em tempos da pandemia da Covid-19. Livro reúne artigos de professores e pesquisadores da Escola Politécnica e também das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Federal Fluminense (UFF), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). São textos que tratam da economia política, da comunicação, das políticas públicas de saúde e educação, e da condição geral dos trabalhadores, nestes tempos pandêmicos em que prevalecem o irracionalismo, o senso-comum, o “claro-escuro de verdade e engano” (KOSIK, 1976, p. 11) do cotidiano, e muitas vezes a mentira e a desonestidade das fake news. O argumento científico – na contramão dessas posturas e por isso tão renegado e desqualificado – é aquele que busca trazer da realidade seu movimento, suas contradições e determinações, pois, ademais, os fatos não falam por si: eles são apenas a manifestação aparente de processos e determinações mais profundas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/44928" />
         <pubDate>2024-12-17 01:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>COMUNIDADE AMPLIADA DE PESQUISA-AÇÃO: UMA CONTRIBUIÇÃO METODOLÓGICA PARA A PROMOÇÃO EMANCIPATÓRIA DA SAÚDE NOS ESPAÇOS URBANOS
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         <author>nabillasantana</author>
         <link>https://padlet.com/nabillasantana/oz4qz7ww44sz3r39/wish/3263212752</link>
         <description><![CDATA[<p>A Comunidade Ampliada de Pesquisa-Ação (CAP) desenvolvida pelo Laboratório Territorial de Manguinhos (LTM) como dispositivo metodológico de pesquisa no campo da Saúde Coletiva, é tomada nesta tese como objeto de sistematização e reflexão crítica, na perspectiva proposta por Oscar Jara. Trata-se da sistematização de experiências como caminho metodológico de produção de conhecimentos a partir das práticas em que a própria experiência é o ponto de partida. A reflexão crítica dessa experiência no decorrer dos últimos dezessete anos (2003-2020), a partir de projetos de pesquisa-ação e intervenção em favelas do Rio de Janeiro, particularmente Manguinhos. Dela resultou a sistematização não apenas dos principais referenciais teórico-metodológicos que, ao longo da trajetória, foram sendo consolidados como forma de constituir e compreender nossas práticas com as CAP, mas também da experiência do LTM voltada para a Promoção Emancipatória da Saúde, que culminou na proposição do Método CAP. Como produtos da tese foram elaborados três capítulos, que constituem o núcleo reflexivo acerca do Método CAP e que expressam nosso aprendizado com a pesquisa-ação nos territórios de favelas. Inicialmente, propomos um quadro de referências para uma leitura compreensiva desses territórios e a PES como caminho para a desconstrução dos processos desumanizadores desses espaços da cidade (Capítulo 3). Em seguida, discutimos os referenciais teóricometodológicas que deram base à proposição da CAP e fazemos uma reflexão crítica sobre as diversas conformações de CAP na aproximação com o território (Capítulo 4). E, por fim, elaboramos uma reflexão crítica sobre o trabalho artesanal no cotidiano das CAPs, como contribuição às discussões metodológicas no campo da pesquisa em Saúde Coletiva e às reflexões sobre a pesquisa participante no contexto urbano de favelas e no contexto de um convívio cotidiano com esses territórios. Vislumbramos esse caminho como possibilidade de construção de \201Cinéditos viáveis\201D a partir da produção de conhecimentos sobre os processos de determinação social da saúde nestes espaços da cidade. A metodologia CAP conforma-se como um aporte político-pedagógico para a ressignificação da participação social no SUS, numa perspectiva instituinte. Finalmente, com base em algumas interrogações sobre nosso trabalho, destacamos temas para uma agenda futura de pesquisas, enfatizando as invisibilidades e os processos de determinação socioambiental da saúde, o cotidiano e os desafios do mundo digital na interlocução com o território e quem é o pesquisador em uma CAP.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:46:24 UTC</pubDate>
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